Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Estatísticas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estatísticas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alerta Mundial! Virologista: 'É tarde demais, o Ebola matará 5 Milhões'


Especialista diz que vírus vai infectar toda a população dos países africanos

Um respeitado virologista alemão causou choque ao afirmar que é tarde demais para deter a propagação do vírus Ebola em Serra Leoa e Libéria, e que cinco milhões de pessoas vão morrer, notando que os esforços devem agora concentrar-se em parar a transmissão do vírus para outros países.

Jonas Schmidt-Chanasit do Instituto Bernhard Nocht de Medicina Tropical em Hamburgo disse o alemão Deutsche Welle que a esperança é tudo, mas perdeu para os habitantes de Serra Leoa e Libéria, e que o vírus só vai "queimar a si mesmo", quando se infectou toda a população e matou cinco milhões de pessoas.

"O momento certo para obter esta epidemia sob controle nesses países foi perdido", disse Schmidt-Chanasit."Esse tempo foi maio e junho. "Agora é tarde demais."

O atual surto de Ebola na África Ocidental já matou mais de 2.200 pessoas, com a Libéria ea Serra Leoa representando mais de 1.700 dessas mortes.

Enquanto pedindo "apoio maciço" da comunidade internacional para evitar Ebola aparecendo em outros países como Nigéria e Senegal, Schmidt-Chanasit adverte que a contenção dos epidemia na Libéria e na Serra Leoa é um afastamento da realidade.

Organização de ajuda alemã Welthungerhilfe criticou Schmidt-Chanasit por seus comentários, com o coordenador baseado Serra Leoa Jochen Moninger rotular suas declarações, "perigoso e, além disso, não é correto." No entanto, Moninger reconheceu que a avaliação de Schmidt-Chanasit podem ser precisas no caso da Libéria

A Organização Mundial da Saúde recusou-se a comentar as declarações de Schmidt-Chanasit.


Embora Ebola continua a raiva em cinco países africanos, a cobertura da mídia sobre a epidemia diminuiu, apesar de evidências de que o vírus sofreu uma mutação .

Como informamos no mês passado , o ex-funcionário da FDA Scott Gottlieb, MD advertiu que se o vírus estava a atingir os Estados Unidos, o CDC iria promulgar procedimentos de emergência que poderia levar a americanos saudáveis, que não apresentam sintomas do doente serem forçosamente detidos por tempo indeterminado período de tempo.

Cientistas do Canadá e do Canadá Agência de Saúde Pública têm ambos reconheceram que o vírus provavelmente foi transportado por via aérea, pelo menos até certo ponto, enquanto o CDC pediu que funcionários da companhia aérea a tomar medidas para impedir a disseminação aérea do vírus, inclusive dando presumíveis vítimas de Ebola cirúrgico máscaras, bem como orientando funcionários para "não usar ar comprimido, o que pode se espalhar material infeccioso através do ar."

UPDATE: Depois que este artigo foi publicado, o "5000000" citação do relatório original Deutsche Welle foi removido e o título foi alterado. O texto original pode ser lida aqui . Não se sabe por que Deutsche Welle alterou a redação do relatório, sem emitir uma retratação formal.

Fontes: Infowars - Libertar.in
Leia Mais >>

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Mais de 300 mil pessoas já implantaram biochips em seus corpos


Por: Leiliane Roberta Lopes

O aparelho tem o tamanho de um grão de arroz e serve tanto para usos medicinais, quanto para segurança

A medicina está prestes a iniciar a implantação de um biochip que será capaz de controlar diabetes, ser usado como método contraceptivo e ainda para fazer exames dando um diagnóstico preciso e rápido até mesmo para casos de câncer.

O biochip é um dispositivo eletrônico do tamanho de um grão de arroz chamado de “wearables” assim como acessórios tecnológicos de uso pessoal como os óculos, relógio e pulseiras fabricados por empresas como LG, Motorola e Samsung.

A diferença é que este pequeno dispositivo será implantado dentro do organismo humano. “Os biochips vão acelerar o diagnóstico das doenças, porque são ultrasensíveis. Isso vai permitir exames de análises clínicas mais rápidos e baratos”, diz Idagene Cestari, diretora de bioengenharia do Instituto do Coração (Incor) em entrevista à Veja.

Através dessa cápsula de vidro será possível, por exemplo, analisar substâncias como o sangue para identificar se a pessoa está ou não doente.

Em casos de diabetes o biochip poderá ser implantado para liberar a quantidade ideal de insulina. Casos de pressão alta também poderão ser acompanhados por este pequeno aparelho que promete revolucionar a medicina.

Idagene é uma entusiasta sobre o uso desse dispositivo. “Poderemos fazer uma medicina personalizada”, disse ele.

Uma startup ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) já testou um biochip para evitar gravidez. Implantado sob a pele ou no abdômen da mulher ele libera diariamente uma pequena dose de hormônio contraceptivo. O aparelho pode ser usado por 16 anos, quando a mulher desejar ter filhos, através de um controle remoto o médico ou a paciente desativa o biochip e estará pronta para gerar.

No Brasil a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) na área de otorrinolaringologia tem testado o biochip para casos de surdez.

Implantado no ouvido dos pacientes surdos, ou no tronco cerebral, o biochip libera impulsos elétricos estimulando o nervo auditivo. Com esse procedimento espera-se que cérebro interprete a informação e restaure a capacidade do usuário reconhecer os sons, ainda que sejam “robóticos”.
Uso de biochips aumenta a cada dia

O uso do biochips pode parecer novidades, mas há cerca de 300 mil pessoas que já usam esses dispositivos no mundo todo. A Veriteq Corp, fabricante de biochips nos Estados Unidos, já tem aval da Food and Drug Administration (FDA) e já comercializada três modelos de dispositivos.

No Brasil não há fabricantes desses dispositivos, mas alguns brasileiros já estão usando para abrir carros e conectar computadores como é o caso de Raphael Bastos, de 28 anos.

Morador de Belo Horizonte (MG) o jovem conseguiu implantar um biochip que lhe permite destravar computadores, passar por catracas, destrancar portas e ligar o carro apenas encostando a mão esquerda em um leitor.

Bastos conseguiu adquirir um biochip através da loja Dangerous Things, um site especializado em comercializar esses dispositivos. Com 99 dólares é possível comprar o aparelho e ainda seringas especiais e bisturis que devem ser usados para a implantação do produto.

Leia Mais >>

sábado, 16 de agosto de 2014

Crime mata mais por dia no Brasil que o confronto entre Israel e Palestina


Publicado no começo de julho, o mais recente Mapa da Violência mostra que o número de homicídios no Brasil sobe a cada ano.

Em 2012, o ano com os dados mais recentes, 56.325 brasileiros foram vítimas de homicídio, o que resulta em uma média de 154 mortes por dia.

Já no confronto entre Israel e Palestina, desde o dia 8 de julho, quando Israel começou a investida contra o Hamas em Gaza, foram contabilizadas 1.901 mortes (1.834 palestinos e 67 israelenses). O que resulta numa média de 66 mortes por dia. 

Clique na imagem para ampliar
Leia Mais >>

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Tribunal dos Estados Unidos autorizou espionagem de 193 países

Telegraph Sede de Comunicações do Governo (GCHQ) do Reino Unido. Os Estados Unidos teriam pago 100 milhões de libras ao órgão britânico para a espionagem, ao longo de três anos.

Praticamente nenhum país ou governo estrangeiro ficou isento da espionagem global da Agência Nacional de Segurança (NSA) estadunidense. De acordo com uma matéria do jornal The Washginton Post, desta segunda-feira (30/6), um documento oficial recentemente divulgado inclui 193 países cujas informações podem ter sido interceptadas após uma autorização judicial à NSA.

Os documentos recém-divulgados mostram que apenas quatro governos não foram incluídos na lista para a espionagem: os do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia, em grande parte cúmplices da “vigilância” estadunidense, segundo revelações anteriores feitas através dos documentos vazados pelo ex-técnico da NSA, Edward Snowden.

Os quatro governos excluídos da lista são também signatários de acordos abrangentes de “não espionagem” com os EUA. O grupo, segundo o Washington Post, é conhecido como “Cinco Olhos”. O documento revelado, um certificado datado de 2010, em conjunto com outros textos, indica que a NSA tem recebido uma “autoridade muito mais elástica” do que a já revelada, afirma o jornal.

O certificado foi aprovado pelo Tribunal para Vigilância de Inteligência Estrangeira e inclui um conjunto de documentos vazados por Snowden, listando os 193 países que seriam de “interesse válido” para a espionagem dos EUA.

O documento também autorizava que a NSA coletasse informações sobre entidades que incluíam o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, a União Europeia e a Agência Internacional de Energia Atômica.

Os oficiais da NSA recusaram-se a comentar sobre o certificado ou admitir a sua autenticidade e sublinharam as constrições postas à coleta de “inteligência estrangeira”, como os diversos requisitos estabelecidos pelo presidente, pelo diretor dos serviços de inteligência nacionais e pelos vários departamentos no Quadro de Prioridades da Inteligência Nacional.

O Washington Post ressalva que o texto não é uma prova da prática efetiva de espionagem desses países, mas apenas da permissão para fazê-lo. Entretanto, as implicações para a privacidade são extensas, como têm denunciado os defensores dos direitos civis.

“Estes documentos mostram tanto o potencial alcance das atividades de vigilância do governo quanto a o papel excessivamente modesto que o tribunal desempenha ao monitorá-las,” disse Jameel Jaffer, vice-diretor legal da Associação Americana de Liberdades Civis, citado pelo Washington Post.

Da Redação do Vermelho,
Com informações do Washington Post

Fonte: Vermelho
Leia Mais >>

terça-feira, 10 de junho de 2014

O caos: O Mundo sem Petróleo


Por Sheila Lobato

Previsões sombrias sobre o futuro da humanidade são divulgadas a cada dia. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? Mas há uma luz no fim do túnel

Venda de gasolina no Quirguistão, Ásia Central. A escassez do produto e seu alto preço no país têm estimulado algumas pessoas a comercializá-lo em pequenas quantidades à beira das estradas.

Disparada do preço do petróleo, aquecimento global, degelo das calotas polares, elevação dos oceanos, alta do preço dos alimentos, escassez de água potável - tudo isso e mais um pouco está tirando o sono do planeta. Sem reservas Dapreciáveis de petróleo e de terras agricultáveis, com verões escaldantes, invernos gelados e violentas tempestades nas épocas de chuvas, os europeus estão vivendo o pior dos mundos. E não só eles.

A imprensa tem divulgado previsões sombrias sobre o futuro da Europa e da humanidade. Se assim será por lá, pior ainda na China, na Índia e em outros países emergentes, Brasil incluído. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? E, por mal dos pecados, sem sexo? Porque será humanamente impossível, com tanto problema na cabeça, pensar ainda naquilo.

Mas ainda existe gente otimista. Uma publicação francesa pediu a pesquisadores de novas tecnologias que descrevessem o cenário que imaginavam para um mundo sem petróleo. Nenhum pintou o caos, mas todos concordaram que a vida será muito diferente. Um deles prevê que o fim do petróleo fará a humanidade voltar ao melhor dos tempos: em vez do automóvel, a carroça; em vez de possantes motores, cavalos, jumentos, asnos e outros bichos de tração.

O pesquisador não pensou, porém, no grave problema de trânsito que as carroças vão causar na Place de l'Etoile, na Times Square ou na Avenida Paulista, com centenas de garis correndo para lá e para cá a fim de recolher o produto indesejável dos escapamentos animais. Em vez disso, ele pensou nos preços da aveia e forragens nos mercados spot, prevendo uma disparada igual à do petróleo hoje. Com a grande vantagem de que aveia e forragem são cultiváveis.

No entanto, plantar aveia onde? Na Europa, onde não haverá terra suficiente para alimentar os humanos? Nos países pobres? Com isso, vão ter uma gorda receita para equilibrar suas finanças. Mas e se houver fome nesses países, pela substituição de cultivos para os humanos por forragens para os animais?

A questão remete ao debate entre os países ricos produtores de etanol à base de milho e os pobres produtores de etanol da cana-de-açúcar. Os ricos, acusados de encarecer os alimentos no mundo; os pobres, de crime contra a humanidade por plantar cana em vez de feijão.

Quem tem razão? Nenhum dos visionários europeus abre uma chance sequer ao etanol brasileiro. Se pensam na volta das diligências, porém, é porque os produtores de cana não estão vendendo direito seu peixe. Com os Estados Unidos plantando milho para fazer álcool e o galão de gasolina a cerca de US$ 5, não há dúvida de que estamos na nova era. Aí, a vantagem do álcool de cana - dez vezes mais competitivo que o do milho e derivado de um cultivo nãoalimentar - é fora de série.

Grupo de refletores de luz solar na usina Solar-1, em Barstow, na Califórnia. A luz é enviada para uma torre da usina, que a transforma em energia. Essa matriz energética deve ganhar cada vez mais força com o passar dos anos.

Haverá fome por causa disso no mundo? É lobby das grandes empresas petrolíferas. A área cultivável não aproveitada do Terceiro Mundo pode abastecer toda a frota mundial de veículos. A floresta amazônica seria varrida do mapa? Ora, lá não dá para plantar nem cana nem grãos. A ameaça ao pulmão do mundo vem dos desmatamentos para as pastagens e da venda ilegal de madeira aos países ricos.

Quando o petróleo vai acabar?

O petróleo um dia vai acabar, isso é certo. Em muitos lugares já acabou. Mas, por enquanto, não é possível estabelecer uma data precisa para essa total exaustão das reservas. O que há são especulações, mais ou menos verossímeis.

No início deste século, os cálculos mais acurados indicavam que a produção iria se estabilizar ao redor de 2004, e que esse patamar iria durar, na melhor das hipóteses, apenas 15 anos. Depois disso, a extração de petróleo convencional entraria em gradativo, mas inexorável, declínio. Para a maioria dos especialistas, o patamar estável já foi atingido. O próximo passo, fatalmente - e apesar de recentes descobertas alvissareiras, como a dos campos de petróleo na camada de pré-sal -, é que a produção global irá parar de crescer em breve. Preparados ou não, teremos de enfrentar um futuro sem petróleo. Um futuro que poderá ser marcado pela recessão e pela guerra.

Ninguém sabe de fato quanto combustível existe no subsolo do planeta. Os chamados pessimistas do setor petroleiro argumentam que o ponto de inflexão é iminente, ou já ocorreu, e está mascarado pelas flutuações diárias na produção. Os otimistas, por seu lado, afirmam que décadas se passarão até esse ponto ser atingido. Segundo eles, ainda existe muito petróleo acabanpara ser extraído ou achado. Há também imensas reservas de petróleo "não convencional", como os maciços depósitos de areia betuminosa no oeste do Canadá.

Mas até mesmo os mais otimistas admitem que os limites físicos já são visíveis. O número de novas jazidas descobertas a cada ano vem se reduzindo nas últimas décadas, apesar dos avanços tecnológicos, entre os quais sistemas digitais de levantamento sísmico que permitem aos técnicos distinguir os depósitos de petróleo muito abaixo da superfície da Terra. Por outro lado, a maioria dos campos grandes e fáceis de localizar - os chamados "elefantes" - foi descoberta décadas atrás, e os remanescentes tendem a ser bem menores. Estes não apenas são mais difíceis de ser encontrados do que os campos maiores, como também precisam ser descobertos em maior número para que se extraia a mesma quantidade de petróleo.

O grande temor é a lentidão com que o mundo está reagindo à quase certa escassez do petróleo no futuro próximo. Carros com motores mais eficientes e alternativas como os biocombustíveis vão compensar o fim de algumas fontes de petróleo, mas o maior desafio talvez seja o de reduzir a demanda em sociedades sedentas de energia. No entanto, discussões realmente sérias sobre mudanças em nosso modo de vida e nossos hábitos perdulários ainda não começaram. Corremos o risco de ser simplesmente atropelados pela história.

Mais: os alimentos não estão em alta por falta de plantio, mas por especulação combinada com o apetite dos chineses, hoje comendo como nunca. Quando a bolha especulativa furar, os preços vão cair pelo menos 30%. Quando? Os visionários não foram perguntados, mas é uma boa questão. E a resposta é: quando os EUA e a Europa reduzirem seus déficits públicos a menos de 2% ou 3% de seus PNBs. (PNB, o produto nacional bruto, é a soma das riquezas produzidas anualmente num país, com o acréscimo das rendas recebidas do exterior por empresas e cidadãos desse país e o desconto das rendas obtidas por empresas e cidadãos de outros países).

Voltando às previsões mundiais, pensar no fim da era do petróleo até que não é má idéia. O futuro será da organoquímica, sucessora da petroquímica. Os copinhos hoje de plástico obtido a partir do petróleo serão feitos de bagaço de cana e casca de batata. Translúcidos e bonitos, decompõem-se na natureza em menos de oito meses. O vestuário dos humanos, a decoração de interiores de suas casas, o plástico amplamente usado em veículos, equipamentos e utensílios domésticos, tudo será de fibras orgânicas, sem um pingo de poliéster, derivado do petróleo devidamente extinto. E alô, alô, atenção, agricultores: a fibra do bambu, já presente na produção de tecidos, é um aperitivo do que a criativa organoquímica irá produzir.

Fontes limpas e abundantes de energia, como a eólica, a das marés e a geotérmica, substituirão a energia das termelétricas e usinas nucleares. O motor movido a ar comprimido vai tirar das cidades os gastadores, poluidores e lentos caminhões de entrega. Está acabando o ar? É só parar no posto e encher o tanque de ar comprimido, como se enchem hoje os pneus do carro. De graça, viu? Modelos esportivos ou para duas pessoas também cruzarão as ruas das cidades, com autonomia para rodar o dia inteiro. Repito, de graça!

Para as auto-estradas, o cardápio é variado: automóveis 100% elétricos, movidos a baterias e painéis solares; caminhões e ônibus com motores a hidrogênio ou elétricos, conforme o tamanho e a necessidade. No céu, aviões com painéis solares e reatores a nitrogênio sugado do próprio ar. Nos oceanos, supercargueiros no lugar dos superpetroleiros, propulsados a hidrogênio do próprio mar, além de turbinas acionadas pela força das ondas e pelo vento. Nas ferrovias, trens-bala com baterias auto-recarregáveis correrão suspensos sobre trilhos eletromagnéticos, a 500 km/h, dispensando energia elétrica da rede pública.

Protótipos esportivos do automóvel 100% elétrico já estão em testes, andando a 210 km/h e acelerando de 0 a 100 em quatro segundos, com autonomia de 400 km e recarga de baterias em apenas 20 segundos. Quando tiverem painéis solares, a recarga será automática. Grátis também, viu? E do trem-bala a nitrogênio já existe um protótipo brasileiro, mostrado em julho à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Funciona e é mais avançado que os atuais trens-bala japoneses.

Clique para ampliar

Casas e prédios produzirão sua própria energia, à base de baterias, painéis solares e miniturbinas eólicas. As piscinas serão fontes de energia gratuita, refrigerando a casa no verão e aquecendo-a no inverno. Painéis solares miniaturizados para caber na bolsa ou no bolso vão recarregar o celular, o notebook e qualquer aparelho a pilha ou a bateria.

E o vaso sanitário do futuro, se não haverá água bastante nem para beber? Um vaso meio jurássico que hoje custa US$ 5 mil a unidade, de fabricação japonesa e com direito a um banhozinho automático no traseiro, será desenvolvido para aposentar os atuais modelos. Com um detalhe essencial: sem uma gota d'água.

É simples. Ao se levantar a tampa, um produto higiênico inerte desce pelas laterais, levando tudo para o fundo, limpando e eliminando totalmente os odores. Embaixo do trono, o segredo do negócio: uma miniusina de decomposição ativada pelas mesmas e poderosas bactérias que consomem troncos de árvores tombadas nas florestas. É só jogar um punhado de casca picada no fundo, depois do serviço. As crianças vão adorar. Após o tratamento, o produto vira um farelo seco e sem cheiro que será expelido por um golpe de ar comprimido para a caixa de dejetos do prédio - aliás, não mais uma caixa de dejetos, mas de adubo orgânico da melhor qualidade, pronto para uso na agricultura.

Por falar nela, o problema da escassez de terras produtivas estará resolvido. Em vez das fazendas horizontais de hoje, superfazendas verticais - imensas torres metálicas, com até mil metros de altura e centenas de andares de produção (ver págs. 24-25). Os do topo produzindo energia fotovoltaica a partir dos raios solares; os da base, energia a partir do calor do manto terrestre através de poços que usarão tecnologias semelhantes às de hoje para extrair petróleo.

Essa energia movimentará turbinas e geradores para alimentar as torres e iluminar as cidades próximas. As torres produzirão sua própria água a partir do ar. Um túnel central fará o ar quente da superfície subir em alta velocidade até o topo, lançando às nuvens produtos para provocar chuvas artificiais programáveis. A água dessas chuvas servirá às torres, às cidades próximas e à recomposição dos lençóis freáticos exauridos. Ao mesmo tempo, os ventos do túnel e do exterior acionarão superventiladores para gerar energia eólica.

Nessas torres, todos os cultivos serão hidropônicos. A terra firme será usada apenas para as culturas extensivas, como soja, trigo, milho, arroz. Tudo o mais será produzido nas torres por hidroponia. Protótipos já estão em construção na Espanha.

Não haverá lugar para a criação de gado de corte, pelo menos na Europa. A carne virá de países como Brasil, EUA e Austrália, com seus vastos territórios. Mas as torres criarão peixes em tanques, reduzindo a necessidade da pesca em rios e mares, pelo menos até a vida aquática se recuperar da poluição deixada pela era do petróleo.

Por último, a tecnologia da comunicação estará tão desenvolvida que os milhões de toneladas de árvores que as indústrias da imprensa e do papel abatem por ano serão lembrados como um dos muitos desatinos do passado. Livros, jornais e revistas serão lidos em imagens holográficas manipuladas pela voz e pelos olhos do leitor.

Como? Basta pedir ao microcomputador as notícias do seu jornal favorito e uma imagem tridimensional com textos e fotos surgirá no ar em frente a você. Movimentos dos olhos e da cabeça farão as páginas correr, como se faz hoje com as mãos para virar as folhas de um livro. Se não gostar do visual, o leitor poderá mudar toda a página, ampliando, reduzindo ou suprimindo fotos e diagramando como quiser, aí sim usando as mãos, como no filme Minority Report. Os editores vão se moer.

Papel, só para embrulhar presentes. Nesse mundo admiravelmente novo, os visionários deixam a boa sensação de que a humanidade, em meio a tantas delícias, poderá dormir em paz e o sexo não será coisa do passado, mas terá lugar garantido num futuro tranqüilo e reparador.

Nada como sonhar. 

Veja também um documentário com mais detalhes sobre o assunto: 


Fonte:  Revista planeta
Leia Mais >>

Em futuro próximo? Uma América mais islâmica, budista, hindu e menos cristã


Julio Severo

Não há dúvida de que os Estados Unidos tiveram um começo cristão, primeiro com os Peregrinos. Mais tarde, desde a independência em diante, os EUA eram uma nação protestante com minorias católicas e judaicas. Os EUA conseguiram de forma consistente manter esse perfil religioso até meados do século XX.

Os EUA eram vistos como a nação mais protestante do mundo, e os missionários americanos muitas vezes ensinavam sobre as bênçãos divinas que estavam sobre uma nação predominantemente protestante. Os EUA eram estimados por nós, pelo exemplo e pregações dos missionários, como uma nação que havia se tornado forte porque abraçara o Evangelho.

Falo como brasileiro que foi muito beneficiado pelo maravilhoso trabalho missionário dos EUA.

Mas qual é o perfil religioso dos EUA hoje? Os EUA ainda são a nação mais protestante do mundo, mas sua posição será ultrapassada pela China em 10 anos. Os Estados Unidos tinham 159 milhões de protestantes em 2010 e as previsões são que a China terá 160 milhões de protestantes em 2025. Contudo, embora os cristãos protestantes estejam aumentando na China, seus números estão declinando nos EUA.

A Associação de Estatísticas de Órgãos Religiosos Americanos, uma organização que ajuda a agência federal americana de recenseamento, recentemente divulgou um mapa interessante que mostra quais religiões agora ocupam o segundo lugar de importância em todo o território dos EUA. Em algum ponto no futuro próximo, essas religiões poderão ultrapassar as maiorias cristãs, quer protestantes ou católicas, deixando os EUA com um perfil religioso vastamente diferente de seu começo.

Clique na imagem para ampliar: Laranja: budismo Verde: islamismo Vinho: Hinduismo Roxo: judaísmo Vede claro: bahaísmo

O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle. O judaísmo é a segunda religião mais comum na maior parte do nordeste dos EUA, enquanto no Oeste, o budismo é a segunda religião mais comum em 13 estados. O hinduísmo é a segunda religião maior em dois estados, Arizona e Delaware.

O que é de notar é que a pesquisa considera o mormonismo, as testemunhas-de-jeová e outras seitas heréticas como parte do Cristianismo.

É claro que as maiorias cristãs nos EUA são dominadas por cristãos nominais, sem mencionar cristãos esquerdistas, e os efeitos têm sido sentidos no campo missionário. No Brasil, Brian McLaren e outros líderes protestantes americanos esquerdistas, conhecidos por suas simpatias por pontos principais da agenda gay, têm livros bestsellers na Igreja Brasileira.

À medida que os EUA caminham para serem ultrapassados pela China como a nação mais protestante do mundo, seu Cristianismo interno e muitas vezes nominal está caminhando para ser ultrapassado pelo islamismo, budismo e outras religiões? O tempo dirá.

Está chegando a hora da Igreja Internacional enviar missionários aos EUA?

Com informações da revista Charisma.

Leia Mais >>

Álcool: A droga liberada que mata 1 pessoa a cada 10 segundos no mundo


O álcool mata cerca de 3,3 milhões de pessoas no mundo a cada ano, ou cerca de uma pessoa a cada 10 segundos, de acordo com um comunicado da OMS.

Essa taxa é maior do que as mortes causadas pela AIDS, a tuberculose e a violência combinados.

De acordo com o "Relatório mundial sobre álcool e saúde de 2014", 5,9% das mortes no mundo são atribuídas ao álcool. O que é ainda mais assustador é que 7,6% de todas as mortes envolvem homens. Essa é uma quantidade enorme, considerando que essa é uma droga legal e comercializada com muita facilidade.

É preciso mudar esse quadro: como o relatório afirma, o abuso de álcool é uma pandemia global e os governos precisam tomar medidas para proteger seus cidadãos. As melhores soluções pensadas são o aumento dos impostos, aumento da idade legal para beber e melhorar a regulamentação do comércio de bebidas alcoólicas. A OMS também chama a atenção dos governos para realizarem campanhas nacionais de sensibilização e prestação de serviços no tratamento para alcoólatras.

"Algo a mais precisa ser feito para proteger a população contra as consequências negativas que o álcool tem para a saúde", diz o Dr. Oleg Chestnov, diretor-geral adjunto de doenças não transmissíveis e saúde mental. "O relatório mostra claramente que não há espaço para complacência quando se trata de reduzir o uso nocivo do álcool".

A maioria das mortes por álcool provém de doenças cardiovasculares e diabetes, mas também há a cirrose e a fragilidade do sistema imunológico. A outra porcentagem de 17,1% de todas as mortes relacionadas ao álcool envolvem acidentes de trânsito ou ainda à violência induzida pela bebida.

Regionalmente falando, a OMS aponta que, com o aumento da riqueza global, as nações como Índia e China estão tendo as maiores taxas de consumo de bebida alcóolica, possuindo cada vez mais vítimas dessa droga. Entretanto, a Europa Oriental e a Rússia, batem recordes no exagero. Homens na Rússia chegam a beber em média 32 litros de álcool puro por ano, quase o dobro da média de um consumidor em todo o resto do mundo.

Avaliando esses dados, o preconceito com outras drogas chega a ser antiquado e ínfimo. Incapacidade de reduzir o uso, consequências alarmantes para o indivíduo que consome e para toda uma sociedade são apenas alguns dos argumentos usados para drogas que, em grande parte dos países, são consideradas ilegais.

No entanto, o álcool, mesmo com todos esses índices, é legal, e os governos federais e estaduais dedicam uma atenção exagerada para prevenir as pessoas desse uso de outras drogas. Se os países estão tão empenhados em combater o abuso de substâncias, então o álcool seria um alvo óbvio.

Já houve tentativas, mas não tiveram muito sucesso. É preciso uma campanha com mais ênfase e uma reeducação das pessoas com relação ao consumo de bebidas alcóolicas e colocar um maior controle sobre isso, afinal, elas também são drogas, que mudam a vida de um indivíduo e afeta a vida de toda a sociedade. 

Leia Mais >>

sexta-feira, 28 de março de 2014

A Monsanto mata (e os OGM não crescem)


De acordo com um recente estudo publicado pela Universidade do Sri Lanka, o glifosato, o princípio activo do herbicida Roundup da Monsanto, é responsável por uma grave doença renal que está a afectar os agricultores ilha cingalesa.

A doença, conhecida como CKDu (Doença Renal Crónica de etiologia desconhecida), atingiu 400 mil agricultores, 15% da população da província centro-norte do Sri Lanka, causando cerca de 20.000 mortes .

A CKDu é uma doença renal que afecta pessoas que não têm os factores de risco comuns para doenças como diabetes mellitus ou hipertensão.

Os pesquisadores têm encontrado uma correlação significativa em três fatores de risco, entre os quais é possível encontrar o uso do glifosato, comercializado pela Monsanto com o nome comercial Roundup, e cujas vendas no Sri Lanka aumentaram 150 % (de 800 para 1.800 toneladas) em apenas cinco anos, de 2000 a 2005: uma quantidade enorme, igual a cerca de 1,6 kg de produto por hectare de terra arável, enquanto a média na Ásia é de menos de meio quilo de pesticida por hectare.

Os outros fatores de risco são o consumo de água dura, isto é, rica em calcário (com concentrações superiores a 400 mg/L) e a exposição a metais nefrotóxico como cádmio e arsénio.

A combinação desses três factores pode parecer improvável, mas é exatamente o que aconteceu com 400 mil agricultores cingaleses e que está a acontecer em outras partes do mundo, uma vez que a doença é a segunda principal causa de morte entre os adultos do sexo masculino em El Salvador e atinge duramente também na Nicarágua.

OGM: e as melhorias?

E sempre acerca da Monsanto e das outras empresas ligadas à produção de OGM, os organismos geneticamente modificados: interessante uma pesquisa francesa publicada no final do mês de Fevereiro que observa o desenvolvimento das plantações de milho, soja e algodão nos Estados Unidos.

Como é possível observar no seguinte gráfico, entre 2000 e 2012 os OGM têm gradualmente conquistado o mercado do milho, de 20 a 90% da área cultivada. Crescimento semelhante também no caso da soja e do algodão.

Fonte: USDA
 
Apesar disso, os rendimentos não têm crescido em linha com as expectativas: com uma superfície dupla de OGM no período 2007-2012, os rendimentos aumentaram apenas 4 % em relação ao período 2000-2006. No entanto, este é um aumento que não é estatisticamente significativa: a tendência temporal do rendimento é de 0,04 t/ha por ano, com uma margem de erro de +/- 0,05 t/ha por ano.

A situação é semelhante para a soja enquanto no caso do algodão a tendência é um pouco melhor, mas ainda baixa (aumento de 6% entre os dois períodos).


Pelo contrário, cresceu significativamente (+ 30 %) a utilização dos herbicidas em todas as três culturas. O que não deveria fazer sentido, dado que os OGM são supostos apresentar uma maior resistência perante as pragas...

Ipse dixit.

Fontes: Ecoblog - Mdpi - Ecoliving - Hindawi - Informação Incorrecta
Leia Mais >>

quinta-feira, 27 de março de 2014

Fluoretação da água é relacionada com baixo QI em crianças


A exposição ao flúor pode causar a diminuição da inteligência das crianças revela um estudo publicado no Environmental Health Perspectives, uma publicação do Instituto Nacional das Ciência Ambientais e Saúde. Nos Estados 70% dos sistemas públicos de abastecimento adicionam flúor à água.

Conforme Paul Connett, Ph.D., diretor do Fluoride Action Network, "este é o 24º estudo que encontrou essa conexão, mas este é mais evidente porque o autor controlou as variáveis sobre baixo QI e flúor na água acrescentando teste da presença de flúor no sangue e baixo QI. Isto deixa muito claro a relação causa-efeito entre exposição ao flúor e danos ao cérebro em crianças”.

"O que é também impactante é o que o nível de flúor nas comunidades com baixo QI é bem mais baixo do que os valores estabelecidos como seguro para a água potável pelo órgão ambiental (EPA) que são de 4 ppm e ainda distantes do que é utilizado pelos programas de fluoretação (0.7 – 1.2 ppm)," disse Connett.

Neste estudo 512 crianças entre 8-13 anos em duas comunidades chinesas foram pesquisadas e testadas – Wamaio, com uma média de 2.47 mg/L de flúor na água e Xinhuai média de 0.36 mg/L. In Wamiao, a concentração de flúor no serum foi 0.081± 0.019 mg/L, e a média do QI foi 92.02 ± 13.00; in Xinhuaia concentração de flúor foi 0.041 ± 0.009 mg/L e a média do QI foi 100.41 ± 13.21.

O autor descartou a exposição ao ferro ou ao iodo como possíveis causas do baixo QI. Também foram excluídas crianças que tivessem história de doença no cérebro ou que consumissem chá prensado, conhecido por conter altos índices de flúor. Nenhuma das comunidades foi exposta à poluição por flúor oriunda da queima de carvão ou outras fontes industriais.

Cerca de 28% foram consideradas na faixa de normal ou muito inteligentes onde foram encontradas baixos teores de flúor e apenas 8% nas que mostravam índices mais elevados de flúor. Destas 15% foram classificadas com indícios de retardo mental e naquelas, 6% ficaram nesta faixa.

Além deste foram realizados outros 23 estudos sobre QI e a associação com o flúor que podem ser encontradas no site: http://fluoridealert.org.

Connett acrescenta que o resultado é que enquanto o impacto sobre IQ é intensamente pesquisado em todo o mundo, praticamente nenhum trabalho tem sido realizado nos Estados Unidos e nos países onde a fluoretação é utilizada e ironiza: “As agências de saúde parecem mais preocupadas em proteger os programas de fluoretação do que preservar o cérebro das crianças”.

Fontes: Revista tae - Combater a N.o.m 
Leia Mais >>

terça-feira, 11 de março de 2014

Hinduísmo: 330 milhões de divindades


Por: Texto Álvaro Oppermann

Os hindus acreditam numa força divina única, mas que assume incontáveis formas. O número de deuses pode ser até maior: talvez um para cada devoto

No sul da Índia, próximo à cidade sagrada de Tiruvannamalai, fica o templo de Bhuvaneshwari. Lá, os monges residentes têm uma única ocupação - bem insólita, por sinal: desde o século 16, ou talvez até há mais tempo, eles fazem um minucioso recenseamento de todos os deuses hindus.

Em pergaminho, registram a origem, a função e as relações de parentesco. É uma tarefa gigantesca. O número oficial de deuses na Índia chega a 330 milhões. Extraoficialmente, porém, essa conta bate na casa do bilhão.

Bem-vindo à enigmática Índia. Para entendê-la, é preciso livrar-se de alguns preconceitos que se tornaram moeda corrente no mundo ocidental, como o de "religião única". 

Sob o guarda-chuva do que chamamos de hinduísmo, abrigam-se centenas - ou milhares - de crenças distintas. Como dizia Sri Ramakrishna, um santo hindu do século 19, "na Índia, existem tantos deuses quanto o número de devotos". Mas isso é colocar o carro adiante dos bois. Vamos começar pelo início da história: o povo ário (ou ariano), fundador da civilização indiana.

Os arianos (guerreiros de pele clara que viviam na Ásia Central, mais ou menos na região da atual Mongólia) invadiram o subcontinente indiano por volta de 1500 a.C. Sobrepujaram os habitantes originais - dravidianos, ou povo do rio Indo.

E impuseram suas crenças. Segundo o orientalista Heinrich Zimmer, autor do clássico Filosofias da Índia, o fator inicial que moldou o hinduísmo foi diferente, por exemplo, daquele que forjou as religiões semitas - cristianismo, judaísmo e islamismo.

Na tradição semítica, a pergunta inaugural do ser humano sempre foi sobre a natureza de Deus: o que e como Ele é? "O questionamento hindu foi outro", diz Zimmer. "A pergunta ariana era: o que é um homem, uma planta, um animal ou um objeto celeste?

Darma e carma

Segundo a tradição védica (dos Vedas, escrituras sagradas), os sábios hindus - chamados rishis - descobriram que todo ser individual (fosse um homem, fosse uma pedra) estaria ordenado a um fim que lhe seria próprio. Um fim que, caso cumprido, traria a felicidade plena daquele sujeito. Ou seja: existiria uma lei da existência.

E isso foi chamado de darma, enquanto a ação de fazer cumprir essa lei recebeu o nome de carma. A sintonia perfeita entre darma e carma leva à suprema iluminação, ou libertação. Já os seres que se afastam em vida da lei da existência se mantêm aprisionados no ciclo de nascimento, morte e transmigração - chamado em sânscrito de samsara.

Os rishis concluíram também que o darma não aparece pronto e do nada para os homens. Essa "lei perene" (segundo a tradução mais correta do termo) jaz latente no Universo. Originária de um "princípio absoluto" - se você quiser chamá-lo de Deus, sinta-se à vontade -, ela assumiu no início duas formas essenciais.

A primeira é bondosa; a segunda, terrível (mais ou menos como a misericórdia e a justiça divinas nas tradições semitas). Essa visão do Cosmos ganhou tempero indiano. "Na tipologia humana, o hindu é essencialmente um imaginativo, e sua religião adquiriu plasticidade", diz Carl Ernst, professor de religiões comparadas da Universidade da Califórnia, nos EUA.

A bondade ganhou a forma e a personalidade de um deus da manutenção do Universo, chamado Vishnu. O lado terrível ficou com Shiva, o deus da destruição. Por trás deles, impávido e silencioso, estaria o princípio de tudo - Brahma.

Fazendo uma comparação grosseira: se o hinduísmo fosse uma grande empresa, Brahma certamente seria o seu presidente. Logo abaixo, na vice-presidência, as cadeiras seriam ocupadas por Vishnu e Shiva.

Porém, essa tríade (trimurti, em sânscrito) não "dá as ordens" diretamente aos milhões de fiéis. No sistema religioso hindu, existe um complexo organograma de "diretores", "gerentes" e "subgerentes" - cujos cargos são ocupados pelos milhões de outros deuses. Na hierarquia sagrada, alguns estão ligados ao braço "corporativo" de Vishnu. Outros, ao de Shiva.

Entender esse jogo é essencial. Em um artigo no Jornal das Sociedades Reais Asiáticas, Ernst demostra que os detalhes assustadores ou picantes da vida no panteão hindu são até bem compreensíveis, desde que se adote o ponto de vista correto. O canibalismo de Garuda (que engole um braço de Vishnu), por exemplo, deve-se a sua filiação ao deus da criação - ele é um braço de Vishnu.

Por aí também é possível entender as puladas de cerca e as relações incestuosas dos deuses hindus, ou o nascimento de animais de pais humanos, como o do deus-elefante Ganesha. Essa trama celeste tem, como finalidade última, o cumprimento do darma e a plenitude dos seres. Uma coisa é certa: na Índia, os caminhos do darma aparentemente são infinitos - assim como seus deuses.
 
Leia Mais >>

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Ecônomia do País está a beira do Caos


O comércio brasileiro com o exterior nunca teve um início de ano tão ruim como agora, com deficit de US$ 4,06 bilhões em janeiro, resultado recorde não só para janeiro, mas para todos os meses desde 1959, quando teve início o levantamento do BC.

Houve aumento nas compras de quase todos os tipos de produto. Já as exportações não subiram a ponto de fazer frente à alta da demanda por importados.Nunca o saldo negativo chegou perto de janeiro. Oficialmente, é quase o mesmo valor de janeiro de 2013 –uma diferença de apenas US$ 17 milhões. Em 2013, porém, o dado foi inflado em US$ 1,6 bilhão devido ao registro em atraso de compras da Petrobras de 2012.

Neste ano, a queda de 20% nas importações de combustíveis, que expandiram artificialmente o deficit em 2013, foi compensada pela alta das compras em todos os demais segmentos. Aumentaram as importações de eletrônicos, móveis, vestuário e alimentos. Com isso, cresceu 9% a entrada de bens de consumo.

Também houve incremento nas compras de máquinas e equipamentos, que subiram 7%, e nas de matérias-primas e produtos intermediários, com aumento de 3,2%. As importações totais se mantiveram em US$ 20 bilhões, sem que houvesse crescimento das exportações, que ficaram em US$ 16 bilhões.

A deterioração da economia argentina, um dos principais parceiros comerciais do país, começa a preocupar alguns analistas –em janeiro, caíram 14% as vendas para o país vizinho. A aposta predominante, no entanto, ainda é de recuperação no saldo comercial ao longo do ano, diante do real desvalorizado, que aumenta a rentabilidade das exportações e torna os produtos brasileiros mais competitivos no mercado externo.

Leia Mais >>

Alerta da OMS: Metade da população poderá morrer de Câncer


Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Câncer divulgado nesta segunda-feira, 03/02, calcula que, dentro de duas décadas, serão diagnosticados 22 milhões de novos casos de câncer por ano.

Os autores do texto, Bernard Stewart e Christopher Wild, da OMS, destacaram que em 2012 foram diagnosticados 14 milhões de novos casos, principalmente de pulmão, mama e cólon, mas que este número pode chegar a 22 milhões em duas décadas, um aumento de 57%. O estudo indica ainda que esse crescimento é considerado "alarmante".

"É mais do que necessário um diagnóstico ser feito cedo a fim de complementar os tratamentos melhorados e atender o alarmante aumento da carga do câncer em nível global", disse Wild.

Os especialistas trabalharam vários anos neste documento, que é resultado da colaboração de mais de 250 cientistas de mais de 40 países.

Aumento em países pobres

O relatório faz referência ao aumento do envelhecimento da população e a falta de mecanismos de prevenção e detecção da doença nos países menos desenvolvidos.

Mais de 70% dos casos que ocorrem em todo o mundo são registrados na África, Ásia, América Central e América do Sul, regiões que representam cerca de 70% das mortes pela doença no mundo todo. A situação piora pela falta de diagnóstico precoce e de acesso aos diferentes tratamentos.

"O aumento do câncer no mundo todo é um grande obstáculo para o desenvolvimento humano e o bem-estar. Os novos números e projeções enviam um sinal forte de que é necessária uma ação imediata para enfrentar este desastre humano", enfatizou Wild.


Leia Mais >>

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Nova Ordem Econômica-Financeira Mundial


Por: Geraldo Branquinho Diário da Manhã

Frase atribuída ao alemão Mayer Amschel Rothschild, acionista fundador do FED – Federal Reserve System (Banco Central privado dos Estados Unidos): “Dê-me o controle do dinheiro de uma Nação e pouco me importa quem faça as suas leis.”

Muitos afirmam que a denominada Nova Ordem Mundial é mais uma entre várias teorias de conspiração. O caso Watergate ocorrido nos Estados Unidos foi assim designado. Com muito empenho e meses de pesquisas, dois jornalistas analisaram milhares de documentos para confirmar que o presidente Richard Nixon espionava cidadão se políticos americanos.

Provaram que a teoria era verdadeira e o Congresso decretou o seu impeachment. A espionagem continua, embora em nível global, e não haverá mais nenhum impeachment.

Registros históricos, egípcios, assírios, babilônios, persas, gregos e romanos, relatam as crueldades de seus líderes para a obtenção de poder e glória. Na essência, era a busca do ouro para manterem-se coroados e imperar sobre os povos dominados. Com ele, esses imperadores pagavam os seus exércitos.

A pirâmide egípcia é um símbolo emblemático de imenso poder. O observador, no cume da pirâmide de Quéops, com altura de 148 metros, se engrandece e se agiganta ao ver seres humanos ao redor da base. Julga-se Faraó a observar pessoas caminhando, e, à sua visão, são crianças indefesas sob o seu domínio.Quem tem nota de um (1,00) dólar norte-americano vê no seu verso um desenho de pirâmide. Ela é seccionada em sua parte superior.

O pequeno triângulo superposto (cume da pirâmide) contém o “olho que tudo vê” além-horizonte finito. Ele simboliza e representa o imenso poder da diretoria executiva do Federal Reserve System (FED), criado em 23 de dezembro de 1913. O vazio entre o triângulo que contém o “olho que tudo vê” e o corpo inferior mostra que a obra da pirâmide está incompleta, e o seu preenchimento ocorrerá ao longo das décadas ou séculos, conforme evolui a execução do plano.

Esse triângulo representa o seu sistema bancário agregado de 12 bancos regionais. Estes,somado ao “olho que tudo vê” resultam no número 13, diretoria consolidada do sistema FED. O preenchimento do vazio na construção piramidal dar-se-á quando estiverem implantadas as suas corporações de controle financeiro em todos os continentes, com alcance mundial.

No transcorrer deste artigo algumas delas são citadas. Na sequência, o seu preenchimento dar-se-á como controle das corporações de produção, comercialização e distribuição do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Abaixo, os organismos de repressão e controle constituídos por exércitos terrestres, frotas marítimas e oceânicas, forças aéreas, com domínio espacial atmosférico e exosfera além, no espaço sideral.

Ficarão subjugados, na base da pirâmide: os ex-ricaços, os ex-ricos, a ex-classe média, os pobres e os miseráveis, estes, no subsolo invisível da base. Com este resultado,os atuais filósofos políticos militantes comunistas verão seu sonho realizado em dimensão global, porém, oposto àquele no qual ambicionavam participar como gestores!

O dólar ou qualquer outra moeda mundial que vier a substitui-lo representa o meio de se conseguir este objetivo e o seu alcance, o império econômico-financeiro global.Essa “família” não consanguíneo controla o negócio financeiro mais lucrativo do mundo.

Atualmente, ela se tornou um imenso polvo cujos tentáculos abarcam todas as instituições financeiras e tecnológicas no globo terrestre e as maiores corporações produtivas e comerciais no mundo ocidental. Uma espécie de máfia enraizada que veio para ficar.

Eles se julgam sapientíssimos e donos do mundo, e o resto da humanidade, nas suas cabeças, são ou serão meros servos-formigas que já estão sendo monitorados pelo “olho que tudo vê”. Para o grupo, a meta do plano com os respectivosprojetos implantados será alcançada em uma questão de tempo, afinal são donos de infinita fortuna e têm poderes ilimitados. Sendo assim, o resto da humanidade inevitavelmente os servirá. Eis alguns órgãos internacionais criados sob a sua influência.

Banco de Compensações Internacionais (BIS)criado em 20/1/1930, com sede em Basiléia Suíça, e firmado em Haia, antiga capital da Holanda. Nela foi assinado o Acordo de Basiléia, com banqueiros autorizados pelos governos da Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido da Grã-Bretanha, Irlanda, Itália, Japão, de um lado, e os representantes da Confederação Suíça, do outro.

Este acordo, com cláusulas de extremo sigilo, inviolabilidade, imutabilidade, irrevogabilidade e inacessibilidade foi convalidado por Lei suíças inteticamente, sem mencionar tais cláusulas. A partir de sua adoção os contratos de negócios internacionais passaram a ser acordados com pagamentos/recebimentos nessa moeda escritural, em obediência ao BIS.

Ele estabeleceu normas a serem cumpridas por todos os bancos centrais a ele jurisdicionados, inclusive o Banco Central do Brasil. Fundo Monetário Internacional (FMI), fundado em 1944, em Bretton Woods,Estados Unidos. 45 países aprovaram a sua fundação. O diretor-presidente da instituição sempre tem sido europeu.Banco Mundial, criado em 1944, nesta mesma assembleia.

É uma instituição financeira internacional que concede empréstimos de capital para países em desenvolvimento. O seu diretor-presidente é sempre indicado pelo governo norte-americano. Organização das Nações Unidas (ONU), fundada em 1945, após o término da Segunda Guerra Mundial. Substituiu a Liga das Nações e tem como objetivo deter as guerras entre países e fornecer uma plataforma para o diálogo.

Esses quatro organismos internacionais já preencheram parcialmente o vazio do corpo da pirâmide. Falta preencher o restante. O curso de “construção da obra” prossegue coma readequação do plano arquitetado em 23/12/1913. Era inicialmente modesto, de âmbito nacional. O plano e projetos foram sendo reformulados e se estendem em nível global, em face da grandiosidade crescente do PIB mundial e do aumento gradual da população que, atualmente é de 7 bilhões de seres humanos. O plano tornou-se mega-faraônico.

Os banqueiros do FED financiaram, para ambos os lados, a Revolução Comunista na Rússia, 1ª e a 2ª guerras mundiais (países aliados x países do eixo), Guerra do Vietnã (Norte x Sul), Guerra da Coréia (Norte x Sul) e guerras no golfo pérsico: armamento e suprimentos necessários a uma guerra prolongada, e quanto mais tempo de duração melhor. As vidas humanas e de animais, bem como a destruição de ecossistemas são questões consideradas irrelevantes pelo grupo, meros detalhes desprezíveis.

Com a globalização em estágio progressivo eles planejam unificar as moedas por regiões continentais para, em estágio subsequente, criar uma moeda universal, como prenuncia o corrente DES – Direito Especial de Saque implantado pelo FMI, e atualmente em uso pelo BIS.

Provavelmente,para cálculo da fórmula de unificação da moeda universal,em estágio mais avançado no futuro, serão levados em conta os seguintes fatores: população economicamente ativa, grau de escolaridade, avanço tecnológico, rede bancária, renda per capita, valor do PIB e o seu percentual comprometido com o endividamento, área territorial, recursos naturais – ociosos e em exploração –, e infraestrutura: parque industrial, sistema energético, redes de transmissão, sistema portuário, aeroportuário, rodoferroviário, hidroviário, etc. Conclui-se, portanto, os absurdos e imensos sacrifícios que a maioria das nações irá enfrentar.

A unificação da moeda (euro) aumentou a crise financeira que se agravou na Grécia, Itália, Irlanda, Portugal e Espanha,entre outros países, gerando desemprego, redução dos proventos de aposentadoria, falência de estabelecimentos comerciais e industriais, fechamento de bancos, fome e miséria.

O euro beneficiou as nações mais ricas, de maneira especial a Alemanha, e penalizou as menos desenvolvidas. Na União Europeia foi estabelecido o valor de participação da moeda de cada país ao compor a cesta de moedas, a fim de possibilitar a sua real paridade de conversão ao euro. Quem elaborou os cálculos da fórmula e estabeleceu as ponderações a ela aplicáveis? Talvez fossem economistas dos banqueiros donos do mundo civilizado: FED, FMI, Banco Mundial e BIS.

Naturalmente, teve peso preponderante as notas atribuídas a cada país pelas agências de risco norte-americanas, que são manipuladas por eles. À semelhança da Grande Depressão de 1929, o sistema FED representado pelos bancos J. P. Morgan, Lehmann Brothers e Golden Sachs provocou outra crise nos Estados Unidos, conhecida como Subprime. Ela se iniciou em 2006 e chegou ao fundo do poço em2008.

Com isso, milhares de famílias norte-americanas perderam suas propriedades e estão morando debaixo de barracas de lona. Na origem, na raiz, está o Federal Reserve System (FED), instituição financeira privada que, para inglês ver, apresenta-se como banco federal, o Banco Central dos Estados Unidos da América. Ele indica e consegue nomeações dos assessores econômico-financeiros de todos os presidentes dos Estados Unidos, nos sucessivos mandatos.

Pelo desenrolar da história falta preencher o vazio restante da pirâmide. O “olho que tudo vê” – diretoria consolidada do sistema FED (originalmente, banqueiros de origem alemã,inglesa e norte-americana) – observa abaixo de si, em ordem cronológica, o preenchimento parcial do vazio da pirâmide.

Deu-se com as fundações das seguintes instituições sob a sua coordenação, cujas diretorias ele escolhe e controla nos bastidores (poder invisível diretivo): BIS (SDRs – moeda conversível para compensações internacionais); Banco Mundial (fluxo de moedas digitais em empréstimos para países em desenvolvimento); ONU – aplicação do direito internacional,com envio de forças de segurança para exercer o direito à liberdade dos povos (193 países); União Europeia – adoção da moeda Euro por 28 países, excluído o Reino da Grã-Bretanha.

Como pré-requisito para preencher o vazio da pirâmide, as unificações econômico-monetárias regionais e respectivas unificações continentais. Completado o estágio, a subsequente criação da moeda única no mundo. A ela seguir-se-á a implantação do governo mundial. Este plano aparentemente absurdo está em plena execução pelo grupo de faraós (Sistema FED & Cia).

Na antiguidade, o único território que o Império Romano não conseguiu conquistar foi o da aguerrida Germânia, atual Alemanha. Esta provocou a 1ª e 2ª guerras mundiais e lidera a zonado euro. Os embates de “guerra” para unificações econômico-monetárias, regionais, continentais, e a mundial, prosseguirão em seu curso inevitável, sob o comando de “generais” americanos, ingleses e alemães.

Os projetos econômico-financeiros do governo brasileiro são pessimamente executados ou abandonados em um ano, sem qualquer planejamento. Os planos dos governos norte-americanos e europeus são para 50 anos, com execuções programada se executadas anualmente.

Os planos de banqueiros do sistema FED são para 100 anos e mais 100, os quais dependendo das oscilações políticas e do crescimento de cada país são reavaliados e readequados. Cada pirâmide do Egito foi planejada e executada sob a orientação de um único Faraó, e antes de sua morte.

Na atualidade, tais obras monumentais mostram-se impossíveis de serem construídas sem o uso de máquinas colossais. A construção faraônica do sistema FED é meramente organizacional e maquiavélica. Como foi exposto, o plano inicial de controle do governo norte-americano, por banqueiros (FED), está concluído e representadona pirâmide inacabada impressa no verso da nota de um dólar.

O plano original foi reformulado para exercer o controle mundial, em adiantado progresso na Europa. A pirâmide, em sentido figurado é um“organograma” a meio caminho da finalização. Afinal, a maior parte da atual humanidade é subnutrida, sem escolaridade e sem qualquer assistência médica, herdeira de dívidas impagáveis. Não tem acesso à moradia e trabalho digno e opera em regime de semiescravidão.

Para piorar, todos os países do mundo são dirigidos por políticos corruptos: ateus ou falsos religiosos, quaisquer que sejam suas denominações. Todos eles querem subtrair a maior fatia do bolo da nação, roubá-la. Então, a finalização dos projetos é questão de tempo,porque a visão dos povos é muito limitada;fome e miséria não lhes permitem expandi-la!

(Geraldo Branquinho, economista)

Fonte: DM

Leia Mais >>
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Nota:

Este blog tem finalidades exclusivamente informativas e não tem como objectivo o lucro.

É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).