Por Raquel Elana
No último sábado, dia 21 de Setembro, o mundo assistiu mais um capítulo da horrenda saga patrocinada por fundamentalistas islâmicos. Num Shopping Center da capital do Quênia, Nairóbi, terroristas mataram pelo menos 62 pessoas e feriram 11 militares.
No último sábado, dia 21 de Setembro, o mundo assistiu mais um capítulo da horrenda saga patrocinada por fundamentalistas islâmicos. Num Shopping Center da capital do Quênia, Nairóbi, terroristas mataram pelo menos 62 pessoas e feriram 11 militares.
Os mortos eram não muçulmanos dentre os quais muitos cristãos quenianos e outras minorias étnicas, todos considerados infiéis pelo Jihad. Entre os mortos estavam turistas, oficiais de consulados e embaixadas, servidores da ONU entre outros.
O grupo terrorista Al Shabab, facção islâmica ligada à Rede Al-Qaeda, assumiu o ato. Desde 2011, o Al-Shabab vem operando no Quênia como resposta as tropas quenianas que entraram na Somália para combater seus militantes.
A Misteriosa “Viúva Branca”
A principal suspeita de liderar o ataque repousa sobre uma mulher, branca, loira, mãe de 2 filhos. Ela é a britânica Samantha Lewthwaite de 29 anos, viúva de Germaine Lindsay, um dos quatro homens- bomba responsáveis pelos atentados de 7 de julho de 2005, em Londres que deixaram 56 mortos.
Uma jovem normal
Samantha que nasceu na Irlanda, sempre foi considerada uma jovem normal. Aos 15 anos, converteu-se ao Islamismo e em 2002, com 18 anos, casou-se com Germaine Lindsay, também convertido à religião islâmica.
Em setembro de 2003, o casal estabeleceu-se em Aylesbury. Segundo conhecidos “ela era uma moça normal. Tinha uma grande personalidade, mas um pouco insegura”. Após o ataque de 7 de julho de 2005, quando seu marido matou 26 pessoas após explodir-se na estação de metrô de King’s Cross, Samantha foi dada como fugitiva, juntamente com os filhos.
Samantha e Germaine enfileiram as estatísticas que tratam do crescimento do Islamismo na Europa. Enquanto muitos muçulmanos de nascimento dão as costas para o Islã, muitos europeus, bem sucedidos tem abraçado a fé islâmica.
Samantha encontra-se foragida.
O grupo terrorista Al Shabab, facção islâmica ligada à Rede Al-Qaeda, assumiu o ato. Desde 2011, o Al-Shabab vem operando no Quênia como resposta as tropas quenianas que entraram na Somália para combater seus militantes.
A Misteriosa “Viúva Branca”
A principal suspeita de liderar o ataque repousa sobre uma mulher, branca, loira, mãe de 2 filhos. Ela é a britânica Samantha Lewthwaite de 29 anos, viúva de Germaine Lindsay, um dos quatro homens- bomba responsáveis pelos atentados de 7 de julho de 2005, em Londres que deixaram 56 mortos.
Uma jovem normal
Samantha que nasceu na Irlanda, sempre foi considerada uma jovem normal. Aos 15 anos, converteu-se ao Islamismo e em 2002, com 18 anos, casou-se com Germaine Lindsay, também convertido à religião islâmica.
Em setembro de 2003, o casal estabeleceu-se em Aylesbury. Segundo conhecidos “ela era uma moça normal. Tinha uma grande personalidade, mas um pouco insegura”. Após o ataque de 7 de julho de 2005, quando seu marido matou 26 pessoas após explodir-se na estação de metrô de King’s Cross, Samantha foi dada como fugitiva, juntamente com os filhos.
Samantha e Germaine enfileiram as estatísticas que tratam do crescimento do Islamismo na Europa. Enquanto muitos muçulmanos de nascimento dão as costas para o Islã, muitos europeus, bem sucedidos tem abraçado a fé islâmica.
Samantha encontra-se foragida.
Fonte: Gospel mais
Via: Revellati online
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