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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Chemtrails: O que andam a pulverizar pelo Mundo?


Cientistas, pesquisadores e milhares de pessoas, bem como programas informativos e jornalísticos internacionais têm falado e questionado este projecto particular.

As teorias são algumas, e apontam o dedo à Geo-Engenharia, uma indústria em rápido crescimento desenvolvida por cientistas, corporações e governos, cuja intenção poderá ser a modificação climática global - controle do tempo, sendo que a este projecto poderá também estar associado o projeto HAARP (o primeiro funcionaria como indutor e auxiliador do segundo projecto); ou, o objectivo poderá ser a alteração da composição química do solo e da água, condenando a agricultura orgânica (biológica) e as suas sementes à morte, para que empresas que detenham patentes sobre sementes (Ex:. Monsanto; tem sementes que até são resistentes ao alumínio) possam lucrar com, e dominar/controlar, a venda das suas sementes geneticamente modificadas, não restando alternativas a esta opção. Estas, e outras teorias, são-nos apresentadas e documentadas no vídeo abaixo, 'Chemtrails'.

Pensamentos:

"A verdade é que estes rastos químicos têm-se manifestado ultimamente de uma forma mais acentuada a nível internacional e, paralelamente, estamos a assistir a um agravamento de doenças psíquicas, problemas respiratórios, lapsos de memória, tonturas, dores reumáticas, bem como o aumento da síndrome de Alzheimer, Cancro, entre outras doenças que poderão estar associadas aos 'chemtrails' e poderão estar a debilitar o nosso sistema imunológico.

A generalidade da população do planeta desconhece este problema que nos afecta a todos e a todos diz respeito!

As consequências das alterações climáticas graves têm tido origem no agravamento de pluviosidade excessiva derivada da geo-engenharia climática com o auxílio de Chemtrails, ou de pulverizações por aerossol com químicos na atmosfera feita por aviões específicos para esse efeito. É facto conhecido, para quem acompanha diariamente este fenómeno, a influência no clima por rastos químicos deixados sistemática e regularmente por centenas de aviões-tanque, que afectam várias regiões do planeta."


Qual a consequência na meteorologia?

Aqui em Portugal, bem como noutros locais o excesso de chuva fora da época tem acompanhado esta geo-engenharia climática… O aumento de pluviosidade, humidade, chuva ou granizo são consequência imediata desta situação. (quando chove por vezes em excesso e fora da sua época normal)

Infelizmente para a nossa agricultura, bem como nalguns outros países, para além duma má política de gestão e de apoio aos agricultores, o excesso de chuva ou mau tempo fora da época, tem resultado num défice cada vez maior na produção não só de cereais como também noutros produtos hortícolas, afastando cada vez mais o agricultor dos campos e do incentivo de continuar nesta sua profissão.

Descrição: Jesse Ventura sobre 'Chemtrails'

Quem beneficia?

Numa época de crise económica, em que a produção nacional é da maior importância para pequenos países como o nosso poderem fazer face à dívida externa, a desestabilização do clima tem afectado cada vez mais a produção agrícola e a motivação dos agricultores, os quais já por outras razões também terão queixas acumuladas a apresentar…

Naturalmente que o agravamento da qualidade dos solos com chuvas ácidas e metais pesados (nomeadamente alumínio), bem como a prática de uma agricultura com químicos e toxinas tem agravado cada vez mais a qualidade dos produtos hortícolas que servem para alimentação humana… ou animal.

A subida dos preços dos cereais e alimentos (que tem sido quase uma constante), o aumento da importação de produtos alimentares estrangeiros, bem como a produção ou importação de alimentos transgénicos (mais resistentes às pragas derivadas das alterações climáticas) (Monsanto) têm sido os principais beneficiados por esta situação… Naturalmente que os especuladores que investem na bolsa, nestes tipos de produtos alimentares (sejam eles para finalidades de combustíveis bio-diesel ou não) também lucram com a subida e descida de cotação – basta haver algo que influencie a oferta ou procura destes produtos e, para esse efeito, nada será melhor do que as alterações climáticas “inesperadas”.

Felizmente para nós, pessoas como a bióloga Gilles E. Seralini, têm conseguido comprovar ao mundo que os alimentos transgénicos (ou de animais alimentados com transgénicos) afectam a saúde, combatendo no tribunal em França, a Monsanto, a EFSA , bem como as associações científicas representando a biotecnologia em França, a Associação Francesa de Empresas de Biotecnologia e o Conselho Superior Francês de Biotecnologia, travando-se assim um pouco os interesses das multinacionais de transgénicos na Europa.

Os cereais geneticamente modificados começam a demonstrar trazer toxicidade hepatorrenal (síndrome hepatorrenal) , sem excluir modificações genéticas no ser humano. Actualmente, dificilmente existem rações de animais que são para fonte alimentar humana, que não tenham uma mistura de cereais geneticamente modificados, tal como o milho ou a soja que vem dos EUA, por exemplo. Resta acrescentar também, que têm sido reconhecidos vários casos de esterilidade em pessoas que trabalham ou que estão próximo de agriculturas onde foram utilizados pesticidas vendidos pela empresa Monsanto.

Também os pesticidas têm tido uma larga história na afectação da saúde humana, tendo sido detectados também grandes quantidades de pesticidas, além de outras toxinas, nos testes feitos ao ar em locais de pulverizações com Chemtrails.

A partir dos anos 90, os produtores de químicos e pesticidas, notavelmente as empresas Monsanto e Dow, começaram a comprar os produtores de sementes. A empresa Monsanto conseguiu sozinha, 8 mil milhões de dólares e o Dr. Charles M. Benbrook, antigo Director do Board of Agriculture (Conselho de Agricultura) da Academia de Ciências, disse:

“Basicamente, a indústria americana de pesticidas, comprou a indústria de sementes com todos os propósitos e intenções”.

A intenção e propósito, era controlar a produção de comida. A lei ainda foi alterada para permitir que as empresas patenteassem variedades de sementes que não tinham produzido geneticamente. O único critério era que ninguém tivesse patenteado antes. Isto levou a que as empresas levassem as sementes dos bancos de sementes, produzidas para proteger a diversidade genética e fossem posteriormente ao gabinete de patentes para registar a propriedade. Reconhece-se que a Monsanto é dona de mais de 11.000 sementes, contando também com as que já estão em crescimento.

Outro aspecto interessante deste negócio de sementes OGM relacionado com a Monsanto, empresa outrora conhecida por produzir o mortal herbicida “Agente Laranja” (utilizado na guerra biológica) e, hoje, uma das maiores agro-indústrias químicas internacionais do mundo, foi a produção da semente geneticamente modificada – a Round-Up Ready Canola. Quando o pólen dessas plantas, modificadas geneticamente, acidentalmente cai sobre as agriculturas vizinhas, que usam sementes orgânicas ou outras convencionais, irá fertilizar as plantas e introduzir os genes modificados, tornando-os, essencialmente, cópias das Round-Up Ready.

Quando isso acontece, a Monsanto processa o agricultor vizinho por ter usado os seus genes modificados sem pagar por eles.

Henry Kissinger:

"Who controls the food supply controls the people; who controls the energy can control whole continents; who controls money can control the world."

"Quem controla o fornecimento de alimentos controla o povo, quem controla a energia pode controlar continentes inteiros;. quem controla o dinheiro pode controlar o mundo"

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alerta Mundial! Virologista: 'É tarde demais, o Ebola matará 5 Milhões'


Especialista diz que vírus vai infectar toda a população dos países africanos

Um respeitado virologista alemão causou choque ao afirmar que é tarde demais para deter a propagação do vírus Ebola em Serra Leoa e Libéria, e que cinco milhões de pessoas vão morrer, notando que os esforços devem agora concentrar-se em parar a transmissão do vírus para outros países.

Jonas Schmidt-Chanasit do Instituto Bernhard Nocht de Medicina Tropical em Hamburgo disse o alemão Deutsche Welle que a esperança é tudo, mas perdeu para os habitantes de Serra Leoa e Libéria, e que o vírus só vai "queimar a si mesmo", quando se infectou toda a população e matou cinco milhões de pessoas.

"O momento certo para obter esta epidemia sob controle nesses países foi perdido", disse Schmidt-Chanasit."Esse tempo foi maio e junho. "Agora é tarde demais."

O atual surto de Ebola na África Ocidental já matou mais de 2.200 pessoas, com a Libéria ea Serra Leoa representando mais de 1.700 dessas mortes.

Enquanto pedindo "apoio maciço" da comunidade internacional para evitar Ebola aparecendo em outros países como Nigéria e Senegal, Schmidt-Chanasit adverte que a contenção dos epidemia na Libéria e na Serra Leoa é um afastamento da realidade.

Organização de ajuda alemã Welthungerhilfe criticou Schmidt-Chanasit por seus comentários, com o coordenador baseado Serra Leoa Jochen Moninger rotular suas declarações, "perigoso e, além disso, não é correto." No entanto, Moninger reconheceu que a avaliação de Schmidt-Chanasit podem ser precisas no caso da Libéria

A Organização Mundial da Saúde recusou-se a comentar as declarações de Schmidt-Chanasit.


Embora Ebola continua a raiva em cinco países africanos, a cobertura da mídia sobre a epidemia diminuiu, apesar de evidências de que o vírus sofreu uma mutação .

Como informamos no mês passado , o ex-funcionário da FDA Scott Gottlieb, MD advertiu que se o vírus estava a atingir os Estados Unidos, o CDC iria promulgar procedimentos de emergência que poderia levar a americanos saudáveis, que não apresentam sintomas do doente serem forçosamente detidos por tempo indeterminado período de tempo.

Cientistas do Canadá e do Canadá Agência de Saúde Pública têm ambos reconheceram que o vírus provavelmente foi transportado por via aérea, pelo menos até certo ponto, enquanto o CDC pediu que funcionários da companhia aérea a tomar medidas para impedir a disseminação aérea do vírus, inclusive dando presumíveis vítimas de Ebola cirúrgico máscaras, bem como orientando funcionários para "não usar ar comprimido, o que pode se espalhar material infeccioso através do ar."

UPDATE: Depois que este artigo foi publicado, o "5000000" citação do relatório original Deutsche Welle foi removido e o título foi alterado. O texto original pode ser lida aqui . Não se sabe por que Deutsche Welle alterou a redação do relatório, sem emitir uma retratação formal.

Fontes: Infowars - Libertar.in
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Tempestade Solar à vista: A Terra deve-se preparar para um golpe "iminente"


© Nasa.gov

O perigo de uma super tempestade solar sobre a Terra é "iminente", como têm alertado os cientistas, da Universidade de Bristol, Reino Unido.

O investigador Dale Ashley que trabalha na identificação dos riscos de uma tempestade solar, como parte do grupo internacional SolarMAX, diz que é "apenas uma questão de tempo para uma tempestade solar excepcionalmente violenta "atingir a Terra e" devastar "seus sistemas de comunicação e fornecimento de electricidade."

Sem eletricidade, as pessoas têm dificuldade para reabastecer seus carros ou tirar dinheiro do banco. Além disso, os sistemas de água e esgotos seriam afetados também, o que criaria epidemias nas áreas urbanas, com o retorno de doenças que pensávamos que tínhamos deixado para trás à séculos ", garantiu Dale Ashley à revista "Physics World '.

Os sistemas de água e esgotos seriam afetados, o que criaria epidemias nas áreas urbanas

Esta informação também foi divulgada pela Sociedade Astronómica Americana (AAS, de acordo com a sua sigla em Inglês), explicando que esses fenómenos são causados ​​por "violentas erupções" na superfície do Sol e acompanhadas pelas chamadas de ejeções de massa corporal (CME, sigla em Inglês), durante o qual a estrela lança para o espaço grandes bolhas de plasma e campos magnéticos.

Neste sentido, a agência acrescenta que, quando uma CME de " intensidade suficiente " entra no campo magnético da Terra e o rompe, uma super tempestade solar que libera enormes correntes elétricas que podem causar interrupções generalizadas de luz e danos em componentes elétricos fundamentais.

O ciclo deve ser fechado

Dale afirmou que este tipo de evento é "inevitável" e recordou que, de acordo com os cálculos de previsão da NASA em média a cada 150 anos, a Terra torna-se vulnerável a uma super tempestade solar, de grande magnitude, como ocorreu em 1859 e foi chamada de Carrington Event.

Por isso, acrescenta, a última "deveria ter acontecido há cinco anos."

De acordo com a ASA, o Evento Carrington 1859 constitui a maior super tempestade solar que atingiu a Terra desde que os registos começaram, com cerca de 1.022 quilojoules de energia liberada (equivalente à explosão simultânea de 10.000 milhões de bombas de Hiroshima) e um bilião de quilos de partículas eletricamente carregadas que voavam a uma velocidade de 3.000 quilómetros por segundo, sem grandes consequências para os terráqueos.

A agência dos EUA indicou que durante o última reunião do grupo de trabalho SolarMAX 2013, em Estrasburgo (França), uma equipe de pesquisadores concluiu que a previsão avançada meteorológico espacial é a "melhor solução" e propôs a enviar 16 pequenos satélites de órbita solares cúbicos para fornecer informações com antecedência de possíveis tempestades solares.

Dale, por sua vez, sugeriu que o projeto de satélites e naves espaciais são feitas pensando em fazer instrumentos menos "sensíveis" a bordo e estão "melhor protegidos" contra os aumentos dramáticos da radiação, resultado de tempestades solares.

Fonte: RT
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Cientista da UEM: “Transgênicos Geram Alergias, Esterilidade, Alteração na Formação de Orgãos e Cânceres”


Coordenador do Núcleo de Agroecologia da UEM e Dr. José Ozinaldo Alves de Sena: “O consumidor tem de dizer ‘Não quero mais, não vou comprar nada transgênico’. Estamos sendo ignorantes demais. As consequências são muitas e estão bem comprovadas cientificamente. É claro que os prejuízos não surgem de repente, sempre a curto prazo. Tecnologias desse tipo têm impacto a curto, médio e, principalmente, a longo prazo. Quanto às doenças ao homem, já sabemos que os transgênicos geram alergias, esterilidade, alteração na formação de órgãos, doenças hematológicas e cânceres, por exemplo”

Uma década depois da liberação no mercado nacional, as sementes transgênicas dominam quase todas as lavouras de grãos do Paraná. Segundo avaliação do Departamento de Economia Rural (Deral) do estado, cerca de 95% da produção de soja paranaense é geneticamente modificada; em relação ao milho, o índice é ainda maior: a estimativa é de que os grãos com transgenia dominem uma área bem próxima a 100% das plantações estaduais.

No entanto, mesmo com o domínio no campo paranaense, a agricultora transgênica ainda gera discussões sobre os efeitos colaterais que a prática causa. Argumentos não faltam: além da discussão interminável sobre os malefícios à saúde humana, agora também se discute o uso indiscriminado de agrotóxicos, o que gera mais gastos e consequências para o solo a médio e longo prazo. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Brasil passou a ser o maior produtor e comprador de defensivos agrícolas, muito impulsionado pelas culturas com genética alterada.

Impelido pela polêmica, o procurador federal Anselmo Cordeiro Lopes, do Distrito Federal , enviou, em outubro, um ofício à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança para incluir audiências públicas nos processos de análise para a liberação do uso comercial dos transgênicos.

O coordenador do Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da Universidade Estadual de Maringá (UEM), José Ozinaldo Alves de Sena, garante que as sementes modificadas causam doenças graves ao ser humano. Para ele, o consumidor tem de lutar contra esse tipo de tecnologia.

“O consumidor tem de dizer ‘Não quero mais, não vou comprar nada transgênico‘. Estamos sendo ignorantes demais. As consequências são muitas e estão bem comprovadas cientificamente. É claro que os prejuízos não surgem de repente, sempre a curto prazo. Tecnologias desse tipo têm impacto a curto, médio e, principalmente, a longo prazo. Quanto às doenças ao homem, já sabemos que os transgênicos geram alergias, esterilidade, alteração na formação de órgãos, doenças hematológicas e cânceres, por exemplo”, relata.

Para Sena, o domínio repentino dos transgênicos nas lavouras do Paraná é bastante perigoso. “Não houve precaução alguma. Mesmo quem defende os transgênicos, diz que não há nada comprovado. Como se muda tudo, de uma vez? Quando você não sabe os riscos a curto prazo é preciso, no mínimo, precaução, não?“, indaga.

O professor critica os interesses econômicos internacionais e o governo federal. Segundo ele, há a imposição, por parte deles, de que a cultura dos transgênicos é a única possível hoje em dia.

“Os agricultores são marionetes. Não conseguem fugir do sistema, precisam seguir a maré. O problema é que essa prática foge a um limite do que é natural. Está se mexendo em uma unidade, o gene, esquecendo que isso altera o todo. É um segmento estranho à planta. A alteração do gene continua, mesmo depois do consumo humano. Onde é que isso vai parar? Ninguém sabe. Preocupa, preocupa muito“, inquieta-se Sena, referindo-se à situação atual dos transgênicos no estado.

Confira aqui o currículo do pesquisador citado acima, José Ozinaldo Alves de Sena.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Primeira fábrica de mosquitos transgênicos do Brasil é inaugurada em Campinas/SP


O Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue

A primeira fábrica de mosquitos da dengue transgênicos do Brasil foi inaugurada nessa terça-feira (29), em Campinas. A unidade da empresa britânica Oxietic tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos aedes aegypti machos por semana - esse número pode saltar para 2 milhões. Se a produção for aprovada, poderá ajudar no combate da dengue no território nacional.

Em 2002, a Oxietic desenvolveu os mosquistos aedes aegypti transgênicos a partir de uma microinjeção de DNA contendo dois genes nos ovos dos transmissores da dengue. Um dos genes serve para impedir que os descendentes dos insetos cheguem à fase adulta e outro é para identificá-los sob uma luz específica.

As fêmeas são responsáveis pela incubação e transmissão do vírus, mas ao procriar com os machos transgênicos elas geram descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, de modo que a população total de mosquitos é reduzida.

Testes iniciados há três anos na cidade de Juazeiro, na Bahia, apresentaram uma redução de mais de 80% da população que vive na natureza. Os experimentos com os insetos da Oxitec no Brasil foram realizados em parceria com a organização Moscamed.

A Oxitec tem como possível cliente o poder público, contudo, a contratação depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que, por enquanto, ainda está estudando se vai autorizar ou não a comercialização de serviços do gênero. Com o veredito positivo da Anvisa, o Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

De acordo com Glenn Slade, o diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, para uma cidade de 50 mil habitantes fazer uso do serviço, ela deverá desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano, e R$ 1 milhão para manutenção dos insetos nos anos seguintes.

Fontes G1 - Notícias 
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Brasil é o único país do mundo a liberar mosquitos da dengue transgênicos

A população de Juazeiro e Jacobina – BA foi usada como cobaia

Testes não comprovaram redução da doença

Em 2011 foi instalada em Juazeiro uma “biofábrica” de insetos geneticamente modificados com apoio do Ministério da Agricultura e do governo baiano. Milhões de mosquitos transgênicos foram liberados em bairros de Juazeiro e Jacobina sem que sem que a população tenha sido devidamente consultada.

O Aedes aegypti geneticamente modificado é produzido pela empresa inglesa Oxitec em parceria com a empresa Moscamed e a Universidade de São Paulo. Em abril de 2014 esses mosquitos foram liberados para uso comercial apesar de não ter sido realizada uma avaliação de risco e de não haver dados conclusivos dos estudos de campo.

Curiosamente, em Jacobina, onde milhões de mosquitos transgênicos vem sendo liberados desde 2011, foi decretado em ferreiro de 2014 estado de emergência em função da ocorrência de uma epidemia de dengue.

Experiências anteriores nas Ilhas Cayman mostraram que a tecnologia não funciona e precisa de mais de 7 milhões de mosquitos por semana para suprimir inicialmente uma população de apenas 20.000 mosquitos nativos, que deve ser seguida por liberações semanais de 2,8 milhões de mosquitos.

A liberação desses mosquitos apresenta riscos ainda pouco entendidos:

- Os experimentos da Oxitec não incluíram o monitoramento do impacto sobre a doença e a empresa não considerou possíveis efeitos negativos sobre a incidência de dengue ou dengue hemorrágica.

- O maior risco ecológico é que a redução da população de A. aegypti dê lugar a outra espécie de mosquito também vetor de doenças, inclusive da dengue (A. albopictus).

Os testes foram feitos em uma região de Caatinga e vão ser liberados em todos os ecossistemas do Brasil de sul a norte.

- Não há testes toxicológicos que comprovem não haver riscos no caso de picadas de fêmeas do mosquito modificado em animais ou humanos.

- A técnica que limita a reprodução do mosquito modificado pode ser quebrada no caso de contato com o antibiótico tetraciclina no ambiente. Os descendentes do mosquito da Oxitec têm taxa de sobrevivência de 3%, mas esse valor subiu para 18% quando foram alimentados com ração de gato contento frango tratado com o antibiótico. A tetraciclina é usada para a produção dos mosquitos GM em laboratório.

As consequências para a saúde e para o meio ambiente ainda são pouco conhecidas e precisam ser melhor estudadas.

Não corra riscos:

Mosquitos transgênicos podem gerar problemas de saúde ainda não identificados. Discuta sobre esse assunto na escola, na associação, na igreja ou com os amigos na praça. Cobre dos gestores públicos da saúde em seu município uma solução que não gere problemas futuros para você e sua família.

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Novos estudos científicos mostram que no final das contas não existem ateus, diz escritor


No dito popular que visa desmerecer os incrédulos contemporâneos, diz-se que “Deus não acredita nos ateus”. Agora, um grupo de pesquisadores afirma que o ditado pode ter muito mais razão do que se imaginava.

Um artigo do escritor Nury Vittachi afirma que as pesquisas multidisciplinares que vem sendo desenvolvidas apóiam cada vez mais a ideia de que o cérebro humano foi desenvolvido para crer na existência de Deus.

No texto intitulado “Cientistas descobrem que os ateus podem não existir, e isso não é uma piada”, Vittachi afirma que o “ateísmo é psicologicamente impossível devido à maneira como os seres humanos pensam”.

Vittachi cita ainda novos estudos mostram que “até mesmo as pessoas que afirmam estar comprometidas tacitamente com o ateísmo têm crenças religiosas, como a existência de uma alma imortal”.

Segundo o Charisma News, o artigo de Vittachi cita ainda outro pesquisador ateu que demonstrou que todas as pessoas se envolvem num monólogo interno, independentemente se a pessoa a quem os seus pensamentos são dirigidos está realmente presente.

Vittachi diz em seu artigo que existe uma tendência humana intrínseca de acreditar na justiça divina. O autor afirma que tanto as pessoas religiosas e não-religiosas possuem um senso inato de que consequência. “Se eu cometer um pecado, não é um evento isolado, mas terá repercussões apropriadas”, escreve Vittachi, que lembra que o termo comumente usado pelos não cristãos é “carma”.

Mesmo os ateus mais ferrenhos não são isentos de crenças: “Se um ente querido morre, mesmo pessoas muito anti-religiosas geralmente sentem uma necessidade de um ritual de despedida, com leituras de livros antigos e/ou entoação de declarações que não são nada além do que orações”, Vittachi escreve. “Em situações de guerra, os comandantes frequentemente comentam que os soldados ateus oram muito mais do que eles pensam que eles fazem”, acrescentou.

O jornalista cristão Alex Kocman comentou o artigo de Vittachi dizendo que enquanto os cientistas tentam conectar todas essas tendências de fé a uma fonte de evolução, eles “estão ignorando a chave de todas as evidências: a cosmovisão cristã bíblica”.

“Em Romanos 1:18-23, o apóstolo Paulo escreve que ‘o que se pode conhecer de Deus é manifesto entre eles’, isto é, todos os homens e que ‘seus atributos invisíveis’, ou seja, o seu eterno poder e sua natureza divina, ‘têm sido claramente percebido, desde a criação do mundo, nas coisas que foram feitas. Então, eles são inescusáveis’. Ele, então, vai ao ponto de afirmar que todas essas pessoas ‘sabem de Deus’ (v. 21). A implicação, portanto, é que o homem por natureza pressupõe a existência de seu Criador, até que ele se convence a pensar o contrário”, sintetizou o jornalista.

Fonte: Gospel Mais
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Gripe aviária tem chances de virar pandemia similar a espanhola


PorIsabela de Oliveira - Correio brasiliense

Uma pandemia similar à causada pela gripe espanhola pode se repetir, revela um estudo publicado na última edição da revista Cell Host & Microbe.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, o atual vírus da gripe aviária tem os ingredientes genéticos necessários para se transformar em um patógeno similar ao que matou 40 milhões de pessoas ao redor do mundo em 1918. A descoberta, no entanto, vem acompanhada de um alívio: as drogas disponíveis têm capacidade de combater o perigoso micro-organismo, evitando que uma crise tão grande quanto à do início do século volte a atormentar a humanidade.

Liderados por Yoshihiro Kawaoka, cientistas identificaram oito genes isolados de vírus da influenza obtidos em patos selvagens. As amostras encontradas na natureza apresentaram as similaridades que conferem o potencial devastador da gripe espanhola à aviária. Utilizando métodos de genética reversa - abordagem para descobrir como alguns fenótipos surgem a partir de sequências de DNA específicas -, a equipe gerou em laboratório um vírus que tinha apenas 3% de diferença genética em relação à influenza espanhola. O organismo criado mostrou-se mais patogênico em ratos e em furões do que os que causam a gripe aviária, mas não tão violento quanto o vírus de 1918.

Em uma segunda etapa, investigaram quantas alterações genéticas seriam necessárias para que o micro-organismo encontrado nos patos selvagens se tornasse transmissível entre furões, animais que reproduzem com fidelidade os mecanismos de transmissão e os sintomas da gripe que ataca humanos. Descobriram que bastam sete alterações nos genes virais para que ele se espalhe de forma tão agressiva quanto o da gripe espanhola.

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Vírus considerado 'primo da dengue' ameaça continente americano


Por: Zero Hora, com agências

Transmitida pelo Aedes aegypti, febre chikungunya afeta milhares na América Central. Casos no Brasil foram trazidos do Exterior

Um vírus da febre chikungunya, transmitido pelo mosquito da dengue, provoca uma epidemia nas Antilhas e é uma "ameaça sanitária de porte" para as zonas tropicais e subtropicais do continente americano, destacou ontem o INVS, Instituto de Vigilância francês. A febre chikungunya, considerada uma "prima da dengue", não tem tratamento específico e pode ser muito prejudicial e até mesmo letal para pessoas fragilizadas.

O vírus surgiu na África e se espalhou para a Ásia. Nos últimos cinco anos, centenas de pessoas que viajaram para esses locais se infectaram. Em novembro de 2013, brotou nas ilhas francesas de San Martin e San Bartolomé e se disseminou progressivamente pela região das Antilhas. A epidemia afetou principalmente Guadalupe e Martinica, onde 90 mil pessoas foram afetadas desde dezembro.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2004, o vírus já foi identificado em 19 países.

Só no final de 2013, porém, foi registrada transmissão autóctone (pessoas contaminadas localmente por mosquitos, não viajantes que retornam com a doença para seus países de origem) em vários países do Caribe e, só em março de 2014, na República Dominicana. Até então, só África e Ásia tinham circulação do vírus.

Registros no país

O Ministério da Saúde informou ter sido notificado, até segunda-feira passada, de 20 casos da febre chikungunya no país, em 2014. As pessoas infectadas com o vírus, que pode se confundir com o da dengue, tiveram quadros leves.

Segundo a pasta, todos os casos são "importados", de pessoas que adquiriram o vírus no Exterior, e não há indícios de transmissão no Brasil. O ministério destaca que não há relação entre os casos da "prima da dengue" e a Copa. 

Em 2010, três notificações foram feitas, mas de casos "importados".

 http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/16683540.jpg
Clique na imagem para ampliar

Fonte: Zero Hora
Via: Revellati Online

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Físicos russos fazem o teletransporte uma realidade

Foto: East News/Science Photo Library

O teletransporte deixa de ser um tema peculiar da ficção científica, afirmam cientistas russos do Instituto de Física de Moscou. No futuro próximo, será possível se deslocar a grandes distâncias sem aplicar um esforço físico e permanecer simultaneamente em dois lugares.

Não se exclui uma hipótese de teletransporte no espaço. É que existe um efeito físico chamado “confusão quântica”, ou seja, a capacidade de objetos quânticos de se distanciar e, ao mesmo tempo, não se dividir.

Tal efeito não existe na física clássica. Mas os cientistas russos encontraram um método de conservar a “confusão quântica” durante a transmissão de informações em grandes distâncias. Tal fenômeno se chama teletransporte, disse à Voz da Rússia um dos autores do projeto, Serguei Filipov:

“Não gostamos de ver novelos em desordem, quando a linha se confunde. Mas os físicos adoram confusões de vária índole. Nesses estados há uma correlação – o que acontece a um extremo da linha se relaciona com a outra extremidade. Essas correlações podem ser enviadas. Neste caso, as pessoas “distanciadas” serão correlacionadas, não tendo um comportamento independente”.

Inicialmente, as pesquisas se centravam no estudo da qualidade de transmissão de sinais através da fibra óptica, sendo essa uma “comunicação quântica secreta”. Os cientistas descobriram um algoritmo que permita elevar ainda mais o nível de secretismo. Quanto ao teletransporte, este se tornou um efeito secundário. Por meio desse efeito será possível deslocar objetos e pessoas:

”Por exemplo, você quer teletransportar uma pessoa. Mas para tal não é preciso transmitir seus átomos. Você tem uns 20 kg de oxigênio, 10 kg de carbono, um determinado volume de hidrogênio e toma tudo isso no outro extremo. Depois transmite a informação sobre a sua união e a composição gravada nos átomos. Do outro lado da linha, a partir dessa matéria recompõe aquela mesma pessoa”.

Tal “montagem” é semelhante à holografia quando, mediante um laser, se registram e depois se reproduzem imagens de objetos tridimensionais, similares aos verdadeiros.

Ora, não se trata de uma técnica especial de fotografar, mas sim de reprodução de um homem “em carne e osso”, com todos os traços específicos e características. Claro que a ciência ainda não alcançou tal patamar de desenvolvimento.

Mas os cientistas apreenderam a teletransportar os fotões que desempenham um papel de “portadores” de informações transmitidas. Numa ponta do fio, os especialistas souberam criar um estado de micro objeto, idêntico ao existente do outro lado. Agora, será preciso empregar este princípio em sistemas mais complicados.

Todavia, esta é uma tarefa difícil: quando o sistema cresce em volume, vai aumentando em flecha a complexidade de teletransporte. “É duas vezes mais complicado teletransportar dois átomos do que um, é oito vezes mais difícil teletransportar três átomos. Se queremos avaliar a possibilidade de teletransporte de um homem, devemos entender que o homem consiste de múltiplos átomos (10 elevado à vigésima quarta potência).
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A "neve negra": Uma ameaça as geleiras do mundo


Uma equipe de geólogos dos Estados Unidos revelou, no último mês, uma aceleração de 20% do fenômeno conhecido como “neve escura”, que diminui a capacidade do gelo de refletir a luz que recebe.

O fenômeno acontece entre a região do Himalaia até o Ártico pelo aumento da quantidade de pó que provém do solo, da fuligem gerada por incêndios e das partículas ultrafinas do carbono negro e do combustível de motores industriais. 

Assim, as camadas de gelo e de neve em todo o mundo absorvem mais calor solar e aceleram o processo de degelo. 

A camada de gelo do Ártico perdeu cerca de 13 milhões de toneladas entre 1992 e 2001, mas poderá perder um extra de 27 milhões de toneladas por ano, o que imediatamente se refletiria no aumento do nível do mar em vários centímetros para o ano de 2100.

Segundo medições de satélites, na última década, a superfície do manto gelado da Groenlândia escureceu significativamente durante a temporada de degelo. Tanto que em algumas áreas, o período dura cerca de seis a onze dias mais do que há 40 anos.

Com isso, cada vez mais áreas estão descobertas, o que aumenta a erosão e transforma o processo em um ciclo perigosamente vicioso.

Fontes: Colima 3.0
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Haarp? Misteriosa cratera gigante na Sibéria intriga cientistas


Um misterioso buraco gigante na Sibéria, na Rússia, tem deixado os cientistas e a população espantados. Um vídeo feito por um helicóptero mostra a estranha configuração e uma espécie de combustão ao redor da cratera.

Os relatórios iniciais e as imagens foram suspeitos de serem falsos, mas o buraco é um fenômeno real. O vídeo foi feito enquanto o helicóptero sobrevoava a área de Península de Yamal (também chamada de 'fim do mundo'), ao norte do país, onde estão grandes campos de extração de gás.

O buraco tem cerca de 80 metros de diâmetro, mas sua profundidade ainda não foi estimada. Segundo The Siberian Times, uma equipe de cientistas foi enviada para recolher amostras no local e investigar o buraco.

Enquanto não há respostas para o mistério, surgem diversos rumores na internet sobre a origem da cratera. Enquanto alguns acreditam que o buraco surgiu após a queda de um meteorito, outros apontam que a cratera é um vestígio deixado pela aterrisagem ou queda de um ovni.

Anna Kurchatova, do Centro de Investigação Científica do Sub-Ártico, disse ao jornal que o buraco pode ser resultante do aquecimento global. Segundo a cientista, o solo congelado acumulou ao longo dos séculos bolsas de uma mistura de gás, água e sal. Com o calor, o local acumulou uma pressão suficiente para provocar uma explosão semelhante à da rolha de uma garrafa de champanhe.

Veja abaixo o vídeo feito pelo helicóptero:
 
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sábado, 12 de julho de 2014

Cientistas relacionam alta no número de terremotos à extração de petróleo

Austin Holland, pesquisador do Serviço Geológico em Oklahoma, expõe um gráfico com registros de atividades sísmicas.

Associated Press

Cientistas dizem que o recente aumento nas ocorrências de terremotos de pequena magnitude no Estado americano de Oklahoma provavelmente é resultado da alocação subterrânea de grande quantidade de águas residuais geradas pela extração de petróleo e gás.

Tremores costumavam ser raros em Oklahoma. Antes de 2008, o Estado registrou apenas um terremoto por ano de magnitude 3 ou maior. Neste ano, já ocorreram 230 terremotos dessa magnitude, mais que o número registrado na Califórnia.

"É um crescimento muito significativo", diz Katie Keranen, sismóloga da Universidade Cornell e principal autora de um estudo sobre os tremores de Oklahoma, publicado na quinta-feira passada na revista "Science".

As descobertas se somam a um crescente volume de evidências de que vários tipos de atividades humanas de grande escala — da mineração de carvão à construção de barragens — podem ajudar a provocar terremotos. Na maioria dos casos, os processos geológicos são complexos e pouco compreendidos.

No centro e no leste dos Estados Unidos, o número de terremotos saltou nos últimos anos, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. A agência afirma que mais de 300 tremores acima da magnitude 3.0 ocorreram em três anos, entre 2010 e 2012, ante uma média anual de 21 para o período entre 1967 e 2000. Esses terremotos foram grandes o suficiente para serem sentidos, mas raramente causaram danos.

Ao analisar dados de terremotos a partir de 1970, a agência verificou que a alta dos abalos sísmicos coincide com a injeção de águas residuais em vários lugares, incluindo os Estados do Texas, Colorado, Arkansas, Ohio e Oklahoma. Ela planeja divulgar um mapa de risco de terremotos provocados pelo homem, conhecidos como terremotos induzidos.

Keranen e seus colegas analisaram mais de perto a atividade sísmica em Oklahoma. Na extração de petróleo e gás, uma grande quantidade de água não potável, que fica abaixo da superfície, precisa ser eliminada de alguma forma. Ela é normalmente colocada em poços de cerca de dois quilômetros no subsolo.

À medida que essa água se acumula, a pressão aumenta e começa a se expandir para fora dos poços. As descobertas de Keranen foram baseadas em um modelo dessas pressões. "Descobrimos que o aumento da pressão no local dos tremores era similar à magnitude da transferência de estresse que pode levar a um tremor secundário" em um terremoto natural, diz.

Os pesquisadores também descobriram que quatro dos poços com maior volume em Oklahoma são capazes de provocar cerca de 20% dos recentes terremotos no centro dos EUA. Eles também descobriram que tais "terremotos induzidos" podem potencialmente ocorrer a mais de 30 quilômetros do poço.

Os riscos dos terremotos induzidos podem variar de acordo com a geologia. Durante a produção de petróleo na Califórnia, muito da água é reinjetada na área onde é extraída. Na Califórnia, diz Tupper Hull, porta-voz da Associação de Petróleo dos Estados do Oeste, "isso não está alterando as pressões geológicas e é altamente improvável que se crie as condições que as pessoas em outros Estados estão vivenciando".

Em 2009, cientistas nos EUA e na China publicaram relatórios examinando a possibilidade de a construção de uma gigantesca barragem ter provocado a atividade sísmica que ajudou a desencadear o terremoto na província chinesa de Sichuan que, em 2008, causou a morte de quase 90.000 pessoas. A barragem foi construída a 500 metros da linha de falha do terremoto. Entretanto, cientistas não relacionaram de forma conclusiva a barragem ao terremoto.

Um estudo publicado em maio na revista "Nature" sugeriu que a extração de água por um longo tempo provocou o afundamento do Vale de San Joaquin, na Califórnia, ao mesmo tempo em que levantou a crosta terrestre nas áreas ao redor. Esses movimentos, segundo o estudo, foram suficientes para alterar o estresse da falha de San Andreas, próxima ao local, e pode explicar o aumento de pequenos terremotos na região.

Processo semelhante aconteceu no município de Irecê, na Bahia. A região reúne cerca de 39.000 famílias de agricultores, de acordo com a Cooperativa da Agricultura Familiar do Território de Irecê Ltda, a Coafti. A agricultura depende da irrigação e mais de 10 mil poços foram abertos para extração de água.

A situação se agravou quando empresas de fertilizantes começaram a arrendar esses poços para retirar água para uso industrial. Segundo estudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, o IPT, a extração excessiva da água acabou provocando sua escassez. O IPT afirma que isso está ligado ao rebaixamento das terras próximas, o que provocou rachaduras nas ruas, casas e propriedades rurais do município, principalmente na localidade vizinha de Lapão.

(Colaborou Eduardo Magossi.) 

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sábado, 5 de julho de 2014

Cientista cria novo vírus da gripe H1N1 que poderia matar toda a humanidade. Uma nova pandemia está por vir?


E lá vamos nós de novo!

Assim como a pandemia da gripe suína surgiu 'coincidentemente' após os cientistas terem recriado a gripe espanhola, denominado por eles mesmos como H1N1, ou seja, é a mesma gripe.

Agora cientista cria vírus H1N1 mais forte, que escapa de proteção imunológica humana.

Estariam os eugenistas planejando uma nova pandemia de gripe para matar mais pessoas e para multiplicar o lucros das corporações farmacêuticas?

O professor Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), criou um tipo de gripe que o sistema imunológico humano não conseguiria detectar. O novo vírus geneticamente modificado é baseado no H1N1, que matou cerca de 284.000 pessoas há cinco anos.

Hoje, a maioria das pessoas tem certa imunidade à gripe H1N1, que agora é considerada uma ameaça de risco relativamente baixo. Mas Kawaoka manipulou geneticamente o H1N1 para que ele possa “escapar” dos nossos anticorpos neutralizantes. Assim, o sistema imunológico humano seria incapaz de resistir a um surto dessa gripe.

Kawaoka queria converter o H1N1 ao seu estado pré-pandemia, para analisar as mudanças genéticas envolvidas no processo. Ele diz ao jornal The Independent que já terminou seu estudo, e apresentará suas conclusões em uma revista científica. Ele também diz que seu experimento tem por objetivo monitorar mudanças no vírus H1N1 que iriam melhorar as vacinas.

Funciona assim: os vírus evoluem na natureza. É por isso que a vacina da gripe precisa ser reajustada a cada ano, e, em parte, por que você terá gripe várias vezes em sua vida. Ocasionalmente, uma mutação criará um vírus muito mais letal do que antes. Não é melhor antecipar essas mudanças, em vez de ser pego desprevenido por elas?
Riscos

Mas o óbvio poderia acontecer: este vírus poderia escapar, ou ser intencionalmente lançado por terroristas. Esse receio não é totalmente hipotético: em 1977, uma cepa de H1N1 que havia desaparecido por décadas de repente reapareceu – e provavelmente veio de um laboratório. E há vários acidentes menores: varíola em 1978, febre aftosa em 2007, e SARS em 2004.

Mas Kawaoka garante que está levando em conta os riscos:

Existem riscos em todas as pesquisas. No entanto, existem formas de mitigá-los. Assim como em toda pesquisa sobre os vírus influenza em meu laboratório, este trabalho é realizado por pesquisadores experientes, sob contenção adequada e com revisão completa e aprovação prévia do [comitê de biossegurança].

O local escolhido para a pesquisa, o Instituto de Pesquisa de Vírus Influenza em Madison (EUA), tem nível três de biossegurança – um nível abaixo de institutos que realizam pesquisas sobre o ebola. No entanto, o trabalho de Kawaoka foi realizado em um laboratório de nível dois. A Universidade alega que não há riscos.
Polêmicas

Esta não é a primeira polêmica envolvendo o trabalho de Kawaoka. Seu nome é bastante citado em notícias envolvendo vírus mutantes: seu laboratório se especializa em estudar os vírus por trás da gripe e ebola, tornando-os mais letais que na natureza.

Em junho, o laboratório de Kawaoka publicou um estudo que recriou um vírus semelhante ao da gripe espanhola de 1918, que matou milhões de pessoas em todo o mundo. O estudo foi julgado como “absolutamente louco” e “extremamente perigoso” por razões óbvias.

E em 2012, o laboratório de Kawaoka esteve envolvido em outra controvérsia: um estudo deles mostrava como algumas mutações poderiam tornar a gripe aviária mais transmissível.

Agora, resta esperar até que o estudo de Kawaoka seja publicado, para ver quais detalhes o estudo trará. O estudo sobre a gripe aviária, por exemplo, causou pânico em um painel de biossegurança nos EUA, mas revelou-se um pouco menos perigoso do que o esperado. Que nossas futuras epidemias não sejam criadas pela própria humanidade.

Fontes: GizModo - Libertar.in
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