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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ato público denuncia riscos do mosquito transgênico para combater a dengue em Juazeiro (BA)


Por: Áurea Olímpia, da AS-PTA

Um ato público realizado na manhã desta segunda-feira (19), no Mercado do Produtor, em Juazeiro-BA, denunciou o uso de um mosquito Aedes aegypti geneticamente modificado, ou transgênico, que está sendo testado no município com o pretexto de combater a dengue.

Um grupo de 50 pessoas, entre agricultores e agricultoras, técnicos e pesquisadores da área que estão participando do III Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) distribuiu panfletos informativos com a população que circulava no mercado. Um balão gigante com o símbolo dos transgênicos e o desenho do mosquito foi colocado em cima de um carro de som, que acompanhou os manifestantes no local.

De acordo com Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e coordenador da Campanha Permanente Por um Brasil Livre de Transgênicos, o nosso país é o único a liberar a produção comercial do mosquito geneticamente modificado, já testado no Panamá, Ilhas Caimã e Malásia.

Ele explica que a proposta da empresa inglesa Oxitec, que detém a patente do mosquito, é produzir um Aedes aegypti geneticamente modificado e liberar espécies machos desse mosquito no meio ambiente, que então deveriam cruzar com fêmeas nativas.

Segundo a empresa, desse cruzamento surgiria uma larva que supostamente não sobreviveria, eliminando assim o mosquito. “O problema é que, primeiro, eles partem da lógica que eliminar o mosquito é o mesmo que eliminar a doença e, segundo, que ao liberar os machos podem ser liberadas também espécies fêmeas, pois o controle não é 100%, essas estariam livres para se reproduzir e não temos como saber o risco de mutações genéticas e o desequilíbrio ambiental que isso pode gerar”, alerta Gabriel Fernandes.

A produção comercial do mosquito foi autorizada no mês de abril deste ano pela Comissão Técnica Nacional de Biosegurança (CTNBio), instância colegiada que presta apoio técnico consultivo e assessoramento ao governo federal na formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a Organismos Geneticamente Modificados (OGM).

José Maria Gusman Ferraz é biólogo, doutor em agroecologia e professor do mestrado em Agroecologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), ele integrava a CTNBio à época da liberação das pesquisas com o mosquito e veio, junto com um assessor da Comissão, as cidades de Juazeiro e Jacobina, municípios onde estão sendo testados o mosquito, analisar a situação.

O especialista produziu um parecer técnico alertando sobre os riscos que constatou: “No parecer nós mostramos que havia de fato o escape de fêmeas, não estavam fazendo o levantamento sobre a redução da doença nem estudos sobre as áreas de esgoto a céu aberto. Em Jacobina houve um aumento da doença, sendo decretado estado de calamidade pública.

Quando reduzimos a população de uma espécie de mosquitos, outra espécie tende a ocupar o lugar, no caso a do Aedes albopictos, que transmite além da dengue, a malária e a febre amarela. O risco é que uma possível mutação do vírus gere uma doença ainda mais potente que a dengue ou que outras espécies de mosquitos sejam contaminadas pelo vírus da dengue”, afirma o especialista.

Outra preocupação dos ecologistas é que não há segurança de que as larvas não sobrevivam, pois mesmo em condições ideais, 3% delas sobrevivem e a empresa que produz o mosquito sabe disso.

Camilo Rodriguez é engenheiro químico e professor da Escuela de Ingeniería Universidad do Chile, ele pesquisa há quatro anos os efeitos da tetraciclina, um antibiótico largamente utilizado, principalmente pela indústria pecuária, que faz com que a larva do Aedes aegypti sobreviva.

Segundo o estudioso, como o antibiótico pode estar no meio ambiente, a larva pode facilmente entrar em contato com essa substância. “É impossível fazer pesquisas independentes sobre esse assunto, pois o mosquito é patenteado pela empresa que produz toda a literatura que temos a respeito, isso por si só já deveria ser motivo de desconfiança”, diz.

Em Juazeiro está instalada a empresa Moscamed, que tem um convênio com a Oxitec para a venda do mosquito. Apesar de há meses os mosquitos transgênicos estarem sendo liberados, a população desconhece o assunto.

Márcia Faustino e Valdênia Almeida trabalham em um restaurante do Mercado do Produtor, as duas já tiveram vários casos de dengue na família e dizem que nunca ouviram falar do mosquito transgênico: “Eu to vendo só agora vocês falarem e vendo esse panfleto, mas nunca tinha ouvido falar e fiquei curiosa”, conta Márcia.

De acordo com Gabriel Fernandes a Campanha vai acionar o Ministério Público para tentar barrar o uso do mosquito cuja eficiência não seja comprovada, além de seguir disseminando estas informações para o conjunto da sociedade e organizando mobilizações.

O ato do mosquito transgênico faz parte de uma série de outras três mobilizações que aconteceram simultaneamente na manhã desta segunda-feira. Em Petrolina, mulheres estiveram no escritório da Embrapa Semiárido para entregar um documento pedindo a valorização da agricultura familiar em detrimento do agronegócio.

Outro grupo se dirigiu à unidade de pesquisa da Monsanto, onde são feitos experimentos com milho e sorgo geneticamente modificados. Foram colocadas diversas cruzes na porta da empresa simbolizando as mortes provocadas pelos transgênicos e agrotóxicos da empresa.

O III ENA, que termina hoje, conta com a participação de cerca de 2 mil pessoas, sendo a maioria agricultores e agricultoras de todos os estados do Brasil.

Fontes: Pratos Limpos - Enagroecologia - Nos dias de Noé

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Herbalife: Promotor de produtos químicos e Trangênicos


Por Matasha longo noticias de abajo

Prevenir a doença

Muitas pessoas têm me perguntado sobre a Herbalife, multinacional de marketing da empresa (MLM) que trabalha com a venda de produtos relacionados com a saúde, mas que são qualquer coisa, menos saudável.

Eles dizem nas suas publicidades que seus produtos são nutricionalmente "combustível e força" para os "campeões", e promovem campanhas de patrocínio caros para apresentar melhor do que eles realmente são. Aqui vamos tentar mostrar que os produtos embalados da herbalife não são tão saudáveis como eles dizem.

Em primeiro lugar, descobriu-se recentemente que a Herbalife opera como um esquema de pirâmide sofisticado. Além dos ganhos com a venda de seus produtos, os distribuidores da Herbalife ganham comissões adicionais de vendas de outros distribuidores como o downline.

A MLM e Network Marketing são como a maioria,  o esquema é uma farsa e as únicas pessoas que se beneficiam de tais operações são as que estão no topo da pirâmide, pois eles têm maiores incentivos para o recrutamento de outros distribuidores que que vendem os produtos. Quer dizer, no final, eles se esquecem de seus produtos e de seus contribuíntes.

Desde o início deste ano, o preço da Herbalife tem caído cerca de 20% nos Estados Unidos. O Senador Edward Markey, democrata de Massachusetts, enviou cartas no final de janeiro para a Comissão de Valores e no mercado de ações dos EUA, e da Comissão Federal de Comércio, instando as agências para investigar as práticas de negócios da Herbalife.

A principal regulação Agência do Consumidor do Canadá lançou uma investigação sobre alegações feitas formalmente sobre o esquema de pirâmide que se baseia Herbalife. A investigação do Bureau da Concorrência do Canadá está relacionado, em parte, por denúncias recebidas pelos consumidores.

O Bureau da Concorrência já entrevistou ex-funcionários e distribuidores, o que indica que acreditam que é uma estrutura de pirâmide, um modelo de negócio que envolve as pessoas a pagar valores ou serviços, principalmente para inscrever outras pessoas no programa. Em vez disso não se preoculpam em fornecer a receita com a venda de produtos Herbalife para o público.

Isto não é surpreendente, depois de saber quais são realmente os produtos Herbalife.

Todos os seus produtos têm alguns ingredientes prejudiciais, mas vamos dar uma olhada em um deles, O Shake Mix, que é considerado pela empresa como a principal na linha de seus produtos. Quase todos eles têm os mesmos ingredientes.

Shake mix

O Herbalife shakes é nutricional e rico em vitaminas, minerais e nutrientes. Por razões óbvias, deixam de mencionar os muitos outros que podem ser prejudiciais. 


http://noticiasdeabajo.files.wordpress.com/2014/03/herbalife1.jpeg?w=1216&h=436
Clique na imagem para ampliar
 
Considere um dos seus mais populares, a Dulce de Leche

Proteína isolada de soja: Proteína desnaturada transgênica: Com numerosos flavorizantes artificiais, particularmente o MSG (glutamato monossódico) a proteína isolada de soja é adicionado.

Farelo de milho Transgênicos

Aromatizantes artificiais

Cor Doce

Lecitina de soja: Um emulsionante, transgênico.

O óleo de canola: (óleo de colza GM). Verificou-se em ácidos gordos de óleo de colza, de cadeia longa, que pode, potencialmente, destruir as células nervosas que rodeiam esfingomielina no cérebro, o que pode levar a doenças neurodegenerativas, algo muito similar à doença das vacas loucas; em casos avançados o tecido cerebral é como um queijo furado. Além dessas doenças, também tem sido associado com o consumo de óleo de canola a perda de visão. (capilares da retina são muito sensíveis e facilmente danificado), e uma ampla variedade de distúrbios neurológicos.

Carragena e Emulsificante: Todas os carragenanos são extraídas com solventes alcalinos fortes. Mesmo com doses baixas, pode matar células humanas, e tem sido associada a cancro e distúrbios digestivos. A carragenina também pode deteriorar-se e deprimir o sistema imunológico e apoiar o crescimento de um tumor. O mecanismo principal da supressão imunológica induzida pela carragenina, que se crê ter um efeito degenerativo seletiva sobre as células brancas do sangue.

Se você tem alguma dúvida sobre qualquer um desses produtos, você pode enviar um e-mail ou fazer uma ligação para a empresa a aplicar esses ingredientes que não são geneticamente modificados. Pergunte a eles por que tem entre seus ingredientes e sabores e cores artificiais sucralose, que também é encontrada em seus produtos.

Você também pode solicitar uma declaração de aprovação pela FDA (EUA Food and Drug Administration) (Na Espanha, você pode solicitar informações sobre AECOSAN, Consumo Agência Espanhola, Segurança Alimentar e Nutricional: http://www.aecosan.msssi. gob.es / )

A descrição acima é apenas um dos muitos produtos da Herbalife, cheios de frutose, adoçantes artificiais, soborizantes artificiais, coloração e um monte de ingredientes geneticamente modificados. Qualquer empresa que utiliza os ingredientes listados acima é que não se preocupa com a saúde, apenas buscam o lucro.

Eles são baratos, vêm da China e é fácil de montar alguma coisa de bom gosto, que é doce e pobre em nutrientes, mas tóxicos para o corpo humano. Qualquer empresa que utiliza sucralose como adoçante, é certo sinal de que algo está errado.
Natasha Longo tem um mestrado em nutrição clínica e um conselheiro nutricional certificada e área de fitness. Ele reviu a política de saúde pública no Canadá, Austrália, Espanha, Irlanda, Inglaterra e Alemanha.

Fontes: Prevent di sease
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Confirmado: DNA de Alimentos Geneticamente Modificados são Transferidos para os Humanos que os Ingerem


Em um novo estudo publicado pelo Public Library of Science (PLOS), investigadores enfatizam que existem provas científicas suficientes em como fragmentos de DNA de alimentos geneticamente modificados carregam genes completos que entram na ‘circulação’ humana através de um mecanismo ainda por identificação.

É interessante ponderar se os cientistas das corporações biotecnológicas já identificaram este mecanismo e esta óbvia contaminação da saúde humana e mesmo assim continuam permitindo a degeneração em larga escala em troca de dinheiro. Por exemplo, numa das amostras de sangue a relativa concentração de DNA vegetal geneticamente alterado era superior ao DNA humano.

Este estudo baseou-se na análise de mais de 1000 amostras humanas de estudos independentes. A PLOS é um jornal científico revisto por seus pares de alto gabarito e respeito científico com uma política aberta, de acesso livre e independente e que cobre a investigação primária de várias disciplinas científicas e medicinais.

É bom saber que ainda há estudos credíveis publicados que confirmam as suspeitas de há anos e que são constantemente refutadas por estudos pagos por patrocínio direto ou indireto de corporações. Quando falamos de alimentos geneticamente modificados, não temos a ideia real dos efeitos a longo prazo sobre a saúde pública e ainda assim é defendido como a panaceia da humanidade.

O primeiro spot comercial de vendas de alimentos geneticamente modificados foi há apenas 20 anos (1994). Não existe forma possível e credível das autoridades sanitárias e científicas testarem todas as possíveis combinações nefastas numa população vasta o suficiente e durante um longo espaço de tempo para que possam afirmar, como o fazem até em aulas de universidade para futuros profissionais, atestando a segurança e ‘inocência’ destes produtos ‘frankenstein’.

O geneticista David Suzuki expressou recentemente a sua preocupação, afirmando que os humanos são parte de uma experiência ilegal em larga escala ao longo da última década e que milhões de pessoas continuam a consumir OGM e transgênicos como se fossem ratos de laboratório em sistema de voluntariado… e pagam por isso! Avanços na ciência do genoma nos últimos anos revelaram que organismos partilham genes, de alguma forma.

Antes disto, era do senso comum, minado pelos cientistas corporativos, que esta partilha genética apenas se dava quando os membros partilhavam a mesma espécie pela reprodução. A genética de hoje já não segue a ideia ‘vertical’ de reprodução e partilha de genes, no entanto isso continua a ser o mais atual para o público e é lecionado nas faculdades e universidades da área.

Hoje os cientistas sabem e comprovam que os genes são partilhados não só pelos membros da mesma espécie, mas também entre espécies diferentes. Claro que isto não quer dizer que possamos cruzar um ser humano com uma maçã para que troquem genes… isso é feito pelas corporações de biotecnologia como a Monsanto! Mas as provas científicas apontam para a constante troca genética entre espécies e que nos dias de hoje, baseados em má ciência de má fé, está a atingir limites fora do aceitável sem respeito pelas limitações biológicas e naturais.

As condições e regras biológicas que se aplicam a um transferência genética vertical, pelo menos que se conheçam, não se aplicam necessariamente à transferência comprovada de forma horizontal e entre espécies. A biotecnologia de hoje baseia-se na presunção que esses princípios governam toda e qualquer interação genética, conhecimento já revogado há mais de meia dúzia de anos.

Tudo isto deveria, pelo menos, exigir que os OGM e transgênicos sejam sujeitos a muito mais experimentação independente e rigorosa antes de se continuar a distribuir desenfreadamente para o público em geral. Como é possível que as autoridades sanitárias dos vários governos mundiais os aprovem como seguros e aconselhados?! É quase como se nos dissessem que é seguro, e todos acreditássemos sem sequer questionar porque vem de fonte aparentemente segura.

Somos uma raça muito crente, mas as coisas têm de mudar… e se não for pela sua liberdade, que seja pela sua saúde! Uma pequena mutação genética que um humano carregue pode determinar imensas mudanças, na verdade mover um gene, um minúsculo gene, de um organismo para outro estamos a mudar todo um contexto de forma intensa e destruirá talvez. Não existe forma de prever como se vai comportar o organismo e qual será o resultado ao fim de um médio ou longo prazo.

Pensamos que desenhamos estas novas formas de vida geneticamente mas é como pegar na orquestra de Toronto para tocar uma sinfonia de Beethoven e depois espalhar uma série de baterias e guitarras elétricas aqui e ali e dizer: toquem! O resultado será estrondosamente diferente. A publicidade diz que existe uma intenção e uma bondade enorme por detrás do OGM, mas o fato é que é tudo uma questão de dinheiro e poder.

David Suzuki

O Portugal Mundial acredita que essas intenções vão bem mais além do que apenas dinheiro e poder, mas isso é uma outra história bem longa. Está provado e claro que o DNA de qualquer alimento geneticamente modificado acaba nos tecidos animais e em especial nos laticínios… e as pessoas consomem-nos como se fossem seguros e até bons para a saúde. (4)(5) Existem estudos que mostram que quando humanos ou animais digerem alimentos geneticamente modificados, os genes artificialmente criados transferem informação que alteram o caráter do alimento perante as bactérias benéficas dos intestinos.

Investigadores relatam que os micróbios encontrados no intestino delgado de pacientes com ileostomia são capazes de adquirir e acumular sequências de DNA de alimentos geneticamente modificados. (1)Colheitas geneticamente modificadas já infiltraram as rações animais de forma quase irreversível desde 1996, e é já habitual possuírem uma dieta 100% OGM. Os estudos interligam animais com dietas 100% OGM a inflamações de estômago, dificuldades de reprodução, malformações e aberrações.

É importante salientar que a transferência genética entre culturas geneticamente alteradas e culturas naturais circundantes é inevitável e cada vez mais é difícil encontrar estirpes naturais de algumas plantas. De acordo com a organização mundial de saúde (OMS), a transferência e movimento genético de plantas OGM para espécies relacionadas pode vir a afetar a segurança da alimentação no futuro.

O risco é real, tal como demonstrado quando traços de milho geneticamente alterado e apenas aprovado para alimentação animal foram encontrados em inúmeros produtos para consumo humano nos EUA (3) Na verdade os engenheiros genéticos nunca ponderaram sobre a realidade da transferência de genes quando introduziram OGM no ambiente mundial.

Como resultado estamos já assistindo a consequências desastrosas ao ver que genes de engenharia se espalham, como uma doença, por todos os organismos no ambiente que os rodeia. Watrud et al (2004) provou que o transgene resistente ao herbicida se espalhou por polinização por uma área de 21km além do perímetro de controlo, tendo interferido até em plantas de cariz selvagem. (2) Não é mistério algum que alguns países estejam já banindo OGM… mas não se irão livrar da contaminação!

Referências: (0) Plosone (1) Ncbi.nlm.nih (2) Nature institute (3) Who.int (4) Food Mind fully
Fontes: Noticias Naturais - Portugal Mundial - A Nova Ordem Mundial 
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Re-Post: Humanos Transgênicos


Já vimos mosquitos geneticamente modificados, plantas geneticamente modificadas, e vacas geneticamente modificadas, mas poderíamos em breve ter que lidar com nossas próprias modificações genéticas, seres humanos geneticamente modificados.

É justamente sobre os Humanos Transgênicos que Alex Jones aborda nos vídeos abaixo.
Veja os videos reveladores acerca desse projeto que já é uma realidade em nossos dias. Fique alerta e compartilhe essa informação com o máximo de pessoas que você puder.


Fonte: You tube
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Alex Jones: Somos Drogados em saber


Alex Jones um jornalista independente, inimigo nº1 de Barack Obama e um dos pioneiros na guerra da informação e combate à Nova Ordem Mundial, apresenta um programa especial sobre o uso de vírus vivos num ataque maciço aos nossos cérebros sem que saibamos.

Tudo mediante água e alimentos geneticamente modificados (transgênicos). 

Assista o Vídeo:

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terça-feira, 11 de março de 2014

Cerveja: o transgênico que você bebe


Por Flavio Siqueira Júnior e Ana Paula Bortoletto
Do Outras Palavras

Vamos falar sobre cerveja. Vamos falar sobre o Brasil, que é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com 86,7 bilhões de litros vendidos ao ano e que transformou um simples ato de consumo num ritual presente nos corações e mentes de quem quer deixar os problemas de lado ou, simplesmente, socializar.

Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo.

Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que consta como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera, mas estão de acordo com a legislação brasileira, que permite a substituição de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.

Agora pense na quantidade de cerveja que você já tomou e na quantidade de milho que ela continha, principalmente a partir de 16 de maio de 2007.

Foi nessa data que a CNTBio inaugurou a liberação da comercialização do milho transgênico no Brasil. Hoje já temos 18 espécies desses milhos mutantes produzidos por Monsanto, Syngenta, Basf, Bayer, Dow Agrosciences e Dupont, cujo faturamento somado é maior que o PIB de países como Chile, Portugal e Irlanda.

Tudo bem, mas e daí?

E daí que ainda não há estudos que assegurem que esse milho criado em laboratório seja saudável para o consumo humano e para o equilíbrio do meio ambiente.

Aliás, no ano passado um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas dessas multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos: se fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos horrendos surgiam rapidamente nas pobres cobaias.

O pior é que o poder dessas multinacionais é tão grande, que o estudo foi desclassificado pela editora da revista por pressões de um novo diretor editorial, que tinha a Monsanto como seu empregador anterior.

Além disso, há um movimento mundial contra os transgênicos e o Brasil é um de seus maiores alvos. Não é para menos, nós somos o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, mais da metade do território brasileiro destinado à agricultura é ocupada por essa controversa tecnologia.

Na safra de 2013 do total de milho produzido no país, 89,9% era transgênico. (Todos esses dados são divulgados pelas próprias empresas para mostrar como o seu negócio está crescendo)

Enquanto isso as cervejarias vão “adequando seu produto ao paladar do brasileiro” pedindo para bebermos a cerveja somente quando um desenho impresso na latinha estiver colorido, disfarçando a baixa qualidade que, segundo elas, nós exigimos. O que seria isso se não adaptar o nosso paladar à presença crescente do milho?

Da próxima vez que você tomar uma cervejinha e passar o dia seguinte reinando no banheiro, já tem mais uma justificativa: “foi o milho”.

Dá um frio na barriga, não? Pois então tente questionar a Ambev, quem sabe eles não estão usando os 10,1% de milho não transgênico? O atendimento do SAC pode ser mais atencioso do que a informação do rótulo, que se resume a dizer: “ingredientes: água, cereais não maltados, lúpulo e antioxidante INS 316.”

Vai uma, bem gelada?

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quarta-feira, 5 de março de 2014

Polônia anuncia proibição total de OGM de milho da Monsanto


Por: A verdadeira Ativista

Sociedade Natural.

Após o ativismo anti-Monsanto lançou por nações como a França e a Hungria, Polônia anunciou que vai lançar uma proibição total de crescente tensão geneticamente modificado MON810 da Monsanto. O anúncio, feito pelo ministro da Agricultura, Marek Sawicki, define ainda um outro padrão internacional contra criações geneticamente modificadas da Monsanto.
 
Além de ser ligado a uma infinidade de doenças de saúde, Sawicki diz que o pólen proveniente de esta estirpe GM pode realmente estar devastando a população de abelhas já diminuindo .

"O decreto está em obras. Ele introduz uma proibição total da tensão MON810 de milho na Polônia ", afirmou Sawicki para a imprensa .

Oposição Semelhante ao Monsanto ocorreu no dia 9 de março, quando em 7 países europeus bloquearam uma proposta pela Presidência dinamarquesa da UE, que permitiria o cultivo de plantas geneticamente modificadas em todo o continente.

Foi a França, que em fevereiro de liderar o ataque contra os transgênicos, pedindo à Comissão Europeia que suspenda a autorização de milho transgênico da Monsanto. Além do mais, o país resolveu um caso marco em favor das pessoas com mais de Monsanto, encontrando o gigante de biotecnologia culpado de envenenamento químico .

Em uma decisão proferida por um tribunal de Lyon (sudeste da França), produtor de grãos Paul François afirmou que a Monsanto não conseguiu fornecer avisos adequados no rótulo do produto herbicida Lasso que resultou em problemas neurológicos, como perda de memória e dores de cabeça.

O tribunal ordenou uma peritagem para determinar a soma dos danos, e para verificar a ligação entre Lasso e as doenças relatadas. O resultado foi uma carga de culpa, pavimentando o caminho para mais uma acção judicial em nome dos agricultores feridos.

Desde 1996, o ramo agrícola do sistema de segurança social francês reuniu cerca de 200 alertas por ano em relação a doença relacionados com os pesticidas. No entanto apenas 47 casos foram ainda reconhecidos nos últimos 10 anos .

Unidas estão continuamente tomando uma posição contra a Monsanto, com nações como Hungria destruindo 1.000 hectares de milho GM e Índia batendo Monsanto com ' biopirataria encargos '.

Este artigo apareceu pela primeira vez na Sociedade Natural.

Fontes: Sociedade Natural - True Activist - Illuminati elite maldita
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Monsanto e o poder do veneno


Os ratos alimentados, a vida toda, com o milho transgênico da Monsanto desenvolveram câncer, problemas hepático-renais e morte prematura em índices bem superiores aos que receberam outro tipo de alimentação.

Editorial do Jornal Brasil de Fato

Um estudo publicado em 2012, liderado pelo pesquisador francês Gilles-Éric Séralini, mostrou que 50% dos machos e 70% das fêmeas morreram de forma prematura, contra, respectivamente, 30% e 20% dos do grupo que não comeram o milho do Monsanto.

Se não bastasse a gravidade da denúncia, uma vez que o milho é um dos principais alimentos dos seres humanos, o caso explicitou a outra face da gigante empresa estadunidense do agronegócio: sua ingerência política nos âmbitos científicos.

A revista, a Food and Chemical Toxicology, mesmo reconhecendo que o artigo de Séralini é sério e não apresenta incorreções, se retratou da sua publicação, dizendo que o estudo não é conclusivo.

A retratação ocorreu depois de uma agressiva campanha contra o trabalho do pesquisador francês e, pasmem, após a revista ter contratado como editor especial Richard Goodman, ex-funcionário da Monsanto!

Não faltaram espaços nos meios de comunicação para cientistas, dos centros de pesquisas financiados pela Monsanto, pela Syngente e pela Bayer, repetirem críticas – parciais e inexatas – apenas horas depois da publicação do artigo.

A agência de notícias Adital, que publicou essas informações, não esqueceu de lembrar que o mesmo tipo de perseguição sofreu o mexicano Ignacio Chapela, quando publicou na revista Nature um artigo em que denunciava que o milho camponês da região de Oaxaca/México havia sido contaminado pelo transgênico da Monsanto.

A repetição dessa prática fez com que a Unión de Científicos Comprometidos con la Sociedad emitisse um comunicado condenando a pressão que as empresas transnacionais fazem para que as revista científicas se retratem dos estudos que confirmam danos à saúde pelo consumo dos seus produtos.

O Prêmio Nobel de Medicina/ 2013, Randy Schkman, já havia alertado sobre a promiscuidade das revistas científicas com os grandes grupos empresariais, causando danos à ciência.

Em julho, a ONG europeia, protetora do meio ambiente, Amigos da Terra e a Federação para meio Ambiente e Proteção à Natureza Deutschland (BUND) se prepararam para apresentar um estudo sobre os efeitos do herbicida glifosato no corpo humano.

Os herbicidas que contêm glifosato são carros-chefe da Monsanto. O estudo seria apresentado em 18 países. Misteriosamente, dois dias antes da publicação do estudo, um vírus paralisou o computador do principal organizador do evento. Em nenhum momento se responsabilizou a Monsanto pelo ocorrido.

No entanto, não são desconhecidas as estreitas relações que essa empresa mantém com serviços secretos estadunidenses, com as forças armadas, em empresas de segurança privadas e, principalmente, junto ao governo dos EUA.

É possível que as relações que a empresa mantém com esse poderoso aparato, com inimaginável capacidade investigativa e repressiva, tenham vínculos com os numerosos relatos de ataques cibernéticos regulares, com padrão profissional, que sofrem os críticos da Monsanto.

Com todo esse poderio políticoeconômico, a empresa estadunidenses foi mencionada, inúmeras vezes, com uma ativa coautora do golpe de Estado paraguaio, em junho de 2012, que afastou o presidente democraticamente eleito, Fernando Lugo.

O educador Juan Diaz Bordenavce, falecido em novembro de 2012, escreveu que, entre os dez fatores que serviram como detonadores do golpe, estava o “aumento da proibição de sementes transgênicas, o que poderia afetar os enormes lucros da multinacional norte-americana Monsanto”.

Com o passar dos dias, evidenciou- se ainda mais a participação das transnacionais Monsanto e Cargill, em conluio com a oligarquia latifundiária, as elites empresariais e sua mídia, na execução do golpe.

Essa folha corrida da Monsanto é mais um elemento favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650, proposta no STF pela OAB, solicitando fim das doações de campanha eleitoral por pessoas jurídicas.

Não causa surpresa ver que ministros do STF, safos, como Gilmar Mendes, se posicionem contrários à ação da OAB. Os campos de atuação e os interesses comuns ficam cada vez mais evidenciados.

Fonte: Vermelho 
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Transgênicos no Brasil: seguindo na contramão da biossegurança


Por Fernanda Bianco de Lucena

Desde 2005 ação de inconstitucionalidade contra lei de biossegurança aguarda decisão do STF

Em 2013, o Brasil completa uma década de liberação de Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Contudo, este sempre foi um tema controvertido, a começar pela forma em que se deu a entrada no país: enquanto a utilização não era autorizada, com o contrabando de sementes de soja GM da Argentina.

Em 1998, a liberação comercial foi proibida pela Justiça brasileira, principalmente pela ausência de estudos prévios de impacto ambiental, exigidos pela Constituição Federal no artigo 225, IV. No entanto, sob a lógica do fato consumado, autorizou-se, com a Medida Provisória 113/2003, a comercialização da safra daquele ano, liberando-a das exigências da lei sobre OGM da época (Lei 8.974/1995), em afronta ao arcabouço legal vigente e às decisões das cortes federais do país até então.

A atual Lei de Biossegurança (11.105/2005), sob o pretexto de harmonização dos conflitos entre a lei anterior e as normas ambientais, concentrou as competências em matéria de OGM na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), enfraquecendo a posição dos ministérios do Meio Ambiente e da Saúde, tornou o licenciamento ambiental facultativo à comissão, convalidou seus atos passados e, ainda, afastou a aplicação da Lei de Agrotóxicos.

A solução cunhada aquém dos ditames constitucionais ensejou a propositura, pelo procurador-geral da República, de Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADI 3526, questionando 24 de seus dispositivos.

Na ADI 3.526, argumenta-se que a Lei 11.105/2005 fere a competência comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para proteção do meio ambiente (artigo 23, VI, CF/88), quebra o Sistema Nacional de Meio Ambiente e fragmenta o processo de licenciamento ambiental, em flagrante inconstitucionalidade perante o artigo 225 da Constituição Federal de 88, além de desrespeitar a coisa julgada material, por confrontar decisões judiciais em plena vigência. Segundo o sistema informatizado do Supremo Tribunal Federal, o último andamento da ADI ocorreu no dia 21 de outubro de 2009, com a conclusão dos autos ao relator, ministro Celso de Mello, para que proferisse seu voto, o que se aguarda desde então.

Neste ínterim, a matéria foi terreno fértil para diversas outras provocações ao Judiciário, especialmente em função da atuação arbitrária da CTNBio. É de se ressaltar que, segundo seu último relatório anual, não houve sequer um indeferimento de pedido de liberação comercial. As liberações deferidas rotineiramente desprezam os votos e argumentos contrários, apresentados por representantes da agricultura familiar, dos consumidores, dos ministérios da Saúde, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário, que defendem claramente a aplicação do princípio da precaução.

Ademais, em 2007, fez-se necessário impetrar mandado de segurança para garantir o acesso de qualquer pessoa às reuniões plenárias e das subcomissões da CTNBio, que até então aconteciam a portas fechadas. Outrossim, depois de reiterados pedidos de realização de audiência pública antes da liberação do primeiro milho GM no Brasil, foi preciso o ajuizamento de uma ação civil pública para garantir a participação popular. Além dos dois casos citados, seguiram-se outras ações judiciais visando a coibir ilegalidades em atos da comissão e contrapondo transgênicos a questões ambientais, de saúde e consumeristas.

Há inúmeros outros aspectos controvertidos sobre o tema. Contudo, os referidos deixam transparecer a forte oposição à participação democrática e ao controle social sobre os processos decisórios a respeito dos OGMs. Neste sentido, imprescindível refletir, em sendo assunto de ampla relevância a toda população, cujo conteúdo já congrega grande complexidade, a quem e por qual motivo interessa proteger certo grau de obscuridade?

Fato é que a sociedade brasileira clama por transparência e retidão, como demonstram as recentes manifestações em diversos estados. Anseia-se por uma verdadeira democracia participativa e exigem-se mudanças estruturais nos poderes da República, de modo que o interesse público retorne ao seu devido lugar de prevalência sobre interesses particulares, muitas vezes escusos.

O brasileiro busca retomar a sua cidadania. E nada mais essencial ao cidadão que o direito à alimentação adequada, sem o qual não subsiste o direito à sadia qualidade de vida. Além destes, há os direitos ao meio ambiente equilibrado, à saúde, à segurança, à informação, direito de escolha – todos relacionados à questão dos OGM. É neste contexto ímpar que a tratativa dos transgênicos no Brasil precisa urgentemente ser reconduzida.

*Vice-presidente da Comissão de Bioética e Biodireito da OAB/RJ. Mestre em Direito Internacional e Relações Internacionais pela Universidade de Lisboa.

Fontes: Pratos Limpos, Tribuna do Advogado, Nos dias de Noé
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Pequenas associações avançam contra a Monsanto na Justiça



Ações de R$ 2 bilhões podem afetar projeção de lucros da multinacional

A Monsanto conseguiu realizar acordos com grandes federações da agricultura, mas ainda combate ações de pequenas associações estaduais na justiça. Os processos são relacionados a cobrança indevida de royalties da soja RR1, cuja patente, de acordo com produtores, caiu em 2010. Os produtores cobram a devolução de pagamentos realizados em 2011 e 2012, em ações estimadas em R$ 1,9 bilhão. O valor pode impactar as previsões de lucro da multinacional, apesar de sua possibilidade de recorrer.

A multinacional, atendendo a reivindicações de produtores, havia disponibilizado duas opções de contrato para compra da soja RR2 Intacta. Com isso, algumas ações na justiça foram extintas, em acordo entre a empresa e federações de agricultura. Mas continua sendo questionada sobre a suposta cobrança indevida de royalties e por condicionar a venda de uma nova semente à assinatura de contrato considerado abusivo pelos produtores.

Algumas das liminares preveem o direito a descontos em royalties da RR2 e direito a recorrer valores pagos da RR1, considerados indevidos. A última ação contra a empresa foi feita pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), que obteve liminar na na 16a. Vara Cívil de Porto Alegre. A ação proíbe que a multinacional proponha que agricultores gaúchos abram mão de eventuais indenizações a que possam ter direito - por conta de ação de 2009 contra os royalties cobrados pela Monsanto pelo uso da RR1 - ao adquirir sementes de soja transgênica Intacta RR2 com desconto. Além da Fetag, o Sindicato dos Produtores Rurais de Luis Eduardo Magalhães (BA) também move processo na justiça contra a multinacional, por não concordar com a assinatura do contrato de licenciamento de soja.

Os dois contratos oferecidos pela Monsanto estipulam regras para aquisição, uso e pagamento de royalties para a soja RR2. O contrato de quitação ao produtor estipula que ele possa adquirir a nova tecnologia sem desconto e continuar cobrando os valor pagos que ele considera indevidos. No segundo contrato, de quitação geral, que oferece desconto, o produtor recebe o desconto de R$ 18,50 na taxa de licenciamento, que custa R$ 115 por hectare, em troca do fim da cobrança na Justiça.

A Monsanto informou ao JB, por meio de sua assessoria de imprensa, que, em relação ao Sindicato de Luís Eduardo Magalhães, "com a apresentação de embargos, está suspensa a medida liminar que impede a empresa de assinar acordos de licenciamento da tecnologia Intacta RR2 PRO com agricultores de Luís Eduardo Magalhães (BA). A companhia aguarda a análise de embargos apresentados à liminar para definir suas próximas ações, sempre cumprindo as determinações da Justiça."

Já sobre o caso no Rio Grande do Sul, destaca que "tomou ciência" da ação impetrada na primeira instância da Justiça do Rio Grande do Sul pela Fetag, contra a assinatura dos acordos de licenciamento da tecnologia Intacta RR2 Pro no Estado e que, enquanto aguarda a análise do recurso, suspendeu a assinatura dos acordos de licenciamento no Estado, embora a decisão da Justiça se limite aos membros da Fetag.

"A Monsanto esclarece que os acordos de licenciamento definem as condições de uso da tecnologia Intacta RR2 PRO e dão ao agricultor a possibilidade de utilizá-la. A assinatura de acordos de licenciamento de tecnologia é comum e essencial às atividades que envolvem direitos de propriedade intelectual no Brasil e em todo o mundo, sendo indispensável para a concessão de acesso dos seus direitos aos produtores. A Monsanto garante opções de licenciamento que visam a assegurar a escolha de condições comerciais mais convenientes a cada agricultor", destacou a multinacional por e-mail.

Neste ano, a Monsanto lançou a semente Intacta (RR2), nova soja transgênica patenteada pela multinacional, para ser comercializada na safra 2013/2014 no país. A soja modificada é resistente às lagartas, principalmente as do gênero helicoverpa, que vem atacando lavouras em diversos estados e tem gerado prejuízos aos agricultores. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Helicoverpa armigera é considerada uma praga polífaga, ou seja, ela se alimenta de várias culturas, portanto, é mais difícil de ser controlada e, até safra 2012-13 a helicoverpa era considerada uma praga inexistente no país.

A variedade Intacta substitui a soja transgênica Roundup Ready, a RR1, e que foi motivo de uma ação na Justiça por parte da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), que questionaram o pagamento indevido de royalties à empresa. A ação foi baseada em um estudo técnico e jurídico, contratado pelas entidades, que confirmou que o direito de propriedade intelectual relativo às tecnologias venceu em 31 de agosto de 2010, tornando-as de domínio público.

Em julho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu em julgamento que a patente da RR1 expirou em 2010. "Seguindo jurisprudência consolidada pela Segunda Seção, a Turma confirmou que a patente expirou no dia 31 de agosto de 2010, ou seja, 20 anos após a data do seu primeiro depósito no exterior". Além disso, os agricultores também pediram a devolução de mais de R$ 500 milhões que foram pagos nas safras 2010/2011 e 2012/2013.

O JB entrou em contato com a Monsanto, mas não recebeu retorno até o fechamento desta matéria.

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sábado, 30 de novembro de 2013

Monsanto Ordena Retirada de Artigo de Revista Científica


A revista científica 'Food and Chemical Toxicology' foi obrigada a retirar de circulação um artigo que afirma que o milho transgênico da Monsanto causou tumores em ratos. "Os resultados apresentados no artigo, ainda que corretos, não podem ser considerados tão convincentes para serem publicado em 'Food and Chemical Toxicology'", disse a editora Elsevier em seu site.

Em seu estudo, o pesquisador francês Gilles-Eric Seralini, da Universidade de Caen, afirma que ratos alimentados com milho transgênico da Monsanto ou expostos através da água potável a seus fertilizantes mais vendidos morreram muito mais rápido do que os que seguiram uma dieta sem esses elementos.

Esta dieta mortal continha NK603 (uma variedade de sementes geneticamente modificadas para tolerar altasdoses do herbicida Roundup) ou água com níveis do produto químico permitidos nos EUA.

Além disso, os animais que seguiram a dieta geneticamente modificada desenvolveram tumores mamários e sofreram graves danos ao fígado e rins, observa o estudo, publicado na revista no ano passado. Os resultados alarmantes da pesquisa foram amplamente difundidos pelos meios de comunicação em todo o mundo.

No entanto, a editora informou que recebeu cartas de vários geneticistas céticos sobre as conclusões do estudo. Eles apontaram alguns erros metodológicos, como o número insuficiente de ratos, e observaram falhas e a falta de correlação entre as quantidades de milho GM por porção e a mortalidade dos ratos. Consequentemente, o estudo foi considerado como não suficientemente preciso. Os advogados da Monsanto também estiveram no encalço da editora desde a publicação do estudo.

A editora argumentou ainda que a decisão de retirar o trabalho de circulação veio do conselheiro editorial da revista, o biólogo Richard Goodman, que já trabalhou para a gigante Monsanto. Goodman, por sua vez, negou estar por trás do assunto, dizendo que "os dados da pesquisa não foram verificados por mime e eu não participei da decisão de retirar o estudo." 

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