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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Um livro 1968 prevê vários eventos dos nossos dias


© Wikimedia

Jornalista Ted Gioia disse que o livro de ficção científica "Stand on Zanzibar", escrito em 1968 por John Brunner, descreve com precisão surpreendente a realidade diária de 2010.

"É raro para romances de ficção científica, mas o livro 'Stand on Zanzibar' ['Tudo em Zanzibar" na edição em espanhol] realmente fez previsões precisas sobre o nosso dia ", disse o jornalista Ted Gioia em seu artigo no portal Millions.

O livro escrito pelo romancista britânico John Brunner em 1968 é uma distopia do que ocorre principalmente nos Estados Unidos em 2010.

Neste romance fala do enorme aumento da população mundial e do seu impacto. As tensões sociais, legislação eugênica, divisão social, os temores sobre o futuro e o extremismo.

O tema geral de 'Stand on Zanzibar "é a obsessão com a perfectibilidade humana, que, como observou o jornalista é" hoje tão relevante como quando escreveu seu romance Brunner."

Gioia fez uma lista de eventos descritos no livro e que aconteceram na realidade.

Oferecemos algumas das previsões de Brunner:

1. Nas escolas tem lugar eventos violentos com alguma frequência.

2. Outra grande fonte de instabilidade e violência são os terroristas que atacam edifícios de várias cidades dos EUA.

3. Os preços aumentaram seis vezes entre 1960 e 2010, devido à inflação. aumentos de preços reais nos Estados Unidos durante este período foi um pouco maior (na verdade, aumentou sete vezes nesse tempo), Brunner estave muito perto de acertar.

4. O mais poderoso rival dos EUA não é mais a União Soviética , mas a China.

5. Os europeus formaram uma união de nações para melhorar suas perspectivas económicas e influência nos assuntos mundiais. Nos assuntos internacionais, o Reino Unido tende a se alinhar com os EUA, mas em outros países da Europa aparecem movimentos críticos com as iniciativas dos EUA.

6. Israel continua a ser o epicentro das tensões no Oriente Médio. África tem a economia menos desenvolvida do mundo.

7. Embora algumas pessoas ainda se casam, muitos jovens preferem sexo sem compromisso de longo prazo.

8. A homossexualidade torna-se convencionalmente aceite. Os meios de comunicação promovem produtos farmacêuticos para melhorar a vida sexual e mudança de sexo operações são executadas.

9. O consumo de marihuana é legal, mas é proibida a utilização do tabaco.

10. Detroit prosperou e é quase uma cidade fantasma, devido ao encerramento da maioria das fábricas (na verdade Detroit perdeu centenas de milhares de pessoas por esta circunstância.)

11. Sistemas do tipo TiVo permitem aos usuários assistir a programas de TV de acordo com seus próprios horários.

Fontes: Rússia Today - Últimas Curiosidades

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Maçonaria: As Forças Ocultas (Gustavo Barroso)


Abaixo um trecho do livro "Espírito do Século XX", escrito em 1935 por Gustavo Barroso. Barroso foi um dos primeiros ativistas Anti-NOM que se tem conhecimento, lutando e expondo as sociedades secretas que ainda hoje tem forte influência na sociedade, e deixando um imenso legado que deveria ser obrigatório nas escolas.
 
Infelizmente, ele é desconhecido no cenário nacional, pois foi espirrado da vida acadêmica e seus livros simplesmente sumiram, verdadeiras obras primas que denunciavam o avanço das famílias oligárquicas como Rothschild, Warbug, Morgans e outros. Foi pioneiro na denuncia do governo mundial e infelizmente foi esquecido por nossa historia graças ao poder das oligarquias dominantes, ao invés de lermos Gustavo Barroso na escola, lemos Karl Marx, isso faz sentido ? Faz, o sentido se chama interesse das oligarquias dominantes de embrutecer nosso povo!

I – A Maçonaria

Demos o primeiro lugar, entre essas forças ocultas, à maçonaria por ser a mais antiga, tanto no mundo como no Brasil. Não esqueçamos seu relevante papel ao tempo de Dom Pedro I, o grão mestre Guatimozin, nem sua ação, às vezes visível, em todos os grandes acontecimentos da nossa história. As ligações entre a maçonaria e o judaísmo têm sido provadas à saciedade inúmeras vezes por grande número de autores. Seus símbolos, passes, palavras, títulos são todos judaicos. Seus grandes orientadores, judeus. Ela é internacional como o judaísmo, o capitalismo e o comunismo. É um Grande Oriente e não um Grande Ocidente...

Por uma circular constante do “Boletim do Grande Oriente do Brasil” de junho de 1935, o Soberano Grão Mestre declara que, em tese, “a maçonaria não faz política de partidos; é instituição que está acima dos partidos”. Essa circular declarava-se simpática à Aliança Nacional Libertadora. Outra condenava o Integralismo. Entretanto, um parecer do Sr. Artur Murat do Pilar, membro do Sacro Colégio e chanceler da Ordem do Grande Oriente do Brasil, opinou a 23 de Setembro de 1935 que não havia razão para a maçonaria condenar o Integralismo como subversivo, porquanto lealmente reconhecia que no manifesto Integralista, “apreciado no seu conjunto, não há uma declaração positiva que autorize a segurança da citada afirmação”.

Há nesse parecer trechos que merecem ser citados: “A comissão também não pode aceitar a extensão que se quer dar aos bons costumes exigidos pela maçonaria para a iniciação de qualquer profano, ligando-os estreitamente à noção de ordem pública. Sua pátria restringe-se à vida doméstica e à atividade do maçom...”.

Vê-se pela própria declaração por escrito da maçonaria, oficialmente, que ela não admite a ideia de pátria no maçom. Com a sua vida secreta, destrói a pátria, pois que a do maçom é a sua atividade maçônica. O Integralismo vive e age às claras. O Integralismo constrói uma pátria. É impossível, pois, qualquer aliança ou ligação entre ele e a maçonaria. A ausência de pátria implica no internacionalismo, que é eminentemente judaico e se exprime na forma capitalista e na forma comunista, quer no âmbito público, quer no âmbito maçônico. O Integralismo, sendo contra qualquer internacionalismo que dissolva as pátrias é contrário à maçonaria.

Além disso, é forçoso convir que ninguém se reúne secretamente, com cuidados de toda a sorte, para fazer coisa boa. O que é bom se faz em público, claramente. Muito maçom há que ainda não percebeu a verdade do que existe oculto por trás das primeiras camadas que são as únicas que lhe deixam ver. Um dia rasgar-se-á o véu do templo e recuará horrorizado.

A maçonaria contraria hoje o sentido, o espírito do século XX com o ridículo romantismo do seu ritual secreto. Isso não seduz mais as mentes da mocidade. Ela quer luz, amplidão, as grandes massas em formatura, as esquadrilhas de aviação rosnando no azul, as florestas de braços verdes que se erguem e abaixam, os gritos bárbaros que ecoam no espaço ensolado, a força duma nação moça ostentando-se à luz do dia.

Nenhum moço quer mais saber de templos ou cavernas forradas de negro ou de vermelho, de tíbias cruzadas e de caveiras, de esqueletos no fundo de alcovas ou de bodes pretos satânicos, de embuçados e de punhais, de testamentos filosóficos e de juramentos terríveis.

O século XX é um século arejado, de janelas abertas e sem teia de aranhas.

A maçonaria brasileira, segundo o capítulo XIII da “Constituição”, inserta no “Código Maçônico”, mantêm representantes junto às Potências Maçônicas Estrangeiras e delas recebe representantes. É, pois, um Estado secreto em ligação, pelo menos diplomática, com outros Estados que a si mesmos se denominam potências. Se si abrir o “Regulamento Geral”, também inserto no aludido código, veremos pelo capítulo I que a maçonaria tem quatro poderes: legislativo, judiciário, litúrgico e executivo. Um Estado no Estado.

A afirmação de que a maçonaria não é política, não se mete na política, não procede. Seus próprios documentos a desmentem e provam que é eminentemente política. Leiamo-los: “Convent du Grand-Orient”, 1929, pág. 48: “Quando um maçon é recebido numa loja, presta juramento: si é deputado, é responsável perante seus eleitores, mas também o é perante nós”. Idem, 1888, págs. 529-530: “Organizamos no seio dos parlamentos verdadeiros sindicatos de maçons”. Idem, 1923, pág. 365: “Os parlamentares maçons, que são de certo modo emanação da ordem, devem, durante o mandato, continuar tributários dela... Sua grande obrigação é jamais esquecer os princípios maçônicos que permitiram sua carreira política e nunca deixar de prestar contas às suas lojas”. Idem, 1922, pág. 362: “Deve se sentir a maçonaria em toda a parte; não se deve descobri-la em parte alguma”.

Que é isso senão política e política não em prol dos interesses nacionais, porém dos interesses maçônicos?

A falecida “A Manhã”, no seu número de 14 de Novembro, salvo engano, publicou com estrondo a notícia da “deflagração de formidável combate ao fascismo brasileiro” pelos militares-maçons de Curitiba. Ora, o mais curioso foi terem alguns oficiais do exército assinado um telegrama notório a esse respeito, destinado ao deputado Plínio Tourinho, sem que o sr. Ministro da Guerra houvesse tomado a menor providência contra eles.

O general João Gomes declarou em documento público que vestir uma camisa verde era “vilipendio” e prendeu o coronel Newton Braga, porque com essa camisa fez uma conferência pública sobre a viagem do “Jahú”. Entretanto, s. ex. não proíbe seus oficiais de usarem secretamente o avental e as faixas da maçonaria. No Integralismo, tudo é público, até o juramento que o Chefe suspendeu para os militares. Na maçonaria, tudo é secreto, inclusive o “testamento filosófico” e o juramento. Maiores razões teria o sr. ministro, se fosse justo, de impedir a entrada de seus comandados numa associação de caráter secreto e suspeito, do que num partido político que age às claras.

Além disso, o Integralismo é todo brasileiro, não tem a menor ligação com instituições ou organizações de fora do país enquanto que a maçonaria, apesar de suas negativas, é internacional, como o comunismo, o judaísmo, estando unida aos Grandes Orientes do oco do mundo... Tanto assim que um fascista ou um nazista, vindo ao Rio, nada tem com o Integralismo e nem serão incluídos nos seus quadros; mas um maçom inglês ou chinês será recebido em qualquer loja “brasileira” e desde que “se regularize” funcionará nela, com o mesmo direito que os brasileiros.

Dizem os ignorantes que a maçonaria nada mais vale, e os cegos que ela não passa duma simples instituição de caridade. Instituição de caridade secreta, não é? Em verdade, a maçonaria é, simplesmente, como diz um amigo meu, a “fábrica de judeus artificiais”.

A maçonaria ajuda seus membros a arranjarem empregos, fama e fortuna. O que uns obtêm duramente, pelo seu esforço constante e mérito próprio, os maçons conseguem à custa do auxílio mútuo dos “irmãos”, em detrimento dos que não são “irmãos”, dos “profanos”. Como de há muito, segundo estudos e documentos conhecidíssimos, a maçonaria esteja sob o domínio do judaísmo internacional, o maçom não passa, às vezes, sem se aperceber, dum escravo dos judeus.

O judeu-judeu, o legítimo, age fora dos países, para comprá-los, escravizá-los, o maçom-judeu artificial age dentro de cada pátria, vendendo-a, auxiliando o trabalho da escravização. Isso dá lugar a inúmeros crimes que se ocultam sob o biombo das três palavras mágicas: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

A própria maçonaria se encarrega de desmenti-las. Peado pelos seus juramentos de obediência cega e pelo segredo, o maçom é o ente menos livre deste mundo. Escalonados em graus hierárquicos, não há a menor igualdade entre eles na escala do mando, dos conhecimentos, das honrarias e dos segredos. A sua fraternidade é falsa, porque existe somente entre si, entre os irmãos, não alcançando os profanos. Toda fraternidade que não seja sem limites, universal, não é fraternidade, passa a ser “coterie” e produz efeitos contrários aos da verdadeira fraternidade.

Pelo covenant de setembro de 1934, do Grande Oriente de França, como resultado do parecer sobre a tese A – “Estudos das doutrinas fascistas e dos meios de combatê-las”, a maçonaria resolveu bater-se pela “dissolução das organizações armadas”. Vimos o que fez nesse sentido no Brasil e estamos vendo o que está fazendo em França. Maçonaria e fascismo são inimigos natos.

Pela maçonaria, o judaísmo controla em vários países a distribuição de empregos públicos, de modo a influir na marcha da administração. Sua influência nos exércitos pode ser medida por aquele doloroso e vergonhoso "affaire des fiches", que fez com que, em pleno parlamento, o deputado Syveton, destinado a ser morto pela maçonaria, esbofeteasse o ministro da guerra, general André.

Como as influências judaicas, diretamente ou indiretamente, governam o mundo, agindo melhor naqueles que não acreditam nelas e julgam essa história de judaísmo invenção louca de Hitler ou conto “á dormir debout”, aí temos a diferença de tratamento pelo ministro da Guerra a oficiais maçons e integralistas: aqueles podem continuar a prestar seu juramento secreto e a vestir o avental da acácia, porque o fazem ocultamente; estes não devem jurar em público, nem vestir a camisa verde na rua, à luz do sol ou em recintos em que todos podem entrar.

Escondido, com senhas, contras-senhas, palavras de passe, linguagem figurada e sinais ocultos de reconhecimento, o militar não sofre vilipendio, embora se transforme num “judeu artificial”. Às claras, erguendo o braço, bradando anauê, ostentando a camisa verde e pregando a defesa da pátria com suas instituições e tradições, sim, estará vilipendiado.

Em verdade, vivemos numa época de tanta confusão que, para muitos, um avental vale mais do que uma camisa...

(Gustavo Barroso. Espírito do Século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936, 290 páginas; transcrito das páginas. 63 até 72.)

Livro Completo - Espírito do Século XX

A seguir você encontra os capítulos e links para downloads do livro completo:

Download do Livro - 1:

http://www.easy-share.com/1903878857/HistóriasecretadoBrasil1.pdf

I. O Monopólio do Pau-de-Tinta;
II. O Empório do Açúcar;
III. O Tráfico de Carne Humana;
IV. A Pirataria e a Conquista;
V. A Ladroeira do Estanco;
VI. A Tragédia do Ouro;
VII. O Drama dos Diamantes;
VIII. A Guerra Judaica;
IX. O Ninho do Contrabando;
X. A Entrada em Cena da Maçonaria;
XI. O Diabo Coxo e o Diabo Preto.

Download do Livro 2:

http://www.easy-share.com/1903878220/HistóriaSecretadoBrasil2-GustavoBarroso.pdf

XII. O Trovão de França;
XIII. Maçons Aquém e Além Mar;
XIV. Guatimozin à Sombra da Acácia;
XV. O Ouro de Rothschild e a Mão do General Miranda;
XVI. O Minotauro da América;
XVII. A Semente do Bacharelado Judaizado;
XVIII. O Motim dos Mercenários;
XIX. O Imperador do Sacrifício.

Download do Livro 3:

http://www.easy-share.com/1903878226/HistóriaSecretadoBrasil3-GustavoBarroso.pdf

XX. O Brasil e a Baviera;
XXI. O Homem que teve dois Túmulos;
XXII. A Camorra de Cima;
XXIII. Satanás da Paulicéia;
XXIV. A Divindade do Mistério;
XXV. A Religião do Segredo;
XXVI. Tartufo e o Poder Oculto;
XXVII. Os Cabanos do Grão-Pará;
XXVIII. A Maçonaria Negra.

Download do Livro 4:

http://www.easy-share.com/1903878231/HistóriaSecretadoBrasil4-GustavoBarroso.pdf

XXIX. A mão oculta;
XXX. A epopéia dos centauros;
XXXI. A república que nasceu morta;
XXXII. O reino encantado do diabo;
XXXIII. O imperador dos bentevis;
XXXIV. A restauração da autoridade.

Fontes: O Quarto Império: A Maçonaria - Maçonaria Estudos Críticos: A Maçonaria: As Forças Ocultas - Visionário Interessante: História Secreta do Brasil (COMPLETO) - Fórum Anti-NOM: GUSTAVO BARROSO - Pioneiro brasileiro no combate a NOM
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Papa Francisco anunciará “salvador” extraterrestre de acordo com livro


Após o Papa Francisco celebrar a sua primeira missa de Páscoa como o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo. Em seu primeiro discruso “Urbi et Orbi” em latim para “a cidade [de Roma] e ao mundo” – ele chamou para a paz no Oriente Médio, o fim do tráfico humano e da ganância, impedindo a exploração dos recursos naturais e proteção dos animais, tornando-se “guardiões responsáveis ​​da criação.” O Papa normalmente dá dois discursos Urbi et Orbi a cada ano em que ele lida com os principais desafios enfrentados pelo mundo da cristandade.


Em um discurso de futuro foi previsto que ele vai discutir um desafio único que o mundo enfrenta, segundo os autores de um novo livro. Em Exovaticana, Chris Putnam e Tom Horn prevêem que o novo Papa, Francisco I, em breve anunciará a existência de vida extraterrestre, entre os quais um salvador alienígena que surgirá para revigorar os ensinamentos cristãos.

Putnam e Horn, previram com sucesso em seu último livro, o best-seller “Petrus Romanus: O Papa final está aqui”, que o Papa Bento XVI renunciaria ao invés de morrer no cargo. Eles basearam sua previsão nas profecias de São Malaquias sobre os Papas. De acordo com os autores, Francisco é o Papa final, “Petrus Romanus”, que irá supervisionar a dissolução da Igreja Católica, como previsto na profecia de São Malaquias, ao anunciar um salvador extraterrestre.


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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sete tecnologias sinistras do livro "1984" podem se tornar reais


Lançado em 1949, o livro “1984”, do escritor inglês George Orwell, é considerado até hoje uma das grandes obras premonitórias da literatura. Muito do que foi escrito na obra de ficção científica futuramente se tornou realidade de forma assustadora. O termo “Big Brother”, por exemplo, que hoje é associado a um reality show, nasceu nas páginas do livro de Orwell.

Pensando nisso, separamos uma lista com sete tecnologias nascidas nas páginas do romance do escritor inglês e que, mais de meio século depois, ainda se constituem uma ameaça à privacidade e podem ser consideradas uma forma de controle social.

Teletelas espiãs:

Em “1984”, quase todos os ambientes contavam com um dispositivo chamado “teletela”, que nada mais era do que uma espécie de TV que, de um lado, enviava imagens de propaganda para quem estava assistindo a ela e, de outro, servia como um instrumento de espionagem, captando tudo aquilo que a audiência estava fazendo.

Os televisores da atualidade não são espiões tão ativos quanto os descritos no livro, mas, se levarmos em consideração os tablets e notebooks, todos com suas câmeras embutidas, temos a sensação iminente de estarmos sendo vigiados. Além disso, recebemos mensagens publicitárias a todo instante e por todos os meios.

O Big Brother está de olho em você:

Na obra literária, quem está por trás de todo esse controle é um “Grande Irmão”, conhecido como Big Brother. Essa “entidade superior”, na época, servia como uma metáfora de controle do governo sobre tudo aquilo que a população fazia.

Nos dias de hoje, na maioria das vezes não são os governos os grandes vilões, mas sim as corporações. Redes sociais e serviços de busca têm um controle total e absoluto sobre tudo aquilo que você pesquisa na internet. Essa informação pode ser usada contra você, criando novas ferramentas “viciantes” que possam induzi-lo a comprar mais ou passar mais tempo diante da tela do PC.

A polícia do pensamento:

Se por qualquer razão alguma coisa fugisse do controle do Grande Irmão, ele poderia contar com uma série de aliados para denunciar pessoas que tivessem feito alguma coisa errada ou contra o sistema. Era a chamada polícia do pensamento.

Com câmeras de vigilância em todos os lugares, hoje é praticamente impossível fazer qualquer ação sem que alguma imagem sua seja gravada em algum lugar. Repare em quantos acidentes de trânsito, por exemplo, você viu nos últimos anos que, na hora de descobrir quem era o culpado, alguma imagem de câmera de segurança acabou sendo encontrada e denunciou o infrator. Estamos sendo vigiados em todos os lugares.

“Novilíngua”, a nova língua mundial:

Para controlar a história, o governo criou uma nova língua mundial, substituindo palavras como “maravilhoso” e “esplêndido” para “bom mais”, fortalecendo assim a chamada “novilíngua”. Hoje, não podemos afirmar que exista necessariamente uma forma de controle sobre a língua, mas sabemos que as redes sociais e, principalmente, as mensagens de texto mudaram a forma como escrevemos.

Assim, c vc escreve de frma resumida nos sms, já dev ter percebido q, em alguns casos, qndo escreve de frma correta é visto com desconfiança por outras pessoas. A nova língua mundial da internet é recheada de expressões como “LOL” e “OMG”, e não entender qualquer uma delas pode significar a sua “exclusão” da vida digital.

Controle do passado, do presente e do futuro:

“Quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado”. Um dos lemas políticos lançados no livro mostrava que alguns personagens passavam os dias modificando registros históricos em jornais e livros, modificando assim a história.

Boa parte das informações que consumimos hoje vem de fontes online que, nem sempre, são muito confiáveis. A Wikipedia, por exemplo, pode ser editada por qualquer pessoa, e a alteração de um detalhe histórico pequeno pode passar despercebida por muitos leitores, sendo levada adiante como verdade.

Privacidade nas compras? Não, obrigado!

Quantas vezes por dia você paga as suas compras em dinheiro? Certamente, se você mora em uma grande cidade, na maioria das vezes você utiliza o cartão de débito ou de crédito para efetuar as suas compras. Todas essas transações, quer você queira ou não, deixam um rastro que pode dizer muito sobre a sua personalidade.

Esse aspecto pode também ser encarado com uma alusão à obra de George Orwell, já que em “1984” as pessoas tinham as suas compras limitadas, podendo dispor de apenas alguns itens de extrema necessidade e descartando alguns supérfluos. A tecnologia NFC promete diminuir ainda mais o uso do papel moeda nas transações.

Teletelas nas ruas:

Se dentro de nossas casas as televisões, os tablets, os notebooks e os PCs se encarregam de nos trazer mensagens publicitárias, nas ruas o mesmo já acontece. Grandes painéis de propaganda, em alguns casos animados, servem como grandes transmissores de informações, o que nos induz a adquirir mais produtos.

No mundo criado por George Orwell, essas mensagens eram recheadas de propagandas de guerra, mas o conteúdo, nesse caso, não importa muito. No final das contas, estamos condicionados a receber informações 24 horas por dia e sentimos falta quando isso não acontece.

Conclusão:

Mesmo com o livro ter sido lançado em 1949, o livro “1984”, do escritor inglês George Orwell, ele descreveu com exatidão o que aconteceu decádas a frente de seu tempo. O mundo de “1984” já se tornou o mundo parecido com oque estamos vivendo e a cada noticia quem se vem de países como os EUA de implementação de Chip's de controle, censura de palavras no Google, censura na internet logo me vem a cabeça as proféticas palavras e cenários do livro, este artigo serve de alerta e reflexão sobre os dias atuais.

Fonte: Dvice e  http://www.midiailluminati.com
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Nota:

Este blog tem finalidades exclusivamente informativas e não tem como objectivo o lucro.

É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).