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sábado, 12 de julho de 2014

Pastor explica significado da marca da besta, 666


Por Anugrah Kumar | Repórter do The Christian Post

O pastor da mega igreja da Califórnia, Greg Laurie, que está ensinando à sua congregação uma série de mensagens chamada "Apocalipse: a próxima dimensão", falou sobre a marca da besta, mostrando que o mundo já está se movendo em direção ao cumprimento da profecia.

"Nós nunca estivemos tão perto do fim do mundo como agora", disse Laurie, pastor da Igreja Harvest em Riverside, em sua mensagem no domingo.

É, no entanto, importante saber que a Bíblia também fala sobre um novo começo em que haverá "perversão não, não o terrorismo, não guerra, fome ... não há problema de qualquer espécie." Como Isaías 11:9 diz, o conhecimento do Senhor encherá a terra. Mas "vai piorar antes de melhorar", alertou o pastor.

Apocalipse 13 fala sobre os tempos de trevas espirituais, o período de tribulação, ele disse. "O filho de Satanás" vai surgir em cena ... "o homem da perdição, o homem do pecado, a besta ... mais conhecido como o anticristo ... o homem mais mal que já viveu ... a mais vil personificação da história de pecado e rebelião".

Referindo-se à sua mensagem anterior sobre o anticristo, Laurie lembrou que a agenda do anticristo será deificar Satanás. O anticristo virá para tomar o lugar de Jesus, e para matar todos os cristãos. E o anticristo terá com ele o seu "líder de adoração diabólica, um guru religioso", o falso profeta, referida como a "segunda besta" em Apocalipse.

Laurie então citou Apocalipse 13:15-18:. "E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

Se você buscar o número 666 no google, você vai receber 543 milhões de resultados, disse o pastor. "E você provavelmente vai encontrar 543 milhões ideias sobre o que ele realmente significa. Eu não acho que qualquer um possa responder isso com certeza absoluta, mas isso é tudo que sei ... O anticristo vai introduzir uma sociedade sem dinheiro ... O final do jogo deste é para levar as pessoas a envolver-se em adoração ao diabo."

Este cenário está se desdobrando diante de nós, Laurie disse. A tecnologia para fazer isso acontecer já está aqui. Ele citou Mark Hitchcock, um escritor sobre o tema da profecia: "O fato de que as palavras do Apocalipse 13 foram escritas na era de madeira, pedras, espadas e espírito, faz desta profecia uma das poderosas provas da natureza inspiradora e confiabilidade da palavra de Deus que alguém pudesse ter imaginado. Quem poderia prever um sistema de um mundo econômico que controla todo o comércio, senão Deus?"

Deus conhece o futuro tão bem quanto nós conhecemos o nosso passado, Laurie disse. Embora às vezes nos esqueçamos até mesmo o nosso passado, Deus sabe o futuro com precisão completa. Só Deus pode dizer o que vai acontecer, como Isaías 46: 9,10 diz.

Sobre a evolução da economia global, o pastor citou um especialista financeiro que disse à Fox News, "A reforma real é uma espécie de sindicato bancário, onde todos assinam a bordo, que vai haver uma espécie de um senhor bancário, um sindicato bancário que todo mundo vai ter que se curvar." Isso pode realmente acontecer? Na verdade, pode, Laurie disse. "E o líder será o anticristo, e ele terá a sua marca."

Laurie acrescentou, "a política econômica do Anticristo será muito simples. Pegue a minha marca e me adore, ou morra de fome ... Sem marca, sem mercadoria, sem selo, sem venda."

A tecnologia para fazer isso já está aqui, disse o pastor. Uma manchete de 1° de junho de 2012 do New York Daily News se lê "Código de barras humano" poderia tornar a sociedade mais organizada." O artigo diz que, "implantes de microchips tornaram-se prática padrão para nossos animais de estimação, mas têm sido uma venda difícil quando se trata de a idéia de colocá-los em pessoas."

Desde 2006, os novos passaportes americanos incluem tags de identificação por rádio frequência, conhecidas como RFID, que armazenam todas as informações no passaporte, bem como uma fotografia digital do dono. Em 2002, um chip de identificação implantado, chamado de VeriChip, foi aprovado pela Food and Drug Administration EUA. O chip pode ser implantado no braço de uma pessoa, e quando digitalizado pode extrair um número de identificação de 16 dígitos contendo informações sobre o usuário. No entanto, foi interrompido em 2010 em meio a preocupações sobre privacidade e segurança.

"Eu estou dizendo que esta tecnologia será a marca da besta? Não, eu não estou", Laurie advertiu. "Eu só estou dizendo que a capacidade de tecnicamente executar isso existe."

Nós não sabemos quando o período de tribulação começará, cinco ou 20 anos a partir de agora, Laurie disse. Mas, com a tecnologia de hoje, sabemos que tudo isso é "totalmente plausível." Mas não vamos exagerar, Laurie aconselhou. Nem todo selo colocado na mão de alguém por alguma autoridade é a marca da besta. Ou, se o número de um edifício de escritórios é 666, isso não é a marca da besta.

Enquanto não sabemos exatamente quando a marca da besta vai aparecer, sabemos isso no entanto, que uma grande ilusão virá sobre o mundo e muitos acreditrão na mentira que conduz à sua destruição, como 2 Tessalonicenses 2:9 adverte. Destruição vai acontecer "porque eles se recusaram a acreditar que a verdade de que iria salvá-los." No tempo da tribulação, eles vão escolher a acreditar em uma mentira que o anticristo é "Deus", disse Laurie.

Deus nos deu o livre arbítrio, o pastor enfatizou. Ele não vai nos forçar a acreditar em algo que não queremos acreditar. E se continuarmos a endurecer os nossos corações, vai chegar um dia em que Deus irá fortalecer a nossa determinação de não acreditar, alertou. Mas aqueles que respondem ao Espírito Santo também são reforçadas em sua vontade de acreditar, acrescentou.

O falso profeta parece inofensivo - como uma cascavel bebê - mas vai ser tão prejudicial quanto o anticristo, Laurie disse. Ele vai enganar muitas pessoas.

Já estamos caminhando para uma economia global e uma religião global, disse o pastor. A palavra de ordem para o dia é a tolerância, ele retratou. Nós temos pessoas que falam sobre os direitos reprodutivos das mulheres, o que significa que as mulheres têm o direito de matar seus próprios filhos; a morte com dignidade, que significa que a eutanásia dos idosos e tolerância religiosa, que significa que você tolera todas as religiões, exceto a que diz que Jesus Cristo é o único caminho para Deus, o Pai.

No entanto, Apocalipse 14:01 fala sobre um outro tipo de marca, que nós, que somos crentes, queremos em nossas vidas: "E olhei, e eis que, no Monte Sião estava o Cordeiro, e com ele 144.000 que teve seu nome e o nome de seu Pai escrito em suas testas."

Quem são essas pessoas? Estes são crentes messiânicos que encontraram Jesus como o Messias criado por Deus para anunciar o Evangelho, durante o período da tribulação, Laurie sugeriu. Nenhum deles se perdeu. "Deus não nos perde."

Laurie disse que é importante para nós aprendermos com as características dos crentes que Apocalipse 14 se refere. Eles tinham a marca do Pai, e não a do anticristo. Você tem uma marca em você, e Deus pode vê-la, ele disse aos fiéis. Ainda hoje é importante que marca temos; Deus pode ver a marca.

Eles cantaram uma nova música. As canções são sobre a celebração, explicou Laurie. Todos os crentes devem cantar uma "nova canção," o que Deus tem feito por eles hoje. Eles viveram uma vida pura - sem sexo antes do casamento ou fora do casamento, e só no contexto de homem e uma mulher casados, acrescentou. Eles também foram sinceros em sua fé. Eles não tinham nenhum engano ou hipocrisia. E eles "seguiram" o Cordeiro por onde quer que Ele fosse. Eles não eram como seguidores do Twitter, disse Laurie.

"Você está pronto para encontrar o Senhor?" Laurie perguntou à platéia enquanto ele encerrava a mensagem.

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Profecias alertam que intermediação do papa para acordo de paz entre judeus e palestinos é um dos sinais que antecedem a Grande Tribulação

Papa Francisco no Muro das Lamentações, em Jerusalém

O mundo cristão e a sociedade como um todo tem visto a atuação do papa Francisco à frente da Igreja Católica como inovadora, devido à sua forma de se expressar e as ideias que tem expressado. No entanto, há quem veja a situação num contexto mais amplo, de uma perspectiva diferente.

Recentemente, Francisco visitou Jerusalém e discutiu um acordo de paz entre judeus e palestinos, que há tempos vivem em guerra por territórios. O pontífice foi recebido por lideranças de ambos os povos, e em seus discursos, pediu um esforço pela paz.

Conversamos com o especialista Luiz Carlos Fernandes sobre o assunto, e exploramos a possibilidade de as profecias bíblicas alertarem sobre o surgimento de um líder carismático que atraísse a atenção dos fiéis e também das autoridades, com discursos aparentemente pacíficos.

Confira:

Os principais meios de comunicação mundiais, assim como os governos e até mesmo a grande maioria dos líderes protestantes, tem reverenciando o papa Francisco como a maior liderança mundial de todos os tempos, biblicamente falando, qual a sua opinião sobre a gestão do papa Francisco?

Unicamente pela Palavra de Deus, é possível levantarmos “as cortinas” e contemplarmos os bastidores dos reais interesses do papado (veja aqui um vídeo falando sobre isso). Todos os fiéis estudantes das Escrituras concordarão que nunca houve um tempo de tão grande urgência no estudo das profecias como agora. Não podemos fechar os olhos às mudanças políticas e religiosas nesses últimos anos. O Império capitalista americano mundial, completamente nas mãos do papado, pouco a pouco está se transformando em um novo sistema econômico: o fascismo!

O controle financeiro mundial a cada dia tem sido centralizado nas mãos de poucas pessoas…. Presidentes, reis, rainhas e primeiros ministros atuam simplesmente como marionetes do Vaticano; eles não pensam e não decidem por si mesmos! Esse poder controlador está por detrás das cenas de maneira ávida buscando o domínio mundial! O poder pelo qual exercem sua atividades foi recebido diretamente pelo “Dragão” que o entregou ao papado, a profecia é claro e límpida como a água pura de uma fonte: “E adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?” [Apocalipse 13.4].

Na próxima quarta dia 04 de Junho às 20h darei uma palestra GRATUITA ao VIVO pela internet com o tema: “O Falso Acordo de Paz e a Grande Tribulação“, também estou escrevendo um livro chamado: “O Abominável da Desolação na Terra Gloriosa“. Para receber seu exemplar escreva para o e-mail spiritualgroup@hotmail.com. Nosso intenção é levar esclarecimento à todas as pessoas, portanto esse livro não será vendido por nenhum valor específico, bastando apenas uma doação de qualquer valor e será enviado para todos que nos escreverem assim que estiver pronto.

Não está sendo um pouco duro em suas colocações, afinal o papa Francisco aparentemente tem feito coisas boas, como por exemplo buscar a paz no Oriente Médio?

Como coloquei anteriormente, apenas pela Palavra de Deus os fiéis poderão discernir a verdade por detrás dos fatos. Quanto a busca pela paz no Oriente Médio, em Daniel 11 a partir do versículo 29 em diante, Deus nos ergue profeticamente o “véu” e nos revela a realidade da guerra final entre as forças do bem e do mal. Essa pequena faixa de terra, a palestina, tem sido o maior foco da história do homem, situada como está, nas rotas que cruzavam o Oriente, as lutas pela supremacia na história mundial, quase, invariavelmente, envolvem a posse da Palestina, quem dominasse aquela área estratégica, teria condições de dominar o Oriente e o mundo. Encontramos desta maneira, os seguintes poderes revezando-se naquela região: Babilônia em 586 a.C., Pérsia em 539 a.C., Grécia em 331 a.C., Egito em 323 a.C., Selêucidas em 175 a.C., Roma em 63 a.C., Maometanos em 634 d.C., que construíram a Cúpula da Rocha, conhecida também como Mesquita de Omar em 693 d.C., as forças papais (os cruzados em 1099), os maometanos novamente (1187), Império Otomano (1517) e por último ficou sob o controle da Grã-Bretanha (1917). É importante lembrar que Londres, Inglaterra, é a sede mundial dos agentes jesuítas, os Rothschilds! De 1922 ate 1948 a Liga das Nações confiou a administração de Jerusalém às autoridades “inglesas”, isto é, aos Rothschilds (assista ao vídeo), e de acordo com a resolução da Organização das Nações Unidas (27/11/1947) foi criado o Estado de Israel em 1948.

Desde sua formação a Ordem dos Jesuítas fundada em 1540 estabeleceram como meta dominar Jerusalém e colocá-la sob o domínio papal e isso está bem diante dos nossos olhos para acontecer. Considere que estranhamente o Vaticano desde a fundação de Israel em 1948, jamais reconheceu a criação do Estado Judeu, justamente para que, em todo o mundo, ninguém desconfiasse que a criação do Estado de Israel foi uma trama da conexão Jesuíta-Rothschilds. Apenas em 1993, o Papa João Paulo II, depois de 45 anos, reconheceu oficialmente a Nação de Israel. Muito em breve, os falsos judeus Rothschilds, que na verdade são judeus asquenazis kazharianos (para conhecer sua história, assista a essa série de vídeos), entregarão Israel para o controle final do papado.

Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo há mais de 2.000 anos atrás profetizou sobre esse engano: “Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis” [João 5.43].

Após o Estado Palestino ser criado (como Estado poderá constituir suas forças armadas), receberá o aporte financeiro das nações árabes, pois os árabes maometanos sonham com o momento em que poderão esmagar o Estado de Israel, sendo assim, as relações entre os israelitas e os palestinos se provará insustentável e com isso finalmente o mundo precisará de um “mediador pacífico e imparcial”… E quem será chamado para intermediar? Logicamente o papa!

“E (o papado, o Rei do Norte) armará a tendas do seu palácio (seu governo) entre o grande mar (o mar mediterrâneo) e o monte santo e glorioso (o monte do templo); mas virá ao seu fim (a destruição do anticristo), e não haverá quem o socorra” [Daniel 11.45].

A profecia acima está falando claramente sobre a presença papal em Jerusalém! E como isso acontecerá? Logo o futuro nos mostrará! Cristãos e judeus e pasmem, muitas lideranças muçulmanas estão tratando e se reunindo para a reconstrução do Templo de Jerusalém, que será reconstruído ao lado da Mesquita de Omar no Monte Santo. Supostos “levitas” estão sendo treinados para os serviços do futuro templo e a “novilha vermelha” de Números 19 cujo nome é “Guella”, está sendo cuidadosamente alimentada e protegida por uma família cristã do Texas, na esperança de que ela usada na unção do novo sacerdócio. Será um templo para todos os povos, ou, seja um templo ecumênico onde o papa oficiará a missa católica com a participação de outros líderes religiosos não cristãos e evangélicos protestantes!

Mas a profecia afirma acima que quem fará isso será o “Rei do Norte”, como vincular essa figura ao papado?

Novamente apenas a Bíblia pode nos responder sobre quem é o “Rei do Norte” apontado nas profecias. Em Isaías 14, as Escrituras revelam que, há milhares de anos atrás, um “ser” tentou usurpar o Trono Supremo do Universo onde Deus se assenta e que fica na EXTREMIDADE do NORTE. Esse foi Lúcifer, a suposta “estrela da manhã” (apenas Cristo é a verdadeira e brilhante Estrela da Manhã – Apocalipse 16.14), ele almejou ser Deus e se sentar acima das “estrelas de Deus” (seus anjos): “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao altíssimo.” [Isaías 14.12-14]

Se no próprio céu tivemos um arqui-usurpador, não é de se admirar que aqui na terra ele não tivesse um “representante” e esse é aquele que contraria as palavras expressas de Cristo quando diz: “A ninguém sobre a terra chameis de pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus.” [Mateus 23.9]

Como todos sabem o título “papa” significa pai, ou “o pai supremo”, portanto uma blasfêmia sem tamanho que, até mesmo uma criança consegue identificar. Logicamente não é de se admirar que esse usurpador tenha o título: “vigário de Cristo”, que significa “substituto de Cristo”, ou seja o arqui-usurpador Satanás de Isaías 14, aqui em Daniel 11 está “emprestando” seu falso título de “Rei do Norte” para o seu representante maior na terra: “o papa”.

A profecia revela em Daniel 11 que, após Israel entregar paulatinamente todos os locais santos de Jerusalém para o controle do papado como mostram as reportagens, onde os próprios judeus protestam contra esses planos secretos, veja aqui, inclusive o maior patrimônio do povo judeu, o túmulo do Rei David também está sendo passado para as mãos do Vaticano, entre muitos outros: assista a esse vídeo e veja essa reportagem.

Diz a profecia que o “Rei do Norte” (o papado) entraria na “Terra Gloriosa” para preparar caminho para uma paz aparente entre judeus e palestinos intermediando em ambos os lados e nos bastidores um “Acordo de Paz” que na verdade é uma CONCORDATA e que o grande público e os próprios israelenses desconhecem. Será a construção do 3º Templo Judeu em troca da soberania e formação do Estado Palestino na ONU. Esse falso acordo de paz em um primeiro momento trará uma paz aparente, porém é líquido e certo que, irá gerar um conflito de proporções épicas, proporcionando ao papado a hegemonia e o caminho livre para não só intermediar esse impasse, mas principalmente governar diretamente de Jerusalém que finalmente será considerada território internacional e será a capital ecumênica mundial e política do papado.

Realmente diante dos fatos e da própria Bíblia, parece ser algo que está se materializando diante dos nossos olhos, então o papa apoiará a causa palestina diante de todo o mundo?

O cardeal jesuíta Bergoglio (Bento enquanto viver é o verdadeiro papa, já que o cargo é vitalício), o atual “paladino da justiça e dos pobres”, usará de toda a sua influência para preparar o caminho na ONU para a formação do Estado Palestino e isto será considerado um “milagre papal”: unir judeus e palestinos! Afinal o que poderia ter mais relevância mundial do que unir os descendentes dos filhos de Abraão (Isaque e Ismael) que representam as duas famílias que se odeiam na face da terra?

Isso será algo único, emblemático, será a grande celebração da união da “família humana” e para comemorar esse “grande feito” nada melhor do que instituir um dia católico pagão de adoração, o “Dia do Sol” (domingo em inglês é sunday) em lugar do Shabat em pleno Israel, vejo aqui nesse vídeo como isso já está acontecendo… Porém, essa paz e segurança durará apenas em um primeiro momento: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.” [1 Tessalonicenses 5.3]

Jerusalém está sendo preparada para receber o trono do anticristo! O domínio de Jerusalém não ficará nem com Israel nem com os Palestinos e sim com o papa! O próprio anticristo estabelecerá o seu trono em Jerusalém, será na verdade um cumprimento diabólico e falso da profecia em Jeremias 3.17 que revela que um dia, o verdadeiro trono que estará ali será o Trono de Cristo!

“Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do Senhor; nela se reunirão todas as nações em nome do Senhor…” [Jeremias 3.17]

Em meio a essa crise terrível que se encontra diante de nós, você teria uma mensagem de esperança para nos dar?

Com certeza, em meio a tudo isso, um grupo especial de pessoas está se formando… São 144.000 pessoas espalhadas pela terra, sua igreja espiritual, esses sim são os “verdadeiros judeus” que espelharão perfeitamente o caráter de Cristo sobre a terra: “Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus. [Romanos 2.28-29]

“Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.” [Gálatas 3.28]

A profecia em Daniel 11.44 revela que os rumores do oriente espantarão o papado: “Mas, pelos rumores do Oriente e do Norte, será perturbado e sairá com grande furor, para destruir e exterminar a muitos”.

Logo no início do versículo a conjunção “mas” faz toda a diferença e indica o “momento da virada”. Esses rumores do Oriente representarão a mensagem poderosa do alto clamor pelos fiéis que foram selados e batizados no Espírito de Cristo e proclamarão as boas novas da chegada do Verdadeiro Rei do Norte; o Norte é o lugar da habitação de Deus e de lá que vem o nosso Redentor, algo assustador interromperá a marcha triunfal do papado; há um grupo de oposição que pela chuva serôdia do Espírito Santo fará tremer o papado, e (o papado) sairá com grande furor, para destruir o extirpar a muitos. [Daniel 11:44].

Nessa perseguição que antecede o fechamento da porta da graça ainda existirão mártires. A palavra “mas” é muito importante nesse contexto. Chama a atenção exatamente para o momento em que o papado percebe que existe um grupo de oposição mais forte que ele! São destemidos, corajosos, ousados e falam abertamente contra o anticristo e o sinal da besta; pregam poderosamente sobre o Selo do Deus Vivo e a salvação em Jesus!

Quando tudo parece estar indo bem para o papado, surgem os “rumores do Oriente e do Norte”! Aí o falso rei do norte tremerá nas suas bases, saberá que se aproxima o Redentor de toda a Terra! Aliás, não parece estranho que o rei do Norte trema com os “rumores do Oriente e do Norte”? Ora, se ele fosse o verdadeiro rei do Norte, não deveria tremer diante dos rumores que vem do Norte! E esse será o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, aleluias!

Fonte: Notícias Gospel +
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terça-feira, 22 de abril de 2014

Principais fontes retiradas de documentos históricos as quais provam que Jesus existiu


O testemunho de Tácito

Tácito era o governador da Ásia em 112 D.C e em seus escritos “Anais da Roma Imperial” mencionou a existência ao culto a Cristo e os cristãos que Dele se originaram.

É importante lembrar que Tácito não era amigo da fé, portanto podemos perceber que ele menciona a existência de alguém em quem não possuía nenhum interesse. Registrando principalmente a atitude de Nero em relação aos seguidores de Jesus.

Mesmo assim ele acaba afirmando que existiu um Jesus chamado Cristo e que morreu exatamente da forma que a Bíblia descreve isso não é negado por ele.

Tácito (56-120 d.C.) “Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo aflui e acha numerosa clientela” (Tácito, Anais , XV, 44 trad.) (1 pg. 311; 3)

O testemunho de luciano de samosata

Foi um escritor satírico do século segundo, tendo zombado de Cristo e dos cristãos. Luciano relacionou os cristãos com as sinagogas da Palestina e referiu-se a Cristo como: "...o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo... Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou" (O Peregrino Passageiro).

Luciano também menciona várias vezes os cristãos em Alexandre, o Falso Profeta, seções 25 e 29.

O testemunho de Suetônio

Suetônio era o historiador romano oficial da corte de Adriano escritordos anais da Casa Imperial (69-122 d.C.). Ele também faz referencia a Cristo e aos seus seguidores.

Suetônio, na Vida dos Doze Césares, publicada nos anos 119-122, diz que o imperador Cláudio “expulsou os judeus de Roma, tornados sob o impulso de Chrestos, uma causa de desordem”; e, na vida de Nero, que sucedeu a Cláudio, acrescenta: “Os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram destinados ao suplício” (Suetônio, Vida dos doze Césares, n. 25, apud Suma Católica contra os sem Deus, p. 256-257). (1 pg. 311; 3)

O testemunho de Plínio o Jovem

Plínio foi o governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 A.D.), Ele escreveu uma carta ao imperador Trajano, solicitando orientação sobre como tratar os cristãos.

Na sua carta ele relatava que já a muito vinha matando homens e mulheres, meninos e meninas.

Devido ao grande numero de pessoas que estavam sendo mortas, tinha dúvidas se deveria continuar matando.

Estas pessoas estavam sendo mortas por se dizerem cristãs. Seu único erro era terem o costume de se reunirem antes do amanhecer num certo dia determinado, quando então cantavam responsivamente os versos de um hino a Cristo, tratando-o como Deus, e prometiam solenemente uns aos outros a não cometerem maldade alguma, não defraudarem, não roubarem, não adulterarem, nunca mentirem, e a não negar a fé quando fossem instados a fazê-lo"

Plínio explicou que fizera os cristãos se curvarem perante as estátuas de Trajano. Prossegue dizendo que ele também "os fez amaldiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer". (Epístolas X.96).

O testemunho de Tertuliano

Tertuliano foi Jurista e teólogo de Cartago, Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo. Ao fazer em 197 A.D. uma defesa do cristianismo perante as autoridades romanas na África, Tertuliano menciona a correspondência trocada entre Tibérío e Pôncio Pilatos: "Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo.

O Senado, por não haver dado ele próprio a aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo ameaças contra todos os acusadores dos cristãos" (Apologia, V.2).

O testemunho de Talo historiador samaritano

Talo, que escreveu em 52 A.D. é um dos primeiros escritores gentios a mencionar Cristo. No entanto, seus escritos se perderam, e deles temos conhecimento só através de pequenas citações feitas por outros escritores. Um destes é Júlio Africano, um escritor cristão que viveu por volta de 220 A.D.

Um trecho bem interessante diz respeito a um comentário feito por Talo. Júlio Africano escreve: "Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do sol — o que me parece ilógico' (é claro que é ilógico, pois um eclipse solar não poderia acontecer em época de lua cheia, e foi na época da lua cheia da Páscoa que Cristo morreu)."

Assim, a partir dessa citação percebemos que o relato dos Evangelhos acerca das trevas que se abateram sobre a terra por ocasião da crucificação de Cristo era bem conhecido, e exigia uma explicação naturalista por parte daqueles não-crentes que haviam testemunhado o acontecimento. Esta citação a um eclipse solar também é encontrada em narrativas feitas por outros escritores.

O testemunho de Phlegon de Lydia

No manuscrito deste outro escritor pagão chamado Phlegon de Lydia está registrado que em aproximadamente 138 D.C ele observou durante a época de Tibério César um eclipse do sol que ocorreu durante a lua cheia. Este fato também é mencionado pelo apologista cristão Orígenes do terceiro século e o escritor Philopon do século VI. Se tal fato menciona o momento da crucificação não se sabe bem ao certo, porem é bastante estranho um fato que não pode ser explicado por estes historiadores encaixando-se perfeitamente com as narrativas bíblicas.

A carta de Mara Bar-Serapião

No Museu Britânico é encontrado um interessante manuscrito de um filosofo estóico sírio chamado Mara Bar-Serapião. Nesta carta ele escreve da prisão para seu filho por volta de 70 D.C embora não se possa datar com precisão este manuscrito.

Na carta ele compara Jesus Cristo aos filósofos Sócrates e Pitágoras. Ele escreveu para incentivar o filho na busca da sabedoria, tendo ressaltado que os que perseguiram homens sábios foram alcançados pela desgraça.

Suas palavras são:'Que vantagem os atenienses obtiveram em condenar Sócrates à morte? Fome e peste lhes sobrevieram como castigo pelo crime que cometeram. Que vantagem os habitantes de Samos obtiveram ao pôr fogo em Pitágoras? Logo depois sua terra ficou coberta de areia. Que vantagem os judeus obtiveram com a execução de seu sábio Rei? Foi logo após esse acontecimento que o reino dos judeus foi aniquilado.

Com justiça Deus vingou a morte desses três sábios: os atenienses morreram de fome; os habitantes de Samos foram surpreendidos pelo mar; os judeus, arruinados e expulsos de sua terra, vivem completamente dispersos. Mas Sócrates não está morto; ele sobrevive nos ensinos de Platão. Pitágoras não está morto; ele sobrevive na estátua de Hera. “Nem o sábio Rei está morto; Ele sobrevive nos ensinos que deixou’”.

Sua carta também faz referência de que o Evangelho do Rei foi colocado sobre a cruz de Jesus.

O testemunho de Justino mártir

Por volta de 150 A.D., Justino Mártir, ao escrever a Defesa do Cristianismo, enviada ao imperador Antônio Pio, sugere ao imperador que consulte o relato de Pilatos, o qual Justino supunha que devia estar guardado nos arquivos imperiais.

Ele diz que as palavras "'transpassaram meus pés e mãos" são uma descrição dos cravos que prenderam suas mãos e pés na cruz; e depois de o crucificarem, aqueles que o crucificaram sortearam suas roupas e dividiram-nas entre si. E se tais coisas assim aconteceram, poderás verificar nos 'Atos' que foram escritos no governo de Pôncio Pilatos". Posteriormente ele diz: "Poderás facilmente conferir nos 'Atos' de Pôncio Pilatos que Ele realizou esses milagres" (Apologia 1.48).

Elgin Moyer, em Who Was Who in Church History (Quem foi Quem na História da Igreja), descreve Justino Mártir como um: "... filósofo, mártir, apologeta, nascido em Flávia Neápolis. Com boa formação, parece ter tido recursos suficientes para levar uma vida de estudos e viagens. Sendo um ávido inquiridor da verdade, bateu sucessivamente às portas do estoicismo, aristotelismo, pitagorismo e platonismo, mas detestou o epicurismo. No inicio teve algum contato com os judeus, mas não se interessou pela religião seguida por eles.

O platonismo foi o que mais exerceu atração sobre ele, e ele imaginava que estava em vias de atingir o alvo de sua filosofia - a visão de Deus - quando, num certo dia, numa caminhada solitária à beira-mar, o jovem filósofo encontrou um idoso e venerável cristão, pessoa de semblante agradável e de uma serena dignidade.

Esse humilde cristão abalou a confiança de Justino na sabedoria humana e mostrou-lhe os profetas hebreus, 'homens que viveram antes do que todos aqueles filósofos de renome, homens cujos escritos e ensinos predisseram a vinda de Cristo...' Seguindo o conselho daquele senhor idoso, esse zeloso platonista tornou-se um cristão de verdade. Ele afirmou: 'Descobri que só esta filosofia é segura e proveitosa'. Depois da conversão, ocorrida no início da idade adulta, ele se consagrou de coração à defesa e à divulgação da religião cristã"

O testemunho de Flávio Josefo

Flávio Josefo (37-100 AD) Excetuando o Novo Testamento, o mais antigo depoimento sobre Jesus que sobreviveu até hoje é o do escritor judeu Flávio Josefo.

Disse ele: "Havia por esses dias um homem sábio, Jesus, se é que é licito chamá-lo de homem, pois operava maravilhas - mestre de homens que acolhiam a verdade com prazer. Atraiu a si muitos judeus como também muitos gentios.

"Ele era Cristo; e havendo Pilatos, por sugestão dos principais do nosso meio, o sentenciado à cruz, aqueles que antes o amavam não o abandonaram, pois apareceu-lhes vivo novamente ao terceiro dia. Isto os profetas Divinos haviam predito, bem como dez mil outros fatos maravilhosos a seu respeito; e a tribo dos cristãos, de quem tomam emprestado o nome sobrevive até hoje (Antiquites, VIII, III).

"Questiona-se a exatidão desta passagem, porque Jesus é mencionado como o Messias (o Cristo). Inteiramente autêntica ou não, ela é testemunho de que Jesus existiu.

Outras passagens igualmente interessantes são encontradas nos escritos de Josefo. Ele ainda relata: “Céstio [Galo], sem saber do desespero dos sitiados e dos sentimentos do povo, subitamente retirou seus homens, perdeu a esperança, embora não tivesse sofrido nenhum revés, e, indo contra toda a lógica, retirou-se da Cidade.” (The Jewish War [A Guerra Judaica] II, 540 [xix, 7]) Por que se retirou Galo? Qualquer que tenha sido seu motivo, a retirada permitiu que os cristãos obedecessem à ordem de Jesus e fugissem para os montes, e para a segurança. Tais citações feitas por Josefo demonstram que ele conhecia as profecias mencionadas por Cristo sobre a destruição de Jerusalém e quais atitudes deveriam ser tomadas pelos Judeus que criam Nele. (Lucas 21:20)

O testemunho dos talmudes judaicos

ToVdoth Yeshu. Há referência a Jesus como "Ben Pandera".
Talmude Babilônico. Diz: "... e penduraram-no na véspera da Páscoa".

O título que o Talmude dá a Jesus: "Ben Pandera (ou 'Ben Pantere')" e "Jeshu ben Pandera". Muitos estudiosos afirmam que "pandera" é um jogo de palavras, um trocadilho com a palavra grega panthenos, que significa "virgem" chamando-o de "filho de uma virgem". Joseph Klausner. um judeu, afirma que "o nascimento ilegítimo de Jesus era uma idéia corrente entre os judeus..."

Os comentários na Baraila são de grande valor histórico: "Na véspera da Páscoa eles penduraram Yeshu (de Nazaré) e antes disso, durante quarenta dias o arauto proclamou que (Yeshu de Nazaré) ia ser apedrejado 'por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo se desviar. Quem quer que saiba algo em sua defesa venha e interceda por ele'. Mas ninguém veio em sua defesa e eles o penduraram na véspera da Páscoa" (Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a)".

O Amoa 'W/a'("Ulla" foi um discípulo do rabino Youchanan e viveu na Palestina no final do século terceiro) acrescenta: "E acreditas que em favor de Yeshu de Nazaré houvesse qualquer direito de apelação? Ele era um enganador, e o Misericordioso disse: 'Não o pouparás nem o esconderás'. Não foi assim, pois que Jesus tinha o apoio da autoridade civil".

As autoridades judaicas não negavam que Jesus operasse sinais e milagres (Mateus 9:34; 12:24; Marcos 3:22), mas atribuíam-nos a atos de magia. 5/23

O pesquisador judeu Joseph Klausner escreve que "o Talmude fala de enforcamento em vez de crucificação, pois essa terrível forma de execução utilizada pelos romanos só era conhecida dos estudiosos judeus através de julgamentos efetuados pelos romanos, sendo desconhecida no sistema legal judeu. Até mesmo Paulo, o apóstolo, (Gálatas 3.13) explica que a passagem bíblica 'maldito todo aquele que for pendurado', isto é, enforcado (Deuteronômio 21:23), é aplicável a Jesus". 5/28

Sanhedrim 43a também menciona os discípulos de Jesus.

Yeb. IV 3;49a: "O rabino Shimeon ben Azzai disse (acerca de Jesus): 'Encontrei um rolo genealógico, em Jerusalém, no qual estava registrado: Fulano é bastardo de uma adúltera."
A isso Klausner acrescenta: "As edições atuais da Misná trazem o acréscimo: 'Em apoio às palavras do rabino Yehoshua' (o qual, na mesma Misná, diz: 'O que é um bastardo? Todo aquele cujos pais podem ser condenados à morte pelo Beth Din'). Parece não haver dúvida de que essa é uma referência a Jesus..." 5/35

Uma antiga Baraita, em que o rabino Eliezer é a personagem central, menciona Jesus pelo nome. As palavras entre colchetes pertencem à citação. E Eliezer quem fala: "Ele respondeu: Akiba, você me lembrou! Certa vez eu estava caminhando pelo mercado de cima (a Tosefta traz 'rua') de Sefôris e encontrei um (dos discípulos de Jesus de Nazaré); seu nome era Jacó, proveniente de Kefar Sekanya (a Tosefta traz 'Sakkanin').

Ele me disse: Está escrito na tua Lei - 'Não trarás a paga de uma prostituta, etc' O que se devia fazer com essa paga - uma latrina para o Sumo Sacerdote? Mas nada respondi. Ele me disse: Assim (Jesus de Nazaré) me ensinou (a Tosefta traz 'Yeshu ben Pantere'): 'Pela paga de uma prostituta ela os chama a si, e pela paga de uma prostituta eles voltarão'; do lugar de imundície eles vêm. e para o lugar de imundície eles irão. E essa frase me agradou, e, por causa disso, fui preso, acusado de Minuth. E eu transgredi o que está escrito na Lei; 'mantém o teu caminho longe daqui' - isto é de Minuth - "e não te aproximes da porta da residência dela' - isto é, do governo civil". 5/38

Esses parênteses encontram-se em Dikduke Sofrim para Abada Zara (manuscrito de munique, edição de Rabinovitz).

Sobre o texto acima, Klausner comenta: "Não resta dúvida de que as palavras 'um dos discípulos de Jesus de Nazaré' e 'assim Jesus de Nazaré me ensinou' são, nesta passagem, de uma data bem antiga e também são fundamentais no contexto da história relatada; e não se pode questionar a antigüidade dessas palavras por causa de ligeiras variações nas passagens paralelas; as variantes ('Yeshu ben Pantere' ou 'Yeshu ben Pandera', em vez de 'Yeshu de Nazaré') se devem simplesmente ao fato de que, desde uma data bem antiga, o nome 'Pantere' ou 'Pandera' se tornou largamente conhecido entre os judeus como sendo o nome do suposto pai de Jesus." 5/38

Afirmações da enciclopédia britânica

A mais recente edição da Enciclopédia Britânica emprega 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Tal descrição ocupa mais espaço do que o que foi dado a Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

Acerca do testemunho de muitos relatos seculares independentes sobre Jesus de Nazaré, essa enciclopédia registra que: "Esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, a qual, pela primeira vez e em bases inadequadas, veio a ser questionada por vários autores do fim do século dezoito, do século dezenove e do início do século vinte". 3/145.

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Evangélicos adoram o deus sol e a deusa lua


Evangélicos adorando o deus sol e a deusa lua: Na antiga Babilônia do poderoso Ninrode a adoração ao deus sol e a deusa lua eclodiram. Ninrode era neto de Cão, filho de Noé, e foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.

Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive entre outras cidades. Seu nome significa “rebelde”. Ele era tão perverso que se casou com sua mãe, Semíramis. Após sua morte prematura, sua mãe e esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como uma espécie de ente espiritual.

Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Todo ano, no dia de seu aniversário ela alegava que Ninrode visitava a árvore ”sempre viva” e deixava presentes nela; e sabe qual era o dia? Dia 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da árvore de natal.

Com o tempo, Semíramis se tornou a ”Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, tornou-se o ”Messias, filho de Baal, o deus-Sol”.

A ideia da “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), vieram a ser objetos principais de adoração. Esta veneração da ”virgem e o menino” espalhou-se e hoje o presépio é uma continuação do mesmo, mudando de nome em cada país e língua. Isso que nem teremos tempo aqui de discorrer sobre o filho deles: Tamuz.

No Egito eles chamavam-se Isis e Osíris; na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, já na Grécia, China, Japão e Tibete encontram-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), ou na América do Sul, deusa-mãe virgem Caraíba – tudo isso muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

Você deve lembrar da Diana dos efésios nos tempos de Paulo, e hoje, da Estátua da Liberdade, e de outras virgens com menino no colo eternizadas em estátuas, cédulas e etc…

Nos três primeiros séculos da Igreja não se comemoravam festas pagãs como Natal e Páscoa. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século IV). E então, apenas no século V foi oficialmente ordenado como festas cristãs, e claro, isso feito exatamente num 25 de dezembro.

Vamos voltar novamente na história no período velho-testamentário e verificar alguns casos horríveis de abominação no Santuário e no meio do povo de Deus, leia com atenção:

E chegar-me-ei a vocês sacerdotes para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os sacerdotes feiticeiros, contra os sacerdotes adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o trabalhador em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos. (Malaquias 3:5)

Os seus chefes dão as sentenças por suborno, e os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao Senhor, dizendo: Não está o Senhor no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá. (Miquéias 3:11)

E o rei mandou ao sumo sacerdote Hilquias, aos sacerdotes da segunda ordem, e aos guardas do umbral da porta, que tirassem do templo do Senhor todos os vasos que se tinham feito para Baal, para o bosque e para todo o exército dos céus e os queimou fora de Jerusalém, nos campos de Cedrom e levou as cinzas deles a Betel. (2 Reis 23:4)

Também destituiu os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram para incensarem sobre os altos nas cidades de Judá e ao redor de Jerusalém, como também os que queimavam incenso a Baal, ao sol, à lua, e aos planetas, e a todo o exército dos céus. (2 Reis 23:5)

E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. (Ezequiel 8:16)

Veja Estevão cheio do Espírito Santo pregando contra isso com denôdo:

Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios No deserto por quarenta anos, ó casa de Israel? Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, e a estrela do vosso deus Renfã, figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia. (Atos 7:42 e 43)

Meus irmãos, não permitam que as heranças pagãs dominem vossa fé e que paganizem locais onde se reúnem para adorar a Deus. Não deixem que os templos tenham sóis, estrelas, luas, cúpulas, obeliscos, pirâmides…

Evangélicos que adoram o deus sol e a deusa lua, ouçam: o Evangelho é da Graça e de graça e nunca paganizado!

Fonte: Gospel prime
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Por que Eu quero uma Igreja Orgânica?


Primeiramente o sentido real do clamor ‘Eu quero uma Igreja’ está em João 17 na oração de Jesus Cristo ao Pai pedindo, rogando e sonhando com uma igreja, uma no sentido de unidade como no contexto áureo de Efésios 4. 

Eu não quero igreja, pois eu sou a igreja, eu faço parte da Igreja. Paulo disse que há um só pão, e todos somos pedacinhos do mesmo pão, ora caro leitor, pedacinho de pão não é bolo e não é torta, certo? Então como disse Pedro em 1ª Pe 2, somos pedras vivas, somos Igreja do Senhor Jesus Cristo.

Já num sentido secundário, o clamor ‘Eu quero uma Igreja’ pode ser sim individual. Como? Os cristãos amadurecidos na fé e no amor, já passaram muitos anos de suas vidas em vãos debates e embates sobre assuntos polêmicos que causam divisões e não chegam a lugar nenhum. Divisão é uma palavra formada por duas partículas gramaticais: ‘di’ que significa duas, e ‘visão’ que significa ótica, como vocês sabem, portanto seriam duas visões e não uma visão, como deve ser a única Igreja de Cristo, Sua Noiva, e o sentido real da palavra unidade.

Estes irmãos já crescidos em Cristo (um exército bereano, que cresce a cada ano) e rumos a perfeição, perfeição esta, que está presente na unidade (pois a palavra perfeição relacionada ao cristão aparecem justamente nos dois contextos supracitados da unidade – João 17 e Efésios 4) traz do fundo da alma um clamor, que exprimo agora: Eu quero uma Igreja (lembrando que Igreja não é local fixo e sim irmãos reunidos no nome de Jesus como Igreja em algum lugar) que sente uma irmã com um cabelo comprido, que assim quer fazer para o Senhor, (com uma saia honesta, ou com vestido; sem joias, ou poucas; com pouca maquiagem, ou nada de maquiagem), ladeada por uma irmã com calça comprida honesta, com joias, (não extravagantes), com maquiagem, (nada exagerado), talvez com cabelo curto, (mas que possa se perceber que é uma mulher, pois o que Deus sempre quis é que houvesse uma diferença entre cabelo masculino e cabelo feminino); e que as duas estejam modestas, em simplicidade e pudor, ou seja, vergonha. 

O que é proibido ao crente já convertido é a roupa sensual. O que adianta saias curtas? Melhor calça honesta. O que adianta usar saia só nas reuniões? Hipocrisia! Nas ruas, usam e abusam de tudo, até piores que as descrentes! Santidade vem de dentro pra fora. Pedro disse que tem cão que vomita e come o próprio vômito; é o cúmulo do nojo não é? E tem porca lavada, que regressa ao chiqueiro; assim têm crentes que, limpam só o exterior, ou só o interior. 

Jesus condenou aqueles fariseus com roupas compridas esfregando, ou varrendo o chão, que julgavam os outros. Por esta razão eram sepulcros caiados, ou seja, por fora brancos pintados à cal, e por dentro imundícias, podridão e morte; ou, como pratos e copos lavados somente por fora, mas por dentro estão sujos. 

Que a irmã que quiser se vestir com pudor, simplicidade, e até de forma fora da moda atual, não seja condenada e nem rechaçada por outras. Da mesma forma, que as mais vaidosas, por assim dizer, não sejam julgadas, pois Deus vê o interior do ser humano; Ele não olha estereótipos. Jezabel? Não julgue! Jesus sentou com a samaritana e não falou de nada a respeito. 

O apóstolo Paulo, bem como Pedro, disseram que a mulher pode sim usar joias, mas não muitas, e que elas não podem ser mais importantes que o caráter, ou, se destacarem mais na sua vida do que o próprio testemunho de vida cristã. Rebeca usava pulseira e até uma argola de ouro no nariz. Jesus falou das dracmas que as jovens usavam na testa. Não julgue! Faça como você se sente bem, faça para o Salvador. 

E se você está pensando agora: ‘Mas eu não consigo sentar do lado de uma pseudo irmã assim!’ Então você deve repensar seu amor, que é o último degrau da vida cristã. A prova que és um cristão maduro e pode morar no céu com todos, é o amor cristão! Pois lá como bem sabemos não existirão cercas denominacionais, ideológicas ou dogmáticas.

Entendeu um pouquinho do clamor Eu quero uma Igreja?

No que é essencial nos atemos. No que é secundário, não embatemos, apenas poderemos debater (falar e ouvir, aprender e ensinar) no sentido de que a divergência torne-se em convergência.

O que é primazia para o Evangelho: amor e caráter.

O que é preempção para o Evangelho? Ele é da Graça e de graça.

O que é secundário: se Jesus vem antes, no meio ou no final da grande tribulação. O que importa é que Ele vem!

O que é secundário: se salvação se perde ou não se perde. O importante é que somos salvos pelo sangue do Cordeiro de Deus!

Se você está de um lado da ponte, ceda como uma boa ovelhinha e venha ciquenta porcento até o meio da ponte, a outra parte também deve convergir, e assim se abraçarão no meio da ponte, e haverá UNIDADE.

Esse é o real sentido do Eu quero Uma Igreja (Eu quero Uma, Uma, Uma, 1 Igreja!).

Fonte: Gospel prime 
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sábado, 26 de outubro de 2013

Já estamos vivendo nos dias de Noé e de Ló - Confira!


Trecho traduzido do livro: Antes do último dilúvio.
De: Norbert Lieth

Sabemos que não haverá mais um Dilúvio para submergir toda a terra (Gn 8.21-22; Gn 9.11,15). Isso, porém, não significa que não virá um juízo global no futuro. Haverá, sim, um outro “dilúvio”, um terrível apocalipse de alcance mundial.

No Novo Testamento encontramos referências ao tempo de Noé: Mateus 24.37-39, Lucas 3.36 e 17.26-27, Hebreus 11.7, 1 Pedro 3.20, 2 Pedro 2.15 e 3.5-7. Além dessas, existem menções extra-bíblicas desse acontecimento: “O Dilúvio mundial dos tempos de Noé encontra paralelos em mais de 40 culturas, que não dispunham da Bíblia”.[1] A P.M. Perspective (uma revista científica alemã) escreveu recentemente acerca da possibilidade de um Dilúvio histórico: “De fato: em um processo judicial baseado em indícios, possivelmente as provas seriam suficientes [para confirmar o relato bíblico].”[2]

Chama a atenção:

1. O mundo do tempo de Noé não sucumbiu por causa da poluição ambiental ou pelo aquecimento global, mas devido à maldade da humanidade, que havia renunciado ao ALTÍSSIMO. Os tempos finais também serão caracterizados pela rejeição a Deus por parte da maioria das pessoas.

2. As declarações sobre o fim dos tempos conectam diretamente o tempo de Noé (Dilúvio) com o tempo de Ló (Sodoma e Gomorra) (Lc 17.26-29; 2 Pe 2.4-9; comp. Jd 6-7). Não devemos perder de vista essa conexão.

3. Os dois eventos (Dilúvio e juízo de fogo) foram transcritos para a posteridade explicitamente como exemplos de alerta. Pedro enfatiza esse aspecto (2 Pe 2.6) e Judas também o faz (Jd 6-7). Isso significa que, nos tempos finais, teremos uma situação semelhante à daquela época. Os últimos tempos serão dominados por poderes espirituais como foram os tempos de Noé e Ló: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.37).

4. Penso que tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava:

– Noé, seu nome significa “pregador da justiça” (2 Pe 2.5) e não “pregador da vingança”.
– Ló sentia-se “afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados”. Ele atormentava a sua alma justa. Implorava que seus contemporâneos se voltassem para Deus (2 Pe 2.7-8; Gn 19.14).

Aqueles que creem no Messias não se compraz com a impiedade, mas também não reage com dureza, com desamor ou ameaças, que têm sua origem em uma religiosidade impiedosa e legalista.

A Igreja (que somos nós, cada um de nós) sofre, se atormenta, derrama lágrimas. Ela suporta dores e sente muito quando vê o mal acontecendo, e então suplica e intercede pela salvação dos perdidos – como fazia Ló (Gn 19.7-14).

5. O fato de o mundo de antes de Noé ser chamado de “o mundo daquele tempo” (2 Pe 3.5-7) significa que hoje nos encaminhamos para uma segunda terra e um segundo céu. Hoje nossa terra tem características diferentes das que tinha antes do Dilúvio.

Existe a terra de antes do Dilúvio (a primeira), a terra de depois do Dilúvio (a segunda, atual), e futuramente haverá um novo céu e uma nova terra (os terceiros). Conforme 2 Coríntios 12.2-4, o apóstolo Paulo foi arrebatado até o terceiro céu, ao paraíso. Por isso, falamos sempre, de forma automática, de três esferas celestiais: (1) o céu das nuvens; (2) o Universo, e (3) o céu onde o Altíssimo habita. Mas isso é obrigatoriamente assim? Talvez, ao referir-se ao terceiro céu, ao paraíso, Paulo estava simplesmente falando do terceiro céu na seqüência: (1) pré-diluviano, (2) pós-diluviano, e (3) futuro (o novo céu que nos espera).

O juízo por meio da água no princípio da história da humanidade é uma imagem do juízo futuro por meio do fogo no final da história da humanidade (2 Pe 3.5-7).

O exemplo de Noé no começo dos tempos

“Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos do Altíssimo que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos do Altíssimo possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade” (Gn 6.1-4).

Aqui, os filhos do Altíssimo, não são homens, mas anjos (veja Jó 1.6; Sl 29.1; Sl 89.7). Os homens (v.1) tiveram filhas – portanto, filhas humanas –, e a elas vieram os “filhos de Deus” (v.2). A diferença entre “filhos do Altíssimo” e “filhas dos homens” é ressaltada claramente. Se a expressão “filhos do Altíssimo” se referisse a homens, teria de estar escrito “filhos dos homens”, assim como o texto fala das “filhas dos homens”.

Pessoas são chamadas de filhos dos homens (Sl 62.9). Por exemplo, Ezequiel e Daniel são chamados de “filho do homem” (Ez 2.1; Dn 8.17). O Messias foi ambos: Filho do Altíssimo, título que acentua Sua divindade, e Filho do Homem, que atesta sua vinda como homem através de Maria (Mt 8.20,29).

Judas também deixa evidente que a designação “filhos do Altíssimo” não diz respeito a pessoas, mas a anjos caídos: “e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia” (Jd 6; comp. 2 Pe 2.4-5; Jó 1.6; 1 Rs 22.19-23).

Em Gênesis 6.4 está escrito: “...naquele tempo havia gigantes (“nephilim”) na terra ...estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade.” A palavra hebraica “nephilim”, traduzida por “gigantes” tem um significado bastante interessante: quer dizer gigantes, heróis, celebridades. Isso indica pessoas que têm influência, e a palavra deriva de uma raiz que significa “cair”. São os “caídos” que levam outros a cair; dominadores, controlados por demônios, que caem e levam outros consigo.

Observemos nosso mundo: grandes personalidades enganadas, celebridades seduzidas, no meio financeiro, nos negócios, na indústria do entretenimento e na política levam nossa sociedade à queda. E aos olhos de muitos desses “gigantes” os cristãos fiéis à Bíblia parecem representar um perigo maior que organizações criminosas.

A época de Noé era um tempo extraordinariamente marcado por domínio demoníaco. E no tempo de Noé também havia oposição veemente contra a ação do Espírito Santo. Tudo era tolerado, tudo era permitido, as mentes eram liberais e abertas para tudo, menos para o que vinha do Espírito Santo, que era rejeitado.

“Então, disse o Altíssimo: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos” (Gn 6.3). A era anterior ao Dilúvio foi caracterizada por uma marcante ação do Espírito Santo e menos por ordenanças da Lei.

Foi uma era de extraordinária graça, da qual as pessoas abusaram impiedosamente. Elas resistiam ao Espírito Santo do mestre, que já pregava àquele mundo através da pessoa e das palavras de Noé (1 Pe 3.18-20). E agora, em Gênesis 6.3, o Eterno está dizendo que, depois de 120 anos, a graça iria ser suspensa, retirando-se e dando lugar ao juízo.

Um cenário semelhante se repetirá logo antes do “dilúvio apocalíptico”. O Espírito Santo, que hoje ainda atua através da graça, conforme 2 Tessalonicenses 2.6-7 será retirado juntamente com a Igreja (que somos todos nós) do Messias antes do juízo, para que este se abata sobre a humanidade. Isso indica que esta era que antecede esse “dilúvio apocalíptico” se encerrará da mesma forma que a era anterior ao Dilúvio no passado. Arnold Fruchtenbaum explica: “Os dias de Noé são um tempo comparável aos dias que antecederão o Arrebatamento”.[3]

A geração de Noé chegou a um ponto em que o mal e tudo o que era injusto e pecaminoso dominava o dia-a-dia como estilo de vida normal. Os valores haviam sido invertidos. O mal foi elevado à posição de bem, de útil, enquanto o bem, que o Espírito Santo queria produzir, passou a ser declarado como mal e era rejeitado. “Viu o Altíssmo a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6.12; comp. v.5).

Diariamente observamos que nosso tempo é dominado por forças demoníacas (nos filmes, na religião, através da Nova Era, do esoterismo, da Teoria da Evolução, pelo surgimento de novos deuses...), e percebemos que o povo se volta contra a Palavra do Eterno e se opõe à ação do Espírito Santo.

O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal. Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.

Ao analisarmos o tempo de Noé, fica evidente que o pecado se avoluma até a corrupção total (Gn 6.5,12) e que existe um amadurecimento para juízo, quando a medida da iniqüidade estará cheia (Gn 15.16; 13.13; 18.20; Jd 7). Esse é o caso quando a lei do Altíssimo não apenas é quebrada (no sentido de não ser obedecida), mas rompida completamente (rejeitada radicalmente e declarada nula).

Os exemplos a seguir são sintomáticos dessa tendência:

Na Igreja Luterana dos EUA decidiu-se no ano passado que o ministério pastoral poderá ser exercido por pessoas que vivem em relações homossexuais. Essa regulamentação deverá entrar em vigor em 2010. Uma pastora declarou a respeito: “Creio que fomos além do que Deus permite”. A ironia foi que uma tempestade derrubou a cruz da torre da igreja luterana central onde estava sendo tomada essa decisão.[4]

Na Holanda existe uma banda chamada “Devil’s Blood” (“Sangue do Diabo”). Em seus shows os integrantes derramam 20 litros de sangue de porco no palco. Um deles declarou: “O sangue de animais é, para nós, a possibilidade de levar a morte até o palco e para nos tornarmos menos humanos. Um caminho para fazer desaparecer nossa própria identidade e nossa personalidade, para sermos espíritos...”.[5]

Um grupo esotérico alemão chamado “Obreiros da Luz” é extremamente ocultista e busca o contato com o além para liberar energias ocultas. Os “obreiros” esperam “uma luz nova e consciente que adentrará esta existência pela primeira vez”.

Essa luz traria paz e cura para o mundo e conduziria a humanidade “à mudança global, impulsionando-a no caminho de volta para a Unidade”. Um dissidente que abandonou essa seita, advertiu seriamente em seu site na internet a respeito do grupo: os auto-intitulados “obreiros da luz” são médiuns de “pretensos anjos, entes de luz ou irmãos de luz extra-terrenos”. Eles representam a porta de entrada ideal para forças ocultas.[6]

Enquanto isso, pregações das sagradas escrituras e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido.

Hoje chegamos ao ponto de quase precisarmos nos envergonhar ao apenas mencionarmos que o Altíssimo vai julgar os impuros e adúlteros (Hb 13.4). Quando proclamamos essas verdades atualmente, tornamo-nos ridículos aos olhos do mundo. Isso não cabe mais na nossa sociedade, pois é “antiquado”. Mas é justamente nisso que reconhecemos o quanto nosso tempo é igual ao tempo de Noé!

O exemplo de Noé no meio dos tempos

Aproximadamente 2.500 anos depois do Dilúvio veio o Salvador, a arca da salvação eterna. Aquele em cujo Espírito Noé agira (1 Pe 3.18-20) veio em carne e sangue. Mesmo estando o amor do Altíssimo presente no mundo através da Pessoa do Messias – a graça, o perdão, a misericórdia e justiça plenas –, o próprio Mestre já teve de anunciar o juízo do fim dos tempos.

Ele usou o tempo de Noé e de Ló como exemplos do tempo antes de Sua volta: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30).

Algumas coisas chamam nossa atenção nessas palavras do Mestre:

1. A conexão estreita entre a história de Noé e a história de Ló. Portanto, os tempos finais são muito semelhantes tanto ao tempo de Noé como ao tempo de Ló.

2. A despreocupação das pessoas daquela época com as coisas espirituais. “Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã; soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade...” (Ez 16.49). A vida social girava unicamente em torno das coisas da vida terrena. O centro era o bem-estar e o conforto de cada um. Em palavras de hoje, diríamos que as preocupações são o clima, a alimentação, vitaminas, saúde, dicas para viver bem, conselhos sobre finanças, etc. A preocupação daquela época eram as coisas seculares, não as celestiais; as temporais, não as eternas; as mundanas, não as espirituais.

A saúde, por exemplo, tem se tornado uma poderosa religião contemporânea. “O anseio por saúde tem adquirido cada vez mais os traços de uma religião. Essa é a opinião do médico e teólogo Manfred Lütz (de Colônia, na Alemanha). (...) Muitos ‘correm pelas florestas e comem grãos para acabar morrendo saudáveis’, afirmou Lutz durante uma palestra. Onde havia catedrais, erguem-se agora academias de ginástica. A religião da saúde seria a mais poderosa de todos os tempos e apresentaria marcas de totalitarismo. Lütz disse: ‘Enquanto se pode fazer qualquer brincadeira acerca do Messias, não se pode fazê-lo quando o assunto é saúde’. 

Além disso, ela seria mais cara do que todas as outras religiões. (...) A mania da vida saudável já teria alcançado grande parte das igrejas, disse o autor de diversos best-sellers (...) ‘Enquanto no passado se jejuava para se privar do alimento, hoje se jejua para se chegar bem tarde, e bem saudável, ao céu’. A saúde seria um grande bem para os cristãos, mas ‘não o bem supremo’, segundo Lütz. Ao invés de viver prevenindo doenças, os cristãos deveriam gozar cada novo dia como um presente divino”.[7]

Como são modernas as palavras do Mestre! Abri o jornal e selecionei alguns títulos da programação da TV. Essa lista demonstra o quanto são atuais as palavras do Messas acerca dos tempos finais. Hoje estamos vivendo exatamente dentro daquilo que foi dito acerca dos tempos de Noé e de Ló. E ainda existe quem tenha a coragem de dizer que a Bíblia está ultrapassada! Fiquei impressionado com a quantidade de programas sobre preparo de receitas, alimentação saudável e saúde.

A passagem bíblica que diz que as pessoas da época de Noé e Ló “compravam, vendiam, plantavam e edificavam” tem seu pleno cumprimento nos nossos dias – o que comprovei lendo os títulos dos programas oferecidos na área de finanças e comércio. Outra característica dos tempos passados que se repete hoje é a de que “casavam e davam-se em casamento”. Programas de namoro, casamentos, descasamentos, novos relacionamentos – a vida privada ocupa o centro das atenções. Mas isso não é tudo.

A declaração do Mestre “casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que...”, dá o que pensar! Buscar um parceiro pela internet ou através de agências de casamento virou moda. “Por razões que não cabem aqui, parece que hoje ninguém mais conhece alguém na rotina da vida diária. Por isso, florescem as agências de namoro, de preferência protegidas pela anonimidade da internet”.[8]

A maior parte do que acabamos de listar não é pecado. Mas quando o Altíssimo é excluído e quando a salvação em Jesus é rejeitada, quando o homem é movido apenas pelo que é temporal, então tudo isso passa a ser um sinal dos tempos finais.

“Deixe-nos em paz” foi a reação do povo daquela época, e é o que se ouve também hoje.

“Deixem-me em paz com esse assunto de apocalipse”, “Vocês são muito catastrofistas!”, “Vocês só querem atrapalhar a minha vida”, “Vocês são fanáticos religiosos”, “Vocês são tão negativos, os desmancha-prazeres da sociedade”. Mas por que a taxa de suicídios e as tragédias aumentam tanto?

Por que as clínicas psiquiátricas estão lotadas? Por que nunca houve tanta necessidade de remédios controlados como nos últimos anos? Por que a insatisfação, o medo e a insegurança pairam sobre nossa sociedade como uma névoa escura, uma vez que tudo seria tão bom sem Messias?

3. Nas épocas de Noé e Ló vemos que não era a multidão que estava com a razão. A maioria de então estava errada, e a minoria (Noé e Ló) é que estava certa. No final, Deus terá razão, Sua Palavra será decisiva – não a opinião da maioria, que diz: “Mas todo mundo faz isso! Isso deve ser correto, já que todos o fazem! É o que a mídia diz...”.

Você sabe qual foi a última afirmação do mestre antes de começar a falar do tempo de Noé? “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus; nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.35-37).

A Palavra do Altíssimo é garantida e irrevogável. Mesmo que ninguém saiba o dia ou a hora, temos um ponto de referência na semelhança entre a nossa época e o tempo de Noé.

O exemplo de Noé para os tempos finais

Nosso tempo está diante de um novo dilúvio, não de água mas o dilúvio do Apocalipse, dos juízos dos selos, das trombetas e dos flagelos. Então os céus e a terra serão novamente abalados (comp. Ap 16.20-21). E após esses juízos catastróficos, haverá um novo céu e uma nova terra, nos quais habita justiça (2 Pe 3.13; Ap 21).

O tempo de Noé e Ló mostra-nos que o Arrebatamento está próximo. Noé é chamado por Pedro de “pregador da justiça”, enquanto Ló é chamado apenas de “justo” (2 Pe 5.7). Essa diferença tem algum significado à luz da profecia?

Noé, o pregador da justiça, teve de passar pelo juízo, mas foi protegido em meio a ele. Essa é uma ilustração de Israel. Foi Israel quem proclamou a justiça no Messias a nós (Rm 9.4-5).

Ló é chamado de “o justo”. Ele foi poupado do juízo, salvo antes da destruição. Representa figuradamente a Igreja. Tornamo-nos justos pela proclamação da justiça por Israel (simbolizado por Noé). Como Ló, porém, a Igreja vive no meio de um mundo cheio de injustiça, mas ela crê e será salva antes do juízo (2 Pe 2.7-9). Assim como o Eterno salvou o justo Ló, também pode livrar da provação todos os que O temem.

Ló foi salvo sendo tirado do lugar da tentação e da provação ao ser literalmente arrancado de Sodoma (Gn 19.16-17,22). Da mesma forma, a Igreja será salva do lugar da tentação, salva deste mundo, ao ser arrebatada antes do dilúvio apocalíptico. Pois, se apenas os injustos serão preservados para o dia do juízo, então obrigatoriamente os justos serão livrados de passar por esse dia (1 Ts 5.1-10).

Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Somos como Noé, pregadores da justiça? Somos tementes ao Altíssimo como ele? Somos obedientes como ele era? Fazemos tudo o que podemos para transmitir à nossa geração a justiça que tem valor diante do Eterno? Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?

Fiquem alertas!

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