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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Cada vez mais americanos são contrários à vacinação


Quem não está curtindo isso é a indústria de fármacos. Isso é motivos de alegria para nós que estamos avisando dos riscos das vacinas.

Céticos em relação a vacinação deixaram de ser minoria radical.

Um em cada 10 pais não respeita o calendário de vacinas do filho.

A americana Kathleen Wiederman, de 42 anos, não é exatamente uma militante antivacinas, mas, assim como um número crescente de americanos, ela é cética a respeito destes fármacos por acreditar que a natureza é suficiente para combater as doenças.

"Os médicos não sabem tudo", afirma esta graduada em direito que prefere a medicina alternativa.

Kathleen escolheu dar à luz em casa e resiste na hora de vacinar a filha de 5 anos. Só a insistência do marido a levou a aceitar que imunizassem a pequena contra a varíola e o sarampo, mas ela recusou a vacina da poliomielite.

"O setor médico é dominado por tratamentos a base de medicamentos", afirma Wiederman, que trabalha no setor de contratação e mora em um bairro de alto padrão de Virgínia.

Segundo especialistas, os americanos contrários às vacinas deixaram de ser uma minoria radical da sociedade e são cada vez mais numerosos. Duvidar antes de receber uma vacina virou algo frequente, e não só no caso das crianças.

Vacinas depois da infância

Dois em cada três americanos adultos recusam vacinas contra a gripe e a mesma proporção se abstêm de vacinar as adolescentes contra o vírus do papiloma humano (HPV), segundo os Centros Federais de Controle e Prevenção de doenças.

"Nós nos preocupamos com a população que está hesitante. Em geral, são pessoas com formação universitária e que pertencem à classe média alta", revela Barry Blomm, professor de medicina na Universidade de Harvard. E o número "aumenta em todo lugar", assegura.

Nos últimos anos têm surgido rumores de todo tipo, como a suposta relação entre o autismo e alguns tipos de vacinas. Também há temores relacionados com os efeitos colaterais, segundo especialistas.

Algumas pessoas se alarmam diante do aumento da quantidade de vacinas recomendadas para as crianças, que passaram de 7 em 1985 a 14 atualmente.

"Estou impressionada com o número de vacinas", comenta Alina Scott, executiva de 37 anos e mãe de um menino de 2. Scott diz que depois de ler tudo o disponível sobre o tema, decidiu prescindir das vacinas.
"Não acho que vamos vaciná-lo logo", assegura.

Cai a imunidade

Quase todos os estados americanos admitem exceções à vacinação, por motivos religiosos ou pessoais.

"Hoje em dia você pode deixar de se vacinar por razões filosóficas. É uma estupidez", denuncia Anne Gershon, diretora do Departamento de Doenças Contagiosas Infantis da Universidade de Columbia.

"É nocivo para muita gente, não só para as crianças", afirma, porque não vacinar um membro da família diminui a imunidade do grupo.

Blomm lembra que no caso de doenças muito contagiosas como o sarampo, uma epidemia poderia atingir 94% da população.

Mas o certo é que a taxa de vacinação nas creches dos Estados Unidos se aproxima dos 95%. Um estudo de 2011, publicado pela "Revista de Pediatria" revelou que um pai em cada dez não respeita o calendário de vacinas de seus filhos e que um quarto dos consultados duvida de seu efeito.

Segundo autoridades sanitárias americanas, em fevereiro, dois terços dos adultos entre 18 e 65 anos não eram vacinados contra a gripe, apesar de as hospitalizações nesta faixa etária terem dobrado no ano passado.

Quanto à vacina conta o vírus do papiloma humano, recomendada para as adolescentes, só uma mulher em três entre 19 e 26 anos a tinha recebido em 2012; e só 2,3% dos homens.

Bloom considera que, provavelmente, as vacinas sejam vítimas de seu próprio sucesso.

"Até que não vejam uma criança cega pelo sarampo ou com retardamento mental pela tosse coqueluche será muito difícil entender, neste mundo jovial, rico e maravilhoso das creches, o papel preventivo das vacinas", afirma.
 
Fontes: G1 - Lado Oculto Nom
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sábado, 29 de março de 2014

Suplementos vitamínicos antioxidantes podem aumentar risco de câncer de pulmão

Mecanismo sugere que pessoas com lesões pequenas ou tumores não diagnosticados nos pulmões, o que é mais provável nos fumantes, devem evitar os suplementos de antioxidantes.

Durante muito tempo, cientistas acreditaram que antioxidantes poderiam ajudar a evitar tumores, mas vários estudos sugerem comportamento oposto no caso do câncer de pulmão.

As pessoas que fumam ou que têm câncer de pulmão devem pensar duas vezes antes de tomar suplementos vitamínicos, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira que mostrou que certos antioxidantes podem impulsionar o crescimento de tumores malignos.

Os suplementos de vitaminas antioxidantes aceleram o desenvolvimento de lesões pré-cancerosas e o câncer de pulmão em fase precoce, destacou o estudo sueco publicado na revista médica americana Science Translational Medicine, que pela primeira vez esclareceu esse mecanismo.

Os antioxidantes, como as vitaminas A, C e E, permitem neutralizar os radicais livres produzidos pelo organismo que são prejudiciais, porque seu alto poder oxidante pode causar danos às células, acelerar o envelhecimento e provocar câncer.

Durante muito tempo, os cientistas acreditaram que os antioxidantes poderiam ajudar a evitar tumores cancerígenos, mas vários estudos clínicos recentes sugerem que não têm efeito algum para evitar o câncer de pulmão em particular. Pior ainda, podem inclusive aumentar o risco em grupos vulneráveis, como os fumantes.

A razão desse paradoxo era desconhecida até agora, afirmou o professor Martin Bergö, da Universidade de Gotemburgo, Suécia, principal autor deste trabalho. Para a pesquisa, ratos geneticamente modificados para desenvolver pequenos tumores receberam suplementos de vitamina E e um remédio antioxidante.

"Constatamos que esses antioxidantes triplicaram o número de tumores e também aceleraram em grande medida a sua agressividade", afirmou Bergö durante coletiva por telefone. "E os antioxidantes causaram a morte desses ratos duas vezes mais rápido", acrescentou, ressaltando que os efeitos destas substâncias dependem da dose.

Assim, quanto maiores as doses, maiores os efeitos. Estas descobertas foram replicadas em dois modelos de pesquisa diferentes, em ratos e em células cancerosas de pulmão in vitro, destacou o pesquisador.

Um efeito prejudicial

Os antioxidantes impulsionam o avanço do câncer, ao diminuir a quantidade de uma proteína-chave denominada "p53", cuja função principal é destruir as células tumorais para que não causem danos ao DNA. "Quando eliminamos esta proteína em ratos e nas linhas celulares de câncer de pulmão humano, os antioxidantes não tiveram nenhum efeito", disse.

Os antioxidantes têm um efeito prejudicial na redução dos níveis de radicais livres nos tumores, o que diminui a quantidade de proteína p53 no sangue e abre a via para a multiplicação das células cancerosas, explicou.

Este mecanismo sugere que as pessoas com lesões pequenas ou tumores não diagnosticados nos pulmões, o que é mais provável nos fumantes, devem evitar os suplementos de antioxidantes, disse o professor Bergö.

Falta determinar se este efeito adverso dos antioxidantes também ocorre em outros tipos de câncer, e se estas substâncias são benéficas em pessoas com baixo risco para evitar tumores cancerosos. "Ainda não está claro, se os antioxidantes podem reduzir o risco de câncer em pessoas saudáveis", disse.

Um estudo feito por cientistas do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI, na sigla em inglês), publicado em 2011 e feito com 28 mil homens de 55 a 74 anos, já tinha mostrado uma relação entre o betacaroteno, um poderoso antioxidante encontrado em muitas plantas e também usado como suplemento alimentar, e uma forma agressiva de câncer de próstata.

Os pesquisadores também lembraram que os tratamentos contra o câncer buscam oxidar as células cancerosas para destruí-las. Portanto, os antioxidantes podem debilitar sua ação terapêutica, esclareceram.

Segundo Anderson Silvestrini, oncologista clínico e diretor técnico do grupo Acreditar de Oncologia e Hematologia, de Brasília, ainda existem muitas controvérsias em relação ao papel das vitaminas em relação ao câncer.

Originalmente, elas serviriam como um instrumento para retardar o envelhecimento celular e o surgimento de tumores. “Porém, essa teoria tem sido posta em xeque.

Acredito que trabalhos como o dos suecos, mesmo se tratando de experimentos com ratos, já servem para discussões acerca disso, apesar de precisarem de uma continuidade para a confirmação (dos efeitos) no organismo humano”, destaca.

Com informações da AFP e do Correio Braziliense

Fonte: Saúde Plena
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Japão Retira Apoio à Vacina Contra HPV Devido aos Efeitos Adversos, Como Infertilidade e Paralisia


O Ministério da Saúde do Japão está expondo os efeitos colaterais destrutivos provenientes das populares vacinas contra o HPV como a Gardasil (escolhida para o Brasil) e a Cervarix, promovidas mundialmente. Até hoje, cerca de 3,28 milhões de japoneses exclusivamente foram inoculados com estas vacinas contra a HPV. Até o momento, 1.968 casos adversos foram apresentados ao governo japonês, detalhando efeitos colaterais médicos graves.

Gardasil é fabricada pela Merck e Cervarix é fabricada pela GlaxoSmithKline.

Os japoneses estão relatando efeitos colaterais variando desde "dor prolongada e dormência à infertilidade e paralisia." Na esteira destas queixas, o governo japonês decidiu retirar seu apoio a estas amplamente difundidas e controversas vacinas contra o HPV.

Organizações globais empurram vacinas a todo custo

Independentemente disso, a Organização Mundial de Saúde destaca a eficácia pela vacinação contra o HPV, acreditando que elas sejam ferramentas úteis para "prevenção" do câncer cervical.

A gigante farmacêutica mundial Merck (também conhecida agora como MSD) também não está dando ouvidos aos relatórios fundamentados dos terríveis efeitos colaterais da vacinação mas, afirmando em uma decisão pública: "Enquanto a relação causal direta entre as vacinas e sintomas graves observados após a inoculação não foi estabelecida até o momento ... Vamos continuar a colaborar com todas as partes interessadas, incluindo (o Ministério da Saúde), para monitorar e verificar os dados de segurança em relação a retomada da promoção ativa para a vacinação contra o HPV o mais rapidamente possível."

O governo do Japão de olho em cerca de 2.000 reações adversas da vacina HPV

As vacinas de HPV não foram paralisadas ou suspensas no Japão. O governo simplesmente não apenas está promovendo ativamente mais o uso delas. Estas vacinas contra o HPV ainda estão disponíveis gratuitamente para meninas, fornecidas através de subsídios, exigido por lei. A única diferença agora é que as instituições médicas japonesas devem agora informar as jovens garotas que o ministério de saúde do governo japonês não recomenda mais a vacina contra HPV.

Na esperança de apelar a todos, Mariko Momoi, vice-presidente da International University of Health and Welfare O-tawara, comentou: "A decisão (não recomendar a vacinação) não significa que a vacina em si é problemática do ponto de vista de segurança. Com a implementação de investigações, queremos oferecer informações que podem fazer as pessoas se sentirem mais à vontade".

Momoi é o líder na força tarefa do governo conduzindo a investigação da vacinação contra o HPV. A força-tarefa ouviu 1.968 efeitos adversos e estão investigando mais profundamente 43 dos casos. Nos próximos meses, o governo será forçado a decidir continuar retirando o seu apoio ou para ir em frente e restabelecer a sua recomendação para as vacinas.

"É bem-vinda a decisão de não recomendar a vacinação, mesmo que seja um pequeno passo", disse Mika Matsufuji, chefe de um grupo de pais que diz que seus filhos sofreram efeitos adversos da vacinação. "Os pais podem decidir se seus filhos devem receber a vacinação ou não", disse ela.

Esta não é a primeira vez que o Japão contraria a tendência de cada vez mais vacinas.

Em 1975, o Japão eliminou todas as vacinas para crianças menores de 2 anos de idade. A taxa de mortalidade infantil do país depois disto caiu para o nível mais baixo do mundo. Japão mudou seu esquema de vacinação infantil de novo em 1995, mas continua a ser uma das menos agressivas do mundo, e sua taxa de mortalidade infantil do Japão (IMR) continua baixa também (terceiro em 2009). Os Estados Unidos ocupam 34. Recomendamos que leiam o post "[Estudo] Taxa de Mortalidade é 50% Maior com Mais Doses de Vacinas Simultâneas"

Os EUA usam o dinheiro do contribuinte para pagar a vacinação perigosa Gardasil

Apesar das crescentes evidências dos perigos da Gardasil, outros países permanecem sob o polegar de vacinas da Merck soletrar. Por exemplo, os Estados Unidos recomenda que avidamente adolescentes HPV ser vacinados, uma vez que promovem estudos apoiados pela indústria que tout da vacinação "eficácia".

Os Estados Unidos usam ativamente dólares dos contribuintes para financiar vacinas federais para programas infantis, que incluem o uso de Gardasil, prestados pelos Centros de Controle de Doenças . De fato, 20 estados aprovaram leis que reservam fundos para programas de educação Gardasil e implementação. Enquanto os governos acreditam que estão promovendo a saúde geral e bem-estar, é importante olhar para as estatísticas documentados de pessoas que experimentam efeitos secundários perigosos.

Aqui está uma lista (em inglês) de incidências de hospitalização dos EUA devido à vacinação do HPV.

Merck (MSD) tem uma histórico de corrupção

Um estudo médico canadense, realizado pela Universidade de Neural Dynamics Research Group, da British Columbia , o primeiro relatado pelo Washington Examiner, incluiu uma lista de efeitos colaterais da vacina Gardasil que implicaram em: morte, convulsões, parestesia, paralisia, síndrome de Guillain-Barré, mielite transversa, síndrome facial fadiga cerebral, crônica, anafilaxia, doenças auto-imunes, e trombose venosa profunda", entre outros.

Esta não é a primeira onda de corrupção médica Merck promoveu. Merck é conhecida por falsificar os resultados dos testes para as suas próprias vacinas contra caxumba. Dois ex- funcionários entraram com uma ação em 2010 alegando que a empresa convenceu o governo federal para a comprar centenas de milhões de dólares em vacinas inúteis.

A Merck também é conhecida por seu aditivo para aumentar o peso dos animais antes do abate, chamado Zilmax, que foi suspenso nos EUA após causar graves problemas nos animais. Ela foi suspensa no Brasil também após um curto período de comercialização. Entrei em contato com a empresa e amanhã devo ter mais informações. O mais conhecido escândalo da empresa foi o remédio Vioxx 1999-2004, que rendeu 38 mil mortes e um recall massivo.

Então, por que qualquer um, qualquer governo, qualquer pessoa em sã consciência confiaria em gigantes farmacêuticas como a Merck? Porque é que esta organização de assassinos e ladrões está ainda em operação?

Por que todos os governos ainda não retiraram o seu apoio a estas perigosas vacinas contra o HPV como a Gardasil? Por que as verdadeiras alternativas para prevenção de cânceres cervicais e outros não discutidas? Porque é que qualquer coisa que ameace a fertilidade humana seja amplamente promovido?

Nota blog: estamos preparando um mega-artigo sobre o lançamento da campanha de vacinação contra o HPV no Brasil, que deverá ser publicado nos próximos dias.

Fontes: Natural News - Tokio Times - Medscape - Judicial Watch
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Como a medicina da doença funciona


Por Carlos Bayma

Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se Fluoxetina.

A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se Clonazepam, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.

Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve Sibrutamina.

A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe Losartana e Atenolol, este último para reduzir sua taquicardia.

Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!

Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: Omeprazol + Domperidona + "Laxante Natural”.

Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: Sildenafil, Vardenafil, Lodenafil ou Tadalafil, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do Atenolol e passa uma Neosaldina para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: Ginkgo  Biloba é prescrito.

Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve Metformina + Sinvastatina. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!).

Aos 40 e poucos anos, você já toma: Fluoxetina, Clonazepam, Losartana, Atenolol, Polivitamínico de A a Z, Omeprazol, Domperidona, "Laxante Natural”, Sildenafil, Vardenafil, Lodenafil ou Tadalafil, Neosaldina (ou “Neusa”, como chamam), Ginkgo  Biloba, Metformina e Sinvastatina (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por Duloxetina, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco.

Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve Tansulosina, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não ejacula mais. Não sai nada!

Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.

Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a Derrocada em bloco da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar.

O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um Cirurgião Bariátrico, para “reduzir seu estômago” e um Psicoterapeuta para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... Doente, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!).

A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida).

Fonte: Carlos Bayma Med - Verdade Mundial
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sábado, 22 de fevereiro de 2014

As pílulas para dormir mais populares dos Estados Unidos transformam as pessoas em zumbis assassinos


O consumo do comprimido Ambien para dormir, no qual prospecto adverte que o paciente pode sair da cama em estado de sonambulismo, pode ter sido a causa de vários assassinatos nos Estados Unidos, revela um estudo.

O fornecimento de pílulas para dormir Ambien, a droga mais popular de seu tipo no país norte-americano, o sonambulismo pode ocorrer, mas o mais alarmante é que as pessoas neste estado podem, sem se aperceber o que estão fazendo, cozinhar, comer, dirigir um carro, falar ao telefone, ter relações sexuais e, mais terrível cometer um assassinato, de acordo com pesquisa realizada pelo site The Fix.

Assim, em 2009, Robert Steward, um americano de 45 anos, foi condenado a 179 anos de prisão por ter matado oito pessoas numa casa de repouso. Inicialmente, seu crime foi descrito como assassinato em primeiro grau, mas, quando os juízes souberam que, enquanto ele estava a matar o homem estava num estado de sonambulismo por tomar Ambien, as acusações foram mudadas para assassinato em segundo grau e sua sentença foi reduzida.

Num caso semelhante, Thomas Chester Page, residente na Carolina do Sul, foi condenado por matar cinco policias num tiroteio. O tribunal condenou Thomas a 30 anos de prisão por cada morte, mesmo o réu alegar que tinha começado o tiroteio, porque estava num estado de sonambulismo causado por Ambien.

Julie Ann Bronson, residente no Texas, matou três pessoas num carro, incluindo um bebê de 18 meses de idade, que morreu de danos cerebrais. Quando ela acordou na manhã seguinte na cadeia, mal conseguia se lembrar do acidente.

"Foi surreal. Era como um pesadelo ", disse Julie Ann, num estado normal" não faria mal a uma mosca. " A condenação de Bronson também foi reduzida, porque durante o assassinato estava sob a influência de Ambien.

O comprimido para dormir foi aprovado pela Food and Drug EUA em 1992. Hoje, após duas décadas de uso generalizado, no prospecto do medicamento figura:

"Depois de tomar o Ambien, você pode sair da cama, não totalmente acordado e fazer alguma coisa sem perceber o que está fazendo na manhã seguinte, possivelmente. não irá lembrar do que fez durante a noite.

Enquanto não se sabe se em outras pílulas para dormir vendidas nos EUA, haja casos semelhantes, permanece o Ambien comprimido para dormir mais popular no país. Suas vendas geram biliões de dólares por ano para a empresa que o produz.

Fonte: RT
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Estudo: Vacinação Pode Causar Doenças Auto-Imunes


Estudo realizado na Universidade de Kobe no Japão demonstra que a repetida aplicação de antígenos através de vacinas causa, a partir da oitava aplicação, uma super-estimulação do sistema imunitário, levando a doenças auto-imunes.

Há relatos de estudos epidemiológicos confirmando suspeitas de que aqueles que são vacinados muitas vezes tem a saúde comprometida a longo prazo, comparado com aqueles que não são vacinados.

Mas o como e o porquê disto nunca fez parte de estudos controlados com animais de laboratório, até este estudo de 2009 na Universidade de Kobe, no Japão.

Este estudo foi relatado e revisados ​​por pares (peer-reviewd) no PLoS Open Journal no final de 2009, mas recebeu pouca ou nenhuma atenção do público. Ele foi trazido à atenção do público muito recentemente pela homeopata e escritora Heidi Stevenson em seu blog Saúde Gaia.

Resumo do estudo japonês

Aqui está a conclusão retirada do estudo da Universidade de Kobe:

"A auto-imunidade sistêmica parece ser a consequência inevitável do excesso de estimulação do sistema imune do hospedeiro, através da repetida imunização com antígeno, a níveis que superam nível crítico da capacidade de se auto-organizar do sistema." (Grifo nosso).

O objetivo inicial deste estudo, que foi financiado de forma independente, era de compreender como as doenças auto-imunes se desenvolvem, e não havia nenhuma intenção de se provar o perigo ou segurança da vacinação.

Os pesquisadores usaram ratos que foram criados para evitar doenças auto-imunes e os injetou com soluções que continham antígenos. Antígenos geram anticorpos para proteger contra a invasão de organismos patogênicos, e os anticorpos podem voltar-se contra o hospedeiro se começarem a se gerar sozinhos (Nota: auto-gerados no original), causando doenças auto-imunes.

Uma vacinação injeta antígenos, cultivados de vírus enfraquecidos ou mortos, para criar uma resposta imune de anticorpos para esse antígeno, supostamente para a criação de imunidade contra a doença em questão.

Não é muito incomum que as tempestades de citocinas (reações exageradas do sistema imunológico) causem danos a quem foi vacinado. Reações adversas da vacina já causaram danos de invalidez permanente, desordem do espectro do autismo, ou até morte, mais frequentemente do que divulgado publicamente.

Os pesquisadores de Kobe injetaram em ratos repetidamente com antígenos, da mesma forma como as vacinas são administradas a lactentes e crianças, sendo que estes ratos foram criados para não desenvolver doenças auto-imunes, a fim de estudar como um sistema imunológico estaria ligado a doenças auto-imunes.

Eles estavam forçando o sistema imunológico dos ratos para ver até onde aguentariam. Como antígeno injetado foi utilizado o Staphylococcus entertoxin B (SEB).

O relatório do estudo não mencionou o uso de quaisquer adjuvantes, como o esqualeno, utilizado pela primeira vez no Brasil na vacina H1N1, ou conservantes tóxicos, como mercúrio, alumínio e formaldeído, usados ​​em vacinas. Os antígenos foram utilizados sem os aditivos tóxicos normalmente utilizados em vacinas.

Depois de sete injeções, os ratos se recuperaram toda vez com seus sistemas imunológicos intactos. Porém, após a oitava injeção, começaram a surgir problemas com as células-chave da imunidade.

As células danificadas foram observados ao microscópio e mostraram sinais de auto-imunidade precoce. Após repetidas inoculações do antígeno, seus sistemas imunológicos haviam começado a gerar automaticamente anticorpos para reações auto-imunes.

Conclusão

Este estudo deve colocar de molho a noção de que vacinas "verdes", sem os aditivos tóxicos normalmente encontrados nas vacinas, faria o calendário de vacinação infantil de cerca de 40 vacinas até os 18 meses de idade mais fácil de aceitar.

Os testes em animais em Kobe demonstraram como reações auto-imunes foram criadas em consequência das repetidas inoculações do antígeno, apenas com intervalos de tempo suficiente entre cada injeção para permitir recuperações completas, o que nem sempre acontece no calendário vacinal.

Doenças auto-imunes têm aumentado em quantidade e variedade à medida que o calendário de vacinação infantil aumentou e mais vacinas foram disponibilizadas para as indefesas crianças. Mesmo doenças infecciosas em que as vacinas deveriam supostamente imunizar, aparecem entre os vacinados com mais frequência do que é admitido publicamente.

A base de criação da imunidade, mesmo com a vacinação "verde", é pior do que falsa, ela pode comprometer a saúde.

Participe também da discussão no Fórum Anti-NOM.

Fontes: Estudo: Plos one - Gaia hearth - Natural News - A Nova ordem mundial
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Eugenia dos tempos modernos: como as vacinas são usadas para esterilizar as massas


Ainda assim, a maioria das pessoas nega que este tipo de programa elitista realmente exista...

Elites, como os Rockefellers, e subordinados dinásticos, como Bill Gates, parecem obcecados com vacinas e a proliferação de farmácias - particularmente no Terceiro Mundo. Tal projeto elitista de "saúde" é disfarçado por trás de rótulos enganosos:

"Outras linhas de pesquisa em contraceptivos imunológicos atuais continuam a buscar o que, durante a década de 1930, Max Mason, da Fundação Rockefeller chamou de 'anti-hormônios': vacinas para bloquear os hormônios necessários para a gravidez precoce e uma vacina para bloquear o hormônio necessário para que a superfície do óvulo funcione corretamente."

Este relatório 2-em-1 escrito por Aaron Dykes e Jurriaan Maessan fornecem os detalhes e a profundidade - por favor, leia e compartilhe este artigo...

Como a Fundação Rockefeller silenciosamente financiou a vacina anti-fertilidade

Truthstream Media

Os Rockefellers, uma das famílias mais ricas do mundo, têm sido o maior financiador de eugenia e de outras medidas de controle populacional.

O autor Jurriaan Maessan tropeçou em algumas pesquisas muito importantes e convincentes em 2010 ao procurar relatórios anuais para a Fundação Rockefeller que provassem conclusivamente que eles financiaram inúmeros projetos de pesquisa para o desenvolvimento de vacinas "anti-fertilidade", com suas origens na pesquisa científica que remonta para, pelo menos, 1968, e com êxito da investigação conduzida por, pelo menos, 1988. Existem atualmente vários métodos para esterilizar ambos homens e mulheres, por injeção, bem como a interrupção da gravidez e/ou induzir abortos espontâneos.

Veja o vídeo do site InfoWars (em inglês). 


Esta é uma pesquisa muito importante porque a família Rockefeller, que remonta ao barão do petróleo John D. Rockefeller, tem estado na vanguarda do financiamento da política e pesquisa de eugenia. Rockefeller e outras elites principalmente baseadas na Costa Leste dos EUA e na Inglaterra fomentaram/inflamaram todo um paradigma da política social centrada em torno da ciência charlatã que afirma que a superioridade de algumas ações sobre os outros genes era provável, buscando várias maneiras de reduzir as populações dos grupos genéticos "mais fracos" do mundo.

Estas ideologias racistas se manifestaram nas leis da Eugenia em 27 estados norte-americanos, e mais tarde na Alemanha nazista, também criando raízes em grande parte do mundo ocidental. A família Rockefeller, entre outros, financiaram a pesquisa em Eugenia no Instituto Kaiser Wilhelm na Alemanha nazista, onde algumas das pesquisas "científicas" mais horríveis foram realizadas - incluindo o trabalho de Josef Mengele.

Após a Segunda Guerra Mundial, a eugenia mudou de "marca" para lançar as suas associações com os nazistas, e surgiu, por assim dizer, na forma de temas de política social como "controle de população", "planejamento familiar", o aborto, cuidados de saúde, vários tipos de genética, ainda atadas entre tais rebocos como o aquecimento global e mudança climática - o que leva a discussões sobre a redução da carga de excesso de população sobre a terra.

Hoje, figuras como Bill Gates têm sido bastante abertas sobre como conectar o uso de vacinas, os transgênicos, cuidados de saúde e redução da população através da Eugenia (na maioria das vezes de forma disfarçada) - mesmo em nome da redução do impacto das mudanças climáticas.

A poderosa Fundação Bill & Melinda Gates Foundation vinculou formalmente a sua agenda para os objetivos da Fundação Rockefeller, incluindo o seu financiamento para vacinas e redução da população.

Bill Gates e David Rockefeller eram os principais membros de um clube de bilionários que se reuniram em segredo para discutir a forma de reforçar as medidas de controle da população, particularmente no mundo em desenvolvimento, através do disfarce de "filantropia." Outros membros notáveis incluem Ted Turner, George Soros, Warren Buffett, Oprah Winfrey, e Michael Bloomberg.

Vídeo: Bill Gates: Redução da População Usando Vacinas. 


Pior, há evidências de que estas vacinas anti-fertilidade - desenvolvidas através de pesquisa financiada pelos Rockefeller - podem ter sido usadas secretamente em vários países em desenvolvimento (por exemplo, nas Filipinas), onde as mulheres experimentaram a perda da gravidez depois de receber injeções anti-tétano - um dos principais veículos para a vacina anti-fertilidade HcG financiada pelos Rockefeller.

O "humanitário" David Rockefeller (mais parece um Lorde Sith)

Para mais informações, leia o artigo de Jurriaan Maessan (em inglês).

Para quem não acha que a fertilidade no mundo está decaindo, veja o artigo do O Globo:

"A qualidade e a quantidade de espermatozoides presentes no sêmen vêm caindo consideravelmente ao longo das décadas, o que pode reduzir a probabilidade e alongar o tempo para se atingir uma gravidez. Publicado hoje no principal periódico de medicina reprodutiva, o “Human Reproduction“, um amplo estudo com 26,6 mil homens vem comprovar pesquisas anteriores que já apontavam para esse fato. De acordo com o recente trabalho, num período de 17 anos houve uma redução de 32.2% na concentração do sêmen (milhões de espermatozoide por mililitro), numa taxa de 1,9% ao ano."

Leia mais sobre esse assunto aqui.

Fonte: 21st Century Wire, Notícias Alternativas
Via: Revellati online
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Bill Gates Pede a Colegas Bilionários Para Ajudar a Reduzir a População Mundial


A Fundação Bill e Melinda Gates Foundation (BMGF) investiu vários bilhões de dólares em iniciativas de vacinas para combater o vírus da poliomielite.

Bill Gates está incentivando colegas bilionários a fazerem o mesmo. Gates está preocupado com a Nigéria e Paquistão porque "teorias da conspiração locais minaram as unidades de vacinação."

Gates disse: "A verdade é que a vacina é para ajudar as crianças. E espalhar boatos e atacar os trabalhadores sobre isso - as pessoas não têm a justiça ea verdade do seu lado. E, assim, pode perder por um ou dois anos, se não podemos ajudar com isso. O presidente, os líderes religiosos um monte de torcedores do país que está tentando obter a verdade. "

Na Nigéria e Paquistão, o esforço foi "intensificada", através da Iniciativa de Erradicação da Poliomielite Global (GPEI).
Gates disse: "Eu acho que nós temos a vontade. Nós precisamos - no chão - para obter a verdade. "

Em entrevista à imprensa, Gates, explicou: "O capitalismo não erradicou a varíola. Ele só não sabe como. A erradicação da pólio é um trabalho em andamento, mas não está sendo feito pelos mercados. Assim, a redução da mortalidade infantil, a melhoria da nutrição, são esmagadoramente orientada por ajuda ".

Quando perguntado sobre os esforços BMGF para lidar com "superpopulação", Bill Gates respondeu: "É um grande impedimento para convencer os doadores ricos do mundo que eles devem se sentir bem sobre essas melhorias de saúde.

Nossa fundação focada na década de 1990 sobre a saúde reprodutiva. Nós não estávamos tão grande então. Mas queríamos fazer contracepção disponíveis porque pensamos crescimento populacional faria tudo tão difícil, se é o ambiente ou filhos de alimentação ou estabilidade.

Foi só quando descobrimos sobre essa conexão fenomenal entre a melhoria da saúde e redução do crescimento populacional que sentimos: Ótimo, vamos fazer a fundação tão grande quanto possível para ir atrás desses problemas de saúde. Porque antes, então a coisa de bom senso foi mais filhos faria esses problemas menos tratável ".

Portões continuou: "Eu não acho que as pessoas gostam de dizer em voz alta que queremos que essas crianças morrem, porque há muitos deles. Mas optando por não entrar em saúde em nossos primeiros dias, eu era uma vítima do mito em torno de superpopulação.

Mas não é apenas incrivelmente boa notícia aqui. A população mundial atingirá o pico. Agora, nós temos enorme crescimento da população em lugares onde nós não queremos isso, como o Iêmen e no Paquistão e partes da África, onde não temos os recursos para realmente ajudar essas pessoas. Então, precisamos levar a sério a descobrir como se certificar de que há relativa saúde e satisfação nesses locais. "

A justificativa para o foco de Gates sobre a redução da população mundial foi invocada neste comentário: "Nós não terá que responder a questão de como muita inovação nos permite suportar 20 ou 30 bilhões de pessoas no planeta. É possível que algum milagre como reinventar a fotossíntese poderia fazê-lo. Investimos em milagres como esse. Mas a quantidade de inovação que seria necessário para apoiar 20 bilhões ou mais é fenomenal e provavelmente não mostrar-se no tempo.

Assim, o fato de que a população atingirá o pico é uma grande notícia. Nós já tivemos a maior coorte de nascimento - o maior número de crianças nascidas em um ano. Já passamos o pico sobre isso. Nós provavelmente só tem que apoiar 10-11000000000. Agora ainda temos de aumentar a produção de alimentos e evitar as mudanças climáticas.

E quando as pessoas ficam mais ricos, temos que se preocupar com coisas como diabetes. Então, eu não estou dizendo que cumprir a agenda de desenvolvimento faz com que o mundo tudo de bom. Mas em termos de injustiça e equidade, dobrando-se para concluir a agenda de desenvolvimento deve ser a prioridade. " Occupy Corporatism

Existem várias matérias sobre vacinas no blog...

Fontes: Verdade Mundial, Por trás da Mídia Mundial 
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sábado, 1 de fevereiro de 2014

A eugenia prossegue: Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março


Começará em março, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a campanha nacional de vacinação de meninas entre 11 e 13 anos contra o vírus HPV, que supostamente protege contra o câncer de colo de útero. A campanha terá como alvo prioritário as escolas, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O anúncio foi feito durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, no qual o laboratório responsável pela produção do item, em parceria entre o laboratório Merck Sharp & Dohme, entregou o primeiro lote de vacinas, com 4 milhões de doses.

Segundo o Ministério da Saúde, foram gastos R$ 465 milhões na compra desses lotes.

“Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão utilizar um espaço dentro da escola, outros vão concentrar nos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar nos municípios que as ações na escola devem ser priorizadas”, disse Padilha.

O governo pretende vacinar 5 milhões de meninas ainda neste ano, o que equivale a 80% da população dessa faixa etária.

Perguntas que precisam ser feitas

A campanha de vacinação governamental do HPV para meninas é necessária?

Segundo a Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das vacinas Gardasil e Cervarix do HPV, “as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir,” conforme reportagem do LifeSiteNews.

A vacina é segura?

O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.

O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.

Confira também o caso registrado em vídeo de duas adolescentes prejudicadas pela vacina do HPV:

Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: http://youtu.be/oTuN7DRlBKI

Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: http://youtu.be/xWVQ04fAhfI

Uma reportagem especial do WND indicou mais mortes envolvendo a vacina do HPV.

Nesse tipo de campanha de vacinação, há interesses entre governo e empresas farmacêuticas?

Há exemplos no histórico do governo brasileiro. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.

Em reportagem do WND, o ator mundialmente famoso Chuck Norris disse: “O governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde.” Ele então revela o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas debaixo da total omissão e silêncio dos grandes meios de comunicação.

Quais outros escândalos?

Conforme reportagem do Examiner, “O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero.

Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.”

A GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas que fabrica uma das vacinas do HPV, foi condenada em 2012 a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA.

O governo agiria para enfraquecer a resistência à sua campanha para vacinar as meninas do Brasil?

Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia, ligado à Globo, culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação.

A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!

Quem deve decidir as questões de saúde dos filhos: o governo ou os pais?

Em reportagem do WND, Chuck Norris disse: “O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos.

Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.”

Com informações do jornal Estado de S. Paulo.

Fontes: Julio severo - Libertar.in
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