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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Americana infectada com ebola está a caminho de hospital em Atlanta


O avião com o segundo cidadão americano infectado com ebola, a missionária Nancy Writebol, já deixou a Libéria e está a caminho de Atlanta, nos Estados Unidos, onde ela será tratada no mesmo hospital que o médico Kent Brantly, que também está com a doença, informou nesta segunda-feira a imprensa local.

Nancy, de 59 anos, deverá aterrissar ao meio-dia desta terça-feira na base militar de Dobbins Air, para depois ser transferida para o hospital da Universidade Emory em Atlanta, segundo a imprensa americana.

O avião, que conta com uma sala de isolamento necessária, só tem capacidade para uma pessoa, por isso teve que retornar à Libéria para transportar a missionária depois que deixou Brantly no centro médico no sábado.

Bruce Johnson, o presidente da SIM USA, a associação de ajuda humanitária para a qual trabalha Nancy, disse para a emissora "MSNBC" que a missionária "já consegue caminhar".

Por outro lado, Tom Frieden, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) dos EUA, declarou no domingo que Brantly, de 33 anos, mostra sinais de "melhora", o que considerou "encorajador".

Brantly e Nancy apresentaram os sintomas do ebola - febre, vômitos e diarreia - durante seu trabalho na Libéria e exames de sangue posteriores confirmaram que ambos tinham a doença no final de julho.

O surto de ebola é o maior registrado até agora e, segundo dados da OMS divulgados nesta segunda-feira, já infectou 1.603 pessoas - das quais 887 morreram - em Serra Leoa, Guiné e Libéria, os três países mais afetados. 

Fonte: Notícias UOU 
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Primeira fábrica de mosquitos transgênicos do Brasil é inaugurada em Campinas/SP


O Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue

A primeira fábrica de mosquitos da dengue transgênicos do Brasil foi inaugurada nessa terça-feira (29), em Campinas. A unidade da empresa britânica Oxietic tem capacidade para produzir 500 mil mosquitos aedes aegypti machos por semana - esse número pode saltar para 2 milhões. Se a produção for aprovada, poderá ajudar no combate da dengue no território nacional.

Em 2002, a Oxietic desenvolveu os mosquistos aedes aegypti transgênicos a partir de uma microinjeção de DNA contendo dois genes nos ovos dos transmissores da dengue. Um dos genes serve para impedir que os descendentes dos insetos cheguem à fase adulta e outro é para identificá-los sob uma luz específica.

As fêmeas são responsáveis pela incubação e transmissão do vírus, mas ao procriar com os machos transgênicos elas geram descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, de modo que a população total de mosquitos é reduzida.

Testes iniciados há três anos na cidade de Juazeiro, na Bahia, apresentaram uma redução de mais de 80% da população que vive na natureza. Os experimentos com os insetos da Oxitec no Brasil foram realizados em parceria com a organização Moscamed.

A Oxitec tem como possível cliente o poder público, contudo, a contratação depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que, por enquanto, ainda está estudando se vai autorizar ou não a comercialização de serviços do gênero. Com o veredito positivo da Anvisa, o Brasil pode ser o primeiro país a usar o aedes aegypti transgênico, em caráter comercial, para combater a dengue.

De acordo com Glenn Slade, o diretor global de desenvolvimento de negócios da empresa, para uma cidade de 50 mil habitantes fazer uso do serviço, ela deverá desembolsar de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões por ano, e R$ 1 milhão para manutenção dos insetos nos anos seguintes.

Fontes G1 - Notícias 
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Brasil é o único país do mundo a liberar mosquitos da dengue transgênicos

A população de Juazeiro e Jacobina – BA foi usada como cobaia

Testes não comprovaram redução da doença

Em 2011 foi instalada em Juazeiro uma “biofábrica” de insetos geneticamente modificados com apoio do Ministério da Agricultura e do governo baiano. Milhões de mosquitos transgênicos foram liberados em bairros de Juazeiro e Jacobina sem que sem que a população tenha sido devidamente consultada.

O Aedes aegypti geneticamente modificado é produzido pela empresa inglesa Oxitec em parceria com a empresa Moscamed e a Universidade de São Paulo. Em abril de 2014 esses mosquitos foram liberados para uso comercial apesar de não ter sido realizada uma avaliação de risco e de não haver dados conclusivos dos estudos de campo.

Curiosamente, em Jacobina, onde milhões de mosquitos transgênicos vem sendo liberados desde 2011, foi decretado em ferreiro de 2014 estado de emergência em função da ocorrência de uma epidemia de dengue.

Experiências anteriores nas Ilhas Cayman mostraram que a tecnologia não funciona e precisa de mais de 7 milhões de mosquitos por semana para suprimir inicialmente uma população de apenas 20.000 mosquitos nativos, que deve ser seguida por liberações semanais de 2,8 milhões de mosquitos.

A liberação desses mosquitos apresenta riscos ainda pouco entendidos:

- Os experimentos da Oxitec não incluíram o monitoramento do impacto sobre a doença e a empresa não considerou possíveis efeitos negativos sobre a incidência de dengue ou dengue hemorrágica.

- O maior risco ecológico é que a redução da população de A. aegypti dê lugar a outra espécie de mosquito também vetor de doenças, inclusive da dengue (A. albopictus).

Os testes foram feitos em uma região de Caatinga e vão ser liberados em todos os ecossistemas do Brasil de sul a norte.

- Não há testes toxicológicos que comprovem não haver riscos no caso de picadas de fêmeas do mosquito modificado em animais ou humanos.

- A técnica que limita a reprodução do mosquito modificado pode ser quebrada no caso de contato com o antibiótico tetraciclina no ambiente. Os descendentes do mosquito da Oxitec têm taxa de sobrevivência de 3%, mas esse valor subiu para 18% quando foram alimentados com ração de gato contento frango tratado com o antibiótico. A tetraciclina é usada para a produção dos mosquitos GM em laboratório.

As consequências para a saúde e para o meio ambiente ainda são pouco conhecidas e precisam ser melhor estudadas.

Não corra riscos:

Mosquitos transgênicos podem gerar problemas de saúde ainda não identificados. Discuta sobre esse assunto na escola, na associação, na igreja ou com os amigos na praça. Cobre dos gestores públicos da saúde em seu município uma solução que não gere problemas futuros para você e sua família.

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Gripe aviária tem chances de virar pandemia similar a espanhola


PorIsabela de Oliveira - Correio brasiliense

Uma pandemia similar à causada pela gripe espanhola pode se repetir, revela um estudo publicado na última edição da revista Cell Host & Microbe.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, o atual vírus da gripe aviária tem os ingredientes genéticos necessários para se transformar em um patógeno similar ao que matou 40 milhões de pessoas ao redor do mundo em 1918. A descoberta, no entanto, vem acompanhada de um alívio: as drogas disponíveis têm capacidade de combater o perigoso micro-organismo, evitando que uma crise tão grande quanto à do início do século volte a atormentar a humanidade.

Liderados por Yoshihiro Kawaoka, cientistas identificaram oito genes isolados de vírus da influenza obtidos em patos selvagens. As amostras encontradas na natureza apresentaram as similaridades que conferem o potencial devastador da gripe espanhola à aviária. Utilizando métodos de genética reversa - abordagem para descobrir como alguns fenótipos surgem a partir de sequências de DNA específicas -, a equipe gerou em laboratório um vírus que tinha apenas 3% de diferença genética em relação à influenza espanhola. O organismo criado mostrou-se mais patogênico em ratos e em furões do que os que causam a gripe aviária, mas não tão violento quanto o vírus de 1918.

Em uma segunda etapa, investigaram quantas alterações genéticas seriam necessárias para que o micro-organismo encontrado nos patos selvagens se tornasse transmissível entre furões, animais que reproduzem com fidelidade os mecanismos de transmissão e os sintomas da gripe que ataca humanos. Descobriram que bastam sete alterações nos genes virais para que ele se espalhe de forma tão agressiva quanto o da gripe espanhola.

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Número de casos de morte pelo vírus Ébola aumenta para 603


Número de casos de morte pelo vírus Ébola aumenta para 603 Dados avançados pela OMS.

O surto de Ébola que afeta África Ocidental infetou até esta terça-feira 964 pessoas, das quais 603 morreram, segundo o último relatório realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Nos últimos quatro dias registaram-se novos casos nos três países onde se verifica a epidemia: Guiné Conacri, Libéria e Serra Leoa, segundo anunciou esta terça-feira o porta-voz da OMS, Daniel Epstein, em conferência de imprensa realizada em Genebra.

Na Guiné Conacri registaram-se seis novos casos e há suspeitas de mais três, o que eleva o número de pessoas infetadas no país para as 406, das quais 304 morreram.
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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vitaminas Sintéticas de Cereais Matinais ‘Enriquecidos’ Prejudicam as Crianças


Cereais matinais que são “enriquecidos” com imitações sintéticas de vitaminas como o zinco, niacina e vitamina A poderiam estar prejudicando crianças, diz um novo relatório do Environmental Working Group (EWG). Os pesquisadores da organização de defesa do consumidor afirmam que muitos cereais, barras de cereais e outros produtos de café da manhã comercializados para crianças contêm excessivos níveis de vitaminas sintéticas que podem prejudicar os órgãos vitais e a função imunológica a longo prazo.

A reportagem investigativa examinou especificamente os três aditivos acima mencionados, os quais são derivados sintéticos quando adicionados aos cereais matinais, para ver como os fabricantes os utilizam. A equipe examinou rótulos nutricionais de 1.556 cereais matinais e 1025 barras energéticas para analisar seu conteúdo de vitamina A, zinco e niacina, e comparar estes níveis com os valores diários recomendados.

O que eles descobriram foi que 114 marcas de cereais foram enriquecidas com níveis ou de vitamina A, ou zinco ou niacina – ou todos os três – que excedem as quantidades diárias recomendadas para adultos em 30 por cento. Da mesma forma, 27 lanches e barras energéticas foram identificados como tendo os mesmos nutrientes em níveis 50 por cento mais elevados do que a quantidade diária recomendada.

Isoladas, as vitaminas sintéticas podem atrapalhar a absorção adequada de nutrientes

A razão pela qual isto é um problema é que cada um desses nutrientes essenciais, quando consumidos em forma sintética, apresentam riscos potenciais à saúde. Muita vitamina A sintética, por exemplo, pode causar danos ao fígado, anormalidades esqueléticas, descamação da pele, e/ou perda de cabelo. E muito zinco sintético pode bloquear a absorção de cobre bio disponível, que é necessário para a função imune adequada.

Estes mesmos nutrientes que são encontrados naturalmente nos alimentos integrais são completamente inofensivos, claro. Mas quando eles são fabricados em um laboratório e injetados em alimentos processados ​​que foram despidos de seu conteúdo de nutrientes naturais – cereais matinais comerciais é um exemplo perfeito disso – os efeitos podem ser bastante diferentes.

“Os produtores de alimentos muitas vezes fortificam alimentos com grande quantidades de vitaminas e minerais para seus produtos aparentarem mais nutritivos, assim eles vão vender melhor“, explica o relatório do EWG. “Cereais matinais enriquecidos são a principal fonte de ingestão excessiva, porque todos os três nutrientes são adicionados aos alimentos fortificados em quantidades calculadas para adultos, não crianças“.

Todas as vitaminas dos alimentos são seguras para o consumo em níveis elevados

Embora o relatório do EWG não faça uma distinção clara entre vitaminas integrais baseadas em alimentos e imitadores químicos comumente adicionados aos alimentos processados, a avaliação demonstra claramente que as vitaminas sintéticas são o problema. Porque elas não têm os co-fatores necessários para o metabolismo adequado, vitaminas sintéticas tendem a tributar o corpo, em vez de alimentá-lo.

“A exposição excessiva aos nutrientes enriquecidos é resultado do marketing sem escrúpulos, falha da rotulagem nutricional e política de enriquecimento desatualizada“, acrescenta o relatório do EWG. “O atual sistema de rotulagem nutricional coloca a saúde das crianças em risco e necessita urgentemente de uma reforma.”

Você pode ler o relatório completo do EWG aqui: Static ewg.org

Novamente, é importante notar que estes resultados dizem respeito às vitaminas sintéticas quando adicionadas em excesso nos alimentos processados, e não para alimentos integrais que são naturalmente ricos em vitaminas. Os resultados também não estão relacionados com suplementos alimentares integrais à base de vitaminas derivadas de alimentos reais, mas sim a produtos químicos sintéticos.

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Celular deve matar mais que o cigarro, diz médico


O uso do celular deve matar mais que o cigarro em alguns anos, segundo estudo de um médico australiano publicado na internet.

Vini Khurana, um neurocirurgião que recebeu 14 prêmios em 16 anos, pede que a população use o aparelho o mínimo possível, principalmente quando se trata de crianças. O médico analisou cerca de cem trabalhos científicos publicados sobre o tema para chegar às suas conclusões. 

Segundo ele, há ao menos oito estudos clínicos que indicam uma ligação entre o uso de celulares e certos tipos de tumor no cérebro. "Já há previsões de que esse perigo tenha mais ramificações para a saúde pública do que o amianto ou o fumo. Isso gera preocupações para todos nós, especialmente com a geração mais nova", afirma Khurana, que é professor de neurocirurgia na Faculdade Nacional de Medicina da Austrália, no estudo.

A comparação entre as mortes causadas por cigarro e por celular se deve ao fato de, atualmente, cerca de três bilhões de pessoas usarem esses aparelhos, número três vezes maior que o de fumantes, afirmou ele ao jornal "The Independent".

Processo lento

Para Khurana, ainda não há mais dados sobre o assunto pelo fato de a intensificação no uso dos celulares ainda ser recente. Ele afirma que o período de "incubação" --tempo entre o início da utilização do aparelho e o diagnóstico do câncer em um indivíduo-- dura de dez a 20 anos.


"Entre os anos de 2008 e 2012, nós teremos atingido o tempo apropriado para começar a observar definitivamente o impacto dessa tecnologia global nos índices de câncer de cérebro", diz ele. 

Para evitar o problema, Khurana sugere, entre outras medidas, que as pessoas evitem ao máximo o uso do celular, dando preferência ao telefone fixo. Ele pede também moderação no uso de Bluetooth e de headsets (fone de ouvido com microfone) sem fio.

Outra dica, de acordo com o médico, é usar o viva-voz para falar, mantendo o celular a pelo menos 20 cm da cabeça. Em janeiro deste ano, o governo francês pediu "prudência" no uso de celular pelas crianças, apesar de não ter dados científicos que comprovem os malefícios do aparelho para a saúde.

O ministério pediu que as "famílias sejam prudentes e saibam usar estes aparelhos", lembrando que é recomendado o uso moderado do celular, principalmente pelas crianças, "que são mais sensíveis porque seus organismos ainda estão em desenvolvimento".

Fonte: Alimentação Viva
Via: Revellati Online
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Transgênicos Podem Estar Relacionados à Doença de Morgellons!


Um problema de saúde que parece coincidir com a revolução dos transgênicos é a doença de Morgellons. E se o advento da doença de Morgellons tiver algo a ver com a ingestão de alimentos geneticamente modificados? Veja neste artigo como isto pode ser real!

Desde que a administração Clinton fez da biotecnologia "uma prioridade estratégica para o governo dos EUA" (1),os interesses das gigantes multinacionais do agronegócio tem assumido agressivamente a cadeia alimentar global, inundando-a com Organismos Geneticamente Modificados (transgênicos ou OGM) sem levar em conta as consequências para a Terra ou a seus habitantes. Esta aquisição não só tem o potencial de devastação econômica global, mas ameaça a população da Terra com amplas preocupações com a saúde também.

Doença de Morgellons - O que é isso?

Muito pouco pode ser encontrado em relação a esta doença. Originalmente, os pacientes foram informados de que seu problema era imaginário. O que foi de pouco conforto para as pessoas que estavam sofrendo.

Os que sofrem da doença de Morgellons reportam um estranho material parecido com fibra saindo de feridas ou chagas que surgem na pele. Isto é acompanhado por dor e coceira intensa, que tem sido descritos como "uma sensação constante como se algo estivesse se rastejando sob a pele." (2). Veja também nosso outro post "[ESTUDO] Prova da Existência da Doença de Morgellons?".

Em 18 de maio de 2006, a KGW, um canal de notícias local da área de Oregon, publicou a seguinte história:

Doença estranha: História de horror da misteriosa doença (trecho)

[Dr. Drottar] A desabilitada médica familiar sentiu como se insetos estivessem rastejando sob sua pele.

"Se eu dissesse às pessoas completamente o que tem acontecido comigo medicamente, eles pensariam que estão no twilight zone", disse Drottar.

Ela acordou com a sensação de que o fluido estava correndo logo abaixo de sua pele. Muitas vezes, algo como fibras pretas ou azuis se projetavam de sua pele, disse ela.

"Eu pensei que tinha sido exposta ao amianto. Eu pensei que eu tinha fibras de amianto saindo da minha pele. Eu estava puxando longas, finas e pequenas fibras semelhantes a pelos longos que eram extremamente afiados que poderiam literalmente furar totalmente as minhas unhas", disse Drottar.

Além da sensação de insetos e as fibras, Drottar também sofria de depressão severa, fadiga crônica e um sistema imunológico enfraquecido. Como resultado, ela teve que desistir de sua prática familiar, disse Drottar. (3)

Aqui estão algumas fotos de lesões de Morgellons incluídas no artigo da KGW:


Fibras embutidas na pele, removidas da lesão facial do menino de três anos de idade, aumentada em 60 vezes.


Morgellons e Transgênicos - a Conexão

Pouca informação foi revelada sobre os efeitos a longo prazo das culturas dos transgênicos em seres humanos ou animais, e ainda menos informação pode ser obtida em relação à pesquisas correlacionando Morgellons com alimentos transgênicos.

Isto é suspeito logo de cara, porque parece que haveria uma curiosidade natural sobre uma ligação entre organismos geneticamente modificados que as pessoas ingerem regularmente com as fibras inorgânicas que se projetam a partir da pele de uma pessoa.

Isso seria até de interesse para os geneticistas, e digno de intensa investigação.

Então, por que não há uma tonelada de estudos publicados?

Por que é tão difícil encontrar qualquer coisa relacionada a isso?

Será que empresas como a Monsanto tem influência suficiente para ocultar efetivamente essas histórias?

Se eles têm cacife suficiente para arruinar países enganando pobres agricultores para comprar sementes transgênicas patenteadas, e em seguida, dão um passo adiante e forçam essas pobres pessoas a comprarem sementes, ano após ano, em vez de colher a sua própria, então eles têm influência suficiente para pedir ao nosso mais do que disposto governo corporativo para manipular a imprensa... de novo.

De acordo com o PhD, Mike Stagman:

"A engenharia genética é um pesadelo tecnológico que já causou muitas epidemias - documentada, mas não divulgada" (4)

O artigo a seguir de Whitley Strieber publicado em 12 de outubro de 2007, intitulado "A doença da pele pode estar ligada a alimentos geneticamente modificados" conclui que as fibras retiradas de uma vítima de Morgellons contem a mesma substância que é "usada comercialmente para a produção de plantas geneticamente modificadas."

Doenças de pele podem estar ligadas a alimentos geneticamente modificados
12 de outubro de 2007

Muitas pessoas - a maioria médicos - tem descartado a doença de Morgellons como sendo hoax ou hipocondria. Mas agora há provas de que esta misteriosa doença pode ser real e relacionada a alimentos geneticamente modificados!

Da pele das vítimas de Morgellons, saem misteriosos fios que tem sido identificados como celulose (os quais não podem ser produzidos pelo corpo humano), e as pessoas têm a sensação de que coisas rastejam sob a pele. O primeiro caso conhecido de Morgellons ocorreu em 2001, quando Mary Leitao criou um site que descreve a doença que infectou seu filho. Ela chamou de Morgellons depois de um estudo médico do século 17 na França, que descreveu os mesmos sintomas.

Publicado entre 15 e 21 de setembro pela revista New Scientist, Daniel Elkan descreve um paciente que ele chama de "Steve Jackson", que "há anos" tem "encontrado minúsculas fibras azuis, vermelhas e pretas que crescem em lesões intensamente pruriginosas na pele". Ele cita Jackson dizendo: "As fibras são como plásticos flexíveis e podem ser de vários milímetros de comprimento. Sob a pele, algumas estão entrelaçadas em ziguezague. Estas podem ser tão finas como teia de aranha, mas fortes o suficiente para dilatar a pele quando você os retira, como se estivesse puxando um fio de cabelo."

Os médicos dizem que esse tipo de doença só pode ser causada por um parasita, mas os medicamentos anti-parasitários não ajudam. Os psicólogos insistem que esta é uma nova versão da síndrome conhecida conhecida como "delírio parasitário". Embora esta seja uma doença "real", não é uma doença causada fisicamente.

Mas agora há evidência física que a doença de Morgellons não seja apenas psicológica. Quando o farmacologista Randy Wymore se propôs para estudar algumas dessas fibras se as pessoas as enviassem a ele, ele descobriu que "as fibras de diferentes pessoas pareciam notavelmente semelhantes entre si e também parecem não corresponder à fibras ambientais comuns."

Quando eles levaram estas fibras para uma equipe forense da polícia, eles disseram que não eram de roupas, tapetes ou roupa de cama. Eles não têm ideia o que são.

O pesquisador Ahmed Kilani disse que ele foi capaz de separar duas amostras de fibras e extrair seu DNA. Ele descobriu que elas pertenciam a um fungo.

Um achado ainda mais provocante é que o bioquímico Vitaly Citovsky descobriu que as fibras contêm uma substância chamada "Agrobacterium", que de acordo com a New Scientist, é "usada comercialmente para a produção de plantas geneticamente modificadas." Poderiam plantas transgênicas serem "a causa de uma nova doença humana? "(5)

Transgênicos- Não sob o meu olhar!

As gigantescas corporações multinacionais por trás da revolução dos transgênicos estão nos atacando em nosso ponto mais vulnerável - as nossas barrigas. A maioria das pessoas foi criada com uma confiança inata que o que compram nas lojas é seguro para comer.

Isto já não é verdade, pois a maioria dos alimentos processados ​​contêm ingredientes geneticamente modificados, que podem ter efeitos desastrosos sobre a saúde animal e humana.

O que você compra na loja da esquina poderia mudar o seu DNA e criar tais sintomas assustadores que o público em geral simplesmente não acredita nele. O pior é que quando você vai ao médico para obter ajuda, ele lhe diz que o que você está enfrentando é tudo da sua cabeça. Que bobagem! Cabe a pessoas que se importam fazerem as correlações entre o que nós comemos e o que acontece com nossos corpos. Lembre-se do velho ditado - "você é o que você come?" Bem, este autor acredita que seja verdade.

Referências:

1) Engdahl, F.W. (2007). Seeds of Destruction.

2) Stagman, M. Phd. (2006). GMO Disease Epidemics: Bt-cotton Fiber Disease.

3) Porter, L. (2006). Strange sickness: Mystery disease horror story.

4) Stagman, M. Phd. (2006). GMO Disease Epidemics: Bt-cotton Fiber Disease. Retrieved from

5) Strieber, W. (2007). Skin Disease Might be Linked to GM Food.

Participe também da discussão no Fórum Anti-NOM!

Fontes: Global Research: GMO and Morgellons Disease - KGW: Nightmare under the microscope - KGW: Sharing the Nightmare - A Nova Ordem Mundial
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Cuidado! Muitos Repelentes contra Insetos Possuem Químicos Perigosos Usados na Guerra do Vietnã


Notícias Naturais

Originalmente formulado pelo Exército dos EUA, este produto químico é usado agora em um terço dos lares americanos e foi usado durante a guerra do Vietnã ao lado dos produtos químicos agora proibidos como o Agente Laranja e DDT.

O produto químico, N, N-dietil-m- toluamida, ou Deet, foi usado como um elemento para espantar insetos em soldados que serviram nas selvas do Vietnã. Agora disponível comercialmente, o Deet está sob uma pesquisa minuciosa por causar toxicidade aguda, reações alérgicas, cicatrizes e até mesmo o inchaço do cérebro que leva à morte.

A fabricante número um de Deet, a Morflex Inc. estima que as pessoas já utilizam mais de 200 produtos químicos do tempo de guerra em seus repelentes de insetos domésticos.

Os herbicidas do Agente Laranja são mais facilmente absorvidos na presença de Deet

O herbicida 2,4-D, um dos principais componentes do Agente Laranja, age como um disruptor endócrino em humanos. O 2,4-D é mais facilmente absorvido pelo organismo na presença de DEET. Foi o químico 2,4,5-T que levou à proibição do Agente Laranja, mas é o Deet que torna o Agente Laranja mais penetrante no corpo humano.

O Deet atravessa placenta de coelhos, infiltrado em cursos d'água nos EUA

Em testes de campo da EPA, o Deet foi encontrado em pequenas concentrações em 75 por cento dos cursos de água testados nos EUA. O químico se decompõe em luz solar, mas decompõe-se muito lentamente no solo. Em testes envolvendo coelhos, o Deet entrou a pele do mamífero e até passou pela placenta das coelhas prenhas!

A Academia Americana de Pediatria está preocupada com o Deet sendo usado em crianças e adverte os pais para não expor os menores de dois meses de idade ao produto químico .

Reações adversas do Deet incluem inchaço do cérebro que leva à morte

O Instituto Nacional de Saúde adverte que mesmo os adultos, especialmente o pessoal militar e guardas de caça, podem desenvolver reações cutâneas graves incluindo bolhas, ardor e cicatrizes. O uso a longo prazo nessas carreiras podem provocar alterações de humor e insônia.

Em alguns casos documentados, o Deet causou a morte depois de provocar certas reações adversas. A EPA adverte que o Deet pode causar problemas agudos no fígado e edema cerebral em indivíduos com problemas de metabolismo de amônia. Nesses distúrbios do ciclo da ureia, que ocorrem em cerca de 1 a cada 20.000 nascimentos, o cérebro de um indivíduo pode inchar quando exposto ao Deet, causando a morte.

Sete empresas distribuem mais de 225 produtos com Deet na América

Nos EUA, há pelo menos 225 produtos contendo DEET. Apenas sete empresas enchem o mercado de químicos, com a SC Johnson, Cutter, Sawyer e Ultrathon liderando as vendas. Os 225 sprays repelentes de insetos são realmente uma ilusão corporativa da escolha que distribuem massivamente o mesmo químico tóxico. A boa notícia é - existem outras opções seguras para repelir insetos que não representam uma ameaça para a saúde humana.

O Deet deveria ser comercialmente acessível?

Apesar de ser importante para evitar doenças transmitidas pelos mosquitos que transmitem a malária e a doença de Lyme, um produto químico tóxico como Deet seria a resposta? Quão poderosos os óleos essenciais naturais de eucalipto limão, neem, cedro e citronela podem ser mais eficazes e mais seguros? Esses óleos vegetais podem ser utilizados em concentrações mais elevadas sem representar reações potencialmente fatais.

A Agência de Saúde Pública do Canadá baniu as combinações de filtro solar contendo DEET e restringe produtos sprays contra insetos que contenham mais de 30 por cento de Deet.

O Deet deveria ser comercialmente acessível em concentrações elevadas quando tem sido documentado causar reações adversas que levam à morte?

Mosquito da dengue criou resistência a repelente, diz pesquisa

Uma pesquisa conduzida por cientistas no Reino Unido revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência a um princípio ativo presente na maioria dos repelentes atualmente comercializados no mundo, inclusive no Brasil.

A substância, conhecida como DEET, ou dietiltoluamida, é largamente empregada em repelente contra insetos, combatendo mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos. O composto age interferindo nos receptores sensoriais desses animais, inibindo seu desejo de picar o usuário.

O estudo, divulgado pela publicação científica Plos One, analisou a reação de mosquitos da espécie Aedes aegypti, vetores da dengue e da febre amarela, à substância. Os cientistas concluíram que, ainda que inicialmente repelidos pelo composto químico, os insetos depois o ignoraram.

Eles recomendaram que governos e laboratórios farmacêuticos realizem mais pesquisas para encontrar alternativas à DEET.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão.

Isca

Para provar a eficácia da DEET os cientistas pediram a voluntários que aplicassem repelente com DEET em um braço e soltaram mosquitos.

Como esperado, o repelente afastou os insetos. No entanto, poucas horas depois, quando ofereceram aos mesmos mosquitos uma nova oportunidade de picarem a pele, os cientistas constataram que a substância se mostrou menos eficiente.

Para investigar os motivos da ineficácia da DEET, os pesquisadores puseram eletrodos na antena dos insetos.

"Nós conseguimos registrar a resposta dos receptores na antena dos mosquitos à DEET, e então descobrimos que os mosquitos não eram afetados pela substância", disse James Logan, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição que realizou o estudo.

"Há algo sobre ter sido exposto ao composto químico pela primeira vez que muda o sistema olfativo dos mosquitos. Ou seja, a substância parece mudar a capacidade dos mosquitos de senti-la, o que a torna menos eficiente", acrescentou.

Uma pesquisa anterior feita pela mesma equipe descobriu que as mudanças genéticas em uma mesma espécie de mosquito podem torná-los imunes à DEET.

"Os mosquitos evoluem muito rapidamente", disse ele. "Quanto mais nós pudermos entender sobre como os repelentes funcionam e os mosquitos os detectam, melhor poderemos trabalhar para encontramos soluções para o problema quando tais insetos se tornarem resistentes à substância".

O especialista acrescentou que as descobertas não devem impedir as pessoas de continuarem usando repelentes com DEET em áreas de alto risco, mas salientou que caberá aos cientistas tentar desenvolver novas versões mais efetivas da substância.

Para complementar o estudo, os pesquisadores britânicos agora planejam entender por quanto tempo o efeito dura depois da primeira exposição ao composto químico.

A equipe também deve estudar o efeito em outros mosquitos, incluindo espécies que transmitem malária.

Brasil

No Brasil, a dietiltoluamida está presente na maioria dos repelentes encontrados à venda. Produtos com termetrina e citronela também podem ser achados, mas em menor número.

Não é a primeira vez, entretanto, que a substância causa polêmica.

No ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu à consulta popular uma proposta de resolução para assegurar a segurança e a eficácia dos repelentes a ser adotada pelos fabricantes.

No documento, cujo objetivo era disciplinar o comércio desse tipo de produto, o órgão determinava, por exemplo, a proibição do uso de repelentes com DEET em crianças menores de dois anos, além de informar sobre a necessidade de um estudo prévio para produtos com dosagem acima de 30% para um público acima de 12 anos. Em altas dosagens, especialmente em crianças, repelentes com DEET podem ser tóxicos.

Em entrevista à BBC Brasil, Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e diretor do Instituto Saúde Plena, sugeriu alternativas ao uso de repelentes com DEET.

"É comum que depois de algum tempo os mosquitos adquiram certa imunidade ao produto, ainda que sejam necessários mais estudos para comprovar tal tese", explicou.

"Como alternativa, as pessoas podem usar repelentes com citronela e tomar complexo B, cujo cheiro desagrada os mosquitos, além, é claro, de usar mosquiteiros", disse.

Conceito

Repelente é toda substância que atua formando um vapor com odor repulsivo aos insetos.

Podem ser sintéticos e naturais.

Podem ser apresentados em aerossol, gel, loção e spray.

Princípio Ativo

Deet:

É o mais comercializado atualmente.

Quanto maior a concentração, mais longa é a duração da proteção (até 35-50%).

A concentração máxima para crianças de 6 meses a 12 anos é controversa. A Sociedade Canadense de Pediatria preconiza até 10% de DEET, mas a Sociedade Americana de Pediatria permite o uso até 30% em maiores de 2 anos.

Existe um consenso: não deve ser usado antes dos 6 meses de idade.

No Brasil, a maioria dos produtos destinados a crianças e adultos contém DEET< 10% (ver tabela abaixo)

Icaridina

É o mais eficiente atualmente disponível.

Em concentração de 10% confere proteção por 3 a 5 horas. Em 20%, de 8 a 10 horas.

Sua ação é comparável a concentrações de 15 a 50% de DEET.

Recomendado para crianças com mais de 2 anos.

IR 3535

Pode ser usado na gestante e em crianças a partir de 6 meses.

Estudos evidenciaram tempo médio de proteção curto.

Óleos naturais

São os mais antigos repelentes conhecidos.

São altamente voláteis e , portanto, com efeito de curta duração.

Óleo de eucalipto-limão a 30% - é comparável ao DEET 20%. Confere proteção de até 5 horas.

É o mais recomendado dos óleos naturais.

* Óleo de soja a 2% - efeito de 94,6 min, mas possui um efeito mecânico adicional de repelência;
* Óleo de citronela a 5 a 100% - por ser muito volátil, confere proteção de 20 min a 2 horas;
* Óleo de andiroba puro (100%) – efeito repelente discreto.


Fontes: Notícias Naturais - Natural News - Arun Thai Natural
- EPA: Diethyltoluamide (DEET) (PDF) - National Geographic
- Briassoulis, G., et al. 2001. "Toxic encephalopathy associated with use of DEET insect repellents: a case analysis of its toxicity in children." Hum.Exp.Toxicol. 20(1):8-14. - NPIC: What is 2,4-D? (PDF) - UOL - Dra. Iana Rodrigues: Repelente - A Nova Ordem Mundial
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

França Abre o Debate sobre Possíveis Danos do Alumínio da Vacina Contra o HPV


Notícias Naturais

O uso de adjuvantes de alumínio em vacinas contra o HPV e os benefícios desta serão objetos de escrutínio e debate científico aberto em 22 de maio de 2014, na França. Os interessados de ambos os lados do debate sobre a vacina terão a oportunidade de apresentar seus estudos aos membros do Parlamento Francês, ao Senado do país vizinho Espanha, às autoridades sanitárias, aos profissionais médicos e ao público.

Tudo isso é possível graças ao esforço realizado por parte da E3M, uma organização não governamental de pacientes com miofascite macrofágica (MMF) e a Parliamentary Office for Evaluation of Scientific and Technological Choice (OSTA), segundo informa o grupo de trabalho SaneVax.

A MMF é uma lesão com presença de sinais de alumínio observada no lugar em que a pessoa recebeu previamente uma vacina que contem alumínio (uma espécie de "tatuagem" residual que a vacina deixa).

O alumínio está presente em muitas vacinas em forma de hidróxido, fosfato ou de fosfohidróxido. Os adjuvantes estão presentes em vacinas para aumentar o efeito imunológico e, em alguns, para assegurar a efetividade.

Alguns pesquisadores informaram sobre diversas reações adversas provocadas por vacinas que contem alumínio, entre elas: reações no local da injeção com enrijecimento, abcessos estéreis, nódulos subcutâneos, inflamação granulomatosa e eritema, assim como síndrome progressiva denominada miofascite macrofágica que comentamos e que está caracterizada pela perda de massa muscular e exaustão.

Depois de vários ensaios em crianças menores, as vacinas com hidróxido de alumínio causaram mais eritema e enrijecimento que as vacinas sem adjuvantes (sem alumínio).

Parece que o governo francês se importa suficientemente com a saúde e o bem estar de seus cidadãos como ouvir ambas as partes em um debate aberto sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV), o mesmo "debate" que os demais funcionários de saúde do governo de outros países afirmam que não existe, entre eles a Espanha.

Os funcionários do governo francês estão dispostos a ouvir as vítimas que tem sofrido reações adversas após a vacinação; Eles estão dispostas a ouvir os cientistas e os profissionais médicos que tem conduzido a investigações para averiguar por que algumas pessoas são propensa a experimentar reações adversas após receber esta e outras vacinas.

A França está abrindo o caminho para a segurança das vacinas. Os governos de outros países escutam as pessoas afetadas pela vacina? Os governos de outros países patrocinam um debate científico aberto?

Como explica Alicia Capilla, presidente da Asociación de Afectadas por la Vacuna del Papiloma (AAVP) da Espanha:

Esperamos que nosso governo também atenda nossas petições e já que no prazo de dois meses a AAVP solicitou uma reunião urgente com o Ministério da Saúde. A primeira foi negada, a segunda petição, todavia, ainda não nos responderam. Isso ocorre na França, como dissemos. Na Espanha, assim como no Brasil, parece não interessar a crítica a esta vacina.
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Acredito que seja hora de criarmos uma Associação semelhante a esta da Espanha, para que possa representar as dezenas de famílias afetadas permanentemente por esta vacina. Caso você ou alguém da sua família ou amigos tenha sido afetado pela vacina, envie um email para blogantinom arr0ba gmail.com.

Fontes: Notícias Naturais - Periodismo Alternativo - Miguel Jara - A Nova ordem mundial - Notícias Naturais
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