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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

EUA: Seca catastrófica ameaça fornecimento de água a 40 milhões


A seca catastrófica que está a afetar o oeste dos EUA está a pressionar os lençóis freáticos e a ameaçar o fornecimento de água nesta região onde vivem 40 milhões de pessoas.

No quadro da sua investigação, um grupo de ientistas analisou sete Estados - Arizona, Colorado, Utah, Wyoming, Califórnia, Novo México e Nevada - situados na bacia do rio Colorado.

Os últimos 14 anos são os mais secos desde que começaram os registos há um século, concluíram os investigadores, que acentuaram o facto de três quartos das perdas de água ocorrem no subsolo.

No total, o volume das perdas hidráulicas na bacia equivale a cerca do dobro do volume do Largo Mead, o maior reservatório de água dos EUA, que alimenta designadamente Las Vegas, sublinha o estudo publicado na revista Geophysical Research Letters.

A informação de satélite cobriu o período de 2044 a 2013 e evidenciou uma perda de água de 65 quilómetros cúbicos no conjunto da bacia.

«É uma perda enorme. Não duvidávamos que a situação era má, mas tanto é verdadeiramente chocante», disse Stephanie Castle, autora do estudo e especialista em recursos hidráulicos na Universidade da Califórnia.

Pior, reforçou Castle, «desconhece-se com precisão o volume de água que ainda está no subsolo, o que impede que que se preveja quando acabe».

A bacia do Colorado abastece 40 milhões de pessoas e irriga cerca de 1,6 milhões de hectares de terras cultivadas.

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Primeira fábrica de mosquitos transgênicos do Brasil é inaugurada em Campinas/SP


O Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue

A primeira fábrica de mosquitos da dengue transgênicos do Brasil foi inaugurada nessa terça-feira (29), em Campinas. A unidade da empresa britânica Oxietic tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos aedes aegypti machos por semana - esse número pode saltar para 2 milhões. Se a produção for aprovada, poderá ajudar no combate da dengue no território nacional.

Em 2002, a Oxietic desenvolveu os mosquistos aedes aegypti transgênicos a partir de uma microinjeção de DNA contendo dois genes nos ovos dos transmissores da dengue. Um dos genes serve para impedir que os descendentes dos insetos cheguem à fase adulta e outro é para identificá-los sob uma luz específica.

As fêmeas são responsáveis pela incubação e transmissão do vírus, mas ao procriar com os machos transgênicos elas geram descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, de modo que a população total de mosquitos é reduzida.

Testes iniciados há três anos na cidade de Juazeiro, na Bahia, apresentaram uma redução de mais de 80% da população que vive na natureza. Os experimentos com os insetos da Oxitec no Brasil foram realizados em parceria com a organização Moscamed.

A Oxitec tem como possível cliente o poder público, contudo, a contratação depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que, por enquanto, ainda está estudando se vai autorizar ou não a comercialização de serviços do gênero. Com o veredito positivo da Anvisa, o Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

De acordo com Glenn Slade, o diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, para uma cidade de 50 mil habitantes fazer uso do serviço, ela deverá desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano, e R$ 1 milhão para manutenção dos insetos nos anos seguintes.

Fontes G1 - Notícias 
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