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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Aliens são demonios: Revelação de ufólogos censurados na gande mídia (Video)


A preparação para a vinda o anti-cristo já foi feita! Estamos condicionados a ridicularizar demonios/anjos caídos,ao passo que fomos condicionados a aceitar os supostos aliens e espíritos dos mortos. Esses são os mesmos que enganaram antigas civilizações como os maias, incas, astecas, etc Posando como deuses naqueles tempos, exigiam sacrifícios humanos em troca de conhecimento e adoração!

Hoje ouvimos através da ufologia que os aliens dão tecnologia em troca de humanos! Vale lembrar que a mentira da serpente foi dizer a Eva que ela poderia comer da árvore do "conhecimento" do bem e do mal,e não obedecer as ordens do Criador!

A serpente disse que, comendo do fruto seríamos como os deuses e não morreríamos! Hoje a pregação a Nova Era que vem desses supostos "aliens" é a mesma mentira do Jardim do Éden. Estamos evoluindo para maiores níveis de conscencia, somos deuses e não há pecado nem necessidade de um redentor!

A mesma mentira, dando a impressão que estamos evoluindo e que podemos ser como deuses está em nova embalagem. Uma embalagem SCI-FI que vem sendo executada através de filmes, séries, livros e documentários iscas da nova era com os aliens!

A Bíblia sempre nos falou de seres angelicais, esses sim, os extra-terrestres. Sabemos que os que vem pregando algo contrário a situação de pecado em que a humanidade se encontra, não são aliens também não são espíritos dos mortos que nos levam pra longe da possibilidade de salvação. Todos esses pregam ocultismo e tentam de qualquer forma anular a palavra do Deus de Israel!

O mesmo que tirou o povo judeu do Egito e o proibiu de praticar toda forma de ocultismo e idolatria que havia ali!

A Bíblia fala sim sobre seres estranhos/aliens no fim dos tempos,leia:

E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso. Apocalipse 16:13-14

Espírito semelhante a rã? Seriam os tais aliens reptilianos tão falados na ufologia? Sabemos que rãs não são répteis, mas algo aí se encaixa! Pois esses seres vão unir os reis da terra (governantes), para uma batalha contra Deus, como se isso fosse possível!

Talvez,os falsos aliens dirão que Yeshua/Jesus e seus anjos, são apenas aliens mal intencionados que não querem a nossa evolução, etc. Assim levarão muitos a matar qualquer um que siga a Bíblia, e os convencerão a fazer guerra contra o Todo Poderoso, como se fosse apenas um ser físico de outro planeta!

A chegada do anti-cristo certamente fará uso da ufologia,sua chegada está aqui muito bem explicada:

Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." 2 Tessalonicenses 2:1-4

Mais adiante

Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira,

E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. 2 Tessalonicenses 2:7-12

Não há como confudir o anti-cristo com outra pessoa, ele posará de Deus. Por isso mesmo fomos condicionados a Teoria da Evolução, os aliens, reencarnação etc... Já ouvimos falar que fomos criados por alines através da engenharia genética não?

Bem, se a falsa invasão alien acontecer como foi discutida no Iron mountain report, sabemos das mentiras que virão,agora!

Pequisem sobre The Iron mountain report

Veja o video:

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terça-feira, 22 de abril de 2014

Pastor testemunha que maná ainda cai em regiões da África; Universidade fez análise do material e atestou ser próprio para o consumo; Assista


Durante o êxodo judeu do Egito em direção à Terra Prometida, Deus providenciava alimento para o povo em forma de maná, um alimento descrito como flocoso e com sabor adocicado, que caía do céu todas as manhãs.

O pastor Gérson Pires de Araújo, adventista, revelou em vídeo publicado recentemente que durante um ano em que trabalhou como voluntário na África ensinando teologia a seminaristas de Angola, soube de uma região do país onde haviam relatos de que o maná descrito pela Bíblia ainda caía no campo.

Curioso para ao menos ir ao local onde o alimento teria caído, ele e sua esposa foram ao local, acompanhados por outros irmãos angolanos, e descobriram que, apesar de em poucas quantidades, o maná ainda cai.

No vídeo, o pastor Araújo explica que na região, há uma missão cristã e que seus voluntários passaram por muitas privações, desde 1939, quando houveram os primeiros relatos da queda do maná naquela área. Mais recentemente, uma criança descobriu o maná enquanto os adultos se reuniam para definir o que fazer para obter alimentos já que era época de seca.

Segundo o testemunho, a criança teria voltado com as mãos cheias de flocos brancos e dizendo que homens vestidos de branco teriam dito que eles poderiam se alimentar daquilo.

“Não existe explicação natural para aquilo, porque é um lugar específico, e não é em grande quantidade porque não há necessidade

Missionários colhem o maná em Angola

disso. Então, fiquei pensando: porque será que isso cai ali, desde a época em que caiu grande quantidade? Para mim, ao analisar um pouco a maneira como Deus trata seus filhos, é que Deus ainda quer dizer o seguinte: ‘Meu filho, se você um dia passar necessidade, não temas, não tenha preocupação, porque eu vou te sustentar’. Isso me fez lembrar daquela passagem da Bíblia que diz que seu pão e suas águas serão certas. Não importa o que venha, desde que nós somos filhos de Deus, confiamos n’Ele inteiramente, nós não vamos morrer de fome”, comentou o pastor.

Araújo afirmou que trouxe para o Brasil, envolto em papel, uma pequena quantidade do maná que ele conseguiu colher no dia que foi à região, e o levou para análise em um laboratório dedicado ao estudo de massas da Universidade de Campinas (Unicamp), e o resultado dos testes indica que a composição do maná contém frutose, glicose, sais minerais e aminoácidos, o que o torna apropriado para o consumo humano.

Assista o vídeo: 

 
 Fonte: Gospel +
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Principais fontes retiradas de documentos históricos as quais provam que Jesus existiu


O testemunho de Tácito

Tácito era o governador da Ásia em 112 D.C e em seus escritos “Anais da Roma Imperial” mencionou a existência ao culto a Cristo e os cristãos que Dele se originaram.

É importante lembrar que Tácito não era amigo da fé, portanto podemos perceber que ele menciona a existência de alguém em quem não possuía nenhum interesse. Registrando principalmente a atitude de Nero em relação aos seguidores de Jesus.

Mesmo assim ele acaba afirmando que existiu um Jesus chamado Cristo e que morreu exatamente da forma que a Bíblia descreve isso não é negado por ele.

Tácito (56-120 d.C.) “Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo aflui e acha numerosa clientela” (Tácito, Anais , XV, 44 trad.) (1 pg. 311; 3)

O testemunho de luciano de samosata

Foi um escritor satírico do século segundo, tendo zombado de Cristo e dos cristãos. Luciano relacionou os cristãos com as sinagogas da Palestina e referiu-se a Cristo como: "...o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo... Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou" (O Peregrino Passageiro).

Luciano também menciona várias vezes os cristãos em Alexandre, o Falso Profeta, seções 25 e 29.

O testemunho de Suetônio

Suetônio era o historiador romano oficial da corte de Adriano escritordos anais da Casa Imperial (69-122 d.C.). Ele também faz referencia a Cristo e aos seus seguidores.

Suetônio, na Vida dos Doze Césares, publicada nos anos 119-122, diz que o imperador Cláudio “expulsou os judeus de Roma, tornados sob o impulso de Chrestos, uma causa de desordem”; e, na vida de Nero, que sucedeu a Cláudio, acrescenta: “Os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram destinados ao suplício” (Suetônio, Vida dos doze Césares, n. 25, apud Suma Católica contra os sem Deus, p. 256-257). (1 pg. 311; 3)

O testemunho de Plínio o Jovem

Plínio foi o governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 A.D.), Ele escreveu uma carta ao imperador Trajano, solicitando orientação sobre como tratar os cristãos.

Na sua carta ele relatava que já a muito vinha matando homens e mulheres, meninos e meninas.

Devido ao grande numero de pessoas que estavam sendo mortas, tinha dúvidas se deveria continuar matando.

Estas pessoas estavam sendo mortas por se dizerem cristãs. Seu único erro era terem o costume de se reunirem antes do amanhecer num certo dia determinado, quando então cantavam responsivamente os versos de um hino a Cristo, tratando-o como Deus, e prometiam solenemente uns aos outros a não cometerem maldade alguma, não defraudarem, não roubarem, não adulterarem, nunca mentirem, e a não negar a fé quando fossem instados a fazê-lo"

Plínio explicou que fizera os cristãos se curvarem perante as estátuas de Trajano. Prossegue dizendo que ele também "os fez amaldiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer". (Epístolas X.96).

O testemunho de Tertuliano

Tertuliano foi Jurista e teólogo de Cartago, Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo. Ao fazer em 197 A.D. uma defesa do cristianismo perante as autoridades romanas na África, Tertuliano menciona a correspondência trocada entre Tibérío e Pôncio Pilatos: "Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo.

O Senado, por não haver dado ele próprio a aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo ameaças contra todos os acusadores dos cristãos" (Apologia, V.2).

O testemunho de Talo historiador samaritano

Talo, que escreveu em 52 A.D. é um dos primeiros escritores gentios a mencionar Cristo. No entanto, seus escritos se perderam, e deles temos conhecimento só através de pequenas citações feitas por outros escritores. Um destes é Júlio Africano, um escritor cristão que viveu por volta de 220 A.D.

Um trecho bem interessante diz respeito a um comentário feito por Talo. Júlio Africano escreve: "Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do sol — o que me parece ilógico' (é claro que é ilógico, pois um eclipse solar não poderia acontecer em época de lua cheia, e foi na época da lua cheia da Páscoa que Cristo morreu)."

Assim, a partir dessa citação percebemos que o relato dos Evangelhos acerca das trevas que se abateram sobre a terra por ocasião da crucificação de Cristo era bem conhecido, e exigia uma explicação naturalista por parte daqueles não-crentes que haviam testemunhado o acontecimento. Esta citação a um eclipse solar também é encontrada em narrativas feitas por outros escritores.

O testemunho de Phlegon de Lydia

No manuscrito deste outro escritor pagão chamado Phlegon de Lydia está registrado que em aproximadamente 138 D.C ele observou durante a época de Tibério César um eclipse do sol que ocorreu durante a lua cheia. Este fato também é mencionado pelo apologista cristão Orígenes do terceiro século e o escritor Philopon do século VI. Se tal fato menciona o momento da crucificação não se sabe bem ao certo, porem é bastante estranho um fato que não pode ser explicado por estes historiadores encaixando-se perfeitamente com as narrativas bíblicas.

A carta de Mara Bar-Serapião

No Museu Britânico é encontrado um interessante manuscrito de um filosofo estóico sírio chamado Mara Bar-Serapião. Nesta carta ele escreve da prisão para seu filho por volta de 70 D.C embora não se possa datar com precisão este manuscrito.

Na carta ele compara Jesus Cristo aos filósofos Sócrates e Pitágoras. Ele escreveu para incentivar o filho na busca da sabedoria, tendo ressaltado que os que perseguiram homens sábios foram alcançados pela desgraça.

Suas palavras são:'Que vantagem os atenienses obtiveram em condenar Sócrates à morte? Fome e peste lhes sobrevieram como castigo pelo crime que cometeram. Que vantagem os habitantes de Samos obtiveram ao pôr fogo em Pitágoras? Logo depois sua terra ficou coberta de areia. Que vantagem os judeus obtiveram com a execução de seu sábio Rei? Foi logo após esse acontecimento que o reino dos judeus foi aniquilado.

Com justiça Deus vingou a morte desses três sábios: os atenienses morreram de fome; os habitantes de Samos foram surpreendidos pelo mar; os judeus, arruinados e expulsos de sua terra, vivem completamente dispersos. Mas Sócrates não está morto; ele sobrevive nos ensinos de Platão. Pitágoras não está morto; ele sobrevive na estátua de Hera. “Nem o sábio Rei está morto; Ele sobrevive nos ensinos que deixou’”.

Sua carta também faz referência de que o Evangelho do Rei foi colocado sobre a cruz de Jesus.

O testemunho de Justino mártir

Por volta de 150 A.D., Justino Mártir, ao escrever a Defesa do Cristianismo, enviada ao imperador Antônio Pio, sugere ao imperador que consulte o relato de Pilatos, o qual Justino supunha que devia estar guardado nos arquivos imperiais.

Ele diz que as palavras "'transpassaram meus pés e mãos" são uma descrição dos cravos que prenderam suas mãos e pés na cruz; e depois de o crucificarem, aqueles que o crucificaram sortearam suas roupas e dividiram-nas entre si. E se tais coisas assim aconteceram, poderás verificar nos 'Atos' que foram escritos no governo de Pôncio Pilatos". Posteriormente ele diz: "Poderás facilmente conferir nos 'Atos' de Pôncio Pilatos que Ele realizou esses milagres" (Apologia 1.48).

Elgin Moyer, em Who Was Who in Church History (Quem foi Quem na História da Igreja), descreve Justino Mártir como um: "... filósofo, mártir, apologeta, nascido em Flávia Neápolis. Com boa formação, parece ter tido recursos suficientes para levar uma vida de estudos e viagens. Sendo um ávido inquiridor da verdade, bateu sucessivamente às portas do estoicismo, aristotelismo, pitagorismo e platonismo, mas detestou o epicurismo. No inicio teve algum contato com os judeus, mas não se interessou pela religião seguida por eles.

O platonismo foi o que mais exerceu atração sobre ele, e ele imaginava que estava em vias de atingir o alvo de sua filosofia - a visão de Deus - quando, num certo dia, numa caminhada solitária à beira-mar, o jovem filósofo encontrou um idoso e venerável cristão, pessoa de semblante agradável e de uma serena dignidade.

Esse humilde cristão abalou a confiança de Justino na sabedoria humana e mostrou-lhe os profetas hebreus, 'homens que viveram antes do que todos aqueles filósofos de renome, homens cujos escritos e ensinos predisseram a vinda de Cristo...' Seguindo o conselho daquele senhor idoso, esse zeloso platonista tornou-se um cristão de verdade. Ele afirmou: 'Descobri que só esta filosofia é segura e proveitosa'. Depois da conversão, ocorrida no início da idade adulta, ele se consagrou de coração à defesa e à divulgação da religião cristã"

O testemunho de Flávio Josefo

Flávio Josefo (37-100 AD) Excetuando o Novo Testamento, o mais antigo depoimento sobre Jesus que sobreviveu até hoje é o do escritor judeu Flávio Josefo.

Disse ele: "Havia por esses dias um homem sábio, Jesus, se é que é licito chamá-lo de homem, pois operava maravilhas - mestre de homens que acolhiam a verdade com prazer. Atraiu a si muitos judeus como também muitos gentios.

"Ele era Cristo; e havendo Pilatos, por sugestão dos principais do nosso meio, o sentenciado à cruz, aqueles que antes o amavam não o abandonaram, pois apareceu-lhes vivo novamente ao terceiro dia. Isto os profetas Divinos haviam predito, bem como dez mil outros fatos maravilhosos a seu respeito; e a tribo dos cristãos, de quem tomam emprestado o nome sobrevive até hoje (Antiquites, VIII, III).

"Questiona-se a exatidão desta passagem, porque Jesus é mencionado como o Messias (o Cristo). Inteiramente autêntica ou não, ela é testemunho de que Jesus existiu.

Outras passagens igualmente interessantes são encontradas nos escritos de Josefo. Ele ainda relata: “Céstio [Galo], sem saber do desespero dos sitiados e dos sentimentos do povo, subitamente retirou seus homens, perdeu a esperança, embora não tivesse sofrido nenhum revés, e, indo contra toda a lógica, retirou-se da Cidade.” (The Jewish War [A Guerra Judaica] II, 540 [xix, 7]) Por que se retirou Galo? Qualquer que tenha sido seu motivo, a retirada permitiu que os cristãos obedecessem à ordem de Jesus e fugissem para os montes, e para a segurança. Tais citações feitas por Josefo demonstram que ele conhecia as profecias mencionadas por Cristo sobre a destruição de Jerusalém e quais atitudes deveriam ser tomadas pelos Judeus que criam Nele. (Lucas 21:20)

O testemunho dos talmudes judaicos

ToVdoth Yeshu. Há referência a Jesus como "Ben Pandera".
Talmude Babilônico. Diz: "... e penduraram-no na véspera da Páscoa".

O título que o Talmude dá a Jesus: "Ben Pandera (ou 'Ben Pantere')" e "Jeshu ben Pandera". Muitos estudiosos afirmam que "pandera" é um jogo de palavras, um trocadilho com a palavra grega panthenos, que significa "virgem" chamando-o de "filho de uma virgem". Joseph Klausner. um judeu, afirma que "o nascimento ilegítimo de Jesus era uma idéia corrente entre os judeus..."

Os comentários na Baraila são de grande valor histórico: "Na véspera da Páscoa eles penduraram Yeshu (de Nazaré) e antes disso, durante quarenta dias o arauto proclamou que (Yeshu de Nazaré) ia ser apedrejado 'por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo se desviar. Quem quer que saiba algo em sua defesa venha e interceda por ele'. Mas ninguém veio em sua defesa e eles o penduraram na véspera da Páscoa" (Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a)".

O Amoa 'W/a'("Ulla" foi um discípulo do rabino Youchanan e viveu na Palestina no final do século terceiro) acrescenta: "E acreditas que em favor de Yeshu de Nazaré houvesse qualquer direito de apelação? Ele era um enganador, e o Misericordioso disse: 'Não o pouparás nem o esconderás'. Não foi assim, pois que Jesus tinha o apoio da autoridade civil".

As autoridades judaicas não negavam que Jesus operasse sinais e milagres (Mateus 9:34; 12:24; Marcos 3:22), mas atribuíam-nos a atos de magia. 5/23

O pesquisador judeu Joseph Klausner escreve que "o Talmude fala de enforcamento em vez de crucificação, pois essa terrível forma de execução utilizada pelos romanos só era conhecida dos estudiosos judeus através de julgamentos efetuados pelos romanos, sendo desconhecida no sistema legal judeu. Até mesmo Paulo, o apóstolo, (Gálatas 3.13) explica que a passagem bíblica 'maldito todo aquele que for pendurado', isto é, enforcado (Deuteronômio 21:23), é aplicável a Jesus". 5/28

Sanhedrim 43a também menciona os discípulos de Jesus.

Yeb. IV 3;49a: "O rabino Shimeon ben Azzai disse (acerca de Jesus): 'Encontrei um rolo genealógico, em Jerusalém, no qual estava registrado: Fulano é bastardo de uma adúltera."
A isso Klausner acrescenta: "As edições atuais da Misná trazem o acréscimo: 'Em apoio às palavras do rabino Yehoshua' (o qual, na mesma Misná, diz: 'O que é um bastardo? Todo aquele cujos pais podem ser condenados à morte pelo Beth Din'). Parece não haver dúvida de que essa é uma referência a Jesus..." 5/35

Uma antiga Baraita, em que o rabino Eliezer é a personagem central, menciona Jesus pelo nome. As palavras entre colchetes pertencem à citação. E Eliezer quem fala: "Ele respondeu: Akiba, você me lembrou! Certa vez eu estava caminhando pelo mercado de cima (a Tosefta traz 'rua') de Sefôris e encontrei um (dos discípulos de Jesus de Nazaré); seu nome era Jacó, proveniente de Kefar Sekanya (a Tosefta traz 'Sakkanin').

Ele me disse: Está escrito na tua Lei - 'Não trarás a paga de uma prostituta, etc' O que se devia fazer com essa paga - uma latrina para o Sumo Sacerdote? Mas nada respondi. Ele me disse: Assim (Jesus de Nazaré) me ensinou (a Tosefta traz 'Yeshu ben Pantere'): 'Pela paga de uma prostituta ela os chama a si, e pela paga de uma prostituta eles voltarão'; do lugar de imundície eles vêm. e para o lugar de imundície eles irão. E essa frase me agradou, e, por causa disso, fui preso, acusado de Minuth. E eu transgredi o que está escrito na Lei; 'mantém o teu caminho longe daqui' - isto é de Minuth - "e não te aproximes da porta da residência dela' - isto é, do governo civil". 5/38

Esses parênteses encontram-se em Dikduke Sofrim para Abada Zara (manuscrito de munique, edição de Rabinovitz).

Sobre o texto acima, Klausner comenta: "Não resta dúvida de que as palavras 'um dos discípulos de Jesus de Nazaré' e 'assim Jesus de Nazaré me ensinou' são, nesta passagem, de uma data bem antiga e também são fundamentais no contexto da história relatada; e não se pode questionar a antigüidade dessas palavras por causa de ligeiras variações nas passagens paralelas; as variantes ('Yeshu ben Pantere' ou 'Yeshu ben Pandera', em vez de 'Yeshu de Nazaré') se devem simplesmente ao fato de que, desde uma data bem antiga, o nome 'Pantere' ou 'Pandera' se tornou largamente conhecido entre os judeus como sendo o nome do suposto pai de Jesus." 5/38

Afirmações da enciclopédia britânica

A mais recente edição da Enciclopédia Britânica emprega 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Tal descrição ocupa mais espaço do que o que foi dado a Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

Acerca do testemunho de muitos relatos seculares independentes sobre Jesus de Nazaré, essa enciclopédia registra que: "Esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, a qual, pela primeira vez e em bases inadequadas, veio a ser questionada por vários autores do fim do século dezoito, do século dezenove e do início do século vinte". 3/145.

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terça-feira, 11 de março de 2014

Aumentam os conflitos entre muçulmanos e judeus no Monte do Templo


Por: Jarbas Aragão

Disputa pelo espaço sagrado é vista como cumprimento de profecia

Nas últimas semanas tem aumentado os conflitos na região do Monte do Templo em Jerusalém. A polícia israelense chegou a invadir o local para dispersar protestos usando gás lacrimogênio e balas de borracha.

O motivo das novas manifestações foram as propostas de parlamentares judeus pedindo um aumento do controle de Israel sobre o local.

Um porta-voz da polícia relatou disse que cerca de 20 jovens palestinos atiraram pedras e rojões contra policiais. A polícia foi chamada e prendeu três pessoas que estavam mascaradas. Os muçulmanos chamam o local de Santuário Sagrado, onde está localizada uma das mais famosas mesquitas do mundo, o Domo da Rocha. Para eles, foi ali que Maomé teria ascendido ao céu.

Os judeus normalmente oraram abaixo, no Muro das Lamentações, mas defendem que neste local ficava o Templo de Salomão. Por séculos tem ocorrido ali conflitos territoriais e religiosos entre israelenses e árabes.

Nos últimos meses o Parlamento israelense vem debatendo uma proposta dos nacionalistas para estender o acesso dos judeus no local. O deputado nacionalista Moshe Feiglin, do partido Likud, o mesmo do premiê Benjamin Netanyahu, tem recebido muitas críticas por liderar o esforço. Feiglin fez um comunicado público, conclamando que Israel “perceba seu direito de soberania sobre o Monte”.

Os moderados acreditam que isso pode ser considerado uma declaração de guerra, pois segundo o diretor-geral da Waqf, judeus extremistas planejam colocar uma bandeira israelense no local. A Waqf é a autoridade islâmica da Jordânia, responsável pela administração do local.

Azzam Khatib, seu diretor, pediu que o governo intervenha para evitar maiores conflitos. O presidente palestino Mahmoud Abbas emitiu um comunicado condenando o ocorrido. “Algumas investidas não são apenas um perigo para locais sagrados, mas também criam uma atmosfera que irá aumentar a violência e o ódio e converter o confronto em um perigoso conflito religioso”, ressaltou.

Embora esse tipo de incidente receba pouca atenção das agências de notícia fora de Israel, está no centro da controvérsia milenar sobre a reconstrução do Templo de Salomão, que para muitos seria o Terceiro Templo. Desde o ano passado crescem os rumores sobre essa possibilidade, que é vista como o cumprimento da antiga profecia bíblica e estaria ligada a vinda do Messias.

Em agosto de 2013, o Instituto do Templo, juntamente com várias outras organizações ortodoxas começaram a preparação dos novos sacerdotes, dando um importante passo na restauração dos sacrifícios rituais, nomeando novos levitas. Também mostrou que já estão prontas todas as peças necessárias para o local conforma a descrição bíblica. Com informações Haaretz.

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Você sabia que a Igreja Católica apoiou o nazismo?


Igreja Católica apoiou o Nazismo e o Facismo

Pelo Tratado de Latrão, de 1929, a batina preta confraternizou-se com a camisa negra. Em troca de aproxidamente 750 milhões de liras – o “empréstimo da conciliação”-, o referente Papado reconheceu o regime deo ditador Mussolini. A mão que abençoava os cristãos apertou a mão de quem sufocava toda a liberdade italiana.

A Igreja Católica apressou-se em suprimir da política italiana, o seu Partito Popolare, e todas as diversas demais organizações latólicas que poderiam atrapalhar ou icausar impecilho durante a implantação do regime de partido único na Itália.

Quando Hitler assumiu o poder em 1933, foi o próprio Papra Pacelli quem supervisionou os termos da concordata, assinada em 20 de julho de 1933, redigidos pelo então, Monsenhor Gröber, o “bispo nazista”(der braune Bischof), de Fribourg, que, a pretexto de garantir seguranças aos católicos, tirou o Führer dos nazistas do isolamento diplomático em que se encontrava nos primeiros momentos da sua ascensão.

O papa Pio XII, que dispunha da única rádio independente em toda a Europa ocupada, jamais alçou-se em fazer sequer uma denúncia pública das atrocidades que os nazistas estavam cometendo.

Na reunião do Lago de Wansee, ocorrida na periferia de Berlim em janeiro de 1942, como se sabe, os altos hierarcas do partido e do governo comprometeram-se a conjugar esforços para executar a Endlösung, a Solução Final, gazeando toda a população judaica européia (calculada em 11 milhões).

O máximo que obteve-se de Sua Santidade foi uma alocução, no Natal de 1942, na qual, sem especificar quem eram as vítimas, apontou “as centenas e os milhares que, sem falta ou culpa alguma, talvez apenas em razão da sua nacionalidade ou raça, foram marcados pela morte e pela progressiva extinção.”


O estranho argumento dos defensores do mutismo pacellista era de que se o Sumo Pontífice delatasse os crimes, os nazistas, em represália, poderiam aumentar o número dos imolados, tornado o sofrimento ainda maior! 

Alegam ainda, como fez o historiador Christopher Browning, que é uma ingenuidade pensar-se que o papa pudesse, em qualquer momento, deter o genocídio que, em sua maior parte, deu-se bem longe da Itália, vitimando ciganos, judeus poloneses e russos, e prisioneiros soviéticos.


Raciocínio que nos leva a concluir que o sentimento de solidariedade cristã e indignação humana contra os assassinatos em massa está limitado pela geografia! Ninguém, é bom lembrar, considera a Cúria Papal um exército, nem vê o papa como um general a quem se recorre para complicadas operações de salvamento e resgate, mas sim acredita ser a Igreja Católica uma força ética e uma reserva moral do Ocidente, de quem espera-se que aja em favor das vítimas justo nesses momentos terríveis.


Fonte: Abala Web
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Hinduísmo: 330 milhões de divindades


Por: Texto Álvaro Oppermann

Os hindus acreditam numa força divina única, mas que assume incontáveis formas. O número de deuses pode ser até maior: talvez um para cada devoto

No sul da Índia, próximo à cidade sagrada de Tiruvannamalai, fica o templo de Bhuvaneshwari. Lá, os monges residentes têm uma única ocupação - bem insólita, por sinal: desde o século 16, ou talvez até há mais tempo, eles fazem um minucioso recenseamento de todos os deuses hindus.

Em pergaminho, registram a origem, a função e as relações de parentesco. É uma tarefa gigantesca. O número oficial de deuses na Índia chega a 330 milhões. Extraoficialmente, porém, essa conta bate na casa do bilhão.

Bem-vindo à enigmática Índia. Para entendê-la, é preciso livrar-se de alguns preconceitos que se tornaram moeda corrente no mundo ocidental, como o de "religião única". 

Sob o guarda-chuva do que chamamos de hinduísmo, abrigam-se centenas - ou milhares - de crenças distintas. Como dizia Sri Ramakrishna, um santo hindu do século 19, "na Índia, existem tantos deuses quanto o número de devotos". Mas isso é colocar o carro adiante dos bois. Vamos começar pelo início da história: o povo ário (ou ariano), fundador da civilização indiana.

Os arianos (guerreiros de pele clara que viviam na Ásia Central, mais ou menos na região da atual Mongólia) invadiram o subcontinente indiano por volta de 1500 a.C. Sobrepujaram os habitantes originais - dravidianos, ou povo do rio Indo.

E impuseram suas crenças. Segundo o orientalista Heinrich Zimmer, autor do clássico Filosofias da Índia, o fator inicial que moldou o hinduísmo foi diferente, por exemplo, daquele que forjou as religiões semitas - cristianismo, judaísmo e islamismo.

Na tradição semítica, a pergunta inaugural do ser humano sempre foi sobre a natureza de Deus: o que e como Ele é? "O questionamento hindu foi outro", diz Zimmer. "A pergunta ariana era: o que é um homem, uma planta, um animal ou um objeto celeste?

Darma e carma

Segundo a tradição védica (dos Vedas, escrituras sagradas), os sábios hindus - chamados rishis - descobriram que todo ser individual (fosse um homem, fosse uma pedra) estaria ordenado a um fim que lhe seria próprio. Um fim que, caso cumprido, traria a felicidade plena daquele sujeito. Ou seja: existiria uma lei da existência.

E isso foi chamado de darma, enquanto a ação de fazer cumprir essa lei recebeu o nome de carma. A sintonia perfeita entre darma e carma leva à suprema iluminação, ou libertação. Já os seres que se afastam em vida da lei da existência se mantêm aprisionados no ciclo de nascimento, morte e transmigração - chamado em sânscrito de samsara.

Os rishis concluíram também que o darma não aparece pronto e do nada para os homens. Essa "lei perene" (segundo a tradução mais correta do termo) jaz latente no Universo. Originária de um "princípio absoluto" - se você quiser chamá-lo de Deus, sinta-se à vontade -, ela assumiu no início duas formas essenciais.

A primeira é bondosa; a segunda, terrível (mais ou menos como a misericórdia e a justiça divinas nas tradições semitas). Essa visão do Cosmos ganhou tempero indiano. "Na tipologia humana, o hindu é essencialmente um imaginativo, e sua religião adquiriu plasticidade", diz Carl Ernst, professor de religiões comparadas da Universidade da Califórnia, nos EUA.

A bondade ganhou a forma e a personalidade de um deus da manutenção do Universo, chamado Vishnu. O lado terrível ficou com Shiva, o deus da destruição. Por trás deles, impávido e silencioso, estaria o princípio de tudo - Brahma.

Fazendo uma comparação grosseira: se o hinduísmo fosse uma grande empresa, Brahma certamente seria o seu presidente. Logo abaixo, na vice-presidência, as cadeiras seriam ocupadas por Vishnu e Shiva.

Porém, essa tríade (trimurti, em sânscrito) não "dá as ordens" diretamente aos milhões de fiéis. No sistema religioso hindu, existe um complexo organograma de "diretores", "gerentes" e "subgerentes" - cujos cargos são ocupados pelos milhões de outros deuses. Na hierarquia sagrada, alguns estão ligados ao braço "corporativo" de Vishnu. Outros, ao de Shiva.

Entender esse jogo é essencial. Em um artigo no Jornal das Sociedades Reais Asiáticas, Ernst demostra que os detalhes assustadores ou picantes da vida no panteão hindu são até bem compreensíveis, desde que se adote o ponto de vista correto. O canibalismo de Garuda (que engole um braço de Vishnu), por exemplo, deve-se a sua filiação ao deus da criação - ele é um braço de Vishnu.

Por aí também é possível entender as puladas de cerca e as relações incestuosas dos deuses hindus, ou o nascimento de animais de pais humanos, como o do deus-elefante Ganesha. Essa trama celeste tem, como finalidade última, o cumprimento do darma e a plenitude dos seres. Uma coisa é certa: na Índia, os caminhos do darma aparentemente são infinitos - assim como seus deuses.
 
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Futebol, carnaval, religiosidade pagã e muita falta de vergonha na cara!


Por Samuel Torralbo

Não seria no mínimo uma grande contradição, um país onde o próprio povo se autodenomina terra da alegria (país do carnaval), terra do entretenimento (país do futebol) e onde Deus é seu conterrâneo (Deus é brasileiro), ser a terra das maiores injustiças sociais, corrupção epidêmica na política, desigualdade crônica, analfabetismo, saúde as mínguas, infraestrutura pífia, violência no transito, nas ruas e nos becos?

Não seria apenas uma desculpa de um povo inerte, alienado e indolente que busca no entretenimento carnavalesco, e nos gritos de torcedores que contam vitoria dos seus times nos finais de semanas, mas que são vencidos diariamente pela própria ignorância e inércia moral e espiritual?

O Brasil não mudará enquanto se retirar todos os anos para festejar a festa da morte conhecida como carnaval, não mudará enquanto sua válvula de escape semanal for o entretenimento futebolístico, não mudará enquanto a religiosidade pagã for o modelo de culto nacional, o Brasil começara a mudar quando se arrepender dos seus pecados e confessar que Cristo Jesus é tanto o Salvador como também o Senhor dessa nação.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ecumenismo: Papa Francisco afirma que Deus vai concluir o milagre “de unificação das Igrejas cristãs”


Em uma mensagem gravada para uma comunidade pentecostal norte americana, o papa Francisco falou sobre a unidade dos cristãos, e afirmou sua vontade de que os cristãos ultrapassem as suas diferenças de modo a se tornar uma única comunidade religiosa.

O vídeo foi gravado de forma amadora, e foi dirigida a um encontro pentecostal nos Estados Unidos, realizado pela igreja dirigida pelo pastor Kenneth Copeland. Durante os cerca de cinco minutos da mensagem, o líder católico falou sobre sua fé de que Deus conclua bem o “processo de unificação das Igrejas cristãs”.

De acordo com o papa Francisco, as divisões entre os cristãos são fruto de um legado de pecado que é comum a todos e recorre à história de José, filho de Jacó, que foi vendido pelos seus irmãos como escravo, e acabou trabalhando para o Faraó, no Egito.

- Eles tinham dinheiro, mas não podiam comer o dinheiro. Foram ao Egito comprar comida, mas encontraram mais que comida, encontraram o irmão. Nós também temos dinheiro, o dinheiro da cultura, o dinheiro da nossa história, tantas riquezas culturais, riquezas religiosas, e temos diversas tradições.

Mas temos de nos encontrar como irmãos. Temos de chorar juntos, como fez José. Estas lágrimas unir-nos-ão, as lágrimas do amor – afirmou o papa.

Citando o famoso autor italiano, Manzoni, o papa afirmou que a obra de unidade das igrejas cristãs está nas mãos do Senhor e que aos cristãos resta colaborar e confiar.

- Nunca vi Deus iniciar um milagre que não concluísse bem – afirmou.

Assista o vídeo:



Fontes: Notícias Gospel + - Anunciando a Verdade
Via: Revellati online
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A conspiração para destruir todos os Governos e Religiões existentes


"A manifestação do ímpio37 será acompanhada, "graças" ao poder de satanás, de toda sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores.
 
Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor a verdade que os teria podido salvar. Por isso DEUS lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal." (2 Ts. 2, 9- 12)

Transcreveremos a seguir, praticamente na íntegra (90%), uma das obras literárias do Almirante William Guy Carr, da Marinha do Canadá, cujo título original, editado no referido País, chamou-se: "The Conspiracy to Destroy all existing governaments and Religions" ("A Conspiração para destruir todos os governos e Religiões existentes".)

O texto que apresentamos foi traduzido para o português da versão francesa. Observamos que o autor, mais preocupado com a difusão da verdade, do que com os ganhos, jamais registrou um "copyright" dos seus livros. Agradecemos e cumprimentamos a Editora Resistência, de Brasília – D.F., pelo belíssimo trabalho. (Título no Brasil, "A Conspiração Mundial").

A partir daqui tem início o texto do livro...


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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O lado místico da capital Brasileira


Vestidos com roupas inspiradas em civilizações passadas e futuras, dezenas de magos, ninfas, guerreiros e príncipes maias se conectam com o além durante rituais simultâneos no Vale do Amanhecer, a 40 km de Brasília.

Muitos moradores desta pequena cidade, que anualmente atrai milhares de turistas e adeptos da comunicação com os espíritos, estão vinculados à doutrina religiosa do Vale do Amanhecer e andam pelas ruas vestidos com as roupas usadas nos rituais.

A comunidade do Vale do Amanhecer não é um caso raro em Brasília. Em matéria espiritual, é difícil superar a oferta existente por lá. A cidade acolhe quase mil templos de todos os credos, ainda que seja capital do país com maior número de católicos do mundo.

Os místicos garantem que a obra futurista do arquiteto Oscar Niemeyer, inaugurada em 1960, foi construída numa área de grande energia cósmica. Bem no centro do país, sobre uma grande planície a 1.100 metros acima do nível do mar, Brasília repousa sob um manto de cristais, incrustados em seu subsolo.

Koraly Aredes, ex-missionária católica de 86 anos que passou mais da metade de sua vida na África, diz que encontrou sua fé no Vale do Amanhecer. “Vi tanta miséria na minha vida que deixei de crer em Deus, e encontrei a resposta no espiritismo”, conta.

A doutrina do Vale do Amanhecer, que contabiliza cerca de 100.000 médiuns, nasceu nos anos 1960 pelas mãos da viúva, caminhoneira e clarividente Neiva Chaves Zelaya. Morta em 1985, ela é conhecida como “Tia Neiva”.

O lugar tem muito da estética “new age” da época. Situado junto a uma pirâmide egípcia, o templo principal lembra uma nave espacial. Dentro, cores fortes e espelhos dividem os espaços, cheio de imagens e altares — chamados de pontos cabalísticos — dedicados à lua, ao sol, Jesus Cristo ou a Rainha de Sabá. Tudo segundo as visões de Tia Neiva.

O principal altar está dedicado a Flecha Branca, um índio da fronteira do Peru com a Bolívia considerado o espírito mais evoluído e uma reencarnação de São Francisco de Assis.

Os visitantes aguardam em filas para receber curas mediadas pelos espíritos, limpar a alma ou alcançar o contato com o além. A medida em que aumentam os ritos e cânticos, o local ganha uma nova aura, resultado da fumaça dos incensos.

Em trajes com ares intergaláticos, marrom, em homenagem a São Francisco de Assis, e preto, pelo ocultismo, o advogado e médium Paulo Roberto guia os turistas.

“Os católicos usam uma batina; os judeus, o quipá; nós também usamos uma roupa diferente para representar uma reencarnação ou nossa missão no Vale”, conta o brasiliense de 50 anos

O turismo da fé

O turismo da fé e o interesse místico crescem silenciosamente em Brasília e em seus arredores.

Com 100.000 visitantes por mês, o lugar mais frequentado da cidade é o Templo da Boa Vontade, uma pirâmide aberta 24 horas por dia que não tem ligação com nenhuma religião, onde as pessoas passeiam por uma espiral para renovar e limpar suas energias.

Com uma vocação natural para o turismo graças a sua moderna arquitetura, o governo local estuda o projeto de um projeto de turismo religioso com a Unesco. É o que explica a subsecretária de diversificação da oferta turística, Meire França.

A 70 km de Brasília, a pequena cidade de Abadiânia recebe milhares de romeiros da fé, que toda semana chegam para consultar o médium mais famoso do Brasil, João de Deus. Ele já atendeu celebridades do mundo inteiro, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a apresentadora de TV americana Oprah Winfrey. Na casa do médium acontecem as “cirurgias espetaculares”, com bisturis, agulhas e sem anestesia.

Extraído do site do Yahoo

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expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
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