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segunda-feira, 28 de abril de 2014

RS: Campanha de Vacinação Contra Gripe de 2014 Começa com Efeitos Adversos


Notícias Naturais

A cada ano a indústria das vacinas tenta ampliar a sua base de clientes permanentes. A vacina contra a gripe, apesar de ser ineficaz e perigosa, já sendo provada causar narcolepsia, entre outros graves problemas, continua sendo indicada a um número cada vez maior de pessoas. A faixa etária - que era de seis meses a menores de dois anos de idade - foi ampliada este ano para até menores de cinco anos.

Este ano a campanha de vacinação contra a gripe começou mal, e a mídia social mostrou como pode ter o papel importante que a mídia se nega a fazer em divulgar informações desfavoráveis aos interesses das grandes empresas farmacêuticas.

Um post no facebook sobre o menino Yago, que teve uma grave reação adversa após tomar a vacina da gripe, acabou tendo mais de 66 mil compartilhamentos em menos de 24 horas, o que fez com que a mídia corporativa saísse correndo para conter o prejuízo, fazendo pouco caso e chamando apenas de uma "reação alérgica normal".

Veja abaixo o texto do post feito pelo irmão do menino, e em seguida, a notícia na mídia corporativa:

"Por favor, me ajudem com isso e compartilhem! é muito importante!

Meu irmão ontem, 22/04, foi vacinado em Porto Alegre contra a gripe H1N1! Até aí tudo bem, porém o braço dele inchou de um modo imensurável (a seguir as fotos), ele passou a noite de ontem e todo o dia de hoje reclamando de dores fortíssimas no braço esquerdo.

Minha mãe o levou no posto agora de noite e foi detectada uma REAÇÃO ALÉRGICA por motivos de: O lote da vacinação estava contaminado. Os médicos deram uma tonelada de remédios para ele tomar e caso não melhore em breve, meu irmão corre o risco de perder o braço.

Sério, eu não sei o que falar sobre esse caso, mas isso mostra a precariedade do sistema de saúde do país. Só peço que me ajudem compartilhando.

‪#‎ForçaYago‬ Apenas corrigindo que, até onde eu sei, não existe mais apenas vacina contra gripe H1N1, mas a vacina atual inclui duas cepas da Gripe A e uma da Gripe B."


Em um comentário no mesmo post o irmão do menino acrescenta:

A mãe retornou ao local de vacinação hoje pela manhã e eles garantiram que o lote era novo. Apenas repassei o que foi dito pela médica ontem para meus pais que poderia haver um caso de necrose no local da vacinação caso se expandisse o problema e ele não fosse tratado. A médica disse também que poderia ter ocorrido um problema com o lote de vacinação. Foi receitado o Corticoide e agora o pequeno já tá melhor. Fiquem tranquilos e desculpem o transtorno. Muito obrigado pelos desejos de melhoras pro jovem Yago. O susto foi grande mesmo.

Abaixo o post no clickrbs do RS:

Prefeitura desmente contaminação de criança por vacina da Gripe em Porto Alegre

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) desmentiu boatos que circulam na internet de que haja lotes de vacinas contra a Gripe contaminados nos postos de saúde de Porto Alegre. Nessa quarta-feira (23), a foto de uma criança com reações alérgicas no braço levantou suspeitas sobre a qualidade das doses aplicadas na Capital. A publicação, na rede social Facebook, superou 30 mil compartilhamentos em menos de 24 horas.

No relato, o irmão da criança alega que a vacina aplicada um dia antes, na terça-feira (22), estava contaminada e que o menino poderia perder o braço. A chefe do Núcleo de Imunizações da SMS, Patrícia Couto, diz que a reação alérgica sofrida pela criança é normal:

“Eu posso vacinar, como foi vacinado, em certos locais até 7, 8 ou 10 mil pessoas e uma pessoa apresentar essa hipersensibilidade. Então, isso é uma coisa individual. Daí o médico avalia e ele pode dar um anti-inflamatório, um anti-histamínico, dependendo de cada caso. Eu acho que a imprensa deve colaborar no sentido de não causar um pânico em relação a um evento que é normal”, defende.

Patrícia Couto afirmou também que a criança já está tratando as reações alérgicas causadas pela vacina contra Gripe e passa bem. O local do posto onde o menino foi vacinado não foi divulgado pela SMS. A reportagem da Rádio Gaúcha tentou contato com a família da criança, mas não obteve resposta.

Até o dia 9 de maio, a prefeitura pretende imunizar 80% da população com maior risco, que são crianças – de seis meses a menores de cinco anos -, pessoas a partir dos 60 anos, gestantes e mães que tenham realizado trabalho de parto nos últimos 45 dias. Este grupo poderá tomar a vacina gratuitamente nas 55 Unidades Básicas de Saúde de Porto Alegre.
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Confirmado: DNA de Alimentos Geneticamente Modificados são Transferidos para os Humanos que os Ingerem


Em um novo estudo publicado pelo Public Library of Science (PLOS), investigadores enfatizam que existem provas científicas suficientes em como fragmentos de DNA de alimentos geneticamente modificados carregam genes completos que entram na ‘circulação’ humana através de um mecanismo ainda por identificação.

É interessante ponderar se os cientistas das corporações biotecnológicas já identificaram este mecanismo e esta óbvia contaminação da saúde humana e mesmo assim continuam permitindo a degeneração em larga escala em troca de dinheiro. Por exemplo, numa das amostras de sangue a relativa concentração de DNA vegetal geneticamente alterado era superior ao DNA humano.

Este estudo baseou-se na análise de mais de 1000 amostras humanas de estudos independentes. A PLOS é um jornal científico revisto por seus pares de alto gabarito e respeito científico com uma política aberta, de acesso livre e independente e que cobre a investigação primária de várias disciplinas científicas e medicinais.

É bom saber que ainda há estudos credíveis publicados que confirmam as suspeitas de há anos e que são constantemente refutadas por estudos pagos por patrocínio direto ou indireto de corporações. Quando falamos de alimentos geneticamente modificados, não temos a ideia real dos efeitos a longo prazo sobre a saúde pública e ainda assim é defendido como a panaceia da humanidade.

O primeiro spot comercial de vendas de alimentos geneticamente modificados foi há apenas 20 anos (1994). Não existe forma possível e credível das autoridades sanitárias e científicas testarem todas as possíveis combinações nefastas numa população vasta o suficiente e durante um longo espaço de tempo para que possam afirmar, como o fazem até em aulas de universidade para futuros profissionais, atestando a segurança e ‘inocência’ destes produtos ‘frankenstein’.

O geneticista David Suzuki expressou recentemente a sua preocupação, afirmando que os humanos são parte de uma experiência ilegal em larga escala ao longo da última década e que milhões de pessoas continuam a consumir OGM e transgênicos como se fossem ratos de laboratório em sistema de voluntariado… e pagam por isso! Avanços na ciência do genoma nos últimos anos revelaram que organismos partilham genes, de alguma forma.

Antes disto, era do senso comum, minado pelos cientistas corporativos, que esta partilha genética apenas se dava quando os membros partilhavam a mesma espécie pela reprodução. A genética de hoje já não segue a ideia ‘vertical’ de reprodução e partilha de genes, no entanto isso continua a ser o mais atual para o público e é lecionado nas faculdades e universidades da área.

Hoje os cientistas sabem e comprovam que os genes são partilhados não só pelos membros da mesma espécie, mas também entre espécies diferentes. Claro que isto não quer dizer que possamos cruzar um ser humano com uma maçã para que troquem genes… isso é feito pelas corporações de biotecnologia como a Monsanto! Mas as provas científicas apontam para a constante troca genética entre espécies e que nos dias de hoje, baseados em má ciência de má fé, está a atingir limites fora do aceitável sem respeito pelas limitações biológicas e naturais.

As condições e regras biológicas que se aplicam a um transferência genética vertical, pelo menos que se conheçam, não se aplicam necessariamente à transferência comprovada de forma horizontal e entre espécies. A biotecnologia de hoje baseia-se na presunção que esses princípios governam toda e qualquer interação genética, conhecimento já revogado há mais de meia dúzia de anos.

Tudo isto deveria, pelo menos, exigir que os OGM e transgênicos sejam sujeitos a muito mais experimentação independente e rigorosa antes de se continuar a distribuir desenfreadamente para o público em geral. Como é possível que as autoridades sanitárias dos vários governos mundiais os aprovem como seguros e aconselhados?! É quase como se nos dissessem que é seguro, e todos acreditássemos sem sequer questionar porque vem de fonte aparentemente segura.

Somos uma raça muito crente, mas as coisas têm de mudar… e se não for pela sua liberdade, que seja pela sua saúde! Uma pequena mutação genética que um humano carregue pode determinar imensas mudanças, na verdade mover um gene, um minúsculo gene, de um organismo para outro estamos a mudar todo um contexto de forma intensa e destruirá talvez. Não existe forma de prever como se vai comportar o organismo e qual será o resultado ao fim de um médio ou longo prazo.

Pensamos que desenhamos estas novas formas de vida geneticamente mas é como pegar na orquestra de Toronto para tocar uma sinfonia de Beethoven e depois espalhar uma série de baterias e guitarras elétricas aqui e ali e dizer: toquem! O resultado será estrondosamente diferente. A publicidade diz que existe uma intenção e uma bondade enorme por detrás do OGM, mas o fato é que é tudo uma questão de dinheiro e poder.

David Suzuki

O Portugal Mundial acredita que essas intenções vão bem mais além do que apenas dinheiro e poder, mas isso é uma outra história bem longa. Está provado e claro que o DNA de qualquer alimento geneticamente modificado acaba nos tecidos animais e em especial nos laticínios… e as pessoas consomem-nos como se fossem seguros e até bons para a saúde. (4)(5) Existem estudos que mostram que quando humanos ou animais digerem alimentos geneticamente modificados, os genes artificialmente criados transferem informação que alteram o caráter do alimento perante as bactérias benéficas dos intestinos.

Investigadores relatam que os micróbios encontrados no intestino delgado de pacientes com ileostomia são capazes de adquirir e acumular sequências de DNA de alimentos geneticamente modificados. (1)Colheitas geneticamente modificadas já infiltraram as rações animais de forma quase irreversível desde 1996, e é já habitual possuírem uma dieta 100% OGM. Os estudos interligam animais com dietas 100% OGM a inflamações de estômago, dificuldades de reprodução, malformações e aberrações.

É importante salientar que a transferência genética entre culturas geneticamente alteradas e culturas naturais circundantes é inevitável e cada vez mais é difícil encontrar estirpes naturais de algumas plantas. De acordo com a organização mundial de saúde (OMS), a transferência e movimento genético de plantas OGM para espécies relacionadas pode vir a afetar a segurança da alimentação no futuro.

O risco é real, tal como demonstrado quando traços de milho geneticamente alterado e apenas aprovado para alimentação animal foram encontrados em inúmeros produtos para consumo humano nos EUA (3) Na verdade os engenheiros genéticos nunca ponderaram sobre a realidade da transferência de genes quando introduziram OGM no ambiente mundial.

Como resultado estamos já assistindo a consequências desastrosas ao ver que genes de engenharia se espalham, como uma doença, por todos os organismos no ambiente que os rodeia. Watrud et al (2004) provou que o transgene resistente ao herbicida se espalhou por polinização por uma área de 21km além do perímetro de controlo, tendo interferido até em plantas de cariz selvagem. (2) Não é mistério algum que alguns países estejam já banindo OGM… mas não se irão livrar da contaminação!

Referências: (0) Plosone (1) Ncbi.nlm.nih (2) Nature institute (3) Who.int (4) Food Mind fully
Fontes: Noticias Naturais - Portugal Mundial - A Nova Ordem Mundial 
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Marca da besta: Cientistas afirmam que implantes de microchips em humanos vai se tornar "não opcional"


Tecnologias projetadas especificamente para rastrear e monitorar os seres humanos têm estado em desenvolvimento há pelo menos duas décadas.

Na esfera virtual, programas de software são agora capazes de nos assistir em tempo real, indo tão longe a ponto de fazer previsões sobre os nossos comportamentos futuros e envio de alertas para o monitoramento apropriado, dependendo de como um algoritmo de computador use bandeiras das suas atividades. Isto é em si uma proposição assustadora.

O que pode ser ainda mais assustador, porém, é o que está acontecendo no reino físico. De acordo com pesquisas que tem trabalhando em microchips humanos embutidos, é só uma questão de tempo para que esses sistemas consigam a aceitação generalizada.

As chances são de que você está carregando um par de microchips RFID agora. E se você for, eles estão enviando um número de 15 dígitos que identifica você. Esse número pode ser pego por que é chamado de um scanner compatível com a ISO. E eles estão em todos os lugares, também.

Sua reação inicial a essa ideia pode ser uma descrença. Não há maneira de que a sociedade aceitaria tal dispositivo. Por que alguém iria querer implantar isso no seu corpo? Considere por um momento onde estamos agora. Durante décadas os americanos rejeitaram a noção de que eles se submeteria a ser rastreado ou gravado.

No entanto, quase todos os americanos agora carrega um telefone celular. Eles são tão comuns, de fato, que muitos consideram um "direito", o que levou o governo a realmente fornecer subsídios para aqueles que não podem pagar um por conta própria.

Embutido em cada um desses telefones é um chip RFID que pode acompanhar o nosso movimento cada via GPS ou triangulação de torre de celular. Além disso, esses microfones e câmeras que vêm como padrão em todos os telefones podem ser ativados remotamente por sistemas de vigilância da aplicação da lei, uma capacidade que existe desde o início dos anos 2000.

Mas tão intrusiva como esses dispositivos são, que eles serão aceitos como uma coisa normal por bilhões de pessoas em todo o mundo. Não só isso, mas ninguém teve a "força" deles sobre nós. Estamos, prestes a presenciar ao que parece, os mestres da nossa próprio escravidão. E nós pagarão o dólar superior para ter o melhor dispositivo de rastreamento que dinheiro pode comprar!

Com certeza, pode-se simplesmente desconectar da "grade", jogando fora o seu telefone celular. Mas, a direção dessas novas tecnologias de monitoramento estão movendo-se juntamente com a expansão continuada do governo vigilância sugere que a tecnologia microchip RFID acabará por ser não-voluntária.

Michael Snyder de vitórias Verdade diz ''o que você vai fazer, quando você não puder mais comprar ou vender sem se submeter a identificação biométrica?

Esta tecnologia vai continuar se espalhando, e vai tornar-se cada vez mais difícil evitá-la.

E é fácil imaginar o que um governo tirano poderia fazer com este tipo de tecnologia. Se ele quisesse, poderia usá-lo para, literalmente, acompanhar os movimentos e os comportamento de todos.

E um dia, este tipo de tecnologia provavelmente será tão difundida que você não será capaz de abrir uma conta bancária, obter um cartão de crédito ou até mesmo comprar nada sem ter um ou outro a sua mão ou o seu rosto primeiro digitalizados.

É difícil imaginar uma população que vai apresentar livremente a tal escravidão digital. Mas, como tem sido o caso com a degradação da vida privada e direitos nos Estados Unidos, ter a certeza de que não irá simplesmente tornar-se lei durante a noite.

Em primeiro lugar, as tecnologias terão de ser geralmente aceitas pela sociedade. Vai começar em tempo real de produtos de consumo com base, como o Google Glass. As gerações mais velhas podem rejeitá-la, mas em um par de anos, você pode apostar que dezenas de milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos estarão perambulando pelas ruas ao ostentar tons frescos, navegar na web interativo e a capacidade de gravar tudo ao seu redor e fazer o upload para a Internet instantaneamente.

Em seguida, como já estamos vendo a partir de early adopters, os chips RFID serão voluntariamente implantado sob a nossa pele para tudo, desde o acesso a edifícios de alta segurança para compras de supermercado.

Eventualmente, uma vez que o conceito é geralmente aceito pela maioria, ele se tornará o novo "número de segurança social."

Para ter acesso aos serviços oficiais, você precisa ser um humano cadastrado. Sem cadastro você não vai mesmo ser capaz de comprar um pacote de biscoito, muito menos obter cuidados médicos ou carteira de motorista.

Quer queiramos ou não, isso é o futuro. Cada compra que você faz e cada passo que você tomar vai ser monitorado por um minúsculo microchip passivo de 15 dígitos, o que significa que a única maneira de "desligar" será para removê-lo fisicamente do seu corpo.

Em essência, nós vamos logo viver em um mundo de Always On Monitoramento .

Nossos filhos e netos - pelo menos a maioria deles - provavelmente não só submeter a implantação, que de bom grado vai pagar os custos para que eles, também, pode "interagir com a sociedade de uma forma significativa."

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." (Apocalipse 13:16-17) 
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Rússia busca Terceira Guerra Mundial, acusa premiê ucraniano


Por iG São Paulo

Para Arseniy Yatsenyuk, tentativa de Moscou em iniciar conflito armado na Ucrânia pode provocar um embate militar na Europa

O primeiro-ministro da Ucrânia, Arseniy Yatsenyuk, acusou nesta sexta-feira (25) a Rússia de querer ocupar 'militar e politicamente' o país e ainda afirmou que Moscou busca a terceira guerra mundial.

O primeiro-ministro da Ucrânia Arseniy Yatsenyuk, centro, fala durante encontro com líderes regionais em Donetsk, Ucrânia (11/04)

De acordo com Yatsenyuk, as tentativas russas para iniciar um conflito na Ucrânia vão levar a um embate militar na Europa. O discurso forte do premiê foi divulgado em meio a uma crescente escalada de tensões na região ucraniana.

Na quinta (24), o chefe de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, ordenou novos exercícios militares perto da fronteira com a Ucrânia oriental depois que as forças ucranianas anunciaram a morte de cinco militantes pró-russos em uma operação para a retirada dos bloqueios em estradas perto da cidade de Slavyansk, leste do país.

Os confrontos foram os primeiros desde que o presidente em exercício Oleksandr Turchynov ordenou na terça-feira a retomada das operações militares no leste ucraniano, onde manifestantes pró-Rússia e homens armados mascarados tomaram o controle de prédios do governo em ao menos dez cidades e montaram bloqueios de rua.

"Temos de reagir a esses acontecimentos de alguma forma", disse Shoigu em comentários televisionados.

A Rússia já tem dezenas de milhares de soldados posicionados em regiões ao longo de sua fronteira com a Ucrânia. Os mais recentes exercícios militares russos envolverão tropas terrestres no sul e ocidente e forças aéreas patrulhando a fronteira, disse Shoigu.

Entenda: Saiba quais são as cidades afetadas pelo movimento separatista na Ucrânia

Ele também citou fontes não especificadas dizendo que Kiev enviou mais de 11 mil soldados e 160 tanques contra os insurgentes pró-Rússia, que ele contabilizou como tendo menos de 2 mil integrantes. Não como verificar esses números de forma independente.

Enquanto isso, autoridades dos Estados Unidos - incluindo o presidente Barack Obama - prometeram ações internacionais mais punitivas que visam atingir a economia da Rússia se Moscou, na opinião deles, continua a agravar a situação.

Durante coletiva na Coreia do Sul nesta sexta, Obama afirmou que falaria com outros líderes europeus sobre impor mais sanções contra a Rússia por causa de suas ações na crise da Ucrânia. Haverá sanções específicas que estão "prontas para serem impostas”, disse ele, ecoando comentários que fez um dia antes, no Japão.

"É importante para nós anteciparmos que as sanções específicas que estamos aplicando agora não necessariamente vão resolver o problema", disse ele. "O que estamos tentando fazer é elevar continuamente os custos para a Rússia de suas ações ao mesmo tempo em que damos a possibilidade de eles se moverem em uma direção diferente."

Obama também elogiou a unidade dos outros países na condenação russa por sua "intromissão" na Ucrânia.

Novas sanções

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, sugeriu na quinta que os Estados Unidos estão próximos de impor mais sanções à Rússia, afirmando que o tempo estava se esgotando para os russos mudarem o curso de suas políticas na Ucrânia.

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Haverá uma Fukushima chinesa?

Foto: Flickr.com/ hige-darumaひげだるまattractive woman Version/cc-by

O ramo atômico chinês está em ascensão. Mas quem irá pagar as contas, se, de repente, a China for palco de um acidente análogo ao de Fukushima, no Japão, ou de Chernobyl, na antiga URSS?

A falta de uma resposta clara a esta pergunta, obriga as autoridades chinesa a atualizarem a legislação na esfera de segurança energética, criando um mecanismo de seguros contra os riscos nucleares.

A China nunca sofreu incidentes sérios em suas usinas atômicas. Mas agora, quando o governo chinês tem apostado num desempenho acelerado da energia nuclear, a questão de um cenário trágico vem perdendo a sua ressonância hipotética.

Os governos de muitos países, inclusive o chinês, têm usado a energia nuclear com fins pacíficos sem prever quaisquer pagamentos de seguros em caso de acidentes, prometendo indenizar apenas uma pequena parte das despesas relacionadas com o combate às consequências de tais incidentes.

Entretanto, qualquer acidente do gênero é capaz de provocar prejuízos avaliados em somas astronômicas que podem levar à bancarrota de um operador ou de um país inteiro. Segundo cálculos de peritos ocidentais, os efeitos de uma potencial catástrofe na Alemanha podem rondar 11 trilhões de dólares.

O seguro necessário de cada reator constitui apenas 3,7 bilhões de dólares. Após o acidente na Fukushima, o Executivo nipônico pagou às vítimas um subsídio único igual a 3 bilhões de dólares. Com isso, os danos reais ainda não foram calculados.

Uma comissão ad hoc junto do Comitê de Protecção Ambiental foi encarregada de preparar um projeto-lei de segurança nuclear em que serão indicados os valores de compensações a pagar no caso de acidentes. O diretor-geral da Associação Nacional de Seguradoras, Zuo Huiqiang, em uma entrevista à revista Caixin, revelou que o projeto será aprovado no decurso de um ou dois anos.

A China terá que fazer muita coisa até poder criar um plano de recompensas. Em vários países, os riscos nucleares são compensados pelo Estado. É que as empresas de seguros particulares não podem carregar as tamanhas despesas e assumir uma enorme responsabilidade que lhes possa caber. Os seus limites para apólices de seguros no caso de acidentes nucleares são os mais baixos no mundo inteiro.

A responsabilidade pelos seguros na área nuclear civil cabe à Associação nacional de Seguradoras que reúne 25 companhias. Todavia, o seu volume geral prevê uma compensação no montante de 300 milhões de yuan, ou seja, 46 milhões de dólares. No Ocidente, o maior valor de seguros foi estabelecido na Bélgica – 1,5 bilhões de dólares. A Suíça e o Japão prevêem recompensas no valor de 1,2 bilhões.

Peritos assinalam que a China poderia intensificar a sua participação no Sistema Internacional de Seguradoras que integra 27 países “atômicos” e 270 companhias de seguros. Nos últimos 50 anos, este organismo internacional pagou compensações por demandas relativas a mil incidentes no domínio da energia nuclear, inclusive o maior acidente na usina de Three Mile Island (EUA) e um acidente ocorrido na central de Tokaimura (Japão).

Felizmente, as catástrofes nucleares de larga escala não são muito frequentes. O acidente de Fukushima foi o último desse gênero. Todavia, um aumento de seguros poderá aumentar dispêndios no setor em relação às despesas que se verificam em ramos tradicionais.

Claro que o Estado tem de participar do processo de aperfeiçoamento do sistema de seguros nessa área, devendo garantir segurança à sociedade e dando a entender que os proveitos com a utilização da energia atômica são muito maiores do que os riscos.
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Ministério das Emergências russo: asteroides não ameaçam a Terra em 2014

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Clique na imagem para ampliar Foto: NASA/JPL-Caltech

O corrente ano decorrerá sem incidentes — não há corpos celestes que ameacem a Terra. Esta previsão foi divulgada por especialistas do Ministério das Situações de Emergência da Rússia.

Pelo menos, nenhum dos asteroides conhecidos dos cientistas passará a uma distância perigosa do nosso planeta em 2014. Isso se aplica a grandes corpos celestes, comparáveis em tamanho com o meteorito de Chelyabinsk.

No entanto, é extremamente difícil prever a queda de asteroides. Segundo os cientistas, o tempo máximo de descoberta de um meteorito que esteja se aproximando da Terra é duas horas antes da queda e somente se os astrônomos estiverem observando determinada área do céu.

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