Qual o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial? A falta de informação no Brasil é tão grande, que os temas abordados pelo Professor Olavo de Carvalho nesta palestra de 2004, na OAB, ainda não chegaram à pauta da imprensa ou às conversas dos "intelequitoais" brasileiros.
Nestes últimos 8 anos (!) o totalitarismo avançou em várias frentes e quem está acompanhando o assunto sabe perfeitamente disso.
Esse vídeo, no entanto, não é útil apenas por ser preciso na análise do grupo globalista. Sua análise continua válida quase uma década depois porque explica todos os fundamentos da implantação deste Governo Mundial Totalitário que avança sem resistência.
Como uma espécie de continuação desta exposição, leia o debate Os Estados Unidos e a Nova Ordem Mundial que o professor Olavo de Carvalho teve com o Aleksandr Dugin, pensador russo e ideólogo do eurasianismo, um movimento político liderado por Vladimir Putin e Dimitri Medvedev. Este debate, inclusive, saiu agora em forma de livro.
Veja o vídeo:
O Brasil perante os conflitos da Nova Ordem Mundial Olavo de Carvalho OAB São Paulo - 2004
Os cientistas alemães descobriram um gene cuja mutação torna as pessoas totalmente insensíveis à dor, de acordo com um artigo publicado na revista Nature Genetics.
Os pesquisadores chegaram à conclusão de que o problema reside no mau funcionamento dos canais de iões nas células que transmitem a dor ao sistema nervoso central. Os especialistas confirmaram seus resultados em ratos.A insensibilidade congênita à dor é uma doença rara. As pessoas que que padecem desta afeção são basicamente saudáveis, no entanto, como elas não sentem dor, sofrem inadvertidamente queimaduras e ferimentos.
Documentos obtidos por Edward Snowden mostram que a rede tem uma célula de investigação e desenvolvimento, com o objectivo de desviar, destruir ou assumir o controlo dos aparelhos usados pelos EUA para matar em países como o Afeganistão ou Paquistão.
Os serviços secretos norte-americanos estão preocupados com a aparente determinação da liderança da Al-Qaeda em desenvolver tecnologia para abater ou assumir o controle dos drones usados pela CIA e pelo Pentágono em países como o Afeganistão, Paquistão, Iémen ou Somália.
Os pormenores dos relatórios dos serviços secretos, revelados nesta quarta-feira pelo jornal The Washington Post, a partir de documentos obtidos pelo analista informático Edward Snowden, mostram que a Al-Qaeda criou células especializadas em engenharia e tecnologia – uma espécie de centro de investigação e desenvolvimento para explorar as vulnerabilidades dos aviões não tripulados, cujos ataques assassinaram cerca de 3000 pessoas na última década, muitas dos quais combatentes mas também um elevado número de civis.
Os mesmos documentos garantem que ainda não foi registada nenhuma operação bem-sucedida para impedir um ataque com um drone, mas não têm faltado ideias aos engenheiros recrutados pela Al-Qaeda, especialmente a partir de 2010.
Intitulado "Ameaças aos Veículos Aéreos Não Tripulados", o relatório obtido por Edward Snowden é, na prática, um resumo de "dezenas de avaliações feitas pelos serviços secretos dos EUA desde 2006", segundo o The Washington Post.
A principal preocupação das autoridades norte-americanas é a quebra da ligação entre os drones e os satélites. Na maioria dos casos, a ligação é restabelecida em pouco tempo e os aparelhos têm instruções para regressarem ao seu ponto de partida se a falha não for solucionada rapidamente. Apesar desta precaução, a falha de ligação com os satélites terá sido a causa da queda de pelo menos dois drones norte-americanos – um na fronteira entre o Iraque e a Turquia e outro no Irão, em Dezembro de 2011, que as autoridades locais dizem ter abatido. Um outro drone norte-americano foi atingido por caças iranianos em Novembro de 2012, mas era um aparelho de vigilância.
A informação transmitida entre os drones e os satélites é codificada, pelo que será mais difícil desenvolver tecnologia para assumir o controlo de um dos sofisticados Predator ou Reaper do Pentágono e da CIA (uma equipa de investigadores da Universidade do Texas em Austin conseguiu assumir os comandos de um drone através da manipulação do sinal de GPS, mas tratava-se de um pequeno drone civil).
Al-Qaeda "financia vários projectos"
Apesar das dificuldades técnicas, um relatório da Agência de Serviços Secretos de Defesa (DIA, na sigla original), elaborado em Julho de 2010, informa que a Al-Qaeda "está a financiar vários projectos de investigação para desenvolver dispositivos que interfiram com os sinais de GPS e com os marcadores de infravermelhos, usados pelos operadores de drones para determinarem os alvos dos mísseis".
Mais do que financiar vários projectos, os serviços secretos norte-americanos acreditam que a liderança da Al-Qaeda "acompanha os progressos de cada projecto e tem a capacidade para transferir componentes de um projecto para outro".
Apesar de a Administração Obama ter declarado em várias ocasiões que as capacidades militares da Al-Qaeda estão "muito enfraquecidas" – em grande parte graças ao programa de drones, lançado ainda na Presidência de George W. Bush mas muito reforçado por Barack Obama –, a rede parece estar bastante activa no recrutamento de militantes com conhecimentos em tecnologia. Segundo os documentos revelados pelo The Washington Post, um relatório de 2010 da CIA indica que um dos líderes operacionais da Al-Qaeda, o líbio Atiya Abd al-Rahman, afirmou mesmo que a rede não precisa de "combatentes comuns", mas sim de "pessoal especializado".
Num outro relatório, da DIA, datado de 2011, lê-se que "a célula de investigação e desenvolvimento com ligações à Al-Qaeda não tem, presentemente, conhecimento técnico para criar um sistema anti-drones", mas admite que a rede pode vir a ter sucesso, "se conseguir ultrapassar obstáculos de monta". "Acreditamos que um sistema desse tipo poderia ser altamente disruptivo para as operações norte-americanas no Afeganistão e no Paquistão", conclui o documento.
Expressões proibidas
Para além das considerações sobre a estratégia de combate aos ataques com drones, os serviços secretos norte-americanos mostram-se também preocupados com os termos usados em público.
Num relatório de 2010, as autoridades dos EUA admitiam que os assassinatos com drones podiam ser "alvo de um escrutínio cada vez mais apertado, entendidos como ilegítimos e abertamente contrariados ou enfraquecidos". Para fazer face a este cenário, seria necessário evitar a utilização de determinados termos.
"'Drones' transmite a ideia de autómatos sem discernimento, sem capacidade para produzirem pensamentos e acções com independência. 'Ataques' transmite a ideia de um primeiro ataque, que deixa a vítima sem capacidade de resposta. Outras expressões que provocam uma resposta emocional incluem 'Lista de assassinatos', 'Esquadrões de ataque', 'Guerra robótica' ou 'Assassinos aéreos'", lê-se no documento.Em alternativa, as autoridades norte-americanas sugerem o uso de expressões como "operações letais com veículos aéreos não tripulados"; "direito legítimo à auto-defesa"; e "acção militar preventiva".
Drone sobrevoa o Viaduto do Chá: alcance de 350 metros de altura (Foto: Mario Rodrigues )
Reportagem de Angela Pinho, publicada em edição impressa de VEJA São Paulo
Cada vez mais baratos e fáceis de operar, os robozinhos voadores equipados com câmeras já são usados em vídeos profissionais, projetos de engenharia e, claro, para bisbilhotar o quintal alheio
Com ao menos 1,5 milhão de câmeras de vigilância espalhadas por São Paulo, circular anônimo pela multidão da metrópole há tempos é um privilégio em extinção. Na década passada, as imagens de satélite disponíveis no Google Earth revelaram as dimensões dos imóveis de qualquer bairro, com suas piscinas e jardins, e logo o Google Street View começou a flagrar nossas idas de moletom à padaria.
Eis que, quando a expressão “big brother” parecia surrada, um novo tipo de olhar eletrônico está se disseminando pela capital. São os drones, robozinhos voadores, quase sempre dotados de filmadoras, que conseguem chegar a palmos de distância das janelas mais altas da Avenida Paulista e, segundos depois, dar rasantes pela mesma via, mirando os joelhos dos pedestres.
Eles têm preços cada vez menores, são fáceis de operar e sobrevoam desde ruas movimentadas até recantos mais pacatos. Em breve poderão entrar em sua casa para vasculhar o seu quintal — ou será que isso já aconteceu?
O termo drone, ou “zangão” em inglês (ouça o zumbido chatinho da máquina e você vai entender), designa equipamentos aéreos comandados por um piloto a distância.
Os maiores, que pesam mais de 30 quilos e decolam carregados de armamentos, viraram objeto de uma grande polêmica ao ser usados em missões militares para atacar inimigos sem pôr em risco a vida dos soldados. Nos últimos tempos, foram levados com esse objetivo ao Afeganistão e ao Iêmen pelo governo americano.
Na versão civil, pesam por vezes menos de 1 quilo.
Em São Paulo, estão à venda tanto em redes como Ponto Frio e Walmart quanto em lojinhas da Rua Santa Ifigênia, no centro, com preços que vão de 380 reais a mais de 10.000 reais. Os modelos mais em conta são dotados de estrutura simples: em geral, uma bateria, um sensor no miolo e no mínimo quatro hélices nas pontas.
André Visconti e Guimarães pilotam drone no Viaduto do Chá: alcance de 350 metros de altura (Foto: Mario Rodrigues )
Essas engenhocas viraram presença comum nas mãos de amadores no Parque do Ibirapuera, tornaram-se trunfo de corretores de imóveis que os utilizam para exibir aos clientes a vista que teriam em determinado andar, sobrevoam cartões-postais como a Sala São Paulo para a realização de vídeos institucionais e fazem tomadas cinematográficas em casamentos (o do jogador Paulo Henrique Ganso, em maio, na cidade de Caraguatatuba, no Litoral Norte, contou com o efeito especial).
Na mídia, são o recurso da vez.
O Fantástico, da Rede Globo, lançou mão do aparelho para retratar o quintal da família Pesseghini, morta no início de agosto em chacina na Vila Brasilândia, na Zona Norte.
O jornal Folha de S.Paulo sobrevoou milhares de manifestantes em rotas como o Largo da Batata na cobertura dos protestos que tomaram a capital em junho.
No humorístico Pânico na Band, transformaram-se em ferramenta de piadas. No último dia 18, um deles “invadiu” a casa do apresentador Otavio Mesquita, no Morumbi. Para mostrar do que a parafernália é capaz, a produção do programa filmou uma modelo de seu elenco de lingerie pelas janelas de um apartamento. “Olhe o que pode acontecer com você que está em um momento íntimo”, avisou o apresentador Daniel Peixoto, que pilotou a brincadeira.
A traquinagem de maior repercussão, porém, foi levada ao ar no dia 11, mostrando o aviãozinho da trupe, dotado de câmera e alto-falante, sobre a zona rural de Itu, onde é gravado o reality show A Fazenda, da concorrente Rede Record.
Objetivo: fazer imagens e dedurar para a então confinada Scheila Carvalho que ela havia sido traída pelo marido, o que iniciou uma disputa entre as emissoras. Ao completar a espionagem, o equipamento caiu no local. Os apelos para sua devolução rendem até hoje mais assunto para o Pânico.
Reduzir a geringonça, no entanto, a mera bisbilhoteira ou produtora de cenas hollywoodianas seria subestimar uma revolução em curso. Fruto de uma tecnologia que se aperfeiçoou bastante nas últimas décadas, ela atua hoje a serviço de órgãos como o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do governo do Estado de São Paulo. Ali, a meta é a elaboração de mapas detalhados.
Os primeiros trabalhos estão sendo feitos desde julho em Embu-Guaçu e Itapevi, na região metropolitana. “Se derem certo, poderemos usar os drones para vistoriar rios sem ter de levar equipes completas em barcos”, exemplifica o engenheiro Caio Cavalhieri.
Na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), está em estudo sua implantação para monitorar reservatórios.
O fotógrafo Edmilson Mendonça, em clique do próprio drone: antes, as imagens eram feitas em balão (Foto: 2TDrone)
É só o começo. No exterior, os propósitos são mais criativos.
Os drones espantam gansos que emporcalham as praias de rio de Ottawa, no Canadá, e entregam roupas da lavanderia Manayunk Cleaners, na Filadélfia, nos Estados Unidos. Nesse último caso, trata-se de uma peça de marketing: apenas um cliente escolhido por sorteio a cada mês tem direito à mordomia, e a peça não pode ultrapassar 2,3 quilos.
No setor de segurança urbana, a tecnologia se tornou realidade em cidades como a inglesa Liverpool. No estado do Rio de Janeiro, um desses mini-helicópteros ajudou policiais a localizar, e depois prender, criminosos em um manguezal de Macaé. A caçada tecnológica ocorreu em 5 de agosto.
Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública não estuda, por ora, alçar voo nesse sistema, mas a novidade já chama a atenção do segmento privado. “Estamos pensando em desenvolver algumas versões terrestres dos drones, em carrinhos, para condomínios fechados”, diz Rafael Durante, diretor técnico da empresa Haganá.
Com a demanda, profissionais especializados surgem na capital. Luís Neto Guimarães, de 24 anos, importou o primeiro exemplar em 2009. Estreou o negócio registrando um campeonato de skate para um fabricante de energéticos, mediante permuta (no caso, 24 latinhas do produto). Atualmente, seu principal filão é a publicidade, pois pode produzir tomadas antes inacessíveis para helicópteros, que nem sempre conseguem chegar perto do solo e cujo aluguel dificilmente fica abaixo de 1.000 reais por hora. Guimarães acumulou oito drones, ganhou um ajudante e está prestes a trocar o escritório de 16 metros quadrados por um cinco vezes maior.
Outro dos pioneiros na área foi o francês Eric Bergeri, que fundou a idrone.tv em 2010 na cidade. Hoje, administra uma frota com sete modelos. A principal demanda é audiovisual — a empresa já fez, por exemplo, gravações institucionais em lugares como a Estação Júlio Prestes e videoclipes como o da canção Reza, de Rita Lee. “Evitamos apenas filmar sobre aglomerações, por questão de segurança”, conta Regis Mendonça, diretor comercial da idrone.tv.
O fotógrafo Edmilson Mendonça, especializado em publicidade, é outro que vem ganhando dinheiro com a máquina. “Até 2009, usava um balão movido a gás hélio para conseguir cliques aéreos, mas o custo era maior”, explica. Ele mesmo monta seus drones, juntando com cola de alta fixação as peças vindas separadamente do exterior.
Na região da Rua Santa Ifigênia, o aparelho tem causado burburinho. No estande Pinguim (entrada pela Rua Vitória, 244), o modelo chinês V959 custa 380 reais, com câmera incluída. Há, nas proximidades, uma loja batizada de Drone Mania, de Marcos Rodrigues Júnior. Ele comercializa equipamentos da marca francesa Parrot, que estão entre os mais populares no mundo para uso pessoal e pesam menos de meio quilo.
Esses aparelhos são comandados pelo celular e saem por 1.800 reais em dezoito prestações. Em média, Rodrigues vende dez unidades e conserta trinta a cada mês. “A procura aumentou depois dos protestos de rua, quando ganharam notoriedade”, constata. O técnico de celular Kleiton Pena Pereira, de 29 anos, comprou o seu no início do ano. Já o manobrou no Pico do Jaraguá e no centro da cidade, por lazer. “O pessoal fica louco para saber o que é.”
Marcos Júnior, na Drone Mania, da Santa Ifigênia: dez unidades vendidas por mês (Foto: Lucas Lima )
Com tal facilidade de aquisição, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Aeronáutica trabalham em uma proposta de regulamentação que deverá ficar pronta neste ano. O objetivo é evitar que os zangões eletrônicos ponham aviões em risco – no Aeroporto JFK, em Nova York, o FBI abriu investigação em março depois que um piloto da Alitalia relatou a presença de um drone perto de sua rota.
A Anac terá de definir se os robôs que flutuam por aí serão considerados aeronaves ou brinquedos. Essa diferença é importante porque, para a Aeronáutica, aeromodelos recreativos não precisam de autorização, desde que fiquem longe do pouso e da decolagem das aeronaves.
A discussão sobre privacidade e propriedade privada, enquanto isso, está só no começo. “Especialmente quando os aparelhos são conjugados com tecnologias de reconhecimento facial, é muito fácil que sejam utilizados tanto para vigilância estatal quanto para interesses particulares, como por paparazzi ou bisbilhoteiros de forma geral”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, que prevê muita confusão no horizonte com a tecnologia. A era dos drones, como se vê, está apenas começando.
Onde a ideia se decolou
As áreas em que a engenhoca já foi adotada
Na engenharia: a câmera do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, na Cidade Universitária, voa sobre a região metropolitana para elaboração de mapas detalhados. Segundo o engenheiro Caio Cavalhieri (foto), ficou mais fácil enxergar áreas remotas. Órgãos como a Sabesp também cogitam aderir ao equipamento para observar os reservatórios (Foto: Lucas Lima )
Na televisão: o robozinho voador é o recurso da vez. O "Fantástico", da Rede Globo, utilizou o aparelho para retratar o quintal da família Pesseghini, morta em chacina na Vila Brasilândia. Já o "Pânico na Band" invadiu o reality show "A Fazenda", da concorrente Rede Record (Foto: Reprodução)
Nas imobiliárias As empresas utilizam a geringonça para estudar terrenos e produzir vídeos que mostram qual vai ser a vista de determinado apartamento antes da construção. Estandes de construtoras em bairros como Perdizes (foto), Barra Funda, Casa Verde e Higienópolis estão fazendo isso (Foto: Reprodução)
Em eventos: com capacidade para carregar lentes de alta definição e dar rasantes impossíveis para um helicóptero, os drones se tornaram o recurso da vez para a realização de vídeos institucionais e de eventos. Ao lado, cena de um flash mob com 500 fãs do seriado 'Chaves' nos arredores do Ibirapuera (Foto: Reprodução)
Na publicidade: cenas de praia da campanha 100%, da cerveja Itaipava, são obra do zangão eletrônico, também presente em filmes da Eletropaulo, da Fiat e da Ford (Foto: Reprodução iDroneTV)
Por dentro da máquina
Como é o modelo Phantom, um dos mais cobiçados, que custa na faixa de 3.000 reais, sem a câmera
Debaixo de cada haste, há luzes para que ninguém o perca de vista; quando a bateria estiver no fim, uma luz se acende, se a bateria acabar de vez durante o voo, ele pousa automaticamente; pilotagem por controle remoto; 19 centímetros de altura, 35 centímetros de comprimento e 35 de largura
V959
Origem: China; onde é encontrado: Loja Pinguim; largura: 19 cm; peso: menos de 100 gramas (já vem com câmera); altura alcançada: 150 metros; principal uso: pessoal; preço: 380 reais
Ar.Drone 2.0
Origem: França; onde é encontrado: Santa Ifigênia ou sites de supermercado; largura: 51,7 cm; peso: 420 gramas (já vem com câmera); altura alcançada: 250 metros; principal uso: pessoal; preço: a partir de 1.500 reais
DJI S800
Origem: a empresa DJI, com sede em Hong Kong, Alemanha e EUA; onde é encontrado: site caraca.org; largura: 1,18 metros; altura alcançada: 350 metros; principal uso: filmagens profissionais para publicidade e vídeos institucionais; preço: cerca de 13.000 reais, mas pode chegar a 20.000 conforme a câmera e outros acessórios
Eles estão em todas
Exemplos de uso do aparelho pelo mundo
Para promover a lavanderia Manayunk Cleaners, na Filadélfia, Estados Unidos, seus donos sorteiam todo mês um cliente, que recebe a roupa pendurada no brinquedinho. Em breve, a frequência será semanal (Foto: Reprodução )
Em Liverpool, na Inglaterra, o drone virou aliado da polícia. A primeira prisão efetuada com a ajuda do equipamento foi em 2010, quando ele perseguiu um criminoso que havia roubado um carro (Foto: Reprodução)
Em Ottawa, no Canadá, ele serve para espantar gansos e gaivotas que emporcalham uma praia. As aves desaparecem em revoada quando ouvem o zumbido das hélices (Foto: Reprodução)
Veja SP levou aeronave não tripulada para passear nas alturas pela avenida mais famosa da cidade
Desde a fundação dos Estados Unidos, afirma o autor Thomas Chifre, "esta
nação foi manipulada em direção a um objetivo: a construção de uma
sociedade oculta que um dia recebera o espírito e a pessoa do
Anticristo."
Em uma entrevista exclusiva com Sid Roth de "É Supernatural" - agora aparecendo semanalmente no WND-TV - Buzina explica do nível superior de maçons os Pais Fundadores da América que procuraram tecer padrões e símbolos para o governo dos EUA, arquitetura, até mesmo a sua própria moeda, reflexivo dos antigos deuses egípcios.
Você sabia?
Chifre sugere, que o padrão de uma cúpula enfrentando um obelisco - como pode ser visto no Vaticano ou em Washington, DC, onde o Capitólio dos EUA enfrenta o Monumento de Washington - é um símbolo da Isis grávida e o Osiris fálico da mitologia egípcia?
Ou que os gregos tomaram Osiris como seu deus Apolo, um derivado do termo "Apollyon", que o Novo Testamento usa para se referir ao Anticristo?
Ou que a Biblioteca do Congresso tem registros de que Thomas Jefferson especificamente rejeitou vários planos para a construção do Capitólio da nação, exigindo de vez que fosse modelado antigo, arquitetura oculta?
Estrasburgo (França) - Os legisladores europeus concederam novos poderes para o Banco Central Europeu na quinta-feira para supervisionar até seis mil bancos na zona do euro, que é o primeiro passo para a unidade de banco na região. Os legisladores concordaram em uma votação para permitir que o Banco Central Europeu assuma o papel da nova supervisão bancária a partir de 2014, depois de quase um ano os governos da UE anunciaram seu apoio ao plano. O estabelecimento de uma estrutura unificada para os bancos e mecanismos da zona do euro para a liquidação de instituições com problemas e proteger o dinheiro de um dos projetos mais ambiciosos e desafiadores da União Europeia dos depositantes. O Parlamento Europeu ameaçou adiar a aprovação das novas autoridades se o banco central não concordasse para informá-lo sobre os detalhes do processo de tomada de decisão.
Mas essa questão foi resolvida na terça-feira e do Banco Central Europeu confirmou o acordo alcançado entre o Presidente do Parlamento Martin Schulz e o presidente do Banco Mundial Mario Draghi. Fonte: Al quds
O gigante norte americano de produtos agrícolas transgénicos investiu US $4,6 milhões numa campanha antilobby para não ter de informar os consumidores sobre os ingredientes geneticamente modificados. A gigante de biotecnologia Monsanto , a maior produtora de sementes geneticamente modificadas, tenta lutar contra a iniciativa I-522, que obriga os fabricantes a rotular os alimentos geneticamente modificados. O novo projeto de lei será votada em novembro no estado de Washington, EUA, apesar da iniciativa ter encontrado forte apoio entre a população dos o Estado e as grandes empresas, como Dr. Bronner’s Magic Soaps y Ben & Jerry's Ice Cream, a multinacional dos EUA não perderam a esperança de mudar a situação do financiamento organizando uma campanha e ativistas para promover uma decisão favorável sobre o seu caso, já investiu US $ 4,6 milhões. Em 2012 Monsanto já empreendeu e empresas semelhantes, quando desembolsou 44 milhões dolares para uma campanha antilobby na Califórnia, quando argumentou que a rotulagem causaria o aumento do preço dos alimentos e não é científico. produtos geneticamente modificados têm causado muitas controvérsias e discussões sobre segurança e o impacto sobre a saúde humana. Em de 2013, desencadeou fortes protestos populares contra a Monsanto e outras empresas se recusam a rotular os transgênicos. Fonte: RT
Uma das ferramentas usadas pelos militares em modificação do comportamento e controle da mente são as armas frequências eletromagnéticas operados remotamente. Estas armas usar microondas, ELF (Extremely Low Frequencies) e frequências acústicas para manipular secretamente as mentes das pessoas sob ataque. O uso de armas de freqüência em seres humanos em relação ao controle comportamental e assassinato não é nova.
Por mais de 50 anos, a frequência das Armas Neuro-Electro-magnéticos foram aperfeiçoadas pelo seu uso secreto na guerra. Estes «classificado», «não-letais" ou "armas silenciosas" também foram aperfeiçoados através da experimentação em pessoas inocentes desde o seu desenvolvimento inicial. Dirigindo um feixe de frequências de um cérebro humano, podem causar uma série de efeitos secundários graves. Ondas ELF causam náuseas, dores de cabeça, frequência cardíaca acelerada sem justa causa, para citar apenas alguns. Em 1974, a primeira transmissão de sucesso não classificado da voz humana diretamente para o crânio de uma pessoa viva foi realizada pelo Dr. Joseph C. Sharp da Reed instituto exército de pesquisa Walter, transformando a voz de um hipnotizador usando da ELF. Esta técnica foi mais tarde evoluiu para o método de disputa Smirnov, e usado na Guerra do Golfo. É possível hipnotizar um alvo sem o alvo estar ciente e deixando rastro de zero de provas.
Por frequências emissores que oscilam em uma determinada faixa de freqüência de uma vítima pode ser manipulado. Existem seis tipos de ondas cerebrais: delta é a gama de frequências até 4 Hz e está associada com o sono. Theta é a faixa de freqüência de 4 Hz a 8 Hz e está associada com sonolência, infância, adolescência e idade adulta jovem. Alpha (onda de Berger) é a faixa de freqüência de 8 Hz a 12 Hz. Ritmo sensório-motor (SMR) é uma freqüência média (cerca de 12-16 Hz) associado a imobilidade física e presença corporal.
A meta terá dificuldade para mover sempre que esta freqüência é aplicada. Beta é a faixa de freqüência acima de 12 Hz. Baixa beta amplitude com múltiplas e diferentes frequências é freqüentemente associada com o pensamento ativo, ocupado ou ansioso e concentração. Gamma é a faixa de freqüência de aproximadamente 26-80 Hz. Ritmos Gama parecem estar envolvidos na maior atividade mental, incluindo a percepção, resolução de problemas, o medo e a consciência. A forma da arma freqüência depende de como as frequências têm de ser dirigidos para o alvo. O Patent and Trademark Office EUA detém uma vasta quantidade de patentes de máquinas que podem ser usadas em sistemas de controle da mente direta ou subliminar. Uma delas é um sistema de audição, Patente EUA # 4.877.027, Brunkan por Wayne, 31 de outubro de 1989. Um método para induzir diretamente o som para dentro da cabeça de uma pessoa, utilizando microondas na gama de 100 MHz a 10,000 MHz, modulada com uma forma de onda de rajadas de frequência modulada. Outro é o método e sistema para alterar a consciência, Patente dos EUA # 5123899, de James Gall, 23 de junho de 1992.
Um sistema para alterar os estados de consciência humana que envolvem a utilização de aplicação simultânea de vários estímulos, de preferência sons, tendo diferentes frequências. Ainda outra é o Método de Sobreposição e aparelho útil para mensagens subliminares, Patente dos EUA # 5134484, Joseph Wilson, 28 de julho de 1992. e Método de mudar o comportamento de uma pessoa, Gerador de Mensagem Subliminar, Patente dos EUA # 5270800, de Robert Sweet, 14 de dezembro de 1993. Um gerador de mensagem subliminar e supra-liminar combinado para uso com um receptor de televisão; permite o controle completo de mensagens subliminares e sua apresentação.
Também aplicável à televisão por cabo e computadores. Auditivo Sistema Subliminal Mensagem e Método, Patente dos EUA # 4395600, Rene Lundy e David Tyler, 26 de julho de 1983. Uma mensagem subliminar amplitude controlada pode ser misturado com a música de fundo. E psico-acústica Projector, Patente dos EUA # 3568347, Andrew Flanders, 23 de fevereiro de 1971. Um sistema para a produção de distúrbios psicológicos auditivas e surdez parcial do inimigo em situações de combate. Suficiente sobre as armas de frequência. A chave para a projeção comandos nas mentes de outras pessoas repousa na compreensão do que está sendo comunicado. Na década de 1950 no Reino Unido e EUA decidiu criar a maior rede de espionagem do mundo para garantir que todas as comunicações entre russos e espiões ou aliados foi monitorada. Este sistema tem sido continuamente atualizado desde a sua criação. O nome do sistema é Echelon e é composto por uma vasta rede de postos de escuta, computadores extremamente avançados, uma enorme quantidade de pessoas, louças e torneiras.
Echelon captura todas as comunicações via Internet, GSM, UMTS, telefone fixo, TV e rádio, comunicações por satélite (privado, militar e diplomática) e ouve cada palavra, assim os computadores fazem. Os computadores funcionam com uma lista de palavras-chave e quando a mensagem contém uma ou mais palavras-chave a mensagem é dirigida a um especialista que examina seu conteúdo. Se a mensagem é "suspeito" outra ação será tomada. Este Governo "Silent Weapons" tecnologia Black foi desenvolvido para monitorar o local e manipular as mentes da população em geral. Centros Echelon estão localizados ao redor do mundo, incluindo Menwith Hill, North Yorkshire, Inglaterra. HAARP, Remoto Controle da Mente Computer Center, Alaska. E Pine Gap, perto de Alice Springs, Território do Norte, na Austrália.
Sistema de Negação Ativa - deslocar Multidões
A ANS também está construindo uma rede de torres de até 500 metros de altura, cada torre, a uma distância de 200 quilômetros de distância e que se estende do leste para o oeste de os EUA. A rede é chamada Gwen, Terra Onda de Rede de Emergência, e transmite freqüências muito baixas combinadas com Ultra High Frequencies e é usado no caso de os sistemas de comunicação em os EUA são inutilizados por causa de um ataque nuclear. Coincidentemente as frequências de GWEN coincidem com as freqüências sendo usados por armas de frequência. Se você começar a pensar sobre o que pode acontecer a um 500 metros de altura da torre quando exposta a uma arma nuclear você tipo de pensamento se início a construção de estruturas de alta é a estratégia certa para cenários nucleares. Também sistemas de telefonia móvel, como GSM e UMTS também operam nas mesmas áreas de frequências que algumas armas de frequência, o que significa que estes sistemas, como Gwen, pode, potencialmente, ser usado como uma arma, alterando a modulação da freqüência e da direção do sinal . Assista ao vídeo abaixo:
O filme resulta do conscuro do infowars "Operation Paul Revere"
Mesmo para quem tenha difuculdades no Inglês apenas ver as imagens é elucidativo.
A piràmide, o olho de Horus, o mocho, os diversos sinais feitos com as mãos (o losango,aludindo ao esquadro e compasso maçônicos, o olho de Horus, o número 666) , a estrelas de cinco e seis pontas, os demônios, cultos satânicos com insinuações sexuais mais ou menos explícitas, sangue,
Correcção aos 5 min. não se trata de um pentagrama, mas sim de uma estrela de 6 pontas com um hexagono no centro-- simbolo de Israel estado aliás criado por uma família satânica os Rothschilds. Também o demônio ali explicitado tem o nome mal escrito e deve ser lido Baphomet.
O segundo capítulo explica o porquê da simbologia e de todo esse tipo de imagens. Numa delas vê-se claramente os artistas representados como sendo marionetes, e até a sua performance musical como sendo controlada por outros. Imagens com movimentos repetitivos, circulares promovendo o relaxamento de cérebro ao chamado estado alfa (AQUI), tornando-o mais permeável a mensagens subliminares.
Representações de ações compulsivas, confusão mental, lascívia, violência, destruição e cenários de caos são também explorados com a óbvia intenção de nos habituarmos, aceitarmos e sermos partícipes nesse estado de coisas. Outro objectivo é decerto o tornar-nos insensíveis à dor, à desttruição. à violência e á morte.
O vídeo descreve-nos também a semelhança de imagens entre um vídeo musical e um filme. O processo é apelidado de "Multi Layer Media Subliminal Messaging" uma possivel tradução será: "Mensagens Subliminais por Multi Níveis de Media) (aos 18:28).
Daí que uma das teses do vídeo seja a de que, o objectivo deste processo é o de nos fazer aceitar a ideia de que manifestantes que legitimamente reivindicam nas ruas pelos seus direitos, não passam na verdade de sub-humanos que merecem ser abatidos.
O capítulo cinco (20:55) é ainda mais surpreendente pois relaciona o plano dos illuminati coma influência que ETs maléficos têm tido no planeta.
Este é um assunto delicado que raramente temos abordado no blog. Contudo só a verdade nos libertará. E se a elite conseguiu durante anos ridicularizar os que se referiam ao assunto, o tempo é chegado em que devemos enfrentá-lo com coragem. De fato diversos ETs tiveram influência na geo-política do planeta quer para bem quer para o mal.
Não desenvolveremos o assunto mas podemos com confiança dizer que o insider Drake e outros nos asseguram que a situação com os ETs maléficos está praticamente resolvida. Paa os mais curiosos aconselhamos a investigar o assunto com mente aberta mas também com sentido crítico.
O vídeo promove todavia ideias do que se chama em diversos circulos anglo-saxónicos como "Fear-Porn", ou "Medo-Pornográfico". Isto é demonstra-nos uma perspectiva da realidade na qual somos totalmente impotentes para mudar. Realidade esta com que não nos identificamos. Não cremos que a engenharização do DNA permita no futuro fazer surgir escravos já com as suas algemas e que os Illuminati se tornassem deuses servidos por aqueles.
O plano de matar a população via lei marcial/violência, de lançar de novo a varíola ou outras doenças e a data limite revelada num dos videos que foi também a mesma revelada pelo insider Phil Schneider - morto em circunstâncias estranhas - é de 2029. Em nosso entender tudo são apenas planos, que a cada momento que passa perdem poder. Drake, insider que continuamos a seguir, reporta regularmente essa perca gradual de poder tal como Benjamim Fulford.
Por que o regime de Obama tão desesperado para cometer um crime de guerra, apesar dos avisos entregues ao tolo Casa Branca há dois dias pelos países mais importantes do mundo na Cimeira do G20?
Que interesse poderoso está empurrando o Bobo da Casa Branca para atuar fora da lei, fora da vontade do povo americano, fora as advertências da comunidade mundial?
O regime Obama admitiu, como primeiro-ministro britânico, David Cameron, tinha que admitir, que ninguém tem provas conclusivas de que o governo Assad na Síria usou armas químicas. No entanto, Obama enviou o desprezível John Kerry para convencer o público eo Congresso, com base em vídeos que Assad utilizou armas químicas "contra seu próprio povo."
Qual o show vídeos são pessoas mortas e sofrimento. Os vídeos não mostram quem fez isso. O caso do regime de Obama é inexistente. Ela repousa sobre nada que indica responsabilidade. O caso do regime de Obama não é nada, mas uma alegação sem fundamento.
Que tipo de pessoa depravada levaria o mundo à guerra com base em absolutamente nada, mas uma alegação sem fundamento?
Dois piores mentirosos do mundo, Obama e Kerry, digamos Assad fez isso, mas eles admitem que não podem provar isso. É o que eles querem acreditar, porque eles querem que ela seja verdadeira. A mentira serve a sua agenda não declarada. Se Obama e Kerry estavam a dizer ao público os verdadeiros motivos que querem atacar a Síria, que seria afastado do cargo.
O mundo inteiro está à beira de uma guerra, cujas consequências são desconhecidas, por nenhuma outra razão do que duas pessoas, desprovidas de toda a integridade que não têm a inteligência e humanidade para a altos cargos, estão determinados a servir uma pequena coleção de belicistas consistindo do louco, assassino governo israelense e seus muçulmanos odeiam agentes neoconservadores, que constituem uma quinta coluna dentro do regime Obama.
O governo russo tem dado provas à ONU que prova conclusivamente que os al-Nusra, al-Qaeda invasores afiliadas são responsáveis pelo ataque. Também há provas conclusivas de que os "rebeldes" têm armas químicas. Além disso, um jornalista conceituado informou, usando citações diretas e os nomes dos combatentes da Al-Nusra, que as armas químicas foram dadas a al-Nusra pela Arábia Saudita, sem instruções de manipulação, e que uma explosão acidental ocorreu antes de al-Nusra poderia usar as armas da Arábia fornecidos para frame-up o governo Assad.
No entanto, as mortes foram causadas, eles são infelizes, mas não mais do que as mortes que Obama tem causado no Iraque, Afeganistão, Líbia, Somália, Paquistão, Iêmen, Egito e Síria. As mortes comprovadas para que Obama é responsável muitas vezes as mortes não comprovadas de que Obama atribui sem evidência de Assad.
O fato indiscutível é que as mortes Síria ocorrem apenas porque Washington deu início à invasão da Síria por forças externas semelhantes às que Washington utilizados contra a Líbia. No entanto, as mortes ocorreram, as mortes são os feitos do regime Obama criminal. Sem o regime de Obama criminoso em busca da derrubada do governo sírio, não haveria mortes por armas químicas ou por quaisquer outros meios. Esta foi uma guerra iniciada por Washington, Israel, quinta coluna neoconservador de Israel dentro da América ea Casa Branca, e os meios de comunicação ocidentais prisioneiros que é comprado e pago pelo Lobby de Israel.
Assad não começou a guerra. O governo sírio foi atacado por forças externas enviadas por Washington e Israel.
Assad tem muito mais apoio do público na Síria que Obama tem em os EUA, ou Cameron no Reino Unido, ou Hollande na França, ou Merkel, na Alemanha, ou Netanyahu em Israel.
The Fool Casa Branca continua repetindo sua declaração absurda, como se o tolo é uma ferida-up boneca falante, que não comprovada de Assad "uso de armas químicas é uma ameaça à segurança global."
Caro leitor, que, além de o Louco Casa Branca é tão incrivelmente estúpido a ponto de acreditar que a Síria é uma ameaça para a segurança mundial?
Se a Síria é uma "ameaça à segurança mundial", como o Iraque era uma "ameaça à segurança mundial", como o Irã é acusado de ser uma "ameaça à segurança mundial", que tipo de superpotência dos Estados Unidos? Quão baixo é que o QI tem que ser, como deficiente mental que o público tem que ser para cair para estas alegações absurdas histéricas?
Vamos voltar a afirmação de Obama sobre o tolo. Por que não é uma ameaça para a segurança global para Obama para atacar a Síria? Não há nenhuma autoridade para Obama para atacar a Síria só porque ele quer e só porque ele tem demonizado Assad com mentiras sem fim e só porque Obama é o fantoche total do governo israelense enlouquecido e sua neoconservador conselheiro de segurança nacional, na verdade um agente israelense, e só porque o Ministério da Propaganda, incluindo NPR, se repete a cada mentira obama como se fosse a verdade.
Não é uma ameaça à segurança internacional, quando uma superpotência pode, sob um capricho, demonizar um líder e um país e desencadear destruição em massa, como os EUA têm feito sete vezes nos últimos 12 anos? Há milhões de vítimas inocentes, mas demonizada do "indispensável, excepcional EUA", a "luz para o mundo."
Esqueça a mídia dos EUA, que nada mais é que um ministério da propaganda para o Lobby de Israel. O que os membros do Congresso e que o povo americano precisa perguntar obama é por que a Casa Branca só representam o lobby de Israel?
Ninguém suporta um ataque à Síria, mas o Lobby de Israel.
Por que Obama vai acrescentar mais um crime de guerra para o recorde de Washington de 12 anos? Não foi o suficiente para destruir as vidas e perspectivas de milhões de pessoas no Afeganistão, Iraque, Líbia, Somália, Paquistão, Iêmen e Egito? Por que matar e destruir as perspectivas de ainda mais milhões de pessoas na Síria e em outros países em que a guerra de Obama poderia se espalhar de vida?
Talvez a resposta é que Obama, Kerry, e Netanyahu enlouquecido e sua quinta coluna neoconservador são zumbis.
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