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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Celular deve matar mais que o cigarro, diz médico


O uso do celular deve matar mais que o cigarro em alguns anos, segundo estudo de um médico australiano publicado na internet.

Vini Khurana, um neurocirurgião que recebeu 14 prêmios em 16 anos, pede que a população use o aparelho o mínimo possível, principalmente quando se trata de crianças. O médico analisou cerca de cem trabalhos científicos publicados sobre o tema para chegar às suas conclusões. 

Segundo ele, há ao menos oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de celulares e certos tipos de tumor no cérebro. "Já há previsões de que esse perigo tenha mais ramificações para a saúde pública do que o amianto ou o fumo. Isso gera preocupações para todos nós, especialmente com a geração mais nova", afirma Khurana, que é professor de neurocirurgia na Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, no estudo.

A comparação entre as mortes causadas por cigarro e por celular se deve ao fato de, atualmente, cerca de três bilhões de pessoas usarem esses aparelhos, número três vezes maior que o de fumantes, afirmou ele ao jornal "The Independent".

Processo lento

Para Khurana, ainda não há mais dados sobre o assunto pelo fato de a intensificação no uso dos celulares ainda ser recente. Ele afirma que o período de "incubação" --tempo entre o início da utilização do aparelho e o diagnóstico do câncer em um indivíduo-- dura de dez a 20 anos.


"Entre os anos de 2008 e 2012, nós teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de câncer de cérebro", diz ele. 

Para evitar o problema, Khurana sugere, entre outras medidas, que as pessoas evitem ao máximo o uso do celular, dando preferência ao telefone fixo. Ele pede também moderação no uso de Bluetooth e de headsets (fone de ouvido com microfone) sem fio.

Outra dica, de acordo com o médico, é usar o viva-voz para falar, mantendo o celular a pelo menos 20 cm da cabeça. Em janeiro deste ano, o governo francês pediu "prudência" no uso de celular pelas crianças, apesar de não ter dados científicos que comprovem os malefícios do aparelho para a saúde.

O ministério pediu que as "famílias sejam prudentes e saibam usar estes aparelhos", lembrando que é recomendado o uso moderado do celular, principalmente pelas crianças, "que são mais sensíveis porque seus organismos ainda estão em desenvolvimento".

Fonte: Alimentação Viva
Via: Revellati Online
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Mutação de Fukushima? Uma baleia de duas cabeças foi encontrada encalhada em uma praia em baja califórnia


É lamentável ver a vida marinha em estado de mutação e até a morte em consequências dos estranhos efeitos da radiação de fukushima sendo levadas pelo mar a fora.

Mamífero aquático já estava morto quando foi visto em praia de Los Cabos. Biólogos consideram o exemplar como raríssimo.

Imagem divulgada nesta terça-feira (7) pela Comissão Nacional de Proteção de Áreas Naturais do México mostra um exemplar raro de baleia-cinzenta siamesa que foi encontrado na região de Los Cabos, no estado de Baja California.

Pescadores viram o animal já morto na praia e avisaram especialistas sobre o achado. Biólogos que analisaram o mamífero aquático, que media cerca de 4 metros de comprimento, disseram que a baleia siamesa era um exemplar raríssimo.

Pescadores encontraram um exemplar de baleia-cinzenta siamesa em uma praia do México. Na imagem é possível ver as cabeças das baleias (Foto: Conanp/AFP)

Biólogos afirmam que exemplares como o encontrado na costa mexicana são raríssimos. A foto mostra as caudas das baleias siamesas (Foto: Conanp/AFP) 

Veja o Vídeo:


Fontes: G1 - Na Africa Selvagem
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segunda-feira, 31 de março de 2014

Celular e Wi-fi: Perigos e Fundamentos


Em 2002, Gro Harlem Brundtland, então chefe da Organização Mundial de Saúde, disse a um jornalista norueguês que os telefones celulares foram proibidos de seu escritório em Genebra, porque ela pessoalmente fica doente se um telefone celular é colocado numa distância de cerca de quatro metros dela.

A Sra. Brundtland é médica e ex-primeiro-ministro da Noruega. Esta notícia sensacional, publicado 09 de março de 2002 em Dagbladet, foi ignorada por todos os outros jornais do mundo.

Na semana seguinte, Michael Repacholi, seu subordinado, responsável pelo EMF Internacional (campo eletromagnético) Projeto, respondeu com uma declaração pública menosprezar preocupações da sua chefe. Cinco meses depois, por razões que muitos suspeitam foram relacionados a estas circunstâncias, a Sra. Brundtland anunciou que iria demitir-se do seu posto de liderança da OMS, após apenas um mandato.

O fato mais básico sobre os telefones celulares e torres de celular é que eles emitem radiação de microondas , por isso, fazer Wi -Fi ( Internet sem fio ) antenas, computadores sem fio , sem fio (portáteis) telefones e suas unidades de base , e todos os outros dispositivos sem fio. Se é um dispositivo de comunicação e não está preso à parede por um fio , está emitindo radiação.

A maioria dos sistemas Wi -Fi e alguns telefones sem fio operam na mesma freqüência exata como um forno de micro-ondas, enquanto outros dispositivos utilizam uma freqüência diferente.

Wi -Fi está sempre ligado e sempre radiante. As unidades de base da maioria dos telefones sem fio são sempre radiante, mesmo quando ninguém está usando o telefone.

Um telefone celular que está ligado, mas não está em uso também está irradiando. E, talvez nem precisasse dizer, mas torres de celular são sempre radiantes.

Ler tudo em detalhes (importante): => New media explorer

Fontes: New media Explorer - Estação X
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Wi-Fi é banida de pré-escolas na França


A Assembléia Nacional Francesa aprovou um projeto de lei para limitar a exposição a campos electromagnéticos (CEM) gerados por tecnologias sem fio - telefones celulares, tablets, Wi-Fi, etc. Este projeto de lei significa o seguinte:

• A proibição de acesso Wi-Fi em todas as estruturas de acolhimento de crianças com menos de 3 anos de idade.

• Fabricantes de telefones celular terão que recomendar o uso de kits para mãos-livres (fones de ouvido com microfones).

• A proibição de todas as propagandas dirigidas às crianças menores de 14 anos.

As exposições à CEM das crianças são uma causa específica de preocupação. Estudos mostram que o cérebro das crianças pode absorver até três vezes mais radiação em comparação aos adultos.

Um relatório recente da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC) sugeriu que as exposições a CEM podem ser mais devastadores nas crianças, porque:

• seu tecido cerebral é mais condutor.

• seus crânios são mais finos.

• seus cérebros menores e tecidos cerebrais mais suaves permitem a radiação penetrar de forma mais eficaz.

• um período potencialmente longo de exposição devido ao uso em idade precoce.

Este novo projeto de lei francês parece ter tomado essas preocupações em conta.

CEMs são comuns em nosso ambiente diário. Qualquer coisa elétrica cria um campo eletromagnético. De acordo com a Agência Nacional Francesa de Alimentos, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho (ANSES):

• A maior fonte de exposição a CEM, de longe, são os telefones celulares.

• exposição à torres de celular estão se desenvolvendo muito rapidamente, com a implantação de 4G, mas a exposição média é bem inferior ao de telefones.

• linhas de energia elétrica, transformadores e linhas ferroviárias também são fontes de CEM.

• Os dispositivos sem fios em nosso ambiente pessoal nos expõem aos CEM de radiofrequência: computadores e tablets, Wi-Fi, Bluetooth e chips eletrônicos, bem como lâmpadas fluorescentes, fornos de microondas, fogão de indução e máquinas de lavar.

A ANSES insiste agora em uma "limitação da exposição da população", especialmente para telefones celulares. Além disso, incentiva o uso de um fone de ouvido.

A ANSES já tocou o alarme em outubro de 2013. Depois de avaliar mais de 300 estudos internacionais, a agência publicou um relatório destacando os efeitos biológicos dos CEM sobre os seres humanos e os animais a respeito do sono, a fertilidade masculina e desempenho cognitivo.

Um porta-voz da ANSES afirmou que "o enorme desenvolvimento das tecnologias dependendo de radiofreqüências, levando a exposição intensa da população, especificamente pessoas mais sensíveis, não pode ser evitado". Eles passaram a dizer que a implantação de 4G "será acompanhado por um aumento da exposição do público".

Limites de exposição franceses são baseados em um decreto de 2002. Eles são fixados em 61 volts por metro (V / m) para 3G e 4G, o mesmo que nos EUA. O Conselho da Europa recomenda um limite de exposição de 0,6 V / m, cerca de 100 vezes menor.

A Suíça e Liechtenstein e oito Estados-Membros da União Europeia (Bélgica, Bulgária, Grécia, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Polónia, Eslovénia) adotaram limites mais restritivos do que os da França.

Na Europa, há um crescente reconhecimento da situação de pessoas que sofrem problemas de saúde devido a exposição a campos eletromagnéticos, uma condição conhecida como hipersensibilidade elétrica ou sensibilidade elétrica.

Esta nova lei exige que o governo francês forneça ao Parlamento um relatório que detalhe "a oportunidade de criar áreas de radiação eletromagnética limitada, nomeadamente no meio urbano". Também exigem que as condições de eletrossensíveis sejam levados em consideração no trabalho.

Embora este projeto de lei tenha que ser aprovado pelo Senado francês para que ele seja lei, claramente este projeto de lei reflete o acúmulo de opinião pública na França e outros países europeus que as exposições a CEM são perigosos e as necessidades públicas protegidas.

Fontes: Natural News, Notícias Alternativas
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Cientista amador tenta desvendar mistério radioativo no RS, mas autoridades negam contaminação

Samuel exibe os dois aparelhos que utiliza em suas medições Arquivo Pessoal

Fábio Cervone, do R7

Nos últimos dois anos, gaúcho registrou picos radioativos em Encantado

Basta chover na pacata Encantado, cidade gaúcha de 20 mil habitantes, para o alerta soar na cabeça de Samuel: é hora de entrar em ação. Portando um contador Geiger-Muller e uma câmera simples nas mãos, o jovem se transforma em um caçador de radiação.

Foi dessa forma que, nos últimos dois anos, o gaúcho gravou mais de cem vídeos que mostram, supostamente, índices elevados de radiação na cidade do interior do Rio Grande do Sul.

Seu aparelho eletrônico já registrou picos de até 86 uSv/h (microsievert por hora, unidade para medir radiação), resultado considerado muito alto. Apesar da “descoberta”, autoridades brasileiras e especialistas nucleares constataram que a região de Encantado não corre riscos de contaminação.

A aventura de Samuel Dal Pizzol, de 30 anos, começou em março de 2011, após o desastre nuclear na usina de Fukushima, no Japão. Desde então, ele tem estudado por meio da internet os efeitos da radiação e da energia nuclear no meio ambiente.

Para isso, o jovem aderiu a uma rede internacional conhecida como Radiation Watch (Vigilantes da Radiação). O grupo possui uma página no Facebook na qual Pizzol e dezenas de cientistas amadores e profissionais, além de ativistas e curiosos, publicam seus resultados e discutem o tema.

Preocupado em como o acidente de Fukushima poderia afetar o meio ambiente e a saúde das pessoas, Pizzol fez uma “vaquinha” entre amigos e comprou, por aproximadamente 200 dólares (R$ 436), um aparelho russo Geiger-Muller da marca SOEKS, medidor de níveis de radiação.

Desde então, o gaúcho começou a publicar seus achados em vídeos no Youtube e a denunciar os resultados em vários âmbitos, o que chamou atenção de cientistas nucleares e até das autoridades brasileiras.

Especialistas e autoridades negam contaminação

“Olhando para os números [índice de radiação registrado], eles estão altos. A gente não espera nada maior que 0,2 uSv/h (microsievert por hora)”, diz a professora Elizabeth Yoshimura, do Departamento de Física Nuclear da USP (Universidade de São Paulo).

A especialista se disse surpresa após assistir aos vídeos do gaúcho, mas negou que o material comprove qualquer contaminação local. Ela ainda levantou dúvidas sobre a descoberta, já que, nas gravações, o aparelho detecta a radiação apenas quando se aproxima da água parada, mas não no ambiente em geral.

— É estranho que a radiação do ambiente não esteja tão alta também. Eu também não sei da confiabilidade do equipamento.

As descobertas de Pizzol também chegaram ao cientista britânico Christopher Busby, ex-secretário do comitê europeu sobre riscos radioativos e atualmente pesquisador da Universidade Jacobs em Bremen, na Alemanha.

Busby considerou excessivamente altos os níveis de radiação identificados pelo brasileiro, mas não acredita que seja oriundo do desastre nuclear japonês.

— Não é nada normal registrar 86 uSv/h (microsievert por hora). O equipamento do Samuel não é o melhor, mas certamente funciona. Só que a radiação não deve vir do Japão, e sim do subsolo.

O cientista britânico chegou a receber uma amostra do material supostamente radioativo encontrado em Encantado. No entanto, o especialista não detectou os índices de radiação apontados nos vídeos.

O Ministério Público, em conjunto com a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), examinou as denúncias de Pizzol em março deste ano, deslocando uma comissão de especialistas baseada em Poços de Caldas (MG) até Encantado.

Segundo a CNEM, não foram encontrados sinais de contaminação que motivassem maiores investigações. O documento oficial ainda aconselha o jovem a calibrar seu aparelho de medição.

Vigilante por natureza

Mesmo diante dos resultados oficiais, Pizzol afirma que não deixará de ser um vigilante da radiação. Para ele, há algo de errado no equilíbrio natural do mundo e, consequentemente, isso afeta a região onde vive.

A partir do conhecimento aprendido na internet, o jovem desenhou suas próprias teorias, costurando dados de suas medições com informações meteorológicas. Uma delas aponta uma corrente de ar, conhecida como Jet Stream (corrente de jato), como responsável pela dispersão da radiação liberada em Fukushima. Para Busby, no entanto, essa possibilidade é bastante improvável.

Apesar desses reveses, e ainda intrigado com suas descobertas, Pizzol continua investindo tempo e dinheiro para entender o fenômeno.

Recentemente, o gaúcho adquiriu um espectrômetro — que identifica a composição dos materiais radioativos. Ele afirmou ainda ter calibrado os seus equipamentos com ajuda de especialistas estrangeiros.

Para Pizzol, muita coisa ainda precisa ser explicada. O “caçador” continua registrando “ondas” de radiação com seus aparelhos e mantém o hábito de coletar amostras do solo, de algumas plantas “deformadas” da vizinhança e, claro, das chuvas de Encantado.

Fonte: R7
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Carga radioativa roubada de caminhão é achada no México


Autoridades mexicanas conseguiram localizar uma carga radioativa que estava dentro de um caminhão roubado na segunda-feira quando estava a caminho da região da Cidade do México.

O material, Cobalto-60, tinha sido removido de dentro do contêiner pelos ladrões e abandonado perto da cidade de Hueypoxtla, a menos de dois quilômetros de onde havia sido roubado.

Segundo autoridades, os ladrões podem ter sido expostos a grandes níveis de radiação, mas não há riscos para a população local.

Mardonio Jimenez, da Comissão Mexicana de Segurança Nacional Nuclear, disse que quem abriu o contêiner pode estar correndo risco de morte porque a intensidade da radiação é muito alta.

"Eles (ladrões) vão ao hospital e estaremos esperando", afirmou Jimenez.

O material radioativo está em poder das autoridades e a área foi isolada.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que foi informada assim que o roubo ocorreu, descreveu o material como extremamente perigoso e chegou a especular que este poderia ser usado na construção de "bombas sujas", nas quais materiais radioativos são combinados com explosivos convencionais.

No entanto, as autoridades acreditam que o episódio não passou de um "roubo oportunista que deu totalmente errado".

Câncer

O cobalto-60 se encontrava dentro de uma máquina de radioterapia desativada que era transportada da cidade de Tijuana (norte do país) à região da Cidade do México, onde está localizado um depósito de resíduos radioativos.

Segundo a imprensa local, o caminhão de 2,5 toneladas foi roubado em um posto de gasolina em Tepojaco, no Estado de Hidalgo.

O motorista disse que foi rendido por dois homens armados. Eles o teriam amarrado e deixado em um terreno baldio antes de fugirem com o veículo.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, o cobalto-60 é um metal caracterizado por emitir em energia na forma de raios gama.

A radiação de um grama dessa substância é 30 vezes mais poderosa que uma quantidade equivalente de plutônio-289.

A substância tem muitos usos, que vão desde a radioterapia até a esterilização de equipamentos médicos e alimentos, mas é perigosa quando em contato com a pele e pode causar doenças graves, como o câncer.

Apesar de a maior parte das toxinas ser eliminada pelo corpo em poucas horas, certa quantidade fica armazenada nos tecidos e é absorvida pelo fígado, pelos rins e pelos ossos.

Casos de intoxicação anteriores pela substância foram relatados em 1998 na Turquia, quando dez pessoas foram tratadas após entrarem em contato com sucata contaminada por cobalto-60.

Na China, três pessoas morreram ao recolher um objeto que tinha cobalto-60.

Fonte: BBC Brasil
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Relatório aponta para 435 reatores nucleares em operação no mundo


Está disponível a nova edição do Panorama da Energia Nuclear no Mundo, relatório produzido pela Eletrobras Eletronuclear. De acordo com o documento, há 435 reatores nucleares em operação no mundo e 71 em construção – oito a mais do que em 2011.

Em 2013, sete usinas começaram a ser construídas, sendo três nos Estados Unidos; duas na China; uma na Coréia do Sul; e outra nos Emirados Árabes Unidos. Com 100 reatores nucleares em operação, os Estados Unidos foram, em 2012, o país que mais gerou energia por fonte nuclear, sendo responsável por quase 32% da produção total desse tipo de energia no mundo. Em seguida vem a França (17%) e o Japão (6,3%). Já o Brasil foi responsável por 0,6%.

A publicação ainda faz uma análise dos procedimentos adotados pela maioria dos países após o acidente de Fukushima, no Japão. O Panorama é para ser utilizado para pesquisas e a sua reprodução total ou parcial é permitida desde que os créditos sejam indicados.

Leia aqui o documento na íntegra.

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Retirada de combustível do reator 4 de Fukushima ameaça criar cenário apocalíptico


Em novembro, a TEPCO começa a remover os bastões de combustível, que têm emissão de radiação equivalente a 14 mil bombas como as de Hiroshima

Uma operação com consequências potencialmente “apocalípticas” deve começar em cerca de duas semanas – “em torno de 8 de novembro” – no reator 4 de Fukushima, que está danificado e vazando. É aí que a operadora da usina, a TEPCO, vai tentar remover 1.300 bastões de combustível gastos de um depósito completamente estragado no andar superior da usina. Os bastões têm radiação equivalente a 14 mil bombas como as que foram lançadas em Hiroshima.

Apesar de o prédio do reator 4 em si não ter sofrido um colapso, ele passou por uma explosão de hidrogênio, e está indo de mal a pior, e a chance de aguentar mais um abalo sísmico é zero.

O Japan Times explicou:

“Para remover os bastões, a TEPCO colocou um guindaste de 273 toneladas por cima do prédio, que será operado remotamente, de uma sala separada. [...] os bastões gastos vão ser retirados das armações em que eles estão armazenados um a um e inseridos em uma pesada câmara de aço, com as peças ainda submersas debaixo da água. Quando essa câmara for retirada da água e depositada no chão, será transportada até outra piscina em um prédio intacto para armazenamento.

Em circunstâncias normais, uma operação como essa demoraria três meses. Mas a TEPCO esperar completar essa antes do início do ano fiscal de 2014.”

Um coro de vozes têm soado como um alarme contra o plano – nunca algo assim já foi feito – de remover manualmente 400 toneladas de combustível gasto da TEPCO, que tem sido responsabilizada por problema atrás de problema na danificada usina nuclear.

Arnie Gunderson, engenheiro nuclear veterano dos EUA e diretor da Fairewinds Energy Education, alertou, nesse verão, que “eles terão dificuldade na remoção de um número significativo dos bastões”, e disse que “daí se pular direto para a conclusão de que vai dar tudo certo é um belo salto no escuro”.

Paul Gunter, diretor do Reactor Oversight Project, também deu o alarme, afirmando ao Commom Dreams que “dadas as incertezas sobre as condições objetivas e a disposição de centenas de toneladas de partes, vai ser como um perigosíssimo jogo de pega varetas radioativo”. Gunter fez a seguinte analogia sobre o perigoso processo de remover os bastões de combustível gastos:

“Se você pensar na armação nuclear como um maço de cigarros, se você puxar um cigarro direto, ele sai – mas essas armações sofreram danos. Agora, quando eles forem puxar o cigarro direto para cima, ele vai provavelmente quebrar e soltar Césio e outros gases, Xenônio e Criptônio, no ar. Suspeito que quando chegar novembro, dezembro, janeiro, vamos ouvir que o prédio foi evacuado, que eles quebraram um dos bastões, que os bastões estão liberando gases. [...]

Suspeito que vamos ter mais liberações no ar à medida que eles tiram o combustível. Se eles puxarem rápido demais, quebram o bastão. Acho que as armações foram retorcidas, o combustível superaqueceu – a piscina ferveu – e o efeito é que provavelmente, boa parte do combustível vai ficar lá por muito tempo.”

O Japan Times acrescentou:

“A remoção dos bastões costuma ser feita por computador, que sabe a localização de cada uma das peças com precisão milimétrica. O trabalho às cegas em um ambiente altamente radioativo faz com que haja um risco de o guindaste danificar um dos bastões – um acidente que deixaria ainda mais miserável a região de Tohoku.”

Como explicou Harvey Wasserman, ativista contra atividade nuclear de longa data:

“Os bastões gastos de combustível precisar ser mantidos resfriados o tempo todo. Se eles forem expostos ao ar, seu revestimento de liga de Zircônio vai pegar fogo, os bastões vão se queimar e grandes quantidades de radiação serão liberadas. Se os bastões encostarem um no outro, ou se eles se desfizerem numa pilha grande o suficiente, pode haver uma explosão.”

RT ainda acrescenta que, na pior das hipóteses: “a piscina pode desabar no chão, derrubando os bastões uns sobre os outros, o que poderia provocar uma explosão muitas vezes pior do que a que aconteceu em março de 2011.”

Wasserman diz que o plano é tão arriscado que merecia uma intervenção global, um pedido do qual Gunter compartilha, afirmando que “a perigosa tarefa não deveria ficar nas mãos da TEPCO, deveria envolver a supervisão e o gerenciamento de especialistas internacionais independentes”.

Wasserman disse ao Commom Dreams que:

“A retirada dos bastões de energia da unidade 4 de Fukushima pode bem ser a missão mais perigosa da engenharia até hoje. Tudo indica que a TEPCO é incapaz de fazer isso sozinha, ou de informar de maneira confiável à comunidade internacional o que está acontecendo. Não há razões para se acreditar que o governo japonês também faria isso. Esse é um trabalho para ser feito pelos melhores engenheiros e cientistas do mundo, com acesso a todos os recursos que poderiam ser necessários

A potencial liberação de radiação em um caso desses pode ser descrita como apocalíptica. Só o Césio equivale a 14 mil bombas como as que foram jogadas sobre Hiroshima. Se algo der errado, a radiação poderia forçar que todos os seres humanos no local sejam evacuados, e poderia provocar a falha dos equipamentos eletrônicos. A humanidade seria forçada a assistir sem poder fazer nada enquanto bilhões de curies de radiação mortal são jogadas no ar e no mar.”

Por mais ousado que possa parecer o alerta de Wasserman, ele encontra ressonância na pesquisadora de fallout de radiação Christina Consolo, que disse ao RT que na pior das hipóteses o cenário é de apocalipse. O alerta de Gunter também foi ousado.

“O tempo é curto enquanto nos preocupamos que outro terremoto pode danificar ainda mais o complexo do reator e o depósito do resíduos nucleares”, continuou ele. “Isso poderia literalmente reinflamar o acidente nuclear a céu aberto e incendiar até alcançar proporções hemisféricas”, disse Gunter.

Wasserman diz que, dada a gravidade da situação, os olhos do mundo deveriam estar voltados para Fukushima.

“Essa é uma questão que transcende ser antinuclear. O destino da Terra está em jogo aqui, e o mundo todo deve acompanhar cada movimento daquele local a partir de agora. Com 11 mil bastões de energia espalhados pelo local, e com um fluxo constante de água contaminada envenenando o oceano, é a nossa sobrevivência que está em jogo.”

Fonte: Marcha verde
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Bombas Eletromagnéticas: E-Bombs, PEM e EMP


Sem barulho, sem fumaça, sem cheiro. A bomba é invisível: não levanta poeira, não abre nenhuma cratera. Sem mortes, sem macas tampouco… Entretanto, esta arma, improvável, existe. Seu nome: e-bomb, a bomba eletromagnética.

O efeito dos impulsos microondas sobre os sistemas eletrônicos foi descoberto um pouco por acaso, quando os exércitos constataram que, próximos de seus radares mais poderosos, os aparelhos eletrônicos entravam em pane. O campo eletromagnético criado depois de uma explosão atômica em alta atmosfera tinha as mesmas conseqüências.

Faltava estudar diversas soluções tecnológicas para a criação de uma gama variada de e-bombas a serem integradas em obuses, mísseis, aviões, caminhões, satélites, valises etc. Seus alvos? Os cabos e as redes de eletricidade, servidores, comunicações eletrônicas, computadores, e o coração dos bunkers – estes, difíceis de serem atingidos por outros meios.

Conseqüências diretas? A interrupção momentânea ou definitiva das comunicações, das trocas de dados, dos sistemas de comando, dos aparelhos de detecção, de medida e de controle. Sua utilização visaria, no quadro de uma ofensiva aérea ou terrestre, a isolar o inimigo, a colocá-lo na incapacidade de controlar seus meios e suas forças ou de se informar sobre a situação da batalha em curso.

“Impacto nulo” sobre seres vivos

As bombas eletromagnéticas pertencem à categoria das chamadas armas de energia direta – mais exatamente, à família das “microondas de forte potência” (MPF ou, em inglês, HPM, high power microwaves weapon). Não pertencem mais ao domínio da ficção científica. “Tais armas se inserem na evolução lógica das tecnologias de ataque e defesa”, comenta François Debout, subdiretor das estratégias técnicas da Diretoria Geral para Armamentos (STTC-DGA) francesa.

Neste caso específico, trata-se de aparelhos de diferentes tamanhos (da valise ao caminhão), compostos de uma fonte de alimentação, de um gerador de impulso, de um tubo hiperfreqüência e de uma antena capazes de produzir impulsos eletromagnéticos muito breves e muito poderosos, com freqüência, alcance e direcionamento variáveis.

Seu impacto direto sobre os seres humanos é considerado nulo, na falta de prova em contrário. “Devido à brevidade dos impulsos microondas”, explica Debout, “não se produz agitação das moléculas de água suscetível de gerar uma elevação da temperatura corporal.”

Em outros termos, essas microondas, teoricamente, não têm tempo de “cozinhar” os seres vivos que se encontram em seu raio de ação – salvo em casos de alguma falha que provoque uma exposição prolongada. Em contrapartida, todos os equipamentos elétricos e eletrônicos são vulneráveis a esses impulsos. Tanto mais que a miniaturização dos componentes aumenta sua sensibilidade ao meio eletromagnético.

Cresce “clube da bomba eletrônica”

Muito provavelmente, os Estados Unidos possuem armas MPF montadas em mísseis e prevêem a instalação de outras em aviões com ou sem pilotos. Em compensação, estão nitidamente menos avançados nos programas de defesa contra esse tipo de aparelhos.

A França, por sua vez, realiza pesquisas sobre diferentes aspectos com a ajuda de laboratórios universitários (Limoges, Lille) e de escolas de Engenharia (Supélec e Polytechnique, no planalto de Saclay), “mas nenhum programa de desenvolvimento foi decidido”, afirma Debout, em nome da DGA. Como incluir armas MPF em equipamentos diversos? Como garantir a adequação alvo/meios, como evitar criar danos fratricidas ou colocar essa tecnologia em mãos inimigas na seqüência, por exemplo, da perda de um míssil equipado? Estas são algumas das questões que se colocam.

Além dos Estados Unidos, que parecem ter resolvido parcialmente ou esvaziado esses problemas, os mais avançados seriam – desde que se dê crédito aos relatórios do Departamento de Defesa norte-americano – os britânicos, os chineses, os alemães e principalmente os russos.

“Uma arma de produzir acidentes”

Em 1998, segundo o jornal sueco Svenska Dagbladet, a Austrália e a Suécia haviam comprado da Rússia, para a realização de testes, uma pequena arma MPF por uns 150 mil dólares. E, desde outubro de 2001, a empresa russa Rosoboronexport oferece equipamentos que entram nessa categoria – entre eles, o Ranets-e, um sistema móvel de defesa que age num raio de 10 quilômetros com impulsos de 10 a 20 nanossegundos e uma potência de 500 megawatts.

Em agosto de 2002, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, deu a entender que tais armas – consideradas em seu país como “não-letais” 5 – poderiam igualmente fazer parte do arsenal norte-americano em caso de guerra contra o Iraque: “You never know...” (“Sabe-se lá…”), contentou-se em responder. Para Debout, com ou sem e-bomb, a “guerra limpa” continua sendo um conceito insano: “De qualquer forma, eu me recuso a chamar essa arma de não-letal. Imaginem um avião ou trem de alta velocidade sendo atingido por um sistema desses…”

“Uma arma de produzir acidentes”, conclui, filosoficamente, Paul Virilio.

(Trad.: Iraci D. Poleti)

Fonte: Diplo.org

Como funcionam as bombas eletromagnéticas (E-Bombs)

Qualquer um que já tenha enfrentado um apagão sabe que a experiência é extremamente desagradável. Depois da primeira hora sem energia, você passa a reconhecer o valor de todos os aparelhos elétricos que usa no seu dia-a-dia.

Mas isso não é nada comparado ao cenário geral. Se o apagão atingir uma cidade ou nação inteira e não houver recursos de emergência suficientes, as pessoas podem morrer expostas ao tempo, as empresas sofrerão perda de produtividade e toneladas de alimentos poderão se estragar. Em maior escala, a falta de energia poderia interromper as redes de computadores que mantêm o governo e corporações em funcionamento. Somos totalmente dependentes de energia; quando ela acaba, as coisas ficam complicadas rapidamente.

Uma bomba eletromagnética ou e-bomb, é uma arma projetada justamente para tirar vantagem dessa dependência. Esse tipo de bomba na verdade iria destruir a maior parte das máquinas que funcionam à eletricidade, ao invés de simplesmente cortar a energia de uma região.

Geradores se tornariam inúteis, carros deixariam de dar partida, trens deixariam de funcionar e não haveria a menor possibilidade de se fazer uma ligação telefônica. Em questão de segundos uma bomba eletromagnética com potência suficiente poderia jogar toda uma cidade 200 anos de volta no passado ou deixar uma unidade militar totalmente inoperante.

Há décadas as Forças Armadas dos EUA, UE, Rússia, China investem na idéia de uma bomba eletromagnética e muitos acreditam que agora elas possuem esta arma no seu arsenal. Por outro lado, grupos terroristas podem estar construindo bombas eletromagnéticas com tecnologia menos avançada, movidos pela intenção de causar sérios estragos aos Estados Unidos e outros.

A idéia básica

A idéia básica de uma bomba eletromagnética ou de uma arma de pulso eletromagnético (PEM) é bastante simples. Esse tipo de arma é projetada para aniquilar circuitos elétricos com um intenso campo eletromagnético.

Se você já andou lendo como funciona o rádio ou como funcionam os eletroimãs, então você sabe que um campo eletromagnético mesmo não tem nada de especial. Os sinais de rádio que transportam AM, FM, a televisão e as chamadas de telefones celulares, todos são energia eletromagnética, assim como a luz comum, o microondas e os raios X.

Uma transmissão de rádio de baixa intensidade induz uma corrente elétrica suficiente apenas para transportar um sinal até um receptor. No entanto, se a intensidade do sinal (o campo magnético) aumentasse consideravelmente, isso induziria uma corrente elétrica muito maior. Uma corrente grande o bastante seria capaz de fritar os componentes semicondutores de um rádio, desintegrando-os completamente.

Fica claro que comprar um rádio ou aparelhos elétricos novos seria a menor de suas preocupações. A intensa oscilação do campo magnético poderia induzir uma enorme corrente em praticamente qualquer outro objeto condutor de eletricidade, por exemplo, em cabos telefônicos, de eletricidade e até em canos de metal.

Essas antenas involuntárias transmitiriam o pico de corrente a qualquer outro componente elétrico que estivesse no fim do trajeto, digamos, para uma rede de computadores conectada aos cabos telefônicos. Um surto de corrente grande o bastante poderia queimar dispositivos semicondutores, derreter a fiação, fritar baterias e até explodir transformadores.

Há várias maneiras possíveis de se criar um campo magnético dessa intensidade.

A ameaça do PEM nuclear

As bombas eletromagnéticas começaram a estourar nas manchetes há pouco tempo, mas o conceito de armamento baseado em PEM já existe há muito tempo.

A idéia remonta às pesquisas com armas nucleares na década de 50. Em 1958, testes norte-americanos com bombas de hidrogênio produziram alguns resultados surpreendentes. Uma explosão de teste sobre o Oceano Pacífico acabou estourando lâmpadas de postes no Havaí, a centenas de quilômetros de distância do local da detonação. A explosão chegou a interferir em equipamentos de rádio em pontos tão remotos quanto a Austrália.

Os pesquisadores concluíram que a perturbação elétrica deveu-se ao efeito Compton, cuja teoria fora desenvolvida pelo físico Artur Compton, em 1925. Segundo Compton, fótons carregados de energia eletromagnética poderiam golpear elétrons e expulsá-los de átomos com números atômicos baixos.

Os pesquisadores concluíram que, no teste de 1958, os fótons de intensa radiação gama produzida pela explosão arrancaram uma grande quantidade de elétrons dos átomos de oxigênio e nitrogênio existentes na atmosfera. Este fluxo de elétrons interagiu com o campo magnético da Terra, criando uma corrente elétrica alternada, que por sua vez induziu um potente campo magnético. Finalmente, o pulso eletromagnético resultante induziu intensas correntes elétricas em materiais condutores espalhados por uma extensa área.

Durante a Guerra Fria, o Serviço Secreto dos EUA temia que a União Soviética lançasse um míssil nuclear e o detonasse a cerca de 50 km de altitude sob Estados Unidos, com o objetivo de alcançar o mesmo efeito em maior escala. O temor era de que o surto eletromagnético resultante neutralizasse equipamentos elétricos por todo os Estados Unidos.

Este tipo de ataque ainda é uma possibilidade muito real, mas já deixou de ser a maior preocupação americana. Hoje o serviço secreto dos EUA presta muito mais atenção nos dispositivos PEM não nucleares, como as bombas eletromagnéticas. Essas armas não são capazes de afetar uma área tão extensa, pois não detonariam fótons a uma altura tão elevada sobre a Terra, mas poderiam ser usadas para causar apagões em um nível mais regional.

Armas PEM não-nucleares

Possivelmente os Estados Unidos tenham armas PEM no seu arsenal, embora não se saiba de que tipo elas são. Boa parte das pesquisas sobre PEM nos EUA vêm sendo feitas no campo das microondas de alta potência (MAP). Há muita especulação entre os jornalistas sobre se elas existem de verdade e se tais armas poderiam ter sido usadas em guerra do Iraque.

É bastante provável que as bombas eletromagnéticas de MAP dos EUA não sejam bombas propriamente ditas. Provavelmente elas se pareçam mais com fornos microondas superpotentes, capazes de gerar feixes concentrados de energia de microondas. Uma possível aplicação consistiria num dispositivo MAP instalado em um míssil de cruzeiro, o qual teria, assim, poder para danificar alvos terrestres do alto.

Essa é uma tecnologia cara e avançada, portanto, fora do alcance de forças terroristas que não dispõem de uma quantidade considerável de recursos. Mas este não é o fim da história das bombas eletromagnéticas. Utilizando suprimentos baratos e conhecimentos rudimentares de engenharia, organizações terroristas poderiam facilmente construir um perigoso dispositivo de bomba eletromagnética.

No final de setembro de 2001, a revista Popular Mechanics publicou um artigo descrevendo esta possibilidade. O artigo tratava especificamente das bombas de gerador de compressão de fluxo (FCGs), as quais datam da década de 50. A concepção deste tipo de bomba eletromagnética, ilustrada abaixo, é razoavelmente simples e potencialmente barata; o desenho conceitual dessa bomba provém de relatório escrito por Carlo Kopp, um analista militar e, já faz algum tempo que está amplamente disponível ao público, mas ninguém seria capaz de construir uma bomba eletromagnética valendo-se apenas desta descrição.

Efeitos da bomba eletromagnética

Uma ofensiva com uma dessas bombas deixaria prédios em pé e pouparia vidas, mas ainda poderia destruir um exército de bom tamanho.

Há uma variedade de situações de ataque possíveis. Pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade poderiam causar interferências temporárias em sistemas eletrônicos, pulsos mais intensos poderiam corromper importantes dados digitais e ondas de grande potência iriam fritar equipamentos elétricos e eletrônicos completamente.

Na guerra moderna, as várias modalidades de ataque poderiam completar uma série de importantes missões de combate. Por exemplo, uma bomba eletromagnética poderia efetivamente neutralizar:

·sistemas de veículos e transportes;

·sistemas, em terra, de mísseis e bombas;

·sistemas de comunicação;

·sistemas de navegação;

·sistemas de rastreamento de curto e longo alcances.

As armas PEM seriam particularmente úteis numa invasão, visto que os pulsos poderiam efetivamente neutralizar os abrigos subterrâneos. A maior parte dos abrigos subterrâneos são difíceis de atingir com bombas e mísseis convencionais. Uma explosão nuclear poderia efetivamente arrasar muitos destes abrigos, contudo o número de vítimas nas áreas vizinhas seria devastador. Um pulso eletromagnético poderia atravessar o solo e atingir o abrigo desligando luzes, sistemas de ventilação e de comunicações, até mesmo as portas elétricas. O abrigo ficaria completamente inabitável.

Por outro lado, os EUA também são altamente vulneráveis a ataques com armas PEM. Um ataque em larga escala com arma PEM em qualquer país poderia comprometer a capacidade de organização de suas forças armadas. As tropas em terra poderiam perfeitamente operar armamento não elétrico (como metralhadoras), mas não teriam como utilizar equipamentos para planejar um ataque ou localizar o inimigo. Um ataque com uma arma PEM poderia efetivamente rebaixar qualquer unidade militar ao nível de um exército guerrilheiro.

Embora sejam geralmente consideradas não-letais, as armas PEM poderiam facilmente matar pessoas se fossem direcionadas contra alvos específicos. Se um PEM desligasse a eletricidade de um hospital, por exemplo, qualquer paciente ligado a aparelhos de suporte vital morreria imediatamente. Uma arma PEM poderia ainda neutralizar veículos e trens, inclusive aeronaves em pleno voo, causando acidentes catastróficos.

Em última análise, o efeito de maior alcance de uma bomba eletromagnética poderia ser psicológico. Um ataque maciço com armas PEM desferido contra um país faria com que a vida moderna sofresse uma parada brusca, imediata. Haveria muitos sobreviventes, mas eles teriam que viver num mundo totalmente desolado, diferente do mundo em que vivemos.

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Radiação em canal de escoamento de Fukushima duplica em apenas dois dias


A radiação registrada em uma canal de escoamento da central de Fukushima, situado junto a uma tanque que em agosto filtrou 300 toneladas de água muito contaminada, duplicou com relação às medições realizadas um dia antes, informou nesta quinta-feira a operadora da usina.

A água, extraída ontem, mostrava um volume recorde de 140 mil becquerels por litro de raios beta emitidos por substâncias radioativas como o estrôncio-90, comparado com os 59 mil becquerels da véspera, explicou a Tokyo Eletric Power (TEPCO).

A empresa explicou que este aumento pode ser atribuído às fortes chuvas que afetaram recentemente a central, o que provocou a entrada de terra contaminada com substâncias radioativas no canal de drenagem.

A condução se encontra perto de um conjunto de tanques que armazena água altamente tóxica, que foi contaminada ao ter sido empregada para injetá-la nos três reatores que ficaram sem sistema de refrigeração e sofreram fusões parciais do núcleo após ser golpeados pelo terremoto e tsunami de 2011.

Estes dias TEPCO trabalha contra o relógio para que, além disso, possa conter a grande quantidade de chuva que é esperada com a chegada do segundo tufão em apenas dez dias.

Se prevê que o tufão Francisco chegue em 27 de outubro ao nordeste japonês, onde está a central.

Para evitar que a chuva ultrapasse as contenções de 30 centímetros de altura (como aconteceu na semana passada após a passagem do tufão Wipha), a empresa começou a transferir a água dessa tempestade anterior que ainda está acumulada a uma série de piscinas subterrâneas.

Esse líquido restante que está sendo bombeado, contém um máximo de 970 becquerels por litro de estrôncio-90, mais de 30 vezes o limite que permitido pelas autoridades japonesas quanto aos vazamentos.

Até agora, a TEPCO tratou de bombear a água de chuva a tanques onde armazena água que posteriormente é submetida a um tratamento para retirar material radioativo.

No entanto, com a chegada de dois tufões seguidos, estes tanques se encontram cheios e a empresa anunciou que não tem mais espaço que utilizar três piscinas subterrâneas (com capacidade para armazenar cerca de 10 mil toneladas de líquido no total), apesar de ter registrado fugas.

No entanto, a mudança deste água às piscinas foi autorizada pela Autoridade Nacional de Regulação Nuclear (NRA).

Fontes: EFE, Os bastidores do Planeta, Libertar.in
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Projeto Haarp, Uma Expansão do Projeto Montauk


Preston Nichols e Peter Moon

Excerto do capítulo "Guerra nas Estrelas e Transmissões de Controle da Mente", em Encontro nas Plêiades, uma Visão Interior dos UFOs

Transmissões de controle da mente e outros fenômenos encaixam-se no assunto de implantes, embora eles sejam de uma natureza completamente diferente. Eu ilustrarei como eles funcionam, com uma investigação de um fato real.

No verão de 1995, recebi uma chamada telefônica de uma mulher que identificarei por Susan DaRe. Ela achava que ela era alvo de transmissões de controle da mente, transmissões de enfermidades e alguma coisa mais. Sua história interessou-me tanto que decidi visitá-la e fazer um estudo eletromagnético. Eu estava indo a uma hamfest (onde peças de radioamador são compradas e vendidas) em Virgínia, e não era muito fora do meu caminho parar em sua casa, do outro lado do Forte Meade, uma instalação militar em Maryland. Quando cheguei, saímos para jantar com seu amigo Bruce, e ela começou a contar-me a história de sua vida.

Susan nasceu em 1951, e foi adotada por uma família alemã que tinha vindo para a América após a Segunda Guerra Mundial, e que tinha se envolvido com Adolf Hitler e o Terceiro Reich. Sua família era proprietária de uma madeireira no Meio Oeste, e freqüentemente bancavam os anfitriões de pessoas da inteligência, de equipes da CIA e da NSA. Quando jovem, ela teve uma espécie de iniciação mágica. Susan foi subseqüentemente implantada, e cresceu. Hoje em dia, ela afirma possuir tremendas habilidades psíquicas.

Após adulta, Susan procurou pelo seu pai natural, e descobriu que ele servira por muito tempo no Egito, e tinha uma posição bastante elevada na inteligência militar dos EUA. Isto foi tudo que ela pôde descobrir, exceto pelo fato de que ele queria rejeitar qualquer ligação com ela.

Depois de contar-me a sua história, ela disse que ainda estava sendo visada, e que sua família de adoção ainda estava ligada à comunidade de inteligência (CIA). Susan acredita fortemente na teoria comum de que as raízes da CIA tiveram início com a SS nazista. Ela falou que a razão de estar sendo visada era o negócio da madeireira. Quando o seu pai de adoção morreu, ela iria receber a metade, e a outra metade iria para o seu irmão de adoção, de um total avaliado em quarenta milhões de dólares. Susan acredita que a comunidade de inteligência, trabalhando em conluio com seu tio "mago negro", queria livrar-se dela, de modo que o filho natural pudesse receber toda a herança.

Enquanto nos dirigíamos para sua casa, após o jantar, comecei a fazer um estudo eletromagnético. Sintonizei primeiro em um sinal de 1080 MHz, que estivera estudando por um mês. Percebi que quando ficava perto do seu carro, o sinal aparecia. Quando ela ficava distante, o sinal desaparecia. Era como se o transmissor daquele sinal estivesse no carro dela. Eu sabia que este não era o caso, porque estivera captando o mesmo sinal por toda a [rodovia] Noroeste, e não era possível que ele estivesse sendo transmitido do carro. Mas não havia dúvida que o sinal estava sendo dirigido a Susan.

Tão logo chegamos à casa dela, comecei uma investigação eletromagnética no local. Imediatamente encontrei o sinal de 1080 MHz, e também encontrei o sinal de 435 MHz que rotineiramente emana das vizinhanças de Montauk*. Encontrei também uma forte transmissão em ELF (freqüência extra-baixa), mais baixa do que meu equipamento podia captar (cerca de 50 a 400 KHz). Gravei em vídeo-tape as imagens dos diferentes sinais.

O sinal de Montauk em 435 MHz era particularmente interessante, porque sempre que o captava, ele se separava. Se as partes fossem postas juntas, poderiam formar um sinal igual ao que eu estava vendo em Maryland. Enquanto Susan se movia para dentro e para fora de sua casa, eu percebia mudanças sutis no visor padrão, para o sinal de 435 MHz. Ela andava à volta, e onde quer que se posicionasse, uma mudança sutil se mostraria no visor e ficava perceptível também nos receptores. A seguir, voltei a sintonizar o sinal de 1080 MHz, e tentei a mesma coisa. Percebi que se ela se sentasse no carro, o sinal de 1080 MHz enfraquecia. Se ela se movesse, ele voltava.

Susan mostrou-me então um relato do Dr. Peter Moscow. Ele é o presidente da Associação de Psicotrônica dos EUA, e um excelente pesquisador bioeletro-magnético. Ele se envolveu com os trabalhos de Wilhelm Reich e radiônica, e eu já estava familiarizado com ele. Seu relato indicava que ela tinha tido danos cerebrais, e estava exposta a campos eletromagnéticos aberrantes, tais como ELF e VLF [freqüência muito baixa]. Eu tinha, definitivamente, captado os campos eletromagnéticos aberrantes (os sinais em 435 MHz e 1080 MHz).

Quando Susan fez uma tomografia, houve seções de seu cérebro onde o revestimento de mielina estava desaparecendo. Sabe-se que isto é o início da esclerose múltipla. Ela acredita que esta doença é o resultado das transmissões de radiodifusão em sua direção. Acredito nesta possibilidade, e explicarei o por quê. Primeiro, diremos o que a rede de 435 MHz a 1080 MHz realmente faz.

Estes sinais começam como transmissão de partículas, do mesmo modo que descrevi em Pirâmides de Montauk. A idéia do acelerador de partículas é aumentar continuamente a velocidade de uma unidade de energia eletromagnética (um átomo de nitrogênio é o melhor para interagir com a atmosfera). Como as partículas se aceleram à velocidade da luz, vastas quantidades de energia são liberadas.

Há cerca de 24 a 36 destes locais em volta do planeta. Cada um deles visa uma série de pequenos satélites, que são referidos como satélites popcorn [pipoca]. Tudo isto é parte da Iniciativa de Defesa Estratégica (mais comumente conhecido como SDI, ou Guerra nas Estrelas). Estes feixes direcionais saltam por toda uma rede de satélites circulando o planeta. Alguns dos satélites multiplicam os feixes, enquanto que alguns deles combinam os raios. Controlando o posicionamento e a orientação dos satélites, os militares podem dirigir um feixe combinado para qualquer lugar no planeta. Eles podem também desfocá-lo, para que se torne essencialmente uma onda de partículas.

Há um enigma muito interessante que tenho observado com relação a este sistema de satélites. As transmissões em 1080 MHz são altas o bastante em freqüência para, se as antenas empregadas para detectá-las forem altamente direcionais, eu deveria localizar áreas no céu onde os satélites deveriam estar em determinado momento. O enigma é que não encontro nada para onde aponto a antena, apenas um sinal de energia uniforme. Colocando esta informação ao lado do que o Dr. Nicholas Begich vem dizendo, isto levou a algumas conclusões muito interessantes.

O Dr. Begich tem publicado informação a respeito de um projeto conhecido como HAARP ou High-frequency Active Aurora Research Project . Isto é conhecido comumente como um projeto de controle do clima, mas o Dr. Begich tem captado e ouvido os sinais de 435 MHz conectados à HAARP, e indica que uma função de controle da mente está sendo empregada.

Em adição à pesquisa do Dr. Begich, há correntemente uma teoria sendo discutida com relação a uma função não linear que irá transformar uma freqüência em uma outra. Acho que é exatamente o que está acontecendo no caso do HAARP. Sinais de alta freqüência desenvolvidos através da HAARP são projetados para ionizar a alta atmosfera, a qual consiste primariamente de nitrogênio. O nitrogênio ionizado (N2), então, age como um translador, o qual literalmente converte a transmissão de partículas de 435 MHz em outra de 1080 MHz. Isto é bastante engenhoso, porque torna os satélites desnecessários. Acredito que este deve ser um dos mais recentes desenvolvimentos da tecnologia de Guerra nas Estrelas.

Comecei a imaginar isto quando encontrei pela primeira vez a freqüência de 1080 MHz, e pedi a Duncan Cameron para fazer uma leitura puramente psíquica dela. Depois de ouvir o sinal, Duncan disse que ele era aproximadamente 2,7 vezes o sinal de 435 MHz. Não está muito longe disso, em absoluto. Se considerarmos que 400 a 450 MHz é a janela para a consciência humana, você pode dividir 1080 MHz por 2,7 e chegará a 400. A relação de 2,7 é direta.

Quando pesquisei esta informação com Dan, meu amigo físico nuclear, ele ficou excitado, porque 2,77 é a relação do nitrogênio para o ar com relação à atmosfera da Terra. Em termos científicos, fica assim:

M(ATM)/MN2 = 2.77

Em outras palavras, se você divide a massa da atmosfera pela massa do nitrogênio, chegará a 2,77. Esta informação era o indício inicial de que havia uma relação entre o nitrogênio e as transmissões em 435 MHz. Baseado em sua experiência, Dan concluiu que nós estávamos muito provavelmente tratando com um raio de partículas de nitrogênio. A informação acima sobre HAARP finalmente explicou o que estava acontecendo.

Dan também falou sobre um efeito colateral que é produzido quando as partículas aniquilam-se umas às outras. Ele falou que quando o nitrogênio e o antinitrogênio colidem, o elemento xenônio é liberado. Um par de testes radiônicos feito nas pessoas atingidas pelo sinal de 1080 MHz indicou que elas tinham um algo grau de nitrogênio e xenônio em seus sistemas. Os sintomas de Susan eram a narcose pelo nitrogênio, mais comumente conhecido como bends [euforia semelhante à resultante da bebedeira, causada por descompressão muito rápida após um mergulho muito profundo no mar].

Tudo isto se tornou ainda mais interessante, porque a leitura psíquica de Dan mostrou que o sistema de raios de partículas também pode ser usado na engenharia genética. Pesquisei então esta informação com um geneticista amigo meu, que achou isto notável, porque a subharmônica da hélice de DNA é de 1100 MHz. Ao mesmo tempo, uma outra pessoa ressaltou um livro de um canadense, que indicou que se alguém usasse uma certa freqüência com uma lâmpada xenônio, criava-se um pensamento-forma que era saudável e regenerador.

A teoria aqui é que alguém pode literalmente fazer engenharia genética usando a freqüência de 1100 MHz para entrar em ressonância com o DNA, e com isso abri-lo e fechá-lo. A aniquilação de partículas (em um acelerador de partículas) libera um padrão que controla o modo como o DNA irá rearranjar a si mesmo. O efeito do gás xenônio poderia ser usado para regenerar o novo DNA. Pesquisei isto com Al Bielek, que disse que ele tinha um amigo cientista que tinha lido anteriormente todo o projeto da rede completa de satélites. Este cientista disse-lhe que às pessoas na empresa que trabalhava que, se este sistema fosse lançado na população como um todo, isto poderia destruir geneticamente a raça humana.

Anteriormente, aqui (neste artigo) mencionei o dano no revestimento de mielina, em Susan DaRe. Este poderia ser o efeito genético degenerativo do qual o amigo de Al avisou. Pode ser a razão porque temos visto a MS [Multiple sclerosis – esclerose múltipla] aparecer por todo o país. Tem sido relatado um incremento pelo menos centuplicado da MS nos últimos cinco anos.

Tudo isto significa que o sistema inteiro de Guerra nas Estrelas poderia ser usado para atacar nossos sistemas imunológicos e o bem-estar mental. Já sabemos que 400 a 450 MHz é a freqüência para a janela da consciência humana; e 435 MHz é a freqüência específica relacionada com a aparição de UFOs. Ela também provém da Via Láctea, e pensa-se que é a freqüência por trás de nossa realidade. O sistema Guerra nas Estrelas, ou pelo menos parte dele, transmite um sinal entre 1000 e 1200 MHz que é derivado de um raio de partículas baseado no nitrogênio. Este sinal é uma multiplicação de 435 MHz, a freqüência por trás de nossa realidade.

Os sinais que captei durante esta pesquisa eletromagnética estavam entre 1080 MHz (2,7 vezes 400) e 1124 MHz (2,7 vezes 416 MHz), e supõe-se que a freqüência de 1100 MHz seja a janela para o DNA humano. Não pude conseguir que o geneticista a ligasse a uma freqüência exata, então isto é uma aproximação. Ele disse que era entre 1000 a 1200 MHz. Uma maior corroboração desta teoria é fácil de reconhecer, se você percebe que a estrutura molecular de proteínas contém nitrogênio como ingrediente primário. Isto faz com que a relação nitrogênio/ar comece a ter mais sentido. O aparecimento do nitrogênio em proteínas não contradiz o fato de a vida ser baseada no carbono. A vida evolui para formas de ordem mais elevada, e esta desenvolve proteínas, que consistem de nitrogênio.

A programação genética sugere alguma coisa muito além do espectro de guerra biológica: sugere também a possibilidade de misturar ou rearranjar o nosso DNA. Este tipo de pensamento prevalece em certos dogmas da New Age, os quais indicam que a raça humana está passando por uma mudança transdimensional. Que anjos aparecerão para rearranjar nosso corpo de luz, de forma que você possa ressoar em uma oitava mais alta. Isto pode ser verdade, mas se anjos ou outros seres dimensionais estão fazendo isto, isto é muito teórico e sobrenatural. Se o governo secreto ou o complexo industrial-militar possui esta capacidade, nós estamos lidando com um cenário inegavelmente real. Há muitas possibilidades.

O que penso sobre isto é que as elites que detêm o poder neste planeta estão receosas de desistir disso tudo. Seu interesse em controlar o nosso DNA estaria em evitar uma migração para outra dimensão. Daí a razão de eles estarem pesquisando esta tecnologia.

Uma segunda possibilidade é que eles estão nos ajudando, em nosso próprio benefício. Este seria um pensamento esperançoso, para dizer o mínimo.

Uma outra possibilidade é que todo o projeto esteja sendo orquestrado para uma vasta experiência. Ele poderia ser para o melhor ou pior do contínuo [espaço]. Pode ser que os maus tenham planos, seja para entrar ou no mínimo subjugar toda a raça humana. Ao mesmo tempo, os bons, ou mestres ascenços, estão deixando-os agir até que possam pará-los no último minuto, e levar-nos todos para o próximo nível. Alguma variação deste tema também é possível. Há muitos diferentes mestres fantoches que poderiam estar envolvidos.

Há uma ilha infame na bifurcação norte de Long Island, que é chamada Plum Island [Ilha das Ameixas]. É um território proibido para a mídia ou para qualquer um, e há muito tempo que se pensa que é um centro de pesquisas bacteriológicas, que inclui guerra biológica. Isto foi verdade por muitos anos, mas eu sei que hoje eles estão preocupados com pesquisas genéticas humanas, baseadas em aceleradores de partículas. Estes aceleradores não são secretos, e podem ser vistos do ar.

Nenhuma destas informações é incluida com intenção de assustar alguém. É de nosso máximo interesse saber de tudo que possa ser usado contra nós. Não significa que serão, mas saber sobre isto constitui a primeira linha de defesa.

* 435 MHz refere-se a quaisquer frequências dentro da faixa de 400 a 500 MHz, e 1080 MHz refere-se a aquelas na faixa de 1000 a 1200 MHz. Os técnicos deverão notar que tomei um cuidado extra para assegurar que não estava captando a transmissão do GPS (Global Positioning System), que transmite em 1236 MHz e é usado por navios e aviões para o propósito de navegação.

Fonte: Uma nova era
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