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quinta-feira, 8 de maio de 2014

A indústria dos Ovnis


Por Joe Nickell

Não é de hoje que a humanidade busca no céu sinais de seres inteligentes. No século XX, surgiram os relatos sobre “objetos voadores não identificados”. Mas, até agora, não apareceu um único indício plausível de que a Terra já tenha sido visitada por extraterrestres.

Os primeiros relatos de estranhos objetos pairando entre as nuvens remontam à Antiguidade. Já houve a época das carroças e dos navios voadores. Mais tarde a moda foram os “homenzinhos verdes” – marcianos ou venusianos.

As naves possuíam hélices e asas. No início do século, em Paris, um concurso chegou a oferecer 100 000 francos para quem provasse que mantinha contato com seres extraterrestres. Marcianos não valiam.

Eram considerados fáceis demais. Naquela época, ninguém saía por aí dizendo que viu um ET marrom, roxo ou amarelo. Ou eram verdes, ou não eram ETs. Hoje, tudo mudou. Ufólogos aceitam ETs de todas as cores, procedentes de qualquer parte do Universo, menos de Marte ou Vênus, onde o máximo de vida que ainda pode se esperar são microscópicas bactérias.

Já imaginou o que seriam dos ETs se eles não seguissem a moda terrestre e continuassem a aparecer, todos de verde, viajando em caravelas celestiais? Felizmente, eles se mantiveram em dia com as novidades da nossa ciência e tecnologia. Caso contrário, o público provavelmente deixaria de acreditar em discos voadores.

Ezequiel e suas carroças voadoras

O Velho Testamento registra uma cena espetacular, que hoje seria interpretada pelos ufólogos como um típico caso de aparição de um Ovni (objeto voador não-identificado). O profeta Ezequiel descreve uma carroça com rodas de fogo que desceu dos céus até ele.

Esta visão foi amplamente difundida pelo escritor Erich von Däniken em seu livro Eram os Deuses Astronautas? como uma prova irrefutável de que a Terra tem sido visitada por alienígenas desde tempos remotos (Veja quadro na pág. 50). À luz do conhecimento científico atual, é fácil deduzir que Ezequiel teve uma ilusão de ótica causada pelo reflexo da luz do sol em cristais de água na atmosfera.

Na Idade Média, quando se incendiavam pessoas por qualquer motivo, várias mulheres foram mortas por terem visões estranhas. É claro que, na época da Inquisição, ninguém dizia ter contatos com seres extra-terrestres. Acreditava-se em duendes, fadas e demônios.

Os ETs ainda não tinham sido inventados. Naves espaciais tripuladas por alienígenas só despontaram no imaginário coletivo no fim do século passado. Foi naquela época que surgiram, nos Estados Unidos, os relatos sobre estranhos objetos voadores, em geral dotados de asas e hélices.

Claro, na época ainda não havia aviões. Existia, isto sim, um crescente interesse pelo tema das “máquinas voadoras”. Era uma época de avanços prodigiosos na tecnologia dos balões e dos dirigíveis, como o famoso Zepelin.

A invenção de um aparelho voador mais pesado do que o ar já era tida como iminente. Em outras palavras, a expectativa de ver aeronaves nos céus americanos favorecia que as pessoas realmente as “vissem”.

Pires que voam

A era moderna dos Ovnis se inaugurou no dia 24 de junho de 1947, quando o empresário Kenneth Arnold, pilotando seu avião particular sobre as montanhas do Estado de Washington, avistou o que descreveu como nove objetos em formato de pires, voando em formação militar.

Das duas uma: ou Arnold deu de cara com uma esquadrilha da Força Aérea ou teve uma miragem. O fato é que, a partir desse relato, o fenômeno dos discos voadores alçou vôo. Mais uma vez a realidade seguiu os passos da imaginação.

Revistas populares de ficção científica, como a famosa Amazing Stories, vinham publicando, havia alguns anos, histórias sobre visitantes extraterrestres. As capas estampavam curiosas naves em formato circular. Desde então, não se passa um dia sem que alguém, em algum lugar do mundo, conte um caso de discos voadores.

Quando esses depoimentos são adequadamente investigados, as “espaçonaves” quase sempre se revelam balões meteorológicos, aviões, meteoros, pára-quedas, nuvens ou alucinações. Tudo, menos ETs. Quanto às fotografias de “Ovnis”, elas geralmente se explicam por efeitos luminosos, ilusão de ótica ou fraude deliberada (veja quadro acima).

De acordo com o Dr. Allen Hynek (1910-1986), astrônomo encarregado do Programa de Pesquisas sobre Ovnis da Força Aérea dos Estados Unidos, um investigador experimentado, acaba por reconhecer a maioria desses eventos tais como eles realmente são: meteoros, imagens de aeronaves pousando com as luzes acesas, balões, planetas, estrelas brilhando muito forte, luzes de aviso em estradas, reentradas de espaçonaves na atmosfera e assim por diante. “Quando se descobre o quanto o público leigo está pouco familiarizado com luzes durante a noite, compreendemos por que tantos Ovnis são relatados e por que essa incidência tem aumentado”, escreveu Hynek.

As ocorrências mais comuns são as que envolvem balões. Esses objetos podem registrar altas temperaturas e, sob o impulso de fortes correntes de ar, atingir velocidades de mais de 200 quilômetros por hora. Podem até mudar de formato e cor, de acordo com o reflexo das luzes do sol na cobertura de plástico.

Um balão pode parecer branco num momento e, no outro, ser percebido como metálico, ganhando logo em seguida uma coloração vermelha. Na realidade, é tão comum que balões sejam reportados como Ovnis que, quando eles se perdem dos radares, costumam ser rastreados com base em depoimentos de pessoas que se apresentam para dizer que viram discos voadores.

Os incríveis camaleões dos céus

Muitos ufólogos admitem que a maior parte dos objetos relatados como Ovnis podem ser descartados como enganos ou fraudes. A polêmica se concentra sobre um pequeno resíduo, algo como 2% de casos insolúveis. As pessoas que acreditam em discos voadores encaram esses casos sem explicação como provas da existência de Ovnis e de visitas extraterrestres.

Elas simplesmente não conseguem explicar as ocorrências de outra maneira. Os cientistas se recusam a acreditar em ETs até que apareçam provas realmente convincentes.

Por trás dessa briga está o eterno conflito entre o método científico e as pseudociências. Toda vez que os cientistas anunciam uma nova descoberta, as crendices são obrigadas a empreender um recuo tático, como forma de sobrevivência.

No século passado acreditava-se piamente em marcianos e venusianos. A maioria dos relatos versava sobre seres pequeninos, de cabeça grande e cor esverdeada.

Na segunda metade do século 20, quando se descobriu que Vênus possui uma temperatura incompatível com a vida e que Marte é um deserto escaldante, os ufólogos se sentiram na obrigação de duvidar dos relatos de pessoas que diziam receber visitas de planetas vizinhos. A crença em alienígenas teve que ser empurrada para os confins do Universo.

Evidentemente, existem casos que resistem às explicações. Qual é a diferença entre a atitude dos cientistas e a dos ufólogos nessas ocasiões? Os ufólogos partem da premissa de que, se não existe explicação para um fenômeno estranho, isto é sinal da presença de algum ET.

Já os cientistas acham que isso é insuficiente como prova. Os mistérios de hoje podem ser facilmente explicados amanhã, ponderam. Os ufólogos não têm dado muita sorte até agora. Toda vez que vem a público uma suposta “prova” da visita de Ovnis, ela vira fumaça imediatamente, desmascarada como um fenômeno natural, um objeto comum ou, o que é pior, uma fraude.

Ovnis assassinos

No dia 7 de janeiro de 1948, quando o piloto americano Thomas Mantell morreu num acidente atribuído a uma colisão aérea com um Ovni, ninguém foi capaz de identificar a estranha “coisa” que Mantell estaria perseguindo. Observadores descreveram o objeto como semelhante a um pára-quedas, enquanto outros juravam que o aparato parecia “um sorvete de casquinha com a parte superior pintada de vermelho”.

Uma testemunha definiu o suposto Ovni como “uma enorme estrutura metálica”. A Marinha dos Estados Unidos logo descartou que o desastre tivesse sido causado por uma nave alienígena.

Décadas depois, quando informações que eram mantidas como segredo militar se tornaram públicas, soube-se que o tal Ovni não passava de um gigantesco balão de pesquisa. O capitão Mantell tinha voado alto demais ao perseguir o balão. Sofreu um desmaio devido à falta de oxigênio, o que provocou a queda do avião. 

A verdade foi escondida por causa dos soviéticos, do mesmo modo que, seis meses antes, os militares americanos permitiram que se criasse um clima de histeria em torno do chamado “caso Roswell” (veja quadro acima), no qual, supostamente, três alienígenas haviam sido capturados pelo exército americano.

Embora perfeitamente lógica no contexto da Guerra Fria, quando a União Soviética e os Estados Unidos se espionavam mutuamente, a explicação do acidente não convenceu os ufólogos.

Eles insistem que o avião de Mantell foi abatido por uma espaçonave alienígena. Crenças em acidentes de naves espaciais e preservação de humanóides foi disseminado por uma série de fraudes, incluindo o chamado relatório “MJ-12”, de 1980.

Esse documento apontava a existência de um complô, denominado Majestic 12, autorizado pelo próprio presidente americano Harry Truman (1884-1972), com o objetivo de encobrir o suposto acidente com os ETs.

O tal documento logo se revelou uma grosseira fraude. Mesmo assim, alguns ufólogos ainda são enganados por ele. Outra fraude ligada ao Caso Roswell foi o escatológico filme que mostrava a “autópsia de um extraterrestre”. O filme foi exibido amplamente na televisão americana e em todo o mundo, mas logo ficou provado que ele não passava de um engodo.

Socorro! Tem um ET atrás de mim!

Quem mais ajuda a difundir a crença em discos voadores não são os ufólogos, com suas versões muitas vezes bem intencionadas sobre visitas de alienígenas e seqüestros de humanos.

O que mais contribui para manter acesa a imaginação das pessoas propensas a acreditar em ETs são filmes. Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), ET (1982) e Independence Day (1996) foram imediatamente seguidos, logo depois de seus lançamentos, pelo aumento dos relatos sobre aparições de discos voadores e “alienígenas”.

Um filme que causou especial alvoroço foi The UFO Incident (1975), baseado num suposto seqüestro de um casal por ETs em 1961 – o famoso caso Betty and Barney Hill. Esse caso, de grande repercussão na imprensa sensacionalista, induziu milhares de americanos a se apresentarem dizendo que também foram seqüestrados por seres alienígenas de outros planetas.

Em todos essses casos, não se encontrou uma única gota de verdade. Isso não quer dizer que todos os que relataram experiências com ETs sejam mentirosos ou vigaristas. Suas versões podem ser explicadas como alucinações.

Numa situação típica, a pessoa acabou de se deitar ou é acordada no meio da noite pela visão de seres extraterrestres invadindo seus quartos. De repente, os vultos se dirigem para a escuridão e desaparecem, sem serem vistos por mais ninguém – nem mesmo pelos vizinhos.

As supostas naves pousam e decolam sem aparecer na tela dos radares ou chamar a atenção dos guarda-noturnos. O diagnóstico dos psicólogos é simples: trata-se, segundo eles, de um processo fantasioso que ocorre quando o indivíduo não está totalmente desperto do sono. A fantasia se mescla com a realidade, causando alucinações.

No início, essas pessoas têm apenas a sensação de um sonho vívido. Influenciadas pelas histórias sobre discos voadores na televisão e na imprensa, chegam à conclusão de que passaram, na vida real, por experiências que só aconteceram no mundo dos sonhos. O próximo passo é buscar ajuda de hipnotizadores, que os ajudam a reconstituir, em detalhes, todas as peripécias do “seqüestro”.

Hipnose fantasiosa

Apesar da crença popular sobre a hipnose como um meio confiável de devolver a memória perdida, ela é, quase sempre, um convite à fantasia. Muitas das lembranças que aparecem durante a hipnose não passam de memórias criadas no próprio inconsciente. Depois de várias sessões de hipnose, os “seqüestrados” costumam ficar confusos sobre o que é verdade e o que é fantasia.

Os psiquiatras e psicólogos que promovem a crença em seqüestros extraterrestres – como o Dr. John Mack, autor do livro Abduction: Human Encounters with Aliens (1994) – esquecem ou omitem evidências comprovando que muitos dos supostos “seqüestrados” apresentam fortes propensões a confundir fantasia com realidade.

E não são poucos. Pelo menos 5% do público geral têm propensões a crises fantasiosas. Um estudo dos 13 casos mais famosos do Dr. Mack demonstram que seus pacientes possuem muitos destes traços.

Não tenho dúvidas de que há uma forte possibilidade de existir vida – e seres inteligentes – em outras partes do Universo além da Terra. Infelizmente, até agora ufólogos e investigadores sérios têm falhado em demonstrar qualquer tipo de evidência material consistente que indique a visita de alienígenas na Terra. Até que isto ocorra, os chamados ufólogos continuarão sendo vítimas das fraudes e do folclore popular.

* Joe Nickell é um pesquisador do Comitê para a Investigação Científica de Alegações Paranormais (CSICOP), dos EUA, e editor da revista Skeptical Inquirer. Já escreveu e editou dezesseis livros sobre o assunto em vinte anos de investigação sobre fenômenos paranormais e supostas visitas de alienígenas.

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Aliens são demonios: Revelação de ufólogos censurados na gande mídia (Video)


A preparação para a vinda o anti-cristo já foi feita! Estamos condicionados a ridicularizar demonios/anjos caídos,ao passo que fomos condicionados a aceitar os supostos aliens e espíritos dos mortos. Esses são os mesmos que enganaram antigas civilizações como os maias, incas, astecas, etc Posando como deuses naqueles tempos, exigiam sacrifícios humanos em troca de conhecimento e adoração!

Hoje ouvimos através da ufologia que os aliens dão tecnologia em troca de humanos! Vale lembrar que a mentira da serpente foi dizer a Eva que ela poderia comer da árvore do "conhecimento" do bem e do mal,e não obedecer as ordens do Criador!

A serpente disse que, comendo do fruto seríamos como os deuses e não morreríamos! Hoje a pregação a Nova Era que vem desses supostos "aliens" é a mesma mentira do Jardim do Éden. Estamos evoluindo para maiores níveis de conscencia, somos deuses e não há pecado nem necessidade de um redentor!

A mesma mentira, dando a impressão que estamos evoluindo e que podemos ser como deuses está em nova embalagem. Uma embalagem SCI-FI que vem sendo executada através de filmes, séries, livros e documentários iscas da nova era com os aliens!

A Bíblia sempre nos falou de seres angelicais, esses sim, os extra-terrestres. Sabemos que os que vem pregando algo contrário a situação de pecado em que a humanidade se encontra, não são aliens também não são espíritos dos mortos que nos levam pra longe da possibilidade de salvação. Todos esses pregam ocultismo e tentam de qualquer forma anular a palavra do Deus de Israel!

O mesmo que tirou o povo judeu do Egito e o proibiu de praticar toda forma de ocultismo e idolatria que havia ali!

A Bíblia fala sim sobre seres estranhos/aliens no fim dos tempos,leia:

E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso. Apocalipse 16:13-14

Espírito semelhante a rã? Seriam os tais aliens reptilianos tão falados na ufologia? Sabemos que rãs não são répteis, mas algo aí se encaixa! Pois esses seres vão unir os reis da terra (governantes), para uma batalha contra Deus, como se isso fosse possível!

Talvez,os falsos aliens dirão que Yeshua/Jesus e seus anjos, são apenas aliens mal intencionados que não querem a nossa evolução, etc. Assim levarão muitos a matar qualquer um que siga a Bíblia, e os convencerão a fazer guerra contra o Todo Poderoso, como se fosse apenas um ser físico de outro planeta!

A chegada do anti-cristo certamente fará uso da ufologia,sua chegada está aqui muito bem explicada:

Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." 2 Tessalonicenses 2:1-4

Mais adiante

Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira,

E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. 2 Tessalonicenses 2:7-12

Não há como confudir o anti-cristo com outra pessoa, ele posará de Deus. Por isso mesmo fomos condicionados a Teoria da Evolução, os aliens, reencarnação etc... Já ouvimos falar que fomos criados por alines através da engenharia genética não?

Bem, se a falsa invasão alien acontecer como foi discutida no Iron mountain report, sabemos das mentiras que virão,agora!

Pequisem sobre The Iron mountain report

Veja o video:

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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Sai o laudo dos agroglifos de Santa Catarina

A impressionante regularidade e simetria do agroglifo sudoeste pode ser conferida nesta foto

Perito do Instituto de Criminalística do Paraná afirma que as imagens são legítimas

Um evento que vem se repetindo desde 2008 já se tornou um clássico e um dos maiores mistérios da Ufologia Brasileira: os impressionantes agroglifos que, sempre no último trimestre do ano, custumam aparecer em Ipuaçu, pequena cidade do oeste de Santa Catarina. De simples desenhos com círculos concêntricos, os sinais têm se tornado mais complexos a cada ano, desafiando os ufólogos a encontrar uma explicação.

Um dos mais novos pesquisadores a se voltar para a investigação dos agroglifos de Santa Catarina é o professor universitário, policial e perito criminal do Instituto de Criminalística do Paraná Antonio Inajar Kurowski. Também consultor especial da Revista UFO, Toni, como é chamado entre seus colegas, participou de inúmeras investigações nos últimos tempos, como os casos Três Pontas, Queimados e do Boeing 757 da Air China, apresentando seus pareceres altamente técnicos após uma detalhada e científica análise de cada caso.

Toni esteve ao lado de A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO, investigando os novos agroglifos de Ipuaçu nos dias 02 e 03 de novembro de 2013 e elaborou um relatório técnico e altamente detalhado a respeito das formações, que apresentaremos a seguir.

Relatório de investigação de sinais em área de agricultura, ou agroglifos.

Na data de 02 de novembro de 2013, aproximadamente às 08h00, fomos solicitados pelo editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, para procedermos a um exame em um local de ocorrência de sinais em área agrícola, chamados agroglifos, no município de Ipuaçu, região oeste do estado de Santa Catarina. Tendo comparecido ao local e realizado os necessários exames, apresentamos o relatório a seguir.

Histórico dos fatos

No sábado pela manhã, no dia e horário anteriormente mencionados, recebemos um telefonema do editor da Revista UFO informando sobre a ocorrência recente de sinais em área de agricultura, doravante nominados neste laudo como agroglifo. Nesta ocasião nos foi feito o convite para participarmos da investigação do fenômeno, o que aceitamos prontamente.

Dirigimo-nos para a cidade de Ipuaçu e, lá chegando, constatamos a veracidade das informações, notando a formação de dois agroglifos distantes aproximadamente 2,6 km entre si em linha reta (distância medida no Google Earth), sendo um localizado a aproximadamente 1 km a oeste do ponto central da cidade e o outro localizado a aproximadamente a 3,1 km a sudoeste do ponto central da cidade.

Caracterização do local

Ipuaçu é um município pequeno localizado a 580 km de Florianópolis (Latitude: 26° 37' 5” S e Longitude: 52° 27' 1” O), com altitude de 720 m, em uma área de 261.39 km² e economia predominantemente agrícola, com plantações de soja, milho e trigo. Possui aproximadamente 6.901 habitantes (IBGE, 2010), dos quais quase metade é indígena da etnia Caingangue. Segundo a prefeitura local, Ipuaçu (nome do rio que corta a cidade de Norte a Sul), em tupi-guarani, quer dizer “lajeado grande”.

Já no site Wikipedia encontramos que Ipuaçu é um termo de origem tupi que significa “grande barulho de água”, através da junção dos termos 'y (água), pu (barulho) e gûasu (grande). No dicionário Aurélio verificamos que “ipu” vem do tupi ipo'ú, que significa “alagadiço”, assim Ipuaçu significaria, portanto, “grande alagadiço”. Na figura abaixo se encontram assinalados com pequenos círculos vermelhos em frente às setas a localização dos dois agroglifos em referência.

 
Crédito: Google Earth: A localização dos agroglifos em relação à cidade de Ipuaçu

Informações

Fomos comunicados pelo morador limítrofe com um dos campos onde surgiu o agroglifo mais próximo da cidade, que nomeamos “agroglifo oeste”, senhor Valdemar Visoli, de que nenhuma alteração foi percebida na noite anterior e que, ao sair de sua casa pela manhã de sábado (02/11), percebeu a formação de uma grande espiral sobre o campo de trigo já maduro.

Outra moradora da cidade, em residência com vista direta para a área onde surgiu o agroglifo oeste, Tatiana Pedrosa, informou que às 06h00 saiu de casa por alguns momentos para levar seus cães para passear, conforme procede todas as manhãs, e que, neste horário, olhou para o campo em referência, nada tendo percebido de anormal.

No local de formação do agroglifo mais afastado, denominado “agroglifo sudoeste”, não foram colhidas informações de morador ou proprietário, mas fomos informados por Ivo Dohl, repórter local e morador em Xanxerê, que ambos os agroglifos surgiram simultaneamente.

Agroglifo oeste

Constatou-se, em uma área de cultivo de trigo já maduro (seco), situada a aproximadamente 1 km do ponto central da cidade de Ipuaçu, a presença de um desenho de grandes dimensões formado pelo contraste entre o trigo intacto e as hastes de trigo deitadas e paralelas ao solo, localizado nas coordenadas geográficas: latitude 23° 57’ 56” S e longitude 52° 27’ 44”.

Trata-se de uma espiral circular que se desenvolve no sentido horário a partir de seu centro, contendo 13 faixas (voltas), com um diâmetro aproximado de 54,60 m, a qual culmina em uma circunferência de aproximadamente 20,40 m de diâmetro, que se desenvolve no sentido anti-horário, contendo uma formação que lembra uma ampulheta em seu interior.

 
Crédito: Toni Inajar: Desenho do agroglifo oeste

O eixo maior deste agroglifo (linha imaginária que passa pelo centro da espiral e o centro do círculo menor) se orienta de sudoeste para nordeste, aparentemente a 45°em relação ao norte geográfico e, portanto, seu eixo menor (perpendicular ao anterior), se orienta no sentido sudeste para noroeste.

No centro da espiral há um pequeno círculo, com diâmetro aproximado de 2 m formado pelo deitamento das hastes do trigo, as quais ficaram paralelas ao solo, indicando que sua formação se deu com um giro no sentido horário (direção das hastes do trigo), iniciando a partir de sua região superior, considerando-se a inclinação do terreno uma faixa com aproximadamente 85 cm.

Esta faixa se afasta deste círculo central, adquirindo uma distância de aproximadamente 1,20 m a partir de sua região superior (considerando também a inclinação do terreno). As faixas assim formadas pelo deitamento das hastes do trigo (85 cm) e pelo trigo intacto (1,20 m) mantêm estas mesmas larguras até o final da espiral, na posição mais ao nordeste, a qual contém 13 voltas no sentido horário, com o trigo deitado seguindo essa mesma direção.

Neste ponto final e em continuidade com a faixa de 85 cm da espiral, inicia-se a formação da circunferência lateral, com as hastes orientadas a partir de agora no sentido anti-horário, até completar a circunferência, sendo imperceptível o ponto final desta.

No interior desta circunferência há uma formação que lembra uma ampulheta, a qual mede aproximadamente 9,30 m em suas regiões mais largas e aproximadamente 1,50 m na região do estreitamento central, a qual tem aproximadamente 4 m de extensão, com as hastes do trigo voltadas para baixo, considerando-se a inclinação do terreno, sendo convergentes no “triângulo” superior e divergentes no “triângulo” inferior.

Notou-se nesta formação que as linhas de borda formadas entre o trigo intacto e o trigo deitado se dá em ângulo de 90º e são linhas “limpas”, isto é, não apresentando irregularidades significativas, com traçado firme e preciso, ficando o perfil com aspecto de caixa. As hastes deitadas não têm nenhuma fratura ou mesmo dobradura, aparentando terem sido recurvadas até a posição atual, ficando o conjunto das hastes com um aspecto “penteado” e harmônico, com todas as hastes quase que paralelas.

 
Crédito: Toni Inajar: Medidas do agroglifo oeste

Também se observou que nas marcas formadas pelas rodas de um trator agrícola as linhas de borda são mais irregulares e não apresentam aspecto angular, mas sim formam uma curvatura das hastes para ambos os lados, ficando o perfil destas linhas em forma de “U”.

As hastes junto ao solo estão bastante fraturadas e entrelaçadas, diferindo totalmente do aspecto das faixas do agroglifo. Notou-se ainda que o campo apresenta algumas áreas com deitamento parcial do trigo em todas as direções, formando manchas totalmente irregulares, as quais são ocasionadas pelo vento, em um fenômeno conhecido como microburst.

Constatou-se, finalmente, que as marcas produzidas pela passagem de muitas pessoas, as quais foram até o local por curiosidade, são muito mais irregulares ainda que as marcas de rodado, as linhas de borda são mais irregulares, também não apresentando nenhum aspecto angular, mas sim formando uma curvatura das hastes para ambos os lados, ficando o perfil destas linhas em forma de “U” irregular. As hastes junto ao solo estão quebradas e algumas fraturadas, todas entrelaçadas, também diferindo totalmente do aspecto das faixas do agroglifo.

Mensurou-se, através de aplicativos que constavam em dois aparelhos celulares do tipo smartphone, distúrbios na bússola eletrônica fazendo com que estas não tivessem nenhuma precisão, pois o ponteiro realizava saltos de 90° em direções variadas e com espaço de poucos segundos, sendo que estas funcionavam a contento quando fora do agroglifo a partir de uma distância de cerca de 5 m.

Utilizando outro aplicativo, constatou-se forte eletromagnetismo no interior do agroglifo, com indicações acima de 800 mG (miliGauss), sendo que, a uma distância a partir de 5 m de afastamento da figura, as medições de eletromagnetismo caiam para valores abaixo de 100 mG (miliGauss).

Agroglifo sudoeste

Constatou-se em uma área de cultivo de trigo já maduro (seco) e parcialmente colhido, situada a aproximadamente 3,1 km do ponto central da cidade de Ipuaçu, a presença de um desenho de grandes dimensões formado pelo contraste entre o trigo intacto e as hastes de trigo deitadas e paralelas ao solo, localizado nas coordenadas geográficas: latitude 26° 39’ 10” S e longitude 52° 28’ 44”.

Trata-se de uma circunferência, a qual contém em seu interior um hexágono regular, ambos cortados diagonalmente de baixo para cima e da esquerda para a direita, considerando-se a inclinação do terreno, por uma estreita faixa em linha reta, contendo no centro do desenho, por sobre esta faixa diagonal, a presença de três círculos, sendo o centro maior que os dois laterais.

A circunferência externa tem um diâmetro aproximado de 54,60 m, coincidindo com o diâmetro constatado da espiral do agroglifo oeste, e na faixa com a qual é formada as hastes do trigo se orientam em sentido horário. Esta faixa mede aproximadamente 2,80 m de largura em toda sua extensão.

No interior desta circunferência há um hexágono regular, cujos vértices tocam a linha interna da faixa da circunferência, medindo a linha mais externa de cada um de seus lados aproximadamente 23 m e a faixa que lhe dá forma mede aproximadamente 2 m de largura em toda a sua extensão. A inclinação das hastes do trigo neste hexágono são no mesmo sentido das hastes da circunferência externa, ou seja, sentido horário.

 
Crédito: Toni Inajar: Desenho do agroglifo sudoeste

A faixa em diagonal desenvolveu-se no sentido de leste para oeste, considerando-se o lado para o qual as hastes estão deitadas e cortam a figura de baixo para cima e da esquerda para a direita, de acordo com a inclinação do terreno. Mede aproximadamente 60 cm de largura em toda a sua extensão e verificou-se que são nas áreas onde esta faixa diagonal e as demais figuras se sobrepõem, que a faixa existe mesmo por debaixo das demais figuras, indicando ter sido produzida primeiro.

Com o centro localizado sobre a faixa diagonal anteriormente descrita, há neste agroglifo três círculos, sendo o círculo central com aproximadamente 15,40 m de diâmetro e os outros dois círculos, os quais são tangentes a este círculo central, e medem cada um 7,70 m, ou seja, exatamente a metade do diâmetro do círculo maior. Em todos os círculos as hastes estão deitadas obedecendo o sentido horário.

Constatou-se ainda, nas extremidades da faixa diagonal e na circunferência externa, a presença de uma faixa também com 60 cm de largura, a qual se desenvolve de forma senoidal (sinuosa), com 10 m de comprimento. O sentido de deitamento das hastes segue o mesmo da faixa diagonal da qual estes prolongamentos se originam, ou seja, de leste para oeste.

Provou-se também que todo o trigo na área adjacente e ao redor desta formação fora recém-colhido. Entretanto, tal ação não impediu de constatar perfeitamente os limites do agroglifo, pois apesar de a colheita efetuada incidir parcialmente sobre a circunferência externa, toda a figura, em sua borda externa, permaneceu intacta, ou seja, as hastes e as espigas do trigo não foram afetadas pela colheita, permanecendo íntegras, inclusive preservando as espigas.

Do mesmo modo que no campo cultivado anteriormente descrito (agroglifo oeste), também se notou nesta formação que as linhas de borda formadas entre o trigo intacto e o trigo deitado se dá em ângulo de 90º e são linhas “limpas”, isto é, não apresentando irregularidades significativas, com traçado firme e preciso, ficando o perfil com aspecto de caixa. As hastes deitadas não apresentam nenhuma fratura ou mesmo dobradura, aparentando terem sido recurvadas até a posição atual, ficando o conjunto das hastes com um aspecto “penteado” e harmônico, com todas as hastes quase que paralelas.

Também se observou que nas marcas formadas pelas rodas de trator agrícola, as linhas de borda são mais irregulares e não apresentam aspecto angular, mas sim formam uma curvatura das hastes para ambos os lados, ficando o perfil destas linhas em forma de “U”.

As hastes junto ao solo estão bastante fraturadas e entrelaçadas, diferindo totalmente do aspecto das faixas do agroglifo. Notou-se ainda que as áreas remanescentes de trigo ainda não colhido apresentam pequenas regiões com deitamento parcial do trigo em todas as direções, formando manchas totalmente irregulares, as quais são ocasionadas pelo vento, em um fenômeno conhecido como microburst.

 
 Crédito: Toni Inajar: Medidas do agroglifo sudoeste

Constatou-se, finalmente, que as marcas produzidas pela passagem de muitas pessoas, as quais foram até o local por curiosidade, são muito mais irregulares ainda que as marcas de rodado, as linhas de borda são mais irregulares, também não apresentando nenhum aspecto angular, mas sim formam uma curvatura das hastes para ambos os lados, ficando o perfil destas linhas em forma de “U” irregular. As hastes junto ao solo estão quebradas e algumas fraturadas, todas entrelaçadas, também diferindo totalmente do aspecto das faixas do agroglifo.

Também neste agroglifo mensurou-se, através de aplicativos que constavam em dois aparelhos celulares do tipo smartphone, distúrbios na bússola eletrônica, fazendo com que estas não tivessem nenhuma precisão, pois o ponteiro realizava saltos de 90° em direções variadas e com espaço de poucos segundos, sendo que estas funcionavam a contento quando fora do agroglifo a partir de uma distância de cerca de 5 m.

Utilizando outro aplicativo, constatou-se forte eletromagnetismo no interior do agroglifo, com indicações acima de 800 mG (miliGauss), sendo que, a uma distância a partir de 5 m de afastamento do agroglifo, as medições de eletromagnetismo caíam para valores abaixo de 100 mG (miliGauss).

Considerações finais

Observamos e constatamos que em ambos os agroglifos não há nenhum sinal característico de ação humana, conforme comumente observado nos falsos agroglifos, quais sejam: contorno dos desenhos com irregularidades, hastes da vegetação dobradas ou partidas, hastes com aspecto ligeiramente entrelaçado, soerguimento progressivo de algumas hastes com o passar do tempo, desenhos mal feitos ou com assimetria, ausência de alterações na bússola e ausência de variações eletromagnéticas no interior e fora dos desenhos, entre outros.

Ressaltamos que as extremidades senoidais existentes na diagonal do agroglifo sudoeste têm semelhança com “pontas de um fio solto”, o qual estaria retesado no interior da figura.

Conclusões

Os desenhos são geométricos, simétricos e harmônicos, denotando serem ambos um feito inteligente. Não é possível que um fenômeno inteligente tenha origem em uma causa que não o seja! Portanto, conclui-se que a causa do fenômeno é inteligente também. Isto posto, verificando que os agroglifos oeste e sudoeste examinados apresentam todas as características constantes nos agroglifos autênticos estudados cientificamente em todo o planeta, nos fazendo concluir pela sua autenticidade.

Este relatório foi elaborado e redigido por mim, Inajar Antonio Kurowski, que o subscrevo logo abaixo. Sendo estas as declarações que temos a fazer sobre estes dois agroglifos e nada mais tendo a acrescentar, damos por findo o exame e investigação solicitados.

Curitiba, 04 de novembro de 2013.

Inajar Antonio Kurowski,
Perito criminal do Instituto de Criminalística do Paraná.
Coordenador do Grupo de Análise de Imagens da Revista UFO. Conselheiro Especial da Revista UFO.

Os leitores podem, se preferirem, baixar o relatório completo no formato PDF clicando aqui.

Tema dos agroglifos será debatido no V Fórum Mundial de Ufologia

Uma nova reviravolta caracterizará o V Fórum Mundial de Ufologia (II UFOZ 2013). Devido ao surgimento dos recentes agroglifos em Ipuaçu e comprovando o aumento de sua complexidade ano a ano, além de sua importância no contexto ufológico, o evento terá uma sessão em que se abordará as novas descobertas em Santa Catarina e também se fará revelações sobre as formações.

Os ufólogos A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO, e Toni Inajar Kurowski, conselheiro especial, que estiveram 'in locu' em Santa Catarina pesquisando o fenômeno, apresentarão novas e detalhadas imagens obtidas durante a investigação, além de informações inéditas a respeito.

O V Fórum Mundial de Ufologia (II UFOZ 2013) acontece de 21 a 24 de novembro em Foz do Iguaçu, e restam poucas vagas disponíveis, por isso recomendamos que os interessados façam suas incrições o mais depressa possível no Site oficial do evento, clicando aqui.

Assista os três vídeos dos agroglifos de Ipuaçu em 2013:

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

A farsa da ufologia

 UFOS...  Os primeiros UFOs testemunhados foram as naves nazistas. Existem inúmeros livros editados sobre os discos nazistas e há também documentos recentemente liberados pelo FOIA, oriundos do NSA, FBI mas não sei se existem também da CIA, que falam dos discos nazistas. Há autores de credibilidade como Renato Vesco que explanam muito bem sobre este assunto e agora, com esta abertura de muitos arquivos de vários países, este assunto tem vindo a tona. 



Inegavelmente a pesquisa nazista e os testes referentes a discod voadores não são ficção. O que se discute é que estes discos seriam de emprego exclusivamente atmosféricos, isto é, não seriam capazes de viagens espaciais ou interplanetárias. De fato, todas as pesquisas e documentos disponíveis corroboram apenas esta idéia.




   Também é fato que a história dos "foo-fighters", em que pesem os fortes indícios de serem de fato tecnologia alemã, não tem NENHUMA comprovação que de fato sejam "tecnologia terrestre". O assunto está aberto a discussão e, sobretudo, é um outro tópico daqueles fascinantes para a pesquisa e discussão.



  Os ideais Arianos juntados a essa incrível descoberta de fabricação de UFOs não terminou após a Morte de Hitler, pois os ultimos Nazistas fugiram para a Antártida.
  
A Operação HIGHJUMP” “comandada por Richard Evelyn Bird”. Esta novela histórica lança uma hipótese sobre uma possível existência e sobrevivência de uma base nazista sob os gelos da Antártida. “O fracasso da operação ficou conhecido como guerra dos pingüins”. Os personagens da novela vivem situações que tiveram protagonistas reais, mas muito discutíveis. Afirma o autor que os dados são “resultado de uma pesquisa exaustiva”. “O objectivo desta divulgação é abrir outras opções para explicar a origem do fenômeno OVNI”. Este livro se compõe de XV capítulos: I - A Sociedade Secreta do VRIL – seus membros estavam convencidos de que a Mesopotâmia foi herdeira de Extraterrestres chegados há 500 mil anos. Foi fundada em 1919 para investigar uma energia que permitiria anular a gravidade.


II - RFZ 2 – Em 1934, Schaunberger foi convidado para a sociedade por Hitler. III - OVNIS na Floresta Negra em 1936 e em GDYNEA (1937) – Eva Braun e Hitler. IV - O VRIL, os RFZ e os Hanebau. São Projetos que surgiram daí. V - Uma Base Subterrânea na Antártida.
Em 1939 a Alemanha ocupa 600 mil quilômetros quadrados do continente Antártico. Em 1943 submarinos alemães vão para o Atlântico Sul. VI - O VRIL e o Andrômeda. Com 120 metros de diâmetro. VII - Uma Batalha no Atlântico com 128 submarinos. Em 1945 alguns deles foram entregues aos Estados Unidos. VIII - Documentos Secretos que Doenitz teria entregue projetos de aviões aos americanos. IX - Richard Bird e Antártida – É o maior explorador Polar e foi convocado para comandar em 1945 uma invasão a essa base. 


X -Operação ARGUS Em agosto 1958 teriam atirado três bombas atômicas na região do Atlântico Sul. XI - Do Lago Vostok ao Satélite Europa – cientistas pesquisam coisas estranhas na Antártida. XII - As doenças na Antártida – cientistas sofrem com radiações estranhas. XIII - Anomalias eletromagnéticas no Lago Vostok. XIV - CONCLUSÃO – I - “Eventualmente uma VERDADE será conhecida”. II - A nível aeronáutico, quase todas a aeronaves americanas seguiram os projetos que Botaya apresenta. III - A nível de UFOLOGIA – As naves alemãs teriam copiado a nave caída na Floresta Negra. IV - Os segredos na investigação dos OVNIS continuam. Por quanto tempo o futuro continuará como um grande “?” Não comenta o autor, mas sugere que, ou os alemães estão por trás das aparições de OVNIS nos Pólos ou esses OVNIS foram os autores dos avanços nazistas na tecnologia do espaço e ninguém sabe se isso continua com russos e americanos. 


Um dos maiores casos de ufos do brasil




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