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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ato público denuncia riscos do mosquito transgênico para combater a dengue em Juazeiro (BA)


Por: Áurea Olímpia, da AS-PTA

Um ato público realizado na manhã desta segunda-feira (19), no Mercado do Produtor, em Juazeiro-BA, denunciou o uso de um mosquito Aedes aegypti geneticamente modificado, ou transgênico, que está sendo testado no município com o pretexto de combater a dengue.

Um grupo de 50 pessoas, entre agricultores e agricultoras, técnicos e pesquisadores da área que estão participando do III Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) distribuiu panfletos informativos com a população que circulava no mercado. Um balão gigante com o símbolo dos transgênicos e o desenho do mosquito foi colocado em cima de um carro de som, que acompanhou os manifestantes no local.

De acordo com Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e coordenador da Campanha Permanente Por um Brasil Livre de Transgênicos, o nosso país é o único a liberar a produção comercial do mosquito geneticamente modificado, já testado no Panamá, Ilhas Caimã e Malásia.

Ele explica que a proposta da empresa inglesa Oxitec, que detém a patente do mosquito, é produzir um Aedes aegypti geneticamente modificado e liberar espécies machos desse mosquito no meio ambiente, que então deveriam cruzar com fêmeas nativas.

Segundo a empresa, desse cruzamento surgiria uma larva que supostamente não sobreviveria, eliminando assim o mosquito. “O problema é que, primeiro, eles partem da lógica que eliminar o mosquito é o mesmo que eliminar a doença e, segundo, que ao liberar os machos podem ser liberadas também espécies fêmeas, pois o controle não é 100%, essas estariam livres para se reproduzir e não temos como saber o risco de mutações genéticas e o desequilíbrio ambiental que isso pode gerar”, alerta Gabriel Fernandes.

A produção comercial do mosquito foi autorizada no mês de abril deste ano pela Comissão Técnica Nacional de Biosegurança (CTNBio), instância colegiada que presta apoio técnico consultivo e assessoramento ao governo federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a Organismos Geneticamente Modificados (OGM).

José Maria Gusman Ferraz é biólogo, doutor em agroecologia e professor do mestrado em Agroecologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), ele integrava a CTNBio à época da liberação das pesquisas com o mosquito e veio, junto com um assessor da Comissão, as cidades de Juazeiro e Jacobina, municípios onde estão sendo testados o mosquito, analisar a situação.

O especialista produziu um parecer técnico alertando sobre os riscos que constatou: “No parecer nós mostramos que havia de fato o escape de fêmeas, não estavam fazendo o levantamento sobre a redução da doença nem estudos sobre as áreas de esgoto a céu aberto. Em Jacobina houve um aumento da doença, sendo decretado estado de calamidade pública.

Quando reduzimos a população de uma espécie de mosquitos, outra espécie tende a ocupar o lugar, no caso a do Aedes albopictos, que transmite além da dengue, a malária e a febre amarela. O risco é que uma possível mutação do vírus gere uma doença ainda mais potente que a dengue ou que outras espécies de mosquitos sejam contaminadas pelo vírus da dengue”, afirma o especialista.

Outra preocupação dos ecologistas é que não há segurança de que as larvas não sobrevivam, pois mesmo em condições ideais, 3% delas sobrevivem e a empresa que produz o mosquito sabe disso.

Camilo Rodriguez é engenheiro químico e professor da Escuela de Ingeniería Universidad do Chile, ele pesquisa há quatro anos os efeitos da tetraciclina, um antibiótico largamente utilizado, principalmente pela indústria pecuária, que faz com que a larva do Aedes aegypti sobreviva.

Segundo o estudioso, como o antibiótico pode estar no meio ambiente, a larva pode facilmente entrar em contato com essa substância. “É impossível fazer pesquisas independentes sobre esse assunto, pois o mosquito é patenteado pela empresa que produz toda a literatura que temos a respeito, isso por si só já deveria ser motivo de desconfiança”, diz.

Em Juazeiro está instalada a empresa Moscamed, que tem um convênio com a Oxitec para a venda do mosquito. Apesar de há meses os mosquitos transgênicos estarem sendo liberados, a população desconhece o assunto.

Márcia Faustino e Valdênia Almeida trabalham em um restaurante do Mercado do Produtor, as duas já tiveram vários casos de dengue na família e dizem que nunca ouviram falar do mosquito transgênico: “Eu to vendo só agora vocês falarem e vendo esse panfleto, mas nunca tinha ouvido falar e fiquei curiosa”, conta Márcia.

De acordo com Gabriel Fernandes a Campanha vai acionar o Ministério Público para tentar barrar o uso do mosquito cuja eficiência não seja comprovada, além de seguir disseminando estas informações para o conjunto da sociedade e organizando mobilizações.

O ato do mosquito transgênico faz parte de uma série de outras três mobilizações que aconteceram simultaneamente na manhã desta segunda-feira. Em Petrolina, mulheres estiveram no escritório da Embrapa Semiárido para entregar um documento pedindo a valorização da agricultura familiar em detrimento do agronegócio.

Outro grupo se dirigiu à unidade de pesquisa da Monsanto, onde são feitos experimentos com milho e sorgo geneticamente modificados. Foram colocadas diversas cruzes na porta da empresa simbolizando as mortes provocadas pelos transgênicos e agrotóxicos da empresa.

O III ENA, que termina hoje, conta com a participação de cerca de 2 mil pessoas, sendo a maioria agricultores e agricultoras de todos os estados do Brasil.

Fontes: Pratos Limpos - Enagroecologia - Nos dias de Noé

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vez da Argentina: Greve geral contra governo Kirchner deve ter adesão histórica


A greve geral de 24 horas contra o governo de Cristina Kirchner acontece em meio ao processo de negociações salariais de diversos sindicatos com empresários. Os sindicalistas querem ganho real no salário com reajustes acima da inflação, projetada em 35%. O governo quer limitar esse reajuste para controlar a inflação. A força dos sindicatos nessa queda-de-braço toma conta das ruas do país nesta quinta-feira (10).

Em março, os professores da rede pública de Buenos Aires fizeram uma longa greve por melhores salários.

Márcio Resende, correspondente em Buenos Aires

A greve geral por reajustes salariais acima da inflação tem como ponto forte a paralisação dos meios de transporte. Por isso, antes da meia-noite, eram longas as filas de automóveis particulares nos postos de gasolina. Os frentistas também cruzaram os braços. Mas mesmo quem quiser trabalhar com o seu próprio carro terá de conseguir furar os mais de 40 bloqueios com manifestantes em pontos de acesso a Buenos Aires. O objetivo é cercar a capital argentina.

A greve deve ter forte adesão em bares, restaurantes, administrações públicas municipais e entre os trabalhadores rurais. O líder da ala opositora da Central Geral dos Trabalhadores e do sindicato dos caminhoneiros, Hugo Moyano, garantiu que a paralisação será um sucesso, em coletiva de imprensa horas antes do começo da greve. "Estamos convictos que o dia de amanhã será uma demonstração de que interpretamos a vontade das pessoas porque a paralisação será massiva", afirmou.

O Ministério do Trabalho publicou anúncio nos jornais no qual garante que "os argentinos querem trabalhar". Para o governo, a greve é política.

Os sindicalistas garantem que não querem desestabilizar o governo e denunciam que para combater a inflação galopante, projetada em torno de 35% para o ano de 2014, a estratégia do governo é diminuir o poder aquisitivo dos salários, limitando os reajustes a taxas abaixo da inflação. Os líderes sindicais também querem que aumente a faixa de isenção salarial para Imposto de Renda e que haja um aumento nas aposentadorias.

Os sindicalistas temem que o governo use infiltrados para provocar distúrbios que afetem a imagem da greve. Por isso, pela primeira vez, não haverá uma marcha de protesto até a Praça de Maio, no centro de Buenos Aires.

A poderosa Central Geral dos Trabalhadores está dividida entre sindicatos favoráveis e opositores ao governo. A CGT oficialista não faz greve. A força combativa está mesmo com a CGT opositora, com os sindicatos dos caminhoneiros e dos gastronômicos à frente do movimento. Também aderiu à greve a Central dos Trabalhadores Argentinos, com força entre os funcionários públicos municipais. Outra adesão veio por parte da Federação Agrária Argentina, que reúne pequenos e médios produtores rurais.

"Será uma greve histórica", vaticinou o líder dos gastronômicos, Luis Barrionuevo.

Fonte: Brazil News
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sábado, 29 de março de 2014

Daniel Estulin confirma que o feminismo é uma farsa!


A Espanha está passando por um processo que viola os direitos de sua população masculina. Para Estulin, esse processo parece irreversível.

Existe um sistema legal que permite anular e infringir a presunção de inocência de milhares de homens processados e/ou condenados pelo simples fato de serem homens. Pode haver tal situação no século XXI?

Daniel Estulin afirma que: “é um problema que não pode ser trazido a público, porque na Espanha o crucificam”. Bem-vindos ao Renascimento da Inquisição!

Veja o Vídeo:


Os illuminati financiam o feminismo militante. 

Obs: Clique nas imagens para ampliar


E aqui são as militantes do movimento feminista? Sabem que o que ela estão fazendo?

Rajoy defensor das mulheres? Que tal um símbolo que supostamente mostra nessa publicidade contra a violência de gênero. 

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quinta-feira, 27 de março de 2014

Voo MH370: Familiares chinesas denunciam “mentiras” da Malaysia Airlines


Várias companhias de seguros chinesas começaram a indemnizar familiares dos 154 passageiros chineses que seguiam a bordo do fatídico voo MH370.

Depois de um encontro em Pequim com enviados do governo da Malásia e da companhia aérea, Steve Wang, representante das famílias chinesas, afirmou que estão “furiosos com a forma como a Malaysia Airlines enganou todo o mundo” e esperam que “o mundo exponha as suas mentiras” e que a companhia “seja capaz de cumprir as promessas que fez”.

Enquanto de acumulam as mensagens de condolências no aeroporto de Kuala Lumpur, na cidade australiana de Perth ultimam-se os preparativos para receber centenas de familiares das vítimas.

Um representante da comunidade chinesa na Austrália diz que “as famílias que vão chegar precisarão de bastante apoio, emocional e logístico. É importante conhecer o seu idioma, cultura e necessidades”.

Em sinal de protesto e solidariedade, um grande número de turistas chineses tem cancelado viagens previstas à Malásia.

Fonte: Euro News
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quinta-feira, 20 de março de 2014

Crimeia: Mais uma Crise Produzida Artificialmente


O ministro russo de Relações Exteriores Sergey Lavrov disse que a crise Ucrânia/Crimeia foi “produzida artificialmente, por motivos puramente geoestratégicos”. Acertou.

É importante entender que não se trata de caso único, mas apenas de mais uma numa longa sequência de ‘crises’ ou deliberadamente infladas ou artificialmente criadas pelas potências ocidentais, para promover seus próprios interesses geoestratégicos.

O secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha William Hague disse que a Crimeia é (seria) a “maior crise na Europa no século 21”. Mas não é a primeira vez que políticos ocidentais falaram em tons tão alarmistas nos últimos anos.

Há exatamente 15 anos, em março de 1999, foi a ‘crise’ do Kosovo – com líderes ocidentais a ‘declarar’ que, a menos que a OTAN empreendesse ação militar urgente, milhares de albaneses kosovares seriam mortos por forças sérvias, as quais, como estávamos sendo ‘informados’, estavam engajadas em uma brutal guerra de genocídio.

Dia 23/3/1999, o primeiro-ministro britânico Tony Blair disse, na Câmara dos Comuns: “Temos de agir para salvar de uma catástrofe humanitária milhares de homens, mulheres e crianças inocentes, da morte, da barbárie e da limpeza étnica, praticadas por uma ditadura brutal.”[1]

Também foi ‘crise’ artificialmente criada, porque o que acontecia no Kosovo era conflito de baixa intensidade entre forças iugoslavas e combatentes do Exército de Libertação do Kosovo [Kosovo Liberation Army, KLA] apoiados pelo ocidente.

O serviço do KLA era atacar forças iugoslavas, provocar resposta violenta de Belgrado, que pudesse ser usada como pretexto para a intervenção pela OTAN que destruísse um país socialista independente que resistira contra a globalização. Era indispensável criar uma ‘crise’, para justificar a ação militar da OTAN.

Quatro anos depois, foi a ‘crise’ das Armas de Destruição em Massa do Iraque. Era preciso fazer alguma coisa contra armas mortais de Saddam que nos ‘ameaçariam’ mortalmente, todos nós – disseram os líderes ocidentais. Não podíamos esperar, sequer, que os inspetores de armas da ONU concluíssem sua inspeção.

“Se não agirmos agora, voltaremos ao que já aconteceu antes e, claro, a coisa toda recomeça e ele prossegue no desenvolvimento daquelas armas e são armas perigosas, particularmente se caírem em mãos de terroristas que nós sabemos que querem usar aquelas armas se puserem as mãos nelas” – disse Blair.[2]

Dia 28/4/2003, quando ainda não se viam nem sinal de armas de destruição em massa de Saddam, Blair disse: “Antes de começarem a gritar sobre a ausência de Armas de Destruição em Massa, sugiro que esperem um pouco mais.” Já se passaram 11 anos, e ainda estamos esperando.

Na década passada, foi a ‘crise’ nuclear do Irã. Ouvimos repetidamente a elite ocidental a repetir que a República Islâmica estaria desenvolvendo armas nucleares que seriam clara ameaça não só contra o Oriente Médio, mas para o mundo inteiro. Dar conta da ‘ameaça’ nuclear iraniana seria a nossa mais urgente prioridade. Em janeiro de 2011, o secretário britânico de Defesa Liam Fox alertou que o Irã já teria armas nucleares ao final de 2012.

Mas até 2013 já se foi, e o Irã ainda não tem as tais armas nucleares.

Depois, foi a ‘crise’ da Líbia em 2011. Contaram-nos que forças do coronel Gaddafi estariam massacrando gente inocente e estavam a um passo de lançar ataque genocida contra civis em Benghazi. Mais uma vez, teríamos de lidar com mais essa ‘crise’ urgentíssima.

“Simplesmente não podemos parar e deixar um ditador cujo povo o rejeitou matar o próprio povo indiscriminadamente”[3] – declarou o primeiro-ministro David Cameron, vivendo um dos seus grandes dias de Tony Blair.

“Confrontados com essa repressão brutal e a crescente crise humanitária, ordenei que naves de guerra dirijam-se ao Mediterrâneo. Aliados europeus declararam-se dispostos a enviar recursos para deter a matança” – disse o presidente Barack Obama, dia 28/3/2011.[4] Como no caso da ‘crise’ no Kosovo e da ‘crise’ das armas de destruição em massa no Iraque, a resposta ocidental à ‘crise’ na Líbia foi também um ataque militar.

Em agosto de 2013, mais uma ‘crise’ – o ocidente a declarar que o governo sírio teria usado armas químicas mortais contra o próprio povo. Mais uma vez a conversa foi que teríamos de agir com rapidez e firmeza para enfrentar mais aquela ‘crise’. Só a diplomacia russa e a opinião pública nos países ocidentais conseguiram impedir um ataque militar, pelos EUA ou liderado pelos EUA, contra a Síria.

E agora, em março de 2014, a nova ‘crise’ é a ‘invasão’ de Putin na Ucrânia e a ameaça que a Rússia faz contra uma Ucrânia independente e ‘democrática’, embora governada fascistas. E essa, não esquecer, é “a maior crise na Europa no século 21”.

De fato, nenhum dos eventos acima foi realmente crise alguma – incluindo a Crimeia. Não havia genocídio no Kosovo. O Iraque jamais teve armas de destruição em massa. O Irã não tem programa algum de produção de armas atômicas: foram, todas essas, “Crises Manufaturadas” [Manufactured Crisis]”, para usar o título do novo livro do jornalista-investigador Gareth Porter.[5]

A forças de Gaddafi não estavam massacrando civis na Líbia – nem Gaddafi algum dia ameaçou massacrar civis em Benghazi. As forças líbias faziam lá exatamente o que forças iugoslavas faziam em 1999: combatiam uma guerra contra insurgentes inflados e pagos pelo ocidente.

Na Síria, todas as provas – além da lógica mais elementar – sugerem que foram os rebeldes, não o governo sírio, que lançaram o ataque químico em Ghouta – para tentar conseguir um ataque de intervenção militar por exércitos ocidentais. E, claro, não há nem houve qualquer “invasão” russa na Ucrânia.

Mas – e aqui está o ponto mais importante – as respostas ocidentais a essas ‘crises’ criadas artificialmente, elas, sim, geraram crises reais. A ‘crise’ do Kosovo foi ‘enfrentada’ com 78 dias de bombardeio brutal na Iugoslávia, que destruiu toda a infraestrutura do país e deixou milhares de mortos e feridos; e, porque a OTAN usou bombas de urânio baixo-enriquecido, levou a um pico no número de casos de câncer. Os direitos humanos, sim, também foram gravemente feridos.

“Em nenhum local [na Europa] há tal nível de medo entre tantas minorias, depois que foram atacadas simplesmente pelo que são” – lia-se no relatório sobre o Kosovo, distribuído pelo Minority Rights Group International em 2006.

A ‘crise’ das armas de destruição em massa do Iraque levou à invasão ilegal, da qual o Iraque ainda não se recuperou, nem dá sinais de conseguir recuperar-se ainda por muito tempo – com mais de 1 milhão de mortos e o país assolado por violento conflito sectário.

O ano passado foi o mais mortífero no Iraque desde 2008, com mais de 7 mil mortos. Em 2002-2003 os neoconservadores não paravam de falar da ‘crise’ das armas de destruição em massa no Iraque e de como seria necessária ação urgente. Agora, que a crise é real no Iraque, estão calados.

A ‘crise’ nuclear iraniana levou a sanções draconianas impostas ao país – o que levou o povo iraniano a ter de enfrentar dificuldades extremas – (como noticiado pelo Russia Today) e a aumento acentuado no preço do petróleo também para a Europa, exatamente algo de que não precisávamos em tempos de forte recessão. Milhões de pessoas sofreram desnecessariamente por causa de medidas tomadas para enfrentar uma ‘crise’ que, para começar, nunca existiu.

A ‘crise’ líbia de 2011 levou a um assalto brutal, pela OTAN, contra o país, que provocou milhares de mortes; a agora a Líbia, como o Irã, é país destroçado, ainda afligido por vasto conflito. Também nesse caso, os que não paravam de falar sobre uma “crise humanitária” na Líbia em 2011 mantêm-se hoje estranhamente silenciosos.

A ‘crise’ gerada por um ataque de armas químicas que jamais aconteceu quase levou à eclosão de grande guerra regional e, pode-se supor, teria levado a uma 3ª Guerra Mundial, mas, na sua obsessão por derrubar o governo Baathista, o ocidente e seus aliados regionais ainda apoiam os rebeldes violentos e, assim prolongam o sofrimento da guerra para milhões de sírios.

Agora, outra vez estão em ação os inventores seriais de ‘crises, dessa vez tentando convencer-nos de que um referendo na Crimeia e a possibilidade de que a Crimeia, cuja população é formada de quase 60% de russos étnicos, volte à Rússia, seria uma grave ‘crise’.

E mais uma vez os passos que nos propõem – sanções contra a Rússia – só levarão a mais crises e a crises mais graves que a ‘crise’ inventada: as sanções serão desastrosas para as economias ocidentais, especialmente para as economias europeias.

Ao mesmo tempo em que as elites ocidentais esperam que percamos o sono por causa de crises artificialmente criadas, como a da Crimeia, as verdadeiras crises, as crises reais que afetam a vida de milhões de pessoas comuns no ocidente e por todo o mundo são ignoradas por aquelas mesmas elites. O aquecimento global.

O número recorde de desemprego entre os jovens. A distância sempre crescente entre ricos e pobres. A queda rápida no padrão de vida das pessoas comuns em todo o ocidente. Essas são as crises que governos seriamente democráticos deveriam estar enfrentando. Em vez de enfrentá-las, a elite ocidental prefere inventar crises novas.

A história recente ensina que sempre que governos ocidentais e a empresa-imprensa que sempre lhes é servil só fazem falar de uma ‘crise’ internacional e alertar que “algo tem de ser feito”, o melhor a fazer é nada. Absolutamente nada.

Concentremo-nos em enfrentar as crises reais – a destruição do meio ambiente, o crescimento da pobreza, da desigualdade e do desemprego. E não nos deixemos enganar pelas ‘crises’ artificiais, em direção às quais as elites ocidentais tentam desviar nossa atenção. ******

Referências:

[1] The Gurdian: Blair: 'We must act - to save thousands of innocent men, women and children'

[2] BBC: In quotes: Blair and Iraq weapons

[3] The Telegraph: David Cameron’s war: the Empire strikes back at ‘Mad Dog’ Gaddafi

[4] The White House: Remarks by the President in Address to the Nation on Libya

[5] Just World Books: Manufactured Crisis, paperback

Traduzido por Vila Vudu

Fontes: RT - A Nova Ordem Mundial
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Argentinos saem às ruas em protesto contra Cristina Kirchner


Às vésperas das primárias para as eleições legislativas na Argentina uma nova manifestação contra o governo de Cristina Kirchner, tendo como principais reclamações a corrupção, a insegurança, a inflação e as reformas no Judiciário aprovadas sob pressão do Executivo. Houve protestos nos principais pontos da capital, como a Praça de Maio e o Obelisco, em frente à residência oficial de Olivos, na Grande Buenos Aires, e também em La Plata e outras províncias.

A referência ao papa Francisco foi constante, com cartazes mencionando o pontífice de origem argentina. “Temos um papa argentino, queremos um governo argentino”, dizia uma das mensagens. Outra trazia uma imagem do ex-cardeal de Buenos Aires com a frase: “Paz e Justiça”. Também houve panelaço em frente à Casa Rosada.

Explosão – Na Praça de Maio, foi feito um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da explosão em Rosário, que deixou pelo menos treze mortos – vítimas ainda estão sendo buscadas sob os escombros e há feridos em estado grave. Um dos organizadores do protesto assinalou que o 8A (uma referência à data) “não é uma festa, por isso não teria de ser suspenso”, informou o jornal La Nación.

Na quarta, a presidente visitou o local da tragédia e foi vaiada. “Não faça política com a dor alheia”, gritaram pessoas que aguardavam informações sobre familiares. Outros exigiam que ela deixasse as equipes de resgate trabalhar, já que sua presença obrigou uma interrupção momentânea da remoção dos destroços.

A situação foi semelhante à vivida por Cristina Kirchner em abril, quando visitou La Plata durante as inundações que deixaram dezenas de mortos. Nesta quinta, manifestantes se concentraram em frente ao Palácio Municipal da cidade, com cartazes relembrando o problema com as enchentes e criticando a falta de informação sobre o número de mortos e atingidos pelas fortes chuvas.

Candidatos – O luto pelas vítimas de Rosário diminuiu o número de participantes nas manifestações, em comparação com mobilizações anteriores contra o governo. Também desta vez, a participação de dirigentes políticos foi pequena. Muitos candidatos a deputado e senador se manifestaram pelas redes sociais para falar sobre a campanha, sem fazer referência aos protestos.

Fontes: Veja - Folha Política  
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Rússia planeja abrir bases militares em Cuba, Nicarágua e Venezuela, diz ministro

Wikimedia Commons: Soldados fazem exercícios em Vladivostok, na Rússia; país planeja bases militares em outros países

Declaração veio no mesmo dia em que país anunciou exercícios militares em região próxima à fronteira com a Ucrânia

O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Choigu, afirmou nesta quarta-feira (26/02) que o governo planeja a instalação de bases militares em países como Cuba, Nicarágua, Venezuela, Vietnã, Ilhas Seychelles e Cingapura, além de outros.

“As conversações estão em progresso, e estamos perto de assinar os documentos relevantes”, afirmou Choigu em Moscou, de acordo com a agência russa Ria-Novosti. A ideia do governo da Rússia é abrir não só bases permanentes, mas, também, postos de abastecimento de bombardeiros e portos que podem ser usados para atracagem de equipamentos militares.

A única presença militar russa fora do antigo território da União Soviética é uma base naval em Tartus, na Síria, que, atualmente, enfrenta um conflito civil. Em 2002, por problemas financeiros, a Rússia fechou uma base naval no Vietnã e outra radar em Cuba.

"De acordo com uma disposição do presidente da Rússia, às 14h local [7h, em Brasília] de hoje foram postas em alerta as tropas da circunscrição militar Poente", afirmou Choigu, de acordo com a agência Interfax. Cerca de 150 mil homens devem ser mobilizados nas manobras.

Choigu negou que a situação no país vizinho tenha relação com as atividades militares.

Fonte: Opera Mundi
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Terrorismo com financiamento a fundo perdido da Caixa e do BNDES.

MST costuma invadir agências da Caixa e é recompensado pelo banco com patrocínio de R$ 200 mil.

A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação de R$ 200 mil e R$ 350 mil, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento, há duas semanas, terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes que deixou 32 feridos, sendo 30 policiais. Houve, ainda, uma tentativa de invasão do Supremo Tribunal Federal.

A Associação Brasil Popular (Abrapo) recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, atividade que serviu de centro de gravidade para os integrantes do congresso do MST. As entidades têm relação próxima, tanto que a conta corrente da Abrapo no Banco do Brasil aparece no site do MST como destino de depósito para quem deseja assinar publicações do movimento social, como o jornal Sem Terra.

O contrato de patrocínio da Caixa, no valor de R$ 200 mil, está publicado no Diário Oficial da União de 3 de fevereiro de 2014. Foi firmado pela Gerência de Marketing de Brasília por meio de contratação direta, sem licitação. A oficialização do acordo do BNDES com a mesma entidade foi publicada três dias depois. O montante é de até R$ 350 mil. A contratação também ocorreu sem exigência de licitação e foi assinada pela chefia de gabinete da presidência do banco de fomento.

A Mostra Nacional de Cultura Camponesa, objeto dos patrocínios, ocorreu na área externa do ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O congresso teve suas plenárias na área interna. Os dois eventos tiveram divulgação conjunta e o objetivo da mostra era mostrar os diferentes produtos cultivados pelos trabalhadores rurais em assentamentos dentro de um discurso do MST da valorização da reforma agrária.

Dinheiro público para financiar tentativa de invasão ao Palácio do Planalto.

Marcha. O congresso foi realizado de 10 a 14 de fevereiro e reuniu 15 mil pessoas. No dia 12, uma marcha organizada pelo movimento saiu do ginásio e percorreu cerca de cinco quilômetros até a Esplanada dos Ministérios. O objetivo declarado era a entrega de uma carta ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com compromissos não cumpridos pela presidente Dilma Rousseff na área da reforma agrária.

No decorrer da passeata, o grupo de sem-terra integrou-se a petistas acampados em frente ao STF desde as prisões do mensalão, ameaçando invadir a Corte. Na presidência dos trabalhos, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão que ocorria no momento.

Um cordão de isolamento feito por policiais e seguranças da Corte impediu os manifestantes de avançar em direção ao Supremo. Eles então se dirigiram ao outro lado da Praça dos Três Poderes, rumo ao Palácio do Planalto. Quando os sem-terra romperam as grades colocadas na Praça o conflito começou.

A tentativa de invadir o STF com patrocínio de R$ 350 mil do BNDES

A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) afirmam que os patrocínios concedidos ao evento da Associação Brasil Popular (Abrapo) foram realizados para ampliar a visibilidade das empresas para o setor agrícola. Caixa e BNDES não quiseram comentar possíveis danos à imagem institucional por causa do conflito ocorrido na marcha realizada pelo MST.

A Caixa afirma que apoiou o evento porque ele "valoriza a população campesina brasileira e oferece oportunidade de intercambiar conhecimentos e culturas do País". Diz também que o patrocínio é "positivo para a imagem do banco como empresa com responsabilidade social, apoiadora de iniciativas voltadas para o desenvolvimento cultural da sociedade brasileira e das práticas de incentivo à difusão do conhecimento". Informa ainda que "a ação também faz parte da estratégia do banco de ampliar a atuação na área rural, com incremento de créditos específicos para o setor agrícola". Segundo a Caixa, o repasse de R$ 200 mil ainda não foi feito porque aguarda a comprovação de despesas da entidade.

O BNDES diz que "decidiu apoiar o evento porque entendeu que a mostra tem potencial de contribuir para a comercialização de produtos de agricultura familiar e oriundos de assentamentos da reforma agrária, gerando renda e melhores condições de vida para estes produtores". Afirmou que o projeto está alinhado com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, no qual opera uma linha de crédito. "Constitui-se numa oportunidade de divulgação de seus programas agrícolas diretamente a esse público", respondeu o banco de fomento. (O Estado de São Paulo)


Para finalizar, os terroristas do MST, financiados pela Caixa e pelo BNDES, foram recebidos em agenda oficial pela Presidente da República. Os black bloc são amadores perto deles.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

EUA e UE conspirando contra a Ucrânia

Imagem: Ucrânia Protesto (Wikimedia Commons).

Paul Craig Roberts

EUA e UE estão pagando Manifestantes ucranianos

Um número de confirmações vieram de leitores que Washington está alimentando os protestos violentos na Ucrânia com nossos dólares dos contribuintes.Washington não tem dinheiro para o vale-refeição ou para evitar execuções hipotecárias, mas tem abundância de dinheiro para subverter Ucrânia.

Um leitor escreveu: "Minha esposa, que é de nacionalidade ucraniana, tem contato semanal com os pais e amigos em Zhytomyr [NW Ucrânia]. De acordo com eles, a maioria dos manifestantes obter um pagamento médio de 200-300 grivna, correspondendo a cerca de 15-25 euros.”

Como eu também ouvi, uma das agências mais ativas e "saídas de pagamento» do lado da UE é o alemão Konrad Adenauer Stiftung ", estando intimamente ligada à CDU, o partido de Merkel ou seja." 

Johannes Loew do site Internet elynitthria.net / escreve: "Eu estou indo a Ucrânia (eu vivo em Munique / Alemanha) e eu estava muito no Maidan. A maioria dessas pessoas recebem apenas ” 300 é por alunos. " 

Como eu relatei em 12 de fevereiro, "Protestos osquestrados por Washington vêm para desestabilizar Ucrania,”


Secretária de Estado Assistente Victoria Nuland, uma Russofóbica raivosa e belicista neoconservadora, disse ao National Press Club em dezembro passado que os EUA têm "investido" $ 5 bilhões em organizar uma rede para alcançar os objetivos dos EUA na Ucrânia, a fim de dar a "Ucrânia o futuro que ela merece." 


Nuland é uma funcionária do regime Obama, que foi pego em flagrante nomeando os membros do governo ucraniano que Washington pretende impor ao povo ucraniano uma vez que os manifestantes pagos para ver destituído o atual eleito e independente governo. 

O que significa que Nuland pelo futuro da Ucrânia sob soberania da UE é que a Ucrânia será saqueada como a Letónia e Grécia e para ser usada por Washington como uma plataforma para bases de mísseis dos EUA contra a Rússia. 

A partir das respostas que recebi ao meu pedido de confirmação das informações enviadas a mim de Moldova,
há provas suficientes de que Washington fomenta os tumultos violentos para jornais ocidentais e canais de TV para investigar.


Como sabemos, os presstitutes são facilitadores de crimes e duplicidades de Washington. No entanto, a mídia dos EUA informa que o governo ucraniano está pagando ucranianos a manifestação em favor da governo.


Como escreveu Karl Marx, o dinheiro transforma tudo em mercadoria que é comprada e vendida. Eu não ficaria surpreso se alguns manifestantes estão a trabalhar os dois lados da rua. Claro, nem todos os manifestantes são pagos. Há uma abundância de tolos crédulos nas ruas que pensam que estão protestando contra a corrupção do governo da Ucrânia. Tenho ouvido de vários.

Há pouca dúvida de que o governo da Ucrânia está corrompido. O governo não é? A corrupção do governo é universal, mas é fácil ir da frigideira para o fogo. Manifestantes ucranianos parecem pensar que eles podem escapar a corrupção, a adesão à UE.

Obviamente, esses tolos crédulos não estiver familiarizado com o relatório sobre corrupção UE emitiu 03 de fevereiro pelo Comissário Europeu para os Assuntos Internos. O relatório diz que um nexo político-empresarial de corrupção afeta todos os 28 países membros da UE e as economias da UE custam $ 162.200.000.000 por annum.


Com o Banco Mundial, o custo econômico da corrupção na UE é quase tão grande quanto o tamanho do PIB da Ucrânia.


Claramente, os ucranianos não vai escapar a corrupção, a adesão à UE. De fato, os ucranianos vão sofrer pior corrupção. 

Eu não tenho nenhuma objeção a Ucranianos protestem contra a corrupção no governo. Na verdade, essas pessoas ingênuas poderiam se beneficiar da lição que iriam aprender uma vez que seu país está nas mãos de corruptos de Bruxelas e Washington.

O que eu objeto é a falta de conscientização por parte dos manifestantes que, ao permitir-se a serem manipulados por Washington, eles estão empurrando o mundo na direção de uma guerra perigosa.Eu ficarei surpreso se a Rússia se contente em ter bases militares e de mísseis dos EUA na Ucrânia. 

Foi tolos como Nuland que jogaram o grande jogo que nos deu a Primeira Guerra Mundial e a Terceira Guerra Mundial será a última guerra. Unidade de Washington para explorar todas as oportunidades para estabelecer sua hegemonia sobre o mundo está tudo nos levando a uma guerra nuclear. Como Nuland, uma porcentagem significativa da população do oeste da Ucrânia são Russofóbicos.

Eu sei que o caso de antipatia ucraniana da Rússia, mas as emoções ucranianos alimentados com o dinheiro de Washington não deve dirigir o curso da história. Nenhum dos historiadores será deixado para documentar como os ucranianos crédulos e e incrédulos definiram o mundo para destruição.

Paul Craig Roberts foi secretário-assistente do Tesouro para Política Econômica e editor associado do Wall Street Journal. Ele era colunista da Business Week, Scripps Howard News Service, e Creators Syndicate.

Ele teve muitos compromissos universitários. Suas colunas de internet têm atraído um público mundial.


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Coca-Cola é envenenada por grupo anarquista contra o consumismo


Garrafas de Coca-Cola e do chá Nestea foram envenenadas com ácido clorídrico

Em uma declaração de seis páginas enviada ao jornal digital Zougla.gr e a outros meios de comunicação, o coletivo identificado como Federação Anarquista Informal – Complô Internacional pela Vingança, afirmou que a escolha do período de férias na Grécia não foi uma escolha aleatória. Devido ao aumento no consumo, alegam, as multinacionais tentem a multiplicar seus lucros nestes dias.

Em um vídeo que acompanhava a carta encaminhada à imprensa, o grupo anarquista afirmou que não “tem como objetivo envenenar gente inocente” e esta é a razão pela qual estava advertindo sobre o começo ao boicote. “A finalidade é conseguir que estes produtos sejam retirados do comércio durante a ação de sabotagem e causem prejuízo econômico às corporações multinacionais”, afirmou.

As garrafas de meio litro de Coca-Cola e do chá Nestea “de todos os sabores”, afirmou o coletivo, foram distribuídas entre vários estabelecimentos e centros comerciais de cidades como Atenas e Tesalônica. Cada uma contém cerca de 100 ml de ácido clorídrico, muito corrosivo, que dificilmente poderá matar que o consuma, mas será capaz de deixar queimaduras graves no esôfago e no estômago.

O grupo explica, ainda, em detalhes, o porquê da escolha do ácido clorídrico e não outras substâncias iguais ou mais perigosas: descrobriram que somente este ácido não altera a cor dos refrigerantes. Deste modo, fica impossível distinguir quais são as garrafas envenenadas dentre todas as demais.

Uma prova química realizada pelos jornalistas do Zougla.gr, nesta quarta-feira, revelou uma imporante presença do ácido em uma garrafa enviada como amostra, junto com a declaração. O jornal informou também que uma perícia levada a cabo em um laboratório profissional e por instâncias policiais também confirmou o resultado. A indústria de refrigerantes não se pronunciou, ainda, sobre o incidente.

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Espanha: A censura silenciosa, 3.158 suicídios pela crise


Silêncio de censura para a TV, Imprensa e Política nos 3.158 suicídios de cidadãos em decorrência da crise causada por erros, fraudes ou para o lucrar dos políticos e banqueiros. Com mais de 120 suicídios apenas por despejos. Suicídios e mortes do que o tráfego. Lembre-se: Grécia 720 expulsões por ano, Espanha 512 expulsões por dia.

A crueldade e insensibilidade dos políticos em torno do drama da pobreza e do desemprego tornou a Espanha a vergonha do mundo, sem que as autoridades públicas despercebidas da gravidade da catástrofe para aqueles que sofrem. Este cataclismo forçou o movimento 15-M para abrir uma página no Wikipedia para tentar quantificar o número de suicídios na Espanha relacionadas com a crise, um número que vai aumentar a cada mês. Nenhuma tentativa  como a que o jovem Leandro em Málaga estão incluídas, o que aumenta consideravelmente a figura.

A situação parece mostrar que, na Espanha, devido à falta de alternativas políticas, os cidadãos escolhem se matar ao invés de rebelar-se contra o regime ou ajudar sua derrubada ou substituição. Alguns movimentos sociais estão a ponderar a ideia de divulgar os nomes dos responsáveis ​​políticos e salários atuais para fazer o seu trabalho na província em que o suicídio de um cidadão é produzido por crises, a fim de torná-los responsáveis ​​por isso algum dia.


O desastre é agravado porque os jornalistas são obrigados regime para silenciar esses eventos, uma vez que os meios de comunicação são vítimas de crença política, alimentada por 'casta', o que pressupõe que a publicação da notícia de um suicídio provoca um sentimento de imitação que sofrem as mesmas circunstâncias que afetaram a lê ou ouve.

Isto leva ao silêncio e à censura, em um momento em que é essencial saber o que é a realidade do verdadeiro impacto da crise econômica sobre os trabalhadores e classes médias da Espanha.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Escândalo no Reino Unido: O Governo Financiou Pedófilos nos Anos 70


O Ministério do Interior do Reino Unido ordenou uma investigação sobre as alegações chocantes que o Governo teria financiado uma organização de pedófilos nos anos 70.

Os funcionários públicos estão investigando muitos arquivos de décadas atrás para buscar evidências de que na década de 70 o Ministério do Interior financiou a organização Paedophile Information Exchange (PIE, de acordo com sua sigla em Inglês), que fez campanha que abertamente defendia a legalização do sexo infantil.

A extraordinária informação vem do secretário permanente Mark Sedwill, após reclamações de uma "fonte primária" da Voluntary Services Unit (VSU) - Unidade Voluntária de Serviço, que dava subsídios anuais no valor de milhares de libras para as obras de caridade, de que esta tinha fornecido apoio financeiro à rede de abusos.

O deputado trabalhista Tom Watson confessou que um funcionário aposentado do Ministério do Interior lhe disse que havia expressado preocupação nos anos 70 sobre o financiamento, mas foi advertido para que abandonasse a assunto.

"Estamos levantando a tampa de um período negro na história política. Parece que estávamos chegando mais perto das respostas que muitas pessoas tem buscado durante muito tempo. As pessoas vão se surpreender se provarmos que o governo financiou a PIE", disse Watson ao Daily Mail.

Um porta-voz do Ministério do Interior confirmou que "estamos cientes das alegações, e já encarregamos o Secretário Permanente para realizar uma investigação completa e independente".

Se espera que a investigação finalmente descubra a verdade sobre as relações entre pedófilos e o estado após 40 anos de acobertamento.

O PIE foi formado no início dos anos 70 e abertamente pedia a redução da idade de consentimento sexual para quatro anos, apesar de indignação pública. Em 1976, a ativista Mary Whitehouse acusou uma organização caridade gay que recebia subsídios do governo de ajudar a financiar o PIE, mas este foi desmentida na época.

Fontes: RT - Daily Mail
Via: A nova ordem mundial, Mensageiro do Amanhecer

"Nossas vidas começam a terminar no dia em que nos silenciamos para as coisas que realmente importam" - Martin Luther King, Jr.
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