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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Será que a Rússia e China estão alterando a ordem mundial?


A Rússia e China pretendem rever a ordem mundial, formada nos últimos 70 anos, declarou o vice-ministro da Defesa dos EUA, Robert O´Work, ao intervir no Conselho Americano para Relações Internacionais.

Nas suas palavras, a tarefa de Washington consiste em convencer-se de que Pequim e Moscou não irão usar a força para garantir os seus interesses.

O vice-ministro da Defesa dos EUA está preocupado com o fato de os dois países reforçarem suas posições ao lado de suas fronteiras – a Rússia no oeste e a China – em mares adjacentes. “Devemos dispensar atenção especial a essa circunstância. Temos de determinar ao nível estratégico como iremos trabalhar agora com duas potências regionais muito fortes”, assinalou O´Work.

“A Rússia e China gostariam de alterar alguns aspetos da ordem mundial, formada após a guerra. Mas esses países devem conhecer que os EUA podem responder com métodos militares à ameaça a seus aliados”, apontou o vice-ministro.

O que subentendia o funcionário americano referindo-se à alteração da ordem mundial? A América havia utilizado seu domínio econômico após a Segunda Guerra Mundial para reforçar sua influência no mundo. Ao mesmo tempo, até os finais dos anos 80, a situação no mundo esteve em equilíbrio graças a um outro sistema sociopolítico, a União Soviética, que se encontrava em estado de guerra fria com os Estados Unidos. Mas, em resultado da desintegração da URSS, a América livrou-se de seu único rival.

Sob a cobertura da garantia da segurança coletiva e da contraposição com métodos da força ao terrorismo, os EUA começaram a entrar em territórios de outros países, instaurando lá regimes pró-americanos. Tais métodos, contudo, não sempre levaram aos fins marcados. Isso, em parte, explica a preocupação dos Estados Unidos, considera o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá, Pavel Zolotarev:

“Ainda em 2008, o então presidente da Ucrânia, Viktor Yuschenko, pretendia concretizar o programa da entrada do país na OTAN. Os Estados Unidos tentavam também arrastar a Geórgia para a aliança militar com a ajuda de Mikheil Saakashvili. Destaque-se que os líderes ucranianos e georgianos coordenavam entre si esses esforços. Assim, grupos militares e meios de defesa antiaérea ucranianas foram instalados no território da Geórgia. Esta foi a primeira tentativa de alterar radicalmente a situação na região”.

A segunda tentativa havia sido preparada durante muitos anos, aponta o vice-diretor do Instituto dos EUA e do Canadá. Forças pró-americanas chegaram ao poder na Ucrânia através de um golpe de Estado. Previa-se que a Rússia teria o acesso limitado ao mar Negro e, afinal das contas, perderia a base naval na Crimeia.

Esta operação também fracassou. Em resultado de um referendo, a Crimeia anunciou a independência e posteriormente aderiu à Rússia. O malogro do cenário de afastamento da Rússia da Crimeia provocou uma onda de descontentamento no Ocidente. Pelo visto, é nisso que se encerra a ameaça que a Rússia representa para os aliados dos EUA, da qual falou o vice-ministro da Defesa americano, Robert O´Work.

Mas qual é a culpa da China? Com o crescimento de sua potência econômica, a China não quer mais ficar na sombra no palco de política externa. O país tenta alargar sua influência na Ásia. Em parte, essa postura manifesta-se no fato de a China ter começado a declarar mais rigidamente seus interesses em disputas territoriais, o que irrita muito os Estados Unidos, diz o dirigente do Centro de Segurança Internacional, Alexei Arbatov:

“A China, por exemplo, reclama direitos à ilha de Spratly, pretendendo monopolizar nesse território a extração de hidrocarbonetos. Esse fato preocupa muito Vietnã, tal como Indonésia, Tailândia e Malásia. Os receios daqueles países não são vãos. Obama tentará conseguir que a China não crie ameaças para os aliados americanos mais próximos, como o Japão, Coreia do Sul, países do Sudeste Asiático”.

Na realidade, a América não quer simplesmente perder suas esferas de influência, nas quais assenta a nova ordem mundial. Por isso, o crescimento da influência da China se classifica como ameaça a aliados e a integração voluntária da Crimeia na Federação da Rússia se considera como anexão.

O problema não consiste em que outros países alteram artificialmente a distribuição das forças que se formou há 70 anos. O mundo não é imóvel, aparecem novas potências capazes de competir econômica e geopoliticamente com o antigo líder. Ao mesmo tempo, a possível aproximação de concorrentes é o aspeto mais desagradável para os Estados Unidos.

Assim, por exemplo, a mídia americana havia declarado repetidas vezes que a aproximação de Moscou e Pequim é pior que uma guerra fria para Washington. Conjugando seus esforços, os dois países podem ultrapassar militarmente os EUA, não deixando para a América um lugar na Ásia.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Isis e a Nova Ordem Mundial


Por: Susan Duclos -  All News Pipe Line

Chocante! EUA admitem ter criado ISIS" para criar "Coalizão Internacional" - em prol de um Governo Mundial?

Um deslizamento interessante de língua por parte da Porta- voz do Dep. de Estado dos Estados Unidos , Jen Psaki durante um período de perguntas e respostas no que diz respeito ao vídeo lançado recentemente por ISIS de um segundo jornalista norte-americano com o nome de Steven Sotloff sendo executado.

Enquanto muitos outros voltados para a recusa de Ms. Psaki para rotular esses vídeos de decapitação ISIS como um ato de guerra, cinegrafista Scott Anthony destaca o que ele considera um ato falho Maior, sua explicação do que está no segundo vídeo abaixo. A primeira é a resposta completa de Psaki às questões colocadas, onde é perguntada se o governo Obama considera os vídeos de decapitação e assassinato de cidadãos norte-americanos um ato de guerra, e ela diz que não irá fornecer uma "nova etiqueta" para as ações, mas então ela continua a afirmar que esses vídeos decapitantes "ajudam a", antes de reformular seu lapsus linguae, afirmando que "não ajudou ao que eu deveria dizer, tem sido um ... um dos fatores de motivação no esforço, nós temos que submeter a criação de uma coalizão internacional para enfrentar essa ameaça ".

Vamos recapitular agora alguns relatos recentes sobre tanto Barack Obama e Joe Biden em referência a uma "nova ordem mundial", que segundo alguns é parte de um esforço global para criar um "governo mundial".

Mas se as pessoas vêem o que está acontecendo na Ucrânia, e a suposta agressão da Rússia em relação aos seus vizinhos na forma em que está no financiamento e armando os separatistas; para o que aconteceu na Síria - a devastação que Assad tem feito ao seu próprio povo; para o fracasso no Iraque por sunitas e xiitas e curdos para comprometer-se embora estamos tentando ver se conseguimos montar um governo que realmente pode funcionar; às ameaças terroristas em curso; ao que está acontecendo em Israel e Gaza - parte da preocupação das pessoas é apenas a sensação de que todo o mundo na velha ordem não está suportando-na e não temos muito ainda para onde precisamos estar em termos de uma nova ordem que se baseia em um conjunto diferente de princípios, que será baseado em um senso de humanidade comum, que é baseado em economias que funcionam para todas as pessoas. - Barack H. Obama

"Eu acredito que nós e, principalmente, você tem uma oportunidade incrível para levar a formação de uma nova ordem mundial para o século XXI, de forma coerente com os interesses americanos e interesses comuns." Vice-Pres. Joe Biden

Escolha de Psaki de redação, além de sua correção afobada, traz algumas questões lógicas de se o governo dos EUA está usando estas execuções brutais de americanos por ISIS para promover sua própria agenda de criação de uma "nova ordem mundial", e um "governo mundial? "Ou, como alguns acreditam, se ISIS é uma criação dos EUA, são essas mortes brutais e violentamente os vídeos de ser liberado para chocar e horrorizar os americanos seja tudo parte de um plano?

Então, novamente, ela poderia ser apenas uma porta-voz que é muito descuidada com a sua escolha de fraseado ... .. assista aos dois vídeos abaixo e decida por si mesmo. 


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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ocidente precisa reagir à Nova Ordem Mundial


Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar. Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fonte: D.w
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Os Rothschilds dominam Israel e dirigem sua política de genocídio.


Os Rothschilds possuem 80% de Israel, de acordo com Simon Schama. Eles construíram a Suprema Corte israelense.

Eles são donos Reuters e a Associated Press (AP), as duas maiores agências de mídia do mundo. Eles têm uma participação controladora na companhia petrolífera Royal Dutch, o Banco da Inglaterra e o LBMA (London Bullion Market Association). Eles alimentam as guerras, instalam presidentes, destronam reis e nações falidas, tal é o seu poder.

Os Rothschilds normalmente operam nos bastidores. No caso de Israel, os Rothschilds engenharam a 1ª guerra mundial e esperaram até 1917, quando a Grã-Bretanha estava em apuros. Os Rothschilds, em seguida, prometeram ao governo britânico que eles poderiam fazer os EUA entrarem na Primeira Guerra Mundial (ao lado da Grã-Bretanha) e, assim, garantir a vitória da Grã-Bretanha contra a Alemanha e aliados.

No entanto, eles queriam algo em troca: a Palestina. Assim, a Declaração de Balfour foi criada, que é uma carta oficial do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo britânico James Balfour ao Barão Rothschild. Ele afirma que: "O governo de Sua Majestade vê com favorecimento o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e vai usar seus melhores esforços para facilitar a realização deste objetivo."

Há um grande problema com isso. A Palestina nunca foi da Grã-Bretanha para dar de presente. Ela pertence por direito aos povos árabes e palestinos que vivem lá. Os Rothschild sionistas judeus vieram, tomaram o poder e à força evacuaram e mataram milhões de palestinos que viviam ali. Eles ainda estão cometendo genocídio até hoje.

A criação do estado sionista de Israel foi maciçamente injusto por direito desde o início. Algo concebido em iniquidade gera conflito. Não é exagero dizer que a fundação de Israel em si pode ser o precursor para a Terceira Guerra Mundial.

A Israel sionista controla os governos dos EUA, da Grã-Bretanha, Canadá, França e muito mais - e os Rothschilds controlam Israel.


Fontes: Freedom - Somerice
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sábado, 26 de julho de 2014

Obama Convoca para uma Nova Ordem Mundial Coletivizada

"As pessoas estão ansiosas .... a velha ordem não está sustentando"

Durante uma festa beneficente em Seattle esta semana, o presidente americano Barack Obama pediu uma "nova ordem" em torno de um sistema coletivizado, a fim de acabar com as preocupações das pessoas sobre a luta geopolítica e da economia.

"As pessoas estão ansiosas. Agora, isto tem a ver com alguns grandes desafios no exterior", disse Obama, acrescentando: "Mas se as pessoas vêem o que está acontecendo na Ucrânia, e a agressão da Rússia em relação aos seus vizinhos na forma em que ela está financiando e armando os separatistas; ao que aconteceu na Síria ... ao fracasso no Iraque em harmonizar sunitas, xiitas e curdos... ao que está acontecendo em Israel e Gaza..."

"Parte da preocupação das pessoas é apenas a sensação de que a velha ordem ao redor do mundo não está se sustentando e não não estamos ainda onde nós precisamos estar em termos de uma nova ordem que é baseada em um conjunto diferente de princípios, que se baseia em um senso de humanidade comum, que é baseada em economias que funcionam para todas as pessoas. ... Mas aqui nos Estados Unidos, o que as pessoas também estão preocupadas é o fato de que, embora a economia tenha produzido bem no conjunto, para a pessoa média ela se sente como se a renda e os salários não aumentassem; que as pessoas, não importa quão duro elas trabalhem, eles se sentem presos."

Em um contexto geopolítico, o apelo de Obama para uma "nova ordem" realmente não soa diferente da velha ordem mundial unipolar que os Estados Unidos tem representado desde o fim da Guerra Fria, que agora está sendo desafiada pela ascensão dos países BRICS.

Os acontecimentos ao longo do ano passado deixaram claro que os Estados Unidos já não consideram que a Rússia seja parte dessa "nova ordem", como resultado de sua resistência ao cerco da OTAN.

Em termos de economia, a insistência de Obama em "economias que funcionam para todas as pessoas" com base em "humanidade comum" está em contradição direta com as políticas atuais, as quais serviram quase exclusivamente para ajudar os banqueiros de Wall Street, enquanto o americano médio vê o declínio da renda familiar ano após ano, quando ajustado pela inflação.

Esta não é a primeira vez que Obama pediu por uma nova ordem mundial.

Durante um discurso em West Point em 2010, o presidente incentivou o desenvolvimento de uma nova "ordem internacional" para ajudar a proteger os interesses dos Estados Unidos.

Obama também pediu que os europeus e os norte-americanos abraçassem a ideia de uma "cidadania global", durante um discurso de Berlim em 2012.

O vice-presidente Joe Biden também apelou repetidamente por uma "nova ordem mundial".

Fontes: Infowars - Morning Money - Infowars: Top U.S. diplomat - Real Clear Politics - Blog Anti Nova Ordem Mundial - Blog Anti Nova Ordem Mundial: Joe Biden Incita - A Nova Ordem Mundial
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Mídia brasileira esconde nascimento de nova ordem mundial

Principal fato econômico desde a crise de 2009, criação do Novo Banco de Desenvolvimento e Acordo de Reservas de Contingência fura esquema financeiro global traçado em 1944, em Bretton Woods. Prevalência de americanos e europeus no Banco Mundial e no FMI é enfrentada com cartada que muda o jogo. Brics anunciaram US$ 150 bilhões para banco e poupança em comum (reprodução)

Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul protagonizam principal fato econômico desde a crise de 2009. Criação do Novo Banco de Desenvolvimento e Acordo de Reservas de Contingência fura esquema financeiro global traçado em 1944, em Bretton Woods

Bretton Woods, 1944. Fortaleza, 2014. Setenta anos depois de terem sido traçadas as regras da governança financeira do mundo, um fato capaz de inserir outra cidade no mapa das grandes mudanças econômicas globais aconteceu.

Na capital do Ceará, nesta terça-feira 15, os cinco países que integram a sigla BRICS inauguraram, na prática, uma nova ordem para o mundo. Eles colocaram em prática a constituição de um bloco econômico repleto de afinidades políticas. A partir de agora, já se sabe que Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul terão o seu Novo Banco de Desenvolvimento, com capital inicial de US$ 50 bilhões, mas que poderá ser elevado a US$ 100 bilhões, para fazer frente ao Banco Mundial.

E também formarão uma poupança de US$ 100 bilhões no Acordo de Reservas de Contingência, exatamente para não dependerem exclusivamente do Fundo Monetário Internacional para serem socorridos em crises. O jornal inglês Financial Times publicou análise da redação que dá a correta dimensão do conjunto desses fatos: “Notável demonstração de como a ordem econômica está mudando”.

Na mídia tradicional brasileira, no entanto, o assunto foi publicado, como se diz no jargão do jornalismo, com “má vontade”. A reunião de Fortaleza que impressionou o Financial Times e chama a atenção de todos os líderes mundiais não mereceu, na terça-feira 15, ocupar o espaço da manchete de nenhum dos jornais Folha de S. Paulo, Estado e Globo. Na tevê, a colunista Eliane Cantanhêde, na Globo News, registrou o acontecimento dentro do contexto da sucessão presidencial:

- A Copa acabou, mas a presidente Dilma Rousseff engatou uma segunda e já está de novo nas fotografias, registrou a comentarista. Ao final do comentário, lembrou que nesta quarta-feira, em Brasília, cerca de 20 presidentes do continente americano serão recebidos para ter informações sobre como irá funcionar o banco de desenvolvimento e o fundo de reservas. E pontuou:

- Será mais um momento de badalação e fotografias para a presidente que é candidato à reeleição.

Ideia estudada pela nata dos economistas dos governos dos BRICS há pelo menos dois anos, o Novo Banco de Desenvolvimento poderá emprestar dinheiro para projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento a juros menores que os praticados pelo Banco Mundial. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que os recursos dos BRICS poderão ser aplicados em fundos especiais para renderem enquanto aguardam as demandas dos países.

Houve apostas nos jornais brasileiros de que uma briga de última hora entre as delegações da China e da Índia poderia matar a ideia de criação do banco de fomento. Não foi o que ocorreu. Os sócios acordaram rapidamente em que a sede será em Xangai, na China; o primeiro presidente será da Índia, inaugurando o rodízio de cinco anos no cargo; a presidência do conselho de administração será do Brasil; a Rússia ficará com a presidência do conselho de governadores; e a primeira sede regional da instituição ficará na África do Sul.

- A democracia é uma das marcas do BRICS, disse Mantega.

Com um mercado consumidor de 3 bilhões de pessoas e um PIB conjunto que equivale a 20% da riqueza mundial, o BRICS poderá adotar, no futuro, as moedas nacionais para transações comerciais entre seus cinco sócios. Na véspera da cúpula, 700 empresários assinaram carta em que pedem aos líderes políticos a adoção dessa medida, que substituiria o dólar e o euro em compras e vendas.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, estimou no encontro de Fortaleza que a demanda de recursos para projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento chega, hoje, a US$ 800 bilhões. Há, assim, demanda suficiente para o banco do BRICS ter um grande papel na nova ordem mundial que o grupo está criando a olhos vistos – ainda que a mídia brasileira tenha má vontade em enxergar.

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Edifícil da ONU: Um Exército Mundial para inaugurar a Nova Ordem Mundial e desarmar cidadãos de toda parte


A ONU definiu o mundo em chamas! Eles estão construindo um exército de soldados prontos para desarmar os cidadãos no comando verbal de seu líder.

O objetivo deles é dominar o mundo e implementar o seu governo tirânico e é apenas uma questão de tempo antes que aconteça. Eles estão recrutando soldados de países em todo o globo e está construindo seu arsenal militar; de MRAPs para metralhadoras. Se você ainda está cético sobre a Nova Ordem Mundial, você não vai ser depois disto.

Qual é o próximo?

Confisco de armas em massa por meio de lei marcial! Este é o passo fundamental que irá preceder este holocausto iminente. A população deve ser processado sem defesa para que esta administração para levar a cabo o seu plano. Hitler, Stalin, Pot, Mao e todos imposta, e agora o governo Obama e as Nações Unidas estão a iniciar o seu plano.

"O erro mais tolo que poderíamos fazer seria permitir que os sujeitos corridas de possuir armas. história mostra que todos os conquistadores que permitiram seus sujeitos corridas de portar armas prepararam sua própria queda ao fazê-lo. Na verdade , eu iria tão longe como a dizer que o fornecimento de armas para os azarões é uma condição sine qua non para a derrubada de qualquer soberania "-. Adolf Hitler

"Para conquistar uma nação, primeiro desarmar seus cidadãos." - Adolf Hitler

"Todo o poder político vem do cano de uma arma. O Partido Comunista deve comandar todas as armas, dessa forma, nenhuma arma pode jamais ser usado para comandar o partido "-. Mao Tse Tung

Agora cita os políticos norte-americanos ...

"Se eu pudesse ter banido todos eles - 'Mr. e por sua vez, em suas armas Sra. América '- eu teria "- Diane Feinstein

"Nós estamos dobrando a lei, tanto quanto pudermos para proibir uma classe inteiramente nova de armas." - Rahm Emmanuel, conselheiro sênior para Bill Clinton

"Se as liberdades pessoais garantidos pela Constituição inibir a capacidade do governo para governar o povo, devemos olhar para limitar essas garantias." - O presidente Bill Clinton, agosto 12, 1993

"Eu não acredito que as pessoas devem ser capazes de possuir armas." - Barack Obama (durante a conversa com o economista e autor John Lott Jr. na Universidade de Chicago Law School na década de 1990)

Veja o Vídeo:


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sábado, 12 de julho de 2014

Putin diz que o Brasil é destinado a desempenhar um papel importante na nova ordem mundial


Por: Jessé Santos - ADM página Lado Oculto Nova Ordem Mundial

Sim. Isso mesmo, o Brasil é destinado a desempenhar  um papel importante na Nova Ordem Mundial, que tudo indica que será nos moldes do cominismo.

O Brasil aos poucos está se tornando um país comunista. A implementação desse sistema político poderá ou é inevitável.

Segundo a rede de notícias 'EBC - Agencia Brasil', Putin está de viagem marcada para o Brasil na próxima terça-feira (15), em Fortaleza, com o objetivo de participar da reunião da cúpula do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), esse grupo têm o objetivo der ser uma das grandes cúpulas econômicas globais.

Ele disse que apoia o Brasil como “um candidato digno e forte” para ocupar um assento permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).) e que é um importante país a desempenhar um papel importante na Nova Ordem Mundial.

“Estou convencido de que esse país potente, crescendo de forma dinâmica, é destinado a desempenhar um papel importante na Nova Ordem Mundial policêntrica que está em formação”, disse Putin, em entrevista à agência de notícias russa Itar-Tass.

Sabemos que a nova ordem mundial será o mundo onde um único líder governará a terra. Onde teremos uma só moeda, onde todos deverão ter em seu corpo um chip de identificação (só frisando que hoje não é obrigatório e que já têm pessoas usando) e uma única religião. Esse será o reinado do Anticristo. Acredite ou não !!! Para eles não importa, por isso não estão mais escondendo tais planos, apenas maquiando-os para parecerem bons e revolucionários para a humanidade. Por isso o rei mundial conseguirá enganar muitos, por ser carismático e ter o dom da persuasão.

Nova Ordem Mundial vermelha, comunista. É isso que está se formando.

Para quem diz e acha que a Nova Ordem Mundial é apenas uma teoria de conspiracionistas malucos de internet é melhor estes repensarem e estudarem mais.

Para à elite não há lados. Não importa o grupo político, se é de esquerda ou direita. A elite não têm uma preferência de posição de partidos políticos, pois a mesma financia os dois lados. A elite apenas quer poder, escravos úteis e dominação. Mais isso para um ser comum, que só tira suas conclusões a partir de tele jornais, é loucura pura.

O caos formará a 'ordem', a qual eles já arquitetaram a anos.

Pelo menos é minha conclusão que tive durante esses poucos, mas esclarecedores, anos.!

Com informações de EBC - Agencia Brasil

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sábado, 5 de julho de 2014

Wikileaks revela plano para desregulamentação financeira mundial


Documento comercial escondido a sete chaves, se posto em prática, fará muitos países reféns das mesmas políticas econômicas desastrosas dos anos 1990

O Wikileaks publicou quinta-feira 19/06/ um documento comercial escondido a sete chaves, que se promulgado, daria ao mundo financeiro uma posição ainda mais dominante no controle da economia global, pois evitaria regulações e a prestação pública de contas.

Conhecido como TISA: Trade in Services Agreemente, o projeto representa as posições de negociação dos EUA e da União Européia e estabele as estratégias desregulatórias defendidas por alguns dos maiores bancos e firmas de investimento do mundo.

De acordo com o Wikileaks:

Apesar dos fracassos na regulação do sistema financeiro que se evidenciaram na Crise de 2007-2008 e os clamores por uma melhora de estruturas regulatórias relevantes, os proponentes do TISA pretendem desregular ainda mais o mercado financeiro global. O projeto Serviçoes Financeiros Anexos coloca regras que ajudariam a expansão de financeiras multi-nacionais - principalmente aquelas com sede em Nova Iorque, Londres, Paris e Frankfurt - na direção de outras nações com barreiras regulatórias. O projeto vazado também mostra que os EUA é particularmente a favor de aumentar o fluxo de dados transfronteiriços, o que permitiria uma troca de dados pessoais e financeiros muito maior.

As negociações do TISA já estão ocorrendo fora do Acordo Geral sobre Comércio de Serviços (GATS, em inglês) e do quadro da Organização Mundial do Comércio (WTO, em inglês). No entanto, o Acordo está sendo lapidado para ser compatível com o GATS, para que uma boa parte dos participantes sejam capazes de pressionar os membros do WTO a assinar o Acordo no futuro. Entre os 50 países ausentes nas negociações estão Brasil, Rússia, Índia e China. A natureza exclusivista do TISA enfraquecerá as posições destes países em futuras negociações de serviços.

Lori Wallach, diretor do Public Citizen’s Global Trade Watch, declarou que o acordo descrito no projeto, se aprovado pelos governos nacionais, seria um desastre para quaisquer esforços regulatórios que tentassem colocar em xeque o financismo global.

Em uma declaração em resposta ao TISA liberado pelo Wikileaks esta quinta, Wallach disse:

“Se o texto vazado for posto em prática, ele reverteria as melhorias feitas depois da crise financeira global que salvaguardavam os consumidores e a estabilidade financeira, assim como nos jogaria novamente dentro do modelo extremamente desregulado dos anos 1990 que nos levou à crise e aos bilhões em perdas para os consumidores e governos.

“Este é um texto que os grandes bancos e os especuladores financeiros adorariam que pudesse causar um dano real ao resto de nós. Isto inclui um trecho chamado literalmente de “standstill” (paralisação) que proibiria os países de melhorarem a regulação financeira e os deixaria presos àquelas políticas às quais eles estiveram reféns no passado”

Tradução de Roberto Brilhante

Fonte: Carta Maior
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Estaria Roma tomando seu lugar na nova ordem mundial?: ''O Vaticano estaria disposto a mediar situações de Venezuela''


O porta-voz do Vaticano Federico Lombardi disse sexta-feira que a Santa Sé e Parolin "certamente estão dispostos e ansiosos para fazer o bem ao país o mais rápido possível."

O Vaticano estaria disposto a mediar a situação na Venezuela, de acordo com a Associated Press.

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, quinta-feira aceitou a idéia de um mediador de boa-fé, a recusa da oposição do país sul-americano de diálogo.

Nesse sentido, ele citou o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, que até o ano passado era o núncio em Caracas.

O porta-voz do Vaticano Federico Lombardi disse sexta-feira que a Santa Sé e Parolin "certamente estão dispostos e ansiosos para fazer o bem ao país o mais rápido possível."
No entanto, ele disse que o Vaticano precisa entender se os seus esforços levam ao "resultado desejado".

O procurador-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, disse que, até agora, a violência que ocorre no país deixou 37 mortos.

Nesse sentido, disse que também deixou mais de 550 feridos e 81 investigações de violações de direitos humanos.

Desde 12 de fevereiro os grupos de extrema-direita venezuelanos se comprometeram com o vandalismo em vários municípios governados por prefeitos de oposição, sem esconder o objetivo dos protestos que é a "queda" do presidente Nicolas Maduro por meios inconstitucionais.

Em junho passado, o presidente Maduro realizou uma audiência privada com o Papa no Vaticano Francisco. Nessa reunião, o Papa expressou atenta à situação na Venezuela após as eleições presidenciais, em 14 de abril, quando as forças de oposição de choque, lideradas pelo candidato presidencial derrotado Henrique Capriles, desencadeou uma onda de violência que culminou e matou pelo menos 11 pessoas.

Fontes: Telesur - O correio de Deus
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quinta-feira, 27 de março de 2014

Capitalismo e Comunismo estão se tornando uma coisa só?


Por: James Perloff

Estamos testemunhando uma dialética de acordo com a qual o Comunismo e Capitalismo estão sendo "mesclados confortavelmente"? É a cobra perdendo sua pele e revelando seu verdadeiro caráter, capitalismo monopolista privado dirigido pelo Estado?

Os Americanos poderiam experimentar um Terror Vermelho modernizado? Embora a América nunca aceitou abertamente a revolução comunista, ela está agora adotando medidas seguramente socialistas. Os cabalistas estão empregando um princípio conhecido: Para cozir um sapo, não atire-o na água fervente – ele pulará. Ao invés disso, coloque-o em água morna e aumente gradualmente o calor; o sapo nunca percebe que ele está sendo fervido. Esse aquecimento vagaroso é o "Socialismo Fabiano" (comunismo gradual).

Em estados comunistas, a religião foi abolida. Isso era impossível na América, então os cabalistas tinham os Maçons da Suprema Corte (cujos juramentos transcendem aqueles da Constituição) destroem a liberdade religiosa em graus – banindo orações em escolas, proibindo quadros dos Dez Mandamentos etc.

Enquanto que os comunistas confiscam a economia, o socialismo faz isso gradualmente, confiscando renda através de impostos crescentes, enquanto sobrecarregam os negócios com regulamentos cada vez maiores. Não importa que o governo usurpe um outro setor da vida – seja ele de aprendizado (Departamento de Educação) ou saúde (Obamacare) nós nos atraímos proximamente ao comunismo. O resultado final do Socialismo é IDÊNTICO ao comunismo, mas atingido por décadas.

Isso cumpre a famosa revelação que o Presidente da Fundação Ford Rowan Gaither fez ao investigador do Congresso Norman Dodd: que as bases da elite governante planejaram "alterar a vida nos EUA, que pode ser confortavelmente mesclada com a União Soviética."

Porem, isso tinha um corolário. Fundir o Ocidente com o Oriente requeria que os estados comunistas abandonassem temporariamente o comunismo linha dura e adotasse o socialismo moderado com enfeites democráticos. Eu considero isso o propósito de Gorbachev ter introduzido a glasnost em 1989. O término da “Animal Farm” de Orwell, onde os porcos e fazendeiros se tornaram indistinguíveis, está sendo exaurido.

O genocídio Comunista não foi confinado à Rússia. Sob Mao Tse-tung, o número de mortes da China subiu a mais de 60 milhões. Pol Pot eliminou proximamente a um terço dos Cambojanos na década de 70. Todavia, repentinamente, nos anos 90, o comunismo mundial vestiu-se de uma face sorridente. Isso não fazia sentido; totalitários não recuam voluntariamente.

O significado da Glasnost foi revelado por Anatoly Golitsyn, agente da KGB de alto posto desertor durante a Guerra Fria (Alfred Hitchcock dramatizou sua fuga em Topaz). No livro de 1984 de Golitsyn “New Lies for Old” (Novas Mentiras para o Antigo), ele revelou a estratégia inovadora que a KGB lhe revelou. Seu livro predisse: a substituição de Yuri Andropov por "um líder mais jovem com uma imagem mais liberal" [Gorbachev]; liberalização democrática por todo o bloco Ocidental; a queda do Muro de Berlim e a reunião da Alemanha Ocidental e Oriental. O livro de Golitsyn fez 148 previsões; por volta de 1993, 139 foram cumpridas. Embora um profeta político, a mídia o ignorou.

Golitsyn avisou que as mudanças eram uma BURLA TEMPORÁRIA. No final, ele escreveu, "todas as características totalitárias familiares desde os estágios iniciais da revolução soviética e os anos Stalinistas pós-guerra na Europa Oriental poderiam ser esperadas reaparecerem."

Poderia Putin, no fim das contas, provar-se como um um instrumento dessa agenda?

A mão guia vista em 1917


O Czar Nicolau abdicou em Março de 1917. Na medida em que os líderes bolcheviques Vladimir Lênin e Leon Trotsky não estavam sequer na Rússia de então, como ganhariam controle dela em Novembro de 1917?

Analistas do Ocidente desvendaram parte desse mistério, mas muito permaneceu desconhecido devido à opressão do governo soviético em sua história – como disse Orwell "Quem controla o presente controla o passado."

Com a glasnost, os arquivos se abriram. Talvez ninguém tenha conferido melhor a informação do que Juri Lina cujo livro “Under the Sign of the Scorpion” (“Sob o Signo do Escorpião”) pode ser encontrado online até sua nova edição que é liberada nesse mês de Abril.

O eixo cabalista dos Rothschild, através de sua rede de banqueiros e maçons, controlaram a operação bolchevique.

• Em Fevereiro de 1917, uma carência de pão artificialmente induzida acompanhou a confusão em Petrogrado (então capital da Rússia). Numa "operação de bandeira falsa” as multidões foram metralhadas de posições escondidas e a culpa pelos feridos foi lançada sobre o Czar.

• Agentes britânicos subornaram soldados russos para se amotinarem e integrarem a confusão. O General Russo Branco Arsene de Goulevitch escreveu: "Me contaram que mais de 21 milhões de rublos foram gastos para pelo Lord Milner para financiar a Revolução Russa." O maçom de grau 33 Alfred Milner era um homem de confiança dos Rothschild.

• Vários generais russos eram franco-maçons que traíram o Czar sob instruções maçônicas.

• Os russos pensavam que o governo provisório, estabelecido sob Alexander Kerensky depois da queda do Czar, significava democracia futura. Mas Kerensky, Grande Secretário do Grande Oriente da Rússia, era "uma fase" do controle comunista. Seu governo perdoou todos os exílios políticos – luz verde para o retorno para a Rússia de camaradas Franco-maçons Lênin e Trotsky.

• Jacob Schiff e o fundador do Federal Reserve Paul Warburg dirigiam Kuhn, Loeb – o banco satélite dos Rothschilds de Nova Iorque. Schiff forneceu $20 milhões em ouro a Trotsky, que navegou desde Nova Iorque com 275 outros terroristas com passaportes obtidos através de pressão de banqueiros sobres a administração Wilson.

• Na Alemanha, o irmão de Warburg, Max, ajudou a persuader o governo a fornecer milhões para Lênin e permitir-lhe cruzar a Alemanha com outros revolucionários em um trem especial. Os alemães concordaram porque os bolcheviques prometeram tirar a Rússia da Primeira Guerra Mundial depois de tomar o poder.

• Os bolcheviques foram bem sucedidos porque tinham o que outros revolucionários (em outras palavras, Mencheviques) não tinham – dinheiro sem limite. Em Maio de 1917, o Pravda já tinha uma tiragem de 300.000.

• É um mito que Kerensky e os Bolcheviques eram adversários. Kerensky recebeu $1 milhão de Jacob Schiff. Durante o verão de 1917, quando foi revelado que os Bolcheviques estavam na folha de pagamento da Alemanha – traição durante o tempo de guerra - Kerensky os protegeu. Quando os Bolcheviques moviam-se para tomar o poder naquele outono, ele recusou a opção de requisitar tropas para preservar o governo. Lênin e Trotsky deram dinheiro para Kerensky e passage segura. Ele morreu rico em 1970 em Nova Iorque, onde a Igreja Ortodoxa Russa recusou-lhe serviços funerários.

• A Grã-Bretanha pós-guerra aos Bolcheviques rifles e munição para 250 mil homens. Com isso e outra assistência Ocidental, os Vermelhos esmagaram a oposição Branca. Empréstimos e tecnologia dos capitalistas Ocidentais fluíram por décadas, como documentado em “Wall Street and the Bolshevik Revolution” (“Wall Street e a Revolução Bolchevique”) de Antony Sutton e Red Carpet (“Tapete Vermelho”) de Joseph Finder.

Qual era o propósito dos banqueiros em estabelecer o comunismo? Com a exceção de apenas alguns assuntos (como homossexualismo), a Rússia e os Estados Unidos assemelham-se a cada dia. Ambos estados são essencialmente dedicados ao materialismo. Ambos são estados totalitários ocultos sob uma ferrugem de livre expressão e democracia. Eis um dito, "Você se torna o que você combate." Isso está acontecendo?

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A conspiração para destruir todos os Governos e Religiões existentes


"A manifestação do ímpio37 será acompanhada, "graças" ao poder de satanás, de toda sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores.
 
Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor a verdade que os teria podido salvar. Por isso DEUS lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal." (2 Ts. 2, 9- 12)

Transcreveremos a seguir, praticamente na íntegra (90%), uma das obras literárias do Almirante William Guy Carr, da Marinha do Canadá, cujo título original, editado no referido País, chamou-se: "The Conspiracy to Destroy all existing governaments and Religions" ("A Conspiração para destruir todos os governos e Religiões existentes".)

O texto que apresentamos foi traduzido para o português da versão francesa. Observamos que o autor, mais preocupado com a difusão da verdade, do que com os ganhos, jamais registrou um "copyright" dos seus livros. Agradecemos e cumprimentamos a Editora Resistência, de Brasília – D.F., pelo belíssimo trabalho. (Título no Brasil, "A Conspiração Mundial").

A partir daqui tem início o texto do livro...


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