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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Simbolismo Illuminati no filme Oblivion com Tyrel Ventura e Sean Stone


Tyrel Ventura (filho de Jesse Ventura) e Sean Stone (filho de Oliver Stone) estão ambos no projeto de Jesse Ventura Conspiracy Theory show, então não é nenhuma surpresa que eles estão ambos apresentado neste clipe de quatro minutos sobre alguns dos simbolismos Illuminati encontrado no novo filme de Tom Cruise "Oblivion":

Oblivion é um grande sucesso, mas o filme tem muitas imagens illuminati estranhas que podem estar recebendo além do público em geral. Sean Stone e Tyrel Ventura discuti o que está por trás das camadas neste clipe do Buzzsaw. 

Veja o vídeo: (Ative a legenda)

 
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Lula critica espionagem americana e sugere novamente a criação de um"Governo Global"


Alguém ainda tem dúvidas que o "Capimunismo" (sistema que mistura o capitalismo selvagem com o autoritarismo e dirigismo estatal do comunismo) será o sistema da Nova Ordem Mundial?

Como pode um cidadão que deseja a todo custo implantar o comunismo bolivariano na América Latina, clamar por uma "nova governança mundial", que já está sendo estabelecida pelos globalistas capitalistas?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas ao governo norte-americano e ao presidente Barack Obama, nesta quarta-feira (11), em São Paulo, ao se referir aos recentes casos de espionagem sobre o governo de Dilma Rousseff e a Petrobras.

"Por acaso pode o Obama ficar bisbilhotando as conversas da Dilma em nome da democracia? Cadê a decisão judicial que permitiu isso?", indagou.

Lula foi um dos palestrantes em evento sobre democracia e combate à fome promovido em um hotel paulistano pela revista "Carta Capital".

Depois que os casos de espionagem vieram à tona, Dilma deixou em aberto a possibilidade de viajar, em 23 de outubro, para os Estados Unidos, onde se encontraria com Obama.

Hoje, ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, conversa com a conselheira de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Susan Rice, em Washington.

O chanceler foi pessoalmente cobrar as explicações prometidas por Obama à Dilma sobre as denúncias de espionagem.

Além das críticas à espionagem norte-americana, Lula sugeriu que seja criada uma espécie de "governança global", na qual países de todos os continentes, tais como Brasil e México, na América Latina, e Nigéria, Egito e Africa do Sul, na África, possam participar e tomar decisões.

A medida, defendeu, seria uma estratégia para combater o que Lula considera como o "domínio" dos Estados Unidos e a aparente inércia de organismos como a ONU (Organização das Nações Unidos) diante de conflitos graves entre nações.

"Que possamos colocar o Obama, a Dilma ou qualquer outro governante em igualdade de condições para a tomada de decisões. A mesma ONU que criou o Estado de Israel [em 1948], por que não criou também um Estado palestino?", questionou, sob aplausos.

Para o petista, "o mundo não pode ser vítima da decisão de um único país. Vai saber se não estão ouvindo também o que é dito nessa sala agora", disse em tom de brincadeira.

As críticas de Lula ao governo dos Estados Unidos abordaram também questões relacionadas à Síria e à economia. O ex-presidente sugeriu que a autoria do uso de armas químicas na Síria, por exemplo, ainda não foi definida. "Fiquei horrorizado com as imagens daquelas crianças atingidas. Mas quem disse quem fez aquilo?", conclui.

Para os Estados Unidos, o autor dos ataques é o governo do presidente sírio Bashar Al-Assad, que por sua vez culpa os grupos rebeldes. "Qual foro decidiu que os Estados Unidos tinham que invadir o Iraque [em 2003]? Onde estava a arma química que os iraquianos teriam usado? Até hoje eu não sei, e o governo americano gastou trilhões de dólares nesta guerra".

Sobre a 'intromissão' americana na economia mundial --referência de Lula às últimas altas do dólar que vêm influenciando o mercado brasileiro--, o ex-presidente citou o ministro da Fazenda de Dilma ("coitado do Guido Mantega"), e novamente lembrou que "os americanos inventaram o dólar", e foram os responsáveis pela substituição do ouro pela nova moeda internacional.

Fonte: Notícias Uol
Via: Libertar.in, Disso você sabia?
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Rede terrorista patrocinada pelo Irã inclui o Brasil


Por: Jarbas Aragão

O Jornal Washington Post publicou esta semana uma extensa reportagem mostrando como o Irã está reforçando as redes terroristas em vários países do mundo. Um dos focos principais seriam países da América Latina, inclusive no Brasil.

O material do Wahington Post reforça muito do que a revista Veja denunciou dois meses atrás, na reportagem “A filial do terror: como o Irã montou, no Brasil, a rede de extremistas que participaram do maior atentado terrorista já ocorrido na Argentina”.

Essa rede latina existe há pelo menos vinte anos e têm vínculos com o Hezbollah, grupo islâmico que é um braço armado do governo iraniano no Líbano. No Brasil, existem células conhecidas em pelo menos três cidades: Foz do Iguaçu, São Paulo e Curitiba.

O libanês Samuel Salman El Reda, que vivia em Foz do Iguaçu, foi quem comandou o que é considerado o maior atentado terrorista da história da Argentina: a explosão de um carro bomba na Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que matou 85 pessoas.

Segundo revelam os jornalistas, a construção dessa rede do governo iraniano e do Hezbollah foi iniciada em 1984. Primeiramente eram enviados recrutas e extremistas muçulmanos dispostos a dedicar suas vidas (e até morrer) pela causa. Os primeiros países a recebê-los foram o Brasil, a Guiana e a Argentina. Por enquanto, tem-se notícia de pelos menos dois ataques na capital Buenos Aires, mas o comando estaria em solo brasileiro.

O responsável em comandar a operação na América Latina é o clérigo Mohsen Rab­bani, conhecido por suas pregações incitando ódio aos judeus e aos americanos. Ele usa como disfarce o cargo de inspetor do abate, algo que para muçulmanos praticantes deve ocorrer seguindo preceitos religiosos. É comum a presença desses clérigos nas empresas que exportam carne para países muçulmanos.

Rabbani também é “conselheiro cultural da Embaixada do Irã” e as atividades dos terroristas na América Latina comumente são camufladas com centros culturais, editoras de livros e mesquitas.

Segundo o Washington Post “Nos últimos anos, um programa de recrutamento tem levado centenas de latino-americanos para o Irã para cursos intensivos sobre religião e cultura iraniana. Tudo feito em espanhol e pago integralmente pelo governo. Tudo é supervisionado por um homem procurado internacionalmente por acusações de terrorismo, de acordo com funcionários e especialistas dos EUA”.

Esse rede latina é parte de um esforço por parte do Irã em expandir sua influência no hemisfério ocidental, através da construção de uma rede de apoiadores e aliados contrários ao governo dos Estados Unidos. Além do recrutamento de estudantes estrangeiros para estudo especial dentro do Irã, inclui divulgação direta em países latinos, através da construção de mesquitas e centros culturais.

No ano passado surgiu uma nova rede de TV a cabo que transmite programação iraniana em espanhol. Também foi criado um portal de notícias islâmico totalmente em espanhol. Seu objetivo é alcançar moradores de cerca de 50 países onde se fala a língua, num público potencial de meio bilhão de pessoas.

As iniciativas são principalmente políticas, destinadas a reforçar a posição de Teerã em países como Venezuela e Equador, que já manifestaram sua visão “antiamericana”. Em alguns casos, as autoridades iranianas envolvem os latino-americanos em espionagem, contando ainda com operações de hackers visam sistemas de computadores dos Estados Unidos.

Um relatório emitido este ano por um promotor argentino citou evidências de “redes de inteligência locais clandestinas”, que usa programas religiosos e culturais como cobertura para “fornecer apoio logístico, econômico e operacional aos atentados terroristas decididos pelo regime islâmico”.

A tática de recrutamento não é clara, mas inicia com uma tentativa de conversão de jovens latinos ao islamismo. Aqueles que se interessam em saber mais sobre a religião são enviados para um treinamento no Instituto Cultural de Pensamento Oriental, na antiga cidade de Qom. Tudo custeado pelo governo, incluindo as passagens de avião.

Nesse local construído pelos sunitas, centenas de pessoas, majoritariamente estudantes universitários, aprendem mais sobre o islamismo e são convidados a participar da jihad (guerra santa). Depois, são enviados de volta a seus países. Desde o início do programa, teriam sido treinados mais de mil estudantes.

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