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sábado, 5 de julho de 2014

Deputados agem para nos empurrar transgênicos


Por Juliana Dias e José Carlos de Oliveira

Câmara Federal debate, de costas para sociedade, projetos que podem tornar ainda mais difícil identificar transgenia nos alimentos que consumimos

A questão de que as novas tecnologias poderão resolver os problemas humanos com que nos defrontamos é controversa. As tecnologias fundadas em aplicação de estudos científicos apresentam incertezas para o bem-estar humano. Apontam para aspectos negativos de difícil solução, pois têm por objetivo questões distintas do que é alardeado como grande vantagem — por exemplo, eficiência e lucro. O detentores dessas novas tecnologias tentam provar a eficácia, defendendo benefícios não inteiramente comprovados para lançar na sociedade seus produtos inovadores. O caso da transgenia serve como exemplo para indicar as implicações e compromissos entre ciência e democracia, no que diz respeito aos direitos civis e sociais dos cidadãos, bem como sua participação deliberativa.

A produção de alimentos geneticamente modificados (GM) em larga escala teve início em 1996, nos Estados Unidos (EUA), com a introdução da soja resistente a herbicidas. Entretanto, o debate a respeito desse modelo produtivo na agricultura industrial é pautado por controvérsias. A área mundial ocupada com cultivos GM atingiu 102 milhões de hectares em apenas 10 anos (SILVEIRA e BUAINAIN, 2007, p.58). Já o diálogo, na sociedade, sobre a positividade ou negatividade de seu uso, avança com dificuldades. Não há consenso entre cientistas, governos, indústrias e associações civis, os protagonistas desse enredo. Na perspectiva de Latour (2007, apud ABRAMOVAY p. 135), descrever controvérsias trata-se da capacidade de acompanhar e expor “um debate que tem por objeto, ao menos em parte, conhecimentos científicos ou técnicos ainda não assegurados”.

A decisão sobre o que colocar na lavoura, ou no prato, sofre pressões em favor da economia e da eficiência do agronegócio. Os defensores da engenharia genética em plantas comestíveis argumentam que, só por esta via, será possível alimentar os 9 bilhões de habitantes previstos para 2050 no planeta. No entanto, quando a indústria assume o compromisso de promover a segurança alimentar, a lógica que se sobrepõe é a do alimento como mercadoria, e não como direito.

As informações disseminadas não parecem conduzir à construção de um diálogo que assegure autonomia e engajamento no processo democrático. O cenário ainda é de incerteza, para prosseguir com um sistema agrícola centrado na biotecnologia. De um lado, as multinacionais prometem a melhoria na qualidade dos alimentos e a garantia da Segurança Alimentar. De outro, os agricultores apontam a perda de autonomia no exercício de plantar; a população sofre com problemas de saúde em relação ao uso de agrotóxicos, produzindo, inclusive, mortes; e o meio ambiente sofre com a deterioração do solo, entre outras ameaças (ROBIN, 2008).

As discordâncias

Um principal protagonista do enredo da indústria da biotecnologia é a multinacional Monsanto, fundada há 112 anos em St. Louis, nos EUA. Sua atuação junto aos governos, universidades e organismos internacionais é vigorosamente contestada, igualmente por cientistas, agrônomos, políticos, técnicos e, principalmente, por camponeses. A imagem da empresa representa, metaforicamente, o quão controverso é o diálogo com a sociedade. Já existem vários estudos publicados, questionando sua postura corporativa em mais de um século de existência. Desde o suprimento do herbicida conhecido como Agente Laranja para a Guerra do Vietnã à introdução de agrotóxicos para a Revolução Verde (ROBIN, 2008).

Para pontuar aspectos dessa controvérsia, fizemos um recorte cronológico com alguns fatos da trajetória da companhia em 2013, quando completou 50 anos no Brasil. No mesmo ano em que o vice-presidente de Tecnologia e cientista-chefe da Monsanto, Robert Fraley, recebe o World Food Prize (Prêmio Mundial de Alimentação, concedido por iniciativa de um empresário norte-americano) devido ao pioneirismo na área de biotecnologia, a empresa desistiu do desenvolver novas sementes GMs na União Europeia, pois há demora na aprovação de novas variedades modificadas – ela é detentora do maior número de pendências de aprovação no bloco europeu.

A demora na aprovação espelha suspeitas ainda bastante difundidas sobre a segurança, já que grupos da sociedade civil europeia temem seus impactos no ambiente e na saúde1. Pelo menos dez países europeus – Polônia, Alemanha, Áustria, Hungria, Luxemburgo, Romênia, França, Grécia, Suíça, Itália e Bulgária – já proibiram o cultivo do milho transgênico da Monsanto, o MON 8102. A decisão tem base em estudos, segundo os quais a toxina presente no organismo modificado provoca danos à minhocas, borboletas e aranhas. Provas de sua segurança para a saúde são inconclusivas3. Os efeitos colaterais para o homem e o meio ambiente ainda carecem de estudos conclusivos independentes (ROBIN, 2008; ZANONI e FERMENT, 2011; VEIGA, 2007; ANDRIOLI E FUCHS, 2012).

A empresa completou cinco décadas no Brasil com o lançamento comercial das sementes da soja Intacta RR2 Pro, primeira tecnologia desenvolvida em solo e para solo brasileiro. No mesmo 2013, mais de 50 países aderiram à “Marcha contra Monsanto” em protesto contra a manipulação genética e o monopólio da multinacional na agricultura e biotecnologia. A campanha teve como estopim o suicídio de agricultores indianos. Essa prática tem se tornado frequente devido ao endividamento para competir na agricultura industrial4.

O direito às sementes do agricultor e o direito à informação do cidadão passam por um modelo controverso, dúbio e confuso de controle e regulação, de algum modo referenciados nas leis federais em diversos países da América do Sul, da África e nos Estados Unidos. A indústria da biotecnologia vem avançando por meio da formação de um oligopólio no mercado das sementes, baseado também em um direito, o de propriedade intelectual, que torna privado o que é o público, com a natureza e a produção de conhecimento. Tudo feito em parceria com as agências governamentais. Com isso, quem planta troca a diversidade e a capacidade de selecionar seus grãos por plantas que recebem alteração genética (VEIGA, 2011, ZANONI E FERMENT, 2011).

A transnacional Monsanto está em mais de 80 países, com domínio de aproximadamente 80% do mercado mundial de sementes transgênicas e de agrotóxicos. A empresa acumula acusações em diferentes continentes, por violações de direitos, por omissão de informações sobre o processo de produção de venenos, cobrança indevida de royalties e imposição de um modelo de agricultura baseado na monocultura, na degradação ambiental e na utilização de agrotóxicos5.

A quem interessa saber?

O diálogo sobre o presente e o futuro da alimentação diz respeito aos 7 bilhões de habitantes do planeta hoje existentes. De acordo com Paulo Freire (1971b, p. 43, apud Lima 2011, p.90), “dialogar não significa invadir, manipular, ou fazer ‘slogans’. Trata-se de um devotamento permanente à causa da transformação da realidade (…). O diálogo não pode se deixar aprisionar por qualquer relação de antagonismo (…)”. A Monsanto se apresenta como uma empresa comprometida com o diálogo, o qual estabelece como base nos princípios de seu compromisso corporativo: “ouvir atentamente diversos públicos e pontos de vista, demonstrando interesse em ampliar a nossa compreensão das questões referentes à tecnologia agrícola, e a fim de melhor atender as necessidades e preocupações da sociedade e uns dos outros”.6

Ao afirmarmos que o diálogo sobre a produção de transgênicos é desencontrado, referimo-nos às ambivalências entre o discurso e a prática das empresas, dos governos, das universidades e da mídia. O processo dialógico é permeado por ruídos, omissões e abordagens unilaterais.

Um ponto flagrante na divulgação das informações para a população é que a pesquisa com transgênicos é realizada quase exclusivamente por aqueles que comercializam os produtos biotecnológicos. A preocupação é elaborar variedades com mais performance, sem se envolver na investigação de seus riscos indiretos ou diretos. A introdução dos GMs em diversas partes do mundo mostra a relação conflituosa entre ciência e democracia (APOTEKER, 2011, p. 89). As implicações vão além da dimensão cientifico-tecnológica. Estão ligadas às decisões políticas dos governos e à ética. Existe uma tensão permanente entre a demanda da sociedade e os interesses envolvidos com o fazer científico.

O direito à informação sempre esteve presente nos debates relacionados com a introdução dos transgênicos no país. Essa reinvindicação foi impulsionada pelas organizações não governamentais (ONGs) e movimentos sociais, em especial os ligados aos direitos do consumidor. “O aumento da produção amplia a importância da informação como meio de garantir aos cidadãos o poder legítimo de escolha”. (SALAZAE, 2011, p. 302).

A rotulagem de alimentos é um meio de assegurar esse direito, mas em contrapartida torna-se uma arena de conflitos entre as indústrias e os consumidores. Nos EUA, utiliza-se o critério de “equivalência substancial”, em que a semente não transgênica é posta em igualdade com a geneticamente modificada. Partindo dessa norma, não há necessidade de informar ao consumidor o tipo de grão que contém um produto alimentício. Assim, a legislação norte-americana não permite estampar o “T” (de transgênico) nos rótulos (ROBIN, 2008).

Entretanto, as associações de consumidores norte-americanas conseguiram o direito de rotular o leite com a informação “ausência de uso”, referindo-se ao hormônio rBGH, responsável por aumentar em até 30% a produção de leite. Este foi o primeiro produto nascido da engenharia genética. Após 15 anos de uso massivo na pecuária leiteira – com índices elevados de mastites nas vacas que recebiam o hormônio, aumento da quantidade de germes no leite, além do crescimento do fator IGF (responsáveis por várias enfermidades) – a população passou a ter acesso a essa informação. (APOTEKER, 2011, p. 90; COHEN, 2005).

No Brasil, o decreto federal 4.680/2003 regulamentou o direito à informação, conforme artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC), sobre alimentos que contenham acima de 1% de ingredientes transgênicos. A lei vale, inclusive, para alimentos e ingredientes produzidos a partir de animais alimentados com ração contendo GM. Em agosto de 2012, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, acolhendo o pedido da Ação Civil Pública proposta pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Ministério Público Federal (MPF), tornou uma exigência a rotulagem dos transgênicos independentemente do percentual e de qualquer outra condicionante. É possível identificar em diversos produtos um símbolo com a letra T (exige atenção para identificar, pois normalmente aparece com discrição nas embalagens).

Entretanto, o momento atual parece um retrocesso no que diz respeito à informação sobre a fabricação. O Projeto de Lei (PL) 4.148 (2008), de autoria do Deputado Luis Carlos Heinze, pretende retirar essa informação dos rótulos. O PL apresenta as seguintes propostas: (1) não torna obrigatória a informação sobre a presença de transgênico no rótulo se não for possível sua detecção pelos métodos laboratoriais, o que exclui a maioria dos alimentos (como papinhas de bebês, óleos, bolachas, margarinas); (2) não obriga a rotulagem dos alimentos de origem animal alimentados com ração transgênica; (3) exclui o símbolo T que hoje permite a identificação da origem transgênica do alimento (como se tem observado nos óleos de soja); (4) não obriga a informação quanto à espécie doadora do gene.

Em 2013, o PL poderia ir em votação em caráter de urgência, mas a ameaça não se confirmou. Em 29 de abril de 2014, novamente entrou eu pauta por conta de outro projeto que prevê a separação de produtos transgênicos em prateleiras de estabelecimentos comerciais (similar a uma lei estadual de São Paulo). Mas com a mobilização da sociedade civil a votação foi suspensa. Esses são alguns dos desencontros do diálogo sobre a transgenia no Brasil. O Idec está em campanha para impedir o fim da rotulagem dos transgênicos. Para participar, basta enviar uma mensagem para os deputados. É fácil e eficaz.

A soberania do discurso científico pode calar e distanciar os cidadãos de assuntos que dizem respeito ao desenvolvimento econômico, social e cultural. É necessário construir um debate público com informação e conscientização. O diálogo aprofundado, e interessado em ouvir o que a sociedade realmente tem a dizer, é de responsabilidade do governo, por meio das leis de regulamentação; das universidades públicas, com educação e formação de cidadãos críticos e participativos; dos cientistas, ao respeitar o interesse público; das ONGs, ao trazer informações para a esfera pública; e da mídia e empresas do agronegócio, que devem comunicar com mais clareza e ética7.

Como podemos observar, as novas tecnologias envolvem questões que devem ser debatidas pelos mais diversos atores sociais. A produção de alimentos GMs trouxe questões complexas, que urgem por interdisciplinaridade para construir a reflexão e propor soluções. É o caso alarmante da transição da posse das sementes, das mãos dos camponeses às das multinacionais. Outra análise imperativa é em relação aos riscos indeterminados, em longo prazo, na saúde humana e no meio ambiente.

A dificuldade para se fazer pesquisas independentes sobre a produção de transgênicos é um entrave para fundamentar as discussões no campo do direito e da cidadania. O diálogo entre os sujeitos, permeado de múltiplos valores, necessita encontrar caminhos concretos e seguros para transformar a realidade. Nesse sentido, um processo de comunicação dialógico, como nos sugere Paulo Freire, pode nutrir a sociedade com informações consistentes e o mais abrangentes possíveis. Assim, o cidadão poderá conquistar autonomia e engajamento para participar democraticamente, de forma deliberativa, de questões centrais para o presente e o futuro.
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José Carlos de Oliveira é Professor do Programa de Pós graduação do HCTE/UFRJ em “História das Técnicas” e “Ciencia, Tecnologia e Segurança Alimentar” e professor do Departamento de Engenharia Elétrica /Poli/UFRJ.

Juliana Dias é editora do site “Malagueta – palavras boas de se comer” (www.malaguetanews.com.br), mestre em Educação em Ciências e Saúde pelo NUTES/UFRJ, e doutoranda em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia, na UFRJ. Pesquisa sobre alimentação, cultura e sociedade, tendo como eixo as áreas da educação e comunicação. É co-líder da associação Slow Food, no Rio de Janeiro, e membro do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea-Rio).

Referências Bíbliográficas

ABRAMOVAY, R. Bem-vindo ao mundo da controvérsia. In: Transgênico: sementes da discórdia, pp 135-165. Editora SENAC SP. São Paulo, 2007.

ANDIROLI, I, A; FUCHS, R (Org.). Transgênicos: as sementes do mal – A silenciosa contaminação dos solos e dos alimentos. 2 ed. Expressão popular, São Paulo, 2012.

APOTEKER, A. Ciência e democracia: o exemplo dos OGMs. In: Transgênico para quem? Agricultura, Ciência e Sociedade, pp. 84-94. Brasília; MDA, 2011.

COHEN, R. Leite, alimento ou veneno?. Trad.: Dinah Abreu Azevedo. Editora Ground, São Paulo, 2005.

LIMA, A, V. Comunicação e cultura: as ideias de Paulo Freire. 2. Ed. Ver. Editora UNB. Brasília, 2011.

MAUSS, M. Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão das trocas nas sociedades arcaicas. In: Sociologia e Antropologia. São Paulo: EPU, p. 37-184, 1974.

FERNANDES, G. Campanha por um Brasil ecológico livre de transgênicos e agrotóxicos: o balanço de 10 anos. In: Transgênico para quem? Agricultura, Ciência e Sociedade, pp 440-445. Brasília; MDA, 2011

ROBIN, M. O mundo segundo a Monsanto. Trad.: Cecília Lopes e Georges Kormikiaris. Radical Livros, São Paulo, 2008.

SALAZAR, L, A. A informação sobre os transgênicos no Brasil. In: Transgênico para quem? Agricultura, Ciência e Sociedade, pp 302-316. Brasília; MDA, 2011.

SILVEIRA, J, F, M, J; BUAINAIN, M, A. Resultados de avaliação de impactos: reducionismos e economiscismos à larga.In: Transgênico: sementes da discórdia, pp 57-74. . Editora SENAC SP. São Paulo, 2007.

TRIGUEIRO, A. Uma análise introdutória à noção de fato social total em Marcel Mauss. Rev. Augustus, Vol. 08, N 17, p. 9-16, Jul-Dez, Rio de Janeiro, RJ. VEIGA, E, J. Transgênico (Org.): sementes da discórdia. Editora SENAC SP. São Paulo, 2007.

ZANONI, M; FERMENT G (Org.). Transgênico para quem? Agricultura, Ciência e Sociedade. Brasília; MDA, 2011.

1 Matéria “Monsanto ‘desiste’ da União Europeia”, publicada no jornal Valor Econômico, publicada em 19 de julho de 2013.

2 Matéria Monsanto confirma que não pedirá aprovação de novas sementes na Europa, publicada em 03 de junho de 2013.

3 Revista Radis – Comunicação e Saúde, nº 69, súmula “Romênia proíbe milho da Monsanto”, disponível em http://www6.ensp.fiocruz.br/radis/revista-radis/69/sumula/romenia-proibe-milho-da-monsanto .

4 Matéria “Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais, publicada no site Terra de Direitos, em 25 de maio de 2013, disponível em

http://terradedireitos.org.br/biblioteca/casos-emblematicos/monsanto-perde-processo-criminal-contra-movimentos-sociais/

5 Matéria “Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais, publicada no site Terra de Direitos, em 25 de maio de 2013, disponível em

http://terradedireitos.org.br/biblioteca/casos-emblematicos/monsanto-perde-processo-criminal-contra-movimentos-sociais/

6 Disponível em http://www.monsanto.com.br/institucional/monsanto-no-mundo/compromisso-monsanto/compromisso-monsanto.asp

7 Palestra “Questões Éticas: Compreender as atitudes do público e da necessidade de diálogo” proferida por Phil Macnaghten, professor da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Durham University (Inglaterra), durante o evento Mesa de Controvérsias – Transgênico, organizado pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em julho de 2013, Brasília.

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Conheça o laboratório secreto do Pentágono


Por Camilla Costa e Bruno Garattoni

Eles inventaram a internet e o GPS. Hoje desenvolvem robôs cirurgiões, sistemas de controle da mente e a cura da obesidade. Saiba o que está acontecendo na Darpa – a divisão de alta tecnologia do Exército americano. Um lugar onde o impossível não existe.

Se você pudesse inventar qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, o que você inventaria? Uma máquina capaz de ler os pensamentos das outras pessoas? Um avião ultrarrápido, capaz de atravessar o mundo em uma hora? Ou simplesmente uma fórmula para poder comer à vontade sem engordar? Parece incrível, mas existe um laboratório tentando criar todas essas coisas, e outras tecnologias igualmente mirabolantes: a Darpa (Agência de Defesa para Projetos de Pesquisa Avançados), divisão de estudos científicos do Pentágono. Sua missão é transformar qualquer sonho tecnológico, por mais ousado que seja, em realidade. “Os nossos projetos começam quase impossíveis, depois passam a ser improváveis, e acabam se tornando inevitáveis”, disse a ex-diretora da agência, Regina Dugan, durante o evento de palestras TED. Ela anunciou que está deixando a agência para ir trabalhar numa empresa com fama igualmente inovadora: o Google.

A história da Darpa começa em 1957, quando a antiga União Soviética lançou o satélite Sputnik. O governo dos EUA ficou preocupado, porque seu próprio programa de satélites, que estava sendo tocado pelo Exército e pela Marinha, estava bem atrasado em relação aos russos. A primeira tentativa de lançamento foi um fracasso total. Isso levou os americanos a uma conclusão: era preciso criar uma agência independente, que concentrasse toda a pesquisa tecnológica militar e tivesse o máximo possível de autonomia. Nascia a Darpa - que naquela época não tinha o “D” de defesa e se chamava apenas Arpa. Mas já foi um nascimento conturbado. O presidente Dwight Eisenhower, convencido de que o programa espacial deveria estar separado das pesquisas militares, criou a Nasa – e tirou da Arpa projetos que ela tinha fundado, como os foguetes que levaram o homem à Lua entre 1968 e 1972, e o NAVSAT, programa que permitia navegar usando computadores para triangular sinais de satélite – que mais tarde deu origem ao GPS.

Esvaziada pela criação da Nasa, a Arpa virou um depósito de projetos que ninguém queria. Como um imenso computador de 250 toneladas, construído para um antigo projeto da força aérea. O diretor da agência na época, Joseph Licklider, teve a ideia de usar essa máquina em pesquisas sobre informática. E isso mudou tudo.

Em 1968, a Arpa apresentou 4 invenções bombásticas de uma só vez: o primeiro editor de texto, o primeiro mouse, o primeiro videochat e o primeiro sistema de hipertexto (os links que hoje estão presentes nas páginas da internet). Também havia uma quinta, que passou meio despercebida – uma tal “rede experimental de computadores”, que foi batizada de Arpanet e interligava as máquinas da agência. Essa rede viria a se tornar, alguns anos depois, a internet. E assim a agência desprezada, com projetos que ninguém queria, tinha criado a maior invenção do século 20. “A proposta é evitar que novidades tecnológicas possam dar vantagem a outros países”, diz Anthony Tether, diretor da Darpa de 2001 a 2009. “E nós descobrimos que a melhor maneira de fazer isso é criá-las nós mesmos.”

Metade dos projetos desenvolvidos pela agência é totalmente confidencial. A outra metade é apenas semi-confidencial – e absolutamente impressionante. Várias vezes as coisas dão errado, mas a capacidade de sonhar alto e mostrar resultados (a maioria dos projetos tem de evoluir para um protótipo em no máximo 4 anos) transformou a Darpa num dos principais centros de pesquisa do mundo. A agência tenta inventar novidades que possam, a curto ou a médio prazo, servir às forças armadas americanas. Mas, na prática, suas invenções acabam tendo um impacto muito maior e transformando a rotina de todo mundo. Sem as tecnologias desenvolvidas para a guerra, a vida em tempos de paz não seria a mesma.

Beija-flor espião

Qual é a ideia: Criar um pássaro-robô que possa filmar e fotografar uma área sem ser detectado pelo inimigo.

O que estão fazendo: A Darpa já possui um protótipo do bichinho, que é muito parecido com um beija-flor de verdade e reproduz perfeitamente os movimentos de um: voa, fica parado no ar, mergulha e sai em disparada.
Chance de dar certo: 4,5/5

Carro Transformer

Qual é a ideia: Um jipe militar que possa se transformar em helicóptero e sair voando em poucos segundos.

O que estão fazendo: As empresas americanas AAI e Lockheed Martin, parceiras da Darpa, já apresentaram ideias factíveis para o veículo e estão produzindo protótipos que serão testados ainda este ano. O jipe voador poderá driblar os dispositivos explosivos improvisados (IEDs), bombas caseiras que os insurgentes do Iraque e do Afeganistão têm o hábito de enterrar nas estradas onde passam veículos dos EUA – e que são responsáveis por 63% de todas as mortes de soldados americanos na região.

Segundo a Darpa, ele deverá ser capaz de carregar 450 quilos, incluindo armas leves e pelo menos 4 soldados, e ser fácil de pilotar. Especialistas em defesa têm questionado o projeto. Eles dizem que, mesmo que ande e voe bem, o jipe voador será alvo fácil para os insurgentes – que simplesmente passarão a usar outro tipo de arma, o lançador de granadas (RPG).
Chance de dar certo: 3/5

Avião Hipersônico

Qual é a ideia: Uma aeronave capaz de atravessar o planeta em 1 hora.

O que estão fazendo: O protótipo já existe, e se chama Falcon HTV-2. Trata-se de um avião não-tripulado que atinge Mach 20, ou seja, 20 vezes a velocidade do som (aproximadamente 25 mil km/h), o suficiente para ir de são paulo a Nova York em menos de 20 minutos. Para atingir essa velocidade, o HTV-2 utiliza um novo tipo de motor e um conceito aerodinâmico diferente: as asas são integradas à própria fuselagem, o que diminui a resistência do ar. O avião foi testado duas vezes em 2011. Em ambas, saiu do controle após alguns minutos de voo. E a Darpa decidiu abandonar o projeto – que agora deverá ser repassado à Aeronáutica dos EUA.
Chance de dar certo: 2/5

Isca para relâmpagos

Qual é a ideia: Evitar que tropas americanas sejam atingidas por raios.

O que estão fazendo: Em parceria com universidades americanas, a Darpa está desenvolvendo um sistema de foguetes antirrelâmpago. Eles são lançados do chão e funcionam da seguinte maneira. Primeiro, o soldado aponta o lançador de foguetes para uma nuvem de tempestade, visivelmente carregada. Os foguetes, que são conectados ao solo por fios de cobre, sobem e ficam pairando abaixo das nuvens – onde funcionam como para-raios, atraindo e descarregando os relâmpagos.
Chance de dar certo: 2,5/5

Capacete de controle cerebral

Qual é a ideia: Ler – e influenciar – a mente dos soldados durante o combate.

O que estão fazendo: Já existem aparelhos de estimulação magnética que interferem nos sinais elétricos do cérebro e são capazes de provocar efeitos simples, como fazer a pessoa sentir medo. A Darpa quer levar isso um passo além, e criar um capacete que possa ler os pensamentos dos soldados (algo já demonstrado, de forma primitiva, em laboratório) e interferir neles. A agência está desenvolvendo um protótipo que estimula
certas regiões do cérebro, deixando o soldado mais alerta e com menos estresse.
Chance de dar certo: 3/5

Avatar da vida real

Qual é a ideia: Robôs guerreiros que são controlados por seres humanos – e tomam o lugar deles no campo de
batalha. Mais ou menos como no filme Avatar.

O que estão fazendo: A Darpa já testou com sucesso o Petman, um robô bípede que tem 1,80 metro de altura e consegue correr, agachar e fazer flexões. Ele poderá carregar equipamentos e até portar armas, mas por enquanto desempenha uma tarefa mais prosaica: serve como manequim para testes de trajes militares. É muito provável que robôs cheguem às guerras. Mas os primeiros serão quadrúpedes como o Alpha Dog, o robô-cachorro da Darpa, que consegue transportar cerca de 180 quilos de suprimentos. A Chita, outro robô de quatro patas em desenvolvimento pela agência, acaba de bater um recorde de velocidade – conseguiu correr a 29 km/h. Ela foi criada para transportar soldados na garupa.
Chance de dar certo: 4/5

Base militar nuclear

Qual é a ideia: Instalar pequenos reatores nucleares nas bases militares americanas, para que elas se tornem
autossuficientes em energia.

O que estão fazendo: A agência está estudando alguns modelos de minireator, que seria alimentado por urânio
enriquecido a 2% – muito menos potente do que seria necessário para fazer uma bomba atômica. Isso evitaria que terroristas e exércitos inimigos tentassem invadir as bases dos EUA para roubar o combustível.
Chance de dar certo: 3/5

O robô cirurgião

Qual é a ideia: Dispensar a presença de médicos humanos no front.

O que estão fazendo: O robô médico deverá ser capaz de realizar 4 tarefas para tratar soldados feridos. Primeira: injetar contraste em uma veia e fazer uma tomografia rápida. Segunda: encontrar as costelas do paciente, espetar uma agulha no meio delas e reinflar o pulmão (caso tenha sido perfurado por estilhaços). Terceira: inserir um tubo na boca ou por fora da traqueia para ajudar na respiração do soldado. Quarta: estancar hemorragias. São coisas extremamente complexas para um robô – tanto que a conclusão do projeto só está prevista para 2025.
Chance de dar certo: 3,5/5

Interior da Terra em 3D

Qual é a ideia: Enxergar tudo o que existe no subsolo – inclusive bunkers que possam esconder inimigos dos EUA.
 
O que estão fazendo: No começo dos anos 60, a Darpa inventou tecnologias que levaram à descoberta das placas tectônicas. Agora, ela quer combinar vários tipos de sensor para gerar mapas 3D do subsolo, revelando tudo o que existe a até 5 km de profundidade. Além de encontrar bunkers, o sistema poderá tornar mais fácil prever terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis. A nova tecnologia tem estreia prevista para 2015.
Chance de dar certo: 4/5

Cura da Obesidade

Qual é a ideia: Evitar que os soldados americanos fiquem gordos (sim, até eles sofrem com esse problema).

O que estão fazendo: Estudando o tecido adiposo marrom, um tipo de gordura que queima calorias (segundo um estudo da universidade de Quebec, até 250 calorias a cada 3 horas). O tecido adiposo marrom já existe naturalmente no corpo humano, mas em quantidade muito baixa (e suas células só ficam mais ativas em ambientes frios, quando trabalham para aquecer o corpo). A ideia dos militares é criar a gordura marrom em laboratório e implantá-la nos soldados, via injeções na barriga.
Chance de dar certo: 2,5/5

Visão eletrônica

Qual é a ideia: Permitir que o soldado possa consultar informações úteis, como mapas, sem desviar o olhar do combate.

O que estão fazendo: Desenvolvendo uma lente de contato que sobrepõe uma imagem ao olho. No centro da lente, há uma microtela circular que fica bem em cima da pupila. Funciona, mas a resolução ainda é muito baixa.
Chance de dar certo: 4/5

Detector de gases

Qual é a ideia: Monitorar o ar das cidades americanas para detectar possíveis ataques com armas químicas ou biológicas.

O que estão fazendo: A agência já possui um sistema que é capaz de detectar a presença de substâncias tóxicas mesmo em concentrações baixíssimas, a partir de 20 ppt (partes por trilhão).
Chance de dar certo: 4/5

O nome disso

A Darpa costuma dar nomes curiosos a seus projetos, em que as palavras são abre viadas para formar siglas chamativas – e engraçadinhas.

1. Nachos

Acrônimo de “Nanoscale laser systems”: um tipo de máquina que emite um feixe de laser muito pequeno.

2. Vader

Sem parentesco com o Darth, o “Vehicle and Dismount Exploitation Radar” é um sistema que permite localizar veículos no campo de batalha.

3. Crash

O projeto “Clean-slate Design of resilient, Adaptive, Secure Hosts” tenta criar computadores que sejam capazes de se recuperar sozinhos após um ataque de hackers.

4. Batmam e robin

Compreender melhor como o cérebro toma decisões. É isso o que quer o projeto “Biochronicity and Temporal Mechanisms Arising in Nature” e “Robustness of Biologically-Inspired Networks”.

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Como funcionarão os insetos espiões


Autor: Kevin Bonsor

Os EUA estão em guerra em um território estranho e a batalha está para começar. As tropas inimigas estão se posicionando para atacar o exército norte-americano, localizado a apenas 3,2 km de distância.

O inimigo, no entanto, não sabe que todos os seus movimentos estão sendo monitorados por insetos robóticos voadores equipados com minúsculas câmeras. Esses pequenos robôs voadores, chamados microveículos aéreos (MAVs), serão capazes de voar sobre o território inimigo sem que as tropas adversárias os percebam. Poucos olhariam duas vezes esses robôs, que têm o tamanho de uma moeda.

O Departamento de Defesa dos EUA - U.S. Department of Defense (site em inglês) está gastando milhões de dólares para desenvolver esses MAVs. Eles são uma maneira perfeita de manter os soldados fora de perigo durante missões de reconhecimento. Atualmente, fazer o reconhecimento durante batalhas normalmente coloca equipes de soldados ou aeronaves em perigo. Ao mesmo tempo, as imagens feitas por satélite não ficam acessíveis aos soldados em tempo real.

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançados para Defesa - DARPA (site em inglês) está financiando várias equipes de pesquisa que tentam desenvolver MAVs menores do que 15 cm de extensão, largura e altura. Essas pequenas aeronaves serão menores do que qualquer veículo aéreo sem tripulação (UAV) já desenvolvido até hoje.

Uma dessas espécies de MAV está sendo projetada para imitar os movimentos de vôo de certos insetos, incluindo moscas, abelhas e libélulas. Neste artigo, vamos nos concentrar nesses MAVs parecidos com insetos. Você vai aprender como as moscas voam, como construir máquinas que imitem seus movimentos e onde esses pequenos equipamentos serão utilizados. 

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Documentário - Guerra Climática - Haarp e Chemtrails


Série Isso é Impossível o canal The History Channel (THC) aborda o assunto Haarp e Chemtrails (Rastros Químicos). Saiba a verdade acessando os links logo abaixo...

HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program)
seuhistory

O poder para utilizar tornados, furacões, e os climas mais extremos como arma pode ser uma realidade. Investigaremos relatos de que armas climáticas estão em desenvolvimento, e revelaremos a tecnolog ia que no futuro pode fazer com que furacões, terremotos e tsunamis sejam as armas mais mortíferas do mundo.


Documentário do History Channel sobre as ações climáticas provocadas pelo homem. Aborda o HAARP causando terremotos, tsunami e furações; Chemtrails e outras artimanhas da elite.

Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.[Sócrates]
Sócrates é meu amigo, mas sou mais amigo da verdade.[Aristóteles]

"A liberdade jamais será dada voluntariamente pelo opressor, ela tem que ser conquistada pelo oprimido"
[Martin Luther King]


Fonte: Forum Anti Nwo
Via: Revellati Online
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terça-feira, 10 de junho de 2014

O Clube Bilderberg por trás da abdicação do rei de Espanha e de uma futura guerra?

 
© bizhijidi.com / RT

Após a conclusão da reunião anual do polémico Clube Bilderberg, os especialistas admitem que foi aí onde foi acordado a abdicação do rei de Espanha, entre outras coisas, discutiram o cenário de uma possível guerra em grande escala.

Rodeado por um halo de mistérios e segredos no passado domingo o Bilderberg Club, uma organização que reúne as mais altas autoridades da Europa e dos EUA no campo político, económico e militar, deu por encerrado na Dinamarca o seu encontro anual, sem qualquer declaração à imprensa.

Embora uma vez que esta instituição garante que suas reuniões não são relevantes, o escritor e jornalista Cristina Martín Jiménez acredita que este clube de poderosos "procura controlar e governar o mundo", e que, entre outras coisas, são responsáveis ​​pela Europa estar mergulhada numa crise .

"O efeito mais imediato da reunião do clube apenas se encontrou com a abdicação o rei ", disse o especialista ao jornal espanhol El Confidencial '.

"Eu não tenho dúvida de que a abdicação do rei é uma decisão de consenso Bilderberg", afirma Cristina Martin Jimenez, jornalista de investigação e que tem mais de 10 anos de estudos dos mistérios desta organização.

Além disso, a analista é clara que grande parte das negociações deste ano girava em torno da possibilidade de um conflito armado na Rússia, na China e no Oriente Médio.

Não surpreende, argumenta a escritora, a reunião teve a participação de figuras militares influentes como o secretário-geral da NATO , Anders Rasmussen, ou o ex-diretor da CIA, David Petraeus.

"O que nós concordamos é que em poucos meses ou um ano, vai haver uma grande reestruturação militar, económica e comercial causada por uma grande mudança na história do mundo: um conflito bélico de grande escala", concluíu.

Leia mais: Tudo o que você não sabia sobre o Clube Bilderberg

Fonte: RT
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Redução Populacional: Líder de Partido vencedor na França defende o vírus Ebola contra Crescimento Demográfico


Jean-Marie Le Pen defende 'ebola' contra imigração. Líder de Partido vencedor na França defende o vírus Ebola contra Crescimento Demográfico.

A França está em choque com as declarações de Jean-Marie Le Pen, presidente honorário da Frente Nacional (FN), segundo o qual o vírus fatal Ebola pode ajudar a "resolver" o problema do crescimento demográfico e da imigração.

Ao comentar sobre o risco da França sofrer um colapso imigratório, o histórico líder da extrema direita do país e atual candidato às eleições europeias do próximo fim de semana disparou: "O 'senhor' ebola pode ajudar a resolver isso em três meses".

A declaração recebeu duras condenações, principalmente por membros do governo da França. O porta-voz do Eliseu, Stéphane Le Foll, criticou as palavras de Le Pen e comentou que "isso demonstra que a FN não mudou".

Pesquisas de intenção de voto apontam que a Frente Nacional obterá sucesso nas eleições europeias e será capaz de se tornar um dos principais partidos da França.

Em março, a esquerda francesa, do presidente François Hollande, sofreu uma derrota nas eleições municipais, perdendo postos em 155 cidades do país.

A afirmação deste político francês confirma o que temos dito: Tanto os partidos e líderes de esquerda como os da direita são apenas marionetes da elite globalista/eugenista.

Ambos os lados atuam para estabelecer a agenda assassina da Nova Ordem Mundial. Independente das diferentes ideologias políticas, todos eles devem obedecer aos seus senhores.

Fontes: A Nova Ordem Mundial  - Mensageiro do Amanhecer
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia


Nota do Blog Revellati Online: Amigos leitores estamos postando essas informações que não são tão atualizadas, somente pelo fato de o Blog ter surgido já no "final da suposta pandemia  H1N1" e não há muitas informações aqui sobre essa vacina, e como é de suma importância para se conhecer a verdade por trás das vacinas, nada melhor que expor os males cometidos por ela.

Segue a informação abaixo:

Esta é uma lista atualizada, com mais de 58 notícias com os links originais, que expõem as mentiras que envolvem a gripe H1N1 e a suposta pandemia, os perigos da vacina e o envolvimento dos laboratórios farmacêuticos. Ajude a divulgar, não podemos descansar apenas porque a vacinação acabou. Muito em breve virão com um novo vírus, e uma nova vacina, e o povo vai cair direitinho novamente.

Casos de Mortes, abortos e reações advertas

- Paraná: Homem que tomou vacina contra H1N1 contrai gripe suína

http://tnonline.com.br/noticias/regiao/32,23369,18,05,homem-que-tomou-vacina-contrai-gripe-suina.shtml

- Belo Horizonte: Morte após reação adversa da vacina H1N1 - Família de jovem morta acusa Samu de omissão

http://www.youtube.com/watch?v=s3-yhlNz9is&feature=player_embedded

- ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/zerohora-jovem-tem-pernas-paralisadas.html

http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/para-bebe-morre-ao-receber-vacina.html

- Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/australia-interrompe-vacinacao-h1n1.html

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/china-reporta-problemas-de-paralisia.html

- Realidade - Vacinacao H1N1 nos EUA: 3.800 casos serios, 66 mortes, 96 Guillain-Barré e 102 abortos
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/ms-nenhum-efeito-adverso-veja-verdade.html

Opiniões de médicos especialistas:

- Carlos Reis, médico - Admirável Gado Novo
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/carta-de-um-medico-gripe-suina.html

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/duas-criticas-a-vacinacao-contra-a-gripe-suina.html

- Dr. Alessandro Loiola: Formado em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com especialização em Cirurgia Geral pela Fundação Educacional Lucas Machado (Belo Horizonte/MG)
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/dr-alessandro-loiola-vacina-contra-h1n1.html

http://dralessandroloiola.blogspot.com/2010/04/vacina-contra-h1n1-noticias-direto-do.html

- Stenio Guilherme Vernasque da Silva: Médico especialista em Ortopedia & Traumatologia e experiência em Medicina da Família e da Comunidade. 13 anos de experiência em trabalho com o SUS, nas mais diversas formas.
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/especialista-australiano-imunizacao-em.html#comments

http://botecodasaude.blogspot.com/

- Philip Alcabes, PhD
Qualificações: PhD em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins Mestrados em bioquímica e saúde pública. Professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York.

http://www.cbc.ca/health/story/2010/03/19/h1n1-fear.html

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/expert-em-epidemiologia-panico-do-h1n1.html

- Tom Jefferson, médico e epidemiologista, Formado pela Universidade de Pisa na Itália. Professor de Medicina Preventiva no Royal Defence Medical College em Gosport, Inglaterra e coordenador do instituto Cochrane Vaccines Field.

http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119,00.html

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/epidemiologista-afirma-que-oms-alterou.html

- Opinião de profissionais altamente qualificados sobre o vírus H1N1 e a vacina
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html

- Especialista Australiano: Imunização em Massa contra o H1N1 inadequada / Riscos de contrair Hepatite e HIV
http://www.pharmacynews.com.au/article/mass-h1n1-immunisation-inappropriate/514894.aspx

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/especialista-australiano-imunizacao-em.html

Gripe suína e Vacinação H1N1

- Folha UOL: O conto da vacina suína
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/folha-uol-o-conto-da-vacina-suina.html

- OMS Confirma que Gripe sazonal mata 27 vezes mais que H1N1 - Mesmo assim segue com Pandemia nível 6

http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/oms-confirma-que-gripe-sazonal-mata-27.html

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/irlanda-do-norte-o-dinheiro-gasto-com.html

- Canada: Vacina contra a gripe sazonal aumenta risco de contrair gripe suína, a vitamina D pode ajudar a combater o vírus
http://www.plosmedicine.org/article/info:doi/10.1371/journal.pmed.1000258

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/vacina-contra-gripe-sazonal-aumenta.html

- Documento de Estratégia de Vacinação Nacional Contra H1N1 Prevê Doenças Graves como Guillan Barre
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/documento-de-estrategia-de-vacinacao.html

- Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/danos-provocados-por-vacinas-sao.html

- BBC: Gripe Suína na Inglaterra : Das Manchetes à Notícia do Passado
http://www.bbc.co.uk/blogs/thereporters/ferguswalsh/2010/02/from_headline_news_to_hasbeen.html

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1403354

Ministério da saúde e Anvisa

- Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/reacoes-adversas-vacina-h1n1-veja.html

- Anvisa admite não saber todos os efeitos adversos possíveis da vacina contra H1N1 e que a tecnologia utilizada é nova
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/anvisa-admite-nao-saber-todos-os.html

- Vacina contra H1N1 pode gerar falso positivo em teste de HIV. Confirma desconhecimento de todos os efeitos adversos!
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/terra-vacina-contra-h1n1-pode-gerar.html

- Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro?
http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/como-e-o-contrato-das-fornecedoras-da.html

- Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe - Onde estão então os mais de 500 milhões de reais?
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2217869/butanta-nao-requereu-certificacao-de-vacinas

http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/butanta-nunca-fabricou-uma-dose-de.html

Gripe e Vitamina D

- Times Online: Vitamina D é Melhor que Vacinas na Prevenção da Gripe

http://preventdisease.com/news/09/111609_H1N1_linked_vit_D_deficiency.shtml

OMS e Corrupção durante a Pandemia H1N1

- BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas
Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html

Tradução: http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/ministra-da-saude-duramenteinterrogada.html

- Polônia é elogiada pelo Conselho da Europa por sua estratégia de não vacinação durante a gripe suína
http://www.thenews.pl/national/artykul128545_poland-praised-for-anti-swine-flu-strategy-.html
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