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sábado, 16 de agosto de 2014

"Vidente" previu morte de Eduardo Campos em 2005; Premonição está autenticada em cartório


Um vidente afirma ter previsto o acidente que matou o candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos e outros acidentes, como a queda do avião da Air France e o acidente com o avião da TAM, em 2007.

Jucelino Nóbrega da Luz já apareceu em diversos programas de TV e exibe, em seusite, várias cartas, registradas em cartório, com as premonições que faz.

Uma delas foi escrita em 15 de junho de 2005 e enviada ao governo de Pernambuco, afirmando sobre a tragédia em Santos. No entanto, na época, Campos sequer era governador do estado ainda. Na carta, o vidente, que é ambientalista, prevê outro acidente aéreo, ainda para este ano, em São Paulo. Ele afirma que um avião irá se chocar com um prédio, na avenida Paulista.

Obs: Clique nas imagens para ampliar

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Previsão do acidente de Eduardo Campos. Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

“Venho mui respeitosamente, pedir que me escute porque teremos um acidente da TAM em São Paulo JJ 3054 e esse é um sinal que sua vida estará em risco e uma sabotagem vai derrubar seu avião em Santos com avião labace 2012, em 13/08/2014. Deverá ter muito cuidado, pois será candidato a presidente em 2014. Seu avião será sabotado e poderá ter outro acidente da TAM em 26/11/2014. Espero estar errado. Jucelino Nóbrega 15/06/2005″.

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Previsão do acidente na avenida Paulista, registrado no cartório em 2005. Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

O ambientalista publicou em seu site a cópia de uma carta, que teria enviado em 2006, ao embaixador da França no Brasil, alertando sobre a queda do avião em 31 de maio de 2009. Documentos com o mesmo conteúdo também foram enviados à Air France, à Anac e ao Ministério de Defesa. A morte do ator Robin Williams foi supostamente prevista pelo vidente.

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

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Foto: Divulgação/Jucelino da Luz

Fonte: Bhaz
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terça-feira, 10 de junho de 2014

O caos: O Mundo sem Petróleo


Por Sheila Lobato

Previsões sombrias sobre o futuro da humanidade são divulgadas a cada dia. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? Mas há uma luz no fim do túnel

Venda de gasolina no Quirguistão, Ásia Central. A escassez do produto e seu alto preço no país têm estimulado algumas pessoas a comercializá-lo em pequenas quantidades à beira das estradas.

Disparada do preço do petróleo, aquecimento global, degelo das calotas polares, elevação dos oceanos, alta do preço dos alimentos, escassez de água potável - tudo isso e mais um pouco está tirando o sono do planeta. Sem reservas Dapreciáveis de petróleo e de terras agricultáveis, com verões escaldantes, invernos gelados e violentas tempestades nas épocas de chuvas, os europeus estão vivendo o pior dos mundos. E não só eles.

A imprensa tem divulgado previsões sombrias sobre o futuro da Europa e da humanidade. Se assim será por lá, pior ainda na China, na Índia e em outros países emergentes, Brasil incluído. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? E, por mal dos pecados, sem sexo? Porque será humanamente impossível, com tanto problema na cabeça, pensar ainda naquilo.

Mas ainda existe gente otimista. Uma publicação francesa pediu a pesquisadores de novas tecnologias que descrevessem o cenário que imaginavam para um mundo sem petróleo. Nenhum pintou o caos, mas todos concordaram que a vida será muito diferente. Um deles prevê que o fim do petróleo fará a humanidade voltar ao melhor dos tempos: em vez do automóvel, a carroça; em vez de possantes motores, cavalos, jumentos, asnos e outros bichos de tração.

O pesquisador não pensou, porém, no grave problema de trânsito que as carroças vão causar na Place de l'Etoile, na Times Square ou na Avenida Paulista, com centenas de garis correndo para lá e para cá a fim de recolher o produto indesejável dos escapamentos animais. Em vez disso, ele pensou nos preços da aveia e forragens nos mercados spot, prevendo uma disparada igual à do petróleo hoje. Com a grande vantagem de que aveia e forragem são cultiváveis.

No entanto, plantar aveia onde? Na Europa, onde não haverá terra suficiente para alimentar os humanos? Nos países pobres? Com isso, vão ter uma gorda receita para equilibrar suas finanças. Mas e se houver fome nesses países, pela substituição de cultivos para os humanos por forragens para os animais?

A questão remete ao debate entre os países ricos produtores de etanol à base de milho e os pobres produtores de etanol da cana-de-açúcar. Os ricos, acusados de encarecer os alimentos no mundo; os pobres, de crime contra a humanidade por plantar cana em vez de feijão.

Quem tem razão? Nenhum dos visionários europeus abre uma chance sequer ao etanol brasileiro. Se pensam na volta das diligências, porém, é porque os produtores de cana não estão vendendo direito seu peixe. Com os Estados Unidos plantando milho para fazer álcool e o galão de gasolina a cerca de US$ 5, não há dúvida de que estamos na nova era. Aí, a vantagem do álcool de cana - dez vezes mais competitivo que o do milho e derivado de um cultivo nãoalimentar - é fora de série.

Grupo de refletores de luz solar na usina Solar-1, em Barstow, na Califórnia. A luz é enviada para uma torre da usina, que a transforma em energia. Essa matriz energética deve ganhar cada vez mais força com o passar dos anos.

Haverá fome por causa disso no mundo? É lobby das grandes empresas petrolíferas. A área cultivável não aproveitada do Terceiro Mundo pode abastecer toda a frota mundial de veículos. A floresta amazônica seria varrida do mapa? Ora, lá não dá para plantar nem cana nem grãos. A ameaça ao pulmão do mundo vem dos desmatamentos para as pastagens e da venda ilegal de madeira aos países ricos.

Quando o petróleo vai acabar?

O petróleo um dia vai acabar, isso é certo. Em muitos lugares já acabou. Mas, por enquanto, não é possível estabelecer uma data precisa para essa total exaustão das reservas. O que há são especulações, mais ou menos verossímeis.

No início deste século, os cálculos mais acurados indicavam que a produção iria se estabilizar ao redor de 2004, e que esse patamar iria durar, na melhor das hipóteses, apenas 15 anos. Depois disso, a extração de petróleo convencional entraria em gradativo, mas inexorável, declínio. Para a maioria dos especialistas, o patamar estável já foi atingido. O próximo passo, fatalmente - e apesar de recentes descobertas alvissareiras, como a dos campos de petróleo na camada de pré-sal -, é que a produção global irá parar de crescer em breve. Preparados ou não, teremos de enfrentar um futuro sem petróleo. Um futuro que poderá ser marcado pela recessão e pela guerra.

Ninguém sabe de fato quanto combustível existe no subsolo do planeta. Os chamados pessimistas do setor petroleiro argumentam que o ponto de inflexão é iminente, ou já ocorreu, e está mascarado pelas flutuações diárias na produção. Os otimistas, por seu lado, afirmam que décadas se passarão até esse ponto ser atingido. Segundo eles, ainda existe muito petróleo acabanpara ser extraído ou achado. Há também imensas reservas de petróleo "não convencional", como os maciços depósitos de areia betuminosa no oeste do Canadá.

Mas até mesmo os mais otimistas admitem que os limites físicos já são visíveis. O número de novas jazidas descobertas a cada ano vem se reduzindo nas últimas décadas, apesar dos avanços tecnológicos, entre os quais sistemas digitais de levantamento sísmico que permitem aos técnicos distinguir os depósitos de petróleo muito abaixo da superfície da Terra. Por outro lado, a maioria dos campos grandes e fáceis de localizar - os chamados "elefantes" - foi descoberta décadas atrás, e os remanescentes tendem a ser bem menores. Estes não apenas são mais difíceis de ser encontrados do que os campos maiores, como também precisam ser descobertos em maior número para que se extraia a mesma quantidade de petróleo.

O grande temor é a lentidão com que o mundo está reagindo à quase certa escassez do petróleo no futuro próximo. Carros com motores mais eficientes e alternativas como os biocombustíveis vão compensar o fim de algumas fontes de petróleo, mas o maior desafio talvez seja o de reduzir a demanda em sociedades sedentas de energia. No entanto, discussões realmente sérias sobre mudanças em nosso modo de vida e nossos hábitos perdulários ainda não começaram. Corremos o risco de ser simplesmente atropelados pela história.

Mais: os alimentos não estão em alta por falta de plantio, mas por especulação combinada com o apetite dos chineses, hoje comendo como nunca. Quando a bolha especulativa furar, os preços vão cair pelo menos 30%. Quando? Os visionários não foram perguntados, mas é uma boa questão. E a resposta é: quando os EUA e a Europa reduzirem seus déficits públicos a menos de 2% ou 3% de seus PNBs. (PNB, o produto nacional bruto, é a soma das riquezas produzidas anualmente num país, com o acréscimo das rendas recebidas do exterior por empresas e cidadãos desse país e o desconto das rendas obtidas por empresas e cidadãos de outros países).

Voltando às previsões mundiais, pensar no fim da era do petróleo até que não é má idéia. O futuro será da organoquímica, sucessora da petroquímica. Os copinhos hoje de plástico obtido a partir do petróleo serão feitos de bagaço de cana e casca de batata. Translúcidos e bonitos, decompõem-se na natureza em menos de oito meses. O vestuário dos humanos, a decoração de interiores de suas casas, o plástico amplamente usado em veículos, equipamentos e utensílios domésticos, tudo será de fibras orgânicas, sem um pingo de poliéster, derivado do petróleo devidamente extinto. E alô, alô, atenção, agricultores: a fibra do bambu, já presente na produção de tecidos, é um aperitivo do que a criativa organoquímica irá produzir.

Fontes limpas e abundantes de energia, como a eólica, a das marés e a geotérmica, substituirão a energia das termelétricas e usinas nucleares. O motor movido a ar comprimido vai tirar das cidades os gastadores, poluidores e lentos caminhões de entrega. Está acabando o ar? É só parar no posto e encher o tanque de ar comprimido, como se enchem hoje os pneus do carro. De graça, viu? Modelos esportivos ou para duas pessoas também cruzarão as ruas das cidades, com autonomia para rodar o dia inteiro. Repito, de graça!

Para as auto-estradas, o cardápio é variado: automóveis 100% elétricos, movidos a baterias e painéis solares; caminhões e ônibus com motores a hidrogênio ou elétricos, conforme o tamanho e a necessidade. No céu, aviões com painéis solares e reatores a nitrogênio sugado do próprio ar. Nos oceanos, supercargueiros no lugar dos superpetroleiros, propulsados a hidrogênio do próprio mar, além de turbinas acionadas pela força das ondas e pelo vento. Nas ferrovias, trens-bala com baterias auto-recarregáveis correrão suspensos sobre trilhos eletromagnéticos, a 500 km/h, dispensando energia elétrica da rede pública.

Protótipos esportivos do automóvel 100% elétrico já estão em testes, andando a 210 km/h e acelerando de 0 a 100 em quatro segundos, com autonomia de 400 km e recarga de baterias em apenas 20 segundos. Quando tiverem painéis solares, a recarga será automática. Grátis também, viu? E do trem-bala a nitrogênio já existe um protótipo brasileiro, mostrado em julho à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Funciona e é mais avançado que os atuais trens-bala japoneses.

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Casas e prédios produzirão sua própria energia, à base de baterias, painéis solares e miniturbinas eólicas. As piscinas serão fontes de energia gratuita, refrigerando a casa no verão e aquecendo-a no inverno. Painéis solares miniaturizados para caber na bolsa ou no bolso vão recarregar o celular, o notebook e qualquer aparelho a pilha ou a bateria.

E o vaso sanitário do futuro, se não haverá água bastante nem para beber? Um vaso meio jurássico que hoje custa US$ 5 mil a unidade, de fabricação japonesa e com direito a um banhozinho automático no traseiro, será desenvolvido para aposentar os atuais modelos. Com um detalhe essencial: sem uma gota d'água.

É simples. Ao se levantar a tampa, um produto higiênico inerte desce pelas laterais, levando tudo para o fundo, limpando e eliminando totalmente os odores. Embaixo do trono, o segredo do negócio: uma miniusina de decomposição ativada pelas mesmas e poderosas bactérias que consomem troncos de árvores tombadas nas florestas. É só jogar um punhado de casca picada no fundo, depois do serviço. As crianças vão adorar. Após o tratamento, o produto vira um farelo seco e sem cheiro que será expelido por um golpe de ar comprimido para a caixa de dejetos do prédio - aliás, não mais uma caixa de dejetos, mas de adubo orgânico da melhor qualidade, pronto para uso na agricultura.

Por falar nela, o problema da escassez de terras produtivas estará resolvido. Em vez das fazendas horizontais de hoje, superfazendas verticais - imensas torres metálicas, com até mil metros de altura e centenas de andares de produção (ver págs. 24-25). Os do topo produzindo energia fotovoltaica a partir dos raios solares; os da base, energia a partir do calor do manto terrestre através de poços que usarão tecnologias semelhantes às de hoje para extrair petróleo.

Essa energia movimentará turbinas e geradores para alimentar as torres e iluminar as cidades próximas. As torres produzirão sua própria água a partir do ar. Um túnel central fará o ar quente da superfície subir em alta velocidade até o topo, lançando às nuvens produtos para provocar chuvas artificiais programáveis. A água dessas chuvas servirá às torres, às cidades próximas e à recomposição dos lençóis freáticos exauridos. Ao mesmo tempo, os ventos do túnel e do exterior acionarão superventiladores para gerar energia eólica.

Nessas torres, todos os cultivos serão hidropônicos. A terra firme será usada apenas para as culturas extensivas, como soja, trigo, milho, arroz. Tudo o mais será produzido nas torres por hidroponia. Protótipos já estão em construção na Espanha.

Não haverá lugar para a criação de gado de corte, pelo menos na Europa. A carne virá de países como Brasil, EUA e Austrália, com seus vastos territórios. Mas as torres criarão peixes em tanques, reduzindo a necessidade da pesca em rios e mares, pelo menos até a vida aquática se recuperar da poluição deixada pela era do petróleo.

Por último, a tecnologia da comunicação estará tão desenvolvida que os milhões de toneladas de árvores que as indústrias da imprensa e do papel abatem por ano serão lembrados como um dos muitos desatinos do passado. Livros, jornais e revistas serão lidos em imagens holográficas manipuladas pela voz e pelos olhos do leitor.

Como? Basta pedir ao microcomputador as notícias do seu jornal favorito e uma imagem tridimensional com textos e fotos surgirá no ar em frente a você. Movimentos dos olhos e da cabeça farão as páginas correr, como se faz hoje com as mãos para virar as folhas de um livro. Se não gostar do visual, o leitor poderá mudar toda a página, ampliando, reduzindo ou suprimindo fotos e diagramando como quiser, aí sim usando as mãos, como no filme Minority Report. Os editores vão se moer.

Papel, só para embrulhar presentes. Nesse mundo admiravelmente novo, os visionários deixam a boa sensação de que a humanidade, em meio a tantas delícias, poderá dormir em paz e o sexo não será coisa do passado, mas terá lugar garantido num futuro tranqüilo e reparador.

Nada como sonhar. 

Veja também um documentário com mais detalhes sobre o assunto: 


Fonte:  Revista planeta
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Um livro 1968 prevê vários eventos dos nossos dias


© Wikimedia

Jornalista Ted Gioia disse que o livro de ficção científica "Stand on Zanzibar", escrito em 1968 por John Brunner, descreve com precisão surpreendente a realidade diária de 2010.

"É raro para romances de ficção científica, mas o livro 'Stand on Zanzibar' ['Tudo em Zanzibar" na edição em espanhol] realmente fez previsões precisas sobre o nosso dia ", disse o jornalista Ted Gioia em seu artigo no portal Millions.

O livro escrito pelo romancista britânico John Brunner em 1968 é uma distopia do que ocorre principalmente nos Estados Unidos em 2010.

Neste romance fala do enorme aumento da população mundial e do seu impacto. As tensões sociais, legislação eugênica, divisão social, os temores sobre o futuro e o extremismo.

O tema geral de 'Stand on Zanzibar "é a obsessão com a perfectibilidade humana, que, como observou o jornalista é" hoje tão relevante como quando escreveu seu romance Brunner."

Gioia fez uma lista de eventos descritos no livro e que aconteceram na realidade.

Oferecemos algumas das previsões de Brunner:

1. Nas escolas tem lugar eventos violentos com alguma frequência.

2. Outra grande fonte de instabilidade e violência são os terroristas que atacam edifícios de várias cidades dos EUA.

3. Os preços aumentaram seis vezes entre 1960 e 2010, devido à inflação. aumentos de preços reais nos Estados Unidos durante este período foi um pouco maior (na verdade, aumentou sete vezes nesse tempo), Brunner estave muito perto de acertar.

4. O mais poderoso rival dos EUA não é mais a União Soviética , mas a China.

5. Os europeus formaram uma união de nações para melhorar suas perspectivas económicas e influência nos assuntos mundiais. Nos assuntos internacionais, o Reino Unido tende a se alinhar com os EUA, mas em outros países da Europa aparecem movimentos críticos com as iniciativas dos EUA.

6. Israel continua a ser o epicentro das tensões no Oriente Médio. África tem a economia menos desenvolvida do mundo.

7. Embora algumas pessoas ainda se casam, muitos jovens preferem sexo sem compromisso de longo prazo.

8. A homossexualidade torna-se convencionalmente aceite. Os meios de comunicação promovem produtos farmacêuticos para melhorar a vida sexual e mudança de sexo operações são executadas.

9. O consumo de marihuana é legal, mas é proibida a utilização do tabaco.

10. Detroit prosperou e é quase uma cidade fantasma, devido ao encerramento da maioria das fábricas (na verdade Detroit perdeu centenas de milhares de pessoas por esta circunstância.)

11. Sistemas do tipo TiVo permitem aos usuários assistir a programas de TV de acordo com seus próprios horários.

Fontes: Rússia Today - Últimas Curiosidades

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cientistas alertam para 'epidemia silenciosa' de perturbações neurológicas


Dois dos maiores especialistas mundiais na ligação entre o ambiente e a saúde alertam hoje que os químicos industriais a que as crianças estão sujeitas diariamente podem estar a provocar uma "epidemia silenciosa" de perturbações do desenvolvimento.

O alerta surge na revista científica The Lancet Neurology e os autores apelam aos países que mudem os seus procedimentos de avaliação dos riscos dos químicos para proteger as crianças destas toxinas.

Em causa estão químicos como o mercúrio, o chumbo e certos solventes e pesticidas, que estão presentes em objectos tão comuns como a roupa, o mobiliário ou os brinquedos.

"Os cérebros em desenvolvimento são particularmente vulneráveis aos químicos tóxicos no ambiente", diz Philippe Grandjean, da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston.

"Enquanto não existir um requisito legal para que os fabricantes provem que todos os químicos industriais existentes e todos os novos químicos são não tóxicos antes de entrarem no mercado, na linha da lei da União Europeia [para o registo, avaliação, autorização e restrição] dos químicos, REACH, enfrentamos uma pandemia de toxicidade para o desenvolvimento neurológico". Por isso, os autores propõem uma “estratégia global de prevenção”.

As perturbações do desenvolvimento neurológico, como o autismo, o défice de atenção, a dislexia ou a paralisia cerebral, afectam uma em cada seis crianças em todo o mundo, havendo cada vez mais provas que ligam a exposição a químicos na infância a níveis mais altos destas doenças.

Um controlo mais apertado da utilização destes químicos permitiria poupar milhões de dólares, alertam os autores, recordando que os custos anuais do tratamento do envenenamento por chumbo nos EUA, por exemplo, são de cerca de 50 mil milhões de dólares.

Mas Grandjean e o co-autor do artigo, Philip Landrigan, da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova Iorque, sublinham que este número poderá ser apenas a ponta do icebergue.

"A vasta maioria dos mais de 80.000 químicos industriais utilizados nos EUA nunca foram testados nos seus efeitos tóxicos para o desenvolvimento do feto ou da criança. A exposição a estes químicos durante as fases iniciais do desenvolvimento pode causar danos cerebrais em níveis muito mais baixos do que os que afectam os adultos e o real impacto na saúde das crianças só agora está a começar a revelar-se", referem.

Os dois maiores obstáculos aos esforços para limitar os químicos que ameaçam a saúde das crianças são as grandes falhas nos testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico e a enorme quantidade de provas exigidas para que se possa regulamentar.

"A única forma de reduzir a contaminação tóxica é tornar obrigatórios os testes à sua toxicidade para o desenvolvimento neurológico dos químicos novos e já existentes", diz Landrigan.

"Uma abordagem cautelosa deste género significaria que uma indicação prévia de potenciais efeitos tóxicos graves levaria a uma regulamentação forte, que poderia depois ser relaxada se provas subsequentes demonstrassem que os danos eram menos graves", acrescenta.

Os autores propõem uma estratégia internacional de prevenção que ponha o ónus nos produtores de químicos, e não nos governos, de provarem que os seus produtos são de baixo risco, usando um processo semelhante ao que é exigido às farmacêuticas, e uma nova agência reguladora internacional para coordenar e acelerar estas medidas.

"O número total de substâncias neurotóxicas actualmente reconhecidas é quase certamente uma pequena parte do verdadeiro número de substâncias tóxicas para o desenvolvimento neurológico libertadas para o ambiente global", dizem.

"A nossa grande preocupação é que as crianças de todo o mundo estejam expostas a químicos tóxicos não reconhecidos que estão silenciosamente a corroer a inteligência, a perturbar o comportamento, a truncar as conquistas futuras e a danificar as sociedades, talvez mais seriamente nos países em desenvolvimento".

Lusa/SOL 

Fonte: Sol
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Descoberto um asteróide de cerca de 400 metros que podem colidir com a Terra em 2032


Os astrónomos descobriram um asteróide de cerca de 400 metros que podem colidir com a Terra em 2032, segundo o Centro de Planetas Menores da União Astronómica Internacional.

O asteróide, chamado 2013 TV135, foi encontrado pelos peritos do Observatório Astrofísico da Crimeia de acordo com o Centro, citado pela agência de notícias russa RIA Novosti .

Após a descoberta foi confirmada por observatórios na Rússia e também os astrónomos da Itália, Reino Unido e Espanha.

O corpo azul , de um tamanho de cerca de 410 metros, foi descrito pelos especialistas como asteróide potencialmente perigoso (PHA, sigla em Inglês), como sua intersecção mínima orbital com a Terra é de 0,012 UA (unidades astronómicas ), ou seja, inferior a 0,05 UA necessária para esta série.

De acordo com avaliações preliminares dos cientistas, há uma chance de que a 26 de agosto de 2032 o corpo celeste colidir com a Terra, apesar de a possibilidade de impacto ser de um em 63000.

Fonte: RT
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sinais e profecias: Israel já tem levitas prontos para fazerem os sacrifícios no Terceiro Templo


No dia 20 de agosto de 2013, após mais de 1950 anos, ocorreu em Israel a cerimônia preparatória para a retomada do “sacrifício perpétuo” que era feito diariamente pelos judeus. O mandamento presente no livro de Levítico é retomado em Jerusalém pela primeira vez desde a destruição do Segundo Templo pelas mãos dos romanos, no ano 70. O Templo original foi inaugurado aproximadamente em 950 a.C. e destruído na invasão babilônica em 586 a.C.

O treinamento dos cohanim (sacerdotes) é uma iniciativa do Instituto do Templo, juntamente com várias outras organizações dedicadas a reerguerem o Beit HaMikdash (Templo de Salomão) em Jerusalém. Essa escola para os novos sacerdotes é um importante passo na restauração dos sacrifícios rituais. A primeira turma foi selecionada após uma parceria com a Mishmeret Kehunah, instituição que procura restaurar o ciclo sacerdotal do Templo.

Um novo sinédrio existe desde 2006. Desde então, se reúne uma vez por mês em Jerusalém, e formou uma comissão de sete rabinos, que faz um estudo detalhado dos rituais e cerimônias do templo. Com isso, foram selecionando jovens que descendem da antiga tribo de Levi, algo facilmente identificável por terem mantido a tradição de seus sobrenomes, sendo os mais comuns Levi, Levy, Levine, Leventhal, Levinson e Cohen.

Os sacerdotes escolhidos tiveram as primeiras aulas sobre como usar suas roupas especiais seguindo os requisitos bíblicos, e como executar os rituais na tradição dos levitas originais. Os alunos realizaram o sorteio para determinar quem iria fazer o primeiro serviço de sacrifício do dia. Este é um importante passo para a comunidade judaica que crê nas profecias sobre a restauração do templo como sinal da vinda do Messias.

Segundo o anúncio oficial, “Na noite do dia 14 de Elul, 5773, o Instituto do Templo, em cooperação com Mishmeret Kehunah (Organização para a Renovação dos turnos sacerdotais) e outros organizações inaugurou uma nova escola dedicada ao ensino da ‘arte perdida’ de executar diariamente o serviço Tamid no Templo Sagrado”. 


Nenhum animal foi sacrificado, mas as imagens divulgadas mostram os preparativos para a oferta do incenso, o toque das trombetas e a limpeza ritual do candelabro, juntamente com o ensaio das orações adequadas e das canções tradicionais.

O Instituto existe há 26 anos e tem feito muitos preparativos para a reconstrução do templo judaico no Monte Moriá, desde então. No ano passado, a organização quis retomar o sacrifício público a páscoa para lembrar os judeus da tradição. Contudo, a polícia israelense mais uma vez os impediu de fazer manifestações públicas por medo de incitar a revolta dos muçulmanos.

O movimento pela reconstrução do Templo já divulgou em outras oportunidades que terminou a produção de todas as 102 peças do local sagrado, seguindo os preceitos bíblicos. Todos os utensílios necessários já estão prontos, incluindo a arca da aliança, além dos projetos arquitetônicos para a reconstrução. Os novos sacerdotes não sabem quando poderão começar a atuar, mas querem estar prontos o quanto antes.

Os judeus ultraortodoxos acreditam que, de acordo com o Antigo Testamento, o Messias será o único capaz de restaurar o Templo, então basta esperar. Por outro lado, outros grupos defendem que o povo judeu deve, de alguma forma, merecer a vinda do Messias, preparando-se ativamente para isso.

Baseado nisso, grupos como o Instituto do Templo tem atraído doações de judeus espalhados por todas as nações do mundo para que seja possível a reconstrução do Templo. Ministérios cristãos sionistas também têm colaborado, em especial o do evangelista Benny Hinn, que inclusive o levou ao seu programa de TV para falar sobre o assunto. 

 

Somente o candelabro principal do Templo (Menorah), feito com mais de 40 quilos de ouro maciço, custou 3 milhões de dólares. Em 21 de Maio de 2009, o grupo de judeus ortodoxos “Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte do Templo” fez um desfile pelas ruas de Jerusalém, mostrando uma pedra de quase quatro toneladas. Ela foi anunciada como a pedra angular para a edificação do terceiro Templo de Jerusalém.

Obviamente, ainda não é possível pensar na reconstrução do Templo sem que seja destruída a Mesquita de Al-Aqsa com o famoso Domo da Rocha, algo que já provocou ameaças de guerra por parte dos países muçulmanos. Quando o Instituto do Templo pretende começar a construção do novo local sagrado ainda é um mistério. Um vídeo do governo de Israel feito no começo desse ano reascendeu a polêmica.

O rabino Chaim Richman, diretor do Instituto é o mais forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo. Ele já criticou publicamente outras tentativas de reconstrução do templo, como a réplica da IURD no Brasil. Com informações de Temple Institute e Bible Prophecy

Documentário sobre a construção (em inglês):


Fonte: Gospel prime
Via: Apocalink
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Notícia na Fox News diz que pedaço de sol está vindo em direção a terra


Corey Powell, Editor da Discover Magazine, juntou-se a Bill Hemmer na sala de imprensa da América, para explicarem o buraco negro gigante no sol, e o que isso significa para nós aqui na Terra.

"A razão de toda aquela superfície escura, é que todo aquele pedaço do sol basicamente foi arrancado e lançado para fora, no espaço e está vindo em nossa direção, numa velocidade de cerca de dois milhões de milhas por hora", disse Powell

Bem, isso não soa bem. Powell explicou que este fenômeno acontece com certa freqüência, mas nunca viu um buraco assim, tão grande.

Ele disse que quando o pedaço do sol atinge a Terra, ele pode causar auroras e mexer o campo magnético. A grande preocupação seriam potenciais interrupções de sinais de GPS e de interferência com satélites de comunicação e linhas de energia.

A ocorrência deste evento conhecido como "Killshot" (onde uma enorme massa coronal atinge o planeta em cheio e causa o fim da vida como a conhecemos) já havia sido alertada por Edward Snowden em 27 de julho (3 dias antes da descoberta do buraco no Sol) e até pelo lendário monge russo Grigori Rasputin no início dos anos 1900.
O monge apontou 23 de agosto de 2013 como o dia fatal enquanto Snowden falou em início de setembro, datas bem próximas que evidenciam a provável ocorrência de algo grande em um período de 15 dias entre o fim de agosto e metade de setembro deste ano.

Veja o video:


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expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
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