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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O Facebook não Invade Apenas a sua Privacidade, Ele Programa a sua Personalidade


Até onde chega o poder do Facebook, especialmente quando mostra poucos escrúpulos para modificar seu algoritmo? Evgeny Moronov afirma que o Facebook não apenas invade nossa privacidade, mas também invadiu a nossa personalidade.

Até alguns anos atrás (em 2008), quando o Facebook começou a se a tornar a rede social mas popular do mundo, um artigo do The Guardian questionava as "amizades" do Facebook. Para dar o salto para se tornar uma plataforma de alcance mundial, o Facebook recorreu a sua primeira linha de investidores a In-Q-Tel (o braço empreendedor da CIA) e a Peter Thiel (dono do PayPal, de ideias transhumanistas e membro Bilderberg). Naquela época, havia mais preocupação com a privacidade das informações do usuário, o qual é conhecido por ter acesso a aplicativos de terceiros e agências de marketing. Hoje em dia nos parece pouco alarmante entregar nossa informação ao Facebook até porque, depois dos vazamentos de Snowden, sabemos que em qualquer parte somos vigiados (incluindo sites como Facebook que de maneira voluntária ou coercitivamente tem entregado informação de seus usuários à NSA).

Em algum momento no entanto, não há muito tempo, era quase escandaloso pensar que abriríamos nossas vidas, até mesmo compartilhar nossos detalhes mais íntimos a uma companhia cujo interesse é poder ganhar dinheiro com essa informação, sem dizer, a "amigos" que mal conhecemos. O mesmo Zuckerberg afirmou em conversas gravadas pouco após de ter lançado o Facebook: "as pessoas são estúpidas, simplesmente me dão seu email".

Em janeiro de 2008, Tom Hodgkinson, o jornalista do The Guardian, escreveu: "O Departamento de Defesa da CIA ama a tecnologia, porque torna a espionagem mais fácil". Hodgkinson claramente suspeitava que o Facebook iria ser usado com essa finalidade (quando tinha menos de 60 milhões de usuários: hoje possui mais de 1 bilhão). Efetivamente, o Facebook foi usado pra nos espiar - de novo com seu consentimento e sim, isso na prática é o que menos importa - e seguramente está sendo usado para nos espiar. Outro prenúncio da participação da empresa de capital de risco da CIA nos primeiros dias do Facebook: este site se tornaria em um laboratório social onde se experimentaria o comportamento dos usuários e se manipularia suas interações possivelmente como parte de um programa de engenharia social - simplesmente para poder ganhar mais dinheiro, tendo mais cliques e vendendo mais publicidade.

Em junho a publicação sem alarde de um estudo mostrou que o Facebook realizou um experimento com 700 mil usuários modificando seu algoritmo - regras invisíveis - para que aparecessem mais posts positivos ou negativos (segundo o grupo) em seus novos feeds. Os resultados mostraram que aqueles expostos a posts positivos se sentiram mais felizes e escreveram mais posts positivos (e mais no total). Isto resultou em mais cliques e mais receita publicitária.

Este experimento gerou um certo alerta entre os críticos. Clay Johnson, o co-fundador do Blue State Digital, a agência que geriu a campanha digital de Obama em 2008, disse: "Poderia a CIA incitar uma revolução no Sudão pressionando o Facebook a promover descontentamento? Deveria ser legal? Pode Mark Zuckergerg combinar o resultado de uma eleição promovendo certos sites?" Perguntas que são todavia, mais alarmantes quando sabemos que o Facebook dorme com a CIA (ao menos uma prima próxima).

Mas, na verdade, a "má imprensa" pouco afetou o Facebook, cujas ações se encontram em seu ponto mais alto. Como aponta o sempre crítico Evgeny Morozov, na realidade nada afeta o Facebook, nem ao menos qualquer questionamento ético. Mas o experimento fornece informação valiosa a Zuckerberg e a seus sócios: podem ganhar dinheiro, inclusive permitindo aos usuários um mínimo respiro de privacidade, sempre que continuem multiplicando os cliques. Agora o Facebook, a companhia que lançou a ideia de que a privacidade era coisa do passado e que todos deveríamos abraçar o social como um envelope transparente onipresente, possui uma ferramenta para avisar aos usuários que estão "compartilhando demais" (oversharing) o que lhes permite ver como estão sendo medidos.

Isto parece ser de novo uma estratégia com uma agenda às escuras, como já aconteceu antes da história do Facebook. Morozov, acusado de tecnofóbico radical (mas provavelmente um dos mais lúcidos observadores da internet), adverte que o Facebook está comprando companhias e desenvolvendo aplicações que registram os movimentos online e offline dos usuários, o que significa que poderá possuir conteúdo mais relevante - conteúdo especialmente dirigido a uma pessoa que está correndo, conduzindo ou andando de bicicleta, por exemplo, como ocorre com o app Moves.

A linha de fundo é que o Facebook não parece ter nenhum escrúpulo em manipular seu algoritmo se isto beneficiar seu plano de negócios ou sua agenda social, e não existe um mecanismo para fazê-lo prestar contas. Outro exemplo das alterações do algoritmo, aparentemente inofensivo e louvável, foi em 2012 quando alterou sua configuração para que os usuários pudessem expressar um status como doador de órgãos, o qual produziu mais de 13 mil registros no primeiro dia. É muito grande o poder de decidir que tipo de iniciativa é boa para a sociedade e qual não. Morozov escreve:

A razão pela qual devemos temer o Facebook e estes tipos de empresas não é porque violam nossa privacidade. é porque definem os parâmetros da massa cinzenta na maior parte invisível da infraestrutura tecnológica que molda nossa identidade. Todavia, não possuem o poder de nos tornar felizes ou tristes, mas seguramente estarão prontos para nos fazer felizes ou tristes se ajudar a gerar mais receita

Esta visão não está longe de um tom distópico - uma distopia totalitária não seria apenas imersiva, mas provavelmente ocorreria sem que nós déssemos dado conta que está acontecendo. Morozov nos pede que nos perguntemos: "O quanto nossa identidade está sendo modificada pelos algoritmos, bases de dados e apps que estendem os esforços políticos, comerciais e estatais para tornar-nos mas felizes - como diz a música distópica do Radiohead - 'mais em forma, mais feliz, mais produtivo'" (fitter, happier, more productive).

Paralelamente, até uns meses atrás, o Facebook tem feito algumas alterações em seu algoritmo, apertando de tal maneira que os posts das fan pages apareçam em menor quantidade a menos usuários, claramente para fazer com que as companhias que buscam receber tráfego ou para que suas mensagens apareçam massivamente, tenham que pagar por seus posts.

Esta medida tem golpeado a numerosos sites de notícias, chegando ao ponto que alguns praticamente desapareçam. Como podemos ficar seguros de que o Facebook não privilegia seus algoritmos a sites que pagam mais ou que são mais ideologicamente relacionados, ou simplesmente que gerem mais receita ao fomentar uma espécie de ecossistema favorável para promover esta "felicidade" digital que se traduz em cliques?

O Facebook é, ao menos potencialmente, uma máquina de alcance orwelliano, capaz de censurar e delimitar a realidade. Pouco notamos que isto está acontecendo, vivendo um "efeito aquário" dentro do sistema. O algoritmo transpassa a vida digital e se torna parte de nossa personalidade.

Fontes: Periodismo Alternativo - Pijama Surf - The Guardian - Pijama Surf: “La gente es estúpida... - Opinion - Blog Anti Nova Ordem Mundial - A Nova Ordem Mundial
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sábado, 5 de julho de 2014

Controle Mental: Facebook manipulou emoções de usuários


O objetivo do estudo era avaliar o 'contágio emocional' dos usuários.  

Washington (AFP) - Um estudo detalhando como o Facebook manipulou secretamente o feed de notícias de aproximadamente 700 mil usuários com o objetivo de avaliar o "contágio emocional" desencadeou revolta na rede social.

Durante uma semana em 2012, o Facebook manipulou o algoritmo usado para distribuir os posts no feed de notícias do usuário para verificar como isso afetou o seu humor.

O estudo, conduzido por pesquisadores associados ao Facebook, pela Universidade de Cornell, e pela Universidade da Califórnia, foi publicado em junho na 17ª edição dos Anais da Academia Nacional de Ciência 

(http://www.pnas.org/content/111/24/8788.full.pdf).

Os pesquisadores pretendiam verificar se o número de palavras positivas ou negativas nas mensagens lidas pelos usuários resultaria em atualizações positivas ou negativas de seus posts nas redes sociais.

Observou-se que os usuários que tiveram o feed manipulado utilizaram palavras positivas ou negativas dependendo do conteúdo ao qual foram expostos.

Os resultados do estudo foram propagados quando a revista online Slate and The Atlantic abordou o assunto.

"Estados emocionais podem ser transferidos para os outros por meio do contágio emocional, levando as pessoas a experimentarem as mesmas emoções de modo inconsciente", afirmam os autores da pesquisa.

"Estes resultados provam que as emoções expressas pelos outros no Facebook influenciam nossas próprias emoções, o que evidencia o contágio em larga escala via redes sociais."

Enquanto outros estudos usam metadados para estudar tendências, este parece ser o primeiro a manipular dados para verificar se há reação.

A pesquisa é considerada legal de acordo com as normas do Facebook, mas seria ética?

"#Facebook Feed de usuários manipulados para experimento psicológicos em massa...  Sim, está na hora de encerrar a conta do FB!", lia-se em post do Twitter.

Outros tweets usavam expressões como "super perturbador", "assustador" e "mau", assim como manifestações irritadas, para descrever o estudo.

Susan Fiske, professora da Universidade de Princeton que editou o artigo para publicação, disse a The Atlantic que ela ficou preocupada com a pesquisa e entrou em contato com os autores.

Eles disseram que o conselho institucional aprovou o estudo, já que "o Facebook manipula a atualização do feed dos usuários o tempo todo".

Fiske admitiu ter ficado "um pouco assustada" com o estudo.

O Facebook disse a The Atlantic que "considera cuidadosamente" a pesquisa e que há "um processo de avaliação interna".

O Facebook, maior rede social do mundo, informa ter mais de um bilhão de usuários ativos.

Fonte: Dom Total
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Como a NSA e FBI fizeram do Facebook a Ferramenta de Vigilância em Massa Perfeita


Harrison Weber

A Agência de Segurança Nacional e o FBI se uniram em outubro de 2010 para desenvolver técnicas para transformar o Facebook em uma efetiva ferramenta de vigilância.

Documentos divulgados juntamente com o novo livro do jornalista Glenn Greenwald, "No Place To Hide", revelaM a parceria da NSA e do FBI, na qual as duas agências desenvolveram técnicas para a exploração de chats do Facebook, captura de fotos privadas, coleta de endereços de IP e coleta de dados de perfis privados.

De acordo com os slides abaixo, as agências estabeleceram como meta capturar e colecionar "uma fonte muito rica de informações sobre dados pessoais, padrão de vida, conexões entre os alvos e associados e mídia".


Documentos da NSA tornam dolorosamente claro como as agências de informações faze a coleta "explorando as fraquezas inerentes ao modelo de segurança do Facebook", através do uso do popular rede de distribuição de conteúdo Akamai. A NSA descreve os seus métodos como "assumir autenticação" e obter "segurança pela sombra".


O slide abaixo mostra como a agência de espionagem NSA e o GCHQ, do Reino Unido, trabalharam em conjunto para "obter perfil e álbum de imagens".


Dois meses atrás, depois de uma série de vazamentos sobre a espionagem da NSA relacionada ao Facebook, Mark Zuckerberg afirmou em um post no seu blog que ele está "confuso e frustrado com os repetidos relatórios sobre o comportamento do governo dos EUA".

De acordo com um relatório do The Intercept , os slides acima não revelam o programa de vigilância da NSA sobre o Facebook, de forma integral. O relatório afirma que a NSA também "se disfarça como um servidor fake do Facebook" para executar o " man-in-the-middle ", incluindo "ataques e espalhar malware" - [vídeo abaixo].
 
How the NSA Secretly Masqueraded as Facebook to Hack Computers for Surveillance from First Look Media on Vimeo.

O Facebook passou a ser usado pela "NSA como uma resposta declarada ao declínio de outras técnicas de injeção de malware - técnicas anteriores incluíam o uso de "e-mails contendo spam para fraudar a comunicação do usuário que clicasse em um link malicioso".

Na sequência do relatório, divulgado em março, Zuckerberg disse: "Enquanto os nossos engenheiros trabalham incansavelmente para melhorar a segurança, imaginamos que estamos nos protegendo contra criminosos, mas não do nosso próprio governo".

Zuckerberg afirmou que ele desaprovava as ações da NSA e disse que falou com o presidente Barack Obama por telefone para 'expressar frustração sobre os danos que o governo está criando para todo o nosso futuro".

Fonte: Jornal GGN
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Difamação nas Redes Sociais: Uma Tática de Guerrilha nas Mídias Sociais (Parte 1)


Como todo meio de comunicação, as Redes Sociais podem ser utilizadas tanto para o bem quanto para o mal.

Em tempos recentes, tem se tornado cada vez mais comum o uso da difamação nas redes sociais, principalmente para atacar opositores ideológicos e políticos. Pretendo mostrar neste artigo que essa ação pode ser feita de forma planejada e profissional. Trata-se de uma tática de guerrilha em mídias sociais utilizada tanto a nível pessoal quanto empresarial.

O que é a estratégia da Guerrilha?

A guerrilha no campo politico-militar é em essência uma estratégia com a finalidade de minar resistências. Uma característica bastante significativa é o fato dos guerrilheiros se misturarem a pessoas comuns tornando mais difícil a resposta ou contra-ataque. Normalmente os guerrilheiros ficam “camuflados” e se confundem com pessoas comuns. (Ps: Guerrilha e Terrorismo não são a mesma coisa. Na verdade, o terror acaba sendo uma tática de guerrilha em vários casos).

Já a guerrilha no campo do marketing, em essência, não difere muito da guerrilha no campo político-militar (o Marketing adora pegar definições militares para si). A guerrilha no campo do Marketing também são ações “camufladas”, muitas vezes passando a sensação de espontaneidade e a mensagem é passada de forma “natural”, sem a forçar muito a barra como uma propaganda.

Acho que essa definição, um tanto rasteira, é verdade, já dá para compreender o que será dito daqui para frente.

Mídias Sociais na Internet.

A própria estrutura da internet já favorece o anonimato em ações, ou seja, se camuflar é mais fácil. Não irei discutir aqui se isso é bom ou ruim, mas o fato é que tal fato acaba facilitando a ação de pessoas que tem intenções difamatórias para seus “oponentes”. O oponente pode ser uma pessoa, um grupo, um segmento ou um concorrente (no caso de empresas).

Tais ações não são vistas com bons olhos no campo ético, principalmente quando se fala de empresas, e as reações normalmente são negativas podendo trazer grandes dores de cabeça. Apesar da internet favorecer o anonimato, tudo nela fica registrado e pode ser consultado via judicial (embora existam meios de dificultar bastante o rastreamento).

As mídias sociais na internet também favorecem muito o que a gente chama de “viralização da mensagem”. O que antes se espalhava praticamente no “boca a boca”, hoje pode tomar proporções gigantescas devido ao próprio comportamento do usuário que busca se relacionar, alimentar o ego e se divertir muitas vezes se impondo desafios. Isso sem contar no “espírito de solidariedade” que uns têm com os outros.

Então, quem pretende difamar e acabar com a reputação de uma pessoa ou empresa (apesar das consequências legais que isso pode causar), tem nas mídias sociais um terreno bastante fértil. Pode-se ganhar adeptos da causa, estimular compartilhamentos (replicações das mensagens) e jogar com o “ego”, com a vaidade, com a soberba e com o desafio de um jogo.

Outra característica muito importante das redes sociais é o fato da pessoa se sentir próxima e "amiga" de quem tem adicionado. Essa sensação de proximidade é um fator muito importante na persuasão. Afinal, você cofia mais nas informações passadas por alguém que você conhece ou por um desconhecido?

As mídias sociais também tem isolado os indivíduos no campo físico. As pessoas tem se relacionado muito mais virtualmente do que pessoalmente e, como o homem é um ser social, isso acaba gerando uma CARÊNCIA nele fazendo-o buscar cada vez mais "amigos" virtuais para tentar preencher tal vazio. Detalhe... Isso NUNCA irá satisfazer os indivíduos, por diversas razões que não cabe citar agora.

Comportamentos do Brasileiro que Favorecem o Difamador

O brasileiro é um “povo gozador”, adora gozar da cara dos outros. Uma “trollagem” é fundamental para dar umas boas risadas. Se essa “trollagem” for em nome de uma causa então... Aí que o brasileiro se joga de corpo e alma. Um “lema” que o brasileiro adora é o fato de não levar muito as coisas a sério pois a vida já é muito dura e cheia de problemas para se estressar com “coisa pequena”.

Só que tem um detalhe... Quando a pessoa se abre dessa forma, através do humor, é possível incutir uma linha de pensamento de forma muito mais fácil e efetivo, pois a mensagem fica registrada meio que “subliminarmente”. Vocês já devem ter reparado que muitas, diversas, inúmeras propagandas brasileiras de sucesso (falando em alcance de objetivos) e que são mais comentadas são exatamente as que têm o humor envolvido. (Obs: Hoje em dia com essa onda do “politicamente correto”, essa graça já está se perdendo.)

Trazendo pro campo das redes sociais, reparou que o conteúdo que mais faz sucesso nas redes sociais são os que fazem uso do humor ou do ridículo (para tirar sarro)? Segmentando ainda mais, fan pages no Facebook crescem muito mais rápido se tiver pitadas de humor e de sarro com a cara dos outros (vide Gina Indelicada, Dilma Bolada e, recentemente, a Ruth Sheherazade). E, detalhe, se a fan page tiver ligação oficial com alguma entidade em que ela favorece, o crescimento cai vertiginosamente. Podemos dar como exemplo a página “Gina Indelicada” que perdeu a graça quando a empresa resolveu “comprar” a página. O Dilma Bolada também perdeu força quando se ligou à "indivídua real".

O brasileiro também adora aderir uma causa. Páginas que defendem alguma causa que desperte o emocional...

Outro fato interessante é que os brasileiros, de forma geral, não gosta muito de ser abordado por alguma entidade (política ou empresarial) no momento de sua “diversão” se essa entidade não estiver de acordo com sua personalidade, desejos e valores (por isso é importante segmentar). Isso cria-se a oportunidade e abre-se a brecha de empresas desejarem criar páginas que não associam diretamente a marca, mas que passa a mensagem de forma sutil, estimulando a venda de seus produtos/serviços, de forma camuflada.

Não pode também deixar de fora a questão do “desafio”, do “game”... Crescer uma fan page pode ser tomada por alguns (a maioria, na verdade) como um jogo em que os pontos são o número de fãs da página. E essa dinâmica da fan page foi pensada exatamente para isso, para assim manter os administradores de páginas presos à rede social e fazendo “rodar conteúdo”.

O sentimento de vaidade também é bastante significativo. É algo como “sou dono de uma fan page com mais de 100.000 fãs, logo sou importante, faço parte da ‘elite do Facebook’”. Esse perfil, essa vaidade, abre uma porta gigantesca para pessoas que tem habilidades de persuasão influenciarem tais administradores a produzirem conteúdo e trabalharem para eles. Claro que tudo de forma sutil, como se o “influenciador” tivesse as melhores intenções e só está querendo ajudar os administradores a disseminar um conteúdo. Se a fan page for em defesa de uma causa ou ideologia, isso é ainda mais fácil.

Continua...

Como o post ficou bastante grande, resolvi quebrar em duas partes. Na segunda parte irei expor algumas Táticas de Guerrilha nas Mídias Sociais para a Estratégia de Difamação nas Redes Sociais. Talvez, ainda dê dicas de como viabilizar (agir). Na verdade, ainda estou pensando se vale a pena expor...

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Pesquisadores desenvolvem ‘detector de mentiras’ para redes sociais


Por Redação, com BBC - de Londres -  BBC Brasil

Chamado de Pheme, nome da deusa grega do rumor, projeto durará três anos

Um projeto que envolve várias universidades e empresas europeias está desenvolvendo um detector de mentiras para checar rumores que circulam em fóruns online e em redes sociais. O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas.

Os dados analisados incluirão publicações no Twitter, comentários em fóruns sobre temas relacionados a questões de saúde e comentários públicos no Facebook.

O objetivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efetiva a novos acontecimentos.

O projeto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso de mídia social durante os conflitos de Londres em 2011.

Autoridade

Segundo os pesquisadores, os rumores online serão classificados em quatro tipos:

Especulação – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros

Controvérsia – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo

Má informação – se uma informação falsa é disseminada sem intenção

Desinformação – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente

- Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as redes sociais fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem – disse Kalina Bontcheva, pesquisadora-chefe do projeto na Universidade de Sheffield.

- Mas as redes sociais também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é verdade do que é mentira com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade em uma dada situação.

O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos e bots contas que publicam automaticamente em redes sociais. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.

Conversas em redes sociais serão analisadas para ver como elas evoluem. Fontes serão checadas para verificar se a informação se confirma ou não. “Apenas o texto será analisado”, disse Bontcheva. “Não analisaremos imagens, então, não teremos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.”

Equilíbrio

Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos em um “painel visual” para que as pessoas possam checar se um rumor se sustenta.

A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. “Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas”, disse Bontcheva.

Chamado de Pheme, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projeto envolve cinco universidades Sheffield, Warwick, King’s College London, Saarland, na Alemanha, e Modul, em Viena e durará 3 anos. Quatro empresas Atos, iHub, Ontotext e Swissinfo também participam.

Ao final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

Otimismo

Segundo Rory Cellar-Jones, correspondente de tecnologia da agência britânica de notícias BBC, o projeto vai de encontro a uma tendência crescente de analisar o que é publicado em redes sociais para extrair disso informações valiosas.

- Um técnica conhecida como ‘análise de sentimentos’ vasculha as redes sociais para detectar padrões e definir qual filme será um sucesso ou qual candidato de uma eleição se saiu melhor em um debate – disse Cellar-Jones. “Até agora, a precisão e qualidade dos seus resultados varia bastante.

- Então, acreditar que técnicas similares serão capazes de distinguir o que é verdade ou mentira nas redes sociais é um tanto otimista.

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Facebook, Google e outros revelam detalhes de solicitação de segurança nacional, atendendo a NSA


Reuters / Pawel Kopczynski

Algumas das empresas mais influentes do Vale do Silício têm revelado dados sobre os pedidos de segurança nacional que receberam do governo dos EUA, que detalha quantos pedidos que recebem, quantos a empresa responde a, e outros detalhes.

A administração Obama anunciou segunda-feira ter chegado a um acordo com o Facebook, LinkedIn, Yahoo, Google e Microsoft para permitir que as empresas divulguem alguns detalhes sobre os pedidos de vigilância visando seus clientes.

A Apple lançou o seu próprio relatório de transparência na semana passada.

Procurador Geral dos EUA, Eric Holder, eo diretor de Inteligência Nacional James Clapper, disse em uma declaração comum, que as empresas de tecnologia estão agora autorizados a divulgar o "número de pedidos de segurança nacional e pedidos emitidos para provedores de comunicação, o número de contas de clientes-alvo sob as ordens e pedidos e as autoridades jurídicas subjacentes."

As empresas passaram meses lutando por esse acordo depois de reclamar que o arrastão Agência de Segurança Nacional exposta no ano passado tinha ferido negócio.

"Entramos com nossas ações, porque acreditamos que o público tem o direito de saber sobre o volume e os tipos de solicitações que recebemos de segurança nacional", disseram os cinco empresas em um comunicado conjunto segunda-feira.

"Estamos satisfeitos por o Departamento de Justiça concordou que nós e outros prestadores podem divulgar esta informação. Enquanto este é um passo muito positivo, vamos continuar a incentivar o Congresso a tomar medidas adicionais para enfrentar todas as reformas que acreditamos são necessários ".

Liberdades civis ativistas realizar um comício contra a vigilância de cidadãos norte-americanos em 17 de janeiro de 2014. (AFP Photo / Nicholas Kamm)

Os relatórios indicam que, quando o primeiro dos vazamentos Edward Snowden foram divulgados em junho, a Casa Branca estava relutante em fazer nenhum acordo com o Vale do Silício. Mas, com crescente pressão da mídia e mudando as pesquisas que provam que um número considerável de americanos são céticos sobre a vigilância da NSA, funcionários da administração disse Politico o tempo para negociar havia chegado.

"Enquanto esses dados agregados foi devidamente classificados até hoje, o cargo de Diretor de Inteligência Nacional, em consulta com outros departamentos e agências, determinou que o interesse público na divulgação dessas informações agora supera as preocupações de segurança nacional que requerem a sua classificação ", Titular declarado e Clapper.

Relatório de transparência do Facebook para o segundo semestre de 2012 e os primeiros seis meses de 2013 observou que apenas uma " pequena fração "de um por cento de seus usuários foram alvo de quaisquer pedidos de vigilância.

LinkedIn recebido "entre 0 e 249"pedidos relacionados com a segurança nacional, nos primeiros seis meses de 2013. Durante o mesmo período de tempo, a Microsoft disse que foi enviado em 1000 cartas de segurança nacional pertencentes a menos de 1.000 contas.

No entanto, o governo ainda proíbe as empresas de revelar detalhes de vigilância sobre um novo produto até dois anos após o seu lançamento, uma condição que irritou defensores das liberdades civis pedindo mudança mais amplo.

Brad Smith, conselheiro geral da Microsoft e vice-presidente executivo da empresa para assuntos legais e corporativos, disse que o governo concordou em deixar que as empresas divulgam pedidos " em bandas de mil "e apenas seis meses depois de um pedido foi feito.

"Perguntar o público e os políticos para tentar julgar a adequação das práticas de vigilância do governo com base em um único conjunto, número, arredondado é como pedir a um médico para diagnosticar um paciente sombra: o problema mais grosseira e mais óbvio, se mesmo isso, vai estar sempre evidente , "Kevin Bankston, diretor de políticas do Instituto de Tecnologia Aberta da Fundação New America, disse ao Politico.

Fontes: RT, Animal Político, Illuminati Elite Maldita
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Auto-censura: Facebook guarda (e analisa) o texto que não se publica


O Facebook guarda tudo aquilo que escreve, mesmo aquilo que não publica, ou seja, o texto que escreve e apaga antes de clicar submeter.

O Business Insider revelou um estudo feito por dois funcionários do Facebook sobre o texto que o utilizador da rede social escreve mas decide não publicar e acaba por apagar. Esse texto é guardado e monitorizado pela plataforma por forma a analisar os hábitos dos utilizadores. Por exemplo, 71% das pessoas que escrevem na rede desistiram de publicar conteúdos pelo menos uma vez.

Este tipo de comportamento é denominado de “auto-censura” e é objecto de análise para o Facebook que, no estudo supracitado, avaliou os pensamentos “auto-censurados” de cerca de 5 milhões de utilizadores.

São avaliadas actualizações de ‘status’ que não chegam a ser publicadas, comentários feitos a outos utilizadores que desiste de fazer e até comentários a outras publicações que apaga antes de submeter.

Os códigos da página da rede social analisam todo e qualquer texto que seja dactilografado nos seus campos de texto e enviam a informação para o Facebook.

Fonte: Noticias ao Minuto
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Erro no Facebook bloqueia contas de usuários e pede documento com foto


Alguns usuários do Facebook tiveram as contas bloqueadas na noite da última segunda-feira (28). De acordo com relatos feitos por usuários no Twitter e no Instagram, ao tentar entrar no perfil era exibida uma mensagem de erro solicitando o upload da foto de um documento de identificação como RG, carteira de motorista, certificado de reservista ou passaporte.

O objetivo da rede social era certificar se os usuários que tentavam acesso eram realmente os titulares da conta. O erro atingiu internautas de vários países, inclusive os usuários do Brasil. 

Mensagem de erro é divulgada por internauta que teve sua conta bloqueada (Foto: Reprodução/Facebook)

É uma prática comum do Facebook exigir que os usuários confirmem seus dados em caso de qualquer desconfiança da rede sobre a legitimidade da conta. Quando há suspeita de uso de informações falsas por perfis "fake", a rede solicita ao proprietário a verificação da conta através do número de celular.

Se esta não for feita, é requisitado o envio da cópia de uma identificação com foto. Segundo consta na Política de Privacidade do Facebook, após a resolução do problema o documento é excluído de forma permanente do servidor. O problema, porém, é que neste caso, esta mensagem foi pedida indevidamente para usuários sem qualquer suspeita.

O site de relacionamento se desculpou pelo erro e emitiu um comunicado sobre o problema.

“No início desta noite, foi exibida uma mensagem de verificação da conta para uma parcela muito pequena de nossos usuários desnecessariamente. Nós, prontamente, removemos as mensagens quando descobrimos o erro. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que possa ter causado”, respondeu o Facebook, em nota.

De acordo com o comunicado, o erro - que já foi resolvido e não voltou a acontecer nesta terça-feira - não se tratou de um problema de segurança. Porém, fica o receio dos usuários de que algo que aconteceu a um "grupo pequeno" possa se repetir para um número maior de pessoas.

Fonte: The Next Web
Via: Techtudo, Revellati online
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

"Facebook é uma terrível máquina de espionagem", diz criador do Wikileaks

 
Obs: Amigos leitores, por algumas vezes vocês vão se deparar com algumas postagens antigas aqui no Blog, o motivo é que são informações importantes que ainda não estão arquivadas no Blog, como por exemplo de esta de 2011 que segue a leitura.

Segundo Julian Assange, a popular rede social colabora com o governo dos Estados Unidos na captura de dados sigilosos.

Julian Assange, o criador do polêmico site Wikileaks, especializado em vazar dados sigilosos de vários governos, afirma que o Facebook colabora com o governo dos Estados Unidos para espionar os cidadãos. Segundo, ele a popular rede social é simplesmente “a mais terrível máquina de espionagem já criada”.

O comentário foi feito durante uma entrevista ao Russia Today, publicada ontem (2/5). No momento, o polêmico fundador do Wikileaks está na Inglaterra, onde aguarda extradição, por conta de acusações de crime sexual.

Segundo ele, o Facebook e outros sites colaboram com o governo dos Estados Unidos em investigações ilegais, fornecendo dados como nomes, endereços, redes de relacionamentos e mensagens trocadas entre as pessoas

“Eles criaram uma interface para o uso do departamento de inteligência dos Estados Unidos”, acusa. "Todos precisam entender que, quando adicionam um amigo no Facebook, estão fazendo um trabalho gratuito para agências de inteligência norte-americanas”, completa.

A ideia de que o Facebook pode ser usado para espionar os usuários não é nova. Tanto que o próprio Departamento de Justiça dos EUA já treina seus funcionários para utilizar a rede social como uma ferramenta para conseguir evidências contra suspeitos.

De acordo com um porta-voz da companhia, Andrew Noyes, o Facebook não responde a pressões do governo. “Apenas respondemos a solicitações de processos na Justiça”, disse ele, em e-mail enviado à PC World norte-americana

Fonte: IDG now
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Twitter elimina conta de ativistas que preparam protesto maciço nos EUA


O grupo de camionistas tem os seus planos de ação para o dia 11 de Outubro e saem na defesa da Constituição. Protesto que afirmam, durará três dias. Este grupo de camionistas tem como alvo a capital Washington entre outras cidades.

Um protesto onde irão expressar a sua desaprovação aos líderes políticos nacionais e defender a pátria "da corrupção, do socialismo, do programa de saúde ObamaCare e outras propostas" da Administração Barack Obama.

"Nós não fazemos julgamentos políticos", disse Earl Conlon, um camionista da Geórgia, que lida com a logística do protesto: "ordenem a prisão de todas as pessoas do governo que tenham violado o seu juramento na posse das suas funções."

Os camiões levam bandeiras, banners, cartazes, letreiros e outros símbolos. Os participantes serão apoiados por um grupo de motociclistas.

"Vai a ser muito 'divertido' para qualquer pessoa que não seja partidária do protesto".

"Para aqueles que não possuem um rótulo com o apoio à causa à vista na janela, desejo-lhes "sorte". Ninguém entra, ninguém sai", disse Conlon.

O twitter reagiu ás notícias do grupo eliminando a conta do grupo. Apesar da página do grupo no Facebook ter recebido cerca de 50.000 gostos, a sua conta também foi suspensa permanentemente.

Fonte: Es.sott.net
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sábado, 5 de outubro de 2013

Vigilância Digital, a principal razão da saida de milhões de usuários do Facebook


Preocupações sobre a vigilância na rede são a principal razão que as contas de Internautas foram eliminadas na rede social Facebook, de acordo com um novo estudo.

O relatório "Statcounter / Eircom B & A Survey 2013" mostra que 48,3% dos entrevistados fizeram alusão às preocupações com a privacidade como a causa de sua saída do Facebook.

Outras razões incluem a insatisfação geral com o serviço (13,5% ), a raiva e mal-entendidos com seus amigos on-line (12,6%) e medo de se tornar viciado na rede social (6%).

A privacidade também está entre as principais causas para a remoção de contas numa pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Viena, questionado a mais de 600 pessoas sobre isto.

Uma das mais recentes revelações jornalismo com base em documentos fornecidos por Edward Snowden, o ex colaborador da Agência de Segurança Nacional (NSA), disse que o Facebook tem sido uma fonte de recolha de informações pessoais sobre cidadãos norte-americanos pela NSA para integrar o seu grande banco de metadados para criar diagramas sociais complexos.

Aqueles que removeram seus perfis tendem a ser principalmente idosos e homens. De acordo com a analista da empresa Socialbakers, milhões de utilizadores da Internet apagaram suas contas na rede social Facebook este ano.

Acredita-se que cerca de nove milhões de usuários nos EUA e dois milhões no Reino Unido este ano e cometeram o que já é conhecido como "suicídio virtual.

No entanto, " The Daily Mail "garante que estes dados, propocionados no passado mês de abril, as estatísticas são baseadas em usuários ativos mensais e não indicam necessariamente aqueles que não abriram o Facebook durante 30 dias, há removido suas contas.

Tradução Google

Fonte: RT
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O que há de vim?: Twitter e FEMA lançam serviço de alerta de catástrofes via SMS.


O Twitter lançou na quarta-feira (25/09) um sistema de alerta que pode ser útil para divulgar informações urgentes por meio de SMS, quando os demais sistemas de comunicação estiverem inativos.

A rede social explicou que seu sistema de alerta pode servir durante as catástrofes naturais, ou em outros casos, nos quais os meios tradicionais de comunicação não estejam disponíveis.

"Sabemos o quão importante é receber informações confiáveis nessas circunstâncias", explicou o chefe de Produtos do Twitter, Gaby Penna, em seu blog.

Os usuários que assinarem esses alertas do Twitter receberão diretamente em seus celulares as mensagens enviadas por contas oficiais selecionadas.

A iniciativa atualmente disponível é uma parceria com a Fema (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências), dos EUA, mas outras organizações americanas, coreanas, japonesas e "supra-nacionais" também podem emitir alertas.

Para receber os avisos, o usuário deve entrar na conta do Twitter da organização desejada e selecionar a opção de alertas, como no caso da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Instituições que desejam fazer parte do programa de alertas devem se inscrever por meio deste formulário: http://zip.net/bxk2Yl

Fontes: Zip, Twitter/fema e Lado oculto Nwo
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Distrito acadêmico norte-americano contrata startup para monitorar alunos por meio de Redes Sociais


Por Ronaldo Gogoni

Pergunta simples para os pais de família: você concordaria que a escola onde seu filho estudam monitorasse toda a atividade dele nas redes sociais em busca de comportamento inadequado, e em caso positivo alertasse ao departamento de ensino e à família?

Pois é exatamente isso a startup Geo Listening faz. A empresa do CEO Chrys Frydrych foi contratada pelo Distrito Escolar Unificado de Glendale, um agrupamento de colégio do elementar ao ensino médio situado na Califórnia para acompanhar as postagens dos seus mais de 13 mil alunos nas redes sociais, em busca de postagens que denunciem bullying e cyber-bullying, depressão, discurso de ódio, textos que apontem para possibilidade de suicídio e etc. O agrupamento vai investir 40 mil dólares em 2014 para a Geo Listening realizar o monitoramento.

Frydrych deixa bem claro que sua startup não realiza invasão de privacidade – ela apenas irá monitorar as postagens públicas dos usuários no Twitter, Facebook, Instagram, entre outras redes.

A decisão do grupo acadêmico se deu depois que dois estudantes de 15 anos cometeram suicídio de 2011 para cá (num período em que o acompanhamento psicológico dos alunos foi reduzido), algo que a direção aponta como um dos principais motivos para a decisão: salvar vidas. O superintendente Richard Sheehan aponta inclusive que já no plano piloto o sistema identificou um potencial suicida.

As opiniões estão divididas. Muitos pais apoiam a iniciativa, outros querem sabem até onde vai o monitoramento da Geo Listening, que não se reserva apenas a acompanhar os alunos do agrupamento escolar, mas seus contatos de fora dele ou até mesmo postagens que façam referência às escolas, que podem ser arquivadas como referência (tudo isso com geo-tagging) Já a grande maioria dos alunos obviamente é contra.

Em se tratando de jovens em idade escolar, eu costumo pensar que é obrigação dos pais e responsáveis saberem sim, o que seu filhos postam na internet e com quem eles conversam. O que fica no ar é se membros do corpo docente deveriam ter esse mesmo tipo de acesso, se os alunos são aconselhados a manterem suas contas publicas e se isso é um caso isolado ou um movimento do estado, já que Glendale é uma instituição educacional pública.

Fonte: Ars Technica
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Zuckerberg Cão miniatura do Estado de vigilância | Big Brother olhando seu perfil Sombra


Susan Duclos

Abby Martin chama CEO do Facebook (Mark Zuckerberg), Com destaque para algumas das práticas mais questionáveis ​​da Companhia, tais como mineração de dados e rastreamento, e como a empresa tornou-se um outro braço do estado de vigilância.

Citação chave: "A operação inteira é um sonho molhado para o estado de vigilância ".

A parte sobre "perfis sombra", é extremamente alarmante.

Apenas dois dias atrás , foi relatado que 48,3% dos usuários do Facebook deixaram a rede social, e fizeram sobre questões de privacidade no site.

Depois de ouvir os dados revelados no vídeo abaixo, esse número pode simplesmente começar a subir com a informação chegando ao público em geral.

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