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sábado, 15 de fevereiro de 2014

A prova de que a Globo é cupincha da CIA


Francamente, estou cansado de falar da Globo. Mas não tem jeito. Escrever sobre política no Brasil e não falar na Globo é como escrever sobre política na Venezuela e não falar em Chávez.

Ontem eu estava almoçando num restaurante a quilo perto da minha casa, e ao mesmo tempo lia os jornais. Sei que não é um hábito saudável, mas o tempo é curto e o restaurante tem uma excelente mesa. Longe do computador, consigo me concentrar melhor na leitura.

Daí me deparo com a seguinte matéria, sobre presidente russo, Putin.


(Para ampliar e ler de perto, clique aqui).

Trata-se de uma matéria ridícula, uma fofoca sem pé nem cabeça. Segundo adversários de Putin, ele teria uma fortuna de US$ 40 bilhões. Essa é a prova! A palavra dos adversários…

Ora, a embaixada russa deveria exigir uma retratação!

O Globo faz uma injúria vil desse porte, contra um estadista, e depois eu é que sou condenado pela Justiça!

Esse tipo de denúncia tem de ser embasada em provas. Senão eu vou pensar que se trata de uma dessas matérias pagas pelos Estados Unidos para difamar governos e estadistas que não comam na mão do império.

É sabido que a Rússia está dando abrigo a Snowden. Eventualmente, a Rússia pode vir com alguma nova denúncia grave contra o governo americano. Estaria a CIA preparando terreno e espalhando, através de seus tentáculos na mídia mundial, matérias para desqualificar a fonte?

Seja como for, a matéria desqualifica o Globo, ao se prestar a um papel tão baixo.

Quem conhece um pouquinho a história da imprensa brasileira, sabe que a Globo se consolidou durante a ditadura, com ajuda financeira dos EUA, através da Time Life.

Há muitas historias de montanhas de dinheiro distribuída pela CIA aos grupos locais de mídia, para detonarem o governo e ajudarem a armar o golpe de Estado.

Essa matéria sobre Putin mostra que nada mudou. Quem pode saber até que ponto essa “parceria” ainda não continua de pé?
 
Fonte: O Cafezinho 
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Após célebre beijo gay, ator vai fumar baseado em novela da Rede Globo


A família brasileira

Maio de 2034

Duas décadas após o célebre beijo gay de Mateus Solano e Thiago Fragoso em "Amor à Vida", as novelas finalmente deram outro passo significativo. Ontem (02/02), pela primeira vez na história, um personagem fumou um baseado na Rede Globo.

Foi na novela "Paixão pelo Pecado", de João Emanuel Carneiro. A grande novidade chocou os conservadores. "É a ditadura do baseado", clamou o líder da bancada evangélica. O que mais chocou a opinião pública foi o personagem "maconheiro" não morrer logo após fumar maconha.

Associações cristãs estão processando a Globo por calúnia e exigem que o personagem morra para dar exemplo. O autor disse que o personagem irá morrer, mas não de maconha.

Agosto de 2057

Mais de vinte anos após o primeiro baseado, a Rede Globo volta a chocar a opinião pública. Ontem, em "Flerte Fugaz", nova novela das onze, pela primeira vez um personagem fez um aborto e não se arrependeu.

Jamilly, interpretada por Marina Ruy Barbosa, fez um aborto seguro e saiu da clínica com um sorriso no rosto, aparentando estar satisfeita. Gabriel Esteves, autor da trama, afirma que não é sempre que o aborto é sucedido de desespero e vontade de se matar.

Marina Ruy Barbosa se pronunciou contra o "aborto sem arrependimento". "Nunca fiz um aborto, mas, se fizesse, me arrependeria", afirmou em seu Twitter. Conservadores especularam que a cena teria sido financiado por grandes entidades abortivas. O Projac amanheceu pichado com os dizeres "é a ditadura do aborto".

Janeiro de 2081

Em sua primeira novela exclusivamente para a web, a Rede Globo inovou. Em uma cena entre jovens, um deles pronunciou a palavra "Google". É a primeira vez que a Rede Globo usa o termo, apesar de já estar dicionarizado desde 2015.

Antes do episódio personagens de novela se referiam ao Google como um "site de busca". Conservadores indignados afirmaram se tratar de um merchandising disfarçado, já que a emissora faz parte do grupo Google.

O autor Manoel Carlos, último remanescente da velha guarda da emissora, pediu desculpas ao público conservador mas afirmou se tratar de uma tendência. "A novela é um retrato da vida, e a vida está cheia de marcas". Em seguida, afirmou estar estudando usar as palavras "Facebook" e "YouTube", ao invés do costumeiro "redes sociais". Críticos afirmaram se tratar de um lobby das grandes corporações para a dominação mundial.

"A família brasileira não está pronta para isso. É a ditadura do Google", afirmou o cardeal em seu Twitter

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Beijo gay: a Globo, como sempre, seguindo o imperialismo cultural de Hollywood


Julio Severo

O primeiro beijo gay exibido numa novela da TV Globo trouxe o alarde esperado dos habituais propagandistas da causa gay.

Se não fosse por esse alarde, eu e muitos outros nunca saberíamos que no último capítulo de “Amor à Vida,” exibido na noite de 31 de janeiro de 2014, uma dupla de homens, Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso), fez papel de gays beijoqueiros.

Para quem acompanha Hollywood e a cultura americana, a imitação dos atores globais não mostrou novidade alguma e só era questão de tempo.

Uma jornalista da Globo fez contato comigo hoje, querendo minha opinião sobre esse beijo gay na novela “Amor à Vida.” Minha resposta a ela:

"Confesso-lhe que não assisti ao tal beijo gay. Mas com a visibilidade que a Globo dá, com certeza esse beijo se configura em propaganda.

Por que é tão fácil para a Globo copiar os modismos dos EUA, em detrimento da saúde moral, espiritual e física das crianças e adolescentes? Minha opinião é a opinião que está na Bíblia, seguida por milhões de cristãos:

Beijos e outras carícias de natureza sexual, que devem ser reservados à esfera íntima, são apenas para homens e mulheres. Afeto e amor, que não sejam de natureza sexual, são bons e influenciam de forma positiva as crianças. Só o afeto e o amor deveriam ser expostos a elas.

Pergunte para um muçulmano da Arábia Saudita o que ele pensa do tal beijo gay. No mínimo, a resposta incluirá pena de morte para os beijoqueiros. A Rússia não tem esse radicalismo com pena de morte para homossexuais e, de forma muito apropriada, tem uma lei que protege crianças e adolescentes de propaganda gay.

Sei que há muitos funcionários da Globo que apoiam o socialismo e têm um histórico de admiração pela Rússia. Deveriam dirigir a eles a pergunta: “Por que vocês não admiram a Rússia de hoje e suas leis de proteção às crianças?” Sou cristão e sou a favor de se proteger crianças de propaganda gay, inclusive de propagandistas beijoqueiros.

Em vez de seguir fielmente a propaganda hollywoodiana de exposições sexuais às crianças e adolescentes, por que a Globo não tenta seguir o modelo russo, por décadas admirado pelos funcionários globais, de proteção às crianças e adolescentes?

Note que não estou recomendando que a Globo siga os muçulmanos da Arábia Saudita. Sugiro apenas o meio termo entre o radicalismo muçulmano e a propaganda americana descarada do homossexualismo.

Gostaria de ver um funcionário da Globo protestando contra o imperialismo cultural pró-homossexualismo do governo dos EUA. Gostaria também de vê-lo apoiando a lei russa que protege as crianças desse imperialismo."

De acordo com o Estadão, no exterior, o drag queen americano Ru Paul, estrela do reality show Ru Paul’s Drag Race e militante homossexual, comemorou o beijo gay com internautas em português. Entre as postagens no Twitter, ele comentou: “O beijo gay sentido em todo o mundo! Parabéns, Brasil.” Ele só faltou acrescentar, é claro, que o Brasil foi perfeito na imitação do lado mais podre da cultura americana.

A comemoração no Brasil ficou por conta do militante gay mentiroso deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que comentou: “Estou em prantos! Amor à vida! Que emocionante essa cena!” Ele é o mesmo que ficou em pratos ao inventar a mentira de que um jovem homossexual em São Paulo, depois de se matar após perder o amante, foi assassinado em crime de “homofobia.”

O militante gayzista Toni Reis disse que a cena de beijo gay na Globo foi um marco na luta contra a “homofobia” no Brasil. Ele viu o óbvio: o tal beijo foi pura propaganda.

Como a Globo é apenas uma antena repetidora dos podres do imperialismo cultural, é de se esperar mais imitações podres no futuro.

Entretanto, o lunático ativismo gay não descansará até cenas de beijo gay alcançarem as crianças do Brasil.

O ator Marcelo Serrado, que fez o papel do homossexual Crô na novela “Fina Estampa”, foi vaiado dois anos atrás, porque numa entrevista para a Folha de S. Paulo, ele disse, sobre a exibição de um beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.”

Imediatamente, as turbas bárbaras do movimento gay reagiram no Twitter e outras redes sociais, chamando o ator global de “homofóbico”. Tudo porque ele, como pai, não queria que sua filha de apenas 7 anos de idade assistisse a um beijo gay.

Não expor crianças ao beijo gay é “homofobia,” na opinião dos propagandistas do movimento gay. E isso é só o começo, se o Brasil não conseguir fazer como os russos e criar uma lei para proteger as crianças desse tipo de propaganda nociva.

Com informações do Estadão.

Fonte: Julio severo
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Morte dos trapalhões e brigas ja escritas


Na década de 80, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias formavam o quarteto "Os Trapalhões" e mantinham um programa semanal, exibido pela Rede Globo. Na atração, eles apresentavam várias enquetes engraçadas que faziam sucesso entre crianças e adultos. Mas em uma, exibida em 1983, os humoristas fizeram uma previsão de como estariam em 2008 e acertaram.

O vídeo mostra os filhos de Mussum e Zacarias, interpretados por eles mesmos, tentando reaproximar Didi e Dedé, que brigaram e pararam de trabalhar juntos. O curioso é que os meninos relembram histórias dos pais que já estariam mortos.

Veja o Vídeo:

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Governo americano admite ter infectado cidadãos


Centenas de pessoas na Guatemala foram deliberadamente infectadas com sífilis e gonorreia, sem que disso tivessem conhecimento, num estudo que tinha como objectivo concluir a eficácia da penicilina.

O estudo, realizado entre 1946 e 1948, escolheu como cobaias pessoas vulneráveis e com doenças mentais. Não lhes explicaram nada sobre o objectivo da pesquisa e até os incentivaram a transmitir as doenças.

O Revellati online por intermédio do Site Paragima da Matrix apresenta de seguida uma reportagem da Globo sobre o assunto: 

 
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terça-feira, 6 de agosto de 2013

“Diabólica ou Angelical?”: Pastor Renato Vargens questiona motivos da aproximação da Rede Globo aos evangélicos


O pastor Renato Vargens publicou um texto em seu blog, nessa sexta feira (19/07/), discutindo a drástica mudança em relação à forma que os evangélicos enxergam a Rede Globo. A emissora, que antes era tido por grande parte dos evangélicos como “demoníaca”, hoje é vista por muito como “agência celestial de amor, bondade e misericórdia”, afirma o pastor.

Vargens afirma que na década de 90 era comum se ver pastores afirmando que a Globo tinha sido consagrada a Satanás, e que seus artistas e funcionários tinham a mente controlada por bruxos e feiticeiros. Porém, com a recente aproximação da emissora aos evangélicos, essa imagem tem mudado, e muitos chegam a afirmar até que a emissora “se converteu”.

A Globo se aproximou dos evangélicos acontece pela crescente presença de artistas gospel em seu programas de auditório, a presença de músicas gospel nas novelas de sua programação e, principalmente, pela realização de eventos como o Festival Promessas e a Feira Internacional Cristã.

- Ora, a Globo não pertence ao capeta e nem tampouco está preocupada em glorificar o nome do Senhor. Na verdade, a que globo deseja é vender aos milhões de evangélicos deste tupiniquim país seus produtos globais – alerta Renato Vargens, explicando que o único objetivo dessa aproximação é a conquista de um novo mercado consumidor.

- Não sejamos simplistas, o surgimento do Festival Promessas, de feiras de livros, ou de músicas nas novelas, não se deu pelo fato de que a Globo esteja se convertendo, nem tampouco por ela acreditar que Cristo é o Caminho – completou.

- Os eventos gospel na grade de programação da Globo surgiu pelo fato inexorável de que o canal do “Plin-Plin” deseja vender os seus produtos para o emergente mercado gospel – concluiu Vargens, que afirmou ainda que “em vez de nos alegrarmos pela aparente exposição midiática, deveríamos nos preocupar pelo fato de termos nos tornado simples massa de manobra”.

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sábado, 20 de julho de 2013

Globo quer censurar a Internet


Por: Sergio Amadeu da Silveira, na revista Fórum:

Na calada da noite, lobistas da emissora inseriram um parágrafo no projeto de lei que permite a retirada de blogs, textos, imagens e vídeos sem ordem judicial, por suposta violação do direito autoral.

Isso gerará uma indústria da censura privada.

Também incentivará muitas denúncias vazias que promoverão o bloqueio do debate político por meio da alegada violação de direitos autorais.

Alguns exemplos e perigos:

1) Em 2004, nos Estados Unidos, a Diebold tentou impedir que as pessoas soubessem das falhas da sua urna eletrônica alegando que os documentos vazados não poderiam circular uma vez que violavam o direito autoral, pois a Diebold detinha a propriedade intelectual dos mesmos;

2) O Greenpeace muitas vezes utilizou trechos de vídeos e documentos de corporações que degradavam o meio ambiente para criticá-los e mostrar suas mentiras. Se a Globo conseguir colocar o seu parágrafo no Marco Civil, bastará que a empresa envie um comunicado para o provedor que hospeda uma denúncia para apagar um conteúdo que a desagrada, alegando violação dos direitos autorais;

3) Imagine, nas terras dos coronéis da política brasileira, um blogueiro que conseguiu um texto bombástico que prova uma falcatrua de um político tento que manter o mesmo na rede diante do pedido de remoção daquele conteúdo que estaria violando o direito autoral do político denunciado.

Podemos correr esses riscos?

Não. Envie um e-mail para o relator do Marco Civil:

( dep.alessandromolon@camara.leg.br )

Solicitando que retire o parágrafo 2 do artigo 15, para evitar a censura instantânea e privada no Brasil. Nossa liberdade de expressão e criação não pode ser violada por interesses de corporações como a Rede Globo.

A Globo não está acima da lei.

Sergio Amadeu da Silveira é doutor em ciência política, professor da Universidade Federal do ABC e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Fonte: Revista forum
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segunda-feira, 13 de maio de 2013

A ditadura da Rede Globo: um poder que cresce a cada ano

A Globo não prejudica o resto da comunicação no Brasil apenas ficando com quase tudo em termos de publicidade oficial e privada. A hegemonia da organização da família Marinho prejudica o país ao impor costumes, vetar projetos governamentais, leis, ao difundir ignorância, preconceito e muito mais

Eduardo Guimarães, em seu blog
A Globo não tem hoje menos poder, tem mais, muito mais. E esse poder está crescendo a cada ano. E se em 2013 conseguir colocar um despachante no lugar de Dilma no Palácio do Planalto, melhor será mudar o nome do país para República Global do Brasil

Ouso dizer que se de repente a Globo simplesmente evaporasse da face da Terra, nem os outros braços do aparato político-ideológico-midiático que a organização multimídia da família Marinho lidera iriam chorar por seu sumiço; comemorariam com fogos de artifício
A parcela da sociedade política e ideologicamente alinhada aos governos progressistas que há uma década vêm conseguindo manter o poder contra essa máquina midiática, vem cometendo um erro de avaliação sobre o que convencionou chamar de “grande mídia”.
Hoje, no Brasil, há um só grupo de mídia que, nadando contra a corrente que arrasta outros grandes grupos, vem obtendo lucros estratosféricos, crescendo e se solidificando a cada ano: as Organizações Globo.
É um fenômeno impressionante. De 2002 a 2012, a Globo perdeu 22% de sua audiência em rede nacional. Em 2002, no Painel Nacional de Televisão (PNT), a média diária da emissora, entre 7h à 0h, era de 22,2 pontos. De janeiro a agosto de 2012, a média diária foi de 17,4 pontos. Cada ponto equivale a 191 mil domicílios no país.
Em uma década, porém, a participação da Globo nos investimentos publicitários em TV aberta se manteve em 70%. O faturamento bruto da TV aberta da Globo com anúncios passou de R$ 5,65 bilhões em 2002 para R$ 18 bilhões em 2011.
Mais impressionante ainda: o lucro da Globo, ano passado, subiu 36% e chegou a R$ 2,9 bilhões – um aumento de 35,9% ante o resultado do ano anterior –, apesar da queda de audiência.
O paradoxo entre queda de audiência e aumento do faturamento se deve à estratégia multimídia das Organizações Globo. Além da principal emissora de TV do país, o grupo também detém jornais e revistas, além de participação em empresas como a Net e Sky e nos canais pagos da Globosat, como SporTV, Multishow e Telecine.
Não existe país nenhum no mundo com um império de comunicação como esse.
Isso ocorre enquanto outros grandes grupos de mídia como a Rede Record, o Grupo Folha, o Grupo Estado e a Editora Abril vêm amargando seguidos prejuízos.
O mais impressionante é o resultado publicitário da Globo no que tange a verbas oficiais. Apesar da queda de audiência, as plataformas de mídia globais açambarcam 64% das verbas de publicidade do governo federal.
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Como resultado dessa ditadura midiática e política, os irmãos João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto Marinho ocupam, respectivamente, o 7º, o 8º e o 9º lugares na lista que a revista Forbes publica dos homens mais ricos do Brasil.
João Roberto e Roberto Irineu acumulam hoje uma fortuna de 8,7 bilhões de dólares cada um. Já José Roberto tem uma fortuna estimada em 8,6 bilhões de dólares.
Como não existe um marco regulatório que vete a monopolização de tantas plataformas de mídia – que, em enorme parte, são concessões públicas entregues aos Marinho pelo governo federal –, enquanto a Globo lucra como nunca os grupos de mídia que atuam politicamente em consonância com a ditadura global vão ficando com as gordas migalhas que caem da mesa, mas que não bastam para impedir-lhes os problemas financeiros.
Mas por que, então, vemos impérios de comunicação como o Grupo Folha, o Grupo Estado, a Editora Abril e outros aliarem-se à guerra aberta que a Globo, de forma aparentemente inexplicável, trava com um governo federal que se entrega à sua voracidade por dinheiro e concessões públicas?
A questão parece ser muito mais ideológica do que prática. Apesar de forrar as Globos com a parte do leão das verbas e das concessões públicas, os governos do PT são vistos pelo resto da grande mídia como inimigos do capitalismo.
As famílias Frias, Mesquita, Civita e congêneres acham que um governo tucano, por exemplo, distribuiria mais benesses ainda e as salvaria de uma situação que, em verdade, deve-se à voracidade Global.
Assim, os governos do PT tornaram-se o inimigo comum de grupos de mídia que, por trás da aparente cordialidade, são adversários ferozes na disputa pelas benesses do Estado.
Mas a Globo não prejudica o resto da comunicação no Brasil apenas ficando com quase tudo em termos de publicidade oficial e privada. A hegemonia da organização da família Marinho prejudica o país ao impor costumes, vetar projetos governamentais, leis, ao difundir ignorância, preconceito e muito mais.
Roberto Marinho e o general João Batista Figueiredo (Foto: Divulgação)
O padrão “racial” da publicidade e da televisão brasileiras, por exemplo, que exclui a verdadeira etnia de nosso povo, é oriundo de uma visão da Globo sobre o país. Novelas, publicidade, tudo o que se vê retrata um país de aparência europeia porque a Globo criou e mantém esse padrão.
A ausência de programas que discutam o país, que se aprofundem em debates importantes, inclusive políticos, é oriunda de uma programação da Globo feita para emburrecer e alienar o espectador.
Como a Globo é uma receita de sucesso, seu padrão é seguido pela concorrência na mídia eletrônica, sobretudo na televisão. Haja vista as cópias de excrescências como o Big Brother em outras emissoras, das novelas bobinhas com elenco ariano etc.
A teledramaturgia global, em particular, é dramática – para fazer um trocadilho. Novela após novela é encenada no eixo Rio-São Paulo, com enredos que se repetem sem parar, com vilões e mocinhos – e mocinhas – idênticos, sempre exaltando as classes sociais abastadas a que a cúpula da Globo pertence.
Todo esse poder da Globo se deve à sua capacidade de chantagear a classe política. Executivo, Legislativo e Judiciário ajoelham-se no altar Global de Norte a Sul do país. Nem a Presidência da República escapa.
Apesar de não vir conseguindo eleger o presidente da República desde 2002, a Globo, ao levar escândalos reais e inventados ao Jornal Nacional, novelas, programas humorísticos etc., selecionando os que quer expor e os que quer esconder, consegue a subserviência da República aos seus ditames.
Se até os grandes grupos de mídia além da Globo estão sendo sufocados por ela, imaginemos o que acontece com a mídia dita “alternativa”, que deve desaparecer em poucos anos se nada mudar.
Todavia, a própria grande mídia – Globo excluída – não deve resistir tanto assim. Com o passar do tempo, os Marinho irão adquirindo participações de tudo até que estabeleçam um imenso monopólio da comunicação nacional.
Não existe um só país da importância do Brasil e no qual vigore regime verdadeiramente democrático que tenha praticamente toda a comunicação nacional sob o tacão de uma única família, de um único império empresarial de comunicação.
Após uma década de governos progressistas que conseguiram distribuir renda, diminuir a pobreza e avançar em termos de solidificação da economia, com aumento exponencial de infraestrutura etc., o Brasil caminha para a Idade Média nas comunicações.
Como livrar o pais da ditadura da Globo? Boa pergunta. Se nem após dez anos de governos do PT conseguimos dar um mísero passo para desconcentrar o poder que a família Marinho começou a acumular graças à ditadura, parece quase impossível mudar isso agora.
A Globo não tem hoje menos poder, tem mais, muito mais. E esse poder está crescendo a cada ano. E se em 2013 conseguir colocar um despachante no lugar de Dilma no Palácio do Planalto, melhor será mudar o nome do país para República Global do Brasil.
Fonte: Pragmatismo político
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Os evangélicos e o ibope da Globo


Por Julio severo

De acordo com o AdNews, a Globo fechou 2012 com o pior ibope de sua história. Para quem queria entender a “bondosa” atitude da emissora de se aproximar de líderes e cantores evangélicos de destaque, a resposta é óbvia: melhorar o ibope.

AdNews deixou claro que todas as emissoras estão tendo queda de audiência. Um dos fatores, especialmente entre a geração mais jovem, só pode ser a internet, que ocupa na vida deles o mesmo espaço que a TV ocupa na geração mais velha.
 

Em anos mais recentes, a TV Globo vem sendo denunciada por sua patente hostilidade aos cristãos, e sua programação com tal discriminação anticristã não é poupada de críticas.

A tradição global de nudez e sexo nas novelas parece não incomodar tanto o seu antigo público evangélico quanto temas de espiritismo e anticristianismo.

Para estancar a perda desse público e de ibope, a Globo vem procurando amenizar suas posturas anticristãs, até mesmo patrocinando eventos de cantores evangélicos.

A última vez que se viu novela da Globo na casa dos meus pais foi em 1980. Depois, nunca mais. O motivo era óbvio: incompatibilidade total com o Cristianismo.

Se não excluímos a emissora imoral de nossos lares, sua programação abusiva de sexo e nudez extingue o senso moral de qualquer cristão.

O Titanic da sem-vergonhice televisiva foi longe demais — há muito tempo. O público evangélico parece enfim estar perdendo seu interesse e fidelidade ao monstro da safadeza.

Agora, só resta a Globo esmolar a ajuda dos cantores evangélicos.

Essa é uma excelente oportunidade para esses cantores mostrarem de quem de fato são servos.

Se cantarem por cantar ou apenas para ganhar a glória do mundo, poderão infelizmente terminar servindo a interesses ibopeiros e para impedir o Titanic global de ter seu merecido afundamento, depois de décadas infectando os lares brasileiros com seu veneno de depravação e violência.
 

Eles não deveriam esquecer que a Globo, como exemplo televisivo, encabeça impunemente violações aos direitos e integridade moral, psíquica e espiritual das crianças.
 
O Titanic da depravação vem, juntamente com outras redes de televisão, abusando das crianças há décadas, sem que nenhuma lei o impeça.

A Globo engrandeceu Xuxa, o maior exemplo de erotização infantil do Brasil.
 

Os cantores cristãos precisam colocar os pés ali como se estivessem pisando o próprio inferno, com uma mentalidade de resgate de almas, não de glorificação da carne.
 
Eles não deveriam, é claro, imitar um rapper gospel que dançou com moças seminuas na Globo. Nem deveriam seguir o mau exemplo do Rev. Marcos Amaral, polêmico pastor presbiteriano que ao ser questionado sobre homossexualidade no programa Amor & Sexo, deu a resposta que a Globo queria ouvir.

Ganhar audiências é a meta da Globo.

Ganhar almas para Cristo é a meta do verdadeiro cristão.
A missão dos cantores cristãos não é glorificar o Golias global nem melhorar seu ibope. Sua missão é glorificar o Senhor Jesus e, enquanto o Titanic está começando a afundar, dar bom testemunho a fim de resgatar os que estão se afogando no escuro mar de sujeira global.
 
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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Diretor de programa da Rede Globo chama telespectadores de "Retardados e idiotas"

Um absurdo, Vamos continuar a boicotar a Rede 'Globesta' e todos os outros canais de TV manipuladores, Desligue sua TV !!!

??Será justo que a diretoria dessa emissora, através do Twitter, venha ofender os telespectadores de outros canais, apenas por que as pessoas estão deixando de assistir a Globo?

Um dos diretores da Rede Globo, revoltado com a baixa audiência de sua emissora, resolveu partir para o ataque o ofender os telespectadores de outras emissoras. A Globo está com vários horários com baixa audiência, e isso tem acirrado os ânimos de muitos funcionários da Globo.

O diretor Mário Meirelles disse o seguinte no seu twitter: "Atenção aos retardados que estão assistindo Pica Pau começou TV Xuxa. Tá bom. Atenção idiotas que estão assistindo Pica Pau. Começou TV Xuxa sua única esperança de sair dessa lavagem cerebral", disse.

Fortemente criticado pelos usuários, Meirelles continuou a provocação: "Amigos se eu soubesse que entre meus seguidores existissem tantos retardados não tinha tocado no assunto. Desculpem, dá unfolow e bye. Não falei do público infantil, e sim dos adultos que preferem perder uma homenagem a Fernanda Montenegro. Mas ja foi né isso aqui é Twitter", concluiu.

A Globo e sua diretoria NÃO TÊM O DIREITO DE OFENDER. É absurdo a população ser xingada pela diretoria da Globo apenas porque não deseja mais assisti-la.

Vamos responder a isso com mais perda de audiência.

GLOBO, NÃO SOU RETARDADO E IDIOTA JUSTAMENTE PORQUE NÃO ASSISTO MAIS VOCÊ.

Indicação: Não a nova ordem
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Sistema Mundial: Campanha política pela difusão do medo


Por: Fabio Venturini

Um juiz do estado norte-americano do Texas afirmou na semana passada que a reeleição de Barack Obama levaria os Estados Unidos a uma guerra civil ( http://ianoticia.com/2012/08/25/reeleicao-de-obama-levaria-os-eua-a-guerra-civil-diz-juiz/). O absurdo defendido pelo magistrado Tom Head, do condado de Lubbock, em entrevista para a Fox, tem bastante lógica no formato, não no conteúdo.

Acreditar que tropas da ONU invadiriam as cidades estadunidenses, como previu o magistrado, seria demais até para Hollywood, mas incutir o pavor na sociedade e jogar com o medo popular é prática comum em todas democracias ocidentais, algo que nos Estados Unidos se faz com maestria.

Não é a primeira vez que os republicanos do Texas usam a campanha política pela difusão e estímulo do medo. Caso contrário não conseguiriam apoio popular e centenas de milhões do orçamento para invadir o Iraque em busca de armas de destruição em massa (termo bonito para atemorizar o povo, a propósito) e encontrar apenas petróleo explorado por companhias texanas.

O juiz Head recorreu a um dos maiores “ traumas” do imaginário estadunidense foi a Guerra da Secessão (1861-1865), também conhecida como Guerra Civil Americana, entre os 11 estados confederados do Sul, de oligarquias rurais, contra os estados do Norte industrializado.

Nas escolas estadunidenses o conflito é ensinado como um evento que não deveria ter acontecido, com mais de 970 mil mortes desnecessárias, com “irmãos lutando contra irmãos”, e que apenas atrasou a grandeza daquele país. Do ponto de vista histórico nem é História cientificamente contada. É construção de ideologia finalidade de garantir a passividade da população.

Codinomes ao medo

O nome Barack Obama já é um prato cheio para os profetas da política apocalíptica. O atual presidente é acusado de ser árabe, como se isso fosse motivo para ser acusado de algo, e comunista, devido a propostas previam a retirada de dutos de dinheiro público com destino a empresas estadunidenses, como o projeto de reforma do sistema de saúde.

Quem viu o documentário Sicko, de Michael Moore, sabe que o atendimento médico nos Estados Unidos mostrado em seriados e filmes é tão fantasioso quanto a declaração de Head. Seu nível é péssimo, com qualidade e possibilidades de acesso diretamente proporcionais à cobertura do seguro do paciente.

Tem sobrenome não anglo-saxão e se preocupou com a população. Logo, é terrorista, comunista, favorável ao casamento gay e frágil perante a ONU… Mesmo que nada tenha de cultura árabe e ideologias comunistas, esta é a base da campanha que se aproxima, associando a imagem de Obama ao que se ensinou serem inimigos comuns dos Estados Unidos e se estilo de vida.

Um juiz recorrer à Guerra Civil foi puro fanfarronismo, mas a estratégia está na mesa, o palanque está montado novamente nos meios de comunicação.

Mensageiros da catástrofe mundo a fora

A estratégia de propaganda política pelo medo não é privilégio dos estadunidenses. Eles aprenderam em alguns locais bastante eficientes, repassaram a “expertise” em outros…

No Brasil, em 1989, correligionários dos candidatos de direita à Presidência da República espalhavam que se algum comunista (normalmente as referências eram a Lula, do PT, e Roberto Freire, do PCB) vencesse as eleições tomariam filhos de famílias pobres para o governo, confiscariam televisores e outros eletrodomésticos de quem possuísse mais de um para distribuir a “vagabundos que comunistas que não gostam de trabalhar” e até colocariam famílias inteiras em cômodos desocupados de sua casa. Muita gente acreditou e ajudou a eleger Collor.

Também houve por aqui pelo menos duas grandes ondas anticomunistas, de propaganda pelo medo: uma depois de 1935, quando militares ligados ao PCB tentaram derrubar Getúlio Vargas, e durante a ditadura civil-militar de 1964 em diante.

Para se ter uma ideia, jagunços da ditadura tentaram prender em São Paulo o autor de uma peça comunista-marxista-leninista-stalinista-qualquer. A prisão foi frustrada porque o autor, o senhor Sófocles, estava morto havia milhares de anos, na Grécia antiga.

O artista mais censurado, como mostra o historiador Paulo Cesar Araujo no livro Eu não sou cachorro não, foi Odair José, “um cafona”, além de outros que nada tinham nem queriam ter de envolvimento político ativo.

Pelo globo podem-se enumerar muitos outros eventos, como o medo europeu dos imigrantes ladrões de empregos, o medo que os alemães aprenderam a ter de um mundo dominado por judeus antes da 2ª Guerra Mundial, o pavor que os ricos latino-americanos têm de Cuba etc.

E você, tem medo de quê? De quem? Este medo é justificável?

Indicação: Nos dias de Noé
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

A Nova Ordem Mundial no Brasil em 1964


O chamado golpe "militar" de 1964 foi simplismente a instalação do GOVERNO MUNDIAL DO ANTICRISTO, a NOVA ORDEM MUNDIAL, quando a maçonaria entregou o Brasil para os banqueiros. Isto é muito triste, mas é o cumprimento das profecias de Jesus Cristo e dos profetas de Deus. este governo mundial fundado pela TV Globo do Imperador roberto marinho.

Veja no vídeo abaixo:


Fonte: Jc verdade verdadeira
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Parada do orgulho porco

Globo mede número de participantes de paradas gays pelo lixo que produzem. Quanto mais lixo, mais gays

Julio Severo
A Folha de S. Paulo, conhecida por seu esquerdismo, computou quase 300 mil participantes na parada gay de São Paulo deste ano. Mas o G1 da Globo continuou fiel ao chutometro gay, registrando três milhões e meio de farristas.
A explicação da Globo é que sua metodologia usa como medição o lixo que os farristas da parada produzem. Quanto mais lixo, mais gays.
Conforme o G1, em um dia normal, sem grandes eventos ou aglomerações, a prefeitura recolhe, em toda a cidade de São Paulo, uma média de 250 toneladas de lixo. Só na Parada do Orgulho LGBT, que ocorreu neste domingo (10 de junho) na região da Avenida Paulista, foram recolhidas 106 toneladas de resíduos.
Logo depois da parada, a prefeitura de São Paulo destacou um batalhão de mil funcionários de limpeza, mais de 1.300 lixeiras e 167 caminhões de lixo.
Para a Globo, esse lixão todo em um único evento gay tem apenas um significado: um montão de gays!
Não passou pela cabeça global que o monte de lixo pode significar que os participantes da parada sujaram mais, agindo como porcos. Aliás, a Bíblia deixa claro que os pecados, inclusive homossexuais, se assemelham à conduta dos porcos.
Em todo caso, entre quase 300 mil e 3 milhões há uma diferença colossal. E essa diferença não é entre a Globo esquerdista, homossexualista e anticristã e algum órgão noticioso cristão conservador do Brasil. É entre dois gigantes esquerdistas: Globo e Folha de S. Paulo, que arrisca ser tachada de praticar suinofobia por não acompanhar a Globo na medição dos lixões gays.
Enquanto os dois se digladiam com o lixo que os gay produzem, o público recebe lixo travestido de números estratosféricos das paradas gays.
Se o lixo é agora padrão de grandeza ou desculpa para disparar o chutometro gay, então os porcos estão com a bola toda. Seguindo a Globo, podemos computar que a sujeira de chiqueiro de dois porcos produzida num único dia significa que 100 porcos passaram por ali. Em comparação, com base na sujeira produzida por 10 gatos num único dia, pode-se deduzir que apenas 1 esteve no lugar.
O tamanho do lixo produzido pode não dizer muito sobre quantos participaram, mas mostra muito sobre o caráter dos participantes.
E se essa informação sobre o lixo já é de conhecimento dos grupos gays, quem pode garantir que eles não estão usando e abusando dessa informação? Em vez de trazer uma sacola de a#000nto para os pobres, os participantes podem estar trazendo sacolas de lixo — para o bem da causa e dos números.
E não seria de estranhar tal comportamento. Homens que vivem no depravado comportamento homossexual não têm receio de infectar outros com AIDS — propositadamente. Seria menos difícil para eles trazer sacolas de lixo para suas paradas.
Um estilo de vida de porco tem tudo a ver com porcaria, sujeira e lixo. E lixo é tudo o que a Globo precisa para inflar os números da parada gay todos os anos.
Revellati Online
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Mais uma da Rede Podre: O eixo Globo-Monsanto




A Globo é uma TV dos EUA, a Time Life é dona da Vênus platinada. A Familia marinho são apenas laranjas dos gringos, pois apenas brasileiros natos podem ser donos de meios de comunicação brasileiros. Artigo muito interessante publico pelo advogado Fábio de Oliveira Ribeiro no site Observatório da Imprensa. No programa Globo Rural de 15/04/2012 foi veiculada uma longa reportagem sobre a Monsanto feita nos EUA. Nenhum ambientalista ou ativista norte-americano que critica a atuação da Monsanto foi entrevistado pelos repórteres do Globo Rural. Portanto, a matéria, que parece ter cunho jornalístico, funciona como uma excelente peça de propaganda da Monsanto e de seu milho transgênico. A reportagem-propaganda foi veiculada justamente durante a realização da Cúpula das Américas, reunião de chefes de Estado e diplomatas em que os EUA fazem uma ofensiva diplomática para recuperar sua credibilidade e importância política e econômica na América Latina. Os EUA deixaram de ser o maior e mais importante parceiro comercial do Brasil. Mesmo assim, a Rede Globo preferiu veicular a peça de propaganda que produziu sobre a Monsanto. Não poderia ter feito uma matéria jornalística sobre a integração agroindustrial dos BRICs? Vez por outra, o Globo Rural faz matérias sobre a criação de peixes, as novas tecnologias aplicadas à pesca e os problemas deste importante ramo de atividade produtiva. Neste momento, não seria mais barato, fácil e relevante os jornalistas daquele programa fazerem uma matéria sobre a influência negativa na pesca litorânea brasileira do vazamento provocado pela Chevron norte-americana? Uma das características da propaganda é enfatizar os pontos positivos de uma mercadoria e omitir seus pontos negativos. O comportamento jornalístico da Rede Globo indica claramente que os Estados também são mercadorias. Algum tipo de regulação A pauta do Globo Rural de 15/04/2012 evidencia a opção da emissora pelos EUA. A tentativa do clã Marinho de reforçar a política externa norte-americana neste momento é evidente, pois não só fez propaganda da Monsanto como evitou tocar no desastre ambiental da Chevron no Rio de Janeiro. O Itamaraty, instituição pública encarregada de formular a política externa brasileira, aposta nos BRICs. Mas a Rede Globo, empresa privada que visa ao lucro, parece querer ter a sua própria política externa e enfiá-la goela abaixo dos brasileiros. O que a Rede Globo fez em 15/04/2012 com seu programa Globo Rural não foi exercitar a “liberdade de imprensa”, mas abusar de sua condição de empresa quase monopolista. O Brasil tem feito uma política externa coerente e eficiente, mas não tem uma rede de televisão tão grande quanto a Globo para reforçar internamente suas decisões diplomáticas. O clã Marinho, entretanto, usou a sua empresa para fortalecer a política externa norte-americana dentro do Brasil. É por causa deste tipo de abuso que a mídia tem que sofrer algum tipo de regulação. A política externa brasileira não pode mais ficar à mercê de uma empresa privada que faz de tudo para impor sua própria política externa ao país.

Revellati Online
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