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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Novo Suicídio de um Banqueiro: 16° Executivo Financeiro que se Suicida este Ano


Neste verão, parecia que haviam cessado os suicídios de banqueiros que tanto nos surpreenderam durante os primeiros meses de 2014.

Mas tal e como informa o Bloomberg, Thierry Leyne, um banqueiro franco-israelense, sócio de Dominique Strauus-Kahn, o ex chefe do FMI que caiu em desgraça por seus escândalos sexuais, morreu na quinta-feira passada, dia 23 de outubro, após aparentemente, tirar a vida saltando do 23° andar das Torres Yoo, um prestigiado complexo residencial em Tel Aviv.

Thierry Leyne

Com a morte de Leyne, o número de executivos financeiros mortos este ano em circunstâncias estranhas sobe para 16, dos quais cinco morreram após se atirar de janelas ou telhados.

Estes são os casos de suicídio de executivos financeiros durante o ano de 2014:

1 - William Broeksmit, 58 anos de idade, ex alto executivo do Deutsche Bank AG, foi encontrado morto em sua casa após um aparente suicídio em South Kensington, centro de Londres, em 26 de janeiro.

2 - Karl Slym, 51 anos, diretor gerente da Tata Motors, foi encontrado morto no quarto andar do Hotel Shangri-La em Bangkok, em 27 de janeiro.

3 - Gabriel Magee, funcionário de JP Morgan de 39 anos de idade, morreu após cair do telhado da sede da JP Morgan europeia em Londres em 27 de janeiro.

4 - Mike Dueker, 50 anos de idade, economista chefe de um banco de investimentos dos EUA. Foi achado morto próximo à ponte de Tacoma Narrows, no estado de Washington.

5 - Richard Talley, 57 anos de idade, fundador do American Title Services em Centennial, Colorado, foi encontrado morto no começo deste mês logo após, aparentemente, de atirar em si mesmo com uma pistola de pregos.

6 - Tim Dickenson, diretor de comunicações do Swiss Re AG no Reino Unido, também morreu no mês passado, embora as circunstâncias de sua morte ainda são desconhecidas.

7 - Ryan Henry Crane, 37 anos de idade, executivo da JP Morgan, morreu em aparente suicídio há apenas algumas semanas. Não há detalhes públicos sobre a sua morte.

8 - Li Junjie, 33 anos de idade, banqueiro de Hong Kong, pulou do alto da sede de JP Morgan em Hong Kong.

9 - James Stuart Jr, ex presidente do Banco Nacional do Comércio, foi encontrado morto em Scottsdale, Arizona, na manhã do dia 19 de fevereiro. Um porta-voz da família não disse qual foi a causa de sua morte.

10 - Edmund (Eddie) Reilly, 47 anos de idade, agente da bolsa do Grupo Vertical de Midtown, se suicidou ao pular na frente de um trem.

11 - Kenneth Bellando, 28 anos, corretor de capital Levy e ex analista do setor bancário de investimentos JP Morgan, saltou do 6° andar de seu apartamento em East Side.

12 - Jan Peter Schmittmann, 57 anos, ex diretor geral do banco holandês ABN Amro, foi encontrado morto em sua casa próxima à Amsterdam, junto de sua esposa e filha.

13 - Li Jianhua, 49 anos, diretor da Comissão Reguladora Bancária da China, morreu após um repentino ataque do coração.

14 - Lydia (nome não especificado), 52 anos, saltou do 14° andar do Bred-Banque Populaire em Paris.

15 - Julian Knott, 45 anos, assassinou sua esposa e depois se suicidou com uma escopeta em Jefferson Township, Nova Jersey.

16 - Thierry Leyne, 48 anos, saltou do 23° andar de um bloco de apartamentos de luxo em Tel Aviv.

Evidentemente são pessoa submetidas a muito estresse e talvez isso ajude a explicar por que tantos suicídios.

No entanto chama a atenção que pessoas tão acomodadas decidam tirar a vida, muitos deles no melhor momento de suas carreiras.

Suspeito...

Fontes: El Robot Pescador - Zero Hedge - A Nova Ordem Mundial
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Porque Bill Gates e os Rockefeller estariam construindo um Banco de sementes no Ártico ?


Banco De Sementes instalado no Ártico – o objetivo do projeto seria evitar a extinção mas preserva implicitamente as bases de uma alavanca da revolução genética.

Uma decisão unanime de pesquisadores, que promete salvar o planeta da extinção em futuros desastres mundiais, um mundo fascinante de uma realidade com traços da ficção. Não há nenhum outro projeto mais interessante no momento do que este muito estranho em um dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates investiu milhões de dólares em um banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Ártico, a cerca de 1100 quilômetros do Pólo Norte. Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em 1925 por um tratado internacional.

É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates investiu dezenas dos seus milhões de dólares em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de ‘banco de sementes do fim do mundo’. Oficialmente o projeto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.

Construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven. O banco também conhecido como "Arca de Noé botânica" é mantida pelo governo norueguês e pela Global Crop Diversity Trust (Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis) desde 2008, na confiança que, mesmo no caso da pior catástrofe, ali estaria a base para um recomeço da humanidade, assim como um importante elemento para a segurança alimentar, tem portas duplas à prova de explosão, inundação etc. Com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e imensas paredes de concreto reforçado e aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro’, segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para proteção contra a umidade. Não haverá pessoal, mas a relativa inacessibilidade da caverna e dispositivos eletrônicos, virtuais e de segurança on-line facilitarão a fiscalização de qualquer possível atividade humana por qualquer um dos sócios do projeto em qualquer parte do planeta.

Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrônomos do Terceiro Mundo passassem a ‘dominar’ os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou-se uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da ‘Revolução Genética’ OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.

Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.

A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller atuava.

O agrônomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prêmio Nobel da paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.

Na realidade, como anos depois se vieram a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar posteriormente, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, ‘se controlarmos o petróleo, controlaremos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlaremos a população’.

Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness é o fato da Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma proteção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.

Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve normalmente como consequência a compra “obrigatória” em escala cada vez maior, pelos agricultores, dessas sementes, para garantir todos os anos colheitas constantes ou mais altas. Mais ainda: a produção da segunda geração hibrida eliminou o comércio de sementes “normais” que era feito quase sempre por pequenos produtores regulares de sementes, pois eram tidas como “inferiores” ou passíveis de “falhas produtivas” levando os pequenos redistribuidores a buscar sementes híbridas e assim descartar as “normais”.

Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM.

Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, em sua grande maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planejado e que iria durar décadas.

A África seria o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM’s a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na em candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM’s, já que tem sido na África o inicio de muitos projetos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objetivo de introduzir os GMO’s nos sistemas agrícolas africanos.

Estes projetos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos que atuem especificamente em engenharia genética de sementes, para projetos de bio-segurança, financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e pelo Banco Mundial, para investigação de OGM’s envolvendo cultivos “selvagens” de plantações e de grãos alimentares indígenas africanos.

Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nenhuma delas sequer têm um registro imaculado em termos de proteção da vida humana. Muito longe disso. Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenóis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos.

Enterraram, modificaram e fraudaram milhares de relatórios científicos sérios sobre o fato do herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato, ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto ser cancerígeno e estar diretamente “vinculado” com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, ele é tóxico quando se infiltra na água potável. A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país.

A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coréia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros selecionados a nível mundial.
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Chemtrails: O que andam a pulverizar pelo Mundo?


Cientistas, pesquisadores e milhares de pessoas, bem como programas informativos e jornalísticos internacionais têm falado e questionado este projecto particular.

As teorias são algumas, e apontam o dedo à Geo-Engenharia, uma indústria em rápido crescimento desenvolvida por cientistas, corporações e governos, cuja intenção poderá ser a modificação climática global - controle do tempo, sendo que a este projecto poderá também estar associado o projeto HAARP (o primeiro funcionaria como indutor e auxiliador do segundo projecto); ou, o objectivo poderá ser a alteração da composição química do solo e da água, condenando a agricultura orgânica (biológica) e as suas sementes à morte, para que empresas que detenham patentes sobre sementes (Ex:. Monsanto; tem sementes que até são resistentes ao alumínio) possam lucrar com, e dominar/controlar, a venda das suas sementes geneticamente modificadas, não restando alternativas a esta opção. Estas, e outras teorias, são-nos apresentadas e documentadas no vídeo abaixo, 'Chemtrails'.

Pensamentos:

"A verdade é que estes rastos químicos têm-se manifestado ultimamente de uma forma mais acentuada a nível internacional e, paralelamente, estamos a assistir a um agravamento de doenças psíquicas, problemas respiratórios, lapsos de memória, tonturas, dores reumáticas, bem como o aumento da síndrome de Alzheimer, Cancro, entre outras doenças que poderão estar associadas aos 'chemtrails' e poderão estar a debilitar o nosso sistema imunológico.

A generalidade da população do planeta desconhece este problema que nos afecta a todos e a todos diz respeito!

As consequências das alterações climáticas graves têm tido origem no agravamento de pluviosidade excessiva derivada da geo-engenharia climática com o auxílio de Chemtrails, ou de pulverizações por aerossol com químicos na atmosfera feita por aviões específicos para esse efeito. É facto conhecido, para quem acompanha diariamente este fenómeno, a influência no clima por rastos químicos deixados sistemática e regularmente por centenas de aviões-tanque, que afectam várias regiões do planeta."


Qual a consequência na meteorologia?

Aqui em Portugal, bem como noutros locais o excesso de chuva fora da época tem acompanhado esta geo-engenharia climática… O aumento de pluviosidade, humidade, chuva ou granizo são consequência imediata desta situação. (quando chove por vezes em excesso e fora da sua época normal)

Infelizmente para a nossa agricultura, bem como nalguns outros países, para além duma má política de gestão e de apoio aos agricultores, o excesso de chuva ou mau tempo fora da época, tem resultado num défice cada vez maior na produção não só de cereais como também noutros produtos hortícolas, afastando cada vez mais o agricultor dos campos e do incentivo de continuar nesta sua profissão.

Descrição: Jesse Ventura sobre 'Chemtrails'

Quem beneficia?

Numa época de crise económica, em que a produção nacional é da maior importância para pequenos países como o nosso poderem fazer face à dívida externa, a desestabilização do clima tem afectado cada vez mais a produção agrícola e a motivação dos agricultores, os quais já por outras razões também terão queixas acumuladas a apresentar…

Naturalmente que o agravamento da qualidade dos solos com chuvas ácidas e metais pesados (nomeadamente alumínio), bem como a prática de uma agricultura com químicos e toxinas tem agravado cada vez mais a qualidade dos produtos hortícolas que servem para alimentação humana… ou animal.

A subida dos preços dos cereais e alimentos (que tem sido quase uma constante), o aumento da importação de produtos alimentares estrangeiros, bem como a produção ou importação de alimentos transgénicos (mais resistentes às pragas derivadas das alterações climáticas) (Monsanto) têm sido os principais beneficiados por esta situação… Naturalmente que os especuladores que investem na bolsa, nestes tipos de produtos alimentares (sejam eles para finalidades de combustíveis bio-diesel ou não) também lucram com a subida e descida de cotação – basta haver algo que influencie a oferta ou procura destes produtos e, para esse efeito, nada será melhor do que as alterações climáticas “inesperadas”.

Felizmente para nós, pessoas como a bióloga Gilles E. Seralini, têm conseguido comprovar ao mundo que os alimentos transgénicos (ou de animais alimentados com transgénicos) afectam a saúde, combatendo no tribunal em França, a Monsanto, a EFSA , bem como as associações científicas representando a biotecnologia em França, a Associação Francesa de Empresas de Biotecnologia e o Conselho Superior Francês de Biotecnologia, travando-se assim um pouco os interesses das multinacionais de transgénicos na Europa.

Os cereais geneticamente modificados começam a demonstrar trazer toxicidade hepatorrenal (síndrome hepatorrenal) , sem excluir modificações genéticas no ser humano. Actualmente, dificilmente existem rações de animais que são para fonte alimentar humana, que não tenham uma mistura de cereais geneticamente modificados, tal como o milho ou a soja que vem dos EUA, por exemplo. Resta acrescentar também, que têm sido reconhecidos vários casos de esterilidade em pessoas que trabalham ou que estão próximo de agriculturas onde foram utilizados pesticidas vendidos pela empresa Monsanto.

Também os pesticidas têm tido uma larga história na afectação da saúde humana, tendo sido detectados também grandes quantidades de pesticidas, além de outras toxinas, nos testes feitos ao ar em locais de pulverizações com Chemtrails.

A partir dos anos 90, os produtores de químicos e pesticidas, notavelmente as empresas Monsanto e Dow, começaram a comprar os produtores de sementes. A empresa Monsanto conseguiu sozinha, 8 mil milhões de dólares e o Dr. Charles M. Benbrook, antigo Director do Board of Agriculture (Conselho de Agricultura) da Academia de Ciências, disse:

“Basicamente, a indústria americana de pesticidas, comprou a indústria de sementes com todos os propósitos e intenções”.

A intenção e propósito, era controlar a produção de comida. A lei ainda foi alterada para permitir que as empresas patenteassem variedades de sementes que não tinham produzido geneticamente. O único critério era que ninguém tivesse patenteado antes. Isto levou a que as empresas levassem as sementes dos bancos de sementes, produzidas para proteger a diversidade genética e fossem posteriormente ao gabinete de patentes para registar a propriedade. Reconhece-se que a Monsanto é dona de mais de 11.000 sementes, contando também com as que já estão em crescimento.

Outro aspecto interessante deste negócio de sementes OGM relacionado com a Monsanto, empresa outrora conhecida por produzir o mortal herbicida “Agente Laranja” (utilizado na guerra biológica) e, hoje, uma das maiores agro-indústrias químicas internacionais do mundo, foi a produção da semente geneticamente modificada – a Round-Up Ready Canola. Quando o pólen dessas plantas, modificadas geneticamente, acidentalmente cai sobre as agriculturas vizinhas, que usam sementes orgânicas ou outras convencionais, irá fertilizar as plantas e introduzir os genes modificados, tornando-os, essencialmente, cópias das Round-Up Ready.

Quando isso acontece, a Monsanto processa o agricultor vizinho por ter usado os seus genes modificados sem pagar por eles.

Henry Kissinger:

"Who controls the food supply controls the people; who controls the energy can control whole continents; who controls money can control the world."

"Quem controla o fornecimento de alimentos controla o povo, quem controla a energia pode controlar continentes inteiros;. quem controla o dinheiro pode controlar o mundo"

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