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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Chemtrails: O que andam a pulverizar pelo Mundo?


Cientistas, pesquisadores e milhares de pessoas, bem como programas informativos e jornalísticos internacionais têm falado e questionado este projecto particular.

As teorias são algumas, e apontam o dedo à Geo-Engenharia, uma indústria em rápido crescimento desenvolvida por cientistas, corporações e governos, cuja intenção poderá ser a modificação climática global - controle do tempo, sendo que a este projecto poderá também estar associado o projeto HAARP (o primeiro funcionaria como indutor e auxiliador do segundo projecto); ou, o objectivo poderá ser a alteração da composição química do solo e da água, condenando a agricultura orgânica (biológica) e as suas sementes à morte, para que empresas que detenham patentes sobre sementes (Ex:. Monsanto; tem sementes que até são resistentes ao alumínio) possam lucrar com, e dominar/controlar, a venda das suas sementes geneticamente modificadas, não restando alternativas a esta opção. Estas, e outras teorias, são-nos apresentadas e documentadas no vídeo abaixo, 'Chemtrails'.

Pensamentos:

"A verdade é que estes rastos químicos têm-se manifestado ultimamente de uma forma mais acentuada a nível internacional e, paralelamente, estamos a assistir a um agravamento de doenças psíquicas, problemas respiratórios, lapsos de memória, tonturas, dores reumáticas, bem como o aumento da síndrome de Alzheimer, Cancro, entre outras doenças que poderão estar associadas aos 'chemtrails' e poderão estar a debilitar o nosso sistema imunológico.

A generalidade da população do planeta desconhece este problema que nos afecta a todos e a todos diz respeito!

As consequências das alterações climáticas graves têm tido origem no agravamento de pluviosidade excessiva derivada da geo-engenharia climática com o auxílio de Chemtrails, ou de pulverizações por aerossol com químicos na atmosfera feita por aviões específicos para esse efeito. É facto conhecido, para quem acompanha diariamente este fenómeno, a influência no clima por rastos químicos deixados sistemática e regularmente por centenas de aviões-tanque, que afectam várias regiões do planeta."


Qual a consequência na meteorologia?

Aqui em Portugal, bem como noutros locais o excesso de chuva fora da época tem acompanhado esta geo-engenharia climática… O aumento de pluviosidade, humidade, chuva ou granizo são consequência imediata desta situação. (quando chove por vezes em excesso e fora da sua época normal)

Infelizmente para a nossa agricultura, bem como nalguns outros países, para além duma má política de gestão e de apoio aos agricultores, o excesso de chuva ou mau tempo fora da época, tem resultado num défice cada vez maior na produção não só de cereais como também noutros produtos hortícolas, afastando cada vez mais o agricultor dos campos e do incentivo de continuar nesta sua profissão.

Descrição: Jesse Ventura sobre 'Chemtrails'

Quem beneficia?

Numa época de crise económica, em que a produção nacional é da maior importância para pequenos países como o nosso poderem fazer face à dívida externa, a desestabilização do clima tem afectado cada vez mais a produção agrícola e a motivação dos agricultores, os quais já por outras razões também terão queixas acumuladas a apresentar…

Naturalmente que o agravamento da qualidade dos solos com chuvas ácidas e metais pesados (nomeadamente alumínio), bem como a prática de uma agricultura com químicos e toxinas tem agravado cada vez mais a qualidade dos produtos hortícolas que servem para alimentação humana… ou animal.

A subida dos preços dos cereais e alimentos (que tem sido quase uma constante), o aumento da importação de produtos alimentares estrangeiros, bem como a produção ou importação de alimentos transgénicos (mais resistentes às pragas derivadas das alterações climáticas) (Monsanto) têm sido os principais beneficiados por esta situação… Naturalmente que os especuladores que investem na bolsa, nestes tipos de produtos alimentares (sejam eles para finalidades de combustíveis bio-diesel ou não) também lucram com a subida e descida de cotação – basta haver algo que influencie a oferta ou procura destes produtos e, para esse efeito, nada será melhor do que as alterações climáticas “inesperadas”.

Felizmente para nós, pessoas como a bióloga Gilles E. Seralini, têm conseguido comprovar ao mundo que os alimentos transgénicos (ou de animais alimentados com transgénicos) afectam a saúde, combatendo no tribunal em França, a Monsanto, a EFSA , bem como as associações científicas representando a biotecnologia em França, a Associação Francesa de Empresas de Biotecnologia e o Conselho Superior Francês de Biotecnologia, travando-se assim um pouco os interesses das multinacionais de transgénicos na Europa.

Os cereais geneticamente modificados começam a demonstrar trazer toxicidade hepatorrenal (síndrome hepatorrenal) , sem excluir modificações genéticas no ser humano. Actualmente, dificilmente existem rações de animais que são para fonte alimentar humana, que não tenham uma mistura de cereais geneticamente modificados, tal como o milho ou a soja que vem dos EUA, por exemplo. Resta acrescentar também, que têm sido reconhecidos vários casos de esterilidade em pessoas que trabalham ou que estão próximo de agriculturas onde foram utilizados pesticidas vendidos pela empresa Monsanto.

Também os pesticidas têm tido uma larga história na afectação da saúde humana, tendo sido detectados também grandes quantidades de pesticidas, além de outras toxinas, nos testes feitos ao ar em locais de pulverizações com Chemtrails.

A partir dos anos 90, os produtores de químicos e pesticidas, notavelmente as empresas Monsanto e Dow, começaram a comprar os produtores de sementes. A empresa Monsanto conseguiu sozinha, 8 mil milhões de dólares e o Dr. Charles M. Benbrook, antigo Director do Board of Agriculture (Conselho de Agricultura) da Academia de Ciências, disse:

“Basicamente, a indústria americana de pesticidas, comprou a indústria de sementes com todos os propósitos e intenções”.

A intenção e propósito, era controlar a produção de comida. A lei ainda foi alterada para permitir que as empresas patenteassem variedades de sementes que não tinham produzido geneticamente. O único critério era que ninguém tivesse patenteado antes. Isto levou a que as empresas levassem as sementes dos bancos de sementes, produzidas para proteger a diversidade genética e fossem posteriormente ao gabinete de patentes para registar a propriedade. Reconhece-se que a Monsanto é dona de mais de 11.000 sementes, contando também com as que já estão em crescimento.

Outro aspecto interessante deste negócio de sementes OGM relacionado com a Monsanto, empresa outrora conhecida por produzir o mortal herbicida “Agente Laranja” (utilizado na guerra biológica) e, hoje, uma das maiores agro-indústrias químicas internacionais do mundo, foi a produção da semente geneticamente modificada – a Round-Up Ready Canola. Quando o pólen dessas plantas, modificadas geneticamente, acidentalmente cai sobre as agriculturas vizinhas, que usam sementes orgânicas ou outras convencionais, irá fertilizar as plantas e introduzir os genes modificados, tornando-os, essencialmente, cópias das Round-Up Ready.

Quando isso acontece, a Monsanto processa o agricultor vizinho por ter usado os seus genes modificados sem pagar por eles.

Henry Kissinger:

"Who controls the food supply controls the people; who controls the energy can control whole continents; who controls money can control the world."

"Quem controla o fornecimento de alimentos controla o povo, quem controla a energia pode controlar continentes inteiros;. quem controla o dinheiro pode controlar o mundo"

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Cuidado! Muitos Repelentes contra Insetos Possuem Químicos Perigosos Usados na Guerra do Vietnã


Notícias Naturais

Originalmente formulado pelo Exército dos EUA, este produto químico é usado agora em um terço dos lares americanos e foi usado durante a guerra do Vietnã ao lado dos produtos químicos agora proibidos como o Agente Laranja e DDT.

O produto químico, N, N-dietil-m- toluamida, ou Deet, foi usado como um elemento para espantar insetos em soldados que serviram nas selvas do Vietnã. Agora disponível comercialmente, o Deet está sob uma pesquisa minuciosa por causar toxicidade aguda, reações alérgicas, cicatrizes e até mesmo o inchaço do cérebro que leva à morte.

A fabricante número um de Deet, a Morflex Inc. estima que as pessoas já utilizam mais de 200 produtos químicos do tempo de guerra em seus repelentes de insetos domésticos.

Os herbicidas do Agente Laranja são mais facilmente absorvidos na presença de Deet

O herbicida 2,4-D, um dos principais componentes do Agente Laranja, age como um disruptor endócrino em humanos. O 2,4-D é mais facilmente absorvido pelo organismo na presença de DEET. Foi o químico 2,4,5-T que levou à proibição do Agente Laranja, mas é o Deet que torna o Agente Laranja mais penetrante no corpo humano.

O Deet atravessa placenta de coelhos, infiltrado em cursos d'água nos EUA

Em testes de campo da EPA, o Deet foi encontrado em pequenas concentrações em 75 por cento dos cursos de água testados nos EUA. O químico se decompõe em luz solar, mas decompõe-se muito lentamente no solo. Em testes envolvendo coelhos, o Deet entrou a pele do mamífero e até passou pela placenta das coelhas prenhas!

A Academia Americana de Pediatria está preocupada com o Deet sendo usado em crianças e adverte os pais para não expor os menores de dois meses de idade ao produto químico .

Reações adversas do Deet incluem inchaço do cérebro que leva à morte

O Instituto Nacional de Saúde adverte que mesmo os adultos, especialmente o pessoal militar e guardas de caça, podem desenvolver reações cutâneas graves incluindo bolhas, ardor e cicatrizes. O uso a longo prazo nessas carreiras podem provocar alterações de humor e insônia.

Em alguns casos documentados, o Deet causou a morte depois de provocar certas reações adversas. A EPA adverte que o Deet pode causar problemas agudos no fígado e edema cerebral em indivíduos com problemas de metabolismo de amônia. Nesses distúrbios do ciclo da ureia, que ocorrem em cerca de 1 a cada 20.000 nascimentos, o cérebro de um indivíduo pode inchar quando exposto ao Deet, causando a morte.

Sete empresas distribuem mais de 225 produtos com Deet na América

Nos EUA, há pelo menos 225 produtos contendo DEET. Apenas sete empresas enchem o mercado de químicos, com a SC Johnson, Cutter, Sawyer e Ultrathon liderando as vendas. Os 225 sprays repelentes de insetos são realmente uma ilusão corporativa da escolha que distribuem massivamente o mesmo químico tóxico. A boa notícia é - existem outras opções seguras para repelir insetos que não representam uma ameaça para a saúde humana.

O Deet deveria ser comercialmente acessível?

Apesar de ser importante para evitar doenças transmitidas pelos mosquitos que transmitem a malária e a doença de Lyme, um produto químico tóxico como Deet seria a resposta? Quão poderosos os óleos essenciais naturais de eucalipto limão, neem, cedro e citronela podem ser mais eficazes e mais seguros? Esses óleos vegetais podem ser utilizados em concentrações mais elevadas sem representar reações potencialmente fatais.

A Agência de Saúde Pública do Canadá baniu as combinações de filtro solar contendo DEET e restringe produtos sprays contra insetos que contenham mais de 30 por cento de Deet.

O Deet deveria ser comercialmente acessível em concentrações elevadas quando tem sido documentado causar reações adversas que levam à morte?

Mosquito da dengue criou resistência a repelente, diz pesquisa

Uma pesquisa conduzida por cientistas no Reino Unido revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência a um princípio ativo presente na maioria dos repelentes atualmente comercializados no mundo, inclusive no Brasil.

A substância, conhecida como DEET, ou dietiltoluamida, é largamente empregada em repelente contra insetos, combatendo mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos. O composto age interferindo nos receptores sensoriais desses animais, inibindo seu desejo de picar o usuário.

O estudo, divulgado pela publicação científica Plos One, analisou a reação de mosquitos da espécie Aedes aegypti, vetores da dengue e da febre amarela, à substância. Os cientistas concluíram que, ainda que inicialmente repelidos pelo composto químico, os insetos depois o ignoraram.

Eles recomendaram que governos e laboratórios farmacêuticos realizem mais pesquisas para encontrar alternativas à DEET.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão.

Isca

Para provar a eficácia da DEET os cientistas pediram a voluntários que aplicassem repelente com DEET em um braço e soltaram mosquitos.

Como esperado, o repelente afastou os insetos. No entanto, poucas horas depois, quando ofereceram aos mesmos mosquitos uma nova oportunidade de picarem a pele, os cientistas constataram que a substância se mostrou menos eficiente.

Para investigar os motivos da ineficácia da DEET, os pesquisadores puseram eletrodos na antena dos insetos.

"Nós conseguimos registrar a resposta dos receptores na antena dos mosquitos à DEET, e então descobrimos que os mosquitos não eram afetados pela substância", disse James Logan, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição que realizou o estudo.

"Há algo sobre ter sido exposto ao composto químico pela primeira vez que muda o sistema olfativo dos mosquitos. Ou seja, a substância parece mudar a capacidade dos mosquitos de senti-la, o que a torna menos eficiente", acrescentou.

Uma pesquisa anterior feita pela mesma equipe descobriu que as mudanças genéticas em uma mesma espécie de mosquito podem torná-los imunes à DEET.

"Os mosquitos evoluem muito rapidamente", disse ele. "Quanto mais nós pudermos entender sobre como os repelentes funcionam e os mosquitos os detectam, melhor poderemos trabalhar para encontramos soluções para o problema quando tais insetos se tornarem resistentes à substância".

O especialista acrescentou que as descobertas não devem impedir as pessoas de continuarem usando repelentes com DEET em áreas de alto risco, mas salientou que caberá aos cientistas tentar desenvolver novas versões mais efetivas da substância.

Para complementar o estudo, os pesquisadores britânicos agora planejam entender por quanto tempo o efeito dura depois da primeira exposição ao composto químico.

A equipe também deve estudar o efeito em outros mosquitos, incluindo espécies que transmitem malária.

Brasil

No Brasil, a dietiltoluamida está presente na maioria dos repelentes encontrados à venda. Produtos com termetrina e citronela também podem ser achados, mas em menor número.

Não é a primeira vez, entretanto, que a substância causa polêmica.

No ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu à consulta popular uma proposta de resolução para assegurar a segurança e a eficácia dos repelentes a ser adotada pelos fabricantes.

No documento, cujo objetivo era disciplinar o comércio desse tipo de produto, o órgão determinava, por exemplo, a proibição do uso de repelentes com DEET em crianças menores de dois anos, além de informar sobre a necessidade de um estudo prévio para produtos com dosagem acima de 30% para um público acima de 12 anos. Em altas dosagens, especialmente em crianças, repelentes com DEET podem ser tóxicos.

Em entrevista à BBC Brasil, Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e diretor do Instituto Saúde Plena, sugeriu alternativas ao uso de repelentes com DEET.

"É comum que depois de algum tempo os mosquitos adquiram certa imunidade ao produto, ainda que sejam necessários mais estudos para comprovar tal tese", explicou.

"Como alternativa, as pessoas podem usar repelentes com citronela e tomar complexo B, cujo cheiro desagrada os mosquitos, além, é claro, de usar mosquiteiros", disse.

Conceito

Repelente é toda substância que atua formando um vapor com odor repulsivo aos insetos.

Podem ser sintéticos e naturais.

Podem ser apresentados em aerossol, gel, loção e spray.

Princípio Ativo

Deet:

É o mais comercializado atualmente.

Quanto maior a concentração, mais longa é a duração da proteção (até 35-50%).

A concentração máxima para crianças de 6 meses a 12 anos é controversa. A Sociedade Canadense de Pediatria preconiza até 10% de DEET, mas a Sociedade Americana de Pediatria permite o uso até 30% em maiores de 2 anos.

Existe um consenso: não deve ser usado antes dos 6 meses de idade.

No Brasil, a maioria dos produtos destinados a crianças e adultos contém DEET< 10% (ver tabela abaixo)

Icaridina

É o mais eficiente atualmente disponível.

Em concentração de 10% confere proteção por 3 a 5 horas. Em 20%, de 8 a 10 horas.

Sua ação é comparável a concentrações de 15 a 50% de DEET.

Recomendado para crianças com mais de 2 anos.

IR 3535

Pode ser usado na gestante e em crianças a partir de 6 meses.

Estudos evidenciaram tempo médio de proteção curto.

Óleos naturais

São os mais antigos repelentes conhecidos.

São altamente voláteis e , portanto, com efeito de curta duração.

Óleo de eucalipto-limão a 30% - é comparável ao DEET 20%. Confere proteção de até 5 horas.

É o mais recomendado dos óleos naturais.

* Óleo de soja a 2% - efeito de 94,6 min, mas possui um efeito mecânico adicional de repelência;
* Óleo de citronela a 5 a 100% - por ser muito volátil, confere proteção de 20 min a 2 horas;
* Óleo de andiroba puro (100%) – efeito repelente discreto.


Fontes: Notícias Naturais - Natural News - Arun Thai Natural
- EPA: Diethyltoluamide (DEET) (PDF) - National Geographic
- Briassoulis, G., et al. 2001. "Toxic encephalopathy associated with use of DEET insect repellents: a case analysis of its toxicity in children." Hum.Exp.Toxicol. 20(1):8-14. - NPIC: What is 2,4-D? (PDF) - UOL - Dra. Iana Rodrigues: Repelente - A Nova Ordem Mundial
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vírus transmitido por Aedes aegypti ameaça o Brasil

Aedes aegypti, o transmissor da dengue: febre chikungunya tem sintomas semelhantes aos da dengue - dor de cabeça, febre alta, dor muscular

Pesquisa mostra que insetos têm alta capacidade para transmitir a febre chikungunya, provocada por vírus de mesmo nome

Rio - Velho conhecido dos brasileiros, o Aedes aegypti pode se tornar transmissor de mais uma doença no País, além da dengue e da febre amarela. Pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz, publicada no Journal of Virology, mostra que os insetos que circulam por aqui têm alta capacidade para transmitir a febre chikungunya, provocada por vírus de mesmo nome que circula por 40 países e chegou recentemente ao Caribe.

O trabalho, realizado em parceria com o Instituto Pasteur, mostrou que além do A. aegypti, o Aedes albopictus têm potencial elevado de disseminar a febre. A preocupação dos pesquisadores é maior com a proximidade da Copa do Mundo, com o aumento de turistas no País. A febre chikungunya tem sintomas semelhantes aos da dengue - dor de cabeça, febre alta, dor muscular. O que diferencia as doenças são as fortes dores nas articulações, que em alguns casos pode durar meses. O chikungunya também não provoca alterações sanguíneas, como queda de plaquetas, que leva à forma hemorrágica, no caso da dengue.

Os pesquisadores começaram a investigar a transmissão do vírus depois que foram registrados os primeiros casos no Brasil, em São Paulo e no Rio, a partir de 2010. Os infectados haviam visitado a Indonésia, mas a doença não se espalhou pelo País. "Nos perguntamos se os nossos mosquitos, nas Américas, não eram suscetíveis.

Fizemos o estudo com amostras de cepas isoladas na África, e em regiões dos oceanos Índico e Pacífico. Quando estávamos terminando o estudo - e concluímos o potencial de transmissão -, começou o surto nas ilhas francesas do Caribe", afirmou o pesquisador do laboratório de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz, Ricardo Lourenço, que coordenou o estudo. "Estamos muito assustados de o vírus se espalhar pelo Brasil. Porque além de termos os mosquitos transmissores, temos uma população suscetível, que nunca teve contato com esses anticorpos".

Foram analisadas cepas de vírus da África, Nova Caledônia e da região do Oceano Índico. Em laboratório, mosquitos de dez países foram infectados (além do Brasil, Estados Unidos, México, Panamá, Venezuela, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina). Em média, os mosquitos estavam aptos a disseminar a doença em sete dias. Os A. albopictus coletados no Rio de Janeiro foram capazes de transmitir a doença em dois dias.

"Isso representa um tempo quase cinco vezes menor do que ocorre com a dengue. Depois de picar uma pessoa infectada, o mosquito tem o vírus na saliva entre 10 e 14 dias depois. Um mosquito precisa viver duas semanas para transmitir a doença, nesse período vários vão morrer. Se o inseto é capaz de passar a doença em dois ou três dias, acelera a capacidade epidêmica", afirmou Lourenço. "O Aedes albopictus recebia atenção secundária, mas agora tem que passar a ter um cuidado maior. Foi o responsável pelos surtos na França e na Itália". 

Fonte: Exame.com 
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Desaparecimento de abelhas conduz à extinção da humanidade


As abelhas estão ameaçadas de extinção. Bilhões de insetos produtores de mel em todo o mundo estão morrendo, deixando o homem a sós com as plantas não polinizadas.

As doenças que afligem as abelhas domésticas, são contagiosas para mamangabas e outros polinizadores silvestres de plantas. Tais são as conclusões de cientistas britânicos. Nos Estados Unidos, nos últimos dez anos pereceram 90% da população de abelhas selvagens e domésticas, no Reino Unido morreram mais de metade. A morte em massa desses insetos está sendo registrada na Suécia, Alemanha, Áustria, Itália, Israel e em outras regiões do mundo. O fenômeno é uma séria ameaça ao funcionamento normal dos ecossistemas do planeta e pode agravar a já existente crise alimentar, alertam os especialistas.

Segundo os dados mais recentes, nos Estados Unidos, na sequência da morte de abelhas caiu drasticamente o rendimento de culturas de frutas, especialmente maçã e amêndoa.

Cada primavera, para as áreas que mais sofrem trazem colmeias de outras partes do país, ou importam-nas do exterior. Isso não ajuda muito – a maioria das abelhas relocadas morre antes da próxima temporada. Além disso, no caso de transporte surge o risco de propagação de epidemias.

Em particular, em 1998, nos já mencionados Estados Unidos foi registrado o primeiro caso de infecção da família de abelhas com o pequeno escaravelho da colmeia. Anteriormente, ele habitava apenas na África do Sul, mas não causava muito dano lá, preferindo comer frutas muito maduras. Depois de ser trazido aos EUA, o escaravelho se tornou um verdadeiro desastre para os apicultores, nota o presidente da União Nacional de Apicultores russa Arnold Butov:

“Este escaravelho come não só as abelhas, mas também todo o conteúdo da colmeia – as células, os favos de mel, o mel e tudo mais. O pior é que ele pode ser transportado não só com produtos de apicultura ou as próprias abelhas, mas também com móveis e artigos em madeira.”

E agora já é o México que entra em pânico – os especialistas locais não estão conseguindo deter a propagação da praga. Na Austrália, desde Sydney, o escaravelho da colmeia se espalhou por por todo o país num só ano.

Outro problema enorme são ácaros e moscas parasitárias. Eles penetram no corpo da abelha e comem-na por dentro. Como resultado, a abelha enfraquece, produz prole defeituosa, perde a capacidade de se orientar no espaço e, eventualmente, morre de fome.

É praticamente impossível livrar-se deste flagelo. Destruindo colmeias, selecionando indivíduos saudáveis e mudando a localização do apiário, o apicultor fica só com a esperança de ter sorte. As próprias abelhas não são capazes de resistir a parasitas e vírus – o convívio com o homem teve um efeito devastador sobre sua capacidade de sobreviver, enfatiza o doutor de ciências agrárias, apicultor honrado da Rússia, Anatoli Kochetov:

“As abelhas, tal como os homens, adoecem se têm um estilo de vida não saudável e uma alimentação errada. Quando domesticamos as abelhas e começamos a colher todos os produtos apícolas possíveis: mel, geleia real, pólen, pão de abelha, cera de abelha, veneno de abelha, própolis – tanto nós como as abelhas começamos a esquecer como elas viviam em estado selvagem, a 50 milhões de anos atrás. Na latura elas cuidavam de si próprias. E agora nós fizemos com que elas esquecessem como fazer isso. Daí vêm as doenças. Além disso, a expansão da rede móvel. Muitas linhas de energia elétrica. A ecologia está desequilibrada. Tudo isso afeta mal as abelhas.”

As abelhas doentes de um apiário infectam seus parentes selvagens. Se uma abelha afetada por fungos ou vírus pousa numa flor, e depois na mesma flor pousa uma mamangaba, a probabilidade de propagação da doença é muito alta. A morte em massa de abelhas e outros insetos himenópteros dentro em breve tornará o nosso planeta irreconhecível. 80% de todas as plantas florescentes do mundo são polinizadas por insetos.

Já hoje, em vários países existem fazendas onde as pessoas se veem obrigadas a exercer a função de polinização com pincéis na mão. Mas uma pessoa não consegue chegar a todas as flores. Em seu tempo, Albert Einstein disse que se as abelhas morressem, quatro anos depois as pessoas morreriam também. E abelhas já resta muito poucas. 

Fonte: Voz da Rússia 
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Quem é mais perigosa Pepsi ou Coca-Cola? Uma investigação dá a resposta


O corante caramelo que se usa para dar à Coca-Cola e outras bebidas populares sua tonalidade castanho dourado contém overdose de 4-metilimidazol, um elemento químico com efeitos cancerígenos comprovados em humanos confirma 'Consumer Reports'.

O novo estudo publicado na revista da União dos Consumidores dos EUA divulgado quinta-feira é mais um de uma série de estudos realizados ao longo dos últimos anos, que relatam a presença desta substância química nas bebidas mais populares e seus efeitos nocivos sobre a saúde humana.

A Agência Internacional de Investigação do Cancro da Organização Mundial de Saúde chama a substância cancerígena, com base em experiências com animais.

Os médicos pedem uma regulamentação mais rígida e acentuam que os níveis de 4-metilimidazol depender das técnicas utilizadas para fabricação do corante, em outras palavras, dependem do fornecedor de cada produtor refrigerante. Ainda mais: ele pode ser diferente em lotes da mesma marca.

De acordo com a Consumer Reports ", uma Pepsi adquirida em dezembro, no estado de Nova York continha quatro vezes mais do que a Pepsi 4-metilimidazol compra do mesmo mês, na Califórnia.

Os especialistas insistem que é possível minimizar a presença da substância cancerígena nas bebidas e acentuam que, em última análise, o uso do corante é puramente cosmética e não dá qualquer gosto.

Lembre-se que no estado da Califórnia recentemente forçado a todos os alimentos e bebidas, cujo consumo pode expor o corpo para mais de 29 microgramas por dia 4-metilimidazol para avisar nos seus rótulos.

Para se ter uma ideia, uma medida de 340 mililitros de refrigerante Malta Goya, por exemplo, contém mais de 300 microgramas da substância perigosa, bem acima da Coca-Cola ou Pepsi-Cola.

Respondendo ao estudo, a Associação de Produtores refrigerantes americanos informou num comunicado: "Ao contrário do que os resultados na" Consumer Reports ", o Food and Drug Administration declarou que não há nenhuma razão para se preocupar com a saúde, uma posição apoiada pela agências reguladoras em todo o mundo. "

Fonte: RT
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Cientistas estão “apanhando” restos do cometa Ison


Nos próximos dias (15 e 16 de janeiro) cairá sobre a Terra uma torrente de poeira cósmica – os restos da cauda do recentemente desintegrado cometa C/2012 S1 (Ison). Se as partículas forem suficientemente grandes, os habitantes da Terra verão uma “chuva de estrelas”. No entanto, é mais provável que aconteça um outro fenômeno – nuvens noctilucentes. Os cientistas vão tentar recolher as partículas de poeira que caírem na Terra: elas devem conter a matéria mais antiga do sistema solar, talvez até mesmo com blocos de partículas orgânicas.

No final de novembro, o Ison veio para seu único e fatal encontro com nosso astro. Ele nasceu na nuvem de Oort – uma esfera gigante de blocos de gelo ao redor do sistema solar. Ainda nos tempos em que a jovem Terra não tinha sequer bactérias, o Ison começou a sua lenta caída para o Sol, acelerando gradualmente. Sua matéria leva uma marca intocada do meio interestelar. Por essa matéria na Terra começará uma caça, explica o físico nuclear Serguei Bulat:

“Quando o cometa chegou ao Sol, já trazia por trás de si uma nuvem de gás e poeira. Agora, em meados de janeiro, a Terra entra nessa cauda que surgiu antes do encontro do cometa com o Sol. A nossa tarefa é recolher os restos dessa poeira que não foi aquecida. Ela tem mais de 4 bilhões de anos. A ênfase é colocada em micropartículas de poeira, não superiores a alguns microns. São estas partículas que, ao entrarem na atmosfera da Terra, mesmo a altas velocidades, não se aquecem o suficiente para que se evaporem todos os materiais orgânicos que podem estar contidos nela.”

A colheita de grãos de poeira será conduzida três vezes até o final de janeiro pelos participantes da expedição russa na Antártida – o lugar mais limpo do mundo. O material congelado da estação Vostok será enviado para laboratório e examinado sob um microscópio eletrônico, disse Serguei Bulat:

“O essencial é atenção especial a compostos de carbono. Talvez existam lá blocos de vida, nucleotídeos ou aminoácidos. Se coletarmos essas partículas corretamente, é possível responder à pergunta se havia lá quaisquer blocos de vida ou não no momento da formação da Terra.”

Derretido pelo calor do Sol, o cometa se desintegrou completamente. Seus restos também seriam de interesse para a ciência. Infelizmente, eles não se cruzarão com a Terra, diz o astrônomo Dmitri Vibe:

“Em dezembro, o telescópio Hubble estava à procura da nuvem de fragmentos deixada pelo cometa depois de sua passagem perto do sol. Ela está muito longe da Terra, e não corremos o risco de uma colisão com ela: não iremos parar àquela parte do espaço. Tudo o que podemos ver são partículas que o cometa perdeu apenas antes de sua aproximação ao Sol.”

No entanto, o cientista duvida que grãos de poeira da cauda do cometa tenham tempo para cair na Antártida até o final de janeiro:

“A poeira fina irá congelar na atmosfera e irá descer muito lentamente junto com toda a outra poeira cósmica que a Terra recolhe durante seu movimento. Com quanta confiança poderemos relacionar essas partículas com o cometa Ison? Mesmo se encontrarmos estas partículas e determinarmos sua composição química, ligá-las a um corpo celeste particular vai ser difícil.”

Segundo o portal earthsky.org, partículas minúsculas de cometas podem flutuar no ar por até vários meses, causando um fenômeno bonito – nuvens noctilucentes. E uma “chuva de estrelas” provavelmente não haverá.

De qualquer forma, cometas são objetos pouco estudados e imprevisíveis, ora são possíveis quaisquer surpresas. O Ison já nos fez uma: não se tornou realidade a previsão segundo a qual ele deveria ter se tornado um dos mais brilhantes cometas do século e até mesmo ofuscar a Lua cheia. Assim teria acontecido se o corpo celeste não se tivesse desintegrado prematuramente.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Terremoto gelado: raro fenômeno explicaria sons ouvidos no Canadá


Moradores de Toronto, no Canadá, relatam desde o Natal terem ouvido grandes estrondos na cidade. Como não há registros de terremotos, cientistas acreditam que o som pode ser explicado por um raro fenômeno: o "criosismo".

Também chamados de "terremotos gelados", eles ocorrem quando há uma queda muito rápida na temperatura. Com os termômetros abaixo de 0°C, a água subterrânea congela e se expande, quebrando o solo congelado e pedras ao redor, o que causa o som alto. No domingo, por exemplo, Toronto experimentava 4°C. Nas primeiras horas da segunda-feira, quando ocorreram relatos, o frio chegava a -17°C.

 

"Foi definitivamente isso", diz ao site Global Toronto David Phillips, climatologista da agência governamental Environment Canada. "Foi um tempo perfeito, a condição perfeita: não havia muita neve no chão, então o som não foi abafado; foi uma queda rápida na temperatura; o solo estava saturado com toda a umidade da semana passada, então tinha muita água e gelo no solo."

"Eu diria que, com uma queda súbita na temperatura, os terremotos gelados são uma explicação muito provável", diz Catherine Woodgold, sismologista de outra agência do governo, a Earthquakes Canada.

Algumas pessoas reportaram sons que pareciam que alguma coisa - ou alguém - havia caído em seus telhados. Segundo os cientistas, isso também pode ser resultado da queda de temperatura, que faz com que o telhado contraia e faça esse som.

Fonte: Terra
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Monsanto e o poder do veneno


Os ratos alimentados, a vida toda, com o milho transgênico da Monsanto desenvolveram câncer, problemas hepático-renais e morte prematura em índices bem superiores aos que receberam outro tipo de alimentação.

Editorial do Jornal Brasil de Fato

Um estudo publicado em 2012, liderado pelo pesquisador francês Gilles-Éric Séralini, mostrou que 50% dos machos e 70% das fêmeas morreram de forma prematura, contra, respectivamente, 30% e 20% dos do grupo que não comeram o milho do Monsanto.

Se não bastasse a gravidade da denúncia, uma vez que o milho é um dos principais alimentos dos seres humanos, o caso explicitou a outra face da gigante empresa estadunidense do agronegócio: sua ingerência política nos âmbitos científicos.

A revista, a Food and Chemical Toxicology, mesmo reconhecendo que o artigo de Séralini é sério e não apresenta incorreções, se retratou da sua publicação, dizendo que o estudo não é conclusivo.

A retratação ocorreu depois de uma agressiva campanha contra o trabalho do pesquisador francês e, pasmem, após a revista ter contratado como editor especial Richard Goodman, ex-funcionário da Monsanto!

Não faltaram espaços nos meios de comunicação para cientistas, dos centros de pesquisas financiados pela Monsanto, pela Syngente e pela Bayer, repetirem críticas – parciais e inexatas – apenas horas depois da publicação do artigo.

A agência de notícias Adital, que publicou essas informações, não esqueceu de lembrar que o mesmo tipo de perseguição sofreu o mexicano Ignacio Chapela, quando publicou na revista Nature um artigo em que denunciava que o milho camponês da região de Oaxaca/México havia sido contaminado pelo transgênico da Monsanto.

A repetição dessa prática fez com que a Unión de Científicos Comprometidos con la Sociedad emitisse um comunicado condenando a pressão que as empresas transnacionais fazem para que as revista científicas se retratem dos estudos que confirmam danos à saúde pelo consumo dos seus produtos.

O Prêmio Nobel de Medicina/ 2013, Randy Schkman, já havia alertado sobre a promiscuidade das revistas científicas com os grandes grupos empresariais, causando danos à ciência.

Em julho, a ONG europeia, protetora do meio ambiente, Amigos da Terra e a Federação para meio Ambiente e Proteção à Natureza Deutschland (BUND) se prepararam para apresentar um estudo sobre os efeitos do herbicida glifosato no corpo humano.

Os herbicidas que contêm glifosato são carros-chefe da Monsanto. O estudo seria apresentado em 18 países. Misteriosamente, dois dias antes da publicação do estudo, um vírus paralisou o computador do principal organizador do evento. Em nenhum momento se responsabilizou a Monsanto pelo ocorrido.

No entanto, não são desconhecidas as estreitas relações que essa empresa mantém com serviços secretos estadunidenses, com as forças armadas, em empresas de segurança privadas e, principalmente, junto ao governo dos EUA.

É possível que as relações que a empresa mantém com esse poderoso aparato, com inimaginável capacidade investigativa e repressiva, tenham vínculos com os numerosos relatos de ataques cibernéticos regulares, com padrão profissional, que sofrem os críticos da Monsanto.

Com todo esse poderio políticoeconômico, a empresa estadunidenses foi mencionada, inúmeras vezes, com uma ativa coautora do golpe de Estado paraguaio, em junho de 2012, que afastou o presidente democraticamente eleito, Fernando Lugo.

O educador Juan Diaz Bordenavce, falecido em novembro de 2012, escreveu que, entre os dez fatores que serviram como detonadores do golpe, estava o “aumento da proibição de sementes transgênicas, o que poderia afetar os enormes lucros da multinacional norte-americana Monsanto”.

Com o passar dos dias, evidenciou- se ainda mais a participação das transnacionais Monsanto e Cargill, em conluio com a oligarquia latifundiária, as elites empresariais e sua mídia, na execução do golpe.

Essa folha corrida da Monsanto é mais um elemento favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650, proposta no STF pela OAB, solicitando fim das doações de campanha eleitoral por pessoas jurídicas.

Não causa surpresa ver que ministros do STF, safos, como Gilmar Mendes, se posicionem contrários à ação da OAB. Os campos de atuação e os interesses comuns ficam cada vez mais evidenciados.

Fonte: Vermelho 
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sábado, 21 de dezembro de 2013

O açucar "alimenta" o vírus da gripe


Nova pesquisa revela que a redução no metabolismo da glicose atenua infecção pelo vírus da gripe em cultivos celulares de laboratório, uma abordagem plena na luta contra a gripe sazonal.

A redução do consumo de glicose enfraquece a capacidade dos micróbios de infectar células hospedeiras, assegura Amy Adamson e Pascaline Hinissan Kohio, da Universidade de Carolina do Norte em Greensboro.

Para infectar as células, o vírus da gripe depende das ações' das próprias proteínas na célula e, portanto, a estratégia para deter a infecção viral aconteça, prestando atenção às necessidades virais essenciais, por exemplo, sua dependência de glicose celular.

Adamson e Kohio mostrou que a infecção de gripe A pode ser controlada em culturas de laboratório de células de mamíferos por alteração do metabolismo de glucose.

A infecção viral da gripe afecta anualmente, entre 5 e 20% da população dos EUA. A pandemia da gripe espanhola de 1918 mostrou que esses vírus podem evoluir para agentes letais que estão espalhados por todo o mundo.

Dado que os vírus da gripe sofrem mutações genéticas constantes, a cada ano a vacina tem de ser reformulada.

Fonte: RT
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Relatório aponta para 435 reatores nucleares em operação no mundo


Está disponível a nova edição do Panorama da Energia Nuclear no Mundo, relatório produzido pela Eletrobras Eletronuclear. De acordo com o documento, há 435 reatores nucleares em operação no mundo e 71 em construção – oito a mais do que em 2011.

Em 2013, sete usinas começaram a ser construídas, sendo três nos Estados Unidos; duas na China; uma na Coréia do Sul; e outra nos Emirados Árabes Unidos. Com 100 reatores nucleares em operação, os Estados Unidos foram, em 2012, o país que mais gerou energia por fonte nuclear, sendo responsável por quase 32% da produção total desse tipo de energia no mundo. Em seguida vem a França (17%) e o Japão (6,3%). Já o Brasil foi responsável por 0,6%.

A publicação ainda faz uma análise dos procedimentos adotados pela maioria dos países após o acidente de Fukushima, no Japão. O Panorama é para ser utilizado para pesquisas e a sua reprodução total ou parcial é permitida desde que os créditos sejam indicados.

Leia aqui o documento na íntegra.

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sábado, 30 de novembro de 2013

Ratos alimentados com produtos da Monsanto originam um escândalo científico


A revista científica Food and Chemical Toxicology "retirou um artigo que afirma que o milho transgénico causa tumores em ratos, por dúvidas metodológicas a respeito da investigação. Os autores classificaram a medida de "escândalo".

"Os resultados apresentados no artigo, não são incorrectas, não podem ser consideradas convincentes por isso não alcançam o nivel necessário para ser publicado em 'Food and Chemical Toxicology", disse a editora Elsevier na sua página web.

As conclusões apresentadas no artigo, não são incorrectas, não podem ser consideradas convincentes por isso não alcançam o nivel necessário para ser publicado em 'Food and Chemical Toxicology"

Num estudo, o pesquisador francês Gilles-Eric Seralini , da Universidade de Caen, e sua equipe afirmam que ratos alimentados com milho transgénico da Monsanto ou expostos ao consumo água e o seu fertilizante mais mais vendido morreram antes as que seguiram uma dieta sem esses elementos.

Esta é uma dieta contendo NK603 (uma variedade de sementes geneticamente modificadas para tolerar doses de herbicida Roundup) ou para que a água que contém níveis do produto químico permitido nos EUA

Além disso, os animais que seguiram a dieta geneticamente modificada sofreram tumores mamários e graves danos no fígado e rins, observa o estudo, publicado na revista no ano passado.

Os resultados alarmantes da pesquisa foram amplamente difundidos pelos meios de comunicação em todo o mundo. No entanto, o editor informou que tinha recebido cartas de vários cientistas geneticistas que eram muito céticos sobre as conclusões do estudo.

Eles apontaram algumas falhas metodológicas, como o número insuficiente de ratos e a falta de correlação entre as quantidades de milho GM pela porção e a mortalidade de ratos.

Consequentemente o estudo da revista considerado como não suficientemente preciso. A equipe liderada por Seralini argumentou que a decisão de retirar o seu trabalho vem da nomeação para o conselho editorial da revista o biólogo Richard Goodman, que já trabalhou para a GM gigante Monsanto .

Goodman, por sua vez, negou estar por trás do assunto, dizendo que "nem verificou os dados da pesquisa e não têm nada a ver com a decisão de que o estudo seja retirado."

Fonte: RT
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