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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Obama diz que o exército dos EUA está construindo o Homem de Ferro


O discurso oficial do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, após uma reunião com engenheiros e funcionários do Pentágono no último dia 25 poderia ter sido como outro qualquer. Mas não foi. Nele, Obama disse as seguintes palavras: “Basicamente, estou aqui para anunciar que estamos construindo um Homem de Ferro. Este é um projeto secreto com o qual estamos trabalhando há muito tempo”. Depois ele desconversou: “Na verdade, não. Talvez. É confidencial”.

As pessoas presentes riram, mas a mais pura verdade é que sim, os militares dos EUA estão construindo um “Homem de Ferro”. E não estamos falando de um plano mirabolante para as próximas décadas: os primeiros protótipos devem ficar prontos já em junho deste ano.

A grande sacada aqui é que isso tudo que Obama declarou em tom de brincadeira é real. Não apenas o Pentágono está trabalhando firme na construção de um Homem de Ferro, como também este fato já havia sido confirmado pelo Exército dos EUA algumas vezes.

Na realidade, junto com robôs, o Homem de Ferro é uma das maiores apostas do Exército, assim como a Força Aérea e a Marinha estadunidense aposta suas fichas nos drones (veículos aéreos não tripulados).  

No ano passado, o site Gizmodo já havia noticiado o fato. À época, já se sabia até os componentes que a armadura dos “Homens de Ferro” do Exército teriam. Oficialmente chamada de Uniforme Leve Operador de Ataque Tático (TALOS, na sigla em inglês), a vestimenta pode não ter a capacidade de voar, nem pequenos mísseis acoplados, mas sua lista de recursos ainda é extremamente impressionante.

A ideia é que os uniformes rígidos tenham proteção a bala e a choque graças a uma armadura que reveste tanto a superfície macia e flexível da armadura até a parte de metal mais dura e sólida, capaz de repelir com segurança uma corrente elétrica, por exemplo.

Além disso, deve ter capacidade corta-fogo. O Exército também havia mostrado interesse na função de armazenamento e liberação de energia para evitar lesões e melhorar o desempenho de seus soldados. Ou melhor, homens de ferro.

Para completar, a vestimenta terá sensores integrados de comunicação, corporais e externos, além de uma tela que trará informações e gráficos em tempo real da batalha em questão. Isso e um óculos de visão noturna. Todas essas tecnologias, por mais futuristas que possam parecer, já existem e estão disponíveis à equipe que trabalha neste grande projeto.

William McRaven, chefe do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, confirmou que três protótipos já estão sendo montados e devem ser entregues em junho para testes.

É o primeiro passo até a efetiva implantação dos Homens de Ferro, prevista para agosto de 2018. Segundo McRaven, o processo produzirá uma melhoria revolucionária na capacidade de sobrevivência dos usuários – uma enorme vantagem comparativa sobre os inimigos.

Nada mais nada menos do que 95 instituições dos EUA estão envolvidas no projeto: 56 empresas privadas, 16 agências governamentais, 13 universidades e 10 laboratórios nacionais. Agora é esperar para ver se os protótipos que serão apresentados daqui a 4 meses corresponderão às expectativas.

E se, em 2018, nas guerras em que os Estados Unidos costumam se meter, seus homens se parecerão menos com soldados da Segunda Guerra e mais com super-heróis de filmes de Hollywood.

Confira o trecho do discurso em que Obama fala sobre o assunto. Infelizmente, as legendas não estão disponíveis, mas vale a pena para perceber o traquejo do presidente e a reação bem-humorada da plateia (em certo momento, temos a impressão de que se trata de um show de humor no formato stand up comedy): 


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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Pesquisadores desenvolvem ‘detector de mentiras’ para redes sociais


Por Redação, com BBC - de Londres -  BBC Brasil

Chamado de Pheme, nome da deusa grega do rumor, projeto durará três anos

Um projeto que envolve várias universidades e empresas europeias está desenvolvendo um detector de mentiras para checar rumores que circulam em fóruns online e em redes sociais. O sistema analisará em tempo real se uma publicação é verdadeira e identificará se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas.

Os dados analisados incluirão publicações no Twitter, comentários em fóruns sobre temas relacionados a questões de saúde e comentários públicos no Facebook.

O objetivo do sistema é ajudar organizações, inclusive governos e serviços de emergência, a responder de forma mais efetiva a novos acontecimentos.

O projeto surgiu a partir de uma pesquisa sobre o uso de mídia social durante os conflitos de Londres em 2011.

Autoridade

Segundo os pesquisadores, os rumores online serão classificados em quatro tipos:

Especulação – como, por exemplo, se pode haver uma alta na taxa de juros

Controvérsia – como a que ocorreu com a vacina tríplice viral, que foi acusada, em vários países, de provocar o autismo

Má informação – se uma informação falsa é disseminada sem intenção

Desinformação – se uma informação falsa é disseminada intencionalmente

- Depois dos conflitos de 2011, foi sugerido que as redes sociais fossem bloqueadas para impedir que os manifestantes se organizassem – disse Kalina Bontcheva, pesquisadora-chefe do projeto na Universidade de Sheffield.

- Mas as redes sociais também dão acesso a informações úteis. O problema é que tudo isso acontece muito rápido e não conseguimos diferenciar o que é verdade do que é mentira com a mesma velocidade. Isso torna difícil reagir a rumores, por exemplo, impedindo que serviços de emergência invalidem uma mentira para manter a tranquilidade em uma dada situação.

O sistema também categorizará as fontes das informações para avaliar sua autoridade. Elas incluirão serviços de notícias, jornalistas, especialistas, testemunhas, cidadãos e bots contas que publicam automaticamente em redes sociais. O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.

Conversas em redes sociais serão analisadas para ver como elas evoluem. Fontes serão checadas para verificar se a informação se confirma ou não. “Apenas o texto será analisado”, disse Bontcheva. “Não analisaremos imagens, então, não teremos como saber se uma foto foi alterada. Isso é muito difícil tecnicamente.”

Equilíbrio

Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos em um “painel visual” para que as pessoas possam checar se um rumor se sustenta.

A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e será testada principalmente com grupos de jornalistas e profissionais de saúde. “Temos que ver o que funciona ou não e ter certeza de que temos o equilíbrio correto entre análises feitas por máquinas e por pessoas”, disse Bontcheva.

Chamado de Pheme, nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores, o projeto envolve cinco universidades Sheffield, Warwick, King’s College London, Saarland, na Alemanha, e Modul, em Viena e durará 3 anos. Quatro empresas Atos, iHub, Ontotext e Swissinfo também participam.

Ao final, espera-se que seja produzida uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

Otimismo

Segundo Rory Cellar-Jones, correspondente de tecnologia da agência britânica de notícias BBC, o projeto vai de encontro a uma tendência crescente de analisar o que é publicado em redes sociais para extrair disso informações valiosas.

- Um técnica conhecida como ‘análise de sentimentos’ vasculha as redes sociais para detectar padrões e definir qual filme será um sucesso ou qual candidato de uma eleição se saiu melhor em um debate – disse Cellar-Jones. “Até agora, a precisão e qualidade dos seus resultados varia bastante.

- Então, acreditar que técnicas similares serão capazes de distinguir o que é verdade ou mentira nas redes sociais é um tanto otimista.

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Lanchonete de Londres irá rastrear clientes pelo celular


Aos poucos os "Rastreamentos" vão se intencificando e abrangendo as várias áreas da vida social. Agora em mais uma suposta vantagem, uma rede de lanchonetes em Londres vai rastrear o local onde seus clientes se encontram para lhe enviar sugestões etc... Confira a informação!

iBeacon usa um sistema de localização para identificar potenciais compradores

A rede de lojas de sanduíches londrina EAT será a primeira do mundo a testar o iBeacon, tecnologia criada pela Apple que rastreia o local onde os clientes estão para enviar sugestões, segundo informações publicadas nesta terça-feira pelo jornal Folha de S.Paulo.

A tecnologia, que também funciona em aparelhos Android, permite que os varejistas encaminhem mensagens personalizadas ao smartphone de um consumidor,

Segundo a publicação, o iBeacon usa um sistema de localização para identificar potenciais compradores quando eles estão no lugar exato para comprar um produto – um comprador que esteja cmainhando pelo corredor de cerais de um supermercado, por exemplo, pode receber pelo celular detalhes de uma promoção de Cornflakes.

É a primeira vez que essa tecnologia é usada comercialmente fora dos Estados Unidos, onde a Apple e cadeias de varejo como a Macy's já a vêm empregando para "estimular" seus clientes a comprar por meio de seus smartphones.

Fonte: Terra
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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Abelhas Ciborgues Carregam Mochilas com Sensores RFID

Insetos robóticos

Os insetos ciborgues já causaram alguma polêmica, sobretudo quando foram usados para brincadeiras.

Agora, cientistas australianos estão equipando milhares de abelhas com "mochilas eletrônicas", transformando-as em autênticos sensores vivos.

O objetivo é monitorar os insetos com vistas a melhorar seu trabalho de polinização em culturas comerciais e tentar elucidar o mistério da chamada "Desordem do Colapso das Colônias", uma condição que vem dizimando colônias de abelhas em várias partes do mundo.

Quem está por trás do experimento é um brasileiro, Paulo de Souza, atualmente trabalhando no instituto CSIRO.

"Cerca de um terço da comida que comemos depende de polinização, mas as populações de abelhas melíferas em todo o mundo estão caindo por causa do ácaro Varroa e da Desordem do Colapso das Colônias," disse Paulo.

Para agir, ele e sua equipe estão instalando circuitos de 2,5 x 2,5 milímetros em 5.000 abelhas, e soltando-as de volta na natureza.

Os sensores são etiquetas RFID, cujos dados são coletados quando as abelhas ciborgues passam nas proximidades dos vários pontos de checagem distribuídos pelos pesquisadores.

Os sensores são etiquetas RFID, que podem funcionar sem baterias, para sobrecarregar menos os insetos.

Dos pontos de coleta, as informações são enviadas a uma central onde os dados dos sensores são usados para construir um modelo tridimensional, permitindo a visualização das rotas dos insetos através da paisagem - é o que Paulo chama de "sensoriamento de enxame".

"As abelhas são insetos sociais que retornam ao mesmo ponto e operam segundo uma programação muito previsível. Qualquer mudança no seu comportamento indica uma mudança em seu ambiente.

Se pudermos modelar seus movimentos, poderemos reconhecer muito rapidamente quando sua atividade apresentar variação, e poderemos identificar a causa. Isso nos ajudará a entender como maximizar sua produtividade, bem como monitorar qualquer risco de biossegurança," disse o Dr. Paulo de Souza.

Paulo é formado em física pela Universidade Federal do Espirito Santo, e atualmente colabora com a NASA na coleta de dados dos robôs Spirit e Opportunity, que estão em Marte.
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A maior usina solar do mundo está matando pássaros ao derretê-los com o calor


Por: Jesus Diaz

A maior usina solar do mundo é sensacional – caso você não seja um pássaro como este na imagem publicada pela BrightSource Energy. Esta ave voou por cima da usina e foi morta por seus altíssimos níveis de calor, que podem chegar a 573C. Aparentemente, isso já era esperado.


O Wall Street Journal e um relatório mensal da Ivanpah Solar Electrict Generating System (em PDF) já apontavam para o que seria um dos efeitos colaterais da usina de US$ 2,2 bilhões e 40 andares ao sudoeste de Las Vegas.

Quando seus 350.000 espelhos convergem para as caldeiras de água no topo das torres, eles efetivamente se transformam em um raio gigantesco da morte. Tudo o que passar pelos feixes de luz concentrada será morto.


A Comissão de Energia da Califórnia diz que a perda de vida selvagem – e outros problemas ambientais relacionados a isso – é aceitável já que “os benefícios do projeto sobrepõe esses impactos”.

De acordo com eles, a usina produzirá energia elétrica o suficiente para alimentar 140.000 lares quando estiver na sua capacidade máximo, com uma grande redução de emissão de carbono. Ambientalistas afirmam que os benefícios podem não ser tão claros assim.

Para piorar as coisas, biólogos dizem que os pássaros podem estar confundindo o mar de espelhos com um lago, o que os atrai para uma miragem mortal.

As imagens das aves vieram do relatório mensal. Onze pássaros foram encontrados feridos ou mortos no período.

Fonte: Gizmodo Brasil 
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Alerta: Nanobiometria irá acompanhar você por cheiro


Nicholas Ocidente

Em poucos anos, já se acostumaram a zangão vigilância e uma variedade de tecnologia de rastreamento biométrico de identificação que formou uma matriz generalizada de identificação e retenção de dados pessoais. Conforme discutido na Quão perto estamos de um Nano- Estado de vigilância baseado? em fevereiro de 2011, a próxima fase do ID será na escala nano.

DARPA e seus contratantes têm vindo a trabalhar há algum tempo em fazer -lhe , e não apenas os seus dados pessoais, o mecanismo de rastreamento. Através de uma matriz de sensores biológicos e dados biométricos, o indivíduo já está definido para ser rastreado, localizado e databased com maior frequência e muito mais facilidade.
 
Um novo anúncio de uma empresa de engenharia espanhola destaca a direção que está sendo tomada em extrair o máximo inata pessoalmente informações de identificação possível. Nós já temos escaneamento de íris, impressão digital biométrica, reconhecimento facial, reconhecimento de voz , o pagamento com scans da veia , e propostas para os bancos de dados de varredura do cérebro . Agora o nosso cheiro único está sendo pesquisado como a melhor ferramenta para fornecer uma autenticação de identidade.

Nanotecnologia para fins de identificação já foi introduzida nas seguintes formas, só para citar alguns:

Sensores Nano para uso na agricultura que medem culturas e condições ambientais.

Plantas usando farejadores DNA Rewired para detectar explosivos e agentes biológicos.

"poeira inteligente" motes que sem fios transmitem dados sobre a temperatura, luz e movimento (isso também pode ser usado em moeda para rastrear dinheiro).

Baseados em Nano códigos de barras RFID que podem ser incorporados em qualquer material para o acompanhamento de todos os produtos. . . e pessoas.
Nano que podem detectar alterações moleculares que indica a presença de doenças.

Dispositivos para detecção de moléculas, enzimas, proteínas e marcadores genéticos - abrindo a porta para armas biológicas específicas da raça, como mencionado no projeto de documento de política de um Novo Século Americano Reconstruindo as defesas da América.

São estes últimos pontos que torna o uso de uns marcadores genéticos particularmente preocupante. Por exemplo, já foi proposta a utilização de genéticos pat-penas para uso em triagem aeroporto.

E, de fato, a empresa pesquisando o conceito de nanoescala ID sensor de cheiro - Ilia Systems Ltd - destaca aplicações de segurança, como o rastreio aeroporto e controle nacional de fronteiras. (Fonte) rápida para amenizar a preocupação com o Big Brother, no entanto, um comunicado de imprensa da Universidad Politécnica de Madrid vê esta tecnologia apenas como uma extensão do que já tem sido usado desde o início - basta pensar nisso como um cão de caça eletrônico:

Pessoas corpo identificação odor não é uma idéia nova, considerando, uma vez que vem realizando há mais de um século pela polícia graças à ajuda de bloodhounds cães que são treinados para tal tarefa. A capacidade destes cães para seguir a trilha de uma pessoa a partir de uma amostra de seu ou dela odor pessoal é bem conhecida e as provas de que o uso odor corporal é eficaz é um identificador biométrico eficaz.

Embora os sensores utilizados hoje ainda não alcançaram o sentido do cão precisão de cheiro, a pesquisa utilizou um sistema desenvolvido pela empresa SL Ilia Sistemas que tem uma alta sensibilidade para detectar elementos voláteis presentes no odor do corpo.


A diferença, eu arugue, é que o próprio cão de caça tradicional não tem a capacidade de transmitir informações instantaneamente a uma série de bancos de dados a serem analisados, armazenados e utilizados para aplicações de rastreamento de futuros por agências governamentais ou interesses privados.

Nós só precisamos olhar para as aplicações que foram admitidos, a fim de perceber que este tipo de tecnologia é muito mais vasta do que a autenticação em escala nosso ID para a nossa própria segurança financeira pessoal, ou para a detecção e prevenção de doenças.

Em 2003, o Departamento de recém-inaugurado Segurança Interna mostrou interesse imediato em SensorNet, um programa liderado pela Oak Ridge National Laboratory e seus parceiros estratégicos para pesquisar formas de integrar totalmente os micro-nano-sensores e em uma matriz global de Internet-como de detecção e vigilância em tempo real.

O Departamento de Defesa alocou US $ 3 milhões para a iniciativa para o primeiro ano, com um orçamento previsto para os biliões que estão sendo alocados no longo prazo para "sistemas de detecção".

Em 2006, Oak Ridge anunciou que planejava transformar base militar Fort Bragg em um protótipo para as cidades do futuro da América. De acordo com o Departamento de Energia pesquisador, Bryan Gorman, "Qualquer sensor pode falar com qualquer aplicação. Assim como com a Internet ou com sistemas de telefonia, não importa que tipo de computador ou telefone que você tem, onde está ou qual aplicativo você está em execução.

"O sistema simplesmente funciona". SensorNet, desde então, se transformou em um mesmo sistema mais abrangente "para integrar medidas de segurança... para o sistema de transporte", que inclui preocupações em torno do transporte e do comércio na "política, econômica, ou "arenas ambientais que estamos realmente vendo com este desenvolvimento de cheiro ID é o que se costuma ver com rastejando tecnologia de vigilância: o primeiro é introduzido através dos benefícios potenciais na área de detecção e protecção contra o terrorismo doença, real e financeira - tudo voluntário, é claro - antes que se torne uma parte onipresente e permanente (e obrigatório) da paisagem humana.

O potencial para abusar deste tipo de tecnologia, integrando-o através atualmente linhas diferentes é praticamente certo em nosso mundo comprometida em dados atualmente.

Ciência legítima deve pesquisar maneiras de aumentar o potencial humano e da liberdade, não permite que ele seja usado como um sistema de identificação e controlar pelo politicamente e moralmente comprometida. Com o surgimento da nanotecnologia como uma iniciativa federal , devemos resistir fortemente a coleção de qualquer parte de nossa força de vida para ser usado em qualquer forma que a ciência controlado pelo governo julgue convenientes.

É a apropriação indevida de ciência e tecnologia que representa um dos maiores ameaças à nossa liberdade. Quanto tempo mais podemos permitir que a parte ética da discussão se tornar uma reflexão tardia, em vez de um componente integral, enquanto começando este tipo de pesquisa?

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

EUA teriam usado armas climáticas contra a Sérvia?


Frios intensos, secas, incêndios florestais, granizo, tufões, tsunamis e outras calamidades naturais - foram sempre vistos como um castigo de Deus. Hoje em dia, o quadro mudou – qualquer que seja a calamidade, surge logo a versão sobre os desígnios malignos dos EUA!

Depois se seguem raciocínios acerca do projeto global HAARP que, como se supõe, teria sido criado para estudar o clima do planeta, em particular, das auroras boreais e que, na realidade, se presume ser uma arma climática e psicotrópica de elevada potência.

Há pouco veio a lume mais uma “horrível” notícia sensacionalista - os EUA teriam tentado alterar o clima na Sérvia, baixando a temperatura até o nível do Ártico. Felizmente, a tentativa fracassou, tendo o frio passado ainda pelo território dos EUA. A informação tem sido comentada pela comunicação social da Sérvia ao ponto de não podermos ficar à margem do assunto e decidirmos consultar peritos russos.

Na ótica de Konstantin Sivkov, doutor em ciências militares, primeiro vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos e antigo oficial da Marinha de Guerra, o tempo meteorológico pode ser suscetível à ação do homem:

“Em princípio, é uma coisa perfeitamente viável. Numa determinada região, se pode causar chuvas mediante o uso de respectivas misturas e aerossóis. E, pelo contrário, na região de Moscou e na capital russa, durante as festas populares, podemos fazer com que “faça bom tempo” sem quaisquer problemas. Por isso, em zonas de combates, tais medidas também podem ser aplicadas”.

Mas, no plano estratégico, o HAARP não pode ser considerado uma arma, sendo problemáticas eventuais previsões de seus efeitos sobre o clima em geral. A essa luz, convém se interrogar de novo sobre a hipotética tentativa de provocar baixas temperaturas na Sérvia e as suas repercussões negativas nos EUA. O perito sustenta:

“Tal medida é capaz de suscitar efeitos imprevistos. Se algum dia for empreendida, poderá vir a afetar o tempo em grandes áreas, abrangendo um continente inteiro ou uma boa metade do continente em questão. Assim, os rumores de o HAARP ter sido apontado contra a Sérvia, são completamente absurdos. A Sérvia não pode ser atingida pelo HAARP. Tentar fazê-lo equivaleria disparar um canhão contra pardais”.

Segundo os dados mais recentes, a realização do HAARP foi suspensa por não estarem estabelecidas as consequências do seu emprego. A julgar por tudo, as mudanças climáticas na Europa e nos EUA têm outros motivos. Após uma catástrofe no Golfo do México, ocorrida há uns anos, se deram algumas alterações sérias na corrente do Golfo.

A enorme quantidade de crude que se misturou com as águas oceânicas foi absorvida e conservada à profundidade de algumas centenas de metros, razão pela qual se formou uma espécie de tela ou tampão que veio perturbar a circulação das águas nessa região. Em resultado disso, a corrente do Golfo se dividiu em duas correntes.

Uma, que é quente, circula no sul dos EUA e na zona do Atlântico Central, e outra, fria, que se formando em cima faz circular a água fria. É por esse motivo que vão surgindo temperaturas análogas às da Yakútia e das regiões centrais e setentrionais da Rússia”.

Outro perito, o meteorologista Alexander Golubev, chefe do Departamento de Previsões a Curto Prazo e Calamidades, foi menos perentório nas suas avaliações do problema:

“Teoricamente, seria possível examinar qualquer hipótese. Mas na prática, para que tal possa acontecer, precisaremos de uma avultada quantidade de energia. A Humanidade não tem condições para fazer experiências do género e alcançar êxitos. É arriscado brincar com a Natureza.

Os fenómenos perigosos que temos observado, de carácter meteorológico, hidrológico e outros tantos, se devem à heterogeneidade atmosférica em movimento permanente. Por isso, o principal objetivo dos serviços meteorológicos mundiais consiste em fazer previsões de fenómenos, capazes de exercer influência sobre a vida das pessoas, o panorama económico, a situação na agricultura, etc.”

Por que é que, na altura em que a OTAN estava bombardeando a Jugoslávia, no sudeste da Europa oriental se estabeleceu um bom tempo com céu limpo? Peritos militares, entre os quais Konstantin Sivkov, acreditam terem havido algumas manipulações do tempo. Isto é, foi possível causar chuvas artificiais num determinado território, por exemplo, durante a guerra no Vietnã, ou “assegurar” um céu limpo, o que facilitou a pontaria de pilotos na investida aérea contra a Jugoslávia... Alexander Golubev comenta:

“Sou meteorologista praticante e posso avançar previsões para um prazo de 3-5-9 dias ou até de um mês. Neste contexto, posso dizer o seguinte: quando se prevê um bom tempo, pode ser previsto para um período prolongado. Normalmente, tem-se em vista um anticiclone num espaço bastante grande.

E não só no território da Sérvia. Às vezes, o anticiclone vem abrangendo toda a Europa Ocidental, do Leste e a Rússia. Por isso, falar de ações planejadas concretas seria, ao menos, ingênuo. Na etapa atual de desenvolvimento tecnológico e científico tal ação teria sido impossível de praticar”. 

Fonte: Voz da Rússia 
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Holograma do primeiro-ministro da Turquia foi transmitido para Reunião! (Vídeo)

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Por: Daniel John Lee

Essa aconteceu dias atrás na Turquia: Projeto Blue Beam não é mais ficção, agora se torna realidade, imagens por Holograma

Segundo este artigo, o premiê da Turquia Recep Tayip Erdogan estava literalmente radiante pela tecnologia holográfica em uma reunião em Izmir.

Uma empresa turca de efeitos especiais, Polyvision, permitiu esta versão avatar do PM para se comunicar com os membros do seu partido.

Projeto Blue Beam, usando o estado das imagens holográficas de arte, tem sido discutido há anos, como o meio pelo qual a Nova Ordem Mundial irá cativar o mundo.

Este vídeo feito há algumas semanas, por exemplo, detalha a utilização prevista para o Projeto Blue Beam (hologramas) para cativar o mundo com a tecnologia e criar a decepção, exaltando o filho da perdição. 


Com o primeiro político a utilizar a tecnologia holográfica há poucos dias na Turquia, o cenário está sendo armado para toda a magia eletrônica do mal para poder aproveitar através do homem caído para trazer o engano final.

 

Mais e mais sinais estão apontando para a Grande Tribulação, anunciada há milhares de anos pelo Apóstolo João, e irrompendo nas próximas semanas!

Fontes: Spiritand Torah, Horizonte News
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Robôs destruiram quase metade dos empregos no mundo


De acordo com um estudo, 47% dos postos de trabalho que existem no mundo são susceptíveis de ser automatizado nas próximas duas décadas. Os ricos estão a construção de robôs que se seguirão o capital acumulado em suas mãos.

O aumento da automação significa maior eficiência para as empresas, portanto, mais lucro e menos também precisam de empregos. O fosso entre os ricos e classe ea insegurança no trabalho pobres se alarga, de acordo com um relatório da Oxfam. 

O objetivo do estudo foi o de contar o número de postos de trabalho que poderiam ser automatizadas, eo número resultante era enorme: 47% . Criativo e artesanato são os mais seguros comercializa principalmente como o pastor, editor e dentista. A riqueza de 1% das pessoas mais ricas do mundo é 65 vezes maior do que a metade mais pobre.

Em contraste, os cargos de motoristas, digitadores e até mesmo vendedores são esperados para desaparecer. A prosperidade desencadeada pela revolução digital tem beneficiado principalmente os donos do capital e os trabalhadores mais qualificados. Assim, durante as últimas três décadas, a participação do trabalho na produção diminuiu globalmente de 64% para 59 %.

O desemprego está em níveis alarmantes na maioria dos países ricos, não só por razões cíclicas. "A riqueza de 1% das pessoas mais ricas do mundo, no valor de 110 bilhões de dólares, ou 65 vezes maior do que a metade mais pobre do mundo", diz o relatório. Até agora, há muito menos empregos criado na nova economia baseada na informação que criou a economia baseada produção anterior.

Na verdade, no ano passado, Google, Apple, Amazon e Facebook vale mais de 1 trilhão de dólares, mas só empregam 150 mil pessoas. Tendo em conta estes dados, a Oxfam prevê, em um relatório publicado nesta semana, um grande aumento na luta entre classes e instabilidade no seio dos países, que ameaçam seriamente a estabilidade global.

Fontes: RT, Illuminati elite maldita  
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Exército se prepara para substituir milhares de soldados com robôs militares

AFP Photo / HO  Share on Tumblr

Uma guerra zangão all-out parece inevitável dada a rapidez com que a tecnologia está avançando campo de batalha neste dia e idade, mas um comandante de exército dos Estados Unidos espera um arsenal de guerreiros robóticos poderiam ser, mas de alguns anos de distância.

O general Robert Cone, o chefe de Treinamento e Doutrina de Comando do Exército, disse durante um simpósio recente, que ele acha que há uma chance de o tamanho da brigada do exército combate equipes vão encolher em um quarto nos próximos anos, a partir de 4.000 soldados total para 3000 . Pegando a folga, segundo ele, poderia ser uma frota de máquinas de matar robóticos parecidos com as versões solo dos veículos aéreos não tripulados, ou drones, cada vez mais utilizadas pelos exércitos do mundo.

The Times Militar 'Paul McLeary foi o primeiro a denunciar esta semana em observações que Cone, um general de quatro estrelas, feitas durante a Aviação do Exército Simpósio 15 de janeiro em Arilington, Virginia.

"Eu tenho uma orientação clara para pensar sobre o que se poderia roboticamente executar algumas das tarefas em termos de capacidade de manobra, em termos do futuro da força", disse Cone sua torcida, de acordo com McLeary, acrescentando que ele também tem " orientação clara para repensar "o tamanho desses esquadrões de infantaria, que atualmente são tripuladas por nove soldados cada.

Equipes de combate da Brigada são as menores unidades de tamanho decente que pode ser enviado para a guerra por conta própria, Popular Science reconheceu. Mesmo que eles estão limitados a apenas nove soldados cada um, no entanto, o corte de seu tamanho em um quarto e aderência em robótica no-obras ainda poderia dar essas brigadas capacidade inigualável no campo de batalha.

"Se o Exército pode reduzir número de pessoas na esquadrões, ele pode reduzir a força de trabalho total de todos os lugares, e pode adquirir veículos que são menores e mais baratos, "escreveu Kelsey Atherton para PopSci. "Para reduzir a força de trabalho sem reduzir a capacidade de luta, Exército terá de se certificar de que Brigadas têm tudo que precisam para ser apenas eficaz ".

De acordo com o general Cone, que poderia ser apenas um par de anos de distância e exatamente o que é necessário.
"Você não acha que 3.000 pessoas é provavelmente o suficiente, provavelmente, para sobreviver" com o aumento da capacidade tecnológica, disse ele durante simpósio da semana passada.

Como RT tem relatado amplamente no passado, o Pentágono tem há anos foi mexer com guerreiros robóticos feitas para substituir algum dia os soldados da vida real no campo de batalha do futuro. Algumas dessas tropas drones já passaram por testes exaustivos, e Cone sugere que eles poderão em breve entrará em bom uso como o militar considera mais backs escala entre cortes de gastos induzida por seqüestro.

De acordo com McLeary, o general disse que prevê " um menor, mais letal, destacável e ágil força "no futuro do Exército. The Times Militar informou que o Exército está no bom caminho para reduzir o número de soldados por 60.000 antes de 2015 acabou, e, em seguida, poderia cortar tanto em 2019 para trazer o número total de tropas - Tropas humanos - para 420.000.

"Quando você vê o sucesso, francamente, que a Marinha tem tido em termos de redução do número de pessoas a bordo de navios, há funções na brigada que poderíamos automatizar - robôs ou formação de equipes tripulada / não-tripulado - e diminuir o número de pessoas que estão envolvidos, dado o fato de que as pessoas são os nossos principais cos t ", disse ele.

Em maio passado, a Marinha os EUA apresentou um primeiro de seu tipo de frota para o ramo militar que depende de ambos os veículos tripulados e não tripulados para acompanhar navios de guerra para a batalha. Então, em novembro, um drone Marinha dos EUA colidiu com um navio de guerra e causou cerca de US $ 30 milhões em danos.

Fontes: RT, Illuminati elite maldita 
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sábado, 18 de janeiro de 2014

Tecnologia para gerar eletricidade na Lua à noite


Refletores de Fresnel (azul e cinza escuro) concentram os raios solares em um coletor, abaixo do qual há um tubo cheio de fluido que se transforma em gás quando aquecido.

Esse gás aquece a massa térmica ou um reservatório (caixa cinza), que pode transferir esse calor para um motor Stirling (objeto em forma de cruz) para produzir eletricidade. Um radiador (azul) pode aquecer rovers e tripulantes. A capa amarela é um protetor que impede o calor de se dissipar rapidamente.[Imagem acima: Blai Climent et al.]

Energia solar à noite

Quando se fala em energia solar, todos se lembram do seu grande inconveniente: a energia só é gerada durante o dia, e precisa ser armazenada de alguma forma para ser usada à noite.

O problema será muito maior quando se tratar de abastecer estações tripuladas na Lua.

A noite lunar dura 14 dias terrestres, período no qual as temperaturas chegam a -150 º C.

Isso complica o movimento de veículos e o funcionamento de equipamentos em uma estação lunar, o que exigiria o transporte de pesadas baterias da Terra ou o uso da energia nuclear - contudo, mesmo usando uma fonte de radioisótopos, o robô chinês Yutu precisa ser desligado durante a noite lunar.

Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, apresentou duas opções para armazenar a energia solar produzida na Lua durante o dia para uso durante suas longas noites.

Energia térmica

"O primeiro sistema consiste em modificar fragmentos de regolito, o solo lunar, incorporando elementos como o alumínio, por exemplo, de tal forma que ele se torne uma massa térmica," explica Ricard Gonzalez-Cinca, um dos autores das propostas.

Essa massa térmica seria aquecida pelo Sol durante o dia, e o calor seria usado para gerar eletricidade durante a noite.

O segundo sistema é similar, mas mais sofisticado, incorporando um conjunto de espelhos e um motor térmico.

Os espelhos são refletores de Fresnel, como os usados em algumas tecnologias de energia solar na Terra, que concentram os raios solares sobre um tubo cheio de líquido. 

O calor converte o líquido em um gás, que é então usado para aquecer a massa térmica. Depois, durante a longa noite lunar, o calor é transferido para um motor Stirling para produzir eletricidade.

"Este sistema é melhor equipado do que o modelo anterior para projetos lunares com maiores necessidades de energia, como uma missão tripulada que precise passar a noite na Lua," disse Gonzalez-Cinca.

A NASA já apresentou planos para usar um motor Stirling para impulsionar naves, mas ele seria alimentado por plutônio, e não por energia solar.

A propósito, a NASA andava totalmente desinteressada na Lua, mas as coisas podem mudar com os programas espaciais da China, Índia e Japão, que já anunciaram planos de enviar missões tripuladas ao satélite.

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Polícia vai parar carros à distância com canhão de micro-ondas


Ao apertar de um botão, os guardas simplesmente imobilizarão o carro suspeito à distância.

Radares que fotografam placas de veículos em excesso de velocidade logo se tornarão o aspecto mais brando da fiscalização policial.

Aparelhos que disparam rajadas de micro-ondas, travando todo o controle eletrônico dos carros, em breve darão novos poderes às autoridades para controlar veículos suspeitos.

Esses aparelhos, que usam ondas eletromagnéticas de alta potência para atrapalhar o funcionamento dos computadores dos carros mais modernos, já estão na fase final de testes.

A intenção é que a polícia não precise mais sair perseguindo os veículos suspeitos: ao apertar de um botão, os guardas simplesmente imobilizarão o carro suspeito à distância.

A pedido da polícia da França, Espanha e Alemanha, um consórcio financiado pela Comissão Europeia está desenvolvendo um aparelho com essa capacidade.

A empresa de eletrônicos E2V, do Reino Unido, começou antes o desenvolvimento de um sistema semelhante, e testou com sucesso sua tecnologia há algumas semanas.

Como parar um carro à distância

O projeto europeu SAVELEC (Controle seguro de veículos não-cooperativos através de meios eletromagnéticos) recebeu recursos da ordem de €4,3 milhões.

Engenheiros da Agência Aeroespacial Alemã DLR, que fazem parte do consórcio, se debruçaram sobre as ECUs (Unidades de Controle de Motores) - uma espécie de CPU dos carros - para identificar vulnerabilidades nos microchips que possam ser exploradas através de sinais de rádio.

Na MBDA, uma fabricante de mísseis francesa, uma equipe está fazendo simulações com grandes grupos de motoristas voluntários para avaliar como eles reagem quando os carros simplesmente "apagam" em alta velocidade.

Os aparelhos não pretendem fritar a eletrônica de um carro - como as armas militares de pulsos eletromagnéticos fazem - mas apenas desativá-los temporariamente.

Com a fiação do veículo atuando como uma antena, os pulsos desativam temporariamente a ECU forçando-a a reiniciar-se constantemente, o que faz o veículo deixar de funcionar e eventualmente parar - embora não se saiba exatamente o efeito dos pulsos sobre o controle eletrônico da direção e dos freios.

"Nós queremos desorientar a eletrônica do carro para que possamos parar o carro, mas não queremos quebrá-lo e deixá-lo travado na rodovia. E nós também não queremos ferir os ocupantes, pedestres próximos ou a polícia com o feixe," disse Cécile Macé, da MBDA.

O aparelho final provavelmente será muito menor do que o protótipo, que usa uma enorme antena para ter um alcance de 60 metros. [Imagem: SAVELEC]

Cópias piratas

O aparelho final provavelmente será muito menor do que aquele no qual a E2V está trabalhando, que possui um transmissor de 350 quilos montado em um SUV e um "canhão metálico" - uma antena - capaz de disparar feixes de micro-ondas em um carro ou moto a até 60 metros de distância.

O consórcio SAVELEC ainda não testou seu sistema, mas o objetivo é ter um protótipo pronto em 2016.

Por enquanto os engenheiros não estão disponibilizando detalhes técnicos sobre o trabalho, a fim de evitar que outras pessoas desenvolvam contramedidas à tecnologia - ou construam a sua própria versão do aparelho e "congelem" os carros da polícia.

Com informações da New Scientist

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Internet não é única responsável pela espionagem, diz cientista


Demi Getschko, um dos membros do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), diz que "internet está pagando o pato sozinha nessa história de espionagem"

A internet está pagando o pato sozinha nessa história de espionagem, diz Demi Getschko, um dos membros do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Pioneiro da internet no Brasil, Getschko é defensor do caráter livre da rede mundial de computadores.

Ele lembra que a bisbilhotagem eletrônica começou na infraestrutura, aconteceu em telefonia e, eventualmente, na internet, mas só se discute como a internet pode ser mais segura, como pode deixar de vazar dados etc.

“Na verdade, o vazamento é de cabo submarino e de infraestrutura. Aonde os cabos chegam são monitorados. O vazamento em telefonia, é um vazamento em telecomunicações. Tem outras coisas envolvidas, como o vazamento de e-mails. Bom, aí estamos em outra área, e não queria que a internet fosse pagar o pato aí”, destaca Getschko.

Para ele, a internet se desenvolveu muito bem no Brasil, não está atrasada em relação a nenhum lugar no mundo, mas, claro, em volume menor, porque o país tem dificuldade de infraestrutura e custo, sob o ponto de vista econômico. Ao fazer um balanço da introdução da rede no país, ele diz, categoricamente, que foi tudo normal do ponto de vista da introdução da novidade.

“Quando a web nasceu, veio para o Brasil. Quando o Facebook nasceu, veio para o Brasil e, quando o Orkut surgiu, o país foi um dos que adotaram pesadamente [a rede de relacionamentos]. Então, o Brasil não tem perdido em nada o pé nesta evolução da internet”, ressaltou.

Discussão

Com esse argumento, Getschko diz que o Brasil não tem perdido em nada “nesta evolução da internet” e é, por isso, que insiste em ter uma declaração de princípios, como é o Marco Civil, “não para consertar o que está errado, mas para prevenir doenças e infecções que ela [internet] possa ter”.

No perfil que traçou da rede no Brasil, ele destaca o começo, quando ainda não existia regulação. "Era preciso, apenas, ter a licença para ser provedor de internet. Mandic, UOL e BOL criaram seus provedores, simplesmente, porque tiveram a iniciativa e resolveram arriscar naquilo”, lembrou.

Para Getschko, dessa forma, sem barreira de entrada, houve crescimento rápido e com muito conteúdo em português. Segundo o cientista, a Lei Geral da Telecomunicações reconhece duas camadas distintas. Uma camada regulada, que é a das telecomunicações, com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e uma camada de valor adicionado, que é de conteúdo, de neutralidade e que não deve ser regulada por ninguém, sendo livre e neutra. “É um ponto do Marco Civil”, diz Getschko, que defende a privacidade e a proteção de dados dos cidadãos.

Nada militar

Por mais que se diga que a rede foi criada durante a guerra fria, como defesa após uma possível hecatombe apocalíptica e outras histórias desse tipo, Getschko defende o caráter livre da internet. Segundo ele, a rede nasceu de um projeto com dinheiro do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas o pessoal que se envolveu era o da ciência, da pesquisa, eram engenheiros da melhor qualidade, na Califórnia, onde funcionava o centro da contracultura dos anos 1970.

Era um pessoal que estava envolvido em todo o movimento cultural, que penetrou nos conceitos básico da internet, enfatiza o cientista. De acordo com ele, o dinheiro era militar – os militares tinham aplicações para o novo projeto, como vários outros projetos são desenvolvidos de uma fonte genérica. “Mas o produto veio de cabeças abertas, de algo que não tem centro, não tem controle, que é aberto para todo mundo e que é basicamente libertário. Isto transpira até no nome que deram às coisas. Os padrões que a internet gera chamam-se request for comment [RFC, em português, solicitamos comentários]", destaca. Os RFCs são documentos que tratam de padrões na internet. Ou seja, nada é imposto e a comunidade tem liberdade para comentar, explica.

Getschko ressalta, além disso, a internet foi concebida para ser uma rede ponto a ponto, onde um equipamento fala com o outro diretamente, sem que alguém filtre no meio do caminho. Ninguém deveria filtrar nada no meio do caminho.”

Sempre simples

Outra discussão, informa, é que a rede precisa ser simples para poder crescer, sem qualquer complexidade. “Aí vem as discussões sobre criptografia, como fazemos e-mail protegido, como atendemos o decreto da Presidência, sobre as comunicações nacionais etc. São complicações que não são da internet. São das bordas. Aliás, isso não deve ser tributado à internet, que está pagando o pato sozinha nessa história da espionagem, e isso é injusto.

Demi Getschko esteve em João Pessoa, no início de dezembro, onde participou da Conferência Brasil-Canadá 3.0, edição 2013.

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