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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Tempestade Solar à vista: A Terra deve-se preparar para um golpe "iminente"


© Nasa.gov

O perigo de uma super tempestade solar sobre a Terra é "iminente", como têm alertado os cientistas, da Universidade de Bristol, Reino Unido.

O investigador Dale Ashley que trabalha na identificação dos riscos de uma tempestade solar, como parte do grupo internacional SolarMAX, diz que é "apenas uma questão de tempo para uma tempestade solar excepcionalmente violenta "atingir a Terra e" devastar "seus sistemas de comunicação e fornecimento de electricidade."

Sem eletricidade, as pessoas têm dificuldade para reabastecer seus carros ou tirar dinheiro do banco. Além disso, os sistemas de água e esgotos seriam afetados também, o que criaria epidemias nas áreas urbanas, com o retorno de doenças que pensávamos que tínhamos deixado para trás à séculos ", garantiu Dale Ashley à revista "Physics World '.

Os sistemas de água e esgotos seriam afetados, o que criaria epidemias nas áreas urbanas

Esta informação também foi divulgada pela Sociedade Astronómica Americana (AAS, de acordo com a sua sigla em Inglês), explicando que esses fenómenos são causados ​​por "violentas erupções" na superfície do Sol e acompanhadas pelas chamadas de ejeções de massa corporal (CME, sigla em Inglês), durante o qual a estrela lança para o espaço grandes bolhas de plasma e campos magnéticos.

Neste sentido, a agência acrescenta que, quando uma CME de " intensidade suficiente " entra no campo magnético da Terra e o rompe, uma super tempestade solar que libera enormes correntes elétricas que podem causar interrupções generalizadas de luz e danos em componentes elétricos fundamentais.

O ciclo deve ser fechado

Dale afirmou que este tipo de evento é "inevitável" e recordou que, de acordo com os cálculos de previsão da NASA em média a cada 150 anos, a Terra torna-se vulnerável a uma super tempestade solar, de grande magnitude, como ocorreu em 1859 e foi chamada de Carrington Event.

Por isso, acrescenta, a última "deveria ter acontecido há cinco anos."

De acordo com a ASA, o Evento Carrington 1859 constitui a maior super tempestade solar que atingiu a Terra desde que os registos começaram, com cerca de 1.022 quilojoules de energia liberada (equivalente à explosão simultânea de 10.000 milhões de bombas de Hiroshima) e um bilião de quilos de partículas eletricamente carregadas que voavam a uma velocidade de 3.000 quilómetros por segundo, sem grandes consequências para os terráqueos.

A agência dos EUA indicou que durante o última reunião do grupo de trabalho SolarMAX 2013, em Estrasburgo (França), uma equipe de pesquisadores concluiu que a previsão avançada meteorológico espacial é a "melhor solução" e propôs a enviar 16 pequenos satélites de órbita solares cúbicos para fornecer informações com antecedência de possíveis tempestades solares.

Dale, por sua vez, sugeriu que o projeto de satélites e naves espaciais são feitas pensando em fazer instrumentos menos "sensíveis" a bordo e estão "melhor protegidos" contra os aumentos dramáticos da radiação, resultado de tempestades solares.

Fonte: RT
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ministério das Emergências russo: asteroides não ameaçam a Terra em 2014

http://cdn.ruvr.ru/2014/01/15/1189101803/9bigneos.gif
Clique na imagem para ampliar Foto: NASA/JPL-Caltech

O corrente ano decorrerá sem incidentes — não há corpos celestes que ameacem a Terra. Esta previsão foi divulgada por especialistas do Ministério das Situações de Emergência da Rússia.

Pelo menos, nenhum dos asteroides conhecidos dos cientistas passará a uma distância perigosa do nosso planeta em 2014. Isso se aplica a grandes corpos celestes, comparáveis em tamanho com o meteorito de Chelyabinsk.

No entanto, é extremamente difícil prever a queda de asteroides. Segundo os cientistas, o tempo máximo de descoberta de um meteorito que esteja se aproximando da Terra é duas horas antes da queda e somente se os astrônomos estiverem observando determinada área do céu.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Fraqueza do sol intriga cientistas


Por: Robert Lee HotzPor

Está acontecendo algo com o sol.

Os cientistas dizem que a atividade solar atual é a mais estranha de um período de mais de um século, com o sol produzindo apenas metade do número de manchas solares esperado e seus polos magnéticos misteriosamente fora de sintonia.

O sol gera imensos campos magnéticos à medida que gira. As manchas solares — geralmente maiores em diâmetro do que a Terra — sinalizam áreas de intensa força magnética que provocam tempestades solares disruptivas. Essas tempestades podem abruptamente arremessar partículas carregadas de eletricidade por milhões de quilômetros até a Terra, onde elas podem provocar curtos circuitos em satélites, enfraquecer sinais de telefonia celular ou danificar sistemas elétricos.

Com base em registros históricos, os astrônomos dizem que o sol deve se aproximar nos próximos meses do explosivo clímax do seu ciclo de atividade, que tem aproximadamente 11 anos e é chamado de máximo solar. Mas esse pico de agora é "um raquítico", diz Jonathan Cirtain, um cientista da Nasa, a agência especial americana, envolvido no projeto do satélite japonês Hinode, que mapeia os campos magnéticos do sol.

"Eu diria que ele é o mais fraco dos últimos 200 anos", disse David Hathaway, chefe do grupo de física solar do Centro de Voos Espaciais Marshall, que também pertence à Nasa e fica em Huntsville, Alabama.

Os pesquisadores estão intrigados. Eles não têm condições de dizer se a calmaria é temporária ou o início de longas décadas de declínio, o que poderia aliviar um pouco o aquecimento global com a alteração do brilho do sol ou do comprimento de onda da sua luz.

"Não há nenhum cientista vivo que tenha visto um ciclo solar fraco como este", diz Andrés Munoz-Jaramillo, que estuda o ciclo solar magnético no Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, de Cambridge, Massachusetts.

Para complicar ainda mais, o sol está passando também por uma das mais estranhas conversões magnéticas já registradas.

 
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Normalmente, os polos sul e norte magnético do sol invertem a polaridade mais ou menos a cada 11 anos. Durante a reversão, os campos magnéticos nos polos do sol enfraquecem, caem a zero, e então aumentam novamente com a polaridade inversa. Até onde os cientistas sabem, essa variação magnética só é importante porque sinaliza o pico do máximo solar, diz Douglas Biesecker, do Centro de Ambiente Espacial da Nasa.

Mas, neste ciclo, os polos magnéticos do sol estão fora de sincronia, dizem os cientistas solares. O polo norte magnético do sol reverteu sua polaridade há mais de um ano, e está assim com a mesma polaridade que o polo sul.

"O intervalo entre as duas reversões não costuma ser longo", diz o físico solar Karel Schrijver, do Centro de Tecnologia Avançada da Lockheed Martin, LMT +1.04% em Palo Alto, Califórnia.

Os cientistas dizem estar perplexos, mas não preocupados, com esse atraso incomum. Eles esperam que o polo sul do sol mude sua polaridade no próximo mês, com base em medições atuais de satélites das alterações dos campos magnéticos.

Ao mesmo tempo, os cientistas não podem explicar a escassez das manchas solares. Embora ainda turbulento, o sol parece fraco em comparação com seu pico de potência nas décadas passadas. "Não é só que há menos manchas solares, mas elas são manchas solares menos ativas", diz Schrijver.

O sol, porém, não está ocioso. Após meses de quietude, ele liberou no espaço grandes fluxos de partículas carregadas cinco vezes em outubro. E ele se agitou novamente na semana passada. Mesmo assim, essas explosões tiveram apenas uma fração da força de máximos solares anteriores.

Em comparação, uma tempestade solar em 2003, perto do pico do último máximo solar, foi a maior da Era Espacial. Apesar de ela ter em grande parte se desviado da Terra, a tempestade desativou um satélite japonês, fez com que os astronautas tivessem de voltar para bordo da Estação Espacial Internacional para se protegerem da radiação, interrompeu operações de perfuração de petróleo e gás no Alasca, mexeu com os sistemas de GPS e obrigou o Departamento de Defesa americano a cancelar manobras militares.

À medida que o ciclo solar enfraquecer nos próximos anos como parte do seu ciclo normal, rajadas de partículas carregadas devem se tornar ainda menos frequentes. Entre outras coisas, a atmosfera vai esfriar e se contrair, o que pode estender a vida útil dos satélites ao diminuir a pressão sobre eles.

"Isso deixa todos os operadores comerciais de satélites felizes", disse Todd Hoeksema, do Observatório Solar Wilcox, na Universidade de Stanford. "E os astronautas ficam felizes quando não há radiação."

Vários cientistas solares especularam que o sol pode estar voltando para um estado mais calmo depois de uma era incomum de grande atividade que começou nos anos 40.

"Mais da metade dos físicos solares diriam que estamos voltando ao normal", diz o físico Mark Miesch, do observatório HAO, em Boulder, no Colorado, que estuda a dinâmica interna das estrelas. "Poderíamos estar passando por um longo estado de atividade reprimida."

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Se for isso, a queda da atividade magnética poderia aliviar o aquecimento global, segundo os cientistas. Mas essa mudança sutil no sol — que reduziria sua luminosidade em cerca de 0,1% — não seria suficiente para compensar o acúmulo de gases de efeito estufa e fuligem que a maioria dos pesquisadores considera a principal causa do aumento das temperaturas globais ao longo dos últimos cem anos.

"Isso pode nos dar uma breve trégua com relação ao aquecimento global", diz Hathaway. "Mas isso não irá brecá-lo."

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terça-feira, 11 de março de 2014

Descobertos novos gases que ameaçam camada do ozonio

Imagem da Nasa demonstrando o buraco na camada de ozono sobre o Antartico Fotografia © REUTERS/NASA

Por: Catarina Parrinha, editado por Ricardo Simões Ferreira

Cientistas britânicos identificaram quatro novos gases com origem desconhecida que estão a contribuir para a destruição da camada do ozonio.

Um grupo de investigadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, identificou quatro novos gases atmosféricos a partir de análises ao ar, algumas recolhidas nos anos 70. A origem das substâncias permanece desconhecida, mas é certa a sua contribuição para o aumento do buraco da camada do ozonio.

A camada do ozônio, localizada entre 15 a 30 quilómetros da superfície da Terra, representa um papel essencial na sobrevivência no planeta, uma vez que é responsável pela absorção de cerca de 95% da radiação ultravioleta solar.

A descoberta, em 1985, do buraco da camada do ozonio fez com que fosse assinado, entre mais de 150 países, o protocolo de Montreal, em 1987, com o objetivo de proibir a emissão das substâncias gasosas que contribuíam para a sua deterioração.

Os CFC (clorofluorocarbonetos) utilizados em aerossóis, refrigerantes, solventes e na produção de espuma rígida de empacotamento foram identificados na altura como os principais destruidores da camada. Estes gases, inventados nos anos 20, têm uma capacidade de sobrevivência entre 50 a 100 anos.

Agora, os pesquisadores descobriram indícios de quatro novos gases potencialmente perigosos para a destruição da camada que entraram na atmosfera por fontes ainda não conhecidas. Três dos gases foram identificados como CFC e o outro como HCFC (hidroclorofluorocarboneto), que pode também danificar o ozonio.

Os cientistas estimam que 74 mil toneladas destes gases foram lançados para a atmosfera e estão a acumular-se a um ritmo que é motivo de preocupação.

As novas substâncias podem estar a ser produzidas por fábricas e possivelmente de maneira ilegal, uma vez que "não estavam presentes na atmosfera até à década de 60, o que sugere que podem ser produzidos pelo Homem", afirma Johannes Laube, um dos principais responsáveis pelo estudo publicado na revista Nature Geoscience.

A destruição da camada do ozono poderá ter consequências graves no futuro porque "os CFC estão a ser destruídos muito lentamente na atmosfera e mesmo que as emissões parassem imediatamente, ainda permaneceriam durante muitas décadas", acrescenta Laube.

Fonte: Dn Ciência
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CNN reconhece que Nibiru é real?


Apesar da enorme pressão, a verdade finalmente veio a própria CNN. Apesar da censura, e mesmo que por breves 32 segundo , CNN chamou a atenção dos céticos, mesmo aqueles que não querem que esta informação e vêm à tona .

A questão do reconhecimento de Nibiru ou o Planeta X é extremamente importante porque até à data não existem dados para o público em geral sobre o assunto foram fornecidos, para não ser transcendido e mídia. Mas agora, com clareza, disse à CNN sobre o fato de que a anã marrom encontrado no sistema solar exterior, onde um de seus satélites (ou planetas) é Nibiru, é o que está se movendo cometas Oort em nosso sistema.

Lembre-se que a grande descoberta do nosso tempo é que o nosso sistema solar faz parte de um sistema binário , ou seja, o nosso sol é aquele que a cada 3.600 anos órbita elíptica perpendicular cruza os outros planetas orbitando na estrela irmã do sistema solar, uma anã marrom, pelo cinturão de Kuiper e, em seguida, o cinturão de asteróides (entre Marte e Júpiter), assim que o arco (rota do ciclo orbital) da entrada para a saída da referida correia (asteróides) leva cerca de quatro anos, o eixo sudeste a noroeste avião.

Durante esses quatro anos vai acontecer perturbações magnéticas, aquecimento global, derretimento das calotas, terremotos e outras mudanças similares que já ocorreram em Urano, Netuno e que ocorre em Saturno e Júpiter.

No entanto, fazer um pouco de história para saber que a anã marrom é ainda mais que é o Planeta X, um dos satélites conhecidos e que Nibiru é também chamado de:
De acordo com numerosos especulações no campo do espaço chamada arqueologia não teria entrado um planeta, um planeta X gira em torno de um tipo de estrela anã marrom e tem uma órbita excêntrica de nosso sistema solar.

O pesquisador Zecharia Sitchin com base nos registros sumérios antigos, encontraram evidências de que essa cultura sabia sobre este planeta chamado Nibiru (o Senhor).

Textos sumérios falam da existência de um planeta em nosso sistema solar, Nibiru, que tem uma órbita elíptica semelhante a um cometa e tem 3.600 anos para orbitar o sol.

Veja o Vídeo:

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Cientistas estão “apanhando” restos do cometa Ison


Nos próximos dias (15 e 16 de janeiro) cairá sobre a Terra uma torrente de poeira cósmica – os restos da cauda do recentemente desintegrado cometa C/2012 S1 (Ison). Se as partículas forem suficientemente grandes, os habitantes da Terra verão uma “chuva de estrelas”. No entanto, é mais provável que aconteça um outro fenômeno – nuvens noctilucentes. Os cientistas vão tentar recolher as partículas de poeira que caírem na Terra: elas devem conter a matéria mais antiga do sistema solar, talvez até mesmo com blocos de partículas orgânicas.

No final de novembro, o Ison veio para seu único e fatal encontro com nosso astro. Ele nasceu na nuvem de Oort – uma esfera gigante de blocos de gelo ao redor do sistema solar. Ainda nos tempos em que a jovem Terra não tinha sequer bactérias, o Ison começou a sua lenta caída para o Sol, acelerando gradualmente. Sua matéria leva uma marca intocada do meio interestelar. Por essa matéria na Terra começará uma caça, explica o físico nuclear Serguei Bulat:

“Quando o cometa chegou ao Sol, já trazia por trás de si uma nuvem de gás e poeira. Agora, em meados de janeiro, a Terra entra nessa cauda que surgiu antes do encontro do cometa com o Sol. A nossa tarefa é recolher os restos dessa poeira que não foi aquecida. Ela tem mais de 4 bilhões de anos. A ênfase é colocada em micropartículas de poeira, não superiores a alguns microns. São estas partículas que, ao entrarem na atmosfera da Terra, mesmo a altas velocidades, não se aquecem o suficiente para que se evaporem todos os materiais orgânicos que podem estar contidos nela.”

A colheita de grãos de poeira será conduzida três vezes até o final de janeiro pelos participantes da expedição russa na Antártida – o lugar mais limpo do mundo. O material congelado da estação Vostok será enviado para laboratório e examinado sob um microscópio eletrônico, disse Serguei Bulat:

“O essencial é atenção especial a compostos de carbono. Talvez existam lá blocos de vida, nucleotídeos ou aminoácidos. Se coletarmos essas partículas corretamente, é possível responder à pergunta se havia lá quaisquer blocos de vida ou não no momento da formação da Terra.”

Derretido pelo calor do Sol, o cometa se desintegrou completamente. Seus restos também seriam de interesse para a ciência. Infelizmente, eles não se cruzarão com a Terra, diz o astrônomo Dmitri Vibe:

“Em dezembro, o telescópio Hubble estava à procura da nuvem de fragmentos deixada pelo cometa depois de sua passagem perto do sol. Ela está muito longe da Terra, e não corremos o risco de uma colisão com ela: não iremos parar àquela parte do espaço. Tudo o que podemos ver são partículas que o cometa perdeu apenas antes de sua aproximação ao Sol.”

No entanto, o cientista duvida que grãos de poeira da cauda do cometa tenham tempo para cair na Antártida até o final de janeiro:

“A poeira fina irá congelar na atmosfera e irá descer muito lentamente junto com toda a outra poeira cósmica que a Terra recolhe durante seu movimento. Com quanta confiança poderemos relacionar essas partículas com o cometa Ison? Mesmo se encontrarmos estas partículas e determinarmos sua composição química, ligá-las a um corpo celeste particular vai ser difícil.”

Segundo o portal earthsky.org, partículas minúsculas de cometas podem flutuar no ar por até vários meses, causando um fenômeno bonito – nuvens noctilucentes. E uma “chuva de estrelas” provavelmente não haverá.

De qualquer forma, cometas são objetos pouco estudados e imprevisíveis, ora são possíveis quaisquer surpresas. O Ison já nos fez uma: não se tornou realidade a previsão segundo a qual ele deveria ter se tornado um dos mais brilhantes cometas do século e até mesmo ofuscar a Lua cheia. Assim teria acontecido se o corpo celeste não se tivesse desintegrado prematuramente.
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Antimatéria nos moldes de Star Trek pode existir

Domínio da antimatéria pode ser o primeiro passo para a criação de foguetes capazes de nos levar até as estrelas (Foto: Wikimedia Commons)

Por: André Jorge de Oliveira

Substância que repele qualquer objeto ao seu redor é a melhor fonte energética conhecida - na ficção científica, é utilizada para dar propulsão à espaçonave Enterprise em suas jornadas interestelares.

Obras de ficção científica se baseiam nas descobertas e possibilidades da ciência para criar cenários fantásticos e futuristas, certo? Mas e se, de vez em quando, a ciência também se inspirasse na ficção para desenvolver novas e incríveis tecnologias? Sim, às vezes isso acontece. Há pouco tempo falamos sobre uma descoberta que praticamente recria o sabre de luz de Star Wars.

Agora, cientistas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) estão tocando um experimento que pode comprovar a existência da antimatéria, uma substância que é capaz de se mover contra a gravidade. Neste caso, dizer que ela “cai para cima” não é nem um pouco absurdo. O fenômeno ocorre porque a antimatéria gera um campo antigravitacional, pois tem carga oposta à da matéria convencional. Por este motivo, ambas se aniquilam quando entram em contato.

É extremamente difícil conseguir criar e preservar formas complexas de antimatéria, já que ela é muito instável e, ao interagir com as partículas convencionais, ambas se anulam, resultando numa profusão de energia. Os pesquisadores do CERN estão utilizando um recipiente magnético especial para preservar os átomos de anti-hidrogênio criados. A ideia é ir enfraquecendo aos poucos o campo magnético – se os átomos contrariarem a gravidade terrestre e “caírem para cima”, ficará comprovado que se tratam de antimatéria.

O aprofundamento nos estudos e experimentos envolvendo a substância são particularmente interessantes para a exploração espacial. Até agora, é de longe o método mais eficiente conhecido com a possibilidade de nos levar até as estrelas. Além de ser uma magnífica fonte de energia, ela também resolve a questão do combustível: é necessário muito pouco, mesmo para viagens interestelares.

Fonte: The Telegraph
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sábado, 30 de novembro de 2013

Fragmentos do cometa Ison podem atingir a Terra


Em breve, o cometa Ison, destruído após sua passagem perto do Sol, permitirá aos habitantes da Terra observar a passagem de meteoros brilhantes e até mesmo uma chuva de meteoros, informou o porta-voz do Observatório Pulkovo, Serguei Smirnov.

De acordo com ele, a passagem da Terra através da nuvem formada pelos restos do cometa e o aumento da atividade meteórica irão coincidir com um desfile de planetas muito raro, quando Mercúrio, Vénus, Terra, Júpiter e Plutão estarão alinhados.

O cometa Ison foi descoberto há um ano por dois astrónomos, o russo Artem Novichonok e seu colega da Bielorrússia Vitali Nevsky. O corpo celeste deverá ser o mais brilhante deste século.

Fonte: Voz da Rússia
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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mais evidências de que o homem nunca foi a Lua: O Cinturão de Van Allem


O Cinturão de Van Allen

A ida do homem a lua só não foi possível por causa de uma minúscula partícula subatômica, chamada: Radiação. Desconhecido de nós desde uma altitude de 1000 milhas (1.609.344 km), e estendendo-se a umas 25.000 milhas (40.233.600 Km) acima, se encontra pequenas bandas de radiação chamadas de: Cinturões de Radiação Van Allem.

Todas as missões espaciais tripuladas da historia, tanto dos Estados Unidos, como da União Soviética, desde a primeira em 1961, tem estado muito debaixo desse campo de radiação que é mortal.

Os astronautas soviéticos mais experimentados, passaram mais de 100 horas no espaço por cada 20 dos EUA.

Para poder sobreviver a uma viagem de uma hora e meia através do cinturão, que é necessário atravessar para chegar a lua e regressar, requer um escudo solido entre o astronauta e o exterior da nave. O foguete tipo Saturno 5 utilizado pela Apolo, media 35 andares de altura, e pesava o mesmo que um navio de combate.

Inserir um escudo em forma de barreira rodeando por completo a tripulação, faria impossível o foguete ser lançado. É por essa razão que os soviéticos, muito mais experientes no espaço sideral, só enviaram uma nave sem tripulação a lua. Em 1998, a Espace Shutlle voou a uma altitude de 300 milhas, uma das mais altas já registradas, centenas de milhas abaixo do campo de radiação de Van Allen.

Mas foi tão danoso; seus astronautas dentro da cabine que era hermeticamente fechada, e dentro dos seus trajes, mesmo com os olhos fechados, ainda viram fortes reflexos de luzes, que pareciam como disparos de estrelas, devido a radiação que penetrou na nave, nos seus trajes, e nos seus crânios, mesmo com os olhos fechados.

Como resultado a TV norte americana CNN emitiu um noticiário que demonstra claramente a surpresa da NASA com esse fato, ate então desconhecido por ela. 

Veja o Vídeo:

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Nasa confirma que restos do cometa Ison irão se chocar com a terra


A partir deste primeiro vídeo de Science At NASA é interessante aprender como o cometa ISON, durante a sua passagem perto da Terra vai deixar um rastro de detritos do cometa que caira sobre o planeta Terra, não uma, mas duas vezes!

E, como sabemos, os detritos do cometa ISON que vai cair na Terra são considerados uma ameaça, mas tudo será acompanhado também pela beleza e encanto das nuvens noctilucentes azuis.

O segundo vídeo abaixo, surge a pergunta: pode ser definida como o cometa ISON a estrela "Kachina Azul" da famosa profecia Hopi? Mas a antiga lenda refere-se à cor do cometa, o efeito de cor (azul), levando um cometa com a Terra, ou a um objeto cósmico precursor que antecede a vanguarda da Dark Star?


Aqueles que estão familiarizados com as antigas profecias de americanos nativos (índios) Hopi, eles sabem que um dia, em nossos céus verá o Kachina Blue Star. Com o tempo, esse "Blue Star" torna-se um símbolo de um evento futuro (cíclica) anunciar que o "Fim dos Tempos", e é assim chamado "Locutor Comet".

Os astrônomos acreditam que o cometa poeira ISON, voltada para o Sol, acabará por cair para a Terra, afetando tanto todas as partes do globo. O pó que é deixado para trás, será transferido para fora pelo vento solar e cerca de 12 Janeiro de 2014, como previsto pelos astrônomos, a Terra vai enfrentar esta chuva de poeira do cometa, entrando justamente nessa nuvem que inclui também o lixo espacial, um fenômeno que vai durar alguns dias.


Os astrônomos dizem que um evento como esse é sem precedentes, mas não pode ter certeza que vai acontecer durante o período em que a Terra vai ser imerso na nuvem de cometas, não negligenciando o fato de que o mesmo pó do cometa, caindo na superfície da terra, serão filtrados lentamente a partir da atmosfera durante vários anos.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Forte Tempestade Solar atingirá a terra amanhã (26/10)


Um tsunami solar seguido de uma enorme EMC (Ejeção de Massa Coronal) foi registrado na última terça-feira (22/10/13) e deve atingir a Terra até a madrugada de Sábado.

A mancha solar AR1875 é uma região magnética bastante ativa e instável. Esta região já estava sendo monitorada há algum tempo, justamente pelo risco de uma grande explosão.

A mancha solar responsável por tamanha ejeção está voltada diretamente para a Terra, o que intensifica a tempestade que deverá atingir a magnetosfera terrestre por volta das 02:00 hs do Sábado. É esperado uma turbulência geomagnética que ultrapasse o nível 7 do índice KP.

O índice KP (com níveis de 5 a 9) nos informa a a intensidade do fluxo solar e as perturbações causadas na alta atmosfera terrestre. Quando o índice KP ultrapassa o nível 6, podemos esperar tempestades geomagnéticas preocupantes, fazendo com que diversas instituições sejam alertadas da possibilidade de interferência e danos aos equipamentos.

Assim como nas instituições, não estão descartados danos a equipamentos domésticos (PCs, notebooks, etc) e interrupção de sinais de rádio, internet e telefone.

Veja o vídeo do Tsunami solar seguido de uma enorme EMC (Ejeção de Massa Coronal)

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Descoberto um asteróide de cerca de 400 metros que podem colidir com a Terra em 2032


Os astrónomos descobriram um asteróide de cerca de 400 metros que podem colidir com a Terra em 2032, segundo o Centro de Planetas Menores da União Astronómica Internacional.

O asteróide, chamado 2013 TV135, foi encontrado pelos peritos do Observatório Astrofísico da Crimeia de acordo com o Centro, citado pela agência de notícias russa RIA Novosti .

Após a descoberta foi confirmada por observatórios na Rússia e também os astrónomos da Itália, Reino Unido e Espanha.

O corpo azul , de um tamanho de cerca de 410 metros, foi descrito pelos especialistas como asteróide potencialmente perigoso (PHA, sigla em Inglês), como sua intersecção mínima orbital com a Terra é de 0,012 UA (unidades astronómicas ), ou seja, inferior a 0,05 UA necessária para esta série.

De acordo com avaliações preliminares dos cientistas, há uma chance de que a 26 de agosto de 2032 o corpo celeste colidir com a Terra, apesar de a possibilidade de impacto ser de um em 63000.

Fonte: RT
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Astrônomos russos descobrem enorme asteroide se aproximando da Terra


Os astrônomos russos do observatório ISON-NM descobriram um novo asteroide com um diâmetro superior a um quilômetro, que está se aproximando da Terra.

O asteroide, cujo índice é 2013 TB80, foi encontrado em 09 de outubro com a ajuda do telescópio automático do observatório, instalado no estado do Novo México, EUA. Em seguida, a descoberta foi confirmada pelo projeto estadunidense de rastreamento do céu Catalina, em como por cientistas japoneses e australianos.

Fonte: Voz da Rússia
Via: Libertar.in
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Alerta geral: 1º de outubro Governo americano será fechado e pode pedir falência, Cometa Ison, Falsa bandeira, Preparação da Fema


Agora é sério!

Recomendo que se preparem para comprar alimentos, utensílios de sobrevivência, para durar entre 2 semanas até 6 meses, para resistir em tempos de histeria coletiva. Se possível, mobilizem isso, mesmo que ainda não aconteça nada de "grave".

Vamos orar para que não aconteça nada de "ameaçador" nos próximos dias. Espero que tudo isso seja uma coincidência. Mas pelas informações que tem aparecido...

A mídia não diz nada sobre estas coisas!

Tudo isso justamente em datas próximas? Um tal de cometa Ison passará por Marte exatamente nesta data. Será que vai causar transtornos à Terra? Para acompanhar o cometa Ison: Apolo11.com/ison

Governo americano será fechado justamente antes de 1º de Outubro. Qual seria o verdadeiro motivo disso? O governo dos Estados Unidos pode ser "desligado" em uma semana - alertou a Casa dos Representantes, casa baixa do Congresso norte-americano. Caso os deputados e senadores não encontrem um consenso sobre orçamento até o final da segunda-feira (30), o governo perderá funções básicas.

EUA podem entrar em falência em 17 de outubro

Os Estados Unidos poderão ficar à beira da falência já em 17 de outubro, caso não aprovem urgentemente uma lei para elevar o teto da dívida nacional, afirmou o secretário do Tesouro dos EUA, Jacob Lew, em uma carta destinada aos líderes do Congresso dos EUA.

Segundo ele, desta vez, as consequências para os Estados Unidos serão mais graves do que em 2011, quando uma situação similar causou a queda de seu rating de crédito.

Lew especificou que, daí a três semanas, o Tesouro do Estado terá apenas $30 bilhões, enquanto as obrigações financeiras dos Estados Unidos durante este período podem dobrar este montante.

Fontes: Infomoney, Political ticker e Voz da Rússia

A Forca Aérea dos EUA fechara seu Sistema de Monitoramento do Espaço Aéreo responsável pelo monitoramento de satélites e "outros objetos" no dia 1 de outubro.

Reuters.com

Fema se preparando e mobilizando pessoas, médicos, engenheiros.

Liberta.in/PreparaçãodaFema

Ela está preparando para implantar 100 mil médicos para 1.000 abrigos

Detalhes Parciais:

° 100.000 calças e camisas cirúrgicas. (Deve entregar 50 mil, com 48 horas de antecedência).

° 100.000 camisas e calças. (Deve entregar 50 mil, com 48 horas de antecedência).

° 1.000 abrigos cada um com 100 pessoas, com chuveiros e banheiros móveis de apoio (2000 total de chuveiros).

° Combustível suficiente, recipientes quentes, entrega de comida, artigos diversos, equipamentos de previsão, equipamentos de higiene.

° 6.000.000 de cobertores de algodão autoclaváveis e assim por diante.

° 8,1 milhões de litros de água potável engarrafada e 3 milhões de litros de água potável de vida útil.

Vídeo: Fema se preparando para um desastre em outubro

Eu não sei se são legítimas todas as reivindicações que são feitas, mas é interessante notar que este vídeo foi publicado em 18 de agosto, que é a Síria antes do fiasco. Síria foi palco no dia 21 de agosto, com os ataques de gás. Quando você toma este vídeo em conjunto com os ataques com gás e os relatórios de movimentação de armas nucleares em situação irregular.

Quanto você quer apostar que veremos um grande ataque "terrorista" ocorrer na primeira semana de outubro? Ou isso, ou eles vão explodir a Síria na primeira semana de outubro e ou estão planejando para ataques de retaliação.

A dívida nacional foi congelada por um tempo agora e as impressoras de dinheiro estão a esgotar-se de truquespara esconder a sua fraude do mundo. Eu acho que eles vão fazer algo incrivelmente estúpido como um último esforço para manter o controle sobre seu império moribundo.


Alerta: EUA se Preparando Secretamente Para uma Mega Catástrofe, Entre Setembro e Outubro 2013!


Continua a FEMA em grande movimentação nos Estados Unidos, ninguém sabe o porque da compra de tantosalimentos e muito menos da compra de caixões para colocar corpos a movimentação é tanta que os USA já não conseguem mais manter em segredo a notícia se espalha pela internet que algo desastroso esta por vir e de grandes proporções entre setembro e outubro 2013.

Operação “BlackOut” - Falsa bandeira - 1º de outubro

O próximo auto-atentado terrorista do lobby judaico-sionista(AIPAC) nos EUA poderá ser no dia 1 de Outubro de 2013. O motivo para desconfiar disto são as recentes notícias sobre evento solar Carrington e um site com contagem regressiva de um suposto grupo de “hackers sírios”(SEA – Syrian Electronic Army) que termina justamente nesta data. O site é o Opblackout.com quem tiver dificuldades em acessar sugiro que use um web proxy.


Para quem não lembra, recentemente o Twitter, New York Times e Washington Post sofreram ataques que foram reinvidicados pelo grupo SEA(Syrian Electronic Army) e agora este mesmo grupo publicou um site avisando que a operação “BlackOut” será realizada no dia 1 de Outubro.

Quem está por dentro das últimas notícias publicadas em relação à Síria já sabe que o que o verdadeiro motivo por trás dos ataques à este país é o gás e gasoduto que o eixo sionista tanto deseja pilhar.

EUA, Israel e Europa querem o gás e o gasoduto da Síria

Óbviamente, o SEA não pertence à sírios, muito provávelmente sejam crackers que trabalham para o United States Cyber Command, NSA, Mossad e CIA para perpetrar ataques e atribuí-los à vítima a ser atacada. Como não conseguiram apoio popular para iniciar um ataque à Síria eles podem usar o plano B, auto-atentados terroristas no estilo 9/11 para chocar a população e em seguida jogar toneladas de mentiras na mídia com o intuito de convencer a comunidade internacional de que a Síria é o agressor.

Veterano do Corpo de Marines dos Estados Unidos: “A verdade por trás do 9/11 aniquilaría Israel“

Outra possibilidade seria lançar um missíl nuclear na atmosfera terrestre para causar um pulso eletromagnético(PEM) sobre os EUA, deixando o país às escuras, em seguida a mídia diria que o ocorrido foi devido à um evento solar Carrington. Ou seja, eles possuem dois planos terroristas na manga, um auto-atentado atribuído ao SEA ou uma detonação nuclear para apontar o Sol como o culpado.

Portanto, se no dia 1 de Outubro ocorrer um ataque à rede elétrica dos EUA e a população estadunidense ficar sem energia saberemos que o plano não saiu da Síria e nem do Irã, será mais um ato de terror dos sionistas de Israel e dos EUA para iniciar a tão desejada 3ª Guerra Mundial.

O objetivo deste artigo não é profetizar data mas demonstrar como é possível descobrir os verdadeiros autores dos atentados terroristas que levam à guerras contra nações que não estão alinhadas com os interesses da banca judaica ( Rothschild, Rockefeller, Goldman Sachs, JP Morgan, etc ) e corporações petroleiras, basta ligar os pontos.

Curiosamente, no site opblackout.com está escrito “The Path to WW3“(O caminho para a terceira guerra mundial).

Fonte: Caminho alternativo

Terremotos

Forte terremoto sacode Paquistão, a 69 km de Awaran - 7.7 graus

Apolo11.com/terremotosglobais

Depois do terremoto na terça-feira 24/09/13, uma nova ilha se levantou do mar testemunhada por uma multidão de curiosos. A ilha é montanhosa e subiu cerca de 100 pés. Ela foi vista perto da costa Gwadar.

Forte terremoto sacode Peru, a 85 km de Acari - 6.8 graus

Apolo11.com/terremotosglobais

Não devemos ficar demasiadamente ansiosos. Vamos ficar atentos.

Aqui apenas foi apontados Fatos:

1- a grave crise entre os poderes executivo e legislativo nos EUA;

2- o pelo estranho fato de o governo dos EUA ameaçarem fechar as portas se o Congresso nao permitir que ele gaste irresponsavelmente;

3- inclusive mandando tropas do exercito, comidas e água emergencial para a região exatamente na data a partir dos cortes;

4- estamos vendo uma evolução de acontecimentos arbitrários nesse pais… e a credibilidade não caiu, mas despencou;

5- cometa Ison;

6- terremotos.

Fonte: Libertar.in
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Nasa rastreia (em segredo) Enorme Objeto Celeste se Aproximando da Terra via Polo Sul


Um corpo celeste se aproxima do nosso sistema solar, possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente tão perto da Terra que seria parte do nosso sistema solar e que foi descoberto por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-iras) há 30 anos atrás, em 1983.

Um Telescópio dos EUA foi criado para ser o rastreador de um novo objeto cósmico, que poderia ser um Planeta, uma Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf ) que esta entrando em nosso sistema solar pelo Hemisfério sul celeste, perpendicular à eclíptica (eixo leste-oeste das órbitas planetárias) celeste que foi instalado na Antártica (o sul, o Abismo da Bíblia, o ABZU, comandado por Enki-Ea, o deus da cultura suméria que criou o homem no E-Din).
Jacco van der Worp - Prefácio de Masters Marshall

Quando eu comecei este site em 1999, juntamente com Jacco van der Worp, Steve Russell e Janice Manning, o nosso foco foi centrado apenas sobre as mudanças na Terra. Ao invés de centrar um debate apenas seguindo os passos das mudanças na Terra centrada no impacto provocado pela humanidade sobre a biosfera, também se optou por ver se havia uma causalidade Não percebida pelo mundo.

No final de 2000, determinou-se que havia, e isso nos levou aos nossos esforços de pesquisa atuais no que diz respeito ao astro intruso, o Planeta X/Nibiru/Nêmesis/Hercólobus/Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star), ou como quiserem chamá-lo.
A pessoa-chave no conteúdo revelador deste artigo é um antigo oficial da inteligência do governo dos EUA com o nome de John Maynard. Nos dias atuais, ele é mais conhecido por seu envolvimento com o Dr. Steven Greer no Projeto Disclosure (revelação da existência de vida extraterrestre e nosso contato com esses seres de outros sistemas estelares/planetários).

Com relação a este artigo, a sua explicação de como primeiramente o nosso governo começou a acompanhar o Planeta X já desde 1983, quando teria sido descoberto, está agora a ser corroborada com a instalação do Telescópio do Pólo Sul, chamado de (SouthPole Telescope SPT), na fria e congelante Antártida.

No final de 2000, também tive várias conversas com John Maynard sobre o Planeta X. Na verdade, eu o provei duro o bastante. John havia trabalhado em Denver no projeto de satélite Space Imaging para a Lockheed Martin, eu sabia que se um objeto grande e inusitado tivesse entrado no sistema solar e que estava a caminho de seu interior, o Hubble ou algum outro “pássaro” do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tinha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite era muito forte.


Então John finalmente me disse que algo grande tinha sido fotografado pelo satélite da NASA, de sensoriamento infravermelho, o IRAS em 1983 (n.T. Significa que o círculo fechado de cientistas e o governo dos EUA já sabem disso há exatos 30 anos) e que a história de sua falha mecânica foi utilizada como uma cobertura para nada revelar ao público (lá vamos nós de novo com a teoria da conspiração…). Como ele me explicou, os dados do satélite IRAS começaram a chover, e é aí que eles descobriram o Planeta X.

Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do corpo celeste estranho:

A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1

“Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS).

Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível.

“Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros.

Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

Durante uma varredura dos céus, ele se destacou como um objeto do tamanho de um polegar, pior ainda, ele estava se aproximando do Planeta Terra (do sistema solar) vindo pelo hemisfério sul (o Abismo bíblico, o ABZU sumério). Isso era especialmente uma má notícia, porque a grande maioria dos observatórios astronômicos mais capazes do mundo estão ao norte do equador, no hemisfério Norte do Planeta, então foi tomada a decisão de dedicar a vida útil remanescente do satélite IRAS para a observação da aproximação desse objeto.

Então a América gastou enormes somas de dinheiro para implantar um enorme telescópio do Pólo Sul (SPT-South Pole Telescope), na Antártica. A instalação final do complexo é do tamanho de um mini-shopping e exigiu um esforço enorme de transporte aéreo em aviões Hércules C-130 para o transporte de módulos pré-montados desde os EUA, passando pela Austrália e uma grande equipe para a mais desolada, inóspita, selvagem, fria e inacessível região do mundo.

Por quê? Porque o Planeta X / Estrela Anã Marrom foi avistado pela primeira vez em 1983 e esta descoberta estimulou a elite dos EUA para construir o SPT - Um rastreador espacial feito pelos EUA, (a serviço da humanidade?) para a descoberta do novo (ao menos para a nossa civilização) astro de nosso sistema solar, o Planeta X.

Entre os investigadores independentes, como nós em Yowusa.com e os investigadores igualmente comprometidos com os quais os dados que nós compartilhamos, da observação do IRAS em 1983 do Planeta X / estrela Anã Marrom esse tem sido sempre um tópico quente.

A localização do SPT, South Polar Telescope na Antártica, no Polo Sul.

Em nível privado, em que muitas vezes discutimos como a nave espacial, o satélite da NASA, IRAS que primeiro capturou imagens de infravermelho em 1983 com o mesmo rumor. Dada a falta de comprovação oficial, como você pode publicar uma história que pode ser facilmente derrubada como um rumor?

Mas agora temos a confirmação que nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble, juntos, este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Nêmesis, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf Star, etc…) mas que parece ser uma estrela Anã Marrom que esta se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus da Antártida, pelo polo Sul.

Principalmente por que a rota de entrada desse novo corpo celeste será pelo sul de nosso sistema solar, perpendicular ao eixo leste-oeste das órbitas planetárias, da eclíptica celeste. Esse novo corpo celeste será primeiro visível nos céus do hemisfério sul, pois a sua chegada ao sistema solar, esta ocorrendo pelo sul.

(n.t. De fato não é o Planeta Nibiru o objeto que está sendo rastreado mas sim uma estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star) que esta entrando em nosso sistema solar e como consequência disso primeiro já testemunhamos um aumento significativo do fenômeno de Cometas, meteoros e Asteróides se aproximando da Terra (alguns caindo, como visto nas visões de João, no Livro das Revelações/Apocalipse), pois esses detritos foram jogados para o interior do sistema solar quando esse novo corpo celeste adentrou o mesmo. Este fato se confirma com a queda de meteoro na Rússia em fevereiro e o aumento da aparição de cometas e quedas de meteoros em 2013.

O telescópio dos EUA instalado no pólo sul.

Por que a América iria gastar uma fortuna enorme para o transporte em módulos da massa de equipamentos com esta instalação enorme do telescópio em aviões C-130 de transporte aéreo desde os EUA, passando pela Austrália, para a mais desolada, inóspita, selvagem, fria e inacessível região do mundo para acompanhar esta entrada do corpo celeste?

Porque este é o lugar onde os astrônomos irão encontrar e rastrear o seu momento final de aproximação e isso é uma boa notícia. A resultante do espectro de multi observações poderá traduzir-se em dados para se salvar muitas vidas. Veremos !

“É de sua responsabilidade dedicar o máximo de tempo para a sua própria Libertação”.
 
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