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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Papa Francisco pode estar na mira da máfia com campanha anti-corrupção

Imagem Ilustrativa

Nota do Blog Realidade Oculta: Ao que parece, o Papa Francisco está a tentar fazer uma «limpeza» da sujidade no Vaticano, tentando combater a corrupção e ligações do Vaticano com a Máfia.

Por esse motivo existe a possibilidade de ser alvo de um atentado por parte da Máfia Calabresa.

Eu imagino neste caso, duas possibilidades:

1. A Igreja pode querer desviar a atenção dos casos de pedofilia e voltar a ter uma imagem de «vítima» e o papa será alvo de um atentado encenado e escapará com vida ( à semelhança do papa João Paulo II).

O vaticano com este novo papa, mais simpático e humilde, renovou a imagem e está a cativar cada vez mais fiéis.

2. Hipótese: O papa Francisco pode estar a ser sincero e de fato estar mesmo empenhado em fazer uma limpeza na Igreja (esperemos que também combata a pedofilia), mas assim ele irá ganhar inimigos, e aposto que nem será a máfia, os maiores inimigos são os que habitam dentro do vaticano.

Foi assim que assassinaram o papa João Paulo I, que também tentou combater a corrupção dentro da Igreja.

Ligações com a Máfia já é algo que existe há imenso tempo na Igreja, nós temos uma página sobre o tema, há alguns anos online. 

Confira a informação na íntegra:
 
Por: Romana Borja-Santos

Alerta é feito por procurador responsável por processos da organização calabresa mais perigosa e que diz que os grupos estão "nervosos e agitados" com as chamadas de atenção do Papa. O Papa tem procurado rasgar com alguns erros do passado Vincenzo Pinto/AFP

Os alertas do Papa Francisco contra a corrupção, tanto dentro como fora do Vaticano, podem tê-lo colocado na mira da máfia, alertam as autoridades italianas.

Segundo o procurador Nicola Gratteri, responsável pelos principais processos de combate à N'drangheta, a organização criminosa calabresa mais perigosa, na zona sul do país, os altos dirigentes destes grupos estão a ficar “nervosos e agitados” com os passos papais.

O procurador, citado pelo diário briânico Guardian, explicou que “o Papa Francisco está a desmantelar centros de poder económico no Vaticano” – o que está a mexer directamente com os interesses de algumas organizações como a N'drangheta que durante anos “tiveram a conivência” da Igreja.

“Se os chefes tiverem oportunidade de o parar não vão hesitar. Não sei se o crime organizado está em posição de fazer alguma coisa, mas certamente que estão a pensar nisso e podem ser muito perigosos”, alertou, nas declarações originais ao jornal italiano Il Fatto Quotidiano, lembrando que 88% dos membros da N'drangheta são religiosos e rezam antes de matar alguém, pedindo protecção.

Os alertas de Nicola Gratteri surgem depois de na segunda-feira o Papa, numa nova homilia, ter novamente falado na corrupção, referindo-se a quem pratica estes actos como “falsos cristãos” e citando uma passagem bíblica em que os culpados seriam atirados ao mar com uma pedra ao pescoço. Na mesma semana, a polícia italiana interditou um hotel de luxo em Roma que tinha sido comprado pela organização calabresa para assuntos religiosos.

Novas regras em articulação com o Governo

Em Agosto, o Papa Francisco publicou um conjunto de novas regras sobre o combate à corrupão e à lavagem de dinheiro, que passou pela criação de um Comité de Segurança Financeira no Vaticano. A Carta Apostólica foi publicada em forma de Motu Proprio, o que significa nas regras do Vaticano que é uma iniciativa pessoal do Papa, com o objectivo de colocar a Igreja em sintonia com os “esforços da comunidade internacional” para promover a “integridade, estabilidade e transparência”.

Com as novas regras, a Autoridade de Informação Financeira fica com um papel de supervisão reforçado. “A promoção do desenvolvimento humano integral no plano material e moral requer uma profunda reflexão sobre a vocação dos sectores económico e financeiro e sobre a sua correspondência ao fim último da realização do bem comum”, sustenta o documento pontifício, citado pela Rádio Renascença. Francisco apresenta o novo documento como uma continuação das disposições de Bento XVI, que já em Dezembro de 2010 tinha feito um documento sobre estes temas.

No final de Julho, o Vaticano e o Governo italiano tinham já assinado um acordo de troca de dados para combater a corrupção financeira no país e a lavagem de dinheiro. Este modelo, segundo a Agência Ecclesia, foi preparado e fixado pelo Grupo Egmont – que reúne actualmente mais de 130 autoridades de informação financeira a nível global – e implica a assinatura de permissões de acesso à informação, bem como de cláusulas de reciprocidade e confidencialidade.

O acordo surgiu na sequência de um decreto que reforma o Código Penal do Vaticano, assinado pelo Papa no início do mesmo mês, e que introduziu essencialmente duas grandes alterações: penas duras para os membros da Igreja Católica que cometam crimes sexuais (pedofilia e prostituição com menores) e financeiros (lavagem de dinheiro e corrupção generalizada).

Reforma no Banco do Vaticano

A decisão aconteceu pouco depois de o director-geral e o vice-director do Instituto de Obras Religiosas (IOR), conhecido como Banco do Vaticano, se terem demitido, depois de décadas de suspeitas que recaíam sobre a instituição, e dias depois da detenção de um padre suspeito de corrupção e da nomeação, por parte do Papa Francisco, de uma comissão independente que vai propor mudanças para “harmonizar melhor o banco com a missão da Igreja”.

O banco tem sido abalado nas últimas décadas por vários escândalos e desde 2010 que está sob investigação por suspeitas de violar a legislação contra o branqueamento de capitais. Francisco, tal como o Papa emérito Bento XVI antes dele, garantiu que tudo fará para o reformar.

Um dos mais conhecidos casos que envolveu o IOR ocorreu em 1982, quando foi ligado à falência do Banco Ambrosiano, cujo presidente, Roberto Calvi, foi encontrado enforcado numa ponte londrina. Em 2010, magistrados de Roma que investigavam um caso de lavagem de dinheiro congelaram 23 milhões de euros do IOR depositados num banco italiano.

O Instituto de Obras Religiosas explicou que estava a transferir verbas entre a Itália e a Alemanha, o dinheiro foi libertado em 2011, mas a investigação prossegue e a comissão para os crimes de lavagem de dinheiro da União Europeia recomendou, num relatório, que o IOR fosse submetido a uma reforma estrutural.

Ainda neste ano o Vaticano deverá entregar à Moneyval (a comissão de peritos para a avaliação de medidas contra a lavagem de dinheiro da UE) um relatório sobre as reformas já feitas.

Fonte: Público
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

NSA grampeou Vaticano e pode ter espionado papa, diz revista italiana


Reportagem com base em dados de Snowden afirma que EUA monitoraram comunicações da Igreja em busca de segredos diplomáticos e financeiros

Genebra - Há indícios de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) americana espionou o então cardeal Jorge Bergoglio, antes de sua eleição para comandar a Igreja Católica, além do próprio papa Bento XVI e de cardeais brasileiros, segundo a revista italiana Panorama.

Com os grampos no Vaticano, até mesmo durante o conclave deste ano, Washington buscaria vantagens diplomáticas e segredos financeiros. A Casa Branca disse ontem que a informação é falsa.

A reportagem, que será publicada na quinta-feira, 31, usa dados fornecidos pelo ex-agente americano Edward Snowden e afirma também que 46 milhões de ligações telefônicas teriam sido monitoradas na Itália. O primeiro-ministro italiano, Enrico Letta, convocou uma reunião de emergência para hoje sobre o caso.

As notícias de espionagem americana na Itália e no Vaticano põem ainda mais pressão sobre o governo dos EUA. Usando documentos de Snowden, a imprensa europeia tem noticiado como a NSA roubou informações de milhões de alemães, franceses e espanhóis, além de autoridades como a chanceler alemã, Angela Merkel.

Um alvo das escutas seria o Vaticano, enclave soberano dentro da cidade de Roma. Segundo a revista, os americanos passaram a operar um sofisticado mecanismo para monitorar as conversas de Bento XVI, antes de ele renunciar. Telefonemas do cardeal argentino Bergoglio, hoje papa Francisco, também teriam sido alvo de escutas dos EUA antes e durante o conclave.

A Igreja Católica não quis comentar as revelações da revista italiana. "De qualquer forma, não nos preocupamos com isso", declarou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.

Segundo a Panorama, um dos alvos prioritários da espionagem americana foi a residência Domus Internationales Paulo VI, justamente onde Bergoglio estava hospedado nos dias que antecederam ao conclave. A Casa Santa Marta, que abrigou os cardeais ao longo do ritual para escolha do pontífice, supostamente foi outro alvo dos grampos da NSA.

Pelo menos três cardeais brasileiros estavam nessa residência do Vaticano à época, incluindo dom Odilo Scherer, que era um dos mais cotados para suceder a Bento XVI.

A publicação italiana afirma que a espionagem eletrônica dos EUA ocorreu durante o processo de seleção do novo papa, realizado em março. A revista ainda cita o grupo WikiLeaks, que havia afirmado que Bergoglio estava na mira da inteligência americana desde 2005.

Banco. Ele não seria o único no Vaticano a ser espionado. O chefe do Conselho Supervisor do Banco do Vaticano, Ernst von Freyberg, teria sido alvo das escutas. Ele foi chamado justamente para promover uma reforma da instituição, acusada de ser um instrumento de lavagem de dinheiro para o crime organizado.

Outros cardeais ligados ao banco também foram colocados na mira das escutas eletrônicas. O brasileiro Scherer é um dos membros do comitê do banco, mas seu nome não aparece na reportagem.

Interceptadas pelos americanos, as ligações do Vaticano foram classificadas, segundo a revista, em quatro categorias: "intenção de liderança", "ameaça ao sistema financeiro", "objetivos de política externa" e "direitos humanos".

O trabalho teria sido realizado em um anexo da Embaixada dos EUA em Roma, dedicado à espionagem. No local, trabalhariam apenas agentes da CIA e da NSA. A revista ainda aponta que os documentos de Snowden indicam que Roma seria um dos locais escolhidos por Washington para posicionar a elite do grupo de espiões americanos. 

Fonte: Estadão
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sábado, 13 de julho de 2013

Papa Francisco admite “rede de corrupção gay” no Vaticano


Papa admite existência de rede de corrupção e “lobby gay” no Vaticano. Declarações foram dadas por Francisco na semana passada, segundo revista chilena

Conhecido por ser um crítico da corrupção, inclusive a de dentro da Igreja Católica, o papa Francisco reconheceu abertamente, pela primeira vez, a existência de uma “corrente de corrupção” e de um “lobby gay” no Vaticano, segundo divulgou nesta terça-feira (11/06) a revista chilena Reflexión y Liberación. A declaração teria ocorrido na última quinta (06/06), durante uma reunião com a CLAR (Confederação Latinoamericana e Caribenha de Religiosas e Religiosos).

No encontro, que durou quase uma hora, o papa admitiu a existência de uma “rede de corrupção homossexual”. “Na Cúria há gente santa, de verdade, há gente santa. Mas também há uma corrente de corrupção. Fala-se de um ‘lobby gay’ e é verdade. Temos que ver o que podemos fazer”, teria dito o pontífice. Esse lobby refere-se a um sistema de chantagens internas baseado em fraquezas sexuais que foi denunciado pela imprensa italiana em fevereiro.

As lutas de poder, os desvios de dinheiro e as relações homossexuais no Vaticano vêm sendo expostos na mídia há um tempo. A própria renúncia de Joseph Ratzinger foi atribuída, por vários veículos, ao horror e à tristeza que lhe teriam sido causados pela descoberta da existência desse grupo de poder homossexual e de suas possíveis chantagens a importantes membros da Cúria.

Segundo o jornal La Repubblica e a revista Panorama, ambos italianos, Ratzinger teria decidido renunciar ao cargo de papa após receber um relatório de 300 páginas sobre o assunto. Entretanto, até agora, a Santa Sé havia sempre rechaçado a existência de um “lobby gay”.

O papa Francisco, no entanto, admitiu ser uma pessoa “muito desorganizada” para realizar a reforma necessária na Cúria. “Sou uma pessoa desorganizada, nunca fui bom nisso. Mas os cardeais da comissão vão levá-la adiante”, afirmou, referindo-se à comissão montada por ele em março, para assessorá-lo na reforma do governo central da Igreja. A primeira reunião desses cardeais será realizada em outubro.

“A reforma da Cúria Romana é algo que quase todos os cardeais pediram nas congregações anteriores ao conclave. Eu também a pedi. A reforma não pode ser feita por mim…”, explicou o Papa.

Quando questionado sobre as declarações do pontífice, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, disse apenas que se tratou de uma reunião privada, sem dar maiores detalhes.

Fonte: Guia Global
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