Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Drone. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drone. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de outubro de 2013

Paquistão apoiava programa de drones dos EUA


A CIA informou com regularidade por canais secretos diplomáticos a realização de pelo menos 65 ataques com "drones" no Paquistão.

Drones em ação: afirmação se baseia em arquivos diplomáticos paquistaneses e documentos secretos da CIA, quando se intensificaram os ataques com "drones"

Washington - Apesar do Paquistão ter denunciado publicamente o uso de aviões não tripulados ("drones") por parte dos Estados Unidos em ataques seletivos a seu território, as autoridades paquistanesas estavam a par e, inclusive, apoiava esta polêmica campanha, revelou nesta quinta-feira o jornal "The Washington Post".

De acordo com a fonte, essa afirmação se baseia em arquivos diplomáticos paquistaneses e documentos secretos da agência de inteligência americana (CIA) registrados entre 2007 e 2011, quando se intensificaram os ataques com "drones", os quais deveriam ser compartilhados com as autoridades do Paquistão.

No artigo publicado hoje, os jornalistas Greg Miller e Bob Woodward alegam que o governo paquistanês apoiou durante anos de maneira secreta os ataques, um fato que, segundo eles, elevaram as críticas da opinião pública no país.

A CIA informou com regularidade por canais secretos diplomáticos a realização de pelo menos 65 ataques com "drones" no Paquistão, que sigilosamente consentiu os bombardeios à distância realizados por seus aliados americanos.

O artigo questiona a ideia de que o Paquistão não fora mais que uma testemunha da intensa campanha americana contra alvos não só da Al Qaeda, mas de uma ampla lista de suspeitos de terrorismo em seu território.

A publicação do artigo ocorre um dia depois que o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, se reunisse com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca, sendo que, anteriormente, Sharif já havia criticado insistentemente os ataques com "drones" em seu país.

"Abordei o tema dos "drones" em nossa reunião e enfatizei a necessidade de pôr fim a esses ataques", disse Sharif aos jornalistas ao término do encontro com Obama na Casa Branca.

No passado, segundo o jornal citado, as reuniões entre altos cargos americanos, entre eles a então secretária de Estado Hillary Clinton, não foram sempre amigáveis com seus colegas paquistaneses.

Em algumas destas, os EUA chegaram a reiterar que os serviços secretos paquistaneses (ISI) tinham conexões com grupos extremistas islâmicos responsáveis por ataques contra forças americanas.

Os documentos obtidos pelo "The Washington Post" também mostram a confiança da CIA na eficácia de seus ataques, com uma alta incidência de operações que resultaram em morte de "combatentes", enquanto as colunas de efeitos colaterais não mostravam nenhum erro.

Esta suposta ausência de vítimas inocentes é questionada por inúmeras organizações pró-direitos humanos, como Anistia Internacional, que documentou dezenas de massacres na área tribal do Waziristão e considerou algum destes como "crimes de guerra". 

Fonte: Exame
Leia Mais >>

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Os drones assumiram o controle: Os aviões não tripulados tomaram as decisões


O desenvolvimento da tecnologia militar aproxima-se o momento em que as máquinas letais poderam decidir quem vive e quem morre em combate.

O conceito de " robôs autónomos letais "(LAR, sigla em Inglês), promovido por engenheiros militares, está desenvolvendo uma nova geração de" robôs de combate ", cuja tecnologia permite selecionar de forma autónoma alvos de ataque.

Conforme explicou Joshua Foust , jornalista e ex analista do Pentágono, o aspecto fundamental desse tipo de tecnologia de armas está relacionada com a proteção "anti-hachkers ', uma vez que um robô autónomo funciona graças a uma inteligência artificial avançada que lhe permite fazer suas próprias decisões sem comunicação via satélite direta, o que impede o controle dos drones por terroristas ou potenciais inimigos.

Se osistema de um drone é sofisticado o suficiente, poderia ser menos emocional, mais seletivo e capaz de proporcionar a força de uma maneira que atinge um objetivo tático com o mínimo de danos ", afirma Samuel Liles, professor da Universidade de Purdue.

Mas Heather Ruff, da Universidade de Denver, adverte que drones autónomos não são sofisticados o suficiente para distinguir entre civis e terroristas, que representam uma ameaça para a sua utilização em conflitos não convencionais.

Em maio de 2013 um dos relatorios especiais da ONU, Christof Heyns, propôs evitar desenvolvimento de robôs de combate totalmente autónomos, pois representa uma ameaça vital para a paz. Alssim mesmo, a campanha contra os robôs de combate foi promovido pela organização privada 'The Human Rights Watch e apoiada por diversos setores da sociedade civil.

Fonte: RT 
Leia Mais >>

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Irã anuncia produção de drone capaz de carregar 8 mísseis


Avião não-tripulado de combate teria alcance de 1,7 mil km, o que lhe permitiria atingir quase a totalidade do Oriente Médio

​A Guarda Revolucionária do Irã apresentou uma aeronave não-tripulada (drone) de ataque capaz de carregar diversos mísseis e descrita como a unidade mais sofisticada do país até o momento, informa o site do jornal britânico The Guardian nesta sexta-feira.

De acordo com o site iraniano sepahnews.com, o general Mohammad Ali Jafari anunciou que a aeronave entrou em operação nesta sexta-feira (27/09). No artigo, ele é citado dizendo que o drone de fabricação iraniana é um "ativo estratégico" para a proteger as fronteiras do país.

O drone, chamado Shahed-129 (Testemunha-129, em português), tem um alcance de 1,7 mil km e a capacidade de permanecer voando por 24 horas. Tal autonomia de voo lhe permitiria alcançar grande parte do Oriente Médio, incluindo Israel.

A aeronave também pode carregar até oito bombas or mísseis. De acordo com a agência AP, a TV estatal iraniana exibiu um vídeo do Shahed-129 voando e afirmou que Jafari ordenou a produção em larga escala do drone.

"Nossos cientistas produziram o mais estratégico avião não-tripulado", disse Jafari, segundo a AP. "Essa tecnologia inteligente pode fazer o trabalho de milhares de soldados, militares e guardas de fronteira...e proteger as nossas fronteiras", acrescentou.

Um comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária disse à agência AP que o drone tem a capacidade de monitorar um raio de 200 km. O militar também disse que o avião pode ter uso civil, como tirar fotos com fins agrícolas e ambientais.

Segundo a AP, o Irã frequentemente anuncia avanços em sua tecnologia militar, mas é virtualmente impossível determinar sua capacidades reais.

Fonte: Terra
Via: Revellati online
Leia Mais >>

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Darpa planeja inundar o mar com Drones que transportem mais Drones

Imagem- Darpa
Por Allen McDuffee

Darpa, agência de pesquisas do Pentágono, revelou recentemente seus planos para aumentar a resposta da Marinha para ameaças em águas internacionais através do desenvolvimento de plataformas não tripuladas submersas que podem ser implantados a qualquer momento.

E em homenagem a Hydra, uma serpente com muitas cabeças da mitologia grega, o plano seria criar uma rede submarina de cargas não-tripulados e plataformas para aumentar a capacidade e agilizar a resposta a ameaças como a pirataria, o aumento do número de estados sem governo, e as defesas sofisticadas em um momento em que o Pentágono é obrigado a fazer cortes no orçamento.

De acordo com a DARPA, o sistema Hydra "representa uma forma rentável para adicionar capacidade submarina que pode ser adaptado para suportar cada missão" que ainda permitiria que a Marinha realize operações e missões especiais de contingência. Em outras palavras, a diminuição do número de navios de guerra que só podem estar em um lugar de cada vez.

"O clima de austeridade orçamental se depara com um ambiente de segurança incerto que inclui desastres naturais, a pirataria, os estados sem governo, e com a proliferação de tecnologias sofisticadas de defesa", disse Scott Littlefield, gerente do programa DARPA, em um comunicado. "Uma infra-estrutura de tecnologia não-tripulado encenado abaixo da superfície dos oceanos poderia aliviar um pouco essa tensão de recursos e expandir as capacidades militares neste espaço cada vez mais desafiador."

O sistema Hydra se destina a ser entregue em águas internacionais por navios, submarinos ou aeronaves com a capacidade integradora de se comunicar com as plataformas tripuladas e não tripuladas para o ar, a superfície, e as operações de água.

Ao contrário dos Payloads queda para cima (UFPs) programa DARPA anunciou em janeiro que iria submergir grandes recipientes impermeáveis ​​destinados a armazenar armas, drones e suprimentos para anos em um momento, Hydra é uma plataforma altamente móvel que pode ser implantada por algumas semanas ou meses em águas internacionais relativamente rasas.

"Ao separar as capacidades das plataformas que eles proporcionam, a Hydra permitiria as forças navais para entregar esses recursos muito mais rápido e com melhor custo-benefício, sempre que necessário", disse Littlefield. 

"Prevê-se trabalhar em ar, e debaixo d'água, em operações de superfície, permitindo que todos os três executem melhor suas missões."

As propostas são devidos 22 de outubro, mas pode ser  muito antes de 2018 "as terras Hydra no oceano".

Fonte: Wired 
Leia Mais >>

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Al-Qaeda estará a financiar programa para combater ataques com drones

Os ataques com drones já mataram cerca de 3000 pessoas na última década, incluindo um número elevado de civis.

Alexandre Martins

Documentos obtidos por Edward Snowden mostram que a rede tem uma célula de investigação e desenvolvimento, com o objectivo de desviar, destruir ou assumir o controlo dos aparelhos usados pelos EUA para matar em países como o Afeganistão ou Paquistão.

Os serviços secretos norte-americanos estão preocupados com a aparente determinação da liderança da Al-Qaeda em desenvolver tecnologia para abater ou assumir o controle dos drones usados pela CIA e pelo Pentágono em países como o Afeganistão, Paquistão, Iémen ou Somália.

Os pormenores dos relatórios dos serviços secretos, revelados nesta quarta-feira pelo jornal The Washington Post, a partir de documentos obtidos pelo analista informático Edward Snowden, mostram que a Al-Qaeda criou células especializadas em engenharia e tecnologia – uma espécie de centro de investigação e desenvolvimento para explorar as vulnerabilidades dos aviões não tripulados, cujos ataques assassinaram cerca de 3000 pessoas na última década, muitas dos quais combatentes mas também um elevado número de civis.

Os mesmos documentos garantem que ainda não foi registada nenhuma operação bem-sucedida para impedir um ataque com um drone, mas não têm faltado ideias aos engenheiros recrutados pela Al-Qaeda, especialmente a partir de 2010.

Intitulado "Ameaças aos Veículos Aéreos Não Tripulados", o relatório obtido por Edward Snowden é, na prática, um resumo de "dezenas de avaliações feitas pelos serviços secretos dos EUA desde 2006", segundo o The Washington Post.

A principal preocupação das autoridades norte-americanas é a quebra da ligação entre os drones e os satélites. Na maioria dos casos, a ligação é restabelecida em pouco tempo e os aparelhos têm instruções para regressarem ao seu ponto de partida se a falha não for solucionada rapidamente. Apesar desta precaução, a falha de ligação com os satélites terá sido a causa da queda de pelo menos dois drones norte-americanos – um na fronteira entre o Iraque e a Turquia e outro no Irão, em Dezembro de 2011, que as autoridades locais dizem ter abatido. Um outro drone norte-americano foi atingido por caças iranianos em Novembro de 2012, mas era um aparelho de vigilância.

A informação transmitida entre os drones e os satélites é codificada, pelo que será mais difícil desenvolver tecnologia para assumir o controlo de um dos sofisticados Predator ou Reaper do Pentágono e da CIA (uma equipa de investigadores da Universidade do Texas em Austin conseguiu assumir os comandos de um drone através da manipulação do sinal de GPS, mas tratava-se de um pequeno drone civil).

Al-Qaeda "financia vários projectos"

Apesar das dificuldades técnicas, um relatório da Agência de Serviços Secretos de Defesa (DIA, na sigla original), elaborado em Julho de 2010, informa que a Al-Qaeda "está a financiar vários projectos de investigação para desenvolver dispositivos que interfiram com os sinais de GPS e com os marcadores de infravermelhos, usados pelos operadores de drones para determinarem os alvos dos mísseis".

Mais do que financiar vários projectos, os serviços secretos norte-americanos acreditam que a liderança da Al-Qaeda "acompanha os progressos de cada projecto e tem a capacidade para transferir componentes de um projecto para outro".

Apesar de a Administração Obama ter declarado em várias ocasiões que as capacidades militares da Al-Qaeda estão "muito enfraquecidas" – em grande parte graças ao programa de drones, lançado ainda na Presidência de George W. Bush mas muito reforçado por Barack Obama –, a rede parece estar bastante activa no recrutamento de militantes com conhecimentos em tecnologia. Segundo os documentos revelados pelo The Washington Post, um relatório de 2010 da CIA indica que um dos líderes operacionais da Al-Qaeda, o líbio Atiya Abd al-Rahman, afirmou mesmo que a rede não precisa de "combatentes comuns", mas sim de "pessoal especializado".

Num outro relatório, da DIA, datado de 2011, lê-se que "a célula de investigação e desenvolvimento com ligações à Al-Qaeda não tem, presentemente, conhecimento técnico para criar um sistema anti-drones", mas admite que a rede pode vir a ter sucesso, "se conseguir ultrapassar obstáculos de monta". "Acreditamos que um sistema desse tipo poderia ser altamente disruptivo para as operações norte-americanas no Afeganistão e no Paquistão", conclui o documento.

Expressões proibidas

Para além das considerações sobre a estratégia de combate aos ataques com drones, os serviços secretos norte-americanos mostram-se também preocupados com os termos usados em público.

Num relatório de 2010, as autoridades dos EUA admitiam que os assassinatos com drones podiam ser "alvo de um escrutínio cada vez mais apertado, entendidos como ilegítimos e abertamente contrariados ou enfraquecidos". Para fazer face a este cenário, seria necessário evitar a utilização de determinados termos.

"'Drones' transmite a ideia de autómatos sem discernimento, sem capacidade para produzirem pensamentos e acções com independência. 'Ataques' transmite a ideia de um primeiro ataque, que deixa a vítima sem capacidade de resposta. Outras expressões que provocam uma resposta emocional incluem 'Lista de assassinatos', 'Esquadrões de ataque', 'Guerra robótica' ou 'Assassinos aéreos'", lê-se no documento.Em alternativa, as autoridades norte-americanas sugerem o uso de expressões como "operações letais com veículos aéreos não tripulados"; "direito legítimo à auto-defesa"; e "acção militar preventiva".

Fonte: Publico.pt
Leia Mais >>

Os drones que os EUA usam como arma de guerra se espalham por São Paulo para espionar lugares e pessoas

Drone sobrevoa o Viaduto do Chá: alcance de 350 metros de altura (Foto: Mario Rodrigues )

Reportagem de Angela Pinho, publicada em edição impressa de VEJA São Paulo

Cada vez mais baratos e fáceis de operar, os robozinhos voadores equipados com câmeras já são usados em vídeos profissionais, projetos de engenharia e, claro, para bisbilhotar o quintal alheio

Com ao menos 1,5 milhão de câmeras de vigilância espalhadas por São Paulo, circular anônimo pela multidão da metrópole há tempos é um privilégio em extinção. Na década passada, as imagens de satélite disponíveis no Google Earth revelaram as dimensões dos imóveis de qualquer bairro, com suas piscinas e jardins, e logo o Google Street View começou a flagrar nossas idas de moletom à padaria.

Eis que, quando a expressão “big brother” parecia surrada, um novo tipo de olhar eletrônico está se disseminando pela capital. São os drones, robozinhos voadores, quase sempre dotados de filmadoras, que conseguem chegar a palmos de distância das janelas mais altas da Avenida Paulista e, segundos depois, dar rasantes pela mesma via, mirando os joelhos dos pedestres.

Eles têm preços cada vez menores, são fáceis de operar e sobrevoam desde ruas movimentadas até recantos mais pacatos. Em breve poderão entrar em sua casa para vasculhar o seu quintal — ou será que isso já aconteceu?

O termo drone, ou “zangão” em inglês (ouça o zumbido chatinho da máquina e você vai entender), designa equipamentos aéreos comandados por um piloto a distância.

Os maiores, que pesam mais de 30 quilos e decolam carregados de armamentos, viraram objeto de uma grande polêmica ao ser usados em missões militares para atacar inimigos sem pôr em risco a vida dos soldados. Nos últimos tempos, foram levados com esse objetivo ao Afeganistão e ao Iêmen pelo governo americano.

Na versão civil, pesam por vezes menos de 1 quilo.

Em São Paulo, estão à venda tanto em redes como Ponto Frio e Walmart quanto em lojinhas da Rua Santa Ifigênia, no centro, com preços que vão de 380 reais a mais de 10.000 reais. Os modelos mais em conta são dotados de estrutura simples: em geral, uma bateria, um sensor no miolo e no mínimo quatro hélices nas pontas.

André Visconti e Guimarães pilotam drone no Viaduto do Chá: alcance de 350 metros de altura (Foto: Mario Rodrigues )

Essas engenhocas viraram presença comum nas mãos de amadores no Parque do Ibirapuera, tornaram-se trunfo de corretores de imóveis que os utilizam para exibir aos clientes a vista que teriam em determinado andar, sobrevoam cartões-postais como a Sala São Paulo para a realização de vídeos institucionais e fazem tomadas cinematográficas em casamentos (o do jogador Paulo Henrique Ganso, em maio, na cidade de Caraguatatuba, no Litoral Norte, contou com o efeito especial).

Na mídia, são o recurso da vez.

O Fantástico, da Rede Globo, lançou mão do aparelho para retratar o quintal da família Pesseghini, morta no início de agosto em chacina na Vila Brasilândia, na Zona Norte.

O jornal Folha de S.Paulo sobrevoou milhares de manifestantes em rotas como o Largo da Batata na cobertura dos protestos que tomaram a capital em junho.

No humorístico Pânico na Band, transformaram-se em ferramenta de piadas. No último dia 18, um deles “invadiu” a casa do apresentador Otavio Mesquita, no Morumbi. Para mostrar do que a parafernália é capaz, a produção do programa filmou uma modelo de seu elenco de lingerie pelas janelas de um apartamento. “Olhe o que pode acontecer com você que está em um momento íntimo”, avisou o apresentador Daniel Peixoto, que pilotou a brincadeira.

A traquinagem de maior repercussão, porém, foi levada ao ar no dia 11, mostrando o aviãozinho da trupe, dotado de câmera e alto-falante, sobre a zona rural de Itu, onde é gravado o reality show A Fazenda, da concorrente Rede Record.

Objetivo: fazer imagens e dedurar para a então confinada Scheila Carvalho que ela havia sido traída pelo marido, o que iniciou uma disputa entre as emissoras. Ao completar a espionagem, o equipamento caiu no local. Os apelos para sua devolução rendem até hoje mais assunto para o Pânico.

Reduzir a geringonça, no entanto, a mera bisbilhoteira ou produtora de cenas hollywoodianas seria subestimar uma revolução em curso. Fruto de uma tecnologia que se aperfeiçoou bastante nas últimas décadas, ela atua hoje a serviço de órgãos como o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do governo do Estado de São Paulo. Ali, a meta é a elaboração de mapas detalhados.

Os primeiros trabalhos estão sendo feitos desde julho em Embu-Guaçu e Itapevi, na região metropolitana. “Se derem certo, poderemos usar os drones para vistoriar rios sem ter de levar equipes completas em barcos”, exemplifica o engenheiro Caio Cavalhieri.

Na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), está em estudo sua implantação para monitorar reservatórios.

O fotógrafo Edmilson Mendonça, em clique do próprio drone: antes, as imagens eram feitas em balão (Foto: 2TDrone)

É só o começo. No exterior, os propósitos são mais criativos.

Os drones espantam gansos que emporcalham as praias de rio de Ottawa, no Canadá, e entregam roupas da lavanderia Manayunk Cleaners, na Filadélfia, nos Estados Unidos. Nesse último caso, trata-se de uma peça de marketing: apenas um cliente escolhido por sorteio a cada mês tem direito à mordomia, e a peça não pode ultrapassar 2,3 quilos.

No setor de segurança urbana, a tecnologia se tornou realidade em cidades como a inglesa Liverpool. No estado do Rio de Janeiro, um desses mini-helicópteros ajudou policiais a localizar, e depois prender, criminosos em um manguezal de Macaé. A caçada tecnológica ocorreu em 5 de agosto.

Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública não estuda, por ora, alçar voo nesse sistema, mas a novidade já chama a atenção do segmento privado. “Estamos pensando em desenvolver algumas versões terrestres dos drones, em carrinhos, para condomínios fechados”, diz Rafael Durante, diretor técnico da empresa Haganá.

Com a demanda, profissionais especializados surgem na capital. Luís Neto Guimarães, de 24 anos, importou o primeiro exemplar em 2009. Estreou o negócio registrando um campeonato de skate para um fabricante de energéticos, mediante permuta (no caso, 24 latinhas do produto). Atualmente, seu principal filão é a publicidade, pois pode produzir tomadas antes inacessíveis para helicópteros, que nem sempre conseguem chegar perto do solo e cujo aluguel dificilmente fica abaixo de 1.000 reais por hora. Guimarães acumulou oito drones, ganhou um ajudante e está prestes a trocar o escritório de 16 metros quadrados por um cinco vezes maior.

Outro dos pioneiros na área foi o francês Eric Bergeri, que fundou a idrone.tv em 2010 na cidade. Hoje, administra uma frota com sete modelos. A principal demanda é audiovisual — a empresa já fez, por exemplo, gravações institucionais em lugares como a Estação Júlio Prestes e videoclipes como o da canção Reza, de Rita Lee. “Evitamos apenas filmar sobre aglomerações, por questão de segurança”, conta Regis Mendonça, diretor comercial da idrone.tv.

O fotógrafo Edmilson Mendonça, especializado em publicidade, é outro que vem ganhando dinheiro com a máquina. “Até 2009, usava um balão movido a gás hélio para conseguir cliques aéreos, mas o custo era maior”, explica. Ele mesmo monta seus drones, juntando com cola de alta fixação as peças vindas separadamente do exterior.

Na região da Rua Santa Ifigênia, o aparelho tem causado burburinho. No estande Pinguim (entrada pela Rua Vitória, 244), o modelo chinês V959 custa 380 reais, com câmera incluída. Há, nas proximidades, uma loja batizada de Drone Mania, de Marcos Rodrigues Júnior. Ele comercializa equipamentos da marca francesa Parrot, que estão entre os mais populares no mundo para uso pessoal e pesam menos de meio quilo.

Esses aparelhos são comandados pelo celular e saem por 1.800 reais em dezoito prestações. Em média, Rodrigues vende dez unidades e conserta trinta a cada mês. “A procura aumentou depois dos protestos de rua, quando ganharam notoriedade”, constata. O técnico de celular Kleiton Pena Pereira, de 29 anos, comprou o seu no início do ano. Já o manobrou no Pico do Jaraguá e no centro da cidade, por lazer. “O pessoal fica louco para saber o que é.”

Marcos Júnior, na Drone Mania, da Santa Ifigênia: dez unidades vendidas por mês (Foto: Lucas Lima )

Com tal facilidade de aquisição, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Aeronáutica trabalham em uma proposta de regulamentação que deverá ficar pronta neste ano. O objetivo é evitar que os zangões eletrônicos ponham aviões em risco – no Aeroporto JFK, em Nova York, o FBI abriu investigação em março depois que um piloto da Alitalia relatou a presença de um drone perto de sua rota.

A Anac terá de definir se os robôs que flutuam por aí serão considerados aeronaves ou brinquedos. Essa diferença é importante porque, para a Aeronáutica, aeromodelos recreativos não precisam de autorização, desde que fiquem longe do pouso e da decolagem das aeronaves.

A discussão sobre privacidade e propriedade privada, enquanto isso, está só no começo. “Especialmente quando os aparelhos são conjugados com tecnologias de reconhecimento facial, é muito fácil que sejam utilizados tanto para vigilância estatal quanto para interesses particulares, como por paparazzi ou bisbilhoteiros de forma geral”, afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, que prevê muita confusão no horizonte com a tecnologia. A era dos drones, como se vê, está apenas começando.

Onde a ideia se decolou

As áreas em que a engenhoca já foi adotada

Na engenharia: a câmera do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, na Cidade Universitária, voa sobre a região metropolitana para elaboração de mapas detalhados. Segundo o engenheiro Caio Cavalhieri (foto), ficou mais fácil enxergar áreas remotas. Órgãos como a Sabesp também cogitam aderir ao equipamento para observar os reservatórios (Foto: Lucas Lima )

Na televisão: o robozinho voador é o recurso da vez. O "Fantástico", da Rede Globo, utilizou o aparelho para retratar o quintal da família Pesseghini, morta em chacina na Vila Brasilândia. Já o "Pânico na Band" invadiu o reality show "A Fazenda", da concorrente Rede Record (Foto: Reprodução)

Nas imobiliárias As empresas utilizam a geringonça para estudar terrenos e produzir vídeos que mostram qual vai ser a vista de determinado apartamento antes da construção. Estandes de construtoras em bairros como Perdizes (foto), Barra Funda, Casa Verde e Higienópolis estão fazendo isso (Foto: Reprodução)

Em eventos: com capacidade para carregar lentes de alta definição e dar rasantes impossíveis para um helicóptero, os drones se tornaram o recurso da vez para a realização de vídeos institucionais e de eventos. Ao lado, cena de um flash mob com 500 fãs do seriado 'Chaves' nos arredores do Ibirapuera (Foto: Reprodução)

Na publicidade: cenas de praia da campanha 100%, da cerveja Itaipava, são obra do zangão eletrônico, também presente em filmes da Eletropaulo, da Fiat e da Ford (Foto: Reprodução iDroneTV)

Por dentro da máquina

Como é o modelo Phantom, um dos mais cobiçados, que custa na faixa de 3.000 reais, sem a câmera

Debaixo de cada haste, há luzes para que ninguém o perca de vista; quando a bateria estiver no fim, uma luz se acende, se a bateria acabar de vez durante o voo, ele pousa automaticamente; pilotagem por controle remoto; 19 centímetros de altura, 35 centímetros de comprimento e 35 de largura

V959

Origem: China; onde é encontrado: Loja Pinguim; largura: 19 cm; peso: menos de 100 gramas (já vem com câmera); altura alcançada: 150 metros; principal uso: pessoal; preço: 380 reais

Ar.Drone 2.0

Origem: França; onde é encontrado: Santa Ifigênia ou sites de supermercado; largura: 51,7 cm; peso: 420 gramas (já vem com câmera); altura alcançada: 250 metros; principal uso: pessoal; preço: a partir de 1.500 reais

DJI S800

Origem: a empresa DJI, com sede em Hong Kong, Alemanha e EUA; onde é encontrado: site caraca.org; largura: 1,18 metros; altura alcançada: 350 metros; principal uso: filmagens profissionais para publicidade e vídeos institucionais; preço: cerca de 13.000 reais, mas pode chegar a 20.000 conforme a câmera e outros acessórios

Eles estão em todas

Exemplos de uso do aparelho pelo mundo

Para promover a lavanderia Manayunk Cleaners, na Filadélfia, Estados Unidos, seus donos sorteiam todo mês um cliente, que recebe a roupa pendurada no brinquedinho. Em breve, a frequência será semanal (Foto: Reprodução )

Em Liverpool, na Inglaterra, o drone virou aliado da polícia. A primeira prisão efetuada com a ajuda do equipamento foi em 2010, quando ele perseguiu um criminoso que havia roubado um carro (Foto: Reprodução)

Em Ottawa, no Canadá, ele serve para espantar gansos e gaivotas que emporcalham uma praia. As aves desaparecem em revoada quando ouvem o zumbido das hélices (Foto: Reprodução)

Veja SP levou aeronave não tripulada para passear nas alturas pela avenida mais famosa da cidade

Fonte: Veja
Leia Mais >>

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Drone da Band cai na Rede record e vira caso de Polícia


Nota do Blog: Não queremos apresentar informações "futriqueiras" dessas mídias manipuladoras, apenas mostrar o espaço em que os Drones estão ganhando, e que a mídia sim! fará tudo para que seja normal a influência deles por aí. Mas a verdade é que futuramente será uma arma para diversos propósitos

Confira a informação:

O caso do 'drone' (pequeno avião não tripulado) que perdeu o controle e caiu no set do reality show da Record e "A Fazenda", em Itu, SP, já virou caso de polícia e querela judicial. A Band entrou na última sexta-feira (16) com uma ação exigindo a devolução do aparelho, que foi alugado por um fornecedor.

Em contrapartida, a Record chamou a polícia assim que viu membros do "Pânico na Band" se aproximarem do set. A emissora diz que temia uma nova invasão e por isso chamou a polícia. Os policiais apenas mediaram as discussões entre os enviados da Band e da Record, mas não tomaram parte no, digamos, "show".

A Band diz que um oficial de Justiça teria entregue um documento dando prazo de 24 horas para a Record devolver o aparelho, o que ainda não havia ocorrido nesta segunda-feira. A Record nega ter recebido qualquer notificação e ainda criticou os meios da concorrente.

"É estranho que a Band não tenha procurado um outro caminho para a recuperação desse aparelho, que, por sinal, colocou em risco a integridade de grande número de pessoas e equipamentos, além de invadir um programa com propriedade autoral", rebateu a Direção de Comunicação da Record.

Tudo começou na semana passada, quando o "Pânico na Band" usou um pequeno "drone" - miniatura dos aviões não tripulados usados pelos EUA e pela PF brasileira - com um auto-falante. Tudo isso para dedurar para Sheila Carvalho que a ex-dançarina do Tchan fora traída pelo marido, Tony Salles. Quando ouviu o aparelho, segundo testemunhas ouvidas pela coluna, Sheila chorou e disse que já estava "desconfiada".

O problema é que o operador do drone perdeu o controle e o aviãozinho caiu na propriedade da Record. Tratado como espólio de guerra, o drone foi enviado para o Departamento Jurídico da Record, que nega ter recebido qualquer notificação para devolução do equipamento, até agora.

Embora a emissora tenha tomado medidas sérias para reaver o drone, a equipe de "Pânico na Band" fez, para variar, troça sobre o caso. No último domingo, mostrou o quadro "Em busca do soldado drone", em que mostrava as tentativas da equipe parra reaver o aparelho. A Record não mostrou as imagens em sua edição do reality. No fim das contas, Sheila foi desclassificada por desejo do público. 

Vejam o video:


Leia Mais >>

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Drones e Robôs da Nova Ordem Mundial


Por: Canal hora final

Nesse vídeo quero falar um pouco sobre os Drones.

As operações com aviões não tripulados aumentaram após a chegada de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos em 2008, e se intensificaram no final de 2009 e 2010.
Essas armas polpam vidas de militares na guerra, essas aeronaves já realizaram mais de 300 ataques e matou quase 3000 pessoas somente no Paquistão.

Pizzaria já usa Drone para entregar pizza no Reino Unido
Robô controlado à distância voa até o cliente para realizar a entrega.

Um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) ou Veículo Aéreo Remotamente Pilotado (VARP), drone (zangão, em inglês), é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada.

Esses aviões são controlados à distância, por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis.

Os drones foram idealizados para fins militares.

E foram projetadas e construídas para serem usadas em missões muito perigosas para serem executadas por seres humanos, nas áreas de inteligência militar,

Os drones são há vários anos um dos principais instrumentos da estratégia militar dos Estados Unidos, mas 51 Estados já possuem esta tecnologia.

Pessoas foram mortas desde 2004 no Paquistão, por ataques de drones da CIA e do Pentágono.

Segundo dados oficiais, os Drones Predator e Reaper dispararam 506 mísseis em 2012, no Afeganistão, contra 294 em 2011.

No Brasil, a FAB passou a montar drones produzidos pela AEL, a maior empresa privada fabricante de produtos de defesa de Israel.

Esses drones são parte de um acordo de 48 milhões de reais firmado com o Brasil em 2010 e serão usados em operações ao longo da fronteira e durante grandes eventos como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas de 2016.

O Brasil se tornou um dos maiores importadores de armas e de tecnologia militar israelenses.

Com esses drones que são capaz de voar, filmar e até disparar míssil, hoje mais do que nunca todo o mundo está sendo vigiado por esses objetos. É o big brother mundial.

Mas eles também matam como vemos nas notícias a cima e poderá ser uma excelente arma para ser usada num futuro próximo durante o governo da Besta para vigiar e matar os que não aceitarem a Nova ordem Mundial imposta por esse governo mundial.

Os cientistas envolvidos nessas experiências podem criar seres humanos com características muito especiais:

• Soldados invencíveis para guerra, metade homem e metade máquina.

Robos invencíveis para a guerra.

Será que não foi isso que João viu ao escrever o apocalipse?

Drones e Robos na visão de João.

Apocalipse:
9:3 - Vieram gafanhotos gigantes sobre
a terra e eles tem poder como escorpions.
9:7 - Gafanhotos do tamanho de um cavalo e seus rosto eram como rosto de homens.
9:8 - Tem cabelos cumpridos e dentes como de leão.
9:9 - Tem asas
9:10 - E caudas semelhante a de escorpiões.

Veja o vídeo:


Leia Mais >>
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Nota:

Este blog tem finalidades exclusivamente informativas e não tem como objectivo o lucro.

É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a
expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).