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terça-feira, 30 de julho de 2013

Que tal trocar o cartão de crédito por seu rosto ao pagar compras?


Empresa finlandesa criou um sistema que usa apenas seu rosto para identificar suas compras.

Sabe aquela parte chata de comprar um produto em uma loja, quando você precisa perder tempo sacando seu cartão de crédito da carteira, para então passá-lo no leitor e inserir sua senha? Pois uma empresa finlandesa chamada Uniqul quer acabar com esse tedioso processo com uma ideia simples: no lugar de um cartão, por que não usar seu próprio rosto?

O resultado da ideia é a tecnologia que pode ser vista no vídeo acima. Através de sistemas de reconhecimento facial instalado em lojas, o Uniqul é capaz de identificar você. Assim, é só ir até o caixa, passar os produtos e olhar para a câmera, fazendo um sorriso ou acenando com a cabeça para que a compra seja confirmada.

Ter acesso a essa tecnologia, entretanto, não será algo grátis: é preciso fazer uma assinatura para ter o Uniqul. Segundo o TechWeek Europe, o valor pode variar de meros € 0,99 (R$ 2,88), para um raio de um ou dois quilômetros a partir de um ponto, a até € 6,99 (R$ 20), caso você queira ter cobertura no mundo todo.

O futuro das compras?

Ver algo assim certamente levanta uma pergunta como essa. Afinal, não precisar mais sacar sua carteira para pagar as compras é algo bastante útil, não é? Bem, digamos que, por maior que seja o potencial disso, temos vários obstáculos a serem enfrentados antes que essa tecnologia se torne algo comum.

Investimento grande, vantagem pequena

Em primeiro lugar, temos o investimento que as lojas terão que fazer para colocar um sistema desses em funcionamento. Muitas delas simplesmente não terão interesse em tal gasto; logo, você ainda precisará andar com seu cartão de crédito por aí, para ter uma garantia no caso de visitar um estabelecimento sem o equipamento.

Em segundo lugar, há o próprio custo de assinatura do Uniqul. Embora seu preço seja baixo, será que vale a pena pagar isso apenas para acelerar o já rápido sistema de compra por cartão? É claro, isso não deve ser um problema para o público de maior poder aquisitivo, mas deixar a tecnologia limitada aos mais ricos não fará nenhum favor para difundir o sistema.

Privacidade

Com os recentes problemas do PRISM, não há como deixar de abordar esse fator. Afinal, para poder usar o Uniqul é preciso cadastrar seu rosto no banco de dados da empresa, junto de suas informações mais importantes. Como garantir que algo assim não se torne o fim de nossa privacidade?

Isso não quer dizer, no entanto, que esse conceito de reconhecimento facial não tenha chances. De fato, é bem possível que isso se torne o futuro da tecnologia de pagamento, senão de outros sistemas. Mesmo assim, ainda há um longo caminho pela frente; por isso, não espere ver algo como o Uniqul em uma loja próxima tão cedo.

Fonte: TechWeek Europe , Tecmundo
Via: Nos dias de noé , Por trás da mídia mundial
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Guerra contra o terrorismo: Geoestratégia da Nova Ordem Mundial Sionista.


A III Guerra Mundial começou em 2011, mas poucos foram conscientes disso. No dia 11 de setembro de 2001, um comando terrorista do Mossad israelense (israelita, em português europeu) com o apoio dos serviços secretos norte-americanos e da agência privada de segurança dos edifícios atingidos, executou a demolição controlada das Torres Gémeas do World Trade Center de Nova Iorque, demolição disfarçada e encoberta após o impacto de dois aviões Boeing 747, teledirigidos de terra. Da noite para o dia, esse atentado de falsa bandeira mudou o mundo. Tal como o afundamento do Lusitânia em 1915 e o bombardeamento de Pearl Harbor em 1941, o 11 de setembro permitiu a entrada dos EUA numa guerra de alcance mundial.

O atentado foi atribuído a um novo todo-poderoso inimigo, Al Qaeda, organização terrorista dirigida por um agente da CIA – Osama Bin Laden – que tinha organizado a resistência contra a ocupação soviética em Afeganistão, nos anos 80. Em 2001, Bin Laden era um homem moribundo, com um câncer nos rins, tendo por esse motivo falecido em dezembro daquele ano num hospital da CIA no Cairo. 

Deixou vários vídeos gravados e assim prestou o seu último serviço à Nova Ordem Mundial Sionista. Mais tarde, quando foi necessário uma maior presença de Bin Laden na mídia, foi substituído por duvidosos duplos – era difícil imitar a especial fisionomia de Bin Laden – pelo que desapareceu durante anos. Osama morreu oficialmente em 2 de maio de 2011, no seu suposto refúgio de Abbottabad, no Paquistão. O seu cadáver jamais foi visto. Foi absurdamente lançado em alto mar desde um navio norte-americano, para que ninguém podesse comprovar que a sua segunda morte foi uma representação.

Três meses antes do 11 de setembro, o magnate judeu sionista Larry Silverstein adquiriu as Torres Gémeas, fez um seguro contra atentados terroristas e ganhou muito dinheiro com o projeto de reconstrução de outro judeu, o arquiteto Daniel Libeskind. Assim são os sionistas: um bom plano geoestratégico para a implantação da Nova Ordem Mundial Sionista deve começar por dar bons benefícios econômicos aos implicados. Todos recordamos a Silverstein ordenando por telefone: “Pull it down!”, referindo-se ao edifício WTC 7, que não foi impactado por nenhum dos aviões, mas cuja destruição forçada era perfeita para arredondar o seu negócio especulativo.

A evidência de que se tratou de uma demolição controlada foi certificada por centenas de arquitetos e engenheiros de todo el mundo, os quais analisaram meticulosamente os cálculos e a estrutura do edifício, comprovando que o impacto dos aviões teria sido perfeitamente assumido pela magnífica estrutura de aço preparada para resistir a furacões da máxima severidade; e que os incêndios provocados pelo combustível das aeronaves seriam absolutamente inócuos para os edifícios, por não terem alcançado os 750º Celsius, como evidenciou a cor das chamas. Mas a verdade para o povo norte-americano, esse rebanho de focas enfermas de obesidade mórbida e moleza intelectual, é a que ouvem na FOX, CNN, NBC, ABC e na restante mídia sionistas, que representa cerca de 96% do total dos meios de comunicação, controlados por apenas seis famílias sionistas.

Após o atentado, depois de uma intensa manobra propagandística, o Congresso dos EUA aprovou a Patriot Act, que suspendeu direitos fundamentais da cidadania norte-americana. E a base militar de Guantánamo preparou-se para receber e torturar milhares de prisioneiros [...] a III Guerra Mundial ainda se encontra nos preliminares.

Os EUA levantaram-se em pé de guerra total “contra o terrorismo” a finais de 2001. As primeiras ações de guerra iniciaram-se de imediato: Os EUA invadiram o Afeganistão com a desculpa de que Osama Bin Laden estava escondido em alguma cova perdida no Hindukush. Na realidade, com a invasão bloqueava a passagem ao transvase de petróleo desde o Irã para a China, cujo oleoducto encontrava-se em projeto. Quando os democratas do Congresso manifestaram os seus protestos perante a escalada de violência guerreira do governo Bush em outubro de 2001, receberam umas quantas cartas com antrax. Mais tarde se descobriu que o antrax provinha dos United States Army Biological Warfare Laboratories de Fort Detrick, en Maryland.

Seguiu-se a invasão do Iraque sob a hipótese de que o seu outrora aliado, Saddam Hussein —que armado pelos EUA combateu contra o Irã post-Xá, desde 1980 a 1988— possuía armas de destruição massiva que iria utilizar em breve. Contra quem? Não contra os EUA, a 10.000 km de distância, mas contra Israel. Demonstrou-se então que tais armas não existiam, que tudo era outra escandalosa mentira da CIA, mal assessorada pelo Mossad. Mas o país onde se diz que Deus situou o Paraíso terrestre foi arrasado, todas as suas riquezas culturais destruídas ou saqueadas, e ainda hoje, mais de uma década passada, o país não ergue a cabeça porque os atentados terroristas acontecem diariamente.

Para empurrar os países aliados para a guerra pelo petróleo, os atentados de falsa bandeira repetiram-se a 11 de março de 2004 em Madrid e em 7 de julho de 2005 em Londres, todos eles executados pelo Mossad com o apoio da OTAN.

Desde então, todos ls países árabes ou muçulmanos produtores de petróleo, desde Líbia até Síria, foram atacados pelos EUA ou por forças da OTAN, excepto Irã e os países aliados dos EUA, como Arábia Saudita. Muitas vezes, as provocações do famigerado estado sionista de Israel serviram de pretexto para a seguinte invasão do Império. Também foram atacados mediante atentados terroristas de falsa bandeira países como a Noruega, por se terem negado a bombardear a Líbia.

A III Guerra Mundial está em movimento e é uma guerra total. A posição da Rússia e China é fundamental. Em qualquer momento pode desencadear-se uma guerra nuclear aberta. Israel lançou uma bomba atômica táctica de baixa potência sobre Damasco e ameaçou plantar um cogumelo nuclear sobre Teerã em diversas ocasiões. Já lançou bombas convencionais contra instalações nucleares iranianas e preparou uma operação para bombardear a central de Natanz, onde se especula que milhares de centrifugadoras produzem urânio enriquecido, bem como as instalações de Eshafan e o reator de água pesada de Arak.

Atualmente, as forças da OTAN apoiam a guerra de Al Qaeda contra o regime sírio de Al Assad mediante o fornecimento de armas e equipamento. Quer dizer, estão apoiando e armando o seu suposto inimigo, Al Qaeda, tal como fizeram na Líbia, demostrando o utilitarismo do conceito do terror global e que Al Qaeda é, na realidade, una horda de mercenários a soldo do Ocidente para arrasar a parte do mundo muçulmano cujo subsolo é abundante em bolsas de crudo de fácil extração. E com mais fúria quando se trata de territórios que os sionistas consideram como próprios do Grande Israel, por direito divino.

Se as forças da OTAN ainda não bombardearam o território sírio, tal como fizeram em Líbia, é porque a Rússia colocou nesse país dezenas de mísseis S-300. Síria é o cenário atual da guerra entre dois blocos: o Império Judeu-Euroamericano e a resistência russo-comunista às quais se juntaram forças tão heterogêneas com Hezbolah ou efetivos do exército iraniano. Rússia não necessita do petróleo do Médio-Oriente, mas não pode tolerar a ocupação ocidental à volta das suas fronteiras. Os EUA mostraram as suas piores intenções armando o governo de Georgia durante a crise de Osetia, inclusive combatendo sobre o terreno havia efetivos do exército regular norte-americano e britânico, com muitas baixas e prisioneiros. Putin não baixará a guarda desta vez.

Nesta escalada de tensão é crucial o lançamento por parte de Israel de uma bomba de penetração de elevada eficácia, uma cabeça nuclear táctica de dois kilotonnes, a primeiros de maio de 2013 nas proximidades Damasco(*). O presidente Netanyahu referiu-se ao inqualificável ato de guerra como um “ataque preventivo para a eliminação de armas de destruição massiva”. Uma vez mais o mesmo subterfúgio, que voltou a repetir-se faz poucos dias quando se mostraram terroristas da Al Qaeda sob os efeitos de gás sarin procedente de Turquia. Nova ficção como justificação de ataques ulteriores. Mas o ataque a Damasco parece ter-se voltado contra eles. A prova é a adesão de Hezbollah à causa de Al Assad. Netanyahu parece acreditar que pode atacar territórios árabes sem que os povos árabes da zona, inclusive os inimigos do regime sírio, reajam. Ou é um gesto calculado para obrigar os EUA a intervir perante tais alianças?

Não é a primeira vez que se utilizam bombas nucleares tácticas, de potência variável, na zona: durante a Primeira Guerra do Golfo, os norte-americanos lançaram uma bomba nuclear de 5 kilotonnes entre Basora e a fronteira do Iraque. Insistimos em que o bombardeio das instalações perto de Damasco foi um ataque nuclear, apesar da mídia oficial não o mencionar. O duro ataque foi uma represália pelo afundamento dum submarino israelense (israelita, em português europeu) com equipamento nuclear, de construção alemã, devido a cargas de profundidade lançadas desde uma lancha da patrulha naval Síria.

O descaramento dos Estados Unidos e de Israel não têm limites. Estão ambos predispostos para a guerra, empurrados pela ruína econômica do império do dólar. Entretanto, Moscovo e Pequim compram todo o ouro possível nos mercados internacionais, não fazendo caso das manipulações do seu preço pelos banksters londinenses. Conhecem a sua capital importância no pós-guerra, quando as moedas fiduciárias perderem o seu valor.

O único travão a toda esta loucura seria que o próprio governo de Obama se assuste perante uma escalada de tensão que não esperava: a Rússia assumiu que a guerra mundial é inevitável, leva uma década construindo refúgios nucleares e se está preparando para a batalha: colocou dezenas de silos de mísseis de cruzeiro S-300 em território sírio, e destacou para as suas fronteiras dezenas de milhares de efetivos, várias divisões acouraçadas e destacou submarinos, fragatas e um porta-avião para a costa síria, bem como vários submarinos nucleares no hemisfério sul. Mas a política de apaziguamento de Obama a Israel não funcionou.

Faz um ano, Obama ofereceu garantias ao lobby sionista de que Irã não conseguiria armas nucleares. Mas isso já sabia Sião. E não é isso que lhe importa. Querem levar para a frente o projeto do Grande Israel, a qualquer preço, pelo que oferecem ao néscio Golias yankee o petróleo barato da zona. E o néscio Golias acaba de colocar uma divisão de marines na fronteira entre Síria e Jordânia. Entretanto, a Rússia dispõe-se a colocar “forças de interposição apaziguadoras” na fronteira entre Síria e Israel.

Estão os sionistas loucos? De momento parece que estão perdendo a batalha de Síria. Mas os judeus sempre acreditaram que, sob a proteção do seu deus, Jeová, a vitória é para os ousados e que o fim justifica os meios: a mentira permanente, a guerra, a estafa, o genocídio, a manipulação mediática, o que quer que seja. Tudo vale a pena para fazer realidade esse Grande Israel que abarcará desde o Tigris à península Arábica, toda a Síria, meio Iraque, toda a Jordânia, parte do Kuwait que lhe dará saída ao Golfo Pérsico e uma parte do Egito que chega até o Cairo. Quer dizer, todo o cenário bíblico precorrido pelo povo de Israel, desde a morada de Adão e Eva ao Êxodo do Egito cruzando o Mar Vermelho e terminando em Jerusalém. Tudo isto é produto duma alienação mental colectiva ou algo perfeitamente possível?

A economia de guerra impõe-se no mundo. Assim se explica a intencionada e absolutamente evitável crise econômica provocada pelas Finanças Internacionais, como elemento prévio para forçar a guerra. Os acomodados são sempre pacifistas. Os arruinados, carne para canhão. As armas estão prontas. Os cadáveres desta III Guerra Mundial seremos nós, as populações do mundo inteiro. Se os falcões norte-americanos impõem o seu critério ao de Obama, coisa mais que provável, dada a influência que sobre eles têm os lobbies judeus norte-americanos e que 70% dos funcionários que rodeiam Obama são judeus sionistas, vamos a morrer que nem percevejos pulverizadas com Zyklon B.

E o pior de tudo é que, em virtude da pouca ou nenhuma atenção que o mundo presta a todos estes acontecimentos, não nos vamos nem dar conta, morreremos enquanto vemos qualquer programa-lixo na televisão. Não se perderá demasiado com isso, excepto os muitíssimos mortos da Raça Superior, que acudirão pontuais ao seu Holocausto particular —”sacrifício a Jehová de corpos de vítimas incinerados até ao consumo total”— no território do atual Israel. É o que têm algumas grandes mentiras universais: mais tarde ou mais cedo tornam-se realidade.

Tradução: Equipe SionismoNET

Fonte: Ácratas.net
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Ziphius: o primeiro drone aquático do mundo criado em Portugal


O primeiro drone do mundo é português e começa a ser comercializado em Março de 2014. Chama-se Ziphius e foi concebido por cientistas portugueses que prestam serviço para a Azorean, uma spin-off da YDreams sediada nos Açores. Trata-se de um drone aquático, que vai permitir recolher imagens e fazer filmes dentro e fora de água.

A campanha de angariação de fundos para que o projecto possa passar à fase da industrialização terminou ontem, quarta-feira (24/07). Era necessário reunir 125 mil dólares, um montante ultrapassado. À Azorean foram doados 127 mil dólares, disse ao VerPortugal, o CEO da empresa, Edmundo Nobre.

O aparelho, que custará cerca de 200 euros, está equipado com uma câmara “tilt” para permitir a captação de imagens e a realização de vídeos dentro e fora de água. O aparelho é controlado por uma aplicação para smartphones e tablets até uma distância de 90 metros. A bateria dura cerca de uma hora.

Numa primeira fase, o Ziphius permite apenas a captação de momentos de entretenimento do meio aquático. No entanto, no futuro poderá ser melhorado tornando-se uma ferramenta de exploração marítima. “O projecto inicialmente traçado era mais versátil, incluía GPS, bússula e sensores. No entanto, como ainda não havia nada idêntico no mercado e para que a sua idealização e entrada fosse mais rápida, deixaram-se cair algumas dessas funcionalidades” – explicou ao VerPortugal Edmundo Nobre.

Ao não introduzir funcionalidades no Ziphius que só iriam ser úteis a um nicho muito específico, como é o caso da Marinha, o preço pode ser mais acessível e a receptividade pode ser maior.

A aposta da empresa é no mercado norte-americano, daí o filme promocional, gravado nos açores e nos escritórios da empresa, ter sido feitro em inglês.

O dinheiro angariado vai permitir que se passe à fase da industrialização. Os mentores do projecto, cerca de 12 pessoas, ainda acertam agulhas para que sejam entregues, a empresas portuguesas a produção do Ziphius. “Tudo será feito por empresas nacionais, à excepção da parte de assemblagem electrónica que poderá ser desenvolvida por estrangeiros” – acrescenta o CEO da Azorean.

O projeto e o próprio drone já tinham sido referenciados por várias vezes no TeK, a propósito da participação no concurso do Engadget e da recolha de fundos no Kickstarter, e agora já tem um destino mais seguro com a garantia do financiamento para avançar com a produção. Importante será também dizer que quem contribuiu com 99 dólares vai recebe um Ziphius DIY, uma edição do it yourself que pode ser usada da forma como os utilizadores acharem mais interessante.

Ziphius ainda está em fase de protótipo, mas já permite a um utilizador para pilotar o veículo como se estivesse sentado ao leme do pequeno submarino. À Azorean têm chegado inúmeras mensagens de apoio e também muitas sugestões de aplicação do Ziphius. Ao conhecer o que os potenciais utilizadores pretendem fazer com o Ziphius permite aos mentores do projecto trabalharem no sentido de desenvolverem ainda mais o produto. O Ziphius tem por dentro um computador Raspberry Pi e recorre a uma câmara de vídeo HD que permite as vistas subaquáticas. A Azorean planeia abrir a API de controle do veículo e do software para permitir desenvolvimentos específicos de aplicações e jogos que tirem partido do conceito de realidade aumentada.

Fonte: Ver portugal
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YouTube: Monitorando você


George Orwell pode ser considerado um visionário. O autor do livro 1984 (escrito em 1948) retratou um futuro sombrio para a humanidade, em que o governo controlava a população por meio de teletelas, televisores capazes de vigiar os cidadãos.

O aparelho sempre exibia a imagem do “Grande Irmão” (um líder do único partido dominante), transmitindo a sensação de que ele observava a população o tempo todo. Todos os lugares (inclusive as casas dos cidadãos) tinham uma teletela. Não é a toa que o reality show Big Brother adotou esse nome.

 
O Big Brother do filme "1984" (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Você acredita estar sempre sendo monitorado? Podemos estar vivendo hoje uma era “Orwelliana”, em que nossos passos são vigiados continuamente. E nem sites da internet, como o YouTube, deixam de nos rastrear.

Bem-vindo ao Big Brother

Desde os ataques do 11 de setembro, a vigilância aumentou no mundo todo. Seja nos shoppings, restaurantes, ruas, lojas e parques, não importa aonde vamos: estamos sendo controlados por câmeras.

Se isso não é o bastante, no começo do ano, foi descoberto que o iPhone registrava secretamente a localização do usuário. Um pouco mais tarde seria revelado que o Android e o Windows Phone também faziam isso. As operadoras também conseguem localizar você: basta apenas estar com o celular ligado (leia a matéria completa a respeito do que as empresas sabem sobre sua localização).

Na internet não é muito diferente. Somos rastreados o tempo todo, em qualquer site que acessamos. Os provedores, os sites de análise comportamentais, as agências de publicidade, o Google, o Facebook. Todos querem saber por onde você “anda” e o que faz na web.


Recentemente foi descoberto um cookie no Facebook que continuava monitorando as atividades na internet, mesmo depois do usuário fazer logoff na rede social. Os dirigentes da empresa desconversaram, mas admitiram o “erro” e corrigiram o bug.

Não foi a primeira vez que a empresa criada por Zuckerberg enfrenta problemas com privacidade. Em novembro do ano passado, o Facebook admitiu que vendeu dados dos usuários.

As empresas apresentam diversas justificativas para o excesso de controle, algumas até razoáveis e outras sem sentido. Muitas vezes só descobrimos que estamos sendo vigiados quando alguém pesquisa a fundo e descobre um problema desse tipo. Quais as formas que governos e empresas podem estar nos monitorando e que ainda não conhecemos?

Até tu, YouTube?

 

Assim como as teletelas conseguiam exibir e ver ao mesmo tempo, suas visitas banais ao Youtube estão sendo monitoradas também. Enquanto estiver conectado, o site mantém o registro de seu histórico de visualização, e usa os vídeos que você assistiu, os vídeos de que gostou e suas inscrições para “recomendar outros vídeos para você”. Isso quer dizer que eles rastreiam tudo o que você faz. As informações são da página de ajuda do site.

Outro detalhe importante: se sua conta ainda não era vinculada ao Google, agora ela é. Você é automaticamente registrado com sua conta da Google no YouTube. Entende-se por “automaticamente” como algo obrigatório e sem oferecer opções.

Driblando o recurso

Ainda há esperança. Existem alguns caminhos para você se livrar dessa falta de privacidade.

1. Desvinculando o cadastro

Caso sua conta do YouTube seja antiga (feita antes de maio de 2009), você pode desvinculá-la da Google.

2. Múltiplas sessões

Outra opção é manter duas contas ativas, uma para o YouTube e outra para os outros serviços da Google. A empresa permite múltiplos logins dentro do mesmo navegador. Infelizmente, o YouTube não é suportado em sessões adicionais, portanto, você deve logar sua conta do YouTube como a principal. São suportados em logins adicionais os serviços: Gmail, Calendar, Code, Reader, e Sites.

3. Apagando o histórico

Não tão funcional como as outras opções acima, apagar o histórico de visualizações remove o rastreamento. Infelizmente, não há a possibilidade de permitir ou não o arquivamento de histórico.

Espiadinha

É claro que o YouTube não consegue enxergar o que você está fazendo dentro da sua casa, mas sabe de tudo o que você está fazendo dentro do site. Isso é bastante incômodo. A privacidade é hoje uma das principais insatisfações de usuários na internet.

As empresas deveriam ser mais transparentes ao divulgar quais informações são obtidas e quem tem acesso a elas. Também deveria ser fornecida ao usuário a opção de ser rastreado ou não, pelo menos em algumas ações.

Foram as imposições que fizeram do livro 1984 um “futuro a ser combatido”, e é justamente isso que as gigantes da internet andam fazendo:

bisbilhotando sem qualquer permissão. Mas dessa “espiadinha” a gente quer distância.

Fonte: Tecmundo
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Doença misteriosa faz mulher `chorar pedras´ há 19 anos


Já foram mais de 30 médicos consultados e somente diagnósticos desencontrados

Uma professora de Lins (SP) sofre com uma doença misteriosa que deixa o olho inchado e muito vermelho. Há 19 anos, uma membrana branca sai do olho direito de Laura Ponci e, momentaneamente, o incômodo e a vermelhidão vão embora. Segundo a mulher, até dormindo a membrana “pula” do olho e desde a primeira vez que aconteceu o caso, já foram mais de 30 médicos consultados e somente diagnósticos desencontrados.

“Já passei por todos os especialistas possíveis. Até médicos de ouvido e garganta já consultei e eles falam que a doença é uma conjuntivite lenhosa, que é a falta de uma enzima chamada plasminogênio. No entanto, já fiz diversos exames que eles solicitaram e todos deram resultados normais”, conta a professora.

O plasminogênio é uma enzima fabricada pelo organismo. Portadores da conjuntivite lenhosa têm baixa fabricação dessa enzima e por isso ocorre a produção da membrana. A diferença para o caso de Laura é que na conjuntivite lenhosa, conhecida pelos médicos, a membrana só sai com intervenção cirúrgica e não espontaneamente como a da professora de Lins.

Desde os 15 anos, Laura sofre com o problema, o preconceito e a falta de informação. Ela diz que, na rua, as pessoas se afastam com medo de ser uma doença contagiosa e não consegue trabalhar porque não existe uma rotina, já que a membrana pode sair do olho a qualquer momento. “Sou professora e trabalho com crianças, mas não dá para exercer minha profissão porque o olho fica inchado e quando me agacho, a membrana começa a sair. Tenho vergonha de sair de casa porque a membrana não tem hora para sair e nem para terminar”, alega Laura.

Segundo Laura, nesses 19 anos atrás de um tratamento, a visão do olho direito nunca foi afetada. A professora conta ainda que alguns médicos cogitaram a hipótese dela mesma colocar a membrana no olho. Outros, mesmo sem saber do que se trata, disseram que ela terá que conviver com isso pelo resto da vida.

“O último médico que eu fui disse que não tem cura e que tenho que conviver com a doença, mas não acredito nisso. A dor que eu sinto é muito grande, é como se eu tivesse levado um soco, por isso, acho sim que existe uma cura”, diz a professora que conta que o único tratamento que faz é colocar água gelada nos olhos quando eles estão irritados.

Mistério

A reportagem do TEM Notícias mostrou o vídeo da membrana saindo do olho da professora para um oftalmologista no Hospital de Olhos de Bauru (SP). Por cinco minutos, o doutor André Hamada analisou o vídeo repetidas vezes. Além disso, o especialista também assistiu a entrevista em que a professora contou os sintomas.

“Nunca tinha visto um caso semelhante. Apesar de não ter visto a paciente, a situação dela pode ser um caso atípico de conjuntivite lenhosa, mas não conseguimos encaixar na patologia comum devido ao aspecto da membrana cair facilmente do olho dela”, explica o oftalmologista.

Segundo o especialista, o caso de Laura pode ser uma conjuntivite lenhosa atípica porque geralmente, a membrana formada nos olhos só consegue ser retirada em um centro cirúrgico. Além disso, de acordo com André, o diagnostico da professora de Lins pode ser apenas clínico. “Com certeza ela já deve ter feito uma biópsia da membrana e, se deu tudo normal, o caso fica ainda mais misterioso”, diz o médico com mais de 20 anos de experiência.

Fonte: G1
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segunda-feira, 29 de julho de 2013

A falsa Guerra as Drogas


O Afeganistão é, de longe, o maior produtor e exportador de ópio no mundo hoje, cultivando uma quota do mercado de 92 % do comércio mundial de ópio.

Mas o que pode chocar muitos é o facto de que os militares americanos têm sido especificamente encarregados de vigiar os campos de papoilas afegãs, a partir da qual o ópio é derivado, a fim de proteger esta indústria multibilionária que enriquece Wall Street, a CIA, o MI6, e vários outros grupos que lucram há tempos a partir deste regime de comércio de drogas ilícitas.

Antes dos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão nem era um grande produtor mundial no cultivo da papoila, que é usada para produzir tanto a heroína ilegal quanto a morfina farmacêutica.

Na verdade, o Talibã estava activamente destruindo campos de papoila, como parte de um esforço para livrar o país dessa planta perigosa.

Mas depois de 9/11, o complexo militar-industrial dos EUA rapidamente invadiu o Afeganistão e começou a facilitar a reintegração da indústria de papoila do país.

De acordo com a United Nation Drug Control Program (UNDCP), o cultivo de ópio aumentou 657 % em 2002, depois de os militares dos EUA invadirem o país sob a direção do então presidente George W. Bush.

Mas os média têm publicado uma história diferente para o público americano.

A Fox News, por exemplo, transmitiu uma propaganda em 2010 alegando que o pessoal militar estava tendo que proteger os campos de papoila do Afeganistão, ao invés de destruí-los, a fim de manter os moradores felizes e evitar um "risco de segurança" em potencial , e o repórter da Fox Geraldo Rivera pode ser ouvido descaradamente mentindo sobre os produtores de papoila sendo apoiados financeiramente pelos talibãs, em vez da CIA e outros interesses estrangeiros.

Assim, enquanto dezenas de milhares de americanos continuam a ser prejudicados ou mortos a cada ano por overdose de drogas provenientes desse comércio ilícito de ópio, e enquanto o cultivo de culturas inócuas como a maconha e o cânhamo continua a ser ilegal em os EUA, os militares americanos estão ativamente guardando os mesmos campos de papoila no Afeganistão que abastecem o comércio global de drogas.

Mais:

O jornal «NY Times» a 27 de Outubro de 2009 noticiou que :

"Ahmed Wali Karzai, irmão do presidente do Afeganistão, é pago desde há 8 anos pela CIA para desempenhar vários serviços, entre os quais, a formação de um grupo paramilitar incumbido de realizar ataques contra oponentes talibãs na região de Kandahar."

Este é suspeito desde há muito de tráfico de droga. LINK AQUI .


Mas o dinheiro da Droga não financia apenas a CIA, financiou também o sistema Bancário:

António Costa, porta-voz do gabinete de Crime e Drogas das Nações Unidas, viu evidências de que os milhões de dólares do crime organizado foram o único capital de investimento de alguns Bancos. Mais de 352 biliões foram absorvidos pelo sistema económico , na segunda metade do ano 2008. Link AQUI

 

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Gases de escapamento são cancerígenos


Em 1988, o CIIC, com sede em Lyon (França), colocou as emissões dos motores a gasóleo entre os cancerígenos prováveis para o Homem, recordou a agência no final de uma reunião de trabalho que terminou hoje.

Os especialistas reunidos em Lyon consideraram que existem provas suficientes, mostrando que uma exposição aos gases de escape dos motores a gasóleo está associada a um risco acrescido de cancro no pulmão, para incluir aqueles gases no grupo dos cancerígenos para os humanos (grupo 1).

A Organização Mundial de Saúde refere ainda um aumento do risco do cancro da bexiga.

As pessoas são expostas aos gases devido a carros a gasóleo, comboios, navios e geradores de energia. Desde 1971, mais de 900 agentes foram avaliados, entre os quais mais de 400 foram classificados como cancerígenos ou potencialmente cancerígenos para o Homem.

Fonte: DN
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Lonnie Snowden pai pede a Barack Obama para parar de perseguir o filho


Lonnie Snowden quer também que Governo americano ponha fim aos abusos do serviço

O pai de Edward Snowden, o ex-agente americano que revelou o programa de vigilância secreto da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, fez um apelo público ao Presidente Barack Obama para que pare de perseguir legalmente o seu filho. O pedido de Lonnie Snowden foi feito junto com seu advogado, Bruce Fein.

Além disso, o pai de Snowden exigiu que o presidente “ponha fim aos abusos dos serviços secretos”, denunciados por seu filho. Lonnie Snowden e Fein declararam que ficaram revoltados por saber da declaração do secretário de Justiça dos Estados Unidos, Eric Holder, dirigida às autoridades russas, de que o Governo americano prometia que nos EUA Edward Snowden não sofreria pena de morte ou torturas.

Edward Snowden, que enfrenta acusações por ter revelado informações secretas dos Estados Unidos – no caso, a violação, pelos serviços de inteligência americanos, de correspondência por internet e telefone de cidadãos de vários países do mundo, inclusive o Brasil –, pediu asilo temporário à Rússia, até agora negado.

Três países latino-americanos já ofereceram asilo político a Snowden: Bolívia, Nicarágua e Venezuela.

Desde que chegou ao Aeroporto Internacional de Sheremetyevo, em Moscou, em 23 de junho, Snowden permanece na ala de trânsito do terminal. Ele viajou de Hong Kong para a Rússia com um salvo-conduto concedido pela Embaixada do Equador em Londres, um documento obtido através dos advogados do site Wikileaks, de Julian Assange.

Ainda em Hong Kong, Edward Snowden revelou ao jornalista americano Glenn Greenwald, colunista do jornal inglês “The Guardian”, que a CIA e a NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) desenvolveram o programa de computador Prism e vários outros programas através dos quais monitoram as comunicações via internet e telefônicas dos americanos e dos cidadãos de vários outros países.

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Fukushima: água contaminada tem nível de radioatividade igual ao de 2011


A empresa Tokyo Electric Power (Tpco), que administra a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, informou que a água contaminada que vazou para o Oceano Pacífico tem os mesmos níveis de radioatividade e, portanto, a mesma contaminação registrada na época do acidente nuclear. Em março de 2011, um terremoto seguido por tsunami provocou vazamentos e explosões na usina, gerando um dos piores acidentes radioativos da história recente do Japão.

De acordo com a empresa, uma amostra de água recolhida no dia (26), no subsolo do reator número 2 de Fukushima, contém o mesmo nível de contaminação da água medida um mês depois do acidente de 2011.

Na semana passada, a Tpco admitiu o vazamento de água para o oceano. A operadora pediu desculpas públicas e assegurou que fará esforços para impedir a contaminação. Segundo os peritos, a quantidade de água que vazou é pequena.

Os vazamentos e explosões em Fukushima levaram o governo do Japão a esvaziar cidades inteiras, que ficavam nas áreas ao redor da usina, além de proibir o consumo de produtos e alimentos da região e manter o monitoramento sobre eventual contaminação. 

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