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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ocidente precisa reagir à Nova Ordem Mundial


Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar. Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fonte: D.w
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Futebol, carnaval, religiosidade pagã e muita falta de vergonha na cara!


Por Samuel Torralbo

Não seria no mínimo uma grande contradição, um país onde o próprio povo se autodenomina terra da alegria (país do carnaval), terra do entretenimento (país do futebol) e onde Deus é seu conterrâneo (Deus é brasileiro), ser a terra das maiores injustiças sociais, corrupção epidêmica na política, desigualdade crônica, analfabetismo, saúde as mínguas, infraestrutura pífia, violência no transito, nas ruas e nos becos?

Não seria apenas uma desculpa de um povo inerte, alienado e indolente que busca no entretenimento carnavalesco, e nos gritos de torcedores que contam vitoria dos seus times nos finais de semanas, mas que são vencidos diariamente pela própria ignorância e inércia moral e espiritual?

O Brasil não mudará enquanto se retirar todos os anos para festejar a festa da morte conhecida como carnaval, não mudará enquanto sua válvula de escape semanal for o entretenimento futebolístico, não mudará enquanto a religiosidade pagã for o modelo de culto nacional, o Brasil começara a mudar quando se arrepender dos seus pecados e confessar que Cristo Jesus é tanto o Salvador como também o Senhor dessa nação.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A Nova Ordem Mundial é "comunismo"


A maioria das pessoas acha que o comunismo é uma ideologia dedicado à propriedade pública e defender os trabalhadores e os pobres. Este foi um sucesso, mas incrivelmente simples estratagema que enganou centenas de milhões. A ideologia apelou às pessoas que querem algo para nada, um segmento bastante grande.

O comunismo é uma forma de capitalismo monopolista com o Estado de frente para os capitalistas monopolistas. No Ocidente, o Estado também frentes para o capital monopolista, exceto no comunismo o Estado totalitário e intrusivo. Isto é o que nós podemos olhar para frente.

Leste ou Oeste, o comunismo é dedicado a concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de bancos centrais (os Rothschild e seus aliados), disfarçando-o como poder de Estado. (O Estado é gerido por agentes inconscientes e witting dos Rothschilds. Quando a URSS dissolvido, a riqueza nacional foi dividido entre a maioria judaica "oligarcas" que eram fachadas para os Rothschild.)

Qualquer ideologia que mais concentra a riqueza eo poder nas mãos do "Estado" é o comunismo, numa nova roupagem. Estas ideologias - o socialismo, o liberalismo, o fascismo, o conservadorismo neo-sionismo, eo feminismo - são as frentes de "comunismo", e é organizada e financiada pelo cartel de bancos centrais.

A essência da Nova Ordem Mundial é comunista. acontecimentos atuais são todos projetados para aumentar o poder do governo. Por exemplo, o vírus que os Protocolos de Sião mencionada mais de uma centena de anos atrás, e ameaçam-nos agora, são projetados para forçar as pessoas a vacinar ou quarentena.

Eles são testes para ver como controlar as pessoas do governo é que vai aceitar docilmente . É por isso que é muito importante para resistir vigorosamente. Meu palpite é que esta não é a grande praga, mas poderia muito bem estar seca executar um arquivo. Incrível como a mídia é tão certo é que isto vai ser sério.

Devemos nos perguntar por que, quando a América está à beira do colapso financeiro, Obama se concentrará suas energias na expansão do sistema de saúde? Isto é como um homem falido comprar um Mercedes em vez de conseguir um emprego. Meus amigos dizem que é uma diversão. Ele certamente se encaixa no padrão do controle do governo a aumentar.

A Sinfonia Vermelha

Depois de Os Protocolos dos Sábios de Sião, A Sinfonia Vermelha é a melhor revelação do verdadeiro estado do nosso mundo. "A Sinfonia Vermelha" é uma polícia secreta stalinista 1938 NKVD) interrogatório (de Christian Rakovsky, um embaixador soviético que foi um colaborador próximo de Leon Trotsky, é agente de Rothschild. O texto está em linha ou em Des Griffin, Quarto Reich dos Ricos.

A experiência humana está ameaçada por interesses privados que usurparam a função da criação de dinheiro em todo lugar. A história moderna reflete o processo gradual pelo qual a transferência de toda a riqueza e poder para si, destruindo a civilização ocidental ea criação de um estado policial mundial.

Em 1938, ele poderia dizer o mundo todo é controlado pelo sindicato dos Rothschild Sabbatean (Illuminati, Maçonaria) banqueiros judeus e seus aliados.

Rakovski, cujo nome verdadeiro era Chaim Rakover, foi condenado à morte em expurgo de Stalin da facção trotskista do partido.

Leon Trotsky escreveu em sua autobiografia, My Life, "Christian G. Rakovsky... desempenhado um papel activo no funcionamento interno dos partidos socialistas - o romeno búlgaro, russo, francês, e - eventualmente se tornaria um dos dirigentes da Federação Soviética, um dos fundadores da Internacional Comunista, presidente do Soviete ucraniano das Comissões do Povo, e um representante diplomático soviético na Inglaterra e França... "

Rakovsky tentou convencer seu interlocutor que os banqueiros criou o regime comunista como uma "máquina de poder total" sem precedentes na história. No passado, devido a vários fatores, "sempre houve espaço para a liberdade individual.

Vocês compreendem que aqueles que já parcialmente governar sobre nações e governos do mundo têm pretensões de dominação absoluta? Entenda que esta é a única coisa que eles ainda não alcançado." (Grifo meu)

Uma força perniciosa paralisa a nossa vida nacional. Rakovsky identifica-lo:

"Imagine a si mesmo, se você puder um pequeno número de pessoas que tenham poder ilimitado através da posse de riqueza real, e você vai ver que eles são os ditadores absolutos da bolsa de valores e economia [...] Se você tem imaginação suficiente, então ... você vai ver a [sua] influência anárquica, moral e social, ou seja, um revolucionário ... Vocês agora entendem? "

"...Eles criaram o dinheiro de crédito com vista a tornar o seu volume próximo ao infinito. E para dar-lhe a velocidade do som .... é uma abstração, um ser do pensamento, uma figura, o número de crédito, fé. ..." (Pp.245-246)

É claro que eles precisam proteger o seu monopólio de crédito, traduzindo-a em um monopólio sobre todo o poder e pensamento. governo mundial é necessária para evitar qualquer país da emissão de seu próprio crédito (dinheiro) ou repudiar as suas dívidas. Esta é a Nova Ordem Mundial.

Marxismo

O Movimento Revolucionário, que define a história moderna, foi uma forma de institucionalizar o poder do banqueiro, destruindo a velha ordem. Marxismo, "antes de ser um, económica e política do sistema filosófico, é uma conspiração para a revolução".

Rakovsky ridiculariza o "marxismo elementar ... popular um demagógico" que é usado para enganar os intelectuais e as massas. (238) Marx foi contratado pelo Rothschild para dupes as massas. Rakovsky diz Marx ", brinca com sua barba em toda a humanidade." (Griffin, 240) É claro que Marx nunca mencionou o Roithschilds. (243)

Quanto a Maçonaria: "Toda organização maçônica tenta criar todas as condições exigidas para o triunfo da revolução comunista, este é o objetivo óbvio da Maçonaria", diz Rakovsky, um maçom de alto nível mesmo.

O objetivo da Revolução é nada menos do que redefinir a realidade em termos dos interesses dos banqueiros. Isso envolve a promoção de uma verdade subjetiva sobre a verdade objetiva. Se Lênin "parece algo a ser real", então é real. "Para ele, toda a realidade, toda verdade é relativa em face do absoluto e uma única: a revolução. O"

Em outras palavras, o branco é preto e até é baixo. Esta é a maneira como ele foi na União Soviética e isso está acontecendo para nós. A verdade ea justiça estão sendo substituídos por diktat político. "Politicamente correto", um termo bolchevique é agora de uso comum.

Físicos como Steven Jones, que causa Sept.11 são silenciados. (O problema de não trazer a 11/09 perps à justiça é que eles vão fazer isso de novo.) Homossexualidade é normalizado e promovido para aumentar o desenvolvimento do preso e destruir a família.

Maravilhas Rakovsky que "os bancos em que sentou os usurários gorduroso ao comércio de seus dinheiros, já foram convertidos em templos, que se magnificamente a todos os cantos do contemporâneo das grandes cidades com suas colunatas pagãos, e as multidões lá... para trazer assiduamente seus depósitos de todas as suas posses para o deus do dinheiro ... "

Ele diz que a estrela soviética cinco pontas representa os cinco irmãos Rothschild, com seus bancos, que possuem acúmulo de riqueza colossal, a maior já conhecida. "

Não é estranho que Marx nunca mencionou esse fato? Rakovsky pergunta. Não é estranho que, durante as revoluções, as multidões nunca atacar os banqueiros, suas mansões, ou os bancos?

Guerra

A guerra é o meio pelo qual os banqueiros centrais antecipadamente sua meta de governo mundial totalitário. Rakovsky diz Trotsky estava por trás do assassinato de Arch Duque Ferdinand Ele lembra a frase usada pela mãe dos cinco irmãos Rothschild (que desencadeou a Primeira Guerra Mundial.) ".

Se meus filhos querem, então não haverá guerra" Isso significa que eles foram os árbitros, os mestres da paz e da guerra, mas não imperadores. Você é capaz de visualizar o fato de uma importância cósmica? Não é a guerra já uma função revolucionária? Guerra? A Comuna. Desde aquele tempo toda guerra Foi um passo gigantesco rumo ao Comunismo. "

Após o assassinato de [membro Illuminati Weimar Ministro dos Negócios Estrangeiros], Walter Rathenau, em 1922, os Illuminati dão cargos políticos ou financeiros apenas para os intermediários, Rakowsky diz.

"Obviamente as pessoas que são fiéis e leais, que pode ser garantida de mil maneiras: assim pode-se afirmar que os banqueiros e os políticos [nos olhos do público] - são apenas os homens de palha, mesmo que ocupam lugares muito altos e... são feitos para parecer ser os autores dos planos que são realizadas. " Pense Barack Obama.

Em 1938, Rakovsky delineou três razões para a próxima Segunda Guerra Mundial. A primeira é que Hitler começou a imprimir seu próprio dinheiro. "Isso é muito sério. Muito mais do que todos os fatores externos e cruel no Nacional-Socialismo".

Em segundo lugar, o "nacionalismo plenamente desenvolvidos da Europa Ocidental é um obstáculo ao marxismo ... a necessidade para a destruição do nacionalismo é a única guerra na Europa vale a pena."

Finalmente, o comunismo não pode triunfar a menos que suprime o "cristianismo ainda está vivo." Ele se refere à "revolução permanente", como data do nascimento de Cristo, e a reforma como "sua primeira vitória parcial", porque dividir o cristianismo. Isto sugere que a "conspiração" também contém um fator racial ou religiosa.

"Na realidade, o cristianismo é o nosso único inimigo real, pois todos os fenômenos políticos e econômicos dos Estados Bourgeois. Cristianismo controlando o indivíduo é capaz de anular a projeção revolucionário da União Soviética, neutro ou Estado ateu".

Agora, os banqueiros centrais estão promovendo a Terceira Guerra Mundial, como em "The Clash of Civilizations". Substituto Islã ao cristianismo acima, e pit "cristãos" contra eles.

Nova conclusão

A Nova Ordem Mundial não só criar um novo poder. Ele cria uma nova realidade fora de sintonia com a verdade. Ele emprega uma legião de especialistas, professores e politicos para fazer cumprir seus preceitos. Estes são os argentur ("agentes"), referida no presunçosamente Os Protocolos dos Sábios de Sião ".

Que tipo de credibilidade que as pessoas que sabendo que vão perder seus empregos se dizer a verdade? Eles são todos cúmplices no encobrimento 11/09,

A verdade é que a sociedade é totalmente subvertida. Governo, educação, entretenimento e mídia estão totalmente nas mãos do cartel de bancos centrais. O setor privado todas as canta a partir do livro de música mesmo, indicando os banqueiros centrais controlá-lo.

O mesmo se aplica aos think tanks, fundações, ONG's, associações profissionais e as principais instituições de caridade. As agências de inteligência relatório aos banqueiros centrais. Eles e maçônico sociedades secretas são uma parte central do mecanismo de controle.

Este artigo "Como o Fed comprou a profissão de economista" é o modelo para todas as profissões.

Como resultado, a sociedade é impotente para resolver o seu problema real: a concentração insustentável da riqueza, poder e influência cultural nas mãos da Cabala, acreditando banqueiros secretamente com a intenção de abate, degradante e escravizar-nos.

Estamos frustrados por falsa acusação de "anti-semitismo", quando a maioria dos judeus são enganados e manipulados como todo mundo, (embora o seu papel é muito desproporcional.) Não há falta de lacaios de todas as etnias dispostos a servir esses banqueiros satanista. Este serviço define "sucesso" de hoje.

"História" é uma mentira. As guerras são uma fraude. eventos atuais são em grande parte orquestrada. Os projetos são aventurou para fins diferentes dos declarados. Tudo o que podemos fazer é continuar a jogar uma chave inglesa em suas obras e alertar os nossos concidadãos. Eu não estou muito preocupado com a catástrofe.

Vejo continuou deriva gradual para um fascismo ordem mundial. A humanidade está sendo colocada em coma, um estado de desenvolvimento reprimido partir de uma fixação com brinquedos, esportes, relacionamentos, sexo e dinheiro. A última coisa que os banqueiros querem fazer é despertar o gado de seu sono.

A humanidade está condenada, enquanto sociedade de controle cabalista banqueiros centrais. Tudo o que é necessário é nacionalizar os bancos centrais, as dívidas repudiar criados do nada por esses banqueiros, quebrar os cartéis, sobretudo de Hollywood e da mídia, e instituir o financiamento público de campanha rigorosa.

Mas enquanto a maioria perceber os seus interesses em termos de status quo, os problemas continuarão sistêmica. Eles não irão embora.


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Por que Eu quero uma Igreja Orgânica?


Primeiramente o sentido real do clamor ‘Eu quero uma Igreja’ está em João 17 na oração de Jesus Cristo ao Pai pedindo, rogando e sonhando com uma igreja, uma no sentido de unidade como no contexto áureo de Efésios 4. 

Eu não quero igreja, pois eu sou a igreja, eu faço parte da Igreja. Paulo disse que há um só pão, e todos somos pedacinhos do mesmo pão, ora caro leitor, pedacinho de pão não é bolo e não é torta, certo? Então como disse Pedro em 1ª Pe 2, somos pedras vivas, somos Igreja do Senhor Jesus Cristo.

Já num sentido secundário, o clamor ‘Eu quero uma Igreja’ pode ser sim individual. Como? Os cristãos amadurecidos na fé e no amor, já passaram muitos anos de suas vidas em vãos debates e embates sobre assuntos polêmicos que causam divisões e não chegam a lugar nenhum. Divisão é uma palavra formada por duas partículas gramaticais: ‘di’ que significa duas, e ‘visão’ que significa ótica, como vocês sabem, portanto seriam duas visões e não uma visão, como deve ser a única Igreja de Cristo, Sua Noiva, e o sentido real da palavra unidade.

Estes irmãos já crescidos em Cristo (um exército bereano, que cresce a cada ano) e rumos a perfeição, perfeição esta, que está presente na unidade (pois a palavra perfeição relacionada ao cristão aparecem justamente nos dois contextos supracitados da unidade – João 17 e Efésios 4) traz do fundo da alma um clamor, que exprimo agora: Eu quero uma Igreja (lembrando que Igreja não é local fixo e sim irmãos reunidos no nome de Jesus como Igreja em algum lugar) que sente uma irmã com um cabelo comprido, que assim quer fazer para o Senhor, (com uma saia honesta, ou com vestido; sem joias, ou poucas; com pouca maquiagem, ou nada de maquiagem), ladeada por uma irmã com calça comprida honesta, com joias, (não extravagantes), com maquiagem, (nada exagerado), talvez com cabelo curto, (mas que possa se perceber que é uma mulher, pois o que Deus sempre quis é que houvesse uma diferença entre cabelo masculino e cabelo feminino); e que as duas estejam modestas, em simplicidade e pudor, ou seja, vergonha. 

O que é proibido ao crente já convertido é a roupa sensual. O que adianta saias curtas? Melhor calça honesta. O que adianta usar saia só nas reuniões? Hipocrisia! Nas ruas, usam e abusam de tudo, até piores que as descrentes! Santidade vem de dentro pra fora. Pedro disse que tem cão que vomita e come o próprio vômito; é o cúmulo do nojo não é? E tem porca lavada, que regressa ao chiqueiro; assim têm crentes que, limpam só o exterior, ou só o interior. 

Jesus condenou aqueles fariseus com roupas compridas esfregando, ou varrendo o chão, que julgavam os outros. Por esta razão eram sepulcros caiados, ou seja, por fora brancos pintados à cal, e por dentro imundícias, podridão e morte; ou, como pratos e copos lavados somente por fora, mas por dentro estão sujos. 

Que a irmã que quiser se vestir com pudor, simplicidade, e até de forma fora da moda atual, não seja condenada e nem rechaçada por outras. Da mesma forma, que as mais vaidosas, por assim dizer, não sejam julgadas, pois Deus vê o interior do ser humano; Ele não olha estereótipos. Jezabel? Não julgue! Jesus sentou com a samaritana e não falou de nada a respeito. 

O apóstolo Paulo, bem como Pedro, disseram que a mulher pode sim usar joias, mas não muitas, e que elas não podem ser mais importantes que o caráter, ou, se destacarem mais na sua vida do que o próprio testemunho de vida cristã. Rebeca usava pulseira e até uma argola de ouro no nariz. Jesus falou das dracmas que as jovens usavam na testa. Não julgue! Faça como você se sente bem, faça para o Salvador. 

E se você está pensando agora: ‘Mas eu não consigo sentar do lado de uma pseudo irmã assim!’ Então você deve repensar seu amor, que é o último degrau da vida cristã. A prova que és um cristão maduro e pode morar no céu com todos, é o amor cristão! Pois lá como bem sabemos não existirão cercas denominacionais, ideológicas ou dogmáticas.

Entendeu um pouquinho do clamor Eu quero uma Igreja?

No que é essencial nos atemos. No que é secundário, não embatemos, apenas poderemos debater (falar e ouvir, aprender e ensinar) no sentido de que a divergência torne-se em convergência.

O que é primazia para o Evangelho: amor e caráter.

O que é preempção para o Evangelho? Ele é da Graça e de graça.

O que é secundário: se Jesus vem antes, no meio ou no final da grande tribulação. O que importa é que Ele vem!

O que é secundário: se salvação se perde ou não se perde. O importante é que somos salvos pelo sangue do Cordeiro de Deus!

Se você está de um lado da ponte, ceda como uma boa ovelhinha e venha ciquenta porcento até o meio da ponte, a outra parte também deve convergir, e assim se abraçarão no meio da ponte, e haverá UNIDADE.

Esse é o real sentido do Eu quero Uma Igreja (Eu quero Uma, Uma, Uma, 1 Igreja!).

Fonte: Gospel prime 
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Blog Julio Severo entrevista Eduardo Rocha, ex-travesti


Um abuso sexual na infância o levou à identidade homossexual. Já na adolescência, Eduardo Rocha defendia publicamente a agenda gay, se tornando famoso em sua identidade de travesti.

Eduardo deu uma entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, contando sobre suas experiências e transformação.

Blog Julio Severo: Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?

Eduardo Rocha: Desde pequeno, eu sentia que era “alguém diferente”. Aos 16 anos participei do Encontro Nacional de Adolescentes em Salvador na Bahia, em 1999, defendendo a “Agenda Gay”. Com 17 anos de idade já me travestia e tinha meu programa de TV, “Grevâniah Rhiuchélley”, que chegou em 2002 ao segundo lugar em audiência no SBT para a região do Triângulo Mineiro. Eu era um militante do movimento homossexual, um gay “assumido” e acreditava piamente que havia nascido assim e que mudar essa condição era totalmente descabido.

Hoje, após quase 10 anos da minha conversão, atribuo a entrada na prática homossexual a fatores espirituais, emocionais e comportamentais. Em meu caso, sofri abuso sexual quando criança, não tive uma referência tangível de fé na minha família e tive um pai que emocionalmente foi bem distante de mim. Hoje entendo que a ausência da referência paterna contribuiu para a formação da minha identidade como homossexual.

Veja este vídeo sobre a vida do Eduardo:


Blog Julio Severo: O que deixa você mais inquieto na prática homossexual?

Eduardo Rocha: Atualmente recebo inúmeros e-mails, contatos, ligações e pessoas me procuram pessoalmente pelo fato de não estarem felizes com sua sexualidade. Os motivos que levam essas pessoas a esse descontentamento são inúmeros:

* o fato de crerem mediante uma convicção legítima de fé que este comportamento é errado;
* por sentirem que o estilo de vida gay muitas vezes é promíscuo e relacionamentos conturbados ou passageiros demais;
* o risco de se contrair doenças sexualmente transmissíveis (principalmente AIDS, já que os índices de infecção entre homossexuais homens são maiores do que entre qualquer outro grupo)
* outros riscos fisiológicos implicados no sexo anal (câncer de próstata e outras doenças)
* o fato de necessitarem de “arranjos" para se constituir uma “família”
* pensamentos de suicídio e depressão, dentre muitos outros relatos que recebo de inúmeros adolescentes, homens, mulheres e pais, todos os dias.

A grande questão é o fato da militância gay querer proibir e coibir qualquer cristão de dizer que a prática homossexual é errada ou pecaminosa. Imagine que os homens que traem suas esposas desejem agora se organizar e dizer que a poligamia é perfeitamente normal e deva ser socialmente aceita e que a igreja pregar contra isso pode fazer com que esses homens sejam recriminados pela sociedade ou ainda, atribuir que as mortes e violência ocorrida por causa de traições conjugais são culpa da igreja, que ao pregar contra a traição no casamento está incitando o ódio e a violência.

Vamos supor ainda, que este grupo organizando-se politicamente pelos direitos dos homens de trair passem a exigir que as crianças devam aprender na escola básica que se o cônjuge delas traírem, ou elas traírem os seus cônjuges, não devem se sentir mal por isso, pois o importante é serem felizes e satisfazerem os seus desejos e impulsos sexuais.

Vamos supor ainda que esse grupo passe a exigir que ninguém pode falar contra a traição, pois se eventualmente na escola tiver algum aluno que seja filho de um pai que tem várias amantes, essa criança poderá ser vítima de preconceito. Isso seria totalmente descabido, mas é exatamente isso que os promotores de direitos LGBT defendem, o direito de tornar normal e moral um comportamento imoral.

Imagine que também todas as pessoas que já não são virgens e que tiveram diversas ou diversos parceiros se organizem politicamente e se digam vítimas de preconceito por parte da igreja e que a igreja deve mudar o seu discurso, pois no mundo moderno não cabe mais a virgindade. Aliás, quem é virgem hoje ou defende o sexo somente após o casamento, principalmente nas escolas, sofre todo o tipo de perseguição e preconceito.

Ao meu ver, este grupo, que diz lutar contra a intolerância se mostra o mais intolerante e radical possível. O que percebemos claramente é que existe um discurso de ódio à religião, à igreja e a tudo o que é moralidade no que tange a comportamento sexual por parte deste ativismo, que sob o pretexto dos direitos humanos se colocam como vítimas e se tornam verdadeiros algozes, perseguindo, achincalhando, ameaçando, humilhando publicamente e cerceando os direitos de qualquer um que se mostre contrário à agenda deles.

Devemos deixar claro que nem todos os homossexuais são militantes e concordam com esta agenda fascista, cheia de ódio, travestida de amor e de luta por direitos. Sem dúvida, os que quiserem ser homossexuais e praticarem a homossexualidade devem ter garantidos (como cidadãos, não por seu comportamento) seus direitos civis e já o são. 

Eles têm o direito de não crer na Bíblia sagrada e desprezar os ensinos do Cristo, mas não podem, sob o pretexto de lutarem por direitos, passarem por cima da própria Constituição, impedindo o livre exercício do culto, a livre expressão da crença e do pensamento, além de vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

Recentemente vimos o “ato” da marcha das vadias, onde elas cuspiram na Constituição, cometeram crimes em praça pública e não houve intervenção do Estado, mostrando claramente a omissão de nossas autoridades, expondo o nosso país a um caos da ordem pública.

A constituição garante a liberdade religiosa:

Art. 208. Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso;

Pena – detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa.
Parágrafo único. Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente violência.

A liberdade de crença trata-se da simples liberdade de consciência, ou seja, do cidadão optar e manifestar-se acerca de sua religião, como prevê o estatuto constitucional “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” assim como “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei” (art.5°, VI e VIII)

A liberdade de culto exterioriza-se com a prática do corpo doutrinário e de seus ritos, com suas cerimônias, manifestações, hábitos, tradições, na forma que indicada para a religião escolhida. (art. 5°, VI, CF).

A liberdade de organização religiosa tem dois primados, um refere-se à organização da igreja em seu espaço físico como também a profanação de sua crença, separando aos ditames ideológicos com o Estado, devido seu laicismo declarado (art.19, CF)

É alarmante o fato de eles quererem distorcer a mensagem da Cruz e transformarem em crime no Brasil a pregação do Evangelho, seja por católicos ou por protestantes, já que esse ponto é comum as duas religiões: a relação sexual entre dois homens e duas mulheres é pecado e ponto final.

No entanto, apesar de aparentemente preocupante, toda essa inversão social não fará sucumbir a igreja e ainda que leis sejam aprovadas, por mais opressoras que sejam, as portas do inferno jamais prevalecerão contra a igreja, ainda que os cristãos passem a ser presos, o evangelho jamais estará preso. Toda lei humana por mais severa e perversa que seja, não terá poder sobre a igreja do Senhor Jesus Cristo. Nada, nem ninguém, poderá parar a Obra do Espírito Santo, que continuará exercendo o seu papel de convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo de Deus.

Blog Julio Severo: Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e deve ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor dos homens que querem sair dessas práticas. O que você acha?

Eduardo Rocha: É um pouco estranho ver uma ciência ou uma profissão usada para servir a uma causa. Esse jamais poderia ser o papel da psicologia. Acredito que esta ideia imposta além de ser contraditória, não é unânime.

Já conversei com inúmeros psicólogos que não são adeptos destas ideias e que acreditam que o Conselho Federal De Psicologia tem tratado a psicologia como se ela fosse uma ciência exata e ainda, coloca em cheque a credibilidade desta classe profissional por tentar impor a agenda gay, usando o CFP para isso.

Além de tudo, atenta contra a liberdade religiosa do profissional de psicologia ao impor uma conduta e proibi-lo a fazer quaisquer considerações públicas mostrando outras ideias ou possibilidades quanto ao tema homossexualidade, fenômeno comportamental ainda pouco estudado do ponto de vista científico.

Blog Julio Severo: Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?

Eduardo Rocha: Acredito que Deus está acima da psicologia. A psicologia, assim como qualquer ciência humana sem Deus, não significa nada. Acredito que em todo conhecimento e em toda a ciência, está a Glória de Deus. Entendo que a fé, ao tirar Deus do centro e colocar o homem ou ainda a própria igreja ou as instituições religiosas no lugar de Deus, cometeu ao longo da história suas atrocidades, o que abriu o caminho para que a religião fosse separada de tudo, como se o homem pudesse viver em um lugar e Deus estivesse em outra esfera.

Foi aí então que separou-se a religião como sendo algo a parte. Lembremo-nos da história da humanidade, em que até pouco tempo atrás, tudo era religião, as sociedades se organizaram, sobreviveram e evoluíram pelo fato de que a religião fazia parte da sociedade (e apesar de alguns quererem exterminar a religião) ainda faz e sempre irá fazer.

Quanto à psicologia, o homem é corpo, alma e espírito. Acredito que a psicologia pode oferecer conhecimento e ferramentas importantes para a libertação da prática da homossexualidade, assim como para a prática de qualquer estilo de vida de pecado, mas a resposta não se pode encontrar somente nela.

Achar que a psicologia por si só, limitada como é, que não tem poder para mudar a natureza humana, pode transformar a natureza humana, isso é um equívoco. Não posso dizer que um rapaz que tinha relação sexual com homens e agora tem relação sexual com mulheres, foi liberto, pois entendo que libertação é a libertação da alma.

Eu costumo dizer que me transformar de homossexual para heterossexual foi a menor das transformações que Jesus realizou em minha vida. A mudança que ocorreu não foi simplesmente eu ser liberto de um comportamento sexual ou de uma identidade feminina, mas eu fui regenerado na minha natureza.

A obra do Espírito Santo transforma criaturas em filhos de Deus, homens naturais, em homens espirituais, pecadores em santos e isso a psicologia está longe de fazer. Quando alguém me diz o comportamento homossexual é “natural”, em partes eu não discordo, pois a natureza do homem é pecadora e portanto, todo pecado está impregnado nesta natureza, seja ele qual for.

Blog Julio Severo: Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. O deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?

Eduardo Rocha: Em primeiro lugar, cada um tem a liberdade de professar a fé que quiser, e eu não posso exigir que o mundo se torne cristão, apesar de crer que os que não crerem em Cristo irão para o inferno. Essa é a minha fé e para defendê-la e ser coerente com ela precisarei defender as liberdades individuais e a liberdade de crença religiosa.

Já em relação a esta afinidade, acredito não haver uma relação específica com esta ou aquela religião, mas sim a clareza de um alerta que Paulo, o apóstolo, trouxe pouco antes da sua partida para a Glória: “Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.” 2 Timóteo 4:3-4

Qualquer religião, até mesmo algumas “igrejas evangélicas inclusivas” que pregarem aquilo que o homem quer ouvir e não aquilo que Deus quer falar, atrairá para si os seus adeptos. Muitas igrejas estão atraindo multidões, vendendo a ideia de que Jesus é o “Gênio da Lâmpada” e que para ter algum desejo realizado, basta você fazer alguns rituais, sacrifícios e mudar algumas coisas no seu modo de ser. O homem se torna o centro de tudo e não Cristo. A essência do Cristianismo é Cristo e não o homem. Cristo vem para reconciliar o homem com Deus, partindo do pressuposto que quem abandonou Deus foi o homem e não o contrário.

Blog Julio Severo: Uma das aflições que Jesus mais lidou em sua pregação e demonstração do Evangelho do Reino de Deus era a possessão demoníaca. Ele expulsava demônios freqüentemente e deu autoridade aos seus seguidores em todas as gerações de também oferecerem libertação espiritual aos possessos. Em que ponto existe uma relação entre práticas homossexuais e possessão demoníaca?

Eduardo Rocha: Em toda a prática pecaminosa, sem dúvida, desde o Éden, há uma influência de demônios. Mas influência e possessão são dois fenômenos espirituais distintos. Satanás foi quem desde o princípio da criação, influenciou o homem a desobedecer ao seu Criador, porém atribuir a prática homossexual a uma possessão demoníaca e dizer que todo homossexual está possesso de demônio, é um grande equívoco. Infelizmente muitos líderes cristãos têm partido desse pressuposto e afastando muitas pessoas de Cristo.

Atribuir a responsabilidade de seus atos pecaminosos ao demônio é se eximir da sua responsabilidade pessoal, é desprezar a necessidade de arrependimento e simplificar algo muito mais complexo que é o processo de construção da sexualidade a algo simples que pode ser resolvido com uma única oração. Vencer as tentações, crucificar as paixões e desejos pecaminosos e desenvolver a fé cristã, é um processo que requer uma decisão por Cristo, Seu exemplo e Sua Palavra.

Blog Julio Severo: Nas épocas em que não existia propaganda gay, a entrada na homossexualidade se dava quase que exclusivamente pelo abuso sexual. Você teme que agora, com a enorme e onipresente propaganda gay estimulando abertamente a homossexualidade e apresentando-a como alternativa atraente e desejável, os jovens fiquem confusos e optem por experimentar?

Eduardo Rocha: Sem dúvida, toda propaganda pode influenciar o comportamento, a ideologia e as atitudes das pessoas. Se não fosse assim, a propaganda não seria utilizada como mola propulsora do consumo, levando a sociedade consumir e se comportar em sintonia com os objetivos da propaganda. O grande problema é que vivemos em uma era de consumo, onde as pessoas são valorizadas e medidas de acordo com aquilo que consomem. O grande trunfo da propaganda é a mentira. A propaganda sempre vai mostrar o lado bonito da história.

A prova histórica do poder da propaganda e de seus estragos é o cigarro. Por anos fumar foi sinônimo de status, beleza, juventude e poder. A propaganda foi responsável por isso. Adolf Hitler se utilizou das técnicas de influência, principalmente através da propaganda e de discursos inflados, recheados de “boas intenções” para subverter toda uma nação a acreditar que o seu plano era o melhor para o país.

Tudo o que o movimento gay promove, propagando, utilizando-se de propaganda e tendo como aliados a grande mídia secular, com ênfase para as da Globo, é recheado por um discurso humanista cheio de “boas intenções”, mas na prática (Essa é a nossa fé e opinião) leva a uma vida de depravação, frustração e mentiras, consumindo os nossos jovens e influenciando-os sim a uma vida de pecado.

Os grandes estudiosos dos fenômenos sociais sabem e projetam que em menos de 10 anos a população adepta da fé evangélica será mais de 50% da população.

A própria Rede Globo tem essa projeção e sabe que isto vai ocorrer. A impressão que eu tenho é que esta empresa, responsável hoje por grande influência social, ao mesmo tempo que tenta fazer a política da boa vizinhança com os evangélicos, olhando para esse grupo como “mercado de consumo”, trabalha de todas as formas par adiar este crescimento. Em menos de dois anos, posso citar diversos momentos em que esta emissora promoveu de maneira muito clara a “agenda gay” e como a Globo tem ostensivamente influenciado a nação brasileira a “louvar” a prática homossexual.

Blog Julio Severo: O que você pensa da forte política moderna dos EUA, que apenas algumas décadas atrás eram uma potência protestante, de liderar o imperialismo homossexual internacional?

Eduardo Rocha: Tenho acompanhado a grande pressão das Nações unidas e do Governo Norte-Americano que sob o pretexto dos direitos humanos querem impor a libertinagem sexual a todas as nações do planeta, principalmente a países como Nigéria, Uganda e países africanos, inclusive com sérias sanções a estes países se os mesmos não seguirem a agenda gay.

Não existe consenso na ONU se um grupo pode ser inserido nos Direitos Humanos pelo fato de terem um comportamento sexual, porém, o Governo Americano tem pressionado para que os direitos dos gays sejam incluídos na agenda oficial das Nações Unidas. Creio ser isto uma afronta aos fundamentos do próprio EUA e um ato isolado de pessoas hoje que detêm o poder nesta nação, mas que querem se impor buscando no fundo os seus próprios interesses.

Recentemente estive com duas famílias americanas que estão visitando o Brasil e conversei com os adolescentes desta família. Esta conversa me encheu de esperança, pois vi que estes jovens entre 13 e 17 anos, têm plena consciência do que está acontecendo e não concordam em nada com isso. Ao conversar com estes jovens, percebi que Deus trará uma resposta a esta nação, não através de juízo necessariamente, mas levantando jovens cheios do Espírito de Deus e conhecimento da Verdade para dizerem que este desejo do presidente Obama de impor a agenda gay ao mundo, não é o desejo das famílias americanas.

Blog Julio Severo: O que você acha do PLC 122 e outras leis que criminalizam a opinião cristã contra as práticas homossexuais?

Eduardo Rocha: Acredito que este tipo de projeto, do ponto de vista jurídico e político é uma afronta à liberdade religiosa em nosso país e aos princípios constitucionais. Acredito que a ameaça à liberdade religiosa é uma ameaça a todas as demais liberdades.

A liberdade religiosa é a mais fundamental das liberdades e qualquer projeto de Lei neste sentido, principalmente em um país tão pluralista religiosamente e democrático, como é o Brasil, é um retrocesso. Sob o pretexto de se defender diretos de uma minoria, estes projetos querem privilegiar estes cidadãos e tornar crime a liberdade de fé, crença e expressão, contradizendo assim um direito fundamental.

Blog Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com homossexuais que chegam aos seus templos pedindo ajuda?

Eduardo Rocha: Devem tratá-los com amor e respeito, incluindo-os e não excluindo-os, acolhendo e não expondo-os, discipulando-os através do relacionamento e exemplo, e não somente pelo ensino e exposição didáticos. Sem relacionamento, o discipulado é ineficaz.

As igrejas, de maneira geral, não estão preparadas para receber o homossexual. Existe ainda muito desconhecimento sobre o assunto, como deve ser feita a abordagem e muito medo e preconceito. Precisamos inicialmente admitir como igreja a nossa incapacidade, confessando inclusive os nossos erros.

Existe a necessidade de se tratar com especificidades as questões relacionadas à sexualidade. Da mesma maneira como a igreja tem se preparado para lidar com as crianças, utilizando-se de uma linguagem apropriada e de estratégias próprias para a abordagem da palavra e assim como se tem utilizado de ferramentas para falar com mulheres, com homens, com casais, com jovens, com pessoas que têm problemas com álcool ou drogas, é necessária uma abordagem específica aos homossexuais. Não só de quem está na prática da homossexualidade, mas aqueles que estão presos a vícios sexuais, poligamia, práticas sexuais erradas entre casais e até casos de bestialismo (sexo com animais) e pedofilia (sexo com crianças), bem como traumas por abusos.

A igreja precisa se capacitar para estas abordagens, criando um ambiente seguro para confissão de pecados, acompanhando de perto estas vidas que de alguma forma procuram o refúgio do Senhor.

É fato que o número de homens envolvidos na prática homossexual é maior que o número de mulheres e há uma grande necessidade de que estes homens sejam “adotados” por outros homens na igreja. Se partirmos do pressuposto que há um abismo entre o universo masculino, uma figura paterna atenciosa e emocionalmente presente e os homens homossexuais, faz todo sentido que estes homens possam encontrar na igreja outros homens, maduros e capacitados para suprir este abismo. No entanto, na prática, a grande maioria das pessoas que se aproximam de um rapaz homossexual que chega à igreja, são mulheres. Aqui demos um pequeno exemplo a respeito desta abordagem e a palavra de ordem é capacitação.

Hoje no Brasil já existe vasto material publicado sobre o assunto, apesar de ainda pouco conhecidos. Há também diversos ministérios que se especializaram no tema, mas que tem pouca visibilidade e recursos financeiros. A maioria destes ministérios não pertence a grandes denominações e por isso muitas vezes achá-los se torna uma tarefa difícil.

Blog Julio Severo: Como as igrejas devem lidar com a militância gay organizada que pressiona os cristãos a se renderem diante das exigências da agenda gay?

Eduardo Rocha: Com sabedoria, discernimento, amor e firmeza. Vamos sempre pregar contra o pecado e a favor das pessoas. Não podemos aceitar as provocações e ao mesmo tempo precisamos ser firmes em nosso posicionamento, evitando sempre que possível o confronto.

Precisamos entender que esta militância é formada por pessoas e assim como Paulo o Apóstolo estava se dirigindo contra os cristãos, estas pessoas estão fazendo o mesmo. Precisamos entender que a nossa luta não é contra pessoas, mas contra principados e que, portanto, devemos condenar as atitudes, as ideias, a agenda gay e não as pessoas. Devemos rechear os nossos discursos e principalmente a nossa prática com mais amor e tolerância aos gays, deixando sempre claro que a nossa intolerância é em relação ao pecado.

Muitas vezes não deixamos claro para as pessoas que estão na prática da homossexualidade que o nosso sentimento por elas é de amor e que desejamos apenas compartilhar com elas aquilo que cremos e que esta fé poderá fazer de cada uma delas pessoas mais felizes, mais completas e cheias de Deus.

Sem dúvida muitos nos desprezarão, mas quando eu for desprezado, ainda assim amarei até os meus inimigos, recomendando a cada um deles ao Senhor, na esperança de que sejam salvos. Meu desejo é que o mesmo amor que me alcançou quando eu era inimigo de Deus, possa alcançá-los também. Se ainda assim eles quiserem me matar, estou disposto a morrer por amor a Cristo, certo de que a morte pra mim é lucro e o viver é Cristo, pois agora, se minha carne, paixões e desejos estão crucificados com Ele, já não sou mais eu quem vivo, mas Cristo vive em mim.

Blog Julio Severo: Grandes denominações protestantes nos EUA, inclusive a presbiteriana e a luterana, estão ordenando pastores homossexuais. O que os cristãos brasileiros precisam fazer para se proteger dessa influência da apostasia americana e da teologia gay?

Eduardo Rocha: Precisamos ser coerentes com a nossa fé, viver o evangelho e cada cristão precisa ser a expressão viva da pessoa de Jesus Cristo.

As igrejas que tem se perdido na chamada teologia inclusiva ou outras tantas teologias, bem diferentes da doutrina de Cristo, na verdade se perderam na sua própria identidade e propósitos. Devemos nos conformar a Cristo e a Sua Palavra e não esperar que a Palavra se conforme a nossa vontade, desejos e estilo de vida.

Quando o homem passa a ser o centro de tudo, a igreja deixa de ser igreja, perde o seu sal, a sua relevância e a sua própria essência. Nós precisamos aprender com a história da igreja. O que aconteceu em países como a França, que chegou a ter quase 100% de cristãos e hoje chega a uma minoria, onde igrejas se transformaram em bares, boates e até museus? O que aconteceu na Europa é um exemplo pra nós.

As igrejas tornaram-se fechadas, um fim em si mesmas, o dinheiro, prosperidade e bem estar passaram a ser os alvos e o partir do pão e o relacionamento passaram a não ter mais importância. Além disso, a igreja não se atentou para as próximas gerações, negligenciando no discipulado e em passar os seus valores as crianças e jovens.

Os jovens não foram valorizados, não se “passou o bastão”, não foi transmitida responsabilidade a estes e então a igreja morreu com os velhos pastores e anciãos. Corremos estes mesmos riscos se não nos atentarmos a transferência da liderança aos mais jovens, se a liderança das igrejas envelhece, a própria igreja envelhece e a pregação do evangelho torna-se sem vigor. A nossa geração não pode ser usada apenas como “força de trabalho”, mas sim como voz profética, dando a igreja a direção e o sentido. A igreja brasileira, se não mudar o seu rumo, corre também o risco de envelhecer e tornar-se irrelevante.

Blog Julio Severo: Quase vinte anos atrás, quando Marta Suplicy apresentou um projeto de lei de união civil homossexual, ela negou completamente que o alvo era casamento e adoção de crianças por duplas gays. Vinte anos depois, o alvo deles é claro: casamento e adoção. Você acha que há mais objetivos que eles querem conquistar a curto ou longo prazo, embora neguem hoje?

Eduardo Rocha: Há sem dúvida uma cultura de morte sendo pouco há pouco inserida em nossa sociedade e os objetivos desta cultura é separar cada vez mais o homem de Deus. Creio que por trás deste movimento há uma clara pretensão de se legalizar a relação sexual com crianças, a prostituição infantil e a desmoralização completa da sociedade, tornando legal inclusive o homicídio de crianças indefesas através das leis pró-aborto.

A igreja é a força de resistência, o contraponto da luta do bem contra o mal e para isso, precisamos ser coerentes entre o discurso e a prática da vida cristã. Que o Senhor nos dê quantas oportunidades forem possíveis para sermos Sal da Terra e Luz para este mundo.

Blog Julio Severo: Qual é o seu ministério hoje?

Eduardo Rocha: Atualmente faço parte do corpo de liderança da Igreja Cristã Sal da Terra no Bairro Jardim das Palmeiras em Uberlândia, Minas Gerais. Esta Igreja funciona como um Centro Educacional Infantil que educa 75 crianças entre 0 e 3 anos. Eu e minha esposa, Genoveva Rocha atuamos como líderes de jovens nesta congregação. Atuamos através de pregações, discipulado e aconselhamento bíblico.

Estamos à frente da Associação de Amigos da Missão Infantil, entidade que atua no combate e prevenção ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Através do Ministério Sexualidade Cristã, oferecemos seminários e palestras em outras igrejas para capacitar pessoas a lidarem com o assunto.

Um grupo de ajuda a pessoas em conflito com a sexualidade funciona na igreja ás quintas-feiras à noite e temos ainda um projeto, em parceria com o Mil (Ministério Interdenominacional de Libertadores) que é a Escola Sexualidade Cristã, que acontecerá em Janeiro e Julho de 2014 com a duração de 03 semanas na cidade de Uberlândia.

As informações sobre nosso Ministério estão disponíveis no site www.eduardoegenoveva.com.br

Blog Julio Severo: Você tem livros publicados?

Eduardo Rocha: Atualmente estou trabalhando em meu primeiro livro, com previsão para ser lançado no ano que vem. Nele vou contar mais detalhes sobre a minha história e conversão, os desafios do casamento e o processo de restauração da identidade sexual.

Hoje temos um DVD que aborda o assunto, com cerca de 03 horas de ministrações. O DVD pode ser adquirido pelo site.

Blog Julio Severo: Como você alcança homossexuais?

Eduardo Rocha: Muitas pessoas nos procuram, principalmente através do nosso site, mas infelizmente, por escassez de recursos, não temos uma estrutura para atender a todos. Nosso projeto é ampliar a nossa capacidade de atendimento e expandir o Ministério Sexualidade Cristã através da capacitação de novos líderes.
Queremos em breve produzir outros materiais em vídeo e transmitir alguns de nossos encontros pela internet. Já estamos trabalhando na publicação de um livro e atualmente atuamos através de palestras, capacitação, aconselhamento e discipulado.

Blog Julio Severo: Seu ministério ajuda apenas homossexuais ou também outras pessoas oprimidas?

Eduardo Rocha: Trabalhamos com homossexuais, jovens, crianças, pessoas com traumas de abuso sexual e pessoas viciadas em pornografia e compulsivos sexuais. Alguns pais de homossexuais também nos procuram para aconselhamento.

Blog Julio Severo: O que você aconselharia aos intercessores, que clamam diante de Deus pela libertação dos homossexuais e contra o imperialismo homossexual que está sendo imposto sobre crianças e famílias?

Eduardo Rocha: Terem como alvo primeiro a Salvação das almas, nomeando e recomendando diante de Deus os líderes deste movimento. Uma das coisas mais marcantes em minha vida foi quando ao compartilhar sobre minha história em uma igreja, fui abordado por um homem que se apresentou como sendo funcionário da emissora que transmitia o meu antigo programa de TV e que disse que era responsável por colocar o programa no ar. Ele me relatou que todos os dias quando colocava o programa, se ajoelhava diante do monitor e intercedia pela minha vida, pedindo perdão pelos meus pecados e declarando a libertação sobre a minha vida.

Outro exemplo é a Vanusa, pedagoga que acompanha o nosso ministério e que também foi levantada pelo Senhor para ser uma intercessora naquela época e que viu através do meu testemunho a sua oração respondida. Cremos que a oração pode muito quanto aos seus efeitos. Orem para que Deus levante pessoas capacitadas principalmente nas áreas de mídia e política. 

Que o Senhor levante pessoas para interferirem no conteúdo programático das emissoras de TV, também no conteúdo educacional das escolas públicas da nossa nação e legisladores que tenham um compromisso com a fé Cristã.
Que Deus capacite os pais a prevenirem o comportamento homossexual na vida de seus filhos e que o Senhor transforme a cultura da nossa nação através da influência coerente da igreja.

Blog Julio Severo: Qual a mensagem que você daria às igrejas nestes tempos em que se aproxima uma ditadura gay?

Eduardo Rocha: Igreja não se cale, mas que a sua voz seja firme o suficiente para deixar claro que o pecado é pecado e doce o suficiente para demonstrar o amor de Cristo aos perdidos.

Fonte: Julio severo
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