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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Os Rothschilds dominam Israel e dirigem sua política de genocídio.


Os Rothschilds possuem 80% de Israel, de acordo com Simon Schama. Eles construíram a Suprema Corte israelense.

Eles são donos Reuters e a Associated Press (AP), as duas maiores agências de mídia do mundo. Eles têm uma participação controladora na companhia petrolífera Royal Dutch, o Banco da Inglaterra e o LBMA (London Bullion Market Association). Eles alimentam as guerras, instalam presidentes, destronam reis e nações falidas, tal é o seu poder.

Os Rothschilds normalmente operam nos bastidores. No caso de Israel, os Rothschilds engenharam a 1ª guerra mundial e esperaram até 1917, quando a Grã-Bretanha estava em apuros. Os Rothschilds, em seguida, prometeram ao governo britânico que eles poderiam fazer os EUA entrarem na Primeira Guerra Mundial (ao lado da Grã-Bretanha) e, assim, garantir a vitória da Grã-Bretanha contra a Alemanha e aliados.

No entanto, eles queriam algo em troca: a Palestina. Assim, a Declaração de Balfour foi criada, que é uma carta oficial do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo britânico James Balfour ao Barão Rothschild. Ele afirma que: "O governo de Sua Majestade vê com favorecimento o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e vai usar seus melhores esforços para facilitar a realização deste objetivo."

Há um grande problema com isso. A Palestina nunca foi da Grã-Bretanha para dar de presente. Ela pertence por direito aos povos árabes e palestinos que vivem lá. Os Rothschild sionistas judeus vieram, tomaram o poder e à força evacuaram e mataram milhões de palestinos que viviam ali. Eles ainda estão cometendo genocídio até hoje.

A criação do estado sionista de Israel foi maciçamente injusto por direito desde o início. Algo concebido em iniquidade gera conflito. Não é exagero dizer que a fundação de Israel em si pode ser o precursor para a Terceira Guerra Mundial.

A Israel sionista controla os governos dos EUA, da Grã-Bretanha, Canadá, França e muito mais - e os Rothschilds controlam Israel.


Fontes: Freedom - Somerice
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terça-feira, 11 de março de 2014

Aumentam os conflitos entre muçulmanos e judeus no Monte do Templo


Por: Jarbas Aragão

Disputa pelo espaço sagrado é vista como cumprimento de profecia

Nas últimas semanas tem aumentado os conflitos na região do Monte do Templo em Jerusalém. A polícia israelense chegou a invadir o local para dispersar protestos usando gás lacrimogênio e balas de borracha.

O motivo das novas manifestações foram as propostas de parlamentares judeus pedindo um aumento do controle de Israel sobre o local.

Um porta-voz da polícia relatou disse que cerca de 20 jovens palestinos atiraram pedras e rojões contra policiais. A polícia foi chamada e prendeu três pessoas que estavam mascaradas. Os muçulmanos chamam o local de Santuário Sagrado, onde está localizada uma das mais famosas mesquitas do mundo, o Domo da Rocha. Para eles, foi ali que Maomé teria ascendido ao céu.

Os judeus normalmente oraram abaixo, no Muro das Lamentações, mas defendem que neste local ficava o Templo de Salomão. Por séculos tem ocorrido ali conflitos territoriais e religiosos entre israelenses e árabes.

Nos últimos meses o Parlamento israelense vem debatendo uma proposta dos nacionalistas para estender o acesso dos judeus no local. O deputado nacionalista Moshe Feiglin, do partido Likud, o mesmo do premiê Benjamin Netanyahu, tem recebido muitas críticas por liderar o esforço. Feiglin fez um comunicado público, conclamando que Israel “perceba seu direito de soberania sobre o Monte”.

Os moderados acreditam que isso pode ser considerado uma declaração de guerra, pois segundo o diretor-geral da Waqf, judeus extremistas planejam colocar uma bandeira israelense no local. A Waqf é a autoridade islâmica da Jordânia, responsável pela administração do local.

Azzam Khatib, seu diretor, pediu que o governo intervenha para evitar maiores conflitos. O presidente palestino Mahmoud Abbas emitiu um comunicado condenando o ocorrido. “Algumas investidas não são apenas um perigo para locais sagrados, mas também criam uma atmosfera que irá aumentar a violência e o ódio e converter o confronto em um perigoso conflito religioso”, ressaltou.

Embora esse tipo de incidente receba pouca atenção das agências de notícia fora de Israel, está no centro da controvérsia milenar sobre a reconstrução do Templo de Salomão, que para muitos seria o Terceiro Templo. Desde o ano passado crescem os rumores sobre essa possibilidade, que é vista como o cumprimento da antiga profecia bíblica e estaria ligada a vinda do Messias.

Em agosto de 2013, o Instituto do Templo, juntamente com várias outras organizações ortodoxas começaram a preparação dos novos sacerdotes, dando um importante passo na restauração dos sacrifícios rituais, nomeando novos levitas. Também mostrou que já estão prontas todas as peças necessárias para o local conforma a descrição bíblica. Com informações Haaretz.

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Estão preparados para as Luas "Sangrentas"?


Por: Rodrigo Sabbatini
 
Existe um fenômeno extremamente raro, que irá ocorrer nos próximos meses e também no ano de 2015, chamado de Luas Sangrentas ou Luas de Sangue, foi possível prever através da astrônomia, as datas exatas em que irão ocorrer.

Não se trata de crenças religiosas, mas de fatos futuros que foram constatados por astrônomos e agências espaciais que estudam o nosso universo.


Segundo informações da Nasa, estamos à receber quatro luas sangrentas, duas nesse ano (2014) e duas no próximo ano. Mas o que você conhece sobre esse fenômeno?

Dos fatos mais intrigantes que irão fazer com que as Luas tenham essa cor, estão fatos envolvendo a bíblia sagrada, mais precisamente no livro de apocalipse, onde existe o seguinte versículo: "12º E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro, e a lua tornou-se como sangue."


As datas que marcam esses eventos, são as mais intrigantes, pois o dia em que elas irão ocorrer segundo a própria Nasa, são datas que marcam feriados Judeus.

A primeira data é dia 15 de Abril deste ano, data que todos nós conhecemos como a querida e amada páscoa, onde todas as pessoas apenas se importam com o coelhinho e os ovinhos de chocolate, não é? Pois bem, essa data marca a primeira Lua sangrenta.

A segunda data é dia 8 de outubro deste ano também, marcando a Festa dos tabernáculos, que nós não conhecemos, mas também se trata de um feriado Judeu.

Após essas datas, no dia 20 de março de 2015, teremos um Eclipse Solar total, que incrivelmente também é constatado no versículo postado anteriormente.

A terceira data é dia 4 de abril de 2015 que marca outra páscoa.

A quarta data é dia 28 de setembro de 2015, Festa dos tabernáculos, novamente.


No passado esses fenômenos apenas ocorreram três vezes que também coincidiram com eventos importantes em Israel.

O primeiro ano foi em 1492, quando a Espanha expulsou os judeus, e também, Colombo descobriu a América, que se tornou um porto seguro para o povo judeu, que se tornaram livres.

O segundo ano foi em 1948, quando Israel renasceu como uma Nação, após 2 mil anos conseguiram essa independência.

O terceiro ano foi em 1967, Israel venceu a "Guerra dos Seis Dias" e reivindicaram Jerusálem, pela primeira vez em 2 mil anos, Jerusalém e Israel estavam juntos novamente.

As profecías estão escritas, porém essas datas não foram escritas no livro de apocalipse, apenas o evento. Então não se trata de religiosos fazendo drama por causa de fenômenos, e sim fatos que estão previstos para ocorrer segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), fatos que foram escritos na bíblia.

Há quem acredite que após essas datas começarão os 7 anos de tribulações do governo do Anticristo. A evidência circunstancial deve também ser considerada, pois há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos está prestes a explodir.

O presidente e dirigentes religiosos do Irã estão constantemente querendo a destruição completa de Israel. O seu programa nuclear está acelerando e a organização Hesbolah do Líbano estão armados até aos dentes.

Esses são os únicos anos em um futuro próximo, que se alinham com os feriados judaicos. Deve-se fazer menção aqui que existem outros anos que esses eventos ocorrerão novamente.

Elas encontram-se em 2032-2033, 2043-2044, 2050-2051, 2061-2062, 2072-2073, e 2090-2091... A diferença entre esses anos é que os anos de 2014 e 2015 se alinham com os feriados judaicos e os outros não!


O que nos resta é esperar por essas datas e como sempre especularmos o que poderá acontecer, e se esses eventos sombrios irão realmente acontecer.

Sendo fenômenos extremamente raros que intrigam completamente pessoas que buscam por conhecimento sobre o desconhecido, origem da vida, quem somos nós, etc...

Mesmo não sendo um evento especificamente bíblico podemos muito bem aceitar que eles irão ocorrer e essa geração poderá conferir.

Isso não é para confrontar as crenças de ninguém, mas sim informar essas ocorrências que poucos sabem que estão para acontecer.

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Pobreza atinge um terço dos israelenses


31% dos israelenses estão em risco de pobreza, segundo dados divulgados recentemente pela CBS - Central Bureau of Statistics (Escritório Central de Estatísticas) de Israel, isso corresponde a um terço da população. Enquanto nos países da Europa esse percentual é de apenas 16%, ou seja, quase a metade.

Antes do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, foram divulgados dados que mostram que 40% das crianças israelenses estão em risco de pobreza, enquanto na Europa esse percentual é de 20%.

O risco de pobreza em famílias de pais solteiros em 2010 foi de 43% enquanto nos países da Europa essa taxa situou-se em aproximadamente 37%.

Cerca de 90% de domicílios com apenas um adulto em 2010 eram de famílias de mães solteiras. Em 2000, trinta e sete por cento dessas famílias estavam em risco de pobreza, enquanto em 2010, o número saltou para 42%.

Soldados de Israel mergulham na pobreza e no racismo obrigatório

Na semana passada, a televisão israelense noticiou sobre um assunto estrutural da sociedade em Israel, ao tratar da situação financeira dos soldados de Israel, em um país em que todos os cidadãos são obrigados a prestar serviço militar (e uma população formada completamente de soldados, assim sendo), com a exceção, talvez temporária, já que debatida, dos judeus ortodoxos.

Além das recorrentes denúncias das situações degradantes e de humilhação pelas quais passam os soldados israelenses, e às quais eles e elas (obrigados ou não) submetem toda a população palestina, também tem sido frequentes as notícias sobre jovens que, ainda antes de ingressarem na universidade, são detidos repetidamente por negarem-se a prestar o serviço militar.

Os testemunhos chocantes e, segundo gráficos fornecidos por veteranos (eles próprios bastante jovens, em geral) sobre o seu trabalho, as ordens que recebem e o tratamento desumano, cruel e criminoso dispensado aos palestinos, às suas terras e residências provavelmente tem afastado alguma parte da juventude israelense deste serviço nefasto.
A organização israelense “Quebrando o Silêncio”, que publica vídeos e declarações desses veteranos (muitos dos quais já comentados extensivamente pelo Portal Vermelho), tem recebido cada vez maior atenção internacional, embora nem tantos resultados.

A matéria da televisão israelense foca nas dificuldades financeiras que os soldados israelenses enfrentam depois de cumprir o tempo de serviço que lhes é exigido (em alternativa à cadeia). Um soldado da Brigada Kfir (notável em Israel e acusada frequentemente de dar tratamento brutal aos palestinos que encontra) foi ouvido declarando que nove entre 10 soldados precisam de apoio financeiro.

Além disso, um relatório do Parlamento (Knesset) indicou que milhares de soldados retiram-se do Exército anualmente por razões financeiras, segundo a revista eletrônica israelense +972 Magazine.

Um jornalista desta revista independente, Haggai Matar, (autor de reportagens importantes sobre o Exército e as práticas das autoridades israelenses na ocupação militar dos territórios palestinos), disse ter conhecido um desses soldados enquanto, também ele próprio, esteve na prisão por recusar-se a servir militarmente, há 10 anos.

“Um atrás do outro, meus companheiros de cela mencionavam a pobreza em suas casas, como seus pais estavam doentes e não podiam pagar pelo tratamento, ou como seus irmãos precisavam de livros escolares que a família não podia comprar”, escreve Matar.

O jornalista conta que nenhum deles sentiu-se arrependido quando, tendo negados os seus pedidos de tempo livre para trabalhar, decidiram desertar do Exército, um “ato de sobrevivência criminalizado”.

O relatório do Centro de Informação e Pesquisa do Knesset recentemente publicado, citado por Matar, indica que 14.000 soldados foram presos em 2012. Mais de 70% desses soldados foram sentenciados por deserção de curto ou longo prazo, e de acordo com a reportagem televisiva, a maior parte dessas deserções foi economicamente motivada.
O salário dos soldados israelenses, jovens que são obrigados a cumprir o serviço militar, é de 350 shekels (230 reais) por mês, e o dobro, 700 shekels (470 reais), para um combatente. Este valor corresponde a um sétimo do salário mínimo no mercado de trabalho em Israel, ressalva Matar.

Matar lembra que um comandante daquela Marinha que impõe um bloqueio marítimo à Faixa de Gaza também disse que 60% dos seus soldados precisavam de ajuda financeira, e que ele próprio compra equipamentos a eles com dinheiro do seu próprio bolso. Esta é a mesma Marinha que, através do bloqueio, impede aos pescadores palestinos uma subsistência digna diariamente.

Frente ao desafio desta sociedade, que possui um dos maiores Exércitos do mundo e que é instalada em uma Israel classificada como o sexto maior exportador de armas, Matar pergunta: “será que os israelenses lutarão para estabelecer o velho contrato racista e militarista em que o serviço dos judeus no Exército lhes compra um certo (e até mínimo, às vezes) nível de segurança social, ou escolheremos formar alianças de todas as classes pobres, médias, trabalhadoras (árabes e judias) para formar um novo sistema de solidariedade, igualdade e economia justa?”

A pobreza em Israel é seletiva

Líderes judeus do Nature Karta – EUA e Europa – afirmam que não pode existir um Estado chamado Israel, porque trata-se de um país espiritual e não material. Este, seria, segundo eles, a fonte das desgraças do povo judeu. O Estado de Israel é um estado belicista a serviço de uma minoria de militares e financistas da indústria bélica. Essa minoria domina e explora a maioria do povo judeu, afirma o Nature Karta.

É um contrasenso que a pobreza bata às portas de um povo que tem representantes nas listas dos homens mais ricos do mundo, e que possua mais de 50 bombas atômicas que jamais são investigadas pelas Nações Unidas. Os judeus sionistas (pró Israel) dominam a imprensa e o Congresso dos EUA, e consequentemente dominam a nefasta trajetória militar da maior potência militar do nosso planeta.

Jairo Barbosa com informações do Vermelho

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Uma simulação israelense apresenta o mundo à beira de uma guerra no Oriente Médio!


Israel realizou uma simulação de um cenário militar no Oriente Médio, com a participação de vários estados, que revelaram a importância da defesa cibernética como um meio para evitar ataques cibernéticos e cinética que pode levar à guerra.

Conforme relatado no portal Defense News , o jogo começou em Israel com ataques militares cibernéticos coordenados e terroristas: uma explosão em uma plataforma de perfuração offshore, e várias explosões em Haifa e Tel Aviv e queda da rede de comunicação que os hospitais aleijados e forçandos as autoridades de aviação a lutar para retomar o contato perdido com um avião comercial.

Em primeiro lugar, Israel acusa o Hezbollah do que aconteceu com a religião movimento nto apoiado pelo Irã xiita libanês, o que desencadeia uma série de lançamentos de mísseis a partir do Líbano, enquanto militantes baseados Gaza exploram o caos para seqüestrar dois soldados israelenses, após uma emboscada de águas subterrâneas transfronteiriças.

Pouco depois, Israel já está travando uma guerra aérea em duas frentes, que ameaça se espalhar para a frente da Síria, onde Hezbollah combate das forças insurgentes da Al-Qaeda em apoio de Bashar al-Assad apoiado pela Rússia.

Poucas horas depois, o conflito se espalha para costa dos EUA, onde as falhas em redes de comunicação de paralisar o funcionamento Wall Street e perturbar o tráfego aéreo no aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova York e outros grandes centros de transporte.

A Casa Branca declarou estado de emergência nacional após 700 pessoas que morrem durante um pouso forçado no Aeroporto de Dulles, em Washington, e um acidente semelhante ocorrido no aeroporto O ' Chicago O'Hare. A diplomacia poderia falhar para interromper a crise, enquanto Rússia e China exigem a comprovação do cibercrime como uma condição prévia para a ação concertada do Conselho de Segurança da ONU.

Haim Assa, especialista em teoria dos jogos e consultor Ministério da Defesa israelense, disse em entrevista ao Notícias da Defesa que o cenário de simulação foi baseado em situações extremas, mas realista. "O que todos nós aprendemos foi a velocidade com que os eventos virtuais podem se tornar perigosamente 'kinetic' e que os líderes são mal preparados para operar no domínio cibernético", disse Assa. Ao final do jogo, é revelado que o líder do Al Qaeda , Ayman al-Zawahiri, e os seus grupos aliados na região são responsáveis ​​pelos ataques iniciais que Israel erroneamente atribuíram ao Hezbollah.

Al Zawahiri planejaram o ataque como forma de provocar uma guerra de Israel contra o movimento libanês, com as forças jihadistas globais que estavam lutando cada vez mais intensamente na Síria. Os resultados da simulação realizados para a frente esta semana o governo de Israel para uso por como uma ferramenta para agilizar os processos e outros problemas cibernéticos.

Fonte: RT
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias”


Por: Jarbas Aragão

Discurso de primeiro-ministro na ONU pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.

Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois terços de seu discurso.

Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi os minutos finais do discurso.

Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”.

Lembrou ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.

Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações árabes.

Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.

A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.

Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é signatário.

Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação próspera com capacidade de se defender”.

Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].

Após repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.

Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue. Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:

1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;

2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);

3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);

4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam. Com informações de Times of Israel.

Para saber mais, assista:

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Israel poderá ser devastado por um terremoto mais destrutivo do que qualquer guerra!


Israel está sob a ameaça de um sismo potencialmente mais destrutivo do que qualquer guerra na história, disse um comandante do exército de Israel encarregado da defesa civil.

De acordo com o militar, citado pela agência de notícias russa RIA Novosti , o perigo de um forte terremoto é particularmente forte nas regiões do norte do país.

Observou ainda que o desastre natural é "questão de tempo", e lembrou que, Israel, está situado na zona da Fenda Sírio-Africana, os terremotos de pelo menos magnitude 7 são registados em intervalos de 80 a 90 anos, de acordo com as estatísticas.

"Isso vai acontecer. Haverá um terremoto potencialmente mais destrutivo do que qualquer guerra, é apenas uma questão de tempo "disse a fonte, que falou sob condição de anonimato.

Ocorrerá. Haverá um terremoto potencialmente mais destrutivo do que qualquer guerra, é apenas uma questão de tempo

"Os Tremores", acrescentou, "poderia provocar um tsunami que atingirá a costa do Mediterrâneo que é densamente povoada. [...] Isso não é uma ameaça produto da invenção.

"Há um ano atrás, Israel realizou a sua primeiro grande simulacro para uma ameaça "credível" significa um desastre natural como um terremoto ou um tsunami que poderia destruir as vidas de milhares de israelenses.

Nos últimos anos, o país tem experimentado terremotos e tremores de baixa intensidade causaram vítimas mortais. O maior terremoto na região ocorreu em 1927, com uma magnitude superior a 6, terminando a vida de pelo menos 300 pessoas.

Fonte: RT
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Enquanto se passa por vítima, Israel faz tráfico de orgãos com impunidade desde de 1987


Qualquer um que critica Israel é rotulado de "nazista" ou "anti-semita", mas Israel pode assassinar, estuprar, aprisionar e órgãos humanos em tráficos sem a concepção ONU ou qualquer outra organização internacional que possa está intervindo para "fins pacíficos."

E enquanto Israel promove uma intervenção militar ou repúblicas como a Síria bombardeio que não representam ameaça para a humanidade (mas são ricas em óleo), nenhum relatório jornalista sobre abusos de vida realizadas por Israel.

Assim documentado pela seguinte queixa: Se Embora a notícia não é nova, é bom lembrar os crimes de guerra e crimes contra a humanidade que o regime sionista cometeu longo. O que maravilhado com esta notícia que, naturalmente, não aparecem nos meios de comunicação de massa, é a aceitação do crime pelo mesmo regime.

O fato confirma que os sionistas do regime retiram órgãos traficados dos corpos das pessoas sem a permissão de suas famílias. Se não fosse o corajoso Dr. Yehuda Hiss, que denunciou os fatos, a comunidade internacional não tinha tido conhecimento deste fato e cruel calamitosa. Lembre-se que este famoso médico fez sua alegação em 2000, mas foi feita pelo muito poucos canais de TV.

O canal de reclamações foi ecoado Canal 2 de Israel. Seu relatório poderia certificar que o regime sionista chamou de pele colhida, córneas, válvulas cardíacas e ossos dos corpos de cidadãos palestinos, trabalhadores estrangeiros e soldados israelenses em nenhuma regra de consentimento. As extrações foram realizadas no hospital de Abu Kabir por especialistas forenses. Em resposta à reportagem, o Exército israelense confirmou que a prática ocorreu.

"Esta atividade terminou há uma década e não acontece mais." Mas a realidade é que a prática ainda é realizada, só que desta vez em terras estrangeiras, na Síria. Relatórios confirmam que os terroristas revelaram Wahabis e salafistas fora órgãos de civis e militares mortos antes de serem levados para a Turquia. Uma vez que os corpos são transportados para a Turquia, são enviados para Israel.

O médico disse: "Pegamos as pálpebras dos corpos para os familiares não notarem a falta dos órgãos oculares" Em 2004, o regime sionista demitido Instituto Médico Legal do Dr. Hiss e levado a julgamento por irregularidades na remoção de órgãos. No entanto, o promotor do caso retira acusações sem explicação.

A partir deste fato, o médico decidiu não falar sobre o assunto. Os arquivos incluem extrações pele a partir de 1987, e de órgãos 1992-1997. No entanto, devido à estratégia da acusação foi permitido saber mais sobre o caso. autoridades israelenses irritados chamou o relatório de "anti-semita" em primeiro lugar, então, eventualmente, dar como verdadeiros todos os casos indicados.

Nancy Sheppard-Hughes, professor de antropologia da Universidade da Califórnia, disse que a entrevista tornada pública e neste caso, após a polêmica Aftonbladet, que tocou relações diplomáticas entre a Suécia e Israel. Além disso parecia ato arcaico e incivilizado, digno de canibais ou os primeiros seres humanos do Paleolítico.

Este ato deve ser sancionado pelas diversas agências internacionais, são um dos piores crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Não for feito, ele vai dar uma mensagem errada para a humanidade. O silêncio, a falta de juízo neste caso, apenas transformada em cúmplices dos crimes e proteger os criminosos da Humanidade. As agências internacionais devem agir contra esses crimes para não acontecer de novo mais.

O tráfico de órgãos é o transporte e transferência de órgãos com o objetivo de ganho financeiro. Esta atividade é ilegal e viola os direitos humanos com certeza. Curiosamente Israel, sujeitando-Palestina, é um dos países líderes na "transplantes de órgãos".

Via: Revellati online
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chip


O governo cria uma comissão para estudar como eliminar dinheiro e mudar a economia israelense.

Duas semanas atrás, o governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro.

O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.

Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.

O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.

Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.

O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.

Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.

Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações. “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.

Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.

A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus. Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.

A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.

Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”.

Com informações Israel National News, Inquirer e Independent. 

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sinais e profecias: Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo


No dia 20 de agosto de 2013, após mais de 1950 anos, ocorreu em Israel a cerimônia preparatória para a retomada do “sacrifício perpétuo” que era feito diariamente pelos judeus. O mandamento presente no livro de Levítico é retomado em Jerusalém pela primeira vez desde a destruição do Segundo Templo pelas mãos dos romanos, no ano 70. O Templo original foi inaugurado aproximadamente em 950 a.C. e destruído na invasão babilônica em 586 a.C.

O treinamento dos cohanim (sacerdotes) é uma iniciativa do Instituto do Templo, juntamente com várias outras organizações dedicadas a reerguerem o Beit HaMikdash (Templo de Salomão) em Jerusalém. Essa escola para os novos sacerdotes é um importante passo na restauração dos sacrifícios rituais. A primeira turma foi selecionada após uma parceria com a Mishmeret Kehunah, instituição que procura restaurar o ciclo sacerdotal do Templo.

Um novo sinédrio existe desde 2006. Desde então, se reúne uma vez por mês em Jerusalém, e formou uma comissão de sete rabinos, que faz um estudo detalhado dos rituais e cerimônias do templo. Com isso, foram selecionando jovens que descendem da antiga tribo de Levi, algo facilmente identificável por terem mantido a tradição de seus sobrenomes, sendo os mais comuns Levi, Levy, Levine, Leventhal, Levinson e Cohen.

Os sacerdotes escolhidos tiveram as primeiras aulas sobre como usar suas roupas especiais seguindo os requisitos bíblicos, e como executar os rituais na tradição dos levitas originais. Os alunos realizaram o sorteio para determinar quem iria fazer o primeiro serviço de sacrifício do dia. Este é um importante passo para a comunidade judaica que crê nas profecias sobre a restauração do templo como sinal da vinda do Messias.

Segundo o anúncio oficial, “Na noite do dia 14 de Elul, 5773, o Instituto do Templo, em cooperação com Mishmeret Kehunah (Organização para a Renovação dos turnos sacerdotais) e outros organizações inaugurou uma nova escola dedicada ao ensino da ‘arte perdida’ de executar diariamente o serviço Tamid no Templo Sagrado”. 


Nenhum animal foi sacrificado, mas as imagens divulgadas mostram os preparativos para a oferta do incenso, o toque das trombetas e a limpeza ritual do candelabro, juntamente com o ensaio das orações adequadas e das canções tradicionais.

O Instituto existe há 26 anos e tem feito muitos preparativos para a reconstrução do templo judaico no Monte Moriá, desde então. No ano passado, a organização quis retomar o sacrifício público a páscoa para lembrar os judeus da tradição. Contudo, a polícia israelense mais uma vez os impediu de fazer manifestações públicas por medo de incitar a revolta dos muçulmanos.

O movimento pela reconstrução do Templo já divulgou em outras oportunidades que terminou a produção de todas as 102 peças do local sagrado, seguindo os preceitos bíblicos. Todos os utensílios necessários já estão prontos, incluindo a arca da aliança, além dos projetos arquitetônicos para a reconstrução. Os novos sacerdotes não sabem quando poderão começar a atuar, mas querem estar prontos o quanto antes.

Os judeus ultraortodoxos acreditam que, de acordo com o Antigo Testamento, o Messias será o único capaz de restaurar o Templo, então basta esperar. Por outro lado, outros grupos defendem que o povo judeu deve, de alguma forma, merecer a vinda do Messias, preparando-se ativamente para isso.

Baseado nisso, grupos como o Instituto do Templo tem atraído doações de judeus espalhados por todas as nações do mundo para que seja possível a reconstrução do Templo. Ministérios cristãos sionistas também têm colaborado, em especial o do evangelista Benny Hinn, que inclusive o levou ao seu programa de TV para falar sobre o assunto. 

 

Somente o candelabro principal do Templo (Menorah), feito com mais de 40 quilos de ouro maciço, custou 3 milhões de dólares. Em 21 de Maio de 2009, o grupo de judeus ortodoxos “Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte do Templo” fez um desfile pelas ruas de Jerusalém, mostrando uma pedra de quase quatro toneladas. Ela foi anunciada como a pedra angular para a edificação do terceiro Templo de Jerusalém.

Obviamente, ainda não é possível pensar na reconstrução do Templo sem que seja destruída a Mesquita de Al-Aqsa com o famoso Domo da Rocha, algo que já provocou ameaças de guerra por parte dos países muçulmanos. Quando o Instituto do Templo pretende começar a construção do novo local sagrado ainda é um mistério. Um vídeo do governo de Israel feito no começo desse ano reascendeu a polêmica.

O rabino Chaim Richman, diretor do Instituto é o mais forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo. Ele já criticou publicamente outras tentativas de reconstrução do templo, como a réplica da IURD no Brasil. Com informações de Temple Institute e Bible Prophecy

Documentário sobre a construção (em inglês):


Fonte: Gospel prime
Via: Apocalink
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sábado, 21 de setembro de 2013

Será que o Mar Morto pode ser engolido por um buraco? Enormes rachaduras estão aparecendo na região a uma taxa de um por dia


O Mar Morto está secando a uma velocidade de um metro por ano, causando a formação de buracos. Existem atualmente mais de 3.000 buracos em torno do lado do Dead Sea Israel. Havia apenas 40 em 1990, e o primeiro apareceu na década de 80.

O Mar Morto está secando em uma velocidade incrível deixando enormes fendas em seu caminho. Essas rachaduras aparecem tão devastador túneis longos, e tem vindo a aumentar em número em toda a região. Especialistas dizem que as formas a uma taxa de cerca de um por dia, mas não tem como prever quando e como aparecer.


O Mar Morto está secando em uma velocidade incrível deixando enormes fissuras em seu caminho.

Estimativas feitas na revista Moment sugerem que apenas o lado de Israel, há atualmente mais de 3 mil fissuras ao redor do Mar Morto . era de apenas 40 em 1990, e o primeiro na década de 80 apareceram. A 90 km do Mar Morto se estende através de Israel, Cisjordânia e Jordânia. Suas águas contêm 10 vezes mais sal do que o Oceano Atlântico, porque este mar não tem saída. Isto significa que sempre existirá minerais.



Uma vista aérea mostrando formação de sal perto dentro de uma grande caverna às margens do Mar Morto.

O aumento na ocorrência destas ranhuras está relacionada com o fato de a secagem do mar estar a uma taxa de um metro por ano. Estes túneis são essencialmente orifícios em forma de taça que se formam quando um espaço vazio debaixo do chão cria uma depressão.

A depressão é o resultado da reação entre a água doce e sais minerais acumulados a um nível abaixo da superfície subterrânea. Quando a água doce dissolve o sal, cria um vácuo, fazendo com que o solo acima ao redor de repente possa entrar em colapso. Durante as últimas décadas, um número crescente de pessoas foram atraídas pela água salgada do Mar Morto causando a sua seca. Isso deixa a água mais fresca na área de dissolver mais sal e criar mais cáries.


Subsidência Surgindo na costa do Mar Morto, na região de Ein Gedi teve uma solução apresentada pela Cisjordânia é criar um canal que liga o Mar Morto com o Mar Vermelho. Mas os ambientalistas têm alertado que fazer isso poderia anunciar o fim do Mar Morto. Especialistas acreditam que ainda há muito a ser feito sobre a situação do Mar Morto e, em seguida, encontrar uma solução.

Por exemplo, para chamar a atenção do mundo do artista Spencer Tunick lançou a primeira sessão de fotos nuas Mar Morto em 2011. "A intervenção humana só matou o Mar Morto", ele disse à revista Moment Professor Alon Tal departamento de Ecologia Desert tem a Universidade Ben-Gurion do Negev.

"extraordinarias iniciativas humanas são necessárias, para os cuidados, intervenção, e uma cooperação regional positiva ou parceria para salvá-lo."


Estimativas sugerem que apenas fendas laterais de Israel mais de 3.000 ao redor do Mar Morto

Fonte: Revista Momento
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Vespa Biônica: A nova arma


Israel está a desenvolver uma nova arma. Não, não é o que normalmente pensamos como arma, não mata pessoas, não as torna inconscientes e não causa qualquer dor física. 

A nova arma vão ser as pessoas que estão a ser treinadas para defender a imagem de Israel na internet . Sim, você leu bem, é um tipo de arma social. Aqui está o que um porta-voz do exército israelita disse sobre essa arma social: "O alvo é principalmente o público internacional, que está menos exposto aos processos operacionais. A imprensa estrangeira tem que fazer mais" zoom -in ", aproximar-se. É importante para nós, mostrar a totalidade das acções da IDF (Forças de Defesa Israelita) sem filtros."

Como se pode ver Israel sente que,ao mostrar o que realmente está acontecer, ou o que passa ao lado da história, que poderá ser capaz de mudar a opinião pública mundial. Dizem que a opinião pública mundial é a arma mais poderosa de todas.

Já que estamos no assunto de desenvolvimento de armas israelitas, tenho que mencionar o fato de que Israel está a criar algo conhecido como a vespa biónica, ou bionic hornet. É uma arma robótica do tamanho de um inseto que pode ser usada para perseguir, fotografar e matar. Muitos não acreditam que está a ser desenvolvida, pois elimina a possibilidade de danos colaterais.

Por outras palavras, se quisessem assassinar um "líder terrorista poderoso" ou qualquer um que o desejem, tudo que há a fazer é enviar um destes minúsculos insetos, têm ferrão e provavelmente passariam despercebidos. Poderia pousar na sua cama , esperar numa cadeira até que se sente, ou esconder-se em muitos outros lugares, até que esteja pronto para injectar o seu veneno letal. Mesmo quando o alvo morre, o resto das pessoas nunca poderão saber o que aconteceu.

Durante décadas, têm-se preocupado com as armas nucleares e de destruição maciça pelos danos que podem causar, mas a que acabo de descrever, pode ser muito mais mortal, se for lançada em ondas de centenas de milhares. Esta arma não tem as restrições de uma arma nuclear, uma vez que deixaria todas as estruturas intactas e prontas a ser utilizadas pelo invasor.

Temos que saber o que as novas armas que estão a ser inventadas são capazes e das quais nada sabemos. Quando vemos as armas que estão a ser desenvolvidas, que são capazes de toda essa devastação e que ainda nos é permitido saber sobre elas, só podemos imaginar o que serão capazes aquelas que se desenvolvem e de que nada sabemos.

Lembram o que escrevi no post anterior sobre o IBR Instituto de Pesquisa Biológica de Israel? Veremos então o que nos poderão mostrar sobre este departamento

Mas neste momento a grande preocupação é Fukushima.

O vídeo foi bloqueado e consistia numa entrevista ao cientista de vanguarda e humanista Dr. Patrick Flanagan, Também cientista do ano de 1997 e fundador da Phi Sciences, onde discute o desastre de Fukushima. Flanagan explica que a situação de Fukushima é muito pior do que todos nós temos sido levados a acreditar.

Afirma ter dados que determinam que "Fukushima está a piorar o equivalente a 10 bombas atómicas de Hiroshima, em radiação, a cada hora, 24 horas por dia."

Afirma também que ele e uma equipe de cientistas, com apoio dos governos poderiam neutralizar por completo a expansão da radioatividade na central nuclear, com as novas tecnologias que usam.

Citação chave: "Vamos morrer todos se não repararmos."

Atualização: O vídeo voltou.


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