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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Porque Bill Gates e os Rockefeller estariam construindo um Banco de sementes no Ártico ?


Banco De Sementes instalado no Ártico – o objetivo do projeto seria evitar a extinção mas preserva implicitamente as bases de uma alavanca da revolução genética.

Uma decisão unanime de pesquisadores, que promete salvar o planeta da extinção em futuros desastres mundiais, um mundo fascinante de uma realidade com traços da ficção. Não há nenhum outro projeto mais interessante no momento do que este muito estranho em um dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates investiu milhões de dólares em um banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Ártico, a cerca de 1100 quilômetros do Pólo Norte. Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em 1925 por um tratado internacional.

É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates investiu dezenas dos seus milhões de dólares em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de ‘banco de sementes do fim do mundo’. Oficialmente o projeto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.

Construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven. O banco também conhecido como "Arca de Noé botânica" é mantida pelo governo norueguês e pela Global Crop Diversity Trust (Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis) desde 2008, na confiança que, mesmo no caso da pior catástrofe, ali estaria a base para um recomeço da humanidade, assim como um importante elemento para a segurança alimentar, tem portas duplas à prova de explosão, inundação etc. Com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e imensas paredes de concreto reforçado e aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro’, segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para proteção contra a umidade. Não haverá pessoal, mas a relativa inacessibilidade da caverna e dispositivos eletrônicos, virtuais e de segurança on-line facilitarão a fiscalização de qualquer possível atividade humana por qualquer um dos sócios do projeto em qualquer parte do planeta.

Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrônomos do Terceiro Mundo passassem a ‘dominar’ os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou-se uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da ‘Revolução Genética’ OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.

Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.

A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller atuava.

O agrônomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prêmio Nobel da paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.

Na realidade, como anos depois se vieram a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar posteriormente, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, ‘se controlarmos o petróleo, controlaremos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlaremos a população’.

Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness é o fato da Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma proteção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.

Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve normalmente como consequência a compra “obrigatória” em escala cada vez maior, pelos agricultores, dessas sementes, para garantir todos os anos colheitas constantes ou mais altas. Mais ainda: a produção da segunda geração hibrida eliminou o comércio de sementes “normais” que era feito quase sempre por pequenos produtores regulares de sementes, pois eram tidas como “inferiores” ou passíveis de “falhas produtivas” levando os pequenos redistribuidores a buscar sementes híbridas e assim descartar as “normais”.

Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM.

Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, em sua grande maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planejado e que iria durar décadas.

A África seria o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM’s a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na em candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM’s, já que tem sido na África o inicio de muitos projetos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objetivo de introduzir os GMO’s nos sistemas agrícolas africanos.

Estes projetos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos que atuem especificamente em engenharia genética de sementes, para projetos de bio-segurança, financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e pelo Banco Mundial, para investigação de OGM’s envolvendo cultivos “selvagens” de plantações e de grãos alimentares indígenas africanos.

Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nenhuma delas sequer têm um registro imaculado em termos de proteção da vida humana. Muito longe disso. Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenóis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos.

Enterraram, modificaram e fraudaram milhares de relatórios científicos sérios sobre o fato do herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato, ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto ser cancerígeno e estar diretamente “vinculado” com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, ele é tóxico quando se infiltra na água potável. A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país.

A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coréia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros selecionados a nível mundial.
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Chemtrails: O que andam a pulverizar pelo Mundo?


Cientistas, pesquisadores e milhares de pessoas, bem como programas informativos e jornalísticos internacionais têm falado e questionado este projecto particular.

As teorias são algumas, e apontam o dedo à Geo-Engenharia, uma indústria em rápido crescimento desenvolvida por cientistas, corporações e governos, cuja intenção poderá ser a modificação climática global - controle do tempo, sendo que a este projecto poderá também estar associado o projeto HAARP (o primeiro funcionaria como indutor e auxiliador do segundo projecto); ou, o objectivo poderá ser a alteração da composição química do solo e da água, condenando a agricultura orgânica (biológica) e as suas sementes à morte, para que empresas que detenham patentes sobre sementes (Ex:. Monsanto; tem sementes que até são resistentes ao alumínio) possam lucrar com, e dominar/controlar, a venda das suas sementes geneticamente modificadas, não restando alternativas a esta opção. Estas, e outras teorias, são-nos apresentadas e documentadas no vídeo abaixo, 'Chemtrails'.

Pensamentos:

"A verdade é que estes rastos químicos têm-se manifestado ultimamente de uma forma mais acentuada a nível internacional e, paralelamente, estamos a assistir a um agravamento de doenças psíquicas, problemas respiratórios, lapsos de memória, tonturas, dores reumáticas, bem como o aumento da síndrome de Alzheimer, Cancro, entre outras doenças que poderão estar associadas aos 'chemtrails' e poderão estar a debilitar o nosso sistema imunológico.

A generalidade da população do planeta desconhece este problema que nos afecta a todos e a todos diz respeito!

As consequências das alterações climáticas graves têm tido origem no agravamento de pluviosidade excessiva derivada da geo-engenharia climática com o auxílio de Chemtrails, ou de pulverizações por aerossol com químicos na atmosfera feita por aviões específicos para esse efeito. É facto conhecido, para quem acompanha diariamente este fenómeno, a influência no clima por rastos químicos deixados sistemática e regularmente por centenas de aviões-tanque, que afectam várias regiões do planeta."


Qual a consequência na meteorologia?

Aqui em Portugal, bem como noutros locais o excesso de chuva fora da época tem acompanhado esta geo-engenharia climática… O aumento de pluviosidade, humidade, chuva ou granizo são consequência imediata desta situação. (quando chove por vezes em excesso e fora da sua época normal)

Infelizmente para a nossa agricultura, bem como nalguns outros países, para além duma má política de gestão e de apoio aos agricultores, o excesso de chuva ou mau tempo fora da época, tem resultado num défice cada vez maior na produção não só de cereais como também noutros produtos hortícolas, afastando cada vez mais o agricultor dos campos e do incentivo de continuar nesta sua profissão.

Descrição: Jesse Ventura sobre 'Chemtrails'

Quem beneficia?

Numa época de crise económica, em que a produção nacional é da maior importância para pequenos países como o nosso poderem fazer face à dívida externa, a desestabilização do clima tem afectado cada vez mais a produção agrícola e a motivação dos agricultores, os quais já por outras razões também terão queixas acumuladas a apresentar…

Naturalmente que o agravamento da qualidade dos solos com chuvas ácidas e metais pesados (nomeadamente alumínio), bem como a prática de uma agricultura com químicos e toxinas tem agravado cada vez mais a qualidade dos produtos hortícolas que servem para alimentação humana… ou animal.

A subida dos preços dos cereais e alimentos (que tem sido quase uma constante), o aumento da importação de produtos alimentares estrangeiros, bem como a produção ou importação de alimentos transgénicos (mais resistentes às pragas derivadas das alterações climáticas) (Monsanto) têm sido os principais beneficiados por esta situação… Naturalmente que os especuladores que investem na bolsa, nestes tipos de produtos alimentares (sejam eles para finalidades de combustíveis bio-diesel ou não) também lucram com a subida e descida de cotação – basta haver algo que influencie a oferta ou procura destes produtos e, para esse efeito, nada será melhor do que as alterações climáticas “inesperadas”.

Felizmente para nós, pessoas como a bióloga Gilles E. Seralini, têm conseguido comprovar ao mundo que os alimentos transgénicos (ou de animais alimentados com transgénicos) afectam a saúde, combatendo no tribunal em França, a Monsanto, a EFSA , bem como as associações científicas representando a biotecnologia em França, a Associação Francesa de Empresas de Biotecnologia e o Conselho Superior Francês de Biotecnologia, travando-se assim um pouco os interesses das multinacionais de transgénicos na Europa.

Os cereais geneticamente modificados começam a demonstrar trazer toxicidade hepatorrenal (síndrome hepatorrenal) , sem excluir modificações genéticas no ser humano. Actualmente, dificilmente existem rações de animais que são para fonte alimentar humana, que não tenham uma mistura de cereais geneticamente modificados, tal como o milho ou a soja que vem dos EUA, por exemplo. Resta acrescentar também, que têm sido reconhecidos vários casos de esterilidade em pessoas que trabalham ou que estão próximo de agriculturas onde foram utilizados pesticidas vendidos pela empresa Monsanto.

Também os pesticidas têm tido uma larga história na afectação da saúde humana, tendo sido detectados também grandes quantidades de pesticidas, além de outras toxinas, nos testes feitos ao ar em locais de pulverizações com Chemtrails.

A partir dos anos 90, os produtores de químicos e pesticidas, notavelmente as empresas Monsanto e Dow, começaram a comprar os produtores de sementes. A empresa Monsanto conseguiu sozinha, 8 mil milhões de dólares e o Dr. Charles M. Benbrook, antigo Director do Board of Agriculture (Conselho de Agricultura) da Academia de Ciências, disse:

“Basicamente, a indústria americana de pesticidas, comprou a indústria de sementes com todos os propósitos e intenções”.

A intenção e propósito, era controlar a produção de comida. A lei ainda foi alterada para permitir que as empresas patenteassem variedades de sementes que não tinham produzido geneticamente. O único critério era que ninguém tivesse patenteado antes. Isto levou a que as empresas levassem as sementes dos bancos de sementes, produzidas para proteger a diversidade genética e fossem posteriormente ao gabinete de patentes para registar a propriedade. Reconhece-se que a Monsanto é dona de mais de 11.000 sementes, contando também com as que já estão em crescimento.

Outro aspecto interessante deste negócio de sementes OGM relacionado com a Monsanto, empresa outrora conhecida por produzir o mortal herbicida “Agente Laranja” (utilizado na guerra biológica) e, hoje, uma das maiores agro-indústrias químicas internacionais do mundo, foi a produção da semente geneticamente modificada – a Round-Up Ready Canola. Quando o pólen dessas plantas, modificadas geneticamente, acidentalmente cai sobre as agriculturas vizinhas, que usam sementes orgânicas ou outras convencionais, irá fertilizar as plantas e introduzir os genes modificados, tornando-os, essencialmente, cópias das Round-Up Ready.

Quando isso acontece, a Monsanto processa o agricultor vizinho por ter usado os seus genes modificados sem pagar por eles.

Henry Kissinger:

"Who controls the food supply controls the people; who controls the energy can control whole continents; who controls money can control the world."

"Quem controla o fornecimento de alimentos controla o povo, quem controla a energia pode controlar continentes inteiros;. quem controla o dinheiro pode controlar o mundo"

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Depois de pressão, Google restaura Blog Julio Severo


Julio Severo

Sem nenhuma explicação ou notificação, o Google fez meu blog (http://juliosevero.blogspot.com/) desaparecer nos primeiros minutos da quinta-feira, 23 de outubro.

Depois de 24 horas de pressão de leitores internacionais, sem nenhuma notificação o Google fez meu blog reaparecer.
Pessoas no Brasil e outras nações começaram a questionar o Google nas redes sociais e também fazendo contato com a empresa: “Por que suspender o Blog Julio Severo bem no auge das eleições presidenciais no momento exato em que Julio publicou um artigo instruindo o público que ambos os candidatos apoiam a agenda gay?”

Uma das muitas pressões veio do Rev. Alberto Thieme, um pastor presbiteriano que fez contato com a sede do Google nos EUA e com o Google no Brasil. No final, a empresa explicou para ele que provavelmente meu blog “violou as políticas do Blogger.” Qual violação? Nenhuma explicação. Horas mais tarde, sem nenhuma explicação, o Google restaurou meu blog.

Pressão Internacional

A única explicação é a pressão em massa. Até na Itália pessoas protestaram contra a censura ao meu blog, num artigo em italiano intitulado “Google censura un sito prolife: siamo in campagna elettorale!” (Google censura site pró-vida em plena campanha eleitoral!)

O Rev. Michael S. Heath, do Ministério Helping Hands, com sede nos EUA, comentou para meu blog:

“Hoje de manhã li a revista Newsweek citando o novo livro de Julian Assange ‘When Wikileaks Met Google’ (Quando Wikileaks Conheceu o Google). O artigo finaliza: “Se o futuro da internet for o Google, isso deveria deixar seriamente preocupadas todas as pessoas do mundo — na América Latina, no Sudoeste e Leste da Ásia, no subcontinente indiano, no Oriente Médio, na África subsaariana, na ex-União Soviética e até a na Europa — para as quais a internet personifica a promessa de uma alternativa à hegemonia cultural, econômica e estratégica dos EUA. O império do Google nunca deixou de ser o próprio império.’ Embora a decisão do Google de fechar o blog do Julio ontem indique que a Força do império seja realmente maligna, a certeza maior é que é homossexual. Excetuando as queixas dos sodomitas, por que o Google teria algum interesse em fechar o blog? Julio é uma fonte honesta de informações que criticam a campanha mundial dos EUA para normalizar a sodomia. Suspeito que o blog dele seria ignorado pelos poderosos do Google nos EUA, se não fosse a inflexível luta patriótica dele em defesa da família, fé e liberdade.”

O Rev. Michael faz parte da Assembleia de Deus dos EUA.
A última vez que meu blog foi removido do ar foi em 2007, quando então muitas pessoas, especialmente o filósofo Olavo de Carvalho e um procurador importante, agiram, Olavo denunciando, e o procurador fazendo contato com o Google. Na época, o Google havia informado ao procurador que meu blog promovia ódio e preconceito aos ativistas homossexuais, ao que o procurador respondeu que nunca havia visto nada nesse sentido nos meus textos. Diante dessa autoridade, o Google cedeu e devolveu meu blog ao ar.

Em 2008, sob pressão de organizações homossexuais, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou que o Google fechasse meu blog por “homofobia.” A resposta oficial do Google foi que porque o Brasil não tem nenhuma lei anti-“homofobia,” eles não poderiam fechar meu blog. Só depois da aprovação de tal lei, o Google estará livre para acatar e fechá-lo definitivamente. (Tive acesso à comunicação entre o Google e o MPF através de um advogado.)

Povo versus Governo Ditatorial e Empresas Ditatoriais

É claro que o Google prefere ficar do lado da agenda gay. Mas mesmo com todo o seu poder, dinheiro e influência, o Google sabe que a maioria das pessoas rejeita a homossexualidade. Um instituto de pesquisa esquerdista revelou cinco anos atrás que “99% dos cidadãos eram ‘homofóbicos’ e portanto precisavam ser reeducados.”

De modo oposto, talvez 99% do governo socialista do Brasil e do Google sejam homossexualistas. Portanto, a questão de “homofobia” é Povo versus Governo Ditatorial e Empresas Ditatoriais. Tenho feito resistência bem-sucedida, há anos, ao governo ditatorial e seu rolo compressor contra os cristãos que se opõem às perversões e ditadura homossexual.

Mas o rolo compressor das Empresas Ditatoriais representa outra grande ameaça. Em 2011, o PayPal fechou minha conta definitivamente, depois de uma campanha internacional da AllOut, uma organização gayzista determinada a perseguir cristãos. Num comunicado para o AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa”.

Agora, não posso mais receber doações de meus amigos por meio do PayPal.

Numa classificação dos dez maiores ataques aos cristãos em 2011, a Comissão Anti-Difamação de Cristãos, com sede nos EUA, classificou a pressão gay sobre o PayPal como quarto maior ataque anticristão de 2011, conforme saiu na revista Charisma.

Fazendo cobertura do meu caso, o WorldNetDaily publicou a manchete: “PayPal coloca escritor cristão na lista negra.”

Google e Liberdade de Expressão

Acerca dos momentos difíceis do meu blog no Google, comecei a usar seu serviço em 2005, porque o Google havia escolhido livremente oferecer ao público internacional uma plataforma de liberdade de expressão. Por isso, eu não preciso respeitar as opiniões homossexuais do Google e o Google não precisa respeitar minhas opiniões cristãs. Mas o Google precisa respeitar sua própria defesa da liberdade de expressão.

Se o Google pensa que a liberdade de expressão é uma ameaça à agenda gay, ele deveria banir a liberdade de expressão e ser honesto com a comunidade internacional: “Nosso serviço de Blogspot está disponível apenas aos apoiadores da agenda gay.”

Os serviços do Google deveriam ser claros: “Não aceitamos usuários cristãos do Brasil, EUA, Rússia, Uganda, etc.”

É sabido que muitos dos meus artigos não agradam a todos — principalmente socialistas, ativistas pró-aborto e pró-homossexualismo e outros militantes anti-família. Mas faz parte da democracia a liberdade das vozes discordantes.

Liberdade eleitoral.

Meu último artigo, que havia supostamente provocado a remoção do meu blog, era sobre as eleições, mas sem apoiar nenhum dos candidatos, que defendem a agenda gay, considerada pelos cristãos como anti-família.

Mesmo neste momento eleitoral acalorado, tenho direito de me expressar contra os dois candidatos, e esse direito não deveria ser violado em benefício dos partidos e candidatos que foram criticados com a devida ordem e respeito.

Muitos brasileiros escolheram votar em Dilma Rousseff (uma socialista anti-EUA, mas apenas nos aspectos econômicos, não morais) ou Aécio Neves (um socialista pró-EUA em tudo, tanto na economia quanto na imoralidade), mas ambos são radicalmente a favor da agenda gay.

Enquanto os brasileiros, que são obrigados a votar pelas leis antidemocráticas do Brasil, escolherão seus candidatos com base apenas na economia, eu escolhi não votar com base na intenção de ambos os candidatos de desfigurar, em benefício da agenda gay, a família, que foi, antes do Estado, a primeira instituição criada por Deus. Portanto, a família tem precedência e prioridade absoluta sobre o Estado e a economia. É com base nessa prioridade absoluta que rejeito ambos os candidatos.

Fonte: Julio Severo
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Refrigerantes estão envelhecendo suas células


De acordo com um novo estudo da Universidade da Califórnia em San Francisco (EUA), o consumo de refrigerantes açucarados está associado com o envelhecimento celular.

A pesquisa revelou que os telômeros – as unidades de proteção do DNA que ficam nas extremidades dos cromossomos nas células – eram menores nas células brancas do sangue dos participantes do estudo que relataram beber mais refrigerantes.

O comprimento dos telômeros nas células brancas do sangue – onde podem ser mais facilmente medidos – já tinha sido previamente associado com a extensão da vida humana.

Telômeros curtos foram associados com o desenvolvimento de doenças crônicas do envelhecimento, incluindo doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. Além disso, o encurtamento dos telômeros foi previamente ligado a dano oxidativo ao tecido, à inflamação e à resistência à insulina.

“O consumo regular de refrigerantes adoçados com açúcar pode influenciar o desenvolvimento de doenças, não só atrapalhando o controle metabólico de açúcares do corpo, mas também através de envelhecimento celular acelerado dos tecidos”, disse Elissa Epel, professora de psiquiatria e principal autora do estudo.

Os pesquisadores compararam o comprimento dos telômeros e o consumo de refrigerantes adoçados com açúcar dos participantes apenas em um único ponto do tempo, por isso afirmam que a associação encontrada não demonstra causalidade.

Um novo estudo no qual os participantes serão acompanhados por semanas em tempo real deverá investigar melhor os efeitos do consumo de refrigerantes adoçados sobre os aspectos do envelhecimento celular.

A pesquisa

Os pesquisadores mediram os telômeros do DNA armazenado de 5.309 participantes entre 20 e 65 anos sem histórico de diabetes ou doença cardiovascular, que haviam participado de uma pesquisa de saúde em curso por todo os EUA chamada de Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição, durante os anos 1999 a 2002.

O consumo médio de refrigerante adoçado com açúcar em todos os participantes da pesquisa foi de 340 ml. Cerca de 21% das pessoas relataram beber pelo menos 568 ml de refrigerante adoçado com açúcar por dia.

Os cientistas calcularam que o consumo diário de 568 ml de refrigerante foi associado com 4,6 anos de envelhecimento biológico adicional, vistos no encurtamento dos telômeros. Esse efeito sobre o comprimento dos telômeros é comparável ao efeito do tabagismo e do exercício físico regular na direção oposta, ou seja, no antienvelhecimento.

A descoberta acrescenta evidências para a lista de males associados a bebidas açucaradas, como obesidade, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e doença cardiovascular. Ao que tudo indica, refrigerantes também causam envelhecimento celular.

Fontes: ScienceDaily - EngenhariaÉ - Filosofia imortal
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Terrorismo: Capital do Canadá em de sítio


Três tiroteios em Otava - no Parlamento canadiano, num centro comercial e num hotel. Um militar foi morto e dois atacantes terão sido abatidos pelas autoridades, embora este dado ainda não esteja confirmado. 

Cerca das 16h (11h em Otava) ainda se ouviam disparos no interior da assembleia. A polícia continuava a inspeccionar o local. 
As imagens do tiroteio no interior do Parlamento, pelo jornal canadiano The Globe and Mail:

Foi também relatado um tiroteio junto ao hotel Chateau Laurier, situado junto ao Parlamento canadiano, e uma terceira troca de tiros no Rideau Centre Mall. Através do Twitter, a polícia está a pedir aos habitantes do centro de Otava para se “manterem longe de janelas e terraços” devido às medidas que estão a ser tomadas no momento.
Também nesta rede social, o responsável pela comunicação do primeiro-ministro anunciou que Stephen Harper “está em segurança e já fora do Parlamento”.

Segundo testemunhas no local, pouco depois das 10h locais (15h em Lisboa) um homem de “longos cabelos pretos” apareceu junto ao Memorial de Guerra Nacional e disparou quatro vezes, tendo atingido um dos militares que faz a guarda do Parlamento. Depois terá corrido para dentro do edifício, espalhando o caos que se observa neste vídeo do The Globe and Mail:

O incidente acontece depois do Governo ter aumentado o nível de alerta de ataques terroristas. Na terça-feira, um cidadão canadiano convertido ao Islão foi morto pela polícia da província do Quebeque depois de ter atropelado outros dois militares.

As autoridades citam ainda um aumento das comunicações entre suspeitos de ligações à al-Qaeda e ao Estado Islâmico. Segundo o porta-voz governamental Jean-Christophe de La Rue, “há informações que indicam que um indivíduo ou grupo presentemente no Canadá ou no estrangeiro tem a intenção e a capacidade de cometer uma acção terrorista”. 


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Nota:

Este blog tem finalidades exclusivamente informativas e não tem como objectivo o lucro.

É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).