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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Depois de pressão, Google restaura Blog Julio Severo


Julio Severo

Sem nenhuma explicação ou notificação, o Google fez meu blog (http://juliosevero.blogspot.com/) desaparecer nos primeiros minutos da quinta-feira, 23 de outubro.

Depois de 24 horas de pressão de leitores internacionais, sem nenhuma notificação o Google fez meu blog reaparecer.
Pessoas no Brasil e outras nações começaram a questionar o Google nas redes sociais e também fazendo contato com a empresa: “Por que suspender o Blog Julio Severo bem no auge das eleições presidenciais no momento exato em que Julio publicou um artigo instruindo o público que ambos os candidatos apoiam a agenda gay?”

Uma das muitas pressões veio do Rev. Alberto Thieme, um pastor presbiteriano que fez contato com a sede do Google nos EUA e com o Google no Brasil. No final, a empresa explicou para ele que provavelmente meu blog “violou as políticas do Blogger.” Qual violação? Nenhuma explicação. Horas mais tarde, sem nenhuma explicação, o Google restaurou meu blog.

Pressão Internacional

A única explicação é a pressão em massa. Até na Itália pessoas protestaram contra a censura ao meu blog, num artigo em italiano intitulado “Google censura un sito prolife: siamo in campagna elettorale!” (Google censura site pró-vida em plena campanha eleitoral!)

O Rev. Michael S. Heath, do Ministério Helping Hands, com sede nos EUA, comentou para meu blog:

“Hoje de manhã li a revista Newsweek citando o novo livro de Julian Assange ‘When Wikileaks Met Google’ (Quando Wikileaks Conheceu o Google). O artigo finaliza: “Se o futuro da internet for o Google, isso deveria deixar seriamente preocupadas todas as pessoas do mundo — na América Latina, no Sudoeste e Leste da Ásia, no subcontinente indiano, no Oriente Médio, na África subsaariana, na ex-União Soviética e até a na Europa — para as quais a internet personifica a promessa de uma alternativa à hegemonia cultural, econômica e estratégica dos EUA. O império do Google nunca deixou de ser o próprio império.’ Embora a decisão do Google de fechar o blog do Julio ontem indique que a Força do império seja realmente maligna, a certeza maior é que é homossexual. Excetuando as queixas dos sodomitas, por que o Google teria algum interesse em fechar o blog? Julio é uma fonte honesta de informações que criticam a campanha mundial dos EUA para normalizar a sodomia. Suspeito que o blog dele seria ignorado pelos poderosos do Google nos EUA, se não fosse a inflexível luta patriótica dele em defesa da família, fé e liberdade.”

O Rev. Michael faz parte da Assembleia de Deus dos EUA.
A última vez que meu blog foi removido do ar foi em 2007, quando então muitas pessoas, especialmente o filósofo Olavo de Carvalho e um procurador importante, agiram, Olavo denunciando, e o procurador fazendo contato com o Google. Na época, o Google havia informado ao procurador que meu blog promovia ódio e preconceito aos ativistas homossexuais, ao que o procurador respondeu que nunca havia visto nada nesse sentido nos meus textos. Diante dessa autoridade, o Google cedeu e devolveu meu blog ao ar.

Em 2008, sob pressão de organizações homossexuais, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou que o Google fechasse meu blog por “homofobia.” A resposta oficial do Google foi que porque o Brasil não tem nenhuma lei anti-“homofobia,” eles não poderiam fechar meu blog. Só depois da aprovação de tal lei, o Google estará livre para acatar e fechá-lo definitivamente. (Tive acesso à comunicação entre o Google e o MPF através de um advogado.)

Povo versus Governo Ditatorial e Empresas Ditatoriais

É claro que o Google prefere ficar do lado da agenda gay. Mas mesmo com todo o seu poder, dinheiro e influência, o Google sabe que a maioria das pessoas rejeita a homossexualidade. Um instituto de pesquisa esquerdista revelou cinco anos atrás que “99% dos cidadãos eram ‘homofóbicos’ e portanto precisavam ser reeducados.”

De modo oposto, talvez 99% do governo socialista do Brasil e do Google sejam homossexualistas. Portanto, a questão de “homofobia” é Povo versus Governo Ditatorial e Empresas Ditatoriais. Tenho feito resistência bem-sucedida, há anos, ao governo ditatorial e seu rolo compressor contra os cristãos que se opõem às perversões e ditadura homossexual.

Mas o rolo compressor das Empresas Ditatoriais representa outra grande ameaça. Em 2011, o PayPal fechou minha conta definitivamente, depois de uma campanha internacional da AllOut, uma organização gayzista determinada a perseguir cristãos. Num comunicado para o AllOut, o PayPal explicou que fechou minha conta porque “Levamos muito a sério quaisquer casos em que um usuário incitou ódio, violência ou intolerância por causa da orientação sexual de uma pessoa”.

Agora, não posso mais receber doações de meus amigos por meio do PayPal.

Numa classificação dos dez maiores ataques aos cristãos em 2011, a Comissão Anti-Difamação de Cristãos, com sede nos EUA, classificou a pressão gay sobre o PayPal como quarto maior ataque anticristão de 2011, conforme saiu na revista Charisma.

Fazendo cobertura do meu caso, o WorldNetDaily publicou a manchete: “PayPal coloca escritor cristão na lista negra.”

Google e Liberdade de Expressão

Acerca dos momentos difíceis do meu blog no Google, comecei a usar seu serviço em 2005, porque o Google havia escolhido livremente oferecer ao público internacional uma plataforma de liberdade de expressão. Por isso, eu não preciso respeitar as opiniões homossexuais do Google e o Google não precisa respeitar minhas opiniões cristãs. Mas o Google precisa respeitar sua própria defesa da liberdade de expressão.

Se o Google pensa que a liberdade de expressão é uma ameaça à agenda gay, ele deveria banir a liberdade de expressão e ser honesto com a comunidade internacional: “Nosso serviço de Blogspot está disponível apenas aos apoiadores da agenda gay.”

Os serviços do Google deveriam ser claros: “Não aceitamos usuários cristãos do Brasil, EUA, Rússia, Uganda, etc.”

É sabido que muitos dos meus artigos não agradam a todos — principalmente socialistas, ativistas pró-aborto e pró-homossexualismo e outros militantes anti-família. Mas faz parte da democracia a liberdade das vozes discordantes.

Liberdade eleitoral.

Meu último artigo, que havia supostamente provocado a remoção do meu blog, era sobre as eleições, mas sem apoiar nenhum dos candidatos, que defendem a agenda gay, considerada pelos cristãos como anti-família.

Mesmo neste momento eleitoral acalorado, tenho direito de me expressar contra os dois candidatos, e esse direito não deveria ser violado em benefício dos partidos e candidatos que foram criticados com a devida ordem e respeito.

Muitos brasileiros escolheram votar em Dilma Rousseff (uma socialista anti-EUA, mas apenas nos aspectos econômicos, não morais) ou Aécio Neves (um socialista pró-EUA em tudo, tanto na economia quanto na imoralidade), mas ambos são radicalmente a favor da agenda gay.

Enquanto os brasileiros, que são obrigados a votar pelas leis antidemocráticas do Brasil, escolherão seus candidatos com base apenas na economia, eu escolhi não votar com base na intenção de ambos os candidatos de desfigurar, em benefício da agenda gay, a família, que foi, antes do Estado, a primeira instituição criada por Deus. Portanto, a família tem precedência e prioridade absoluta sobre o Estado e a economia. É com base nessa prioridade absoluta que rejeito ambos os candidatos.

Fonte: Julio Severo
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Documentos secretos revelam o "Icreach": Sistema que amplia ainda mais o alcance da NSA


Por: Nadia Prupis

A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA forneceu durante anos milhares de milhões de registos de telecomunicações sobre cidadãos americanos e estrangeiros a dezenas de governos — foi o que relatou o site Intercept na passada segunda-feira.

A NSA compartilha com outras agências 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel e outros dados através de uma super ferramenta de pesquisa

A NSA compartilha com outras agências 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel e outros dados através de uma super ferramenta de pesquisa.

A Agência de Segurança Nacional (NSA) forneceu durante anos milhares de milhões de registos de telecomunicações sobre cidadãos americanos e estrangeiros a dezenas de governos — foi o que relatou o site Intercept na passada segunda-feira.

Documentos ligados à divulgação de dados de Edward Snowden do ano passado, mostram que a NSA compartilhou e continua a compartilhar mais de 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel, localizações, chats de internet, e outros dados enviados e recebidos por pessoas do mundo todo, tudo isso utilizando uma ferramenta de pesquisa chamada Icreach, criada especificamente para a empresa e que funciona nos moldes do Google.

De acordo com uma nota da CIA sobre o programa, que os colegas da agência “saudaram entusiasticamente,” mais de mil analistas de 23 agências de diferentes governos tiveram acesso às informações da NSA, todas elas coligidas sem nenhum tipo de mandato judicial. Estes registos eram regularmente compartilhados com o FBI, com a divisão anti-drogas, com a CIA, com a Agência de Investigação e Defesa (DIA, na sigla em inglês), entre outras instituições.

“A equipe da Icreach entregou o primeiro pacote de informações privadas junto da Comunidade de Investigação dos EUA,” era o que uma nota ultra-secreta de 2007 dizia. “Esta equipa começou há mais de dois anos atrás forçado pela Comunidade de Investigação, que tem uma necessidade crescente de informações de comunicações relacionadas com os seus alvos.”

A Icreach parece ser uma entidade separada da base de dados da NSA, que coletava os registos telefônicos dos clientes da Verizon sob a secção 215 do Patriot Act, relatou o Intercept. Além disso, as ferramentas de busca “permitem o acesso a uma vasta quantidade de dados que podem ser extraídos por analistas da comunidade de investigação com fins de ‘investigação estrangeira’ — um termo vago ainda mais amplo do que Contraterrorismo”.

Jeffey Anchukaitis, porta-voz do Diretório de Investigação Nacional, defendeu a espionagem do governo, declarando que a partilha de informações se tornou “um pilar da comunidade de investigação após o 11 se setembro.”

O Intercept relatou que a Icreach foi construída sob a direção do antigo diretor da NSA, o general Keith Alexander, e foi criada para “garantir volumes sem precedentes de dados de comunicação para serem compartilhados e analisados,” e oferecer uma “fonte vasta e rica de informação” a outras agências.

A Icreach desenvolveu-se a partir do projeto Crisscross, uma iniciativa secreta da CIA e da DEA criada no começo dos anos 1990 para identificar suspeitos de tráfico de drogas na América Latina. Mas em 1999, o acesso ao Projeto Crisscross expandiu-se para incluir a NSA, o DIA e o FBI, que também contribuíram para a base de dados. Um sistema suplementar chamado Proton foi instalado para dar suporte a novas informações assim que os analistas começaram a juntar mais e mais dados espiados, incluindo códigos que poderiam identificar telemóveis individuais, passaportes e registos de vôos, pedidos de visto e informações de relatórios da CIA. Em julho de 2006, a NSA estimou que tinha armazenado 149 mil milhões de gravações no Proton.

Mas a Icreach pode armazenar ainda mais gravações do que se estima hoje. O Intercept escreve:

Enquanto a NSA estimava inicialmente 850 mil milhões de registos disponíveis na Icreach, os documentos indicam que este número pode ter sido ultrapassado, e que o número de acessos ao sistema pode ter subido desde 2010 para mais de 1000 analistas. O documento secreto “Black Budget,” de 2013, também obtido por Snowden, mostra que a NSA buscou mais financiamento recentemente para aprimorar a Icreach, no intuito de “prover aos analistas acesso a uma quantidade maior de dados.”

Fonte: Common Dreams
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A nova legislação permitirá a Google identificar rostos desde seus satélites


©YouTube/Lockheed Martin Vídeos

Os regulamentos federais americanos de privacidade corroem com a atividade das empresas a favor de 'lobbies' como a Google e a Digital Globe, as quais poderiam começar a gravar imagens classificadas de pessoas.

Com a flexibilização da regulamentação federal, a partir de agora os satélites fornecem informações específicas sobre as pessoas tirar fotos de objetos que excedem cerca de 25 centímetros de tamanho.

A medida aprovada pelo Departamento de Comércio permitirá que os satélites trabalhem com detalhes suficientes para identificar, por exemplo, marcas de automóveis ou itens de vestuário.

Embora esta nova iniciativa tenha sido aprovada em junho, os esforços de 'lobbies do setor privado continuam diariamente a estender os horizontes legais do que é possível mostrar em fotografias tiradas do espaço.

A empresa de satélites Digital Globe dos EUA lançou o Worldview-3, a nova joia tecnológica que lhe permitem maximizar a atualização da legislação. A empresa espera que o governo americano dei-a um passo em frente e permita a transmissão de objetos de dez centímetros de tamanho, é reivindicado na web Motherboard.

O foco de negócios inovador está aberto e o bilionário Google não está muito atrás nesta potencial área de rentabilidade por meio da aquisição de imagens Skybox legal após a atualização de junho.

Segundo Elyse Wanshel, editor da Motherboard o motor de busca, disse que a compra de Sky box ajuda a fazer melhorias em produtos como Google Earth e Maps, aplicações de geolocalização por satélite.

A empresa também observou que, com a adição do Sky box desenvolverá um serviço revolucionário 'nuvem global. "

Enquanto os usuários desfrutaram de serviços de geolocalização diários, estas medidas poderiam expor a sua privacidade como nunca antes, o que abre muitas perguntas à justiça em matéria de proteção da mesma.

Fonte: RT
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sábado, 16 de agosto de 2014

Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos

http://super.abril.com.br/blogs/rebit/files/2014/08/30-day-tracking-google-650x315.png
Clique na imagem para ampliar

Por: Bruno Garattoni

Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.

O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.

Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento.

Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).

Fonte: Super Interessante
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Google compra empresa que criou robots para o exército americano


As máquinas da Boston Dynamics são capazes de subir paredes, transportar cargas em terrenos irregulares e correr a grandes velocidades.

O Google fez mais uma incursão na área da robótica, ao comprar uma empresa que desenvolveu robots para as forças armadas americanas e que é conhecida por máquinas capazes de se movimentarem como animais.

A notícia foi avançada pelo New York Times e é, segundo as contas do jornal, a oitava empresa de robótica que o Google compra em meio ano. No início do mês, foi divulgado que o criador do sistema operativo Android, Andy Rubin, estava a encabeçar um projecto de longo prazo nesta área.

A empresa comprada chama-se Boston Dynamics e já trabalhou com o exército e a marinha dos EUA, bem como com a agência de desenvolvimento de projectos especiais de defesa, conhecida pela sigla DARPA. Tem vários tipos de robots que podem ser usados em operações militares. Alguns foram criados para transportar cargas pesadas em terrenos irregulares. Outros conseguem subir paredes como se fossem um insecto. Um outro modelo é capaz de se deslocar no solo e saltar por cima de obstáculos até aos nove metros de altura. Um robot chamado Cheetah (chita) consegue correr em velocidades a rondar os 47 quilómetros por hora.

Há alguns anos, um vídeo de um dos robots da empresa teve um período de popularidade na Internet e tem hoje mais de 15 milhões de visualizações. O modelo chama-se BigDog (muitos dos robots da Boston Dynamics têm nomes de animais) e é um aparelho com quatro patas que é filmado a transportar uma carga em terrenos inclinados, na neve e em pisos escorregadios. Na demonstração, o robot é capaz de recuperar o equilíbrio numa situação em que parecia estar prestes a tombar e o mesmo acontece quando lhe é dado um pontapé.

A Boston Dynamics construiu também um robot humanóide que serve para testar fatos de protecção contra agentes químicos, mimetizando não apenas os movimentos humanos, mas também a temperatura do corpo e o suor.

O Google não divulgou os objectivos dos investimentos na área da robótica. A empresa tem explorado várias áreas para lá do negócio principal de serviços na Internet. Entre outros projectos, desenvolveu um carro que é capaz de andar sozinho pelas ruas de uma cidade, criou uma empresa para estudar questões relacionadas com o envelhecimento e tem estado a trabalhar nos Google Glass, óculos de realidade aumentada que sobrepõem imagens digitais àquilo que o utilizador estiver a ver. 


Fonte: Publico
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Google quer Microfones em seu Teto e Microchips Dentro de Sua Cabeça!


O diretor de engenharia do Google Scott Huffman diz que dentro de cinco anos as pessoas vão ter microfones em seus tetos e microchips embutidos em seus cérebros, a fim de realizar pesquisas mais rápidas na internet.

Em uma entrevista ao London Independent, Huffman disse que o Google estava trabalhando em direção a um conceito baseado em torno de microfones pendurados no teto que iria responder a consultas verbais.

"Como um grande assistente pessoal, ele irá interrompê-lo e dizer: 'você tem que sair agora'. Ele vai lhe trazer a informação que você quiser", disse Huffman, acrescentando que "daqui a cinco anos.... o Google vai responder-lhe da mesma forma que uma pessoa iria responder."

Ao ser questionado sobre a possibilidade de um tal sistema ser vulnerável às escutas da NSA, Huffman não hesitou em respondeu que as pessoas deveriam apenas confiar no Google para proteger suas informações, uma empresa que permitiu que a NSA executasse mineração de dados "à vontade" em sua rede em nuvem.

Huffman elogiou as características de um sistema desse tipo, sugerindo que as pessoas poderiam pedir ao Google para filtrar destaques do futebol em sua televisão através dos microfones, ou organizar planos de viagem.

"Eu poderia perguntar ao meu 'assistente' Google, onde devemos almoçar, que sirva comida francesa e não é muito caro ? Google vai responder: 'Ok, vamos para aquele lugar' e quando eu chegar no meu carro ele já estará navegando para esse restaurante. Estamos realmente animados com a ideia de múltiplos dispositivos sendo capazes de falar uns com os outros", disse Huffman.

"O Google acredita que pode finalmente satisfazer as necessidades de dados das pessoas, enviando os resultados diretamente para microchips implantados no cérebro de seu usuário", afirma o artigo, um conceito acolhido por Huffman.

Embora a ideia de embutir um micro-chip dentro do cérebro seja um horror para alguns, há todo um movimento de pessoas que se dizem transhumanistas, e que irão abraçar abertamente tal cenário. Aqueles que se recusarem a adotar a tecnologia acabarão por serem vistos como antiquados e tecnofóbicos.

Se a utopia transumanista do Google for alcançada, os micro-chips dentro dos cérebros devem, eventualmente, tornarem-se tão onipresentes quanto os celulares. Isso tudo vai ser promovido em nome da conveniência e o Google nos garantirá que haverão salvaguardas fortes para proteger a privacidade (enquanto eles estão trabalhando lado a lado com a NSA para profanar a privacidade).

Como já destacado anteriormente, a missão do Google para se tornar onipresente, ao ponto de ouvir as conversas em nossas próprias casas, faz parte do movimento mais amplo em direção a "Internet das coisas", onde cada dispositivo está conectado à Internet, e por extensão, torna-se um ponto de vigilância.

Desde as chamadas luzes da rua "inteligentes" que usam microfones para gravar conversas, analisar e acompanhar as vozes das pessoas, até Xbox e dispositivos de celulares que fazem o mesmo, o nosso ambiente inteiro está sendo transformado no que o ex-diretor da CIA, David Petraeus, saudou um dia como uma bênção para avançar a "política clandestina".

De acordo com denunciantes (whistleblowers), como William Binney, a NSA já está gravando nossas conversas, via e-mail, telefone e VOIP e as analisa em tempo real. Uma vez que nossas casas e nossas ruas estejam enfeitadas com microfones, os últimos refúgios de privacidade serão completamente eviscerados.

Fontes: Infowars - The Independent: - Muscular - A Invasão do Google e Yahoo pela NSA
Via: A nova ordem mundial, Revellati online
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Google está destruindo sua capacidade de recordar?


A conexão constante à internet proporcionada por smartphones e poderosos mecanismos de busca como o Google nos permitem acessar uma infinidade de informações em poucos segundos.

Porém, essa constante verificação de fatos pode nos tornar mais esquecidos. Conforme começamos a contar com computadores como uma extensão de nossos próprios cérebros, negligenciamos nossa própria memória.

Pesquisadores descobriram em testes que as pessoas eram mais propensas a serem capazes de se lembrar de fatos mostrados a eles em um computador se achassem que a informação foi imediatamente apagada. Aqueles que acreditavam que a informação tinha sido armazenada seguramente eram mais propensos a esquecê-la, baseando-se no fato de que eles poderiam simplesmente recuperá-la depois.

Estes resultados vieram depois de ambos os grupos terem sido orientados a se lembrar ativamente do que tinham visto. Daniel Wegner, professor de psicologia da Universidade de Harvard (EUA), e Adrian Ward, um associado de pesquisa sênior da Universidade de Colorado Boulder (EUA), escreveu em um artigo publicado na revista “Scientific American”:

Usar o Google dá às pessoas a sensação de que a internet tornou-se parte de seu próprio conjunto de ferramentas cognitivas. Nós descarregamos memórias na ‘nuvem’ tão facilmente como faríamos com um membro da família, amigo ou amante.

Os cientistas também realizaram um teste onde as pessoas foram convidadas a responder uma série de perguntas triviais, sendo que um grupo tivesse acesso a um mecanismo de busca e outro grupo dependesse apenas de seu próprio conhecimento. O grupo que pôde procurar as respostas mostrou ter uma opinião mais elevada de sua própria inteligência após os testes que o outro conjunto de participantes.

Isso mostra que o primeiro grupo chegou a pensar no Google como uma extensão do seu próprio cérebro ao invés de uma entidade separada pela qual eles não poderiam reivindicar o crédito

Fonte: Os Illuminati, Hypescience
Via: Revellati online
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

“O Google sabe o que você estava pensando”, diz Julian Assange


A internet se transformou no maior instrumento de vigilância já criado e a liberdade que ela representa está ameaçada. A avaliação é de Julian Assange, criador do WikiLeaks, que há sete meses vive na Embaixada do Equador em Londres - Quito lhe concedeu asilo, mas os britânicos não lhe deram salvo-conduto para que vá ao aeroporto e deixe o país.

Assange seria extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. O australiano recebeu a reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, 03-02-2013, para falar sobre seu livro Cypherpunks, Liberdade e o Futuro da Internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial.

Eis a entrevista.

A web está numa encruzilhada?

Tecnologia produz poder, a ponto de a história da civilização humana ser a história do desenvolvimento de diferentes armas de diferentes tipos. Por exemplo, quando rifles eram as armas dominantes ou navios de guerra ou bombas atômicas.

Desde 1945, a relação entre as superpotências era definida por quem tinha acesso a armas atômicas. Hoje, a internet redefiniu as relações de força antes definidas pelas armas. Todas as sociedades que têm qualquer desenvolvimento tecnológico, que são as sociedades influentes, se fundiram com a internet. Portanto, não há uma separação entre sociedade, indivíduos, Estados e internet.

A internet é hoje o alicerce da sociedade e conecta os Estados além das fronteiras. Conhecimento é poder. Outras coisas também são poder, mas ela deu muito poder a pessoas que antes não tinham. Agindo contra essa força está a vigilância em massa criada por parte do Estado.

De que forma ocorre essa vigilância?

A comunicação entre indivíduos ocorre pela internet. Sistemas de telefone estão na internet, bancos e transações usam a internet. Colocamos nossos pensamentos mais íntimos na internet, detalhes, como o diálogos entre marido e mulher e até nossa posição geográfica. Enfim, tudo é exposto na internet.

Isso significa que grupos envolvidos na vigilância em massa realizam uma apropriação enorme de conhecimento. Esse é o maior roubo da história. A tecnologia está sendo desenvolvida para essa vigilância em massa e vendida por empresas de países como a França, que vendeu um sistema de vigilância para o regime de Muamar Kadafi.

Na África do Sul, há um sistema desenhado para gravar de forma permanente todas as ligações que entram e saem do país e as estocam por apenas US$ 10 milhões ao ano. Está ficando barato. A população mundial dobra a cada 20 anos. O custo de vigilância está caindo pela metade a cada 18 meses.

Muitos acreditam que a Primavera Árabe só ocorreu graças à internet. O que o sr. acha?

Há uma série de histórias de um longo trabalho de ativistas, sindicatos e até clubes de futebol que tiveram um papel importante na Tunísia e no Egito, os Ultras. O ativismo pan-arábico é algo novo e potencializado pela web. Diferentes ativistas em diferentes países se conectaram pela web, trocando dados, identificando quem era bom e quem era mau. O movimento dos Ultras veio da Itália para clubes da Tunísia e Egito pela internet.

O WikiLeaks jogou muita informação que foi atacada pelos regimes na Tunísia e no Egito. Mas houve também informações disseminadas por esses países e, mais importante ainda, disseminadas para fora desses países, a tal ponto que ficou difícil para EUA e Europa defenderem seus aliados.

O sr. aponta para o poder de Facebook e Google. Como esses sites são usados contra civis?

O Google sabe o que você estava pensando. E sabe o que você pensou no passado, porque quando você quer saber algum detalhe, busca no Google. Sites que têm Google Adds, ou seja, todos os sites, registram sua visita. O Google sabe todos os sites que você visitou, tudo o que você buscou. Ele te conhece melhor que você.

Você sabe o que você buscou há dois dias? Não. Mas o Google sabe. Alguém pode dizer: o Google só quer vender publicidade. Mas, na realidade, todas as agências de inteligência dos EUA têm acesso ao material do Google. Eles acessaram isso em nosso caso.

Como fizeram isso?

Usaram cartas da agência de segurança nacional e mandados para buscar os dados de e-mail das pessoas envolvidas em nossa organização. Isso saiu do Google, da conta do Twitter, onde pessoas entraram para acompanhar nossa conta. No caso do Facebook, é algo impressionante. As pessoas estão fazendo bilhões de horas de trabalho gratuito para a CIA.

Colocando na rede seus amigos, suas relações com eles, seus parentes, relatando o que estão fazendo, dizendo que viram aquela pessoa naquela festa, outra naquela loja. É um incrível instrumento de controle. Países como a Islândia têm uma penetração no Facebook de 88%. Mesmo que você não esteja no Facebook, seu irmão está e está relatando sobre você.

Como o sr. explica o fato de pessoas de diferentes culturas e religiões estarem dispostas a revelar suas vidas na web?

Você pode dizer: bom, estou fazendo isso de forma voluntária e é mais importante estabelecer conexões sociais do que se preocupar com o aparato de um Estado totalitário. Mas isso não é verdade. Pessoas querem compartilhar algo com meus amigos e amigos de meus amigos, mas não com meus amigos e com a CIA. As pessoas estão sendo enganadas.

Mas a censura na China, no Irã e em Cuba não mostra que a web é mais ameaçadora para esses regimes que para os civis?

Pessoas censuram por um motivo. Porque têm medo ou querem ter mais poder. Normalmente, eles querem manter o poder. O Irã censura porque teme que iranianos sejam influenciados por material de fora do país. E quem publica isso? Bom, alguns são dissidentes genuínos, mas também há empresas de fachada, criadas por israelenses e americanos.

Denunciamos essas empresas no WikiLeaks. Mas acho que é saudável que governos tenham medo das pessoas. É ótimo que a China esteja com medo do que sua população pense. A China baniu o WikiLeaks em 2007. Pelo que sabemos, foi o primeiro país a bani-lo. Temos travado uma guerra para superar o firewall chinês.

Qual sua avaliação sobre o argumento de que os documentos divulgados pelo WikiLeaks foram obtidos de forma ilegal?

Generais não definem a lei. Ou ao menos não deveriam. Se falamos da situação americana, foi perfeitamente legal.

A obtenção dos documentos?

Sim, a forma com que foram obtidos. Militares americanos não têm direito de acobertar crimes. Não podem usar a confidencialidade de documentos para manter um crime sigiloso. Às vezes, a polícia tem de manter algo secreto. Uma investigação sobre a máfia deve ser mantida em sigilo. Outras organizações, como editores e jornais, têm a responsabilidade perante o público de publicar informação que o ajude a entender o mundo.

Como vê o comportamento dos governos latino-americanos diante da internet e da imprensa?

É bem variado e há vários problemas. Comparado com o restante do mundo, a região está bem.

O presidente (do Equador) Rafael Correa ataca muito a imprensa. O que o sr. acha disso?

Deveria atacar mais. A primeira responsabilidade da imprensa é a precisão e a verdade. O grande problema na América Latina é a concentração na mídia. Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil, mas o problema é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália, 60% da imprensa escrita é controlada por (Rupert) Murdoch. Portanto, quando falamos em liberdade de expressão, temos de incluir a liberdade de distribuição, uma das coisas mais importantes que a internet nos deu.

O sr. é herói ou criminoso?

Sou apenas um cara. Todos vivemos só uma vez. Todos temos responsabilidade de viver de acordo com nossos princípios. Tento fazer isso. Não preciso me definir. Na verdade, quando as pessoas se definem, na maioria das vezes, estão mentindo.

Por que o sr. não volta à Suécia (onde é acusado de crime sexual)?

Seria extraditado para os EUA. Os EUA têm processo contra mim e o WikiLeaks. O governo diz em seus documentos internos que a investigação é de tamanho e natureza sem precedentes. É algo sério que envolve mais de uma dúzia de agências.

O sr. disse que publicará cerca de um milhão de documentos em 2013. Algo sobre o Brasil?

Sim. Publicaremos muito sobre o Brasil neste ano.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Confirmado: Google está por trás dos escritórios secretos 'flutuantes vistos nos EUA


A Guarda Costeira de Portland confirmou que a misteriosa barcaça vista no estado do Maine é propriedade da Google. O barco é semelhante ao que aportou na baía de San Francisco, que se crê poderia ser uma base de dados secreta.

Em 26 de outubro, o jornal "Portland Press Herald informou que "o edifício de quatro andares sem janelas", muito semelhante ao que foi visto nas margens do São Francisco, na semana passada, estava atracado no porto de Portland, e mostrou fotos do mesmo.

"Seu propósito e identidade de seu proprietário tem sido mantido em segredo", acrescentou, a publicação.

No entanto, o jornal confirmou quarta-feira que o proprietário desses barcos é o Google , citando o testemunho de uma guarda costeiro local, mais tarde retirou suas declarações, alegando que ele não poderia confirmar ou negar essa informação, porque ele tinha assinado um acordo de confidencialidade com o proprietário da empresa.

Embora vários especialistas perto das autoridades governamentais locais que supervisionam essas operações, provavelmente, dizem que as barcaças são parte de um grande plano de "marketing" para vender o Google Glass, uma patente concedida para o Google em 2009 para construir um centro de dados flutuante revelou que a barcaça pudesse responder a um propósito diferente.

Segundo o site Inforwars, o Google está ligado à CIA através da divisão de pesquisa tecnológica da CIA, In-Q-Tel.

Em 2005, o gigante da tecnologia adquiriu o software de mapeamento por satélite financiado pela CIA, que mais tarde ficou conhecido como "Google Earth".

O ex-colaborador da NSA Edward Snowden disse em agosto passado que o Google e outras empresas de tecnologia receberam milhões dólares da NSA para cumprir as metas do PRISM, um programa secreto de vigilância de dados em massa.

Google faz coisas que a CIA não pode fazer

Além disso, de acordo com documentos publicados pelo Wikileaks, um ex-alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Fred Burton, disse que "o Google faz coisas que a CIA não pode fazer."

Burton é atualmente vice-presidente da Stratfor, uma inteligência privada que presta serviços de inteligência ao Governo dos EUA.

Também em 2010, o portal Wired informou que o Google tinha uma parceria com a CIA para apoiar uma empresa a desenvolver tecnologia para monitorizar a rede em tempo real.

"A empresa é chamada Recorded Future, e revê dezenas de milhares de sites, blogs e contas no Twitter para encontrar pontos de conexão entre as pessoas, organizações, ações e incidentes", reconhece o portal.

Fonte: RT
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Inteligência dos EUA invadiu data centers de Google e Yahoo, diz jornal


'Washington Post' cita documentos vazados por Edward Snowden. Companhias negaram ter conhecimento desse tipo de atividade.

A americana Agência Nacional de Segurança (NSA) invadiu em segredo links de comunicação que conectam data centers do Yahoo e do Google ao redor do mundo, e teve acesso assim a dados de centenas de milhares de contas de usuários, segundo o "Washington Post".

O "Post" cita como fontes documentos vazados pelo ex-consultor da NSA Edward Snowden, atualmente asilado na Rússia, além de entrevistas em off com funcionários com conhecimento do caso.

De acordo com um registro secreto de 9 de janeiro de 2013, a NSA envia todos os dias milhões de registros das redes internas do Yahoo e do Google a sua sede em Fort Meade, próximo à capital Washington.

A NSA, segundo os documentos, mantém uma boa parte dos dados recolhidos.

Nos 30 dias anteriores ao relatório, foram processados e recolhidos mais de 181 milhões de registros, entre "metadados" e conteúdos como texto, áudio e vídeo.

A ferramenta principal da NSA para realizar essa coleta de dados é um projeto denominado "Muscular", operado conjuntamente com o centro de escutas britânico GCHQ, de acordo com o "Post".

De pontos não revelados, a NSA e o GCHQ copiam os fluxos de dados que transitam pelos cabos de fibra óptica que trasmitem as informações entre os centros globais de dados do Google e do Yahoo.

Amparadas pela lei, a NSA e o FBI já recebiam dados diretamente dos servidores de empresas como Microsoft, Yahoo, Google e Facebook através do programa PRISM para espionar contatos no exterior de suspeitos de atividade terrorista.

Funcionários da Casa Branca e do escritório do Diretor Nacional de Inteligência, James Clapper, se negaram a confirmar a suposta infiltração nas redes do Google e Yahoo! pela da NSA.

Em comunicado ao jornal, o Google disse estar "preocupado" com as denúncias de que seu tráfego de dados foi interceptado entre seus centros de dados e afirmou não estar "consciente" dessa atividade.

"Durante muito tempo estivemos preocupados pela possibilidade deste tipo de espionagem", diz o texto.

Já um porta-voz do Yahoo afirmou ao "Post" que a empresa realiza um "estrito controle" para proteger seus centros de dados e que não deu acesso a eles "nem à NSA, nem a nenhuma outra agência" do governo americano.

Fonte: G1
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Buracos no mapa: Base Haarp e outros 22 lugares que o Google não quer mostrar


Google Maps é um servidor de aplicativo de mapas na internet que permite que seus usuários se mover para qualquer lugar do mundo. No entanto, existem lugares que foram literalmente borrados do mapa.

O canal de TV cabo "TruTV" compilou uma série de locais ao redor do mundo que aparecem no popular motor de busca . As imagens em alguns lugares parece muito suspeitas.

1. Balizas extraterrestres no Canadá?

Num lugar na localidade canadiana de Baker Lake parece uma franja mais escura tentando esconder algo. Segundo um blogueiro, identificado como 'Dr. Boylan ', é nesta área existe uma linha de balizas aliens .


2. Base da Nato

O centro da força aérea da NATO na Alemanha é parcialmente eliminado no Google Maps .


3. Haarp no Noroeste do Pacífico, EUA

Que é exatamente o que vemos aqui? O local é perto de Washington e Oregon, e há rumores de ter algo a ver com a FEMA (Agência Federal de Gestão de Emergências) ou HAARP (Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Frequência). Alguns aventureiros tem inspecionado a área e foram incapazes de encontrar dados que revelam a identidade do lugar além de uma cerca e entrada sem identificação.


4. Refinaría de petróleo, Hungría

Outro lugar que está escondido em Szazhalombatta instalação petrolífera húngara. Aqui decidiram marcar o local de verde, fazendo desaparecer todos os edifícios.


5. Palácio Real Holandês

O palácio da família real da Holanda está desfocado na aplicação do gigante da Internet.


6. Área onde interceptam mísseis?

Este é mais um lugar misterioso e ninguém tem ideia do que é. Um portal comentarista 'Siberian Ligth "considera a possibilidade de que ele é" uma estação de radar ou interceptor de mísseis ", enquanto outro diz que a imagem dos arredores parece ter sido um" copy-paste "de outra parte do país.


7. A petrolífera Mobil tem algo a ocultar?

Alguns criticaram a petrolífera Mobil EUA por esbater as suas instalações no Google.


8. Coreia do Norte, fora dos olhos do mundo

Google Maps fornece pouca informação sobre este país. Em Pyongyang, por exemplo, tudo o que pode ser lido são os nomes das estradas principais, apesar de não detalhar qualquer informação sobre os nomes das ruas ou edifícios.


9. Base aérea de Reims, França

Internautas perguntam porque a Base Aérea de Reims, na França, está bloqueada.


10. Central nuclear nos EUA na sombra

Vários funcionários democratas e republicanos pediram para fechar a central nuclear de Indian Point, em Nova York. Além das preocupações ambientais, a estrutura segundo especialistas na área de energia, tão fortes o suficiente para suportar um terramoto como o que devastou o Japão em 2011.


11. Base aérea Holandesa: Oculta suas ogivas nucleares?

WikiLeaks publicou informação diplomática confirmando a presença de ogivas nucleares nesta base.


12. Haarp, Alaska (EUA)

Haarp (Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Frequência) é um dos projetos mais polémicos atuais nos EUA. Alguns acreditam que desde este centro se controlam as catástrofes naturais, a partir de inundações para terramotos. No entanto, nenhum destes pressupostos foi demonstrado.


13. Laguna Seca (EUA)

Esta é a parte mais estranha da censura no Google Maps. A região da Califórnia, tem tons muito claros e difusa.


14. E secreto de Babilónia

Enquanto a área circundante (incluindo a sua surpreendentemente rica terra de cultivo) é visível, a cidade de Babilónia é borrada.


15. Parque Nacional Tantauco (Chile)

Não se entende por que este refúgio para espécies ameaçadas de extinção está completamente fora da vista do Google Mapa.


16. A prisão 'The Hill' de alta segurança

Esta prisão de segurança máxima em Nova York é absolutamente invisível. Após os motins na prisão Attica e registando vários incidentes, motins e fugas em massa, as autoridades talvez possa estar interessadas em proibir a vista aérea das prisões do país.


17. Palácio de um millonário na Rússia

Alguns perguntam se trata de um paraíso pessoal de um rico. Segundo escreve o canal, o que estamos vendo aquí é "um palácio privado de Alexéi Miller", presidente da Junta de Directores de Gazprom.

 
18. Apaguem o símbolo da KFC

O rosto de publicidade do coronel Sanders, um empresário americano que fundou a cadeia de restaurantes de fast food Kentucky Fried Chicken (KFC) foi excluído. Google observa que Sanders era uma pessoa real, assim decidiu excluí-lo dos anúncios.


19. Dinamarca militariza-se?

Nas Ilhas Faroe, na Dinamarca, aparece uma instalação militar num país que era considerado até agora como "inofensivo". No entanto, você não pode ver nada.


20. Sede da NATO em Portugal

Alguns usuários estão perguntando quem manipulou a imagem da sede da NATO, enquanto outros acreditam que tenham copiado e colado em outro lugar no Google Earth.


21. Outra central nuclear escondida

Acredita-se que este lugar demarca a Seabrook central nuclear no nordeste dos Estados Unidos.


22. Silo de mísseis em Espanha

"Nessa área há um pequeno prédio com qualquer coisa como um silo no centro. Esta localização não está bloqueado no Yahoo! Maps", escreve um pesquisador da Wikimedia.


23. Sitio atómico na França

Não está claro o que exatamente significa o sitio 'Marcoule Comissariado da Energia Atómica ". No entanto, a palavra 'atómico' preocupa alguns internautas.


Fonte: RT 
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Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
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