Rachadura de um quilômetro de comprimento e oito metros de profundidade na Costa de Hermosillo no México, é desconcertante para os moradores e funcionários de La Candelaria. A trinca foi formada em 17 de agosto de 2014, enquanto as redes sociais acreditam que ele foi criado por um terremoto na falha de San Andres, um geólogo da Universidade de Sonora indica que o solo provavelmente desmoronou por causa de um fluxo de água subterrânea. Como mostrado em uma das fotos, este grande rachadura tem três trincheiras perpendiculares a partir de correntes laterais. Além disso em alguns lugares ainda está coberto. O solo da região é muito instável, o que torna as investigações mais difícil. Veja o vídeo:
Seria possível um ser vivo tão pequeno forçar uma pessoa carnívora, que aprecia um belo bife, ser vegetariana, obrigatoriamente? Ao que tudo indica, sim! O fato não é de conhecimento científico recente. Os pesquisadores já sabiam dessa capacidade e agora dizem que o problema pode se agravar, já que a espécie parece estar se espalhando, com 200 casos oficiais confirmados de vítimas nos EUA. O problema é tão grave que, pessoas que foram picadas por ele, não podem comer nem mesmo um simples hambúrguer, pois a carne ingerida provoca uma reação alérgica seríssima, obrigando as pessoas a procuraram o serviço de emergência. Pouquíssimas pessoas sabem do problema e demoram muito tempo para reconhecer que algo está errado. De acordo com o portal NBC, o alergologista Greg Cergol, comentou que a espécie é um tipo de carrapato estrela solitário. Apesar do aparente “pânico” que se instaurou no Texas, um dos estados americanos que mais consome carne, existem outras espécies de carrapato no Japão, Espanha, Suécia, Alemanha, França, Austrália e Coréia do Sul que também podem provocar alergia à carne nos usuários picados por eles.
A chave está na bioquímica. O carrapato possui uma substância chamada galactose-alfa. Trata-se de um tipo de açúcar que também pode ser encontrado nas carnes vermelhas, especialmente bovina, mas também está presente em suínos, na carne do veado, de coelho, além de produtos que usem leite. Quando você ingere essa substância via oral e cai no estômago, não existe nenhum mal, mas ao entrar pela corrente sanguínea através da picada do carrapato, o corpo reage de modo enérgico, com grande resposta imunitária. O seu corpo começa a entender que esse açúcar no sangue é algo estranho e maléfico, e começa a tentar eliminá-lo através da ação de potentes anticorpos. O que acontece a seguir é uma memória imunitária, ou seja, todas as vezes que o indivíduo ingerir carne ou qualquer alimento que contenha galactose, desencadeará uma reação alérgica no corpo. Em um dos depoimentos mais dramáticos, Louise Danzig, de 63 anos, comentou sua experiência: “Eu acordei com as mãos muito inchadas, estavam pegando fogo de tanta coceira. Eu podia sentir meus lábios e língua, estavam inchados”. Ela apenas teve tempo de ligar e pedir ajuda. Rapidamente começou a ver suas vias respiratórias fecharem e perder a capacidade de fala. Tudo isso ocorreu após ela comer um hambúrguer. Ela não sabia que havia sido picada pelo carrapato. Tratamento As reações alérgicas são tratadas com anti-histamínicos, para aliviar a coceira e, em casos mais graves, adrenalina intravenosa. Os médicos aconselham que pacientes levem consigo adrenalina, para casos de extrema emergência, se comerem carne novamente, sem perceber, em algum alimento industrializado. Os médicos não sabem dizer se a alergia é permanente ou por quantos anos ela dura. As pesquisas mostraram que alguns pacientes enfrentam queda desses anticorpos ao longo do tempo, e muitos não admitem parar de comer carne e consomem salsichas, hambúrgueres, carne e derivados, mesmo sabendo que a reação desagradável começará em questão de minutos ou horas. Fontes: NBC - Jornal Ciência
Uma equipe de geólogos dos Estados Unidos revelou, no último mês, uma aceleração de 20% do fenômeno conhecido como “neve escura”, que diminui a capacidade do gelo de refletir a luz que recebe.
O fenômeno acontece entre a região do Himalaia até o Ártico pelo aumento da quantidade de pó que provém do solo, da fuligem gerada por incêndios e das partículas ultrafinas do carbono negro e do combustível de motores industriais.
Assim, as camadas de gelo e de neve em todo o mundo absorvem mais calor solar e aceleram o processo de degelo.
A camada de gelo do Ártico perdeu cerca de 13 milhões de toneladas entre 1992 e 2001, mas poderá perder um extra de 27 milhões de toneladas por ano, o que imediatamente se refletiria no aumento do nível do mar em vários centímetros para o ano de 2100.
Segundo medições de satélites, na última década, a superfície do manto gelado da Groenlândia escureceu significativamente durante a temporada de degelo. Tanto que em algumas áreas, o período dura cerca de seis a onze dias mais do que há 40 anos.
Com isso, cada vez mais áreas estão descobertas, o que aumenta a erosão e transforma o processo em um ciclo perigosamente vicioso.
Um misterioso buraco gigante na Sibéria, na Rússia, tem deixado os cientistas e a população espantados. Um vídeo feito por um helicóptero mostra a estranha configuração e uma espécie de combustão ao redor da cratera. Os relatórios iniciais e as imagens foram suspeitos de serem falsos, mas o buraco é um fenômeno real. O vídeo foi feito enquanto o helicóptero sobrevoava a área de Península de Yamal (também chamada de 'fim do mundo'), ao norte do país, onde estão grandes campos de extração de gás. O buraco tem cerca de 80 metros de diâmetro, mas sua profundidade ainda não foi estimada. Segundo The Siberian Times, uma equipe de cientistas foi enviada para recolher amostras no local e investigar o buraco. Enquanto não há respostas para o mistério, surgem diversos rumores na internet sobre a origem da cratera. Enquanto alguns acreditam que o buraco surgiu após a queda de um meteorito, outros apontam que a cratera é um vestígio deixado pela aterrisagem ou queda de um ovni. Anna Kurchatova, do Centro de Investigação Científica do Sub-Ártico, disse ao jornal que o buraco pode ser resultante do aquecimento global. Segundo a cientista, o solo congelado acumulou ao longo dos séculos bolsas de uma mistura de gás, água e sal. Com o calor, o local acumulou uma pressão suficiente para provocar uma explosão semelhante à da rolha de uma garrafa de champanhe. Veja abaixo o vídeo feito pelo helicóptero:
O grave derretimento de estradas em Yellowstone National Park provocou o fechamento de estradas. O parque fica em uma caldeira do vulcão (uma depressão no solo criada pelo colapso de terra depois de uma erupção vulcânica), portanto temperaturas quentes do solo quentes são normais. No entanto, as condições atuais são anormais. Os mais de 3 quilômetros de extensão da Firehole Lake Drive, um ramo da Grand Loop Road do parque localizado entre o gêiser Old Faithful e Madison Junction, estão fechados porque o derretimento do asfalto a transformou em uma "pasta", disse o porta-voz do parque Dan Hottle. A estrada Firehole Lake Drive fornece acesso a dois dos muitos gêiseres do parque e uma fonte para os Gêisers Great Fountain, White Dome e Firehole Lake. Yellowstone fica no topo da caldeira de um super vulcão, então variações de temperatura são normais para o parque, disse Hottle. Não é incomum o asfalto se tornar macio e pegajoso com óleo onde os pneus podem ficar presos. Mas, acrescentou que a liquefação do pavimento que está ocorrendo agora é extrema e incomum. "Mas é difícil dizer se uma área termal é mais quente que o normal, porque ela está sempre oscilando aqui", disse Hottle. "O fechamento de estradas são negócios muito comuns para nós." Fontes: Disinformation - Los Angeles Times - Universe Today - A Nova Ordem Mundial Via: Revellati Online
Austin Holland, pesquisador do Serviço Geológico em Oklahoma, expõe um gráfico com registros de atividades sísmicas.
Associated Press
Cientistas dizem que o recente aumento nas ocorrências de terremotos de pequena magnitude no Estado americano de Oklahoma provavelmente é resultado da alocação subterrânea de grande quantidade de águas residuais geradas pela extração de petróleo e gás. Tremores costumavam ser raros em Oklahoma. Antes de 2008, o Estado registrou apenas um terremoto por ano de magnitude 3 ou maior. Neste ano, já ocorreram 230 terremotos dessa magnitude, mais que o número registrado na Califórnia. "É um crescimento muito significativo", diz Katie Keranen, sismóloga da Universidade Cornell e principal autora de um estudo sobre os tremores de Oklahoma, publicado na quinta-feira passada na revista "Science". As descobertas se somam a um crescente volume de evidências de que vários tipos de atividades humanas de grande escala — da mineração de carvão à construção de barragens — podem ajudar a provocar terremotos. Na maioria dos casos, os processos geológicos são complexos e pouco compreendidos. No centro e no leste dos Estados Unidos, o número de terremotos saltou nos últimos anos, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. A agência afirma que mais de 300 tremores acima da magnitude 3.0 ocorreram em três anos, entre 2010 e 2012, ante uma média anual de 21 para o período entre 1967 e 2000. Esses terremotos foram grandes o suficiente para serem sentidos, mas raramente causaram danos. Ao analisar dados de terremotos a partir de 1970, a agência verificou que a alta dos abalos sísmicos coincide com a injeção de águas residuais em vários lugares, incluindo os Estados do Texas, Colorado, Arkansas, Ohio e Oklahoma. Ela planeja divulgar um mapa de risco de terremotos provocados pelo homem, conhecidos como terremotos induzidos. Keranen e seus colegas analisaram mais de perto a atividade sísmica em Oklahoma. Na extração de petróleo e gás, uma grande quantidade de água não potável, que fica abaixo da superfície, precisa ser eliminada de alguma forma. Ela é normalmente colocada em poços de cerca de dois quilômetros no subsolo. À medida que essa água se acumula, a pressão aumenta e começa a se expandir para fora dos poços. As descobertas de Keranen foram baseadas em um modelo dessas pressões. "Descobrimos que o aumento da pressão no local dos tremores era similar à magnitude da transferência de estresse que pode levar a um tremor secundário" em um terremoto natural, diz. Os pesquisadores também descobriram que quatro dos poços com maior volume em Oklahoma são capazes de provocar cerca de 20% dos recentes terremotos no centro dos EUA. Eles também descobriram que tais "terremotos induzidos" podem potencialmente ocorrer a mais de 30 quilômetros do poço. Os riscos dos terremotos induzidos podem variar de acordo com a geologia. Durante a produção de petróleo na Califórnia, muito da água é reinjetada na área onde é extraída. Na Califórnia, diz Tupper Hull, porta-voz da Associação de Petróleo dos Estados do Oeste, "isso não está alterando as pressões geológicas e é altamente improvável que se crie as condições que as pessoas em outros Estados estão vivenciando". Em 2009, cientistas nos EUA e na China publicaram relatórios examinando a possibilidade de a construção de uma gigantesca barragem ter provocado a atividade sísmica que ajudou a desencadear o terremoto na província chinesa de Sichuan que, em 2008, causou a morte de quase 90.000 pessoas. A barragem foi construída a 500 metros da linha de falha do terremoto. Entretanto, cientistas não relacionaram de forma conclusiva a barragem ao terremoto. Um estudo publicado em maio na revista "Nature" sugeriu que a extração de água por um longo tempo provocou o afundamento do Vale de San Joaquin, na Califórnia, ao mesmo tempo em que levantou a crosta terrestre nas áreas ao redor. Esses movimentos, segundo o estudo, foram suficientes para alterar o estresse da falha de San Andreas, próxima ao local, e pode explicar o aumento de pequenos terremotos na região. Processo semelhante aconteceu no município de Irecê, na Bahia. A região reúne cerca de 39.000 famílias de agricultores, de acordo com a Cooperativa da Agricultura Familiar do Território de Irecê Ltda, a Coafti. A agricultura depende da irrigação e mais de 10 mil poços foram abertos para extração de água.
A situação se agravou quando empresas de fertilizantes começaram a arrendar esses poços para retirar água para uso industrial. Segundo estudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, o IPT, a extração excessiva da água acabou provocando sua escassez. O IPT afirma que isso está ligado ao rebaixamento das terras próximas, o que provocou rachaduras nas ruas, casas e propriedades rurais do município, principalmente na localidade vizinha de Lapão. (Colaborou Eduardo Magossi.)
Previsões sombrias sobre o futuro da humanidade são divulgadas a cada dia. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? Mas há uma luz no fim do túnel
Venda de gasolina no Quirguistão, Ásia Central. A escassez do produto e seu alto preço no país têm estimulado algumas pessoas a comercializá-lo em pequenas quantidades à beira das estradas. Disparada do preço do petróleo, aquecimento global, degelo das calotas polares, elevação dos oceanos, alta do preço dos alimentos, escassez de água potável - tudo isso e mais um pouco está tirando o sono do planeta. Sem reservas Dapreciáveis de petróleo e de terras agricultáveis, com verões escaldantes, invernos gelados e violentas tempestades nas épocas de chuvas, os europeus estão vivendo o pior dos mundos. E não só eles. A imprensa tem divulgado previsões sombrias sobre o futuro da Europa e da humanidade. Se assim será por lá, pior ainda na China, na Índia e em outros países emergentes, Brasil incluído. Como será a vida sem petróleo? Sem água? Sem comida? E, por mal dos pecados, sem sexo? Porque será humanamente impossível, com tanto problema na cabeça, pensar ainda naquilo. Mas ainda existe gente otimista. Uma publicação francesa pediu a pesquisadores de novas tecnologias que descrevessem o cenário que imaginavam para um mundo sem petróleo. Nenhum pintou o caos, mas todos concordaram que a vida será muito diferente. Um deles prevê que o fim do petróleo fará a humanidade voltar ao melhor dos tempos: em vez do automóvel, a carroça; em vez de possantes motores, cavalos, jumentos, asnos e outros bichos de tração. O pesquisador não pensou, porém, no grave problema de trânsito que as carroças vão causar na Place de l'Etoile, na Times Square ou na Avenida Paulista, com centenas de garis correndo para lá e para cá a fim de recolher o produto indesejável dos escapamentos animais. Em vez disso, ele pensou nos preços da aveia e forragens nos mercados spot, prevendo uma disparada igual à do petróleo hoje. Com a grande vantagem de que aveia e forragem são cultiváveis. No entanto, plantar aveia onde? Na Europa, onde não haverá terra suficiente para alimentar os humanos? Nos países pobres? Com isso, vão ter uma gorda receita para equilibrar suas finanças. Mas e se houver fome nesses países, pela substituição de cultivos para os humanos por forragens para os animais? A questão remete ao debate entre os países ricos produtores de etanol à base de milho e os pobres produtores de etanol da cana-de-açúcar. Os ricos, acusados de encarecer os alimentos no mundo; os pobres, de crime contra a humanidade por plantar cana em vez de feijão. Quem tem razão? Nenhum dos visionários europeus abre uma chance sequer ao etanol brasileiro. Se pensam na volta das diligências, porém, é porque os produtores de cana não estão vendendo direito seu peixe. Com os Estados Unidos plantando milho para fazer álcool e o galão de gasolina a cerca de US$ 5, não há dúvida de que estamos na nova era. Aí, a vantagem do álcool de cana - dez vezes mais competitivo que o do milho e derivado de um cultivo nãoalimentar - é fora de série. Grupo de refletores de luz solar na usina Solar-1, em Barstow, na Califórnia. A luz é enviada para uma torre da usina, que a transforma em energia. Essa matriz energética deve ganhar cada vez mais força com o passar dos anos. Haverá fome por causa disso no mundo? É lobby das grandes empresas petrolíferas. A área cultivável não aproveitada do Terceiro Mundo pode abastecer toda a frota mundial de veículos. A floresta amazônica seria varrida do mapa? Ora, lá não dá para plantar nem cana nem grãos. A ameaça ao pulmão do mundo vem dos desmatamentos para as pastagens e da venda ilegal de madeira aos países ricos. Quando o petróleo vai acabar? O petróleo um dia vai acabar, isso é certo. Em muitos lugares já acabou. Mas, por enquanto, não é possível estabelecer uma data precisa para essa total exaustão das reservas. O que há são especulações, mais ou menos verossímeis. No início deste século, os cálculos mais acurados indicavam que a produção iria se estabilizar ao redor de 2004, e que esse patamar iria durar, na melhor das hipóteses, apenas 15 anos. Depois disso, a extração de petróleo convencional entraria em gradativo, mas inexorável, declínio. Para a maioria dos especialistas, o patamar estável já foi atingido. O próximo passo, fatalmente - e apesar de recentes descobertas alvissareiras, como a dos campos de petróleo na camada de pré-sal -, é que a produção global irá parar de crescer em breve. Preparados ou não, teremos de enfrentar um futuro sem petróleo. Um futuro que poderá ser marcado pela recessão e pela guerra. Ninguém sabe de fato quanto combustível existe no subsolo do planeta. Os chamados pessimistas do setor petroleiro argumentam que o ponto de inflexão é iminente, ou já ocorreu, e está mascarado pelas flutuações diárias na produção. Os otimistas, por seu lado, afirmam que décadas se passarão até esse ponto ser atingido. Segundo eles, ainda existe muito petróleo acabanpara ser extraído ou achado. Há também imensas reservas de petróleo "não convencional", como os maciços depósitos de areia betuminosa no oeste do Canadá. Mas até mesmo os mais otimistas admitem que os limites físicos já são visíveis. O número de novas jazidas descobertas a cada ano vem se reduzindo nas últimas décadas, apesar dos avanços tecnológicos, entre os quais sistemas digitais de levantamento sísmico que permitem aos técnicos distinguir os depósitos de petróleo muito abaixo da superfície da Terra. Por outro lado, a maioria dos campos grandes e fáceis de localizar - os chamados "elefantes" - foi descoberta décadas atrás, e os remanescentes tendem a ser bem menores. Estes não apenas são mais difíceis de ser encontrados do que os campos maiores, como também precisam ser descobertos em maior número para que se extraia a mesma quantidade de petróleo. O grande temor é a lentidão com que o mundo está reagindo à quase certa escassez do petróleo no futuro próximo. Carros com motores mais eficientes e alternativas como os biocombustíveis vão compensar o fim de algumas fontes de petróleo, mas o maior desafio talvez seja o de reduzir a demanda em sociedades sedentas de energia. No entanto, discussões realmente sérias sobre mudanças em nosso modo de vida e nossos hábitos perdulários ainda não começaram. Corremos o risco de ser simplesmente atropelados pela história. Mais: os alimentos não estão em alta por falta de plantio, mas por especulação combinada com o apetite dos chineses, hoje comendo como nunca. Quando a bolha especulativa furar, os preços vão cair pelo menos 30%. Quando? Os visionários não foram perguntados, mas é uma boa questão. E a resposta é: quando os EUA e a Europa reduzirem seus déficits públicos a menos de 2% ou 3% de seus PNBs. (PNB, o produto nacional bruto, é a soma das riquezas produzidas anualmente num país, com o acréscimo das rendas recebidas do exterior por empresas e cidadãos desse país e o desconto das rendas obtidas por empresas e cidadãos de outros países). Voltando às previsões mundiais, pensar no fim da era do petróleo até que não é má idéia. O futuro será da organoquímica, sucessora da petroquímica. Os copinhos hoje de plástico obtido a partir do petróleo serão feitos de bagaço de cana e casca de batata. Translúcidos e bonitos, decompõem-se na natureza em menos de oito meses. O vestuário dos humanos, a decoração de interiores de suas casas, o plástico amplamente usado em veículos, equipamentos e utensílios domésticos, tudo será de fibras orgânicas, sem um pingo de poliéster, derivado do petróleo devidamente extinto. E alô, alô, atenção, agricultores: a fibra do bambu, já presente na produção de tecidos, é um aperitivo do que a criativa organoquímica irá produzir. Fontes limpas e abundantes de energia, como a eólica, a das marés e a geotérmica, substituirão a energia das termelétricas e usinas nucleares. O motor movido a ar comprimido vai tirar das cidades os gastadores, poluidores e lentos caminhões de entrega. Está acabando o ar? É só parar no posto e encher o tanque de ar comprimido, como se enchem hoje os pneus do carro. De graça, viu? Modelos esportivos ou para duas pessoas também cruzarão as ruas das cidades, com autonomia para rodar o dia inteiro. Repito, de graça! Para as auto-estradas, o cardápio é variado: automóveis 100% elétricos, movidos a baterias e painéis solares; caminhões e ônibus com motores a hidrogênio ou elétricos, conforme o tamanho e a necessidade. No céu, aviões com painéis solares e reatores a nitrogênio sugado do próprio ar. Nos oceanos, supercargueiros no lugar dos superpetroleiros, propulsados a hidrogênio do próprio mar, além de turbinas acionadas pela força das ondas e pelo vento. Nas ferrovias, trens-bala com baterias auto-recarregáveis correrão suspensos sobre trilhos eletromagnéticos, a 500 km/h, dispensando energia elétrica da rede pública. Protótipos esportivos do automóvel 100% elétrico já estão em testes, andando a 210 km/h e acelerando de 0 a 100 em quatro segundos, com autonomia de 400 km e recarga de baterias em apenas 20 segundos. Quando tiverem painéis solares, a recarga será automática. Grátis também, viu? E do trem-bala a nitrogênio já existe um protótipo brasileiro, mostrado em julho à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Funciona e é mais avançado que os atuais trens-bala japoneses. Clique para ampliar Casas e prédios produzirão sua própria energia, à base de baterias, painéis solares e miniturbinas eólicas. As piscinas serão fontes de energia gratuita, refrigerando a casa no verão e aquecendo-a no inverno. Painéis solares miniaturizados para caber na bolsa ou no bolso vão recarregar o celular, o notebook e qualquer aparelho a pilha ou a bateria. E o vaso sanitário do futuro, se não haverá água bastante nem para beber? Um vaso meio jurássico que hoje custa US$ 5 mil a unidade, de fabricação japonesa e com direito a um banhozinho automático no traseiro, será desenvolvido para aposentar os atuais modelos. Com um detalhe essencial: sem uma gota d'água. É simples. Ao se levantar a tampa, um produto higiênico inerte desce pelas laterais, levando tudo para o fundo, limpando e eliminando totalmente os odores. Embaixo do trono, o segredo do negócio: uma miniusina de decomposição ativada pelas mesmas e poderosas bactérias que consomem troncos de árvores tombadas nas florestas. É só jogar um punhado de casca picada no fundo, depois do serviço. As crianças vão adorar. Após o tratamento, o produto vira um farelo seco e sem cheiro que será expelido por um golpe de ar comprimido para a caixa de dejetos do prédio - aliás, não mais uma caixa de dejetos, mas de adubo orgânico da melhor qualidade, pronto para uso na agricultura. Por falar nela, o problema da escassez de terras produtivas estará resolvido. Em vez das fazendas horizontais de hoje, superfazendas verticais - imensas torres metálicas, com até mil metros de altura e centenas de andares de produção (ver págs. 24-25). Os do topo produzindo energia fotovoltaica a partir dos raios solares; os da base, energia a partir do calor do manto terrestre através de poços que usarão tecnologias semelhantes às de hoje para extrair petróleo. Essa energia movimentará turbinas e geradores para alimentar as torres e iluminar as cidades próximas. As torres produzirão sua própria água a partir do ar. Um túnel central fará o ar quente da superfície subir em alta velocidade até o topo, lançando às nuvens produtos para provocar chuvas artificiais programáveis. A água dessas chuvas servirá às torres, às cidades próximas e à recomposição dos lençóis freáticos exauridos. Ao mesmo tempo, os ventos do túnel e do exterior acionarão superventiladores para gerar energia eólica. Nessas torres, todos os cultivos serão hidropônicos. A terra firme será usada apenas para as culturas extensivas, como soja, trigo, milho, arroz. Tudo o mais será produzido nas torres por hidroponia. Protótipos já estão em construção na Espanha. Não haverá lugar para a criação de gado de corte, pelo menos na Europa. A carne virá de países como Brasil, EUA e Austrália, com seus vastos territórios. Mas as torres criarão peixes em tanques, reduzindo a necessidade da pesca em rios e mares, pelo menos até a vida aquática se recuperar da poluição deixada pela era do petróleo. Por último, a tecnologia da comunicação estará tão desenvolvida que os milhões de toneladas de árvores que as indústrias da imprensa e do papel abatem por ano serão lembrados como um dos muitos desatinos do passado. Livros, jornais e revistas serão lidos em imagens holográficas manipuladas pela voz e pelos olhos do leitor. Como? Basta pedir ao microcomputador as notícias do seu jornal favorito e uma imagem tridimensional com textos e fotos surgirá no ar em frente a você. Movimentos dos olhos e da cabeça farão as páginas correr, como se faz hoje com as mãos para virar as folhas de um livro. Se não gostar do visual, o leitor poderá mudar toda a página, ampliando, reduzindo ou suprimindo fotos e diagramando como quiser, aí sim usando as mãos, como no filme Minority Report. Os editores vão se moer. Papel, só para embrulhar presentes. Nesse mundo admiravelmente novo, os visionários deixam a boa sensação de que a humanidade, em meio a tantas delícias, poderá dormir em paz e o sexo não será coisa do passado, mas terá lugar garantido num futuro tranqüilo e reparador. Nada como sonhar.
Veja também um documentário com mais detalhes sobre o assunto:
Anchovas, arraias e até um polvo foram encontrados por autoridades. Biólogos afirmam que calor provocou falta de oxigênio no mar. Equipes do condado de Los Angeles, na Califórnia (EUA), começaram a retirar milhares de peixes encontrados mortos na segunda-feira (19) próximo a uma marina. Segundo autoridades americanas, anchovas, arraias e até um polvo subiram já sem vida à superfície dessa região portuária. Biólogos afirmam que a onda de calor que atingiu a localidade pode ter provocado falta de oxigênio no mar e levado ao óbito em massa dos animais na costa de Los Angeles. As mortes causaram mau cheiro, mas fizeram a "alegria" de focas, pelicanos e gaivotas que passavam por ali.
Segundo biólogos, mortes foram causadas pela falta de oxigênio no mar, provocada pelo calor que atingiu a região (Foto: Nick Ut/AP)
É lamentável ver a vida marinha em estado de mutação e até a morte em consequências dos estranhos efeitos da radiação de fukushima sendo levadas pelo mar a fora.
Mamífero aquático já estava morto quando foi visto em praia de Los Cabos. Biólogos consideram o exemplar como raríssimo. Imagem divulgada nesta terça-feira (7) pela Comissão Nacional de Proteção de Áreas Naturais do México mostra um exemplar raro de baleia-cinzenta siamesa que foi encontrado na região de Los Cabos, no estado de Baja California. Pescadores viram o animal já morto na praia e avisaram especialistas sobre o achado. Biólogos que analisaram o mamífero aquático, que media cerca de 4 metros de comprimento, disseram que a baleia siamesa era um exemplar raríssimo.
Pescadores encontraram um exemplar de baleia-cinzenta siamesa em uma praia do México. Na imagem é possível ver as cabeças das baleias (Foto: Conanp/AFP)
Biólogos afirmam que exemplares como o encontrado na costa mexicana são raríssimos. A foto mostra as caudas das baleias siamesas (Foto: Conanp/AFP)
“Essa nuvem é chamada de Mammatus. Ela são nuvens muito raras. Normalmente as nuvens se formam com o ar que vem de baixo, essas são formadas pelo ar que vem de cima para baixo. São vistas depois de tempestades severas”.
No fim da tarde da última segunda-feira, o engenheiro Gian Carlo dos Santos, morador de Canela, na Serra, fez o registro de uma nuvem rara que apareceu no céu da cidade.
No mesmo dia, Felipe Handow registrou o mesmo fenômeno em Gramado:
Por:Jesus Diaz A maior usina solar do mundo é sensacional – caso você não seja um pássaro como este na imagem publicada pela BrightSource Energy. Esta ave voou por cima da usina e foi morta por seus altíssimos níveis de calor, que podem chegar a 573C. Aparentemente, isso já era esperado.
O Wall Street Journal e um relatório mensal da Ivanpah Solar Electrict Generating System (em PDF) já apontavam para o que seria um dos efeitos colaterais da usina de US$ 2,2 bilhões e 40 andares ao sudoeste de Las Vegas. Quando seus 350.000 espelhos convergem para as caldeiras de água no topo das torres, eles efetivamente se transformam em um raio gigantesco da morte. Tudo o que passar pelos feixes de luz concentrada será morto.
A Comissão de Energia da Califórnia diz que a perda de vida selvagem – e outros problemas ambientais relacionados a isso – é aceitável já que “os benefícios do projeto sobrepõe esses impactos”.
De acordo com eles, a usina produzirá energia elétrica o suficiente para alimentar 140.000 lares quando estiver na sua capacidade máximo, com uma grande redução de emissão de carbono. Ambientalistas afirmam que os benefícios podem não ser tão claros assim. Para piorar as coisas, biólogos dizem que os pássaros podem estar confundindo o mar de espelhos com um lago, o que os atrai para uma miragem mortal. As imagens das aves vieram do relatório mensal. Onze pássaros foram encontrados feridos ou mortos no período.
Himmler deu ordens secretas aos cientistas nazis para investigarem como é que insetos infetados com a Malária poderiam ser lançados na retaguarda das linhas inimigas. Segundo o jornal britânico "The Guardian", uma investigação recente revelou que os nazis estavam a considerar a utilização de mosquitos como arma biológica durante a Segunda Guerra Mundial.
Perto do final da guerra, os cientistas de um instituto de investigação realizaram uma pesquisa sobre como é que mosquitos infetados com malária poderiam ser mantidos vivos o tempo suficiente para serem lançados em território inimigo. A revelação foi feita pelo biólogo Klaus Reinhardt, da Universidade de Tübingen, num artigo publicado na revista "Endeavour".
Reinhard baseia-se na consulta de documentos sobre o campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, onde desde 1942 funcionava um Instituto de Entomologia criado sob as ordens do chefe das SS, Heinrich Himmler.
A missão inicial do instituto era descobrir novos remédios contra doenças transmitidas por insetos, uma vez que as tropas alemãs eram frequentemente atormentadas pela febre tifóide e havia a preocupação de evitar uma epidemia.
No entanto, os investigadores também faziam pesquisas relacionadas com guerra biológica. Em 1944, os cientistas examinaram diferentes tipos de mosquitos para perceberem a sua expectativa de vida e determinar por quanto tempo poderiam ser mantidos vivos ao serem transportados de um laboratório até um determinado local.
No fim das suas pesquisas, o diretor do instituto recomenda a utilização de um determinado tipo de mosquito (Anopheles), um género conhecido pela capacidade de transmitir a malária aos seres humanos. Como a Alemanha tinha assinado o Protocolo de Genebra, em 1925, Adolf Hitler tinha afastado oficialmente o uso de armas biológicas e químicas durante a guerra, tal como as forças aliadas, no entanto, as investigações sobre o projeto com mosquitos continuaram em segredo.
No final, a investigação provou não ter um valor relevante para o esforço de guerra nazi.
O projeto acabou por ser uma "mistura bizarra dos conhecimentos científicos de Himmler com a sua paranóia pessoal acerca de uma visão esotérica do mundo e a preocupação com a segurança das suas tropas SS", afirma Klaus Reinhard.
Quando os moradores da cidade russa de Kazan acordaram nesta segunda-feira poderiam ver a saída de três sóis no céu. Este fenômeno meteorológico raro foi considerado por alguns como um milagre. Além dos três discos brilhantes, por um tempo foi observado, acima do horizonte, um arco-íris de inverno incomum. No dia seguinte (terça) em outra cidade russa, Samara, tem sido observada uma cena celestial semelhante, de acordo com o site de notícias progorodsamara.ru .
Astrônomos locais asseguraram que não havia nada maravilhoso nestes efeitos ópticos, chamado de ‘sundog’ pelos cientistas. Eles são devidos a nuvens compostas de minúsculos cristais de gelo que estão suspensos na troposfera em altitudes entre 5 e 10 quilômetros. Em geral, os casos de saída “três sóis” são característicos de pontos frios do planeta. De fato, na província de Samara e Kazan (capital da república russa do Tartaristão) nos dias de hoje são registradas temperaturas de até 24 graus abaixo de zero.
Vinte e quatro graus abaixo de zero? Quase igual a Barreiras, com uma diferença de uns 65ºC mais ou menos. Na quinta-feira passada, numa visita à capital de todos os oestinos, o termômetro do carro indicava 48º C ao sol, uns leves 40º à sombra.
Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam. O termo foi originalmente cunhado pelos produtores do programa científico popular da BBC, Horizon, em 2000 para se referir a esses tipos de erupções. Essa investigação trouxe o assunto ao público, levando a estudos mais aprofundados dos possíveis efeitos. A princípio, supervulcão não era um termo técnico utilizado em vulcanologia, mas mais recentemente, desde 2003 e 2004, o termo tem sido usado em artigos. Embora não exista nenhuma definição exata do tamanho mínimo para um "supervulcão", existem pelo menos dois tipos de erupção vulcânica que tem sido identificadas como supervulcão: erupções massivas e grandes províncias eruptivas, que provocaram mudanças radicais no clima mundial, estando provavelmente associado a grandes extinções. Análises geológicas e por satélite demonstraram que os supervulcões formam grandes caldeiras, que após a explosão se parecem mais como crateras; ao contrário dos vulcões comuns que possuem normalmente domo em forma de cone devido ao acúmulo gradativo de lava expelida pelo topo. As crateras formadas por supervulcões são enormes e podem ter algumas dezenas de quilometros de extensão, algumas sendo percebidas apenas por imagens de satélite. Tais crateras se formaram após grandes explosões que ejetaram na forma de cinzas vulcânicas volumes de até milhares de km3 de rocha derretida. Após a explosão e liberação do magma, o topo da caldeira normalmente colapsa, formando uma cratera gigantesca.
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