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sábado, 26 de outubro de 2013

A Rússia recusou temporariamente as carnes bovina e suína brasileiras


Rússia recusa o "nosso veneno de cada dia" por tempo determinado

O motivo é a presença de um anabolizante denominado Ractopamina. Esse aditivo hormonal é colocado na ração dos animais e acelera o crescimento, fazendo aumentar a massa muscular e redução da gordura. A Ractopamina está proibida em mais de 80 países, pois é altamente prejudicial à saúde humana.

Como outros agonistas B-adrenérgicos, a Ractopamina quando utilizada a longo prazo é capaz de causar tremor muscular, taquicardia, vasodilatação, distúrbios metabólicos, entre outros sintomas em seres humanos. Diversos estudos sobre a possível toxicidade da Ractopamina vêm sendo realizados em animais como macacos, ratos e cães.

Apesar disso, os cientistas conseguiram chegar a poucas conclusões sobre seu efeito em parâmetros como genotóxicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e implicações cardiovasculares e musculares. O produto é apresentado comercialmente como Ractosuin®, Transuin® e RacTop®. O Codex Alimentarius, a FAU e o FDC (instrumentos da agenda eugenista illuminati), permitem, é claro, o uso da Ractopamina.

Ao contrário do Brasil, onde as autoridades sanitárias não dão a mínima para a saúde de seu povo, na Rússia a Rosselkhoznadzor (Serviço de Defesa Agropecuária) suspendeu a importação dessas carnes brasileiras. Entre os frigoríficos vetados, que usam a Ractopamina em seus animais de abate estão a Friboi, Pamplona, Minerva, JBS, BFR e Marfrig.

Suicídio agropecuário

O impressionante desse história toda é que, assim como vem acontecendo com os produtos transgênicos, o produtor engole a isca lançada pelas multinacionais produtoras desses venenos agropecuários com os olhos crescidos para lucros rápidos.

No entanto, o que acontece é que eles acabam dando um tiro no próprio pé. As inescrupulosas multinacionais prometem polpudos e rápidos lucros, mas no fim, só geram enormes prejuízos, restringem e eliminam mercados e culminam por trazer a falência e a miséria completa aos produtores. Em contrapartida, os cofres da Monsanto, da Basf, da Syngenta, Bayer, Dow e Dupont, estão vazando pelo ladrão.

Quanto a nós, os consumidores, por nossa vez, estamos vendo a nossa saúde decair e escorrer impotente para as valas do descaso, em doenças degenerativas de toda a sorte (ou azar), mas sempre para a alegria dos laboratórios farmacêuticos e o que pior, da elite globalista.


Fontes: Pecuária, Beef point
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Quer saber quem está espionando você online? Há um aplicativo para isso


Nick Heath | ZDNet

Gostaria de saber quem está assistindo os sites que você visita? Bem, há um aplicativo para isso.

É uma prática padrão para os anunciantes mantém o controle sobre os sites que você frequente o uso de cookies de rastreamento. Tracking cookies são pequenos arquivos de texto que são baixados para o computador que registrar os sites que você navega e, em alguns casos, como você interage com esses sites.

Os anunciantes e outras empresas usam esses logs para construir um perfil de seus interesses, permitindo que os anunciantes para vender produtos e serviços que estão mais propensos a comprar.

Em uma tentativa de destacar quantas empresas diferentes estão seguindo nossos hábitos de navegação on-line, a Mozilla produziu Lightbeam , um add-on que pode ser baixado para o navegador Firefox que captura que está te observando.

Toda vez que você visitar um site a ferramenta registra cada endereço da web que está se conectando a sua máquina, revelando como visitar um único site pode resultar em seu computador para se conectar a vários servidores web diferentes.

Cada um desses servidores pode ser controlada por empresas diferentes, e enviar e coletar informações diferentes - por exemplo, servindo-se de imagens e anúncios no site ou colocar cookies de rastreamento em seu computador.

Fonte: Infowars 
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Paquistão apoiava programa de drones dos EUA


A CIA informou com regularidade por canais secretos diplomáticos a realização de pelo menos 65 ataques com "drones" no Paquistão.

Drones em ação: afirmação se baseia em arquivos diplomáticos paquistaneses e documentos secretos da CIA, quando se intensificaram os ataques com "drones"

Washington - Apesar do Paquistão ter denunciado publicamente o uso de aviões não tripulados ("drones") por parte dos Estados Unidos em ataques seletivos a seu território, as autoridades paquistanesas estavam a par e, inclusive, apoiava esta polêmica campanha, revelou nesta quinta-feira o jornal "The Washington Post".

De acordo com a fonte, essa afirmação se baseia em arquivos diplomáticos paquistaneses e documentos secretos da agência de inteligência americana (CIA) registrados entre 2007 e 2011, quando se intensificaram os ataques com "drones", os quais deveriam ser compartilhados com as autoridades do Paquistão.

No artigo publicado hoje, os jornalistas Greg Miller e Bob Woodward alegam que o governo paquistanês apoiou durante anos de maneira secreta os ataques, um fato que, segundo eles, elevaram as críticas da opinião pública no país.

A CIA informou com regularidade por canais secretos diplomáticos a realização de pelo menos 65 ataques com "drones" no Paquistão, que sigilosamente consentiu os bombardeios à distância realizados por seus aliados americanos.

O artigo questiona a ideia de que o Paquistão não fora mais que uma testemunha da intensa campanha americana contra alvos não só da Al Qaeda, mas de uma ampla lista de suspeitos de terrorismo em seu território.

A publicação do artigo ocorre um dia depois que o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, se reunisse com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca, sendo que, anteriormente, Sharif já havia criticado insistentemente os ataques com "drones" em seu país.

"Abordei o tema dos "drones" em nossa reunião e enfatizei a necessidade de pôr fim a esses ataques", disse Sharif aos jornalistas ao término do encontro com Obama na Casa Branca.

No passado, segundo o jornal citado, as reuniões entre altos cargos americanos, entre eles a então secretária de Estado Hillary Clinton, não foram sempre amigáveis com seus colegas paquistaneses.

Em algumas destas, os EUA chegaram a reiterar que os serviços secretos paquistaneses (ISI) tinham conexões com grupos extremistas islâmicos responsáveis por ataques contra forças americanas.

Os documentos obtidos pelo "The Washington Post" também mostram a confiança da CIA na eficácia de seus ataques, com uma alta incidência de operações que resultaram em morte de "combatentes", enquanto as colunas de efeitos colaterais não mostravam nenhum erro.

Esta suposta ausência de vítimas inocentes é questionada por inúmeras organizações pró-direitos humanos, como Anistia Internacional, que documentou dezenas de massacres na área tribal do Waziristão e considerou algum destes como "crimes de guerra". 

Fonte: Exame
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Controle da Mente: Eles querem manipular seus atos e pensamentos


O cérebro humano é tema constante de pesquisas e investigações avançadas. A medicina ainda engatinha nessa área, acreditar que as únicas razões para os estudos sejam a cura de doenças e males seria subestimar os cientistas.O controle mental é algo que instiga os governos do mundo e sem dúvida recebe financiamentos altos para a sua manutenção.

Um dos exemplos mais antigos do controle mental data o período das Cruzadas, entre os anos de 1095 e 1270, na Persia, atual Irã. Na época, a seita comandada por Hassan I Sabbath (Velho da Montanha) transformava seus seguidores em assassino levando-os a uma fortaleza na Montanha Alamut.

Ruínas do Monte Alamut

Nesse local, os submetiam a uma temporada de restrições alimentares e excessivas doses da droga Haxixe, no momento em que o seguidor apresentrava dificuldades para distinguir a alucinação da realidade era direcionado para um belo jardim, com virgens nuas, comida saborosa e bebidas em abundâncias.

Durante a fragilidade mental era induzido a crer, que o céu tinha essas mesmas características e só poderia ser alcançado se decidissem matar ou morrer pela glória de Alá. Para se ter idéia, a palavra assasino deriva de haxixe, a droga utilizada pela seita do Velho da Montanha.

Em 1953 a CIA criou o programa MK Ultra, cujos objetivos era o desenvolvimento de técnicas de interrogatório e o soro da verdade. O projeto percorreu métodos insanos, como a lobotomia, eletrochoque, drogas alucinógenas e hipnose.


Hassan I Sabbath

Entretanto, o programa escondia outros objetivos, como a criação do agente secreto perfeito, um profissional que não saberia ser espião até ser acionado por um gatilho, que poderia ser um livro, uma palavra, ou imagem. Em 1970, investigações levaram a inteligência americana até o MK Ultra e o Senado Americano pediu explicações à Cia. A agência admitiu o programa e confessou ter submetido dezenas de cidadãos americanos a testes de controle mental entre os anos de 1955 a 1958.

Outro programa que caminhou rumo ao controle mental ficou conhecido como Projeto Montauk. Muita lenda e fantasia giram em torno desse empreendimento. Segundo teorias conspiratórias o projeto teve início em 1971, na base aérea americana do Monte Montauk, Nova Iorque. O início desse projeto se dá em 1943, com a criação do comitê de pesquisa Projeto Fênix comandado pelo físico húngaro-americano Janus Eric Von Neumann.

Neumann concluiu que as ondas eletromagnéticas alteravam a percepção humana da realidade e poderiam ser usadas para exercer controle mental à distância.

Base onde funcionou o Projeto Montauk

Em 1971 o Projeto Fênix foi transferido para a base aeronáutica de Nova York, e rebatizado como Projeto Montauk. Entre as pesquisas desenvolvidas na base constava um experimento psicotrônico, ou seja, a fusão entre computador e mente humana através de pulsos eletromagnéticos. Segundo o livro “Conspirações – Tudo o que não querem que você saiba”, de Edson Aran, os cientistas defendiam a tese de que a mente humana emite ondas eletromagnéticas que são decodificadas com maior facilidade por sensitivos.

Com isso, a transmissão de ondas artificiais na mesma frequência das naturais, fariam com que os receptores vissem e pensassem o que o emissor quisesse, por trás dessa teoria o projeto trabalhava para a manipulação de idéias à distância. A Marinha Americana nega a existência dos projetos e afirma que trata-se apenas de lendas urbanas.

No dia 20 de abril de 1976, o governo americano registrou a patente nº 3951134, referente a um dispositivo que utiliza ondas eletromagnéticas para monitorar e ajustar ondas cerebrais a distância. O mecanismo seria capaz de digitalizar o cérebro humano, ou apenas algumas regiões.

Patente nº 3951134, mecanismo de monitoramento remoto

Segundo o documento, aparelho e método serviriam para o acompanhamento das ondas cerebrais utilizando componentes remotos. Mais especificamente alta freqüência, com transmissores que irradiam energia eletromagnética em antenas com capacidade para varrer todo o cérebro ou qualquer outra região desejada.

Os diferentes sinais de freqüências penetrariam no crânio, invadindo o cérebro, onde se misturam para produzir uma onda de interferência por radiações moduladas em sua atividade natural.A onda de interferência é retransmitida pelo cérebro e recebida pela antena de uma estação remota gerando o monitoramento passivo ou afetando processos neurológicos através de um transmissor.

Outra patente assustadora foi requisitada pelo Dr. Oliver Lowery de Norcross, Geórgia, trata-se da patente americana de nº 5.159.703 – “Sistema de Apresentação Subliminal Silenciosa” (Silent Subliminal Presentation System), destinada para uso comercial em 1992. O sistema também é conhecido como tecnologia de transportador subliminal, ou Espectro do Som Silencioso Espalhado (SSSS), militarmente o sistema é apelidado de S-Quad.

Um sistema de comunicações silencioso no qual transportadores não-auriculares, nas zonas de frequências áudio muito baixas (ELF) ou muito altas (VHF) ou no espectro adjacente de frequências ultra-sónicas, são de amplitude ou frequência moduladas com a informação desejada e propagadas acustica ou vibracionalmente, com a finalidade de induzir o cérebro, tipicamente com o uso de alto-falantes, fones de ouvido ou transdutores piezoeléctricos.

Antenas da HAARP podem transmitir sinais de controle?

Os portadores modulados podem ser transmitidos directamente em tempo real ou podem ser adequadamente gravados e armazenados em suporte mecânico, magnético ou óptico para posterior retransmissão aos ouvintes, de forma retardada ou repetida. O dispositivo sugere o controle sobre a emoção humana, pensamentos e até mesmo sugerindo ações especificas. O mais assustador é que o sinal pode ser emitido através das antenas da HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), ou torres GWEN, antenas de celulares ou via satélite utilizando o sistema de TV digital.

"Teórias de conspiração" apontam que a rendição em massa de soldados Iraquianos em 2003 (Veja aquiou aqui) demonstra que o sistema já vem sendo testado. Nesse caso são apontadas as antenas da Haarp como emissoras do sinal, ressaltando que nessa data a base localizada no Alaska registrou atividade intensa.

Pesquisas sobre leitura e controle da mente continuam até os dias de hoje. Em março de 2010, a imprensa mundial noticiou que cientistas ingleses desenvolveram um software capaz de identificar o que uma pessoa esta assistindo.

A descoberta pertence a cientistas da University College, de Londres, e veio a público no dia 11 de março de 2010, pelo pelo jornal inglês DailyMail.

A pesquisa transcorreu da seguinte forma: voluntários tiveram acesso a três filmes, em seguida foi solicitado que eles pensassem sobre cenas específicas enquanto seus cérebros eram escaneados. Cada cérebro apresentou reações diferentes para cada filme, permitindo a classificação dos padrões. Os testes tiveram uma média de acerto de 45% “Porcentagem mais alta do que se tivesse tentado adivinhar”, explicaram os cientistas à revista científica Biologia Atual.

Para o pesquisador Martin Chadwick isso aponta que “as memórias são gravadas em um padrão regular”. Em 2009, a pesquisadora Eleanor Maguire usou a mesma técnica para descobrir onde algumas pessoas estavam enquanto se moviam em um ambiente de realidade virtual. “estamos nos aproximando da leitura da mente”, garante.

Outras pesquisas, desenvolvidas na Universidade Carnegie Mellon, no estado americano da Pennsylvania, utiliza equipamento de ressonância magnética como máquina de interpretação de pensamentos. Voluntários participam de sessões de uma hora. Dentro do equipamento eles são sugestionados a pensar em palavras que aparecem no monitor, sendo elas: adorar, odiar, insultar.

Cientistas começam a decodificar os sinais da mente

A partir desse processo, o um software divide o cérebro em 20 mil partes, chamadas voxels, identificando as áreas por onde o sangue passa com maior intensidade, essas regiões são ativadas pelo pensamento específico de cada palavra, tornando os os voxels azuis. Em regiões com atividade saguinea extrema eles ficam amarelos chegando ao tom vermelho.

A experiência se repete com vários voluntários, criando um padrão de voxels e movimentação asanguínea, possibilitando estabelecer o que vem sendo chamado de Dicionário de Pensamentos. A imagem gerada por cada pensamento é comparada com milhares de outras. Pela semelhança entre a imagem produzida e aquelas que estão catalogadas o computador é capaz de dizer exatamente o que o voluntário estaria pensando.

Assim, constroem uma espécie de dicionário de pensamentos. As pesquisas estão avançando e a expectativa dos responsáveis, entre eles o doutor Marcel Just, é que logo será possível dispensar a máquina de ressonância e tornar o dispositivo de leitura portátil. Com decodificadores capazes de identificar os pensamentos de forma precisa, sem deixar rastros.

Experimentos, testes e pesquisas dessa natureza acontecem em todo o globo terrestres, no Japão, o Instituto de Pesquisas em Telecomunicações Avançadas, em Quioto desenvolve um equipamento para gravar os sonhos através da identificação das imagens formadas no cérebro. Testes iniciais apresentaram sucesso.

Durante os experimentos, cientistas projetaram dentro de um aparelho de ressonância magnética símbolos geométricos com voluntários que ficavam olhavam fixamente para as figura. O software captou a atividade cerebral e a interpretou precisamente.

E você oque acha do controle mental? Até onde o ser humano será capaz de intervir na mente das pessoas mesmo que "involuntáriamente"?
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Na Argentina, uma condenação histórica contra o agrotóxico: É causa de aborto, câncer e deformações congênitas


Por: Celso galli coimbra

Uma sentença determinada por um tribunal de Córdoba, a segunda província e a segunda maior cidade do país, abriu espaço e conquistou atenções: num julgamento considerado histórico, a Justiça cordobesa condenou a três anos de prisão (que serão cumpridos em trabalhos sociais) um latifundiário e o piloto de um avião que fumigou plantações de soja numa região urbana.

Dois componentes químicos – endosulfán e glifosato – foram espalhados, em 2004 e 2008, nos inseticidas fumigados pelo piloto Edgardo Pancello nas plantações de soja de Francisco Parra, vizinhas ao bairro de Ituzaingó, em Córdoba.

Foi a primeira vez que a Argentina condena o uso de glifosato, produzido pela multinacional Monsanto – a mesma que desenvolveu o “agente laranja” utilizado pelos Estados Unidos na guerra do Vietnã e produz sementes transgênicas utilizadas em vários países, Inclusive no Brasil.

É o resultado de uma luta de dez anos dos moradores de Ituzaingó e de outras localidades argentinas, que denunciam as conseqüências do uso do glifosato nos agrotóxicos produzidos pela Monsanto e fumigados a torto e a direito país afora. O embriologista argentino Andrés Carrasco, que há anos denuncia os altíssimos riscos de contaminação do agrotóxico Roundup, fabricado pela Monsanto à base de glifosato, já havia antecipado, o que o tribunal de Córdoba agora concluiu: quem usa esse produto comete crime ambiental gravíssimo.

Contra todos os argumentos da Monsanto, o tribunal se baseou em dados inquestionáveis: de 142 crianças moradoras de Ituzaingó que foram examinadas, 114 contêm agroquímicos em seu organismo, e em altas quantidades. Foram constatados ainda 202 casos de câncer provocados pelo glifosato, dos quais 143 foram fatais num lapso curtíssimo de tempo. Houve, em um ano, 272 abortos espontâneos. E dos nascidos, 23 sofrem deformações congênitas. Moram em Ituzaingó pouco mais de cinco mil pessoas, o que dá uma dimensão clara dos males sofridos.

A cada ano que passa cerca de 280 milhões de litros de Roundup – ou seja, de glifosato – são despejados nos campos argentinos. São cerca de 18 milhões de hectares aspergidos ou fumigados nas plantações de soja transgênica, que significam 99% de tudo que o país produz. O mais brutal é que essa soja nasce de sementes geneticamente modificadas, produzidas pela própria Montanto. O glifosato contido no Roundb destrói tudo – menos a semente.

O glifosato continua sendo usado em campo aberto. Mas, na Argentina, já não poderá mais ser aplicado em áreas próximas às zonas urbanas. Além de abrir jurisprudência no país, a sentença do tribunal cordobês abre um precedente importante para milhares de processos em andamento na América Latina.

No Brasil, o agrotóxico continua sendo um dos motores principais do agronegócio, crescendo percentualmente em seu rendimento mais do que o próprio agronegócio. Em nosso país, o volume de pesticidas e agrotóxicos utilizados no campo é mais de três vezes superior ao da Argentina. Somos campeões mundiais no uso de agrotóxicos, com consumo de cinco litros por habitante ao ano.

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Indústrias farmacêuticas: Pesquisas têm como critério o lucro, não a saúde


”Diante dos lucros, certas indústrias farmacêuticas colossais não hesitam em colocar em risco a vida dos doentes distribuindo no mercado preparados, cujas benéficas e terapêuticas particularidades exageram, enquanto, simultaneamente, dissimulam os efeitos colaterais.

Isto é, enganam categorias inteiras de doentes propondo-lhes medicamentos que ou não são necessários, ou não são terapêuticos, ou pior, ainda, colocam a vida dos doentes em risco, destaca recente pesquisa de cientistas australianos, britânicos e norte-americanos, publicada na revista científica European Journal for Clinical Investigation, com tema central a influência das indústrias farmacêuticas na vida dos cidadãos.

Entre os autores de pesquisa, o australiano Emanuel Stamatakis, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade deSydney, que em suas declarações à imprensa caracterizou como “pelo menos uma deformação” as pesquisas médicas dependerem do financiamento dos industriais de medicamentos.“

Cientistas mostram que laboratórios vendem o que não é necessário ou não funciona

Zurique – Diante dos lucros, certas indústrias farmacêuticas colossais não hesitam em colocar em risco a vida dos doentes distribuindo no mercado preparados, cujas benéficas e terapêuticas particularidades exageram, enquanto, simultaneamente, dissimulam os efeitos colaterais.

Isto é, enganam categorias inteiras de doentes propondo-lhes medicamentos que ou não são necessários, ou não são terapêuticos, ou pior, ainda, colocam a vida dos doentes em risco, destaca recente pesquisa de cientistas australianos, britânicos e norte-americanos, publicada na revista científica European Journal for Clinical Investigation, com tema central a influência das indústrias farmacêuticas na vida dos cidadãos.

Entre os autores de pesquisa, o australiano Emanuel Stamatakis, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade deSydney, que em suas declarações à imprensa caracterizou como “pelo menos uma deformação” as pesquisas médicas dependerem do financiamento dos industriais de medicamentos.

Ainda, o Dr. Stamatakis avaliou a realização de pesquisas clínicas pelas indústrias farmacêuticas assemelhando-as com pintores dos quais pedimos que sejam críticos de suas obras, enquanto, simultaneamente, são candidatos a prêmio.

Ainda, não deixou de denunciar a “indústria de cooptação” de médicos e cientistas montada internacionalmente pelas indústrias farmacêuticas para levarem seus produtos de seus depósitos aos armários dos pacientes, atraindo médicos e cientistas com luxuosas viagens, supostos “simpósios” realizados em destinos exóticos, suculentos jantares, generosos “apoios” para o financiamento de pesquisas e valiosos “brindes” de fim de ano, e outros.

Testes tendenciosos

Revelou o característico caso o lançamento do medicamento Rosiglitazone, para diabéticos, fabricado pela indústria farmacêutica GlaxoSmithKline, o qual, embora, tenha sido retirado dos mercados da Europa e da Nova Zelândia após milhares de denúncias por ter causado séria cardiopatia e até infartos, continua disponível na Austrália, enquanto, “ao invés do específico remédio, seria mais eficaz receitar ao paciente leves exercícios de ginástica”…

Os investigadores que participaram da pesquisa, avaliando os dados de 600 testes clínicos, constataram que “as indústrias farmacêuticas financiam, planejam e controlam a fatia do leão dos mais importantes estudos médicos” e verificaram assim que os novos preparados farmacêuticos que são submetidos a testes clínicos, os quais são financiados pelas indústrias farmacêuticas, têm quatro vezes mais possibilidades de receberem licença de fabricação e serem lançados nos mercados internacionais, em antítese aos testes clínicos que são patrocinados por organismos sem fins lucrativos.

Assim, os pesquisadores propuseram a constituição de um banco internacional destinado a financiar todos os testes clínicos, evitando que existam interesses conflitantes com as indústrias farmacêuticas, que afetam desfavoravelmente a credibilidade dos testes clínicos.

Obviamente, para esta espécie de proposta ter esperanças de ser materializada é preciso ser derrubado o poder do capital. Sem os povos terem os instrumentos da economia em suas próprias mãos, o remédio, a pesquisa relacionada com este não pode ser um bem social.

No capitalismo, o sistema socioeconômico que tem como critério a lucratividade dos capitalistas, não poderão ser atendidas sequer as mais básicas necessidades populares e o direito a assistência médica de qualidade e gratuita.

Laura Britt
Sucursal da União Européia

Fonte: Celso Galli coimbra
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Cura do Câncer descoberto em 1934


Há mais de 77 anos, no verão de 1934 em Califórnia EUA, sob os auspícios da Universidade de Southern California, um grupo de proeminentes bacteriologistas e médicos americanos conduziram a primeira clínica de câncer de sucesso. Nesta clínica, eles descobriram a cura para o câncer.

Suas pesquisas clínicas constataram que:

a) o câncer é causado por um microrganismo;
b) o microrganismo pode ser destruído sem dor em pacientes terminais de câncer; e
c) os efeitos da doença podem ser revertidos.

A descoberta da técnica que leva à cura do câncer havia sido publicado na revista Science magazine em 1931. Nos anos seguintes após o sucesso clínico de 1934, a tecnologia e a subsequente tratamento bem sucedido de câncer foi discutido em conferências médicas, publicado em jornais de medicina, cautelosamente, mas profissionalmente reportado em um jornal de grande circulação, e tecnicamente explicado em um relatório anual publicado pela Smithsonian Institution.

No entanto, a cura do câncer recém-descoberto foi censurado por um número crescente de médicos, cientistas e interesses financeiros. O encobrimento foi iniciado. Médicos que utilizavam a nova tecnologia foram ameaçados para abandoná-la. O autor do artigo do Smithsonian Institution foi forçado por meio de intimidação para nunca mais escrever sobre o assunto novamente.

Todos os relatórios descrevendo a cura foram censurados pelo chefe da AMA (American Medical Association) dos maiores jornais de medicina. A avaliação científica pelos laboratórios do governo foram proibidos. E os renomados pesquisadores que apoiaram estes novos princípios científicos em bacteriologia foram desprezados, ridicularizados e chamados de mentirosos em suas caras. Eventualmente, após um longo e obscuro silêncio que durou mais de sete décadas a cura do câncer caiu novamente.

Eventualmente, a cura foi rotulada como um ‘mito’ – que nunca aconteceu. Todavia, os documentos agora disponíveis provam que a cura realmente existe, e foi testada com sucesso em ensaios clínicos, e de fato foi usado secretamente por anos subsequentes – e continua a curar o câncer, assim como outras doenças.

Em 1913, um homem que tem paixão por máquinas e curiosidade científica, chegou em San Diego depois de dirigir por todo o país a partir de Nova York. Ele estava prestes a começar uma nova vida e abrir um novo caminho para medicina que serão homenageados num futuro distante. Seu nome era Royal Raymond Rife.

Royal R. Rife estava obcecado com bacteriologia, microscópios e eletrônica. Para os próximos sete anos ele planejou e experimentou uma variedade de campos, pensando em como dominar as habilidades necessárias para construir instrumentos que o mundo nunca tinha feito.

Ao final de 1920, a primeira fase de sua obra foi concluído. Ele construiu o seu primeiro microscópio, o único no mundo que quebrou os princípios existentes, ele havia construído instrumentos que permitiu destruir eletronicamente patógenos específicos de microrganismos.

Ao longo de uma década de pesquisa e desenvolvimento, Rife estava procurando uma maneira de identificar e depois destruir o microrganismo que causa o câncer. Sua pesquisa sobre o câncer começou em 1922. Levaria até 1932 para identificar o microrganismo responsável que causa o câncer. Com a ajuda dos microscópios que ele desenvolveu, Rife foi capaz de isolar o vírus do câncer que mais tarde foi nomeado simplesmente de ”BX vírus”.

 

Notas do laboratório de Rife de 20 de Novembro de 1932, contém a primeira descrição escrita das características do vírus. Utilizando o seu método único de classificação e o seu microscópio, o vírus do câncer foi descrito como: ângulo de refração – 12-13/10 graus; cor química de refração – vermelho-púrpura.

Rife passou a anotar o tamanho do vírus do câncer. O comprimento era de 1/15 mícron. A amplitude foi de apenas 1/20 mícron. Nenhum microscópio de luz ordinário, mesmo na década de 1980, seria capaz de tornar o vírus do câncer visível.

Com o tempo, Rife provou que o câncer é causado por um microrganismo específico e identificável. Após o isolamento do vírus do cancro, o seu próximo passo foi destruí-lo. Ele fez isso com instrumentos de frequência que ele projetou e desenvolveu. Usando esse instrumento de frequência, Rife demonstrou com sucesso e provou enfaticamente que o microrganismo do câncer pode ser destruído sem dor em pacientes terminais de câncer usando frequências especificas; e os efeitos da doença podem ser revertidos.

Em 1934, Dr. Rife abriu uma clínica, onde ele curou 16 dos 16 casos de câncer dentro de 120 dias com sucesso. Trabalhando com alguns dos mais respeitados pesquisadores nos Estados Unidos juntamente com médicos proeminentes do sul da Califórnia, ele conseguiu destruir eletronicamente o vírus do câncer, permitindo o sistema imunológico dos pacientes restaurar a saúde.

A Special Research Committee of the University of Southern California supervisionou o laboratório de pesquisa e os tratamentos experimentais até o final da década de 1930. Acompanhamentos clínicos conduzidos em 1935, 1936 e 1937 pelo chefe da U.S.C. Medical Committee confirmou os resultados clínicos de 1934.

Em 1 de Dezembro de 1953 Rife escreveu:

”Com instrumento de frequência, nenhum tecido é destruído, nenhuma dor é sentida, nenhum ruido é audível e nenhuma sensação é notado. A Luzes do tubo em cima e três minutos depois o tratamento está concluído. O vírus ou bactéria é destruída e o corpo se recupera naturalmente a partir do efeito tóxico do vírus ou bactéria. Várias doenças são tratadas simultaneamente”.

O primeiro trabalho clínico sobre o câncer foi concluído sob a supervisão de Milbank Jonhson, MD, a qual foi estabelecido no âmbito da Special Medial Research Committee of the University of Southern California. 16 casos foram tratados na clínica para muitos tipos de malignidade. Após 3 meses, 14 desses casos considerados como desesperados foram assinados como clinicamente curados por cinco médicos e Dr. Alvin G. Foord, MD, patologista da equipe.

Os tratamentos com duração de três minutos consistiu na utilização de um instrumento de frequência com taxa oscilatória mortal para o ”vírus BX” ou câncer (com 3 dias de intervalo). Verificou-se que o tempo de intervalo decorrido entre os tratamentos alcançou melhores resultados do que os casos tratados diariamente. Ista dá ao sistema linfático oportunidade para absorver e arrematar a condição tóxica que é produzida pelas partículas desvitalizadas e mortas do ”vírus BX”.

Nenhum aumento de temperatura corporal acima do normal foi perceptível em qualquer um dos casos durante e após o tratamento com instrumento de frequência. Nenhuma dieta especial foi usado em qualquer um dos trabalhos clínicos, mas acredito sinceramente que uma dieta adequada compilado individualmente seria de grande benefício”.

Por que você nunca ouviu falar sobre a cura do câncer? The American Medical Association

The American Medical Association foi fundado em 1846 e a partir de 1901 uma reorganização permitiu ao AMA ganhar o poder para decidir como a medicina seria praticada em todo os EUA. Ao se tornar em confederação de associações médicas estaduais e forçar os médicos da sociedade médica de seu condado a juntar-se á associação estadual, a AMA logo aumentou a sua participação para incluir a maioria dos médicos do país.

Então, através do credenciamento de escolas de medicina, ele começou a determinar as normas e práticas médicas. Aqueles que se recusaram a obedecer ás normas e práticas da AMA perdeu a licença.

Pouco anos após a clínica de câncer da Califórnia descobrir a cura do câncer em 1934, o Dr R. T. Hamer, que não participou na clínica, começou a usar o procedimento no sul da Califórnia. Um médico e editor do Jornal of the American Medical Association (JAMA), Morris Fishbein descobriu e tentou ”comprar”.

Quando ele foi rejeitado, Fishbein recorreu á AMA para destruir a cura do câncer. Fishbein e AMA levaram Dr. Hamer e os seus parceiros para o tribunal – acusados pela AMA de operar sem licença. Em 1939, sob pressão da AMA, o Dr. Hamer abandonou a cura.

Em apenas 5 curtos anos, de 1934 a 1939, a cura do câncer foi clinicamente demostrado e se expandiu para a cura de outras doenças em uma base diária por um número crescente de médicos, e depois foi abruptamente encerrado quando Morris Fishbein do JAMA não conseguiu comprar a cura do câncer.

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Já estamos vivendo nos dias de Noé e de Ló - Confira!


Trecho traduzido do livro: Antes do último dilúvio.
De: Norbert Lieth

Sabemos que não haverá mais um Dilúvio para submergir toda a terra (Gn 8.21-22; Gn 9.11,15). Isso, porém, não significa que não virá um juízo global no futuro. Haverá, sim, um outro “dilúvio”, um terrível apocalipse de alcance mundial.

No Novo Testamento encontramos referências ao tempo de Noé: Mateus 24.37-39, Lucas 3.36 e 17.26-27, Hebreus 11.7, 1 Pedro 3.20, 2 Pedro 2.15 e 3.5-7. Além dessas, existem menções extra-bíblicas desse acontecimento: “O Dilúvio mundial dos tempos de Noé encontra paralelos em mais de 40 culturas, que não dispunham da Bíblia”.[1] A P.M. Perspective (uma revista científica alemã) escreveu recentemente acerca da possibilidade de um Dilúvio histórico: “De fato: em um processo judicial baseado em indícios, possivelmente as provas seriam suficientes [para confirmar o relato bíblico].”[2]

Chama a atenção:

1. O mundo do tempo de Noé não sucumbiu por causa da poluição ambiental ou pelo aquecimento global, mas devido à maldade da humanidade, que havia renunciado ao ALTÍSSIMO. Os tempos finais também serão caracterizados pela rejeição a Deus por parte da maioria das pessoas.

2. As declarações sobre o fim dos tempos conectam diretamente o tempo de Noé (Dilúvio) com o tempo de Ló (Sodoma e Gomorra) (Lc 17.26-29; 2 Pe 2.4-9; comp. Jd 6-7). Não devemos perder de vista essa conexão.

3. Os dois eventos (Dilúvio e juízo de fogo) foram transcritos para a posteridade explicitamente como exemplos de alerta. Pedro enfatiza esse aspecto (2 Pe 2.6) e Judas também o faz (Jd 6-7). Isso significa que, nos tempos finais, teremos uma situação semelhante à daquela época. Os últimos tempos serão dominados por poderes espirituais como foram os tempos de Noé e Ló: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.37).

4. Penso que tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava:

– Noé, seu nome significa “pregador da justiça” (2 Pe 2.5) e não “pregador da vingança”.
– Ló sentia-se “afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados”. Ele atormentava a sua alma justa. Implorava que seus contemporâneos se voltassem para Deus (2 Pe 2.7-8; Gn 19.14).

Aqueles que creem no Messias não se compraz com a impiedade, mas também não reage com dureza, com desamor ou ameaças, que têm sua origem em uma religiosidade impiedosa e legalista.

A Igreja (que somos nós, cada um de nós) sofre, se atormenta, derrama lágrimas. Ela suporta dores e sente muito quando vê o mal acontecendo, e então suplica e intercede pela salvação dos perdidos – como fazia Ló (Gn 19.7-14).

5. O fato de o mundo de antes de Noé ser chamado de “o mundo daquele tempo” (2 Pe 3.5-7) significa que hoje nos encaminhamos para uma segunda terra e um segundo céu. Hoje nossa terra tem características diferentes das que tinha antes do Dilúvio.

Existe a terra de antes do Dilúvio (a primeira), a terra de depois do Dilúvio (a segunda, atual), e futuramente haverá um novo céu e uma nova terra (os terceiros). Conforme 2 Coríntios 12.2-4, o apóstolo Paulo foi arrebatado até o terceiro céu, ao paraíso. Por isso, falamos sempre, de forma automática, de três esferas celestiais: (1) o céu das nuvens; (2) o Universo, e (3) o céu onde o Altíssimo habita. Mas isso é obrigatoriamente assim? Talvez, ao referir-se ao terceiro céu, ao paraíso, Paulo estava simplesmente falando do terceiro céu na seqüência: (1) pré-diluviano, (2) pós-diluviano, e (3) futuro (o novo céu que nos espera).

O juízo por meio da água no princípio da história da humanidade é uma imagem do juízo futuro por meio do fogo no final da história da humanidade (2 Pe 3.5-7).

O exemplo de Noé no começo dos tempos

“Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos do Altíssimo que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos do Altíssimo possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade” (Gn 6.1-4).

Aqui, os filhos do Altíssimo, não são homens, mas anjos (veja Jó 1.6; Sl 29.1; Sl 89.7). Os homens (v.1) tiveram filhas – portanto, filhas humanas –, e a elas vieram os “filhos de Deus” (v.2). A diferença entre “filhos do Altíssimo” e “filhas dos homens” é ressaltada claramente. Se a expressão “filhos do Altíssimo” se referisse a homens, teria de estar escrito “filhos dos homens”, assim como o texto fala das “filhas dos homens”.

Pessoas são chamadas de filhos dos homens (Sl 62.9). Por exemplo, Ezequiel e Daniel são chamados de “filho do homem” (Ez 2.1; Dn 8.17). O Messias foi ambos: Filho do Altíssimo, título que acentua Sua divindade, e Filho do Homem, que atesta sua vinda como homem através de Maria (Mt 8.20,29).

Judas também deixa evidente que a designação “filhos do Altíssimo” não diz respeito a pessoas, mas a anjos caídos: “e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia” (Jd 6; comp. 2 Pe 2.4-5; Jó 1.6; 1 Rs 22.19-23).

Em Gênesis 6.4 está escrito: “...naquele tempo havia gigantes (“nephilim”) na terra ...estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade.” A palavra hebraica “nephilim”, traduzida por “gigantes” tem um significado bastante interessante: quer dizer gigantes, heróis, celebridades. Isso indica pessoas que têm influência, e a palavra deriva de uma raiz que significa “cair”. São os “caídos” que levam outros a cair; dominadores, controlados por demônios, que caem e levam outros consigo.

Observemos nosso mundo: grandes personalidades enganadas, celebridades seduzidas, no meio financeiro, nos negócios, na indústria do entretenimento e na política levam nossa sociedade à queda. E aos olhos de muitos desses “gigantes” os cristãos fiéis à Bíblia parecem representar um perigo maior que organizações criminosas.

A época de Noé era um tempo extraordinariamente marcado por domínio demoníaco. E no tempo de Noé também havia oposição veemente contra a ação do Espírito Santo. Tudo era tolerado, tudo era permitido, as mentes eram liberais e abertas para tudo, menos para o que vinha do Espírito Santo, que era rejeitado.

“Então, disse o Altíssimo: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos” (Gn 6.3). A era anterior ao Dilúvio foi caracterizada por uma marcante ação do Espírito Santo e menos por ordenanças da Lei.

Foi uma era de extraordinária graça, da qual as pessoas abusaram impiedosamente. Elas resistiam ao Espírito Santo do mestre, que já pregava àquele mundo através da pessoa e das palavras de Noé (1 Pe 3.18-20). E agora, em Gênesis 6.3, o Eterno está dizendo que, depois de 120 anos, a graça iria ser suspensa, retirando-se e dando lugar ao juízo.

Um cenário semelhante se repetirá logo antes do “dilúvio apocalíptico”. O Espírito Santo, que hoje ainda atua através da graça, conforme 2 Tessalonicenses 2.6-7 será retirado juntamente com a Igreja (que somos todos nós) do Messias antes do juízo, para que este se abata sobre a humanidade. Isso indica que esta era que antecede esse “dilúvio apocalíptico” se encerrará da mesma forma que a era anterior ao Dilúvio no passado. Arnold Fruchtenbaum explica: “Os dias de Noé são um tempo comparável aos dias que antecederão o Arrebatamento”.[3]

A geração de Noé chegou a um ponto em que o mal e tudo o que era injusto e pecaminoso dominava o dia-a-dia como estilo de vida normal. Os valores haviam sido invertidos. O mal foi elevado à posição de bem, de útil, enquanto o bem, que o Espírito Santo queria produzir, passou a ser declarado como mal e era rejeitado. “Viu o Altíssmo a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6.12; comp. v.5).

Diariamente observamos que nosso tempo é dominado por forças demoníacas (nos filmes, na religião, através da Nova Era, do esoterismo, da Teoria da Evolução, pelo surgimento de novos deuses...), e percebemos que o povo se volta contra a Palavra do Eterno e se opõe à ação do Espírito Santo.

O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal. Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.

Ao analisarmos o tempo de Noé, fica evidente que o pecado se avoluma até a corrupção total (Gn 6.5,12) e que existe um amadurecimento para juízo, quando a medida da iniqüidade estará cheia (Gn 15.16; 13.13; 18.20; Jd 7). Esse é o caso quando a lei do Altíssimo não apenas é quebrada (no sentido de não ser obedecida), mas rompida completamente (rejeitada radicalmente e declarada nula).

Os exemplos a seguir são sintomáticos dessa tendência:

Na Igreja Luterana dos EUA decidiu-se no ano passado que o ministério pastoral poderá ser exercido por pessoas que vivem em relações homossexuais. Essa regulamentação deverá entrar em vigor em 2010. Uma pastora declarou a respeito: “Creio que fomos além do que Deus permite”. A ironia foi que uma tempestade derrubou a cruz da torre da igreja luterana central onde estava sendo tomada essa decisão.[4]

Na Holanda existe uma banda chamada “Devil’s Blood” (“Sangue do Diabo”). Em seus shows os integrantes derramam 20 litros de sangue de porco no palco. Um deles declarou: “O sangue de animais é, para nós, a possibilidade de levar a morte até o palco e para nos tornarmos menos humanos. Um caminho para fazer desaparecer nossa própria identidade e nossa personalidade, para sermos espíritos...”.[5]

Um grupo esotérico alemão chamado “Obreiros da Luz” é extremamente ocultista e busca o contato com o além para liberar energias ocultas. Os “obreiros” esperam “uma luz nova e consciente que adentrará esta existência pela primeira vez”.

Essa luz traria paz e cura para o mundo e conduziria a humanidade “à mudança global, impulsionando-a no caminho de volta para a Unidade”. Um dissidente que abandonou essa seita, advertiu seriamente em seu site na internet a respeito do grupo: os auto-intitulados “obreiros da luz” são médiuns de “pretensos anjos, entes de luz ou irmãos de luz extra-terrenos”. Eles representam a porta de entrada ideal para forças ocultas.[6]

Enquanto isso, pregações das sagradas escrituras e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido.

Hoje chegamos ao ponto de quase precisarmos nos envergonhar ao apenas mencionarmos que o Altíssimo vai julgar os impuros e adúlteros (Hb 13.4). Quando proclamamos essas verdades atualmente, tornamo-nos ridículos aos olhos do mundo. Isso não cabe mais na nossa sociedade, pois é “antiquado”. Mas é justamente nisso que reconhecemos o quanto nosso tempo é igual ao tempo de Noé!

O exemplo de Noé no meio dos tempos

Aproximadamente 2.500 anos depois do Dilúvio veio o Salvador, a arca da salvação eterna. Aquele em cujo Espírito Noé agira (1 Pe 3.18-20) veio em carne e sangue. Mesmo estando o amor do Altíssimo presente no mundo através da Pessoa do Messias – a graça, o perdão, a misericórdia e justiça plenas –, o próprio Mestre já teve de anunciar o juízo do fim dos tempos.

Ele usou o tempo de Noé e de Ló como exemplos do tempo antes de Sua volta: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30).

Algumas coisas chamam nossa atenção nessas palavras do Mestre:

1. A conexão estreita entre a história de Noé e a história de Ló. Portanto, os tempos finais são muito semelhantes tanto ao tempo de Noé como ao tempo de Ló.

2. A despreocupação das pessoas daquela época com as coisas espirituais. “Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã; soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade...” (Ez 16.49). A vida social girava unicamente em torno das coisas da vida terrena. O centro era o bem-estar e o conforto de cada um. Em palavras de hoje, diríamos que as preocupações são o clima, a alimentação, vitaminas, saúde, dicas para viver bem, conselhos sobre finanças, etc. A preocupação daquela época eram as coisas seculares, não as celestiais; as temporais, não as eternas; as mundanas, não as espirituais.

A saúde, por exemplo, tem se tornado uma poderosa religião contemporânea. “O anseio por saúde tem adquirido cada vez mais os traços de uma religião. Essa é a opinião do médico e teólogo Manfred Lütz (de Colônia, na Alemanha). (...) Muitos ‘correm pelas florestas e comem grãos para acabar morrendo saudáveis’, afirmou Lutz durante uma palestra. Onde havia catedrais, erguem-se agora academias de ginástica. A religião da saúde seria a mais poderosa de todos os tempos e apresentaria marcas de totalitarismo. Lütz disse: ‘Enquanto se pode fazer qualquer brincadeira acerca do Messias, não se pode fazê-lo quando o assunto é saúde’. 

Além disso, ela seria mais cara do que todas as outras religiões. (...) A mania da vida saudável já teria alcançado grande parte das igrejas, disse o autor de diversos best-sellers (...) ‘Enquanto no passado se jejuava para se privar do alimento, hoje se jejua para se chegar bem tarde, e bem saudável, ao céu’. A saúde seria um grande bem para os cristãos, mas ‘não o bem supremo’, segundo Lütz. Ao invés de viver prevenindo doenças, os cristãos deveriam gozar cada novo dia como um presente divino”.[7]

Como são modernas as palavras do Mestre! Abri o jornal e selecionei alguns títulos da programação da TV. Essa lista demonstra o quanto são atuais as palavras do Messas acerca dos tempos finais. Hoje estamos vivendo exatamente dentro daquilo que foi dito acerca dos tempos de Noé e de Ló. E ainda existe quem tenha a coragem de dizer que a Bíblia está ultrapassada! Fiquei impressionado com a quantidade de programas sobre preparo de receitas, alimentação saudável e saúde.

A passagem bíblica que diz que as pessoas da época de Noé e Ló “compravam, vendiam, plantavam e edificavam” tem seu pleno cumprimento nos nossos dias – o que comprovei lendo os títulos dos programas oferecidos na área de finanças e comércio. Outra característica dos tempos passados que se repete hoje é a de que “casavam e davam-se em casamento”. Programas de namoro, casamentos, descasamentos, novos relacionamentos – a vida privada ocupa o centro das atenções. Mas isso não é tudo.

A declaração do Mestre “casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que...”, dá o que pensar! Buscar um parceiro pela internet ou através de agências de casamento virou moda. “Por razões que não cabem aqui, parece que hoje ninguém mais conhece alguém na rotina da vida diária. Por isso, florescem as agências de namoro, de preferência protegidas pela anonimidade da internet”.[8]

A maior parte do que acabamos de listar não é pecado. Mas quando o Altíssimo é excluído e quando a salvação em Jesus é rejeitada, quando o homem é movido apenas pelo que é temporal, então tudo isso passa a ser um sinal dos tempos finais.

“Deixe-nos em paz” foi a reação do povo daquela época, e é o que se ouve também hoje.

“Deixem-me em paz com esse assunto de apocalipse”, “Vocês são muito catastrofistas!”, “Vocês só querem atrapalhar a minha vida”, “Vocês são fanáticos religiosos”, “Vocês são tão negativos, os desmancha-prazeres da sociedade”. Mas por que a taxa de suicídios e as tragédias aumentam tanto?

Por que as clínicas psiquiátricas estão lotadas? Por que nunca houve tanta necessidade de remédios controlados como nos últimos anos? Por que a insatisfação, o medo e a insegurança pairam sobre nossa sociedade como uma névoa escura, uma vez que tudo seria tão bom sem Messias?

3. Nas épocas de Noé e Ló vemos que não era a multidão que estava com a razão. A maioria de então estava errada, e a minoria (Noé e Ló) é que estava certa. No final, Deus terá razão, Sua Palavra será decisiva – não a opinião da maioria, que diz: “Mas todo mundo faz isso! Isso deve ser correto, já que todos o fazem! É o que a mídia diz...”.

Você sabe qual foi a última afirmação do mestre antes de começar a falar do tempo de Noé? “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus; nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.35-37).

A Palavra do Altíssimo é garantida e irrevogável. Mesmo que ninguém saiba o dia ou a hora, temos um ponto de referência na semelhança entre a nossa época e o tempo de Noé.

O exemplo de Noé para os tempos finais

Nosso tempo está diante de um novo dilúvio, não de água mas o dilúvio do Apocalipse, dos juízos dos selos, das trombetas e dos flagelos. Então os céus e a terra serão novamente abalados (comp. Ap 16.20-21). E após esses juízos catastróficos, haverá um novo céu e uma nova terra, nos quais habita justiça (2 Pe 3.13; Ap 21).

O tempo de Noé e Ló mostra-nos que o Arrebatamento está próximo. Noé é chamado por Pedro de “pregador da justiça”, enquanto Ló é chamado apenas de “justo” (2 Pe 5.7). Essa diferença tem algum significado à luz da profecia?

Noé, o pregador da justiça, teve de passar pelo juízo, mas foi protegido em meio a ele. Essa é uma ilustração de Israel. Foi Israel quem proclamou a justiça no Messias a nós (Rm 9.4-5).

Ló é chamado de “o justo”. Ele foi poupado do juízo, salvo antes da destruição. Representa figuradamente a Igreja. Tornamo-nos justos pela proclamação da justiça por Israel (simbolizado por Noé). Como Ló, porém, a Igreja vive no meio de um mundo cheio de injustiça, mas ela crê e será salva antes do juízo (2 Pe 2.7-9). Assim como o Eterno salvou o justo Ló, também pode livrar da provação todos os que O temem.

Ló foi salvo sendo tirado do lugar da tentação e da provação ao ser literalmente arrancado de Sodoma (Gn 19.16-17,22). Da mesma forma, a Igreja será salva do lugar da tentação, salva deste mundo, ao ser arrebatada antes do dilúvio apocalíptico. Pois, se apenas os injustos serão preservados para o dia do juízo, então obrigatoriamente os justos serão livrados de passar por esse dia (1 Ts 5.1-10).

Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Somos como Noé, pregadores da justiça? Somos tementes ao Altíssimo como ele? Somos obedientes como ele era? Fazemos tudo o que podemos para transmitir à nossa geração a justiça que tem valor diante do Eterno? Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?

Fiquem alertas!

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