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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cazuza: Uma conversão ao Evangelho abafada pela Mídia Illuminati!


Alguns trechos do livro podem ser achados aqui => Unidos contra o mundo / "Fiz parte desse show"

O que? Ele se converteu e ninguém soube? "Fiz parte desse "Show".

Imagine um ídolo de toda uma geração. Alguém que forme opniões, que influencie poderosamente à juventude de um país arrebatando multidões por onde passa. Para completar, o sujeito é músico, um verdadeiro fenômeno do mercado fonográfico. Pense num símbolo da anarquia, apologista da rebeldia, alguém cuja fama não se restrinja somente ao talento artístico, mas se confunda com sua elétrica e polêmica vida privada.
 
Atualmente, o Brasil não possui alguém que atenda a todos os adjeticos descritos. Pode até ser que haja quem preencha alguns deles, mas não todos. No passado, porém, foram muitos os cantores nacionais cujos nomes representavam a bombástica combinação "vida desregrada"+"popularidade absurda em todas as camadas sociais"+"arte politizada". De cara, três nomes me vem à mente: Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.

Agora, pense no impacto que não seria a conversão ao Evangelho de qualquer ídolo liberalista hoje((me refiro à uma conversão genuína, sem concessões; uma entrega total.).

Se, por exemplo, o Zeca Pagodinho, o Rômulo Costa, o Neguinho da Beija-Flor ou a Regina Casé se convertesse, será que a indústria da noite e tudo o que ela agrega permaneceria a mesma? Se o Marcelo D2, o Mano Brown, O Gabriel Pensador ou o Falcão se rendesse a Cristo, será que todos os seus seguidores, compostos em sua maioria por favoráveis ao uso da maconha; permaneceriam defensores da erva? Se o Jean Wyllys, a Maria Gadu, a Ana Carolina ou o Luís Mott se sujeitasse ao senhorio de Jesus, será que o ativismo gay não sofreria um baque, uma perda de fôlego?

Se um ídolo pertencente ao topo da cadeia músical brasileira como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Cláudia Leite ou Paula Fernandes conhecesse ao Salvador, será que a indústria fonográfica(e suas ramificações.) reagiria bem? Se um astro da televisão como Xuxa, Luciano Huck, Angélica, Miguel Falabella, Jô Soares, Ana Maria Braga, José Wilker, William Bonner ou Glória Perez renascesse no Senhor, será que os telespectadores ficariam insensíveis ao receberem a bomba?

E se um indivíduo que, até certo ponto, reunisse tudo o que foi citado acima(a boemia, a droga, a simpatia LGBT, o sucesso estrondoso e a formação de opnião.) e, ainda por cima; brigasse por suas ideologias, fosse intelectualizado e podre de rico, viesse a, no mínimo, tornar-se simpatizante do Senhor Jesus Cristo? Provavelmente o abalo não seria pequeno...

Enfim, leitor, os dois parágrafos que escrevi acima tem como fim principal chegar ao seguinte nome: Cazuza. Vítima da AIDS em 1990, talvez ele tenha sido o maior representante do liberalismo no Brasil(embora indiretamente.). Quando seu nome nos vem à mente, as primeiras coisas das quais nos lembramos são "sexo, drogas e rock'n roll".

Uma vida sem qualquer direção, levada pelo vento e por uma sequência de atos aleatórios movidos por lemas como "viva a vida intensamente" ou "a minha vontade é a lei". Cocaína, maconha, álcool, relacionamentos homoafetivos, parceiros amorosos dos mais diversos, bacanais, declarações anti-cristãs e discursos políticos inflamados deram o tom da vida do artista.

Tudo isso com um detalhe: ele nunca fez a mínima questão de esconder ou omitir nada. Cazuza sempre teve um livro aberto como vida, característica típica de sua autenticidade. O que os outros não ficavam sabendo através das muitas testemunhas que costumavam acompanhar ao cantor, descobriam mediante o próprio em suas muitas entrevistas e programas de TV dos quais participava.

Infelizmente(e de forma estranhíssima.), o que me deixa extremamente indignado é o fato de justamente o acontecimento mais curioso(e que poderia vir a ser o mais chocante para a opnião pública.) na vida do roqueiro jamais ter sido divulgado pela mídia. Me refiro à uma provável conversão por parte do artista.

Agora eu pergunto: quando foi que você, caro leitor, alguma vez viu na TV ou escutou no rádio qualquer comentário ou especulação acerca desse evento na vida do Cazuza? Nem que tenha sido em tom de chacota...

Quer saber mais? O fato foi (1)narrado minuciosamente (2)num livro (3)publicado (4)não de forma independente, mas numa editora de tradição no segmento evangélico, ou seja, ao pleno alcance de todos na época de sua publicação(1999.); e (5)cuja autora(Ana Maria da Costa.) e protagonista da história(ao lado do artista) encontra-se, até hoje, viva e gozando de saúde.

Segundo seu relato, Ana Maria foi, nada mais, nada menos que a pessoa mais presente na vida de Cazuza, junto à Lucinha Araújo, em seus últimos 3 meses de vida. Foi a única acompanhante de enfermagem com a qual o cantor temperamental conseguiu se adaptar e, mais adiante, estabelecer um grande laço de amizade. Seu carinho e cuidado para com Cazuza foram fundamentais para que o roqueiro tivesse tido um final de vida mais tranquilo e, inclusive, para que seu quadro clínico melhorasse em certos momentos.

Ele foi cativado de uma tal forma por Ana Maria que chegou ao ponto de tê-la como companhia imprescindível aonde quer que fosse. Diante dos fatores listados acima, permita-me reformular a questão anterior indagando: quando foi que você, caro leitor, viu essa mulher(munida de uma história tão emocionante e que diz respeito a um verdadeiro fênomeno da cultura nacional que foi o Cazuza.) no Jô Soares? Quando foi que a viu no Serginho Groisman? Quando foi que a viu na Xuxa? Quando foi que a viu na Angélica ou no programa de seu marido? E na Marília Gabriela? Na sônia Abrão, talvez? Quem sabe, então, na Luciana Gimenez? Nem nos canais a cabo?

Agora, vejamos... O que todos os apresentadores citados, bem como 99% daqueles que integram a mídia brasileira, tem em comum? Resposta: o liberalismo. São todos responsáveis pela engenharia social que deixou nosso país como está hoje. São todos fantoches da elite global que possuem compromisso tão somente com suas contas bancárias e classe social.

Em seguida, vem o que é ainda mais esquisito: nem os programas evangélicos abriram espaço para Maria da Costa ou mesmo para o anúncio de seu livro, publicado pela editora batista A.D.Santos. Falando em "batista", o que os batistas fizeram em relação a isso(seja em suas publicações e programas de TV e rádio, seja no boca a boca.). Nada mais coerente de se perguntar, já que não somente a A.D.Santos, como a própria Ana Maria da Costa também era batista.

Um abafamento total. Um boicote. Assim foi conduzido o lançamento do livro Fiz Parte Desse "Show" em 1999. Uma bomba abafada que permanece sepultada até hoje mesmo perante o advento da internet. Nada mais natural se levarmos em consideração que estamos num país que, a despeito de suas fartas riquezas naturais capazes de sobrepujar facilmente o resto do mundo, seu principal chamariz internacional continua sendo a indústria da noite, a ideia de um paraíso tropical perfeito para a satisfação de todo tipo de fantasia(Rock In Rio, carnaval, funk, futebol, Lolopalooza, viradas culturais, réveillons, shows internacionais cada vez mais frequentes, prostituição, etc...). 

Não pense você, leitor, que o Brasil conquistou o direito de sediar uma Copa do Mundo emendada numa Olimpíada e, agora, deixará seus clientes, isto é, o turismo internacional a ver navios sobre suas principais expectativas quando aterrisam no solo tupiniquim.

Por que você acha que, ao mesmo tempo em que querem legalizar a prostituição no Brasil, estão querendo reduzir a maioridade penal? E simples: para que a indústria da prostituição infantil que já ocorre cotidianamente debaixo dos nossos narizes possa se transformar em algo legal atendendo, destarte, à grande demanda que os muitos mega-eventos que teremos em breve(sem falar dos que já acontecem anualmente.) irá exigir e, consequentemente, trazendo um lucro tremendo ao governo às custas da exploração sexual das nossas mulheres e meninas.

Cazuza simbolizava isso tudo. Não me refiro à prostituição propriamente dita, mas à indústria que deriva ela. Pode imaginar o impacto que o testemunho de Ana Maria poderia provocar se fosse devidamente propagado? No mínimo, ele serviria para influenciar outras figuras famosas e queridas do povo, outros formadores de opnião quase tão grandes quanto ele.

Por isso foi omitido. Tanto quanto as tragédias ocorridas durante o show dos Rolling Stones na praia de Copacabana, evento ovacionado pela mídia quase inteira. Tragédias que, assim como a possível conversão de Cazuza, não resolveriam problema algum caso fossem noticiadas, mas certamente trariam um desconforto, um incômodo, um obstáculo à agenda socialista que está sendo implantada neste país.

Dificilmente os fatos narrados no livro foram inventados ou alterados. Nem a mãe do cantor, Lucinha Araújo, nem qualquer outro familiar veio a público desmentir os fatos descritos ali. Por outro lado, me estranha que Lucinha, participante até hoje de tantos programas televisivos(além de ter participado de uma biografia e escrito outra que originou, por sua vez, um filme.) especiais sobre seu filho, jamais tenha mencionado Ana Maria da Costa. Sinceramente, quero me recusar a crer que ela omita isso por saber que a imagem do Cazuza que ainda vende é a imagem que o "mundo" aprendeu a amar.

Me recuso a crer que ela proceda assim pensando unicamente nos aspectos comerciais(ou, no melhor dos casos, nas gordas doações feitas por essa mídia podre à Sociedade Viva Cazuza.). Prefiro achar que não passe de uma questão puramente religiosa, uma vez que se trate de uma mulher espírita.

A repercussão de uma provável conversão do cantor ao Evangelho, numa comparação com a Bíblia, equivaleria, quero crer; ao abalo de uma conversão de Barrabás junto à comunidade judaica da época. Lamentável. Uma publicação tão corajosa, ousada e honesta calada muito antes desta febre gay, deste fenômeno homossexualóide dos últimos dias.

A literatura em si é pequena, compacta, enxuta(61 páginas.). Pode ser levada para qualquer lugar e ser facilmente distribuída. Um livro de bolso perfeito que, caso voltasse a ser publicado, passaria facilmente pelas alfândegas socialistas que tem surgido em nossas escolas, empresas e repartições públicas. Escrita de maneira simples, sem um vocabulário muito rebuscado, poderia ser lida e compreendida por qualquer pessoa alfabetizada.

De quebra, ainda traz fotografias da autora ao lado de Cazuza e sua mãe. Quero apenas enfatizar algo que, talvez, muitos não venham a perceber ao longo deste texto: de modo nenhum estou afirmando que Cazuza virou crente. O que estamos trabalhando aqui(o mesmo feito pelo livro, diga-se de passagem.) é unicamente a possibilidade disso ter ocorrido, fato que, por si só; seria impensável não fosse o testemunho da missionária e enfermeira vir à tona.

Encontrar esse livro hoje em dia é algo raro, seja em acervos particulares, seja em sebos. Ele teve uma tiragem de 3000 exemplares e parou por aí. A editora alega que uma ação judicial da parte da família de cazuza teria vetado as vendas de "Fiz Parte Desse Show". Para que tenham uma ideia, na mega-livraria chamada Estante Virtual (http://www.estantevirtual.com.br/), uma loja virtual contendo 11 milhões de livros disponíveis oriundos de 1300 sebos e livreiros cadastrados de todo o país; eu só encontrei 1 exemplar de Fiz Parte Desse "Show". Porém, nem tudo está perdido. O pdf dele pode ser baixado ou lido on-line pelos seguinte links:

http://pt.scribd.com/doc/23293988/Fiz-Pa...aria-Costa

http://www.4shared.com/file/143353435/76...costa.html

Para que os cristãos preconceituosos e cheios de pisar em ovos de plantão, faço questão de expor abaixo não somente o currículo da autora(na época.), como também algumas das principais passagens do livro.

Sinopse do Livro

"Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro "Fiz Parte deste Show", escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS."

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele seus últimos anos de vida.

"Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz".- Cazuza.

É um livro sensacional que certamente fortalecerá a sua fé, fazendo-te lembrar o quanto Deus pode te usar na sua obra!

Livro - Fiz Parte Desse Show (Editora: A.D. Santos de Curitiba)

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A “maldição” da Galinha Pintadinha


Por: Jarbas Aragão

Depoimento de mãe gera debate nas redes sociais.

Uma produção nacional, que se tornou conhecida por causa do Youtube e se consagrou como uma franquia milionária, a Galinha Pintadinha é sucesso inegável. Tanto que se tem sua marca licenciada para cerca de 600 produtos e está prestes a ser assistida um bilhão de vezes na rede social de vídeos.

Criada “meio que sem querer” pelos amigos Juliano Prado e Marcos Luporini em 2006, os vídeos infantis reúnem animação básica com músicas infantis populares. Aos poucos o material foi sendo compartilhado entre os pais. Veio o primeiro DVD e ela hoje é “a maior estrela de vídeos na internet do Brasil e da América Latina”, conforme indica a matéria de capa da Revista Época desta semana. Uma inegável demonstração do quanto o assunto está em pauta.

Seus criadores lançaram versões da animação em inglês e espanhol. Os vídeos na língua espanhola já tiveram mais de 200 milhões de acessos. Aproveitando o sucesso internacional, eles anunciam que irão produzir um longa-metragem, com um faturamento estimado em R$ 20 milhões.

Contudo, nas últimas semanas as redes sociais vêm reproduzindo o testemunho de uma mãe evangélica que acredita haver uma “maldição” nos vídeos. Postado primeiramente em 27/9 no fórum de mães do site “Baby Center”, em poucos dias começou a ser reproduzida freneticamente na internet. Classificada por muitos como “bobagem” ou “loucura”, o depoimento foi inclusive retirado do ar pelo site. Mas transcrições da mensagem e capturas de tela foram mantidas e copiadas.

O site ateu Ceticismo.net ridicularizou a “campanha” antiGalinha na matéria intitulada “Galinha Pintadinha é coisa do demônio, segundo mamãe crente” e outros sites ateístas reproduziram o material. Depois, sites de humor colocaram o assunto em pauta sempre criticando os evangélicos por ver “demônio em tudo”.

As colocações polêmicas foram comentadas por muitos evangélicos no Facebook e em fóruns, concordando que existe uma inegável semelhança entre o personagem “mestre André” dos desenhos com a entidade conhecida como “Zé Pelintra”. No clipe em questão, a música também usaria o ritmo comumente usado nos centros de religião afro-brasileiras. Outro problema identificado era entender o que significam as palavras da música “Fli Flai Flu”, se é que elas têm sentido.


Entre os muitos comentários, a usuária Jahaisa escreveu “Vamos orar a Deus e repreender as influencias que foram infiltradas através desses desenhos em nossas crianças”. Outros faziam um link para um vídeo de março que tentava provar a “mensagem subliminar” da música “Fli Flai”. 


Certamente tratam-se de opiniões pessoais, que refletem preocupações de alguns e geram estranheza em outros. Absurda ou não, a lição que fica é clara: os pais devem estar atentos aos que seus filhos veem e ouvem nesses dias onde a internet abre portas para o que o mundo tem de melhor e de pior.

Clik no link e leia o testemunho na íntegra e tira suas próprias conclusões: => Baby center: Vale apena ler

Fonte: Gospel Prime 
Via: Revellati Online
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Blog Julio Severo entrevista Eduardo Rocha, ex-travesti


Um abuso sexual na infância o levou à identidade homossexual. Já na adolescência, Eduardo Rocha defendia publicamente a agenda gay, se tornando famoso em sua identidade de travesti.

Eduardo deu uma entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, contando sobre suas experiências e transformação.

Blog Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?

Eduardo Rocha: Desde pequeno, eu sentia que era “alguém diferente”. Aos 16 anos participei do Encontro Nacional de Adolescentes em Salvador na Bahia, em 1999, defendendo a “Agenda Gay”. Com 17 anos de idade já me travestia e tinha meu programa de TV, “Grevâniah Rhiuchélley”, que chegou em 2002 ao segundo lugar em audiência no SBT para a região do Triângulo Mineiro. Eu era um militante do movimento homossexual, um gay “assumido” e acreditava piamente que havia nascido assim e que mudar essa condição era totalmente descabido.

Hoje, após quase 10 anos da minha conversão, atribuo a entrada na prática homossexual a fatores espirituais, emocionais e comportamentais. Em meu caso, sofri abuso sexual quando criança, não tive uma referência tangível de fé na minha família e tive um pai que emocionalmente foi bem distante de mim. Hoje entendo que a ausência da referência paterna contribuiu para a formação da minha identidade como homossexual.

Veja este vídeo sobre a vida do Eduardo:


Blog Julio Severo: O que deixa você mais inquieto na prática homossexual?

Eduardo Rocha: Atualmente recebo inúmeros e-mails, contatos, ligações e pessoas me procuram pessoalmente pelo fato de não estarem felizes com sua sexualidade. Os motivos que levam essas pessoas a esse descontentamento são inúmeros:

* o fato de crerem mediante uma convicção legítima de fé que este comportamento é errado;
* por sentirem que o estilo de vida gay muitas vezes é promíscuo e relacionamentos conturbados ou passageiros demais;
* o risco de se contrair doenças sexualmente transmissíveis (principalmente AIDS, já que os índices de infecção entre homossexuais homens são maiores do que entre qualquer outro grupo)
* outros riscos fisiológicos implicados no sexo anal (câncer de próstata e outras doenças)
* o fato de necessitarem de “arranjos" para se constituir uma “família”
* pensamentos de suicídio e depressão, dentre muitos outros relatos que recebo de inúmeros adolescentes, homens, mulheres e pais, todos os dias.

A grande questão é o fato da militância gay querer proibir e coibir qualquer cristão de dizer que a prática homossexual é errada ou pecaminosa. Imagine que os homens que traem suas esposas desejem agora se organizar e dizer que a poligamia é perfeitamente normal e deva ser socialmente aceita e que a igreja pregar contra isso pode fazer com que esses homens sejam recriminados pela sociedade ou ainda, atribuir que as mortes e violência ocorrida por causa de traições conjugais são culpa da igreja, que ao pregar contra a traição no casamento está incitando o ódio e a violência.

Vamos supor ainda, que este grupo organizando-se politicamente pelos direitos dos homens de trair passem a exigir que as crianças devam aprender na escola básica que se o cônjuge delas traírem, ou elas traírem os seus cônjuges, não devem se sentir mal por isso, pois o importante é serem felizes e satisfazerem os seus desejos e impulsos sexuais.

Vamos supor ainda que esse grupo passe a exigir que ninguém pode falar contra a traição, pois se eventualmente na escola tiver algum aluno que seja filho de um pai que tem várias amantes, essa criança poderá ser vítima de preconceito. Isso seria totalmente descabido, mas é exatamente isso que os promotores de direitos LGBT defendem, o direito de tornar normal e moral um comportamento imoral.

Imagine que também todas as pessoas que já não são virgens e que tiveram diversas ou diversos parceiros se organizem politicamente e se digam vítimas de preconceito por parte da igreja e que a igreja deve mudar o seu discurso, pois no mundo moderno não cabe mais a virgindade. Aliás, quem é virgem hoje ou defende o sexo somente após o casamento, principalmente nas escolas, sofre todo o tipo de perseguição e preconceito.

Ao meu ver, este grupo, que diz lutar contra a intolerância se mostra o mais intolerante e radical possível. O que percebemos claramente é que existe um discurso de ódio à religião, à igreja e a tudo o que é moralidade no que tange a comportamento sexual por parte deste ativismo, que sob o pretexto dos direitos humanos se colocam como vítimas e se tornam verdadeiros algozes, perseguindo, achincalhando, ameaçando, humilhando publicamente e cerceando os direitos de qualquer um que se mostre contrário à agenda deles.

Devemos deixar claro que nem todos os homossexuais são militantes e concordam com esta agenda fascista, cheia de ódio, travestida de amor e de luta por direitos. Sem dúvida, os que quiserem ser homossexuais e praticarem a homossexualidade devem ter garantidos (como cidadãos, não por seu comportamento) seus direitos civis e já o são. 

Eles têm o direito de não crer na Bíblia sagrada e desprezar os ensinos do Cristo, mas não podem, sob o pretexto de lutarem por direitos, passarem por cima da própria Constituição, impedindo o livre exercício do culto, a livre expressão da crença e do pensamento, além de vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

Recentemente vimos o “ato” da marcha das vadias, onde elas cuspiram na Constituição, cometeram crimes em praça pública e não houve intervenção do Estado, mostrando claramente a omissão de nossas autoridades, expondo o nosso país a um caos da ordem pública.

A constituição garante a liberdade religiosa:

Art. 208. Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso;

Pena – detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa.
Parágrafo único. Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente violência.

A liberdade de crença trata-se da simples liberdade de consciência, ou seja, do cidadão optar e manifestar-se acerca de sua religião, como prevê o estatuto constitucional “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” assim como “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei” (art.5°, VI e VIII)

A liberdade de culto exterioriza-se com a prática do corpo doutrinário e de seus ritos, com suas cerimônias, manifestações, hábitos, tradições, na forma que indicada para a religião escolhida. (art. 5°, VI, CF).

A liberdade de organização religiosa tem dois primados, um refere-se à organização da igreja em seu espaço físico como também a profanação de sua crença, separando aos ditames ideológicos com o Estado, devido seu laicismo declarado (art.19, CF)

É alarmante o fato de eles quererem distorcer a mensagem da Cruz e transformarem em crime no Brasil a pregação do Evangelho, seja por católicos ou por protestantes, já que esse ponto é comum as duas religiões: a relação sexual entre dois homens e duas mulheres é pecado e ponto final.

No entanto, apesar de aparentemente preocupante, toda essa inversão social não fará sucumbir a igreja e ainda que leis sejam aprovadas, por mais opressoras que sejam, as portas do inferno jamais prevalecerão contra a igreja, ainda que os cristãos passem a ser presos, o evangelho jamais estará preso. Toda lei humana por mais severa e perversa que seja, não terá poder sobre a igreja do Senhor Jesus Cristo. Nada, nem ninguém, poderá parar a Obra do Espírito Santo, que continuará exercendo o seu papel de convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo de Deus.

Blog Julio Severo: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e deve ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor dos homens que querem sair dessas práticas. O que você acha?

Eduardo Rocha: É um pouco estranho ver uma ciência ou uma profissão usada para servir a uma causa. Esse jamais poderia ser o papel da psicologia. Acredito que esta ideia imposta além de ser contraditória, não é unânime.

Já conversei com inúmeros psicólogos que não são adeptos destas ideias e que acreditam que o Conselho Federal De Psicologia tem tratado a psicologia como se ela fosse uma ciência exata e ainda, coloca em cheque a credibilidade desta classe profissional por tentar impor a agenda gay, usando o CFP para isso.

Além de tudo, atenta contra a liberdade religiosa do profissional de psicologia ao impor uma conduta e proibi-lo a fazer quaisquer considerações públicas mostrando outras ideias ou possibilidades quanto ao tema homossexualidade, fenômeno comportamental ainda pouco estudado do ponto de vista científico.

Blog Julio Severo: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?

Eduardo Rocha: Acredito que Deus está acima da psicologia. A psicologia, assim como qualquer ciência humana sem Deus, não significa nada. Acredito que em todo conhecimento e em toda a ciência, está a Glória de Deus. Entendo que a fé, ao tirar Deus do centro e colocar o homem ou ainda a própria igreja ou as instituições religiosas no lugar de Deus, cometeu ao longo da história suas atrocidades, o que abriu o caminho para que a religião fosse separada de tudo, como se o homem pudesse viver em um lugar e Deus estivesse em outra esfera.

Foi aí então que separou-se a religião como sendo algo a parte. Lembremo-nos da história da humanidade, em que até pouco tempo atrás, tudo era religião, as sociedades se organizaram, sobreviveram e evoluíram pelo fato de que a religião fazia parte da sociedade (e apesar de alguns quererem exterminar a religião) ainda faz e sempre irá fazer.

Quanto à psicologia, o homem é corpo, alma e espírito. Acredito que a psicologia pode oferecer conhecimento e ferramentas importantes para a libertação da prática da homossexualidade, assim como para a prática de qualquer estilo de vida de pecado, mas a resposta não se pode encontrar somente nela.

Achar que a psicologia por si só, limitada como é, que não tem poder para mudar a natureza humana, pode transformar a natureza humana, isso é um equívoco. Não posso dizer que um rapaz que tinha relação sexual com homens e agora tem relação sexual com mulheres, foi liberto, pois entendo que libertação é a libertação da alma.

Eu costumo dizer que me transformar de homossexual para heterossexual foi a menor das transformações que Jesus realizou em minha vida. A mudança que ocorreu não foi simplesmente eu ser liberto de um comportamento sexual ou de uma identidade feminina, mas eu fui regenerado na minha natureza.

A obra do Espírito Santo transforma criaturas em filhos de Deus, homens naturais, em homens espirituais, pecadores em santos e isso a psicologia está longe de fazer. Quando alguém me diz o comportamento homossexual é “natural”, em partes eu não discordo, pois a natureza do homem é pecadora e portanto, todo pecado está impregnado nesta natureza, seja ele qual for.

Blog Julio Severo: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?

Eduardo Rocha: Em primeiro lugar, cada um tem a liberdade de professar a fé que quiser, e eu não posso exigir que o mundo se torne cristão, apesar de crer que os que não crerem em Cristo irão para o inferno. Essa é a minha fé e para defendê-la e ser coerente com ela precisarei defender as liberdades individuais e a liberdade de crença religiosa.

Já em relação a esta afinidade, acredito não haver uma relação específica com esta ou aquela religião, mas sim a clareza de um alerta que Paulo, o apóstolo, trouxe pouco antes da sua partida para a Glória: “Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.” 2 Timóteo 4:3-4

Qualquer religião, até mesmo algumas “igrejas evangélicas inclusivas” que pregarem aquilo que o homem quer ouvir e não aquilo que Deus quer falar, atrairá para si os seus adeptos. Muitas igrejas estão atraindo multidões, vendendo a ideia de que Jesus é o “Gênio da Lâmpada” e que para ter algum desejo realizado, basta você fazer alguns rituais, sacrifícios e mudar algumas coisas no seu modo de ser. O homem se torna o centro de tudo e não Cristo. A essência do Cristianismo é Cristo e não o homem. Cristo vem para reconciliar o homem com Deus, partindo do pressuposto que quem abandonou Deus foi o homem e não o contrário.

Blog Julio Severo: Uma das aflições que Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios freqüentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?

Eduardo Rocha: Em toda a prática pecaminosa, sem dúvida, desde o Éden, há uma influência de demônios. Mas influência e possessão são dois fenômenos espirituais distintos. Satanás foi quem desde o princípio da criação, influenciou o homem a desobedecer ao seu Criador, porém atribuir a prática homossexual a uma possessão demoníaca e dizer que todo homossexual está possesso de demônio, é um grande equívoco. Infelizmente muitos líderes cristãos têm partido desse pressuposto e afastando muitas pessoas de Cristo.

Atribuir a responsabilidade de seus atos pecaminosos ao demônio é se eximir da sua responsabilidade pessoal, é desprezar a necessidade de arrependimento e simplificar algo muito mais complexo que é o processo de construção da sexualidade a algo simples que pode ser resolvido com uma única oração. Vencer as tentações, crucificar as paixões e desejos pecaminosos e desenvolver a fé cristã, é um processo que requer uma decisão por Cristo, Seu exemplo e Sua Palavra.

Blog Julio Severo: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?

Eduardo Rocha: Sem dúvida, toda propaganda pode influenciar o comportamento, a ideologia e as atitudes das pessoas. Se não fosse assim, a propaganda não seria utilizada como mola propulsora do consumo, levando a sociedade consumir e se comportar em sintonia com os objetivos da propaganda. O grande problema é que vivemos em uma era de consumo, onde as pessoas são valorizadas e medidas de acordo com aquilo que consomem. O grande trunfo da propaganda é a mentira. A propaganda sempre vai mostrar o lado bonito da história.

A prova histórica do poder da propaganda e de seus estragos é o cigarro. Por anos fumar foi sinônimo de status, beleza, juventude e poder. A propaganda foi responsável por isso. Adolf Hitler se utilizou das técnicas de influência, principalmente através da propaganda e de discursos inflados, recheados de “boas intenções” para subverter toda uma nação a acreditar que o seu plano era o melhor para o país.

Tudo o que o movimento gay promove, propagando, utilizando-se de propaganda e tendo como aliados a grande mídia secular, com ênfase para as da Globo, é recheado por um discurso humanista cheio de “boas intenções”, mas na prática (Essa é a nossa fé e opinião) leva a uma vida de depravação, frustração e mentiras, consumindo os nossos jovens e influenciando-os sim a uma vida de pecado.

Os grandes estudiosos dos fenômenos sociais sabem e projetam que em menos de 10 anos a população adepta da fé evangélica será mais de 50% da população.

A própria Rede Globo tem essa projeção e sabe que isto vai ocorrer. A impressão que eu tenho é que esta empresa, responsável hoje por grande influência social, ao mesmo tempo que tenta fazer a política da boa vizinhança com os evangélicos, olhando para esse grupo como “mercado de consumo”, trabalha de todas as formas par adiar este crescimento. Em menos de dois anos, posso citar diversos momentos em que esta emissora promoveu de maneira muito clara a “agenda gay” e como a Globo tem ostensivamente influenciado a nação brasileira a “louvar” a prática homossexual.

Blog Julio Severo: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?

Eduardo Rocha: Tenho acompanhado a grande pressão das Nações unidas e do Governo Norte-Americano que sob o pretexto dos direitos humanos querem impor a libertinagem sexual a todas as nações do planeta, principalmente a países como Nigéria, Uganda e países africanos, inclusive com sérias sanções a estes países se os mesmos não seguirem a agenda gay.

Não existe consenso na ONU se um grupo pode ser inserido nos Direitos Humanos pelo fato de terem um comportamento sexual, porém, o Governo Americano tem pressionado para que os direitos dos gays sejam incluídos na agenda oficial das Nações Unidas. Creio ser isto uma afronta aos fundamentos do próprio EUA e um ato isolado de pessoas hoje que detêm o poder nesta nação, mas que querem se impor buscando no fundo os seus próprios interesses.

Recentemente estive com duas famílias americanas que estão visitando o Brasil e conversei com os adolescentes desta família. Esta conversa me encheu de esperança, pois vi que estes jovens entre 13 e 17 anos, têm plena consciência do que está acontecendo e não concordam em nada com isso. Ao conversar com estes jovens, percebi que Deus trará uma resposta a esta nação, não através de juízo necessariamente, mas levantando jovens cheios do Espírito de Deus e conhecimento da Verdade para dizerem que este desejo do presidente Obama de impor a agenda gay ao mundo, não é o desejo das famílias americanas.

Blog Julio Severo: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?

Eduardo Rocha: Acredito que este tipo de projeto, do ponto de vista jurídico e político é uma afronta à liberdade religiosa em nosso país e aos princípios constitucionais. Acredito que a ameaça à liberdade religiosa é uma ameaça a todas as demais liberdades.

A liberdade religiosa é a mais fundamental das liberdades e qualquer projeto de Lei neste sentido, principalmente em um país tão pluralista religiosamente e democrático, como é o Brasil, é um retrocesso. Sob o pretexto de se defender diretos de uma minoria, estes projetos querem privilegiar estes cidadãos e tornar crime a liberdade de fé, crença e expressão, contradizendo assim um direito fundamental.

Blog Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?

Eduardo Rocha: Devem tratá-los com amor e respeito, incluindo-os e não excluindo-os, acolhendo e não expondo-os, discipulando-os através do relacionamento e exemplo, e não somente pelo ensino e exposição didáticos. Sem relacionamento, o discipulado é ineficaz.

As igrejas, de maneira geral, não estão preparadas para receber o homossexual. Existe ainda muito desconhecimento sobre o assunto, como deve ser feita a abordagem e muito medo e preconceito. Precisamos inicialmente admitir como igreja a nossa incapacidade, confessando inclusive os nossos erros.

Existe a necessidade de se tratar com especificidades as questões relacionadas à sexualidade. Da mesma maneira como a igreja tem se preparado para lidar com as crianças, utilizando-se de uma linguagem apropriada e de estratégias próprias para a abordagem da palavra e assim como se tem utilizado de ferramentas para falar com mulheres, com homens, com casais, com jovens, com pessoas que têm problemas com álcool ou drogas, é necessária uma abordagem específica aos homossexuais. Não só de quem está na prática da homossexualidade, mas aqueles que estão presos a vícios sexuais, poligamia, práticas sexuais erradas entre casais e até casos de bestialismo (sexo com animais) e pedofilia (sexo com crianças), bem como traumas por abusos.

A igreja precisa se capacitar para estas abordagens, criando um ambiente seguro para confissão de pecados, acompanhando de perto estas vidas que de alguma forma procuram o refúgio do Senhor.

É fato que o número de homens envolvidos na prática homossexual é maior que o número de mulheres e há uma grande necessidade de que estes homens sejam “adotados” por outros homens na igreja. Se partirmos do pressuposto que há um abismo entre o universo masculino, uma figura paterna atenciosa e emocionalmente presente e os homens homossexuais, faz todo sentido que estes homens possam encontrar na igreja outros homens, maduros e capacitados para suprir este abismo. No entanto, na prática, a grande maioria das pessoas que se aproximam de um rapaz homossexual que chega à igreja, são mulheres. Aqui demos um pequeno exemplo a respeito desta abordagem e a palavra de ordem é capacitação.

Hoje no Brasil já existe vasto material publicado sobre o assunto, apesar de ainda pouco conhecidos. Há também diversos ministérios que se especializaram no tema, mas que tem pouca visibilidade e recursos financeiros. A maioria destes ministérios não pertence a grandes denominações e por isso muitas vezes achá-los se torna uma tarefa difícil.

Blog Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?

Eduardo Rocha: Com sabedoria, discernimento, amor e firmeza. Vamos sempre pregar contra o pecado e a favor das pessoas. Não podemos aceitar as provocações e ao mesmo tempo precisamos ser firmes em nosso posicionamento, evitando sempre que possível o confronto.

Precisamos entender que esta militância é formada por pessoas e assim como Paulo o Apóstolo estava se dirigindo contra os cristãos, estas pessoas estão fazendo o mesmo. Precisamos entender que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra principados e que, portanto, devemos condenar as atitudes, as ideias, a agenda gay e não as pessoas. Devemos rechear os nossos discursos e principalmente a nossa prática com mais amor e tolerância aos gays, deixando sempre claro que a nossa intolerância é em relação ao pecado.

Muitas vezes não deixamos claro para as pessoas que estão na prática da homossexualidade que o nosso sentimento por elas é de amor e que desejamos apenas compartilhar com elas aquilo que cremos e que esta fé poderá fazer de cada uma delas pessoas mais felizes, mais completas e cheias de Deus.

Sem dúvida muitos nos desprezarão, mas quando eu for desprezado, ainda assim amarei até os meus inimigos, recomendando a cada um deles ao Senhor, na esperança de que sejam salvos. Meu desejo é que o mesmo amor que me alcançou quando eu era inimigo de Deus, possa alcançá-los também. Se ainda assim eles quiserem me matar, estou disposto a morrer por amor a Cristo, certo de que a morte pra mim é lucro e o viver é Cristo, pois agora, se minha carne, paixões e desejos estão crucificados com Ele, já não sou mais eu quem vivo, mas Cristo vive em mim.

Blog Julio Severo: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?

Eduardo Rocha: Precisamos ser coerentes com a nossa fé, viver o evangelho e cada cristão precisa ser a expressão viva da pessoa de Jesus Cristo.

As igrejas que tem se perdido na chamada teologia inclusiva ou outras tantas teologias, bem diferentes da doutrina de Cristo, na verdade se perderam na sua própria identidade e propósitos. Devemos nos conformar a Cristo e a Sua Palavra e não esperar que a Palavra se conforme a nossa vontade, desejos e estilo de vida.

Quando o homem passa a ser o centro de tudo, a igreja deixa de ser igreja, perde o seu sal, a sua relevância e a sua própria essência. Nós precisamos aprender com a história da igreja. O que aconteceu em países como a França, que chegou a ter quase 100% de cristãos e hoje chega a uma minoria, onde igrejas se transformaram em bares, boates e até museus? O que aconteceu na Europa é um exemplo pra nós.

As igrejas tornaram-se fechadas, um fim em si mesmas, o dinheiro, prosperidade e bem estar passaram a ser os alvos e o partir do pão e o relacionamento passaram a não ter mais importância. Além disso, a igreja não se atentou para as próximas gerações, negligenciando no discipulado e em passar os seus valores as crianças e jovens.

Os jovens não foram valorizados, não se “passou o bastão”, não foi transmitida responsabilidade a estes e então a igreja morreu com os velhos pastores e anciãos. Corremos estes mesmos riscos se não nos atentarmos a transferência da liderança aos mais jovens, se a liderança das igrejas envelhece, a própria igreja envelhece e a pregação do evangelho torna-se sem vigor. A nossa geração não pode ser usada apenas como “força de trabalho”, mas sim como voz profética, dando a igreja a direção e o sentido. A igreja brasileira, se não mudar o seu rumo, corre também o risco de envelhecer e tornar-se irrelevante.

Blog Julio Severo: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?

Eduardo Rocha: Há sem dúvida uma cultura de morte sendo pouco há pouco inserida em nossa sociedade e os objetivos desta cultura é separar cada vez mais o homem de Deus. Creio que por trás deste movimento há uma clara pretensão de se legalizar a relação sexual com crianças, a prostituição infantil e a desmoralização completa da sociedade, tornando legal inclusive o homicídio de crianças indefesas através das leis pró-aborto.

A igreja é a força de resistência, o contraponto da luta do bem contra o mal e para isso, precisamos ser coerentes entre o discurso e a prática da vida cristã. Que o Senhor nos dê quantas oportunidades forem possíveis para sermos Sal da Terra e Luz para este mundo.

Blog Julio Severo: Qual é o seu ministério hoje?

Eduardo Rocha: Atualmente faço parte do corpo de liderança da Igreja Cristã Sal da Terra no Bairro Jardim das Palmeiras em Uberlândia, Minas Gerais. Esta Igreja funciona como um Centro Educacional Infantil que educa 75 crianças entre 0 e 3 anos. Eu e minha esposa, Genoveva Rocha atuamos como líderes de jovens nesta congregação. Atuamos através de pregações, discipulado e aconselhamento bíblico.

Estamos à frente da Associação de Amigos da Missão Infantil, entidade que atua no combate e prevenção ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Através do Ministério Sexualidade Cristã, oferecemos seminários e palestras em outras igrejas para capacitar pessoas a lidarem com o assunto.

Um grupo de ajuda a pessoas em conflito com a sexualidade funciona na igreja ás quintas-feiras à noite e temos ainda um projeto, em parceria com o Mil (Ministério Interdenominacional de Libertadores) que é a Escola Sexualidade Cristã, que acontecerá em Janeiro e Julho de 2014 com a duração de 03 semanas na cidade de Uberlândia.

As informações sobre nosso Ministério estão disponíveis no site www.eduardoegenoveva.com.br

Blog Julio Severo: Você tem livros publicados?

Eduardo Rocha: Atualmente estou trabalhando em meu primeiro livro, com previsão para ser lançado no ano que vem. Nele vou contar mais detalhes sobre a minha história e conversão, os desafios do casamento e o processo de restauração da identidade sexual.

Hoje temos um DVD que aborda o assunto, com cerca de 03 horas de ministrações. O DVD pode ser adquirido pelo site.

Blog Julio Severo: Como você alcança homossexuais?

Eduardo Rocha: Muitas pessoas nos procuram, principalmente através do nosso site, mas infelizmente, por escassez de recursos, não temos uma estrutura para atender a todos. Nosso projeto é ampliar a nossa capacidade de atendimento e expandir o Ministério Sexualidade Cristã através da capacitação de novos líderes.
Queremos em breve produzir outros materiais em vídeo e transmitir alguns de nossos encontros pela internet. Já estamos trabalhando na publicação de um livro e atualmente atuamos através de palestras, capacitação, aconselhamento e discipulado.

Blog Julio Severo: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?

Eduardo Rocha: Trabalhamos com homossexuais, jovens, crianças, pessoas com traumas de abuso sexual e pessoas viciadas em pornografia e compulsivos sexuais. Alguns pais de homossexuais também nos procuram para aconselhamento.

Blog Julio Severo: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?

Eduardo Rocha: Terem como alvo primeiro a Salvação das almas, nomeando e recomendando diante de Deus os líderes deste movimento. Uma das coisas mais marcantes em minha vida foi quando ao compartilhar sobre minha história em uma igreja, fui abordado por um homem que se apresentou como sendo funcionário da emissora que transmitia o meu antigo programa de TV e que disse que era responsável por colocar o programa no ar. Ele me relatou que todos os dias quando colocava o programa, se ajoelhava diante do monitor e intercedia pela minha vida, pedindo perdão pelos meus pecados e declarando a libertação sobre a minha vida.

Outro exemplo é a Vanusa, pedagoga que acompanha o nosso ministério e que também foi levantada pelo Senhor para ser uma intercessora naquela época e que viu através do meu testemunho a sua oração respondida. Cremos que a oração pode muito quanto aos seus efeitos. Orem para que Deus levante pessoas capacitadas principalmente nas áreas de mídia e política. 

Que o Senhor levante pessoas para interferirem no conteúdo programático das emissoras de TV, também no conteúdo educacional das escolas públicas da nossa nação e legisladores que tenham um compromisso com a fé Cristã.
Que Deus capacite os pais a prevenirem o comportamento homossexual na vida de seus filhos e que o Senhor transforme a cultura da nossa nação através da influência coerente da igreja.

Blog Julio Severo: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?

Eduardo Rocha: Igreja não se cale, mas que a sua voz seja firme o suficiente para deixar claro que o pecado é pecado e doce o suficiente para demonstrar o amor de Cristo aos perdidos.

Fonte: Julio severo
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Menino revela sua fé em Jesus em vídeo gravado antes de morrer: "As ruas são de ouro e Deus estará comigo"


Silas Edenfied faleceu aos 4 anos, vítima de um tipo raro de câncer. Antes de sua partida, Silas deixou uma mensagem gravada em vídeo, marcada pela fé e pela esperança.

Gravado por sua mãe, Silas diz que ir para o céu faz parte de seu desejo: “Eu simplesmente amo o céu e queria estar lá o tempo todo”, diz.

Ele ficou famoso nos Estados Unidos pelo Facebook, onde seus pais mantem a página chamada “Praying for Silas” (Orando por Silas), onde respostavam as tentativas do menino para superar o hepatoblastoma, câncer que atinge o fígado e ocorre em crianças de pouca idade.

No emocionante diálogo, nota-se que Silas e sua mãe sabiam da gravidade da doença, mas não se assustavam.

-Você vai ter um novo corpo no céu?”, pergunta a mãe.

-Sim, responde Silas.

-Como seu corpo vai ser?

-Sem câncer… E eu nunca vou ficar doente!, responde Silas, animado.

-Você vai estar sozinho no céu?, especula a mãe do menino.

-Não. Deus estará comigo. Sabe qual é minha parte favorita sobre o céu? É que todas as ruas são de ouro. E minha segunda coisa favorita é que tudo é muito bom no céu… E Jesus e Deus estarão comigo!

Dias antes da morte do menino, os pais publicaram uma mensagem revelando que estava preparados para a perda. “O Senhor irá curar Silas, seja aqui na Terra, ou levando Silas para o céu onde ele receberá seu novo corpo e estará para sempre com Jesus! Seja o que Deus escolher, nós o glorificaremos! Silas não tem medo e está entusiasmado em ir para o céu e ganhar seu novo corpo. O Senhor nos diz para não termos medo porque Ele está conosco. Se Ele está conosco, não temos nada a temer”.

Após o falecimento de Silas Edenfield, a mensagem dos pais às 50 mil pessoas que curtiram a página “Praying for Silas” era de conforto: “Silas está em casa com o Senhor, sem mais sofrimento, sem mais dor. Ele está curado completamente”.

Agora, os pais de Silas Edenfield trabalham na arrecadação de fundos para contribuir com as pesquisas em busca da cura do câncer infantil, de acordo com informações do Christian Post

Assista ao depoimento de Silas:

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

15 razões pelas quais deixei de ser Católico


Confissões de Josias de souza, Ex-padre:

“E ouvi outra voz do céu que, que dizia sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:4”.

15 razoes porque deixei de ser católico romano:

1- Porque Jesus disse "Examinai as Escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (João 5:39).

Se é pelo intermédio das Escrituras e mediante os ensinos de Jesus que “uma vez aceitando-O alcançamos a salvação” exclui-se, portanto que seja pela igreja católica.

2- Não sou católico romano porque sendo a religião cristã fundada por Cristo, foi durante 200 anos divulgada sem modificações nem acréscimos, mas dali pra cá surgiram novas doutrinas, falsificações, e toda a sorte de cerimônias estranhas ao Novo Testamento, que foram discutidas em concílios e aprovadas por homens, daí nascendo a Igreja Católica Romana.

“Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviam mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente” (Romanos 1:25).

3- Não sou Católico Romano, porque atendendo ao pedido de Jesus no que Ele diz examinai as Escrituras, isso tenho feito e nunca encontrei nos livros sagrados do Novo Testamento o “Ofício da Missa”.

A razão porque não encontrei, é que foi composto pelo Papa Gregório I uns 600 anos depois de Cristo.

4- Não sou Católico Romano, porque não encontrei uma passagem no novo testamento que mostre algum dos apóstolos diante do altar incensando imagens.

A razão porque não encontrei, é que o culto das imagens foi decretado pelo 2.º Concilio de Nicéia 787 depois de Cristo.

5- Não sou Católico Romano, porque não encontrei no Novo Testamento um só trecho que fale de ter havido na Igreja primitiva alguma procissão eucarística.

A razão porque não encontrei, é que começou em 1360 anos depois de Cristo.

6- Não sou Católico Romano, porque não encontrei um versículo qualquer na Bíblia que recomende o uso do rosário.

A razão porque não encontrei, é que apareceu com o Pedro Eremita em 1090 depois de Cristo.

7- Não sou Católico Romano, porque não encontrei na Bíblia Sagrada um só mandamento que proíba o casamento dos ministros da religião.

A razão porque não encontrei, é que foi proibido pelo Papa Gregório VII em 1074 depois de Cristo.

8- Não sou Católico Romano porque não encontrei nas Escrituras Sagradas a palavra “Purgatório”.

A razão porque não encontrei, é que não existe e só foi promulgado pelo concílio de Trento, em 1563 depois de Cristo. Antes desta data não havia nenhuma alma no purgatório, pois não havia sido criado pelo Papa.

9- Não sou Católico Romano porque não encontrei uma só passagem no Novo Testamento que mostre algum ministro de Deus aspergindo água benta no caixão de um morto e fazendo-lhe recomendação.

A razão porque não encontrei, é que foi criado pela Igreja Católica, a fabricação da água benta apareceu 1000 anos depois de Cristo.

10- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Palavra de Deus que se deve orar e render culto aos Santos e aos Anjos.

A razão porque encontrei, é que foi criado pela Igreja no ano 788 depois de Cristo. E o culto das imagens foi decretado pelo 2º Concilio de Nicéia em 787 depois de Cristo.

11- Não sou Católico Romano, porque não encontrei nas Escrituras Sagradas que entre Deus e os homens há outro mediador e intercessor fora de Jesus Cristo (I Tim 2:5)

12- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Bíblia Sagrada a ”confissão auricular”.

A razão porque não encontrei, é que foi estabelecida como doutrina pelo 4º concilio de Latrão Roma em 1215 depois de Cristo.

13- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Escrituras Sagradas a “Transubstanciação” doutrina da hóstia transformada no corpo de Cristo (osso, carne, nervos, unhas, cabelos, sangue, espírito e divindade).

A razão porque não encontrei, é que esta inovação foi criada no concilio de Latrão em 1215 depois de Cristo.

14- Não sou Católico Romano porque a Bíblia diz que “se alguém ouvir as palavras deste livro vivera, mas se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa. Deus lhe fará vir sobre eles as pragas escritas neste livro. E se alguém “Tirar quaisquer palavra do livro desta profecia, Deus lhe tirara a sua parte da arvore da vida e da cidade Santa." (Apocalipse 22:18,19).

15- Não sou Católico Romano, porque disse Jesus em Apocalipse “sai dela povo Meu para que não sejas participante dos seus pecados e não tomes partes nas suas pragas” (Apoc. 18:4).

Ao leitor inteligente, bastam estas advertências, uma vez que provamos que Roma Papal incorre nas condenações de Deus. Ela mudou, acrescentou, e diminuiu a palavra divina em concílios e decretos, por estas razoes não sou Católico Romano.

E no dia que encontrar qualquer Católico Romano Padre ou leigo que provar com versículos a autenticidade para tais doutrinas, deixo de ser Cristão Evangélico para ser Católico Romano.

Fonte: Solas criptura 
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Nota:

Este blog tem finalidades exclusivamente informativas e não tem como objectivo o lucro.

É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).