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sábado, 29 de março de 2014

Documentário: "Nuvens de Veneno"


A nuvem se espraia pelas plantações. Em vez de molhar, seca. Ela não traz a chuva, traz o veneno.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de soja, algodão, milho e também um dos maiores consumidores de fertilizantes químicos e agrotóxicos. 

Nuvens de veneno expõe as preocupações com as consequências do uso desses agroquímicos no ambiente, especialmente, na saúde do trabalhador.

Um documentário revelador que faz refletir sobre a forma que crescemos e sobre o tipo de desenvolvimento que queremos.

Veja o documentário:

 
Fontes: You Tube - Curiosidades Ocultas
Via: Revellati Online
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Suplementos vitamínicos antioxidantes podem aumentar risco de câncer de pulmão

Mecanismo sugere que pessoas com lesões pequenas ou tumores não diagnosticados nos pulmões, o que é mais provável nos fumantes, devem evitar os suplementos de antioxidantes.

Durante muito tempo, cientistas acreditaram que antioxidantes poderiam ajudar a evitar tumores, mas vários estudos sugerem comportamento oposto no caso do câncer de pulmão.

As pessoas que fumam ou que têm câncer de pulmão devem pensar duas vezes antes de tomar suplementos vitamínicos, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira que mostrou que certos antioxidantes podem impulsionar o crescimento de tumores malignos.

Os suplementos de vitaminas antioxidantes aceleram o desenvolvimento de lesões pré-cancerosas e o câncer de pulmão em fase precoce, destacou o estudo sueco publicado na revista médica americana Science Translational Medicine, que pela primeira vez esclareceu esse mecanismo.

Os antioxidantes, como as vitaminas A, C e E, permitem neutralizar os radicais livres produzidos pelo organismo que são prejudiciais, porque seu alto poder oxidante pode causar danos às células, acelerar o envelhecimento e provocar câncer.

Durante muito tempo, os cientistas acreditaram que os antioxidantes poderiam ajudar a evitar tumores cancerígenos, mas vários estudos clínicos recentes sugerem que não têm efeito algum para evitar o câncer de pulmão em particular. Pior ainda, podem inclusive aumentar o risco em grupos vulneráveis, como os fumantes.

A razão desse paradoxo era desconhecida até agora, afirmou o professor Martin Bergö, da Universidade de Gotemburgo, Suécia, principal autor deste trabalho. Para a pesquisa, ratos geneticamente modificados para desenvolver pequenos tumores receberam suplementos de vitamina E e um remédio antioxidante.

"Constatamos que esses antioxidantes triplicaram o número de tumores e também aceleraram em grande medida a sua agressividade", afirmou Bergö durante coletiva por telefone. "E os antioxidantes causaram a morte desses ratos duas vezes mais rápido", acrescentou, ressaltando que os efeitos destas substâncias dependem da dose.

Assim, quanto maiores as doses, maiores os efeitos. Estas descobertas foram replicadas em dois modelos de pesquisa diferentes, em ratos e em células cancerosas de pulmão in vitro, destacou o pesquisador.

Um efeito prejudicial

Os antioxidantes impulsionam o avanço do câncer, ao diminuir a quantidade de uma proteína-chave denominada "p53", cuja função principal é destruir as células tumorais para que não causem danos ao DNA. "Quando eliminamos esta proteína em ratos e nas linhas celulares de câncer de pulmão humano, os antioxidantes não tiveram nenhum efeito", disse.

Os antioxidantes têm um efeito prejudicial na redução dos níveis de radicais livres nos tumores, o que diminui a quantidade de proteína p53 no sangue e abre a via para a multiplicação das células cancerosas, explicou.

Este mecanismo sugere que as pessoas com lesões pequenas ou tumores não diagnosticados nos pulmões, o que é mais provável nos fumantes, devem evitar os suplementos de antioxidantes, disse o professor Bergö.

Falta determinar se este efeito adverso dos antioxidantes também ocorre em outros tipos de câncer, e se estas substâncias são benéficas em pessoas com baixo risco para evitar tumores cancerosos. "Ainda não está claro, se os antioxidantes podem reduzir o risco de câncer em pessoas saudáveis", disse.

Um estudo feito por cientistas do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI, na sigla em inglês), publicado em 2011 e feito com 28 mil homens de 55 a 74 anos, já tinha mostrado uma relação entre o betacaroteno, um poderoso antioxidante encontrado em muitas plantas e também usado como suplemento alimentar, e uma forma agressiva de câncer de próstata.

Os pesquisadores também lembraram que os tratamentos contra o câncer buscam oxidar as células cancerosas para destruí-las. Portanto, os antioxidantes podem debilitar sua ação terapêutica, esclareceram.

Segundo Anderson Silvestrini, oncologista clínico e diretor técnico do grupo Acreditar de Oncologia e Hematologia, de Brasília, ainda existem muitas controvérsias em relação ao papel das vitaminas em relação ao câncer.

Originalmente, elas serviriam como um instrumento para retardar o envelhecimento celular e o surgimento de tumores. “Porém, essa teoria tem sido posta em xeque.

Acredito que trabalhos como o dos suecos, mesmo se tratando de experimentos com ratos, já servem para discussões acerca disso, apesar de precisarem de uma continuidade para a confirmação (dos efeitos) no organismo humano”, destaca.

Com informações da AFP e do Correio Braziliense

Fonte: Saúde Plena
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Educação: A doutrinação ideológica nas escolas brasileiras!


O artigo abaixo foi escrito pelo saudoso Prof. Nelson Lehmann da Silva, pioneiro na luta contra a doutrinação ideológica nas escolas, grande incentivador doEscolasemPartido.org.

* * *
Educação x Doutrinação

A Constituição Cidadã de 1988 dá direito de voto ao jovem de 16 anos. O que sabe ele de política?

Como “Cara Pintada” sai ele pelas ruas em demonstrações típicas de oposição. Repete slogans colhidos na mídia, insultando alguma autoridade, quase sempre manipulado por militantes partidários profissionais.

A escola e seus professores “fizeram sua cabeça”, incutindo-lhes certas doutrinas carregadas de imprecisas emoções. A escola pública brasileira, mas também as caras escolas particulares da elite, sãousinas onde se formam mentes simplórias e confusasmas agudamente hostísao Capitalismo e aos Estados Unidos da América.

Sabidamente, todos os sistemas totalitários dedicam especial atenção à formação da juventude. E doutrinam , sob pretexto de ensinar. Impõem uma “verdade”coerente com o poder vigente ou a ser implantado.

No Brasil, hoje, as noções transmitidas de política e cidadania estão flagrantemente contaminadas de conceitos marxistas, particularmente no ensino de nível médio. O que se ensina nas aulas de História, Sociologia, Geografia, e mesmo em Literatura ou Filosofia, não passa de doutrinação.

Na maioria dos Estados, a rede pública de ensino está sob controle de docentes sindicalistas, militantes partidários.Os textos escolares, quase sem exceção, empregam o vocabulário marxista, mesmo o mais ortodoxo, como “consciência de classe”, “luta de classes”, “modos de produção”, “exploração internacional”, “imperialismo americano” e a rotineira demonização do Capitalismo.

O aluno que chega à Universidade vem viciado nos esquemas mentais apreendidos de seus mal-formados mestres de Ciências Humanas.

No nível superior vão deparar-se igualmente comprofessoresassumida ou sutilmente tendenciosos à esquerda.Ali já teriam critérios próprios que os poderiam imunizar, na melhor das hipóteses. O mal porém já está feito, desde a adolescência, desde a formação de suas opiniões.

Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões, culturas, raças, opções sexuais. Mas não se observa o menor escrúpulo emridicularizar lideranças políticas e autores que não rezemsegundo a cartilha esquerdizante.

Os métodos de constrangimento vão do sorriso condescendente à perda de pontos por respostaideologicamente discordante da do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção de “formar o cidadão crítico”; na verdade a crítica já é dada pronta, pré-fabricada.

Concursos e admissão de professores dependem de critérios inquestionavelmente políticos. Exemplos mais flagrantes disso foram observados no Estado do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, onde a máquina burocrática tem sido dominada há décadas por partidos de esquerda. Os textos escolares comprovam o implícito ou explícito marxismo.

Diferentes dos tradicionais manuais de História, de autores conhecidamente eruditos, os atuais textos didáticos são produzidos em autoria coletiva, portando mínima ou nenhuma titulação. A indústriado livro escolar, seja dito de passagem, de consumo obrigatório e em grande escala, será um dos melhores negócios nas atuais circunstâncias.
Parcialidades e Distorções

A ideologiamarxista é hoje tão difusa, tão generalizada e consensual em nosso meioeducacional, que passa despercebida como sendo apenas uma determinada interpretação da realidade. Tornou-se “A” ciência. Os próprios vocábulos empregados já vêm impregnados de sentido ideológico, começando com a palavra capitalismo, com sua conotação imediatamente negativa. Algumas das teses mais correntes e tidas como inquestionáveis poderão ser assim exemplificadas :

- Igreja: a imagem projetada da Igreja é predominantemente a de uma instituição implicada com o poder, retrógrada e manipuladora de consciências.

- Colonização: a colonização européia da América, África e Ásiaé retratada exclusivamente em termos negativos, como imposição cultural e exploração econômica.

- Estados unidos: o extraordinário fenômeno do surgimento desta potência hegemônica fica sem maiores explicações, a não ser em termos predominantemente condenatórios.

- Cuba: uma revolução enfocada com simpatia e louvor sem qualquer ressalva.

- Comunismo: o fracasso da experiência comunista e o desmoronamento do Império Soviético vêm obrigatoriamente descrito, mas sem uma análise crítica de suas causas.
- Capitalismo: sinônimo de perversão e obstáculo a uma civilização harmônica e pacífica.

As teses acima podem ser facilmente encontradas na grande maioria dos textos escolares hoje adotados, tanto na rede pública quanto na rede privada. Assim também nosVestibulares – provas de admissão ao nível universitário – que apresentam questões em que tais ensinamentos são pressupostos.

Não se trata, de nossa parte, de negar aspectos negativos daquelas instituições e episódios. Mas sim apontar a parcialidade e tendenciosidade dos enfoques. Não se levantam os prós e contras de situações históricas, praticando-se meramente denúncias a bodes expiatórios já de antemão escolhidos. Não se apresentam problemas como problemas, o que seria a finalidade da verdadeira educação.

A coloração marxista de nosso ensino hoje está infiltrada em todas as disciplinas. Em recente prova de matemática, de escola religiosa particular em Brasilia, a tarefa envolvia o cálculo de crianças mortas de inanição, por hora, no mundo. Nas entrelinhas uma condenação ao sistema capitalista.

Mas as matérias diretamente propícias a doutrinação têm sido tradicionalmente as chamadas Humanas: História e eventualmente Sociologia. Mas a chamada Nova Geografia e a recentemente introduzida Filosofia, revelam-se surpreendentemente apropriadas aos propagadores do socialismo.

Sob influencia do professor Milton Santos, o papa da nova geografia, esta ciência extravasou para o terreno de uma pretensa economia, onde se discute ainda em termos de “economias periféricas dependentes” eos lucros do capital às custas da destruição do meio-ambiente . O fenômeno da Globalização será tratado como óbvio ardil do capital multinacional.

Já uma iniciaçãoà Filosofia poderia ser saudada como valiosa para a formação do jovemestudante. A questão é definir qual Filosofia? Ou o que entendem por filosofia? E a ser monitorada por quem ? Trata-se de uma poderosa arma, para o bem ou para o mal, da mais alta responsabilidade. E assim sendo, melhornenhuma do que uma tendenciosa ideologia travestida de Filosofia.

Que a visão marxista seja ensinada, sim, mas como visão marxista, e não como “A” Filosofia. Os manuais disponíveis nesta área são nitidamente calcados no vocabulário e no método marxista, destacando-seos da conhecida militante marxista Marilena Chauí.

Uma leitura direta de Aristóteles, acessível mesmo a não iniciados, poderia ser a melhor solução, enquanto não se encontre um texto isento.

Diretrizes Governamentais

O Ministério da Educação – órgão federal que centraliza o sistema educacional brasileiro – tem voltado sua atenção para o problema do livro didático nestes últimos anos.

Diante da profusão de manuais escolares que a cada ano élançada no mercado, denotando uma indústria que não conhece crise, o MEC arrogou a si a tarefa de avaliar seus métodos e conteúdos. Nomeou para isso comissões de professores, sem que se saiba sob quais critérios. Tais comissões produzem – já em segunda edição – Guia de livro didáticos, com o fim de orientar mestres e escolas nas diferentes disciplinas. Classificam assim os textos como recomendáveis, recomendáveis com ressalvas e não recomendáveis.

Critérios foram previamente estabelecidos para guiar tais avaliações. Além dos critérios gerais, cada comissão define os específicos para sua área. Todos enfatizam o objetivo de “formar cidadãos críticos e responsáveis”, e expressam condenação a preconceitos ou juízos de valor quanto a culturas, religiões, raças, costumes, etc.

Curiosamente, entre tais preconceitos, não se menciona o político-ideológico. É vedada toda discriminação cultural, raciale de gênero, mas nunca se explicita a discriminação partidária. No Guia do livro didático para a 6a. 7a. e 8a. série, de 2000 – 2001, à página 460, encontramos a absurdidade que abaixo reproduzimos:

“ Nenhum livro poderá ser considerado bom ou ruim por sua declarada ou implícita opção, por exemplo, pelo idealismo, pelo marxismo, pelo tradicionalismo social, ou por qualquer outra perspectiva ou forma de encarar a vida ou a sociedade. O que caracteriza, de fato, um bom livro de História é sua coerência e adequaçãometodológica.”

Teríamos assim aprovados bons livros nazistas, maoístas, anarquistas, etc., desde que coerentes consigo mesmos. Critério talvez aceitável para um nível superior, nunca para adolescentes de nível médio. Na verdade, o que aqui se insinua, não passa de total permissão à ideologia marxista.
A publicação do MEC elogia, por exemplo, o manual “Brasil, uma História em Construção”, de José R. Macedo e Mariley Oliveira, com a seguinte observação:

“É excelente, p. ex.,o texto que se encontra à página 9, onde se afirma que “não existe apenas uma verdade única na História...toda verdade no fundo é relativa,...Nem sempre o que é verdade para nós será o mesmo para pessoa diferente de nós.”

Temos aqui exemplificado um explicito relativismo, ou negação da ciência e da ética, num manual de história paraadolescentes 1.

Educar para a Cidadania

Educar para a cidadania é também função da escola. Todas as nações de alguma maneira o fazem. Nos Estados Unidos esta instrução se dáem nível predominantemente técnico; o funcionamento da máquina burocrática, governo, partidos, eleições, constituição, administrações regionais, etc. Adisciplina da História transmitirá sentimentos patrióticos, sem etnocentrismos ou xenofobias.

Na atual Alemanha estruturou-se um sistema digno de estudo, para eventual aproveitamento nosso. O Poder Legislativo, coordenando todos os Partidos, mantém e financia escritórios em todas as principais cidades, para informação e formação política de todos os cidadãos, particularmente dos estudantes.

É a Central para Formação Política, (Bundeszentrale fuer Politischen Bildung). Esta instituição pluripartidária publica livros, filmes e CDs, mapas e estatísticas, e mais um boletim mensal. Além disso, oferece cursos e palestras a classes de alunos ou outra categoria, sempre gratuitamente. Questões de fundo são discutidas por diferentes autores. Uma admirável instituição democrática. No Brasil estamos longe disso.

A tônica do que se ensina hoje em nossas escolas consiste em explícitas ou veladas críticas e denúncias. É o fácil maniqueísmo, em que se procura um culpado para nossas deficiências. Quando se repete exaustivamente a fórmulavencedores/vencidos, exploradores/explorados, dominadores/dominados,se está reproduzindo o difuso mito do conflito entre os bons e os maus.

Fórmula fácil e confortável, pois nos exime de responsabilidades. Acoplado a isso temos a implícita superstição de que uma instância superior, chamada Estado, ou Governo, suprirá nossas necessidades, nos protegerá e fará justiça. E será o culpado por tudo que não for conforme nossas ilusões. Cacoetes culturais.

O que uma honesta formação para a cidadania deveria propor, deveria ser muito mais positivo. Valorizar a responsabilidade individual, estimular o espírito empreendedor, a inventividade, a inovação, o assumir riscos, ter objetivos autônomos, providenciar o próprio futuro. Saber confiar em si mesmo para assim construir uma sociedade de confiança.

O jovem brasileiro recebe uma carga cultural que menospreza a livre iniciativa. Persiste o ideal de ser um funcionário do grande pai Estado, providencial e magnânimo. Aqui reside o obstáculo que nos impede de finalmente decolar e nos tornarmos uma nação digna de suas potencialidades.

Ao atacar a problemática pontual do ensino de nível médio sei que a dificuldade é mais abrangente,implicada em todo um ambiente cultural. Há uma histórica influência da Igreja Católica, hostil ao individualismo empreendedor. Já os professores são formados em Universidades onde a opinião reinante sempre privilegiou o socialismo.

Em grande parte desconhecem teorias alternativas, que de antemão são descartadas. Mas tal ignorância não justifica a intencional militância partidário-política, que faz da escola um favorito campo de doutrinação, aproveitando-se do status de autoridade do mestre diante do jovem sem opinião formada.

O que deveria ser feito

Ao apontar os vícios de nossa educação para a política, nós, democratas liberais deveríamos também reconhecer nossa omissão. Até o momento não temos algo alternativo a oferecer, pelo menos no que concerne a textos escolares. Valeria a pena constituir uma comissão de expertos para elaborar um manual básico que esclarecesse conceitos e valores universais de política, de uma maneira pluralista, sem incorrer também em dogmas doutrinários.

Nesse sentido, utilizando abordagens e conceitos chaves elaborados pelamoderna Teoria Política, e sempre partindo de situações experimentais concretas, teríamos tentativamente o seguinte modelo:

Conceitos chaves: Grupos, Organizações, Jogos e Ideais.Conceitos destes derivados: Interesses, Lideranças e Normas, Cooperação e Conflito, Mercado e Democracia. Exemplos ilustrativos seriam tirados da família, do futebol, da banda, do clube, da paróquia, até chegar à ONU, passando pela comunidade local e nacional. Estaria assim superado o sistemático enfoque maniqueísta e puramente denunciatório ora vigente.

Uma síntese das noções a serem propostas seria assim formulável:“Para melhor satisfação de suas necessidades e obtenção de uma existência melhor, os homens se reúnem emgrupos com comuns interesses, estruturando-se em maior ou menor grau de organização.

Tais grupos se relacionam de maneira cooperativa, ou conflitiva, objetivando atingir seus fins e modo mais ou menos racional.

Objetivos ou ideaisconstantes na história humana têm sido alcançar maior bem-estar, em condições de maior liberdade para todos, estabelecendo-se assim uma ordem harmônica, que permita aprosperidade, ou felicidade coletiva. A essa atividade humana da se o nome de Política.” 2
Notas

[1] A maneira mais objetiva de se avaliar o conteúdo do ensino é analisar os textos escolares em seus manuais mais frequentemente adotados. Entre as centenas disponíveis, comentaremos brevemente alguns dos mais representativos. Os pressupostos mais encontradiços são sempre a “Luta de Classes”, a “Exploração Internacional”, a condenação do “Neoliberalismo” e da “Globalização”.

História (3 vols.), Editora Lê. Dos bacharéis Ricardo / Ademar e Flavio (sic.) O vocabulário trai o típico pensamento marxista. “Burguesia” e “Proletariado” encarnam o Bem e o Mal. A ruína do sistema soviético é atribuída a falhas administrativas. Brasil como eterna vítima da ganância financeira internacional.

Nova história crítica, Ed. Nova Geração. Autor : Mario Schmidt. Adotado em inúmeras escolas públicas. Marxismo ortodoxo e militante de ponta a ponta. Na capa vem representada uma ampulheta, onde do dinheiro escorre sangue.

O tesouro na rua, Ed. Rosa dos Ventos. Cristóvão Buarque. Leitura complementar adotada em escolas de Brasília. Um protesto maniqueísta em forma de conto juvenil. Somos vítimas dos capitalistas Yankes. Reclama por “mudanças” sem concretizar quais sejam.

Capitalismo para principiantes. Editora Atica. Carlos Eduardo Novaes,Leitura complementar adotadaem curso de História de escolas particulares. Truculenta caricatura do Mercado Livre. Empresário como sinônimo de bandido.

O que é folclore. Coleção Primeiros Passos, Ed.Brasiliense. Carlos Rodrigues Brandão. Adotado pela Escola de Música de Brasília. Explicitas referências ao autor marxista Antonio Gramsci, do qual segue o pensamento.

Iniciação a sociologia, Editora Atual Nelson Dacio Tomazi ( org.) Catecismo marxista ortodoxo.

Filosofando, Editora Moderna. Ma. Lucia de Arruda e Ma.Helena Pires Martins. Pela bibliografia recomendada já se percebe a tônica marxista. As teses gramscianas são explicitas.

Acrescente-se aqui a recente série Sociedade e História do Brasil, em 12 volumes, publicada pelo Instituto Teotônio Vilela do Partido Social Democrático – do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso –, interpretando a história nacional em termos claramente socialistas.

2 Encontra-se disponível uma publicação de minha autoria, “Iniciação àPolítica”, a ser melhor elaborada, onde tais conceitos são esquematizados.

Fontes: Escolas em Partido - Brasil News 
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A Monsanto mata (e os OGM não crescem)


De acordo com um recente estudo publicado pela Universidade do Sri Lanka, o glifosato, o princípio activo do herbicida Roundup da Monsanto, é responsável por uma grave doença renal que está a afectar os agricultores ilha cingalesa.

A doença, conhecida como CKDu (Doença Renal Crónica de etiologia desconhecida), atingiu 400 mil agricultores, 15% da população da província centro-norte do Sri Lanka, causando cerca de 20.000 mortes .

A CKDu é uma doença renal que afecta pessoas que não têm os factores de risco comuns para doenças como diabetes mellitus ou hipertensão.

Os pesquisadores têm encontrado uma correlação significativa em três fatores de risco, entre os quais é possível encontrar o uso do glifosato, comercializado pela Monsanto com o nome comercial Roundup, e cujas vendas no Sri Lanka aumentaram 150 % (de 800 para 1.800 toneladas) em apenas cinco anos, de 2000 a 2005: uma quantidade enorme, igual a cerca de 1,6 kg de produto por hectare de terra arável, enquanto a média na Ásia é de menos de meio quilo de pesticida por hectare.

Os outros fatores de risco são o consumo de água dura, isto é, rica em calcário (com concentrações superiores a 400 mg/L) e a exposição a metais nefrotóxico como cádmio e arsénio.

A combinação desses três factores pode parecer improvável, mas é exatamente o que aconteceu com 400 mil agricultores cingaleses e que está a acontecer em outras partes do mundo, uma vez que a doença é a segunda principal causa de morte entre os adultos do sexo masculino em El Salvador e atinge duramente também na Nicarágua.

OGM: e as melhorias?

E sempre acerca da Monsanto e das outras empresas ligadas à produção de OGM, os organismos geneticamente modificados: interessante uma pesquisa francesa publicada no final do mês de Fevereiro que observa o desenvolvimento das plantações de milho, soja e algodão nos Estados Unidos.

Como é possível observar no seguinte gráfico, entre 2000 e 2012 os OGM têm gradualmente conquistado o mercado do milho, de 20 a 90% da área cultivada. Crescimento semelhante também no caso da soja e do algodão.

Fonte: USDA
 
Apesar disso, os rendimentos não têm crescido em linha com as expectativas: com uma superfície dupla de OGM no período 2007-2012, os rendimentos aumentaram apenas 4 % em relação ao período 2000-2006. No entanto, este é um aumento que não é estatisticamente significativa: a tendência temporal do rendimento é de 0,04 t/ha por ano, com uma margem de erro de +/- 0,05 t/ha por ano.

A situação é semelhante para a soja enquanto no caso do algodão a tendência é um pouco melhor, mas ainda baixa (aumento de 6% entre os dois períodos).


Pelo contrário, cresceu significativamente (+ 30 %) a utilização dos herbicidas em todas as três culturas. O que não deveria fazer sentido, dado que os OGM são supostos apresentar uma maior resistência perante as pragas...

Ipse dixit.

Fontes: Ecoblog - Mdpi - Ecoliving - Hindawi - Informação Incorrecta
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quinta-feira, 27 de março de 2014

Fluoretação da água é relacionada com baixo QI em crianças


A exposição ao flúor pode causar a diminuição da inteligência das crianças revela um estudo publicado no Environmental Health Perspectives, uma publicação do Instituto Nacional das Ciência Ambientais e Saúde. Nos Estados 70% dos sistemas públicos de abastecimento adicionam flúor à água.

Conforme Paul Connett, Ph.D., diretor do Fluoride Action Network, "este é o 24º estudo que encontrou essa conexão, mas este é mais evidente porque o autor controlou as variáveis sobre baixo QI e flúor na água acrescentando teste da presença de flúor no sangue e baixo QI. Isto deixa muito claro a relação causa-efeito entre exposição ao flúor e danos ao cérebro em crianças”.

"O que é também impactante é o que o nível de flúor nas comunidades com baixo QI é bem mais baixo do que os valores estabelecidos como seguro para a água potável pelo órgão ambiental (EPA) que são de 4 ppm e ainda distantes do que é utilizado pelos programas de fluoretação (0.7 – 1.2 ppm)," disse Connett.

Neste estudo 512 crianças entre 8-13 anos em duas comunidades chinesas foram pesquisadas e testadas – Wamaio, com uma média de 2.47 mg/L de flúor na água e Xinhuai média de 0.36 mg/L. In Wamiao, a concentração de flúor no serum foi 0.081± 0.019 mg/L, e a média do QI foi 92.02 ± 13.00; in Xinhuaia concentração de flúor foi 0.041 ± 0.009 mg/L e a média do QI foi 100.41 ± 13.21.

O autor descartou a exposição ao ferro ou ao iodo como possíveis causas do baixo QI. Também foram excluídas crianças que tivessem história de doença no cérebro ou que consumissem chá prensado, conhecido por conter altos índices de flúor. Nenhuma das comunidades foi exposta à poluição por flúor oriunda da queima de carvão ou outras fontes industriais.

Cerca de 28% foram consideradas na faixa de normal ou muito inteligentes onde foram encontradas baixos teores de flúor e apenas 8% nas que mostravam índices mais elevados de flúor. Destas 15% foram classificadas com indícios de retardo mental e naquelas, 6% ficaram nesta faixa.

Além deste foram realizados outros 23 estudos sobre QI e a associação com o flúor que podem ser encontradas no site: http://fluoridealert.org.

Connett acrescenta que o resultado é que enquanto o impacto sobre IQ é intensamente pesquisado em todo o mundo, praticamente nenhum trabalho tem sido realizado nos Estados Unidos e nos países onde a fluoretação é utilizada e ironiza: “As agências de saúde parecem mais preocupadas em proteger os programas de fluoretação do que preservar o cérebro das crianças”.

Fontes: Revista tae - Combater a N.o.m 
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terça-feira, 25 de março de 2014

Açucar: O "doce Veneno"


Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.

O açúcar é uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.

O açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão.

Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente
organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.

Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa p/ o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, infecções, pressão alta, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, cáries , problemas de crescimento, osteoporose.

Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, Vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc.

A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante. Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar.

O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.

Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.

Hoje muitas doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar, devido a uma nutrição desequilibrada, colaborando também para o surgimento de doenças como: arteriosclerose, leucemia, diabetes, varizes, enxaquecas. insônia, asma, pressão alta, prisão de ventre, problemas de pele, distúrbios glandulares, cáries dentárias (e outras doenças da boca), problemas de crescimento, osteoporose.

Recomendamos o livro: ” Sugar Blues” o gosto amargo do açucar”. Autor: William Duftv, Editora Ground. >>> Clique aqui

Fonte: Jorge Roriz
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Amianto: Empresas particulares podem usar o produto que mata


Obs: O uso do Amianto é proibido em obras públicas e permitido em obras particulares? Empresas particulares podem vender um produto que mata? A proibição da venda deveria ser em todo Brasil, para empresas públicas e privadas.

Brasília – O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou hoje (30.01), em Belém, a Portaria nº 43, que proíbe o uso do amianto em obras públicas e bens adquiridos pelo ministério e por órgãos vinculados.

O anúncio foi feito durante o Seminário Mundial de Mudanças Climáticas, realizado na tenda da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), no Fórum Social Mundial (FSM).

No Brasil quatro estados fizeram leis contra o uso do amianto: Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Sul. Segundo Minc, com a portaria, o governo brasileiro faz sua parte para a preservação do meio ambiente.

Minc disse que o amianto é uma substância que mata por inalação da fibra, mas ressaltou que há muitas alternativas de fibras minerais, vegetais e sintéticas.

“No mundo, 43 países já aboliram [o uso do amianto]. Queremos tecnologia limpa, que não agrida o meio ambiente e o pulmão dos trabalhadores.“

Entre as doenças causadas pelo amianto, estão a asbestose (doença crônica que provoca o endurecimento dos pulmões) e os cânceres de pulmão, de pericárdio (membrana que reveste o coração), do trato gastrointestinal, do rim e da laringe.

O amianto é usado na indústria da construção civil, para fabricação de telhas e caixas d’água, em guarnições de freio (lonas e pastilhas) e no revestimento de discos de embreagem, entre outros produtos. ( Agência Brasil)

Reportagem sobre o assunto: Clique aqui...

Fonte: Jorge Roriz
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terça-feira, 11 de março de 2014

Novo vírus de computador propaga-se da mesma forma que a gripe, pelo ar


Investigadores da Universidade de Liverpool criaram um vírus de computador que se comporta de forma semelhante ao da gripe, propagando-se pelo ar, sem sequer depender de um computador para isso. Chamado «Chameleon», ele usa redes Wi-Fi para alcançar as suas vítimas.

O Chameleon não fica alojado no PC, mas sim no ponto de acesso, recolhendo informações de qualquer um que passar por ela. E é inteligente o suficiente para ignorar sistemas muito bem protegidos, assim, sempre que se depara com informações encriptadas, o malware não se ocupa em descobri-la, passando para o próximo alvo.

Alan Marshall, professor de segurança de rede da Universidade de Liverpool, explicou ao Mashable que o vírus não afecta a forma como os dispositivos se comportam, ele só recolhe e envia as informações contidas neles. Para isso, usa as máquinas para chegar a outras redes Wi-Fi e continuar a propagar-se. Tal qual uma gripe, ele actua mais rapidamente em regiões mais populosas.

Como o Chameleon fica alocado no ponto de acesso, e não num computador, smartphone, tablet, as soluções convencionais de segurança não são capazes de combatê-lo. A boa notícia é que o vírus existe somente num laboratório, onde os investigadores já trabalham para criar uma «vacina».

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Cerveja: o transgênico que você bebe


Por Flavio Siqueira Júnior e Ana Paula Bortoletto
Do Outras Palavras

Vamos falar sobre cerveja. Vamos falar sobre o Brasil, que é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com 86,7 bilhões de litros vendidos ao ano e que transformou um simples ato de consumo num ritual presente nos corações e mentes de quem quer deixar os problemas de lado ou, simplesmente, socializar.

Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo.

Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que consta como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera, mas estão de acordo com a legislação brasileira, que permite a substituição de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.

Agora pense na quantidade de cerveja que você já tomou e na quantidade de milho que ela continha, principalmente a partir de 16 de maio de 2007.

Foi nessa data que a CNTBio inaugurou a liberação da comercialização do milho transgênico no Brasil. Hoje já temos 18 espécies desses milhos mutantes produzidos por Monsanto, Syngenta, Basf, Bayer, Dow Agrosciences e Dupont, cujo faturamento somado é maior que o PIB de países como Chile, Portugal e Irlanda.

Tudo bem, mas e daí?

E daí que ainda não há estudos que assegurem que esse milho criado em laboratório seja saudável para o consumo humano e para o equilíbrio do meio ambiente.

Aliás, no ano passado um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas dessas multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos: se fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos horrendos surgiam rapidamente nas pobres cobaias.

O pior é que o poder dessas multinacionais é tão grande, que o estudo foi desclassificado pela editora da revista por pressões de um novo diretor editorial, que tinha a Monsanto como seu empregador anterior.

Além disso, há um movimento mundial contra os transgênicos e o Brasil é um de seus maiores alvos. Não é para menos, nós somos o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, mais da metade do território brasileiro destinado à agricultura é ocupada por essa controversa tecnologia.

Na safra de 2013 do total de milho produzido no país, 89,9% era transgênico. (Todos esses dados são divulgados pelas próprias empresas para mostrar como o seu negócio está crescendo)

Enquanto isso as cervejarias vão “adequando seu produto ao paladar do brasileiro” pedindo para bebermos a cerveja somente quando um desenho impresso na latinha estiver colorido, disfarçando a baixa qualidade que, segundo elas, nós exigimos. O que seria isso se não adaptar o nosso paladar à presença crescente do milho?

Da próxima vez que você tomar uma cervejinha e passar o dia seguinte reinando no banheiro, já tem mais uma justificativa: “foi o milho”.

Dá um frio na barriga, não? Pois então tente questionar a Ambev, quem sabe eles não estão usando os 10,1% de milho não transgênico? O atendimento do SAC pode ser mais atencioso do que a informação do rótulo, que se resume a dizer: “ingredientes: água, cereais não maltados, lúpulo e antioxidante INS 316.”

Vai uma, bem gelada?

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Produtos de limpeza domésticos causam sérios problemas de saúde desde alergias até câncer.


Estudos realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) confirma que produtos químicos de limpeza usados no dia-a-dia colocam as pessoas em graves problemas no sistema endócrinos, doenças específicas e transtornos como: alergias, asma, problemas testiculares, defeitos de nascimento, reduz a fertilidade feminina e masculina, problemas no sistemas nervoso, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), afetam os hormônios da tireoide, podendo levar a danos cerebrais, perda de inteligência, autismo, leucemia até câncer de mama, tireoide e próstata.

Não somente os humanos são afetados; todos os seres vivos também, isto é: Toda a Natureza está em risco.

Os pesquisadores disseram que é razoável suspeitar que as substâncias químicas encontradas nos produtos de uso domestico e de cuidados pessoais como cremes, desodorantes, shampoos chamados de ftalatos, parabenos cria sérios problemas a saúde.

Estudo também levantaram preocupações sobre todos os tipos de bisphenois (BP-A, K, L M, N e outros), um composto sintético encontrado em muitos artigos diários tais como latas, refrigerantes, óculos de sol, etc. A substância é acreditada por interferir com os hormônios que influenciam o crescimento e desenvolvimento humano.

Os diversos sistemas endócrinos são afetados pelos produtos químicos incluindo todos os sistemas hormonais e aqueles alcance que controla o desenvolvimento e função dos órgãos reprodutivos para os tecidos e órgãos que regulam o metabolismo e a saciedade, disse o relatório. Efeitos nesses sistemas levam a obesidade, infertilidade ou fertilidade reduzida, dificuldades de aprendizagem e memória, diabetes, início ou doença cardiovascular, bem como uma variedade de outras doenças.”

O estudo demonstrou que as comunidades em todo o mundo estão expostas aos produtos químicos endócrinos que altera o funcionamento do organismo humano com os seus riscos associados, disse Dr. Maria Neira, que é diretora de saúde pública e meio ambiente. Ela disse que a Agência trabalhará com parceiros para estabelecer prioridades para investigar todos os impactos sobre a saúde; acrescentou: Nós todos temos a responsabilidade de proteger as gerações futuras.

O estudo é apoiado pelos avisos similares pela Agência Europeia do Ambiente, que foram emitidos no ano passado, já alertavam que itens como os cosméticos e medicamentos que contenham produtos químicos endócrinos são prejudiciais à saúde.

De acordo com um comunicado para a imprensa da União Européia, alerta sobre o uso de produtos químicos endócrinos e suas associações encontrados em muitos produtos de uso domésticos , uso pessoal com protetores solares e industriais; que causam sérias doenças específicas e desordens no organismo humano; que causam um completo impacto na saúde causados pelos desreguladores endócrinos.

Fonte: X Germs
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Como se proteger contra envenenamento por flúor


O flúor é um veneno persistente e não degradável no meio-ambiente que se acumula no solo, plantas, animais selvagens, e no corpo humano. O flúor é mais tóxico do que o chumbo, mas não é tão tóxico como arsênico. Quando utilizado em pesticidas, não é mais inerte do que o chumbo e o arsênio; retiram o cálcio do ossos e tecidos do corpo humano.

O que mais assusta é que os Profissionais da Saúde de Autoridades Governamentais sabem disto e permite a sua adição à água para consumo humano ou não. O flúor é um resíduo químico que acharam um meio de usa-lo com ajuda do Marketing de que faz bem a nossa saúde. MENTIRA; isto causa doenças degenerativas e letais ao Ser Humano e ao Meio-Ambiente.

A Odontológica vendeu sua alma ao diabo

Flúor tem sido adicionado na água pública por décadas; e não podemos chama-la de água potável como é vendida de forma ilusória a população. As maiorias das pessoas têm acumulado flúor no organismo humano causando sérios problemas de saúde como, danos no DNA, câncer, disfunção da tiroide, desequilíbrio hormonal, depressão, baixo QI em crianças na fase de desenvolvimento, tumores no cérebro, demência, envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares, pressão alta, acidente vascular cerebral (AVC), Dislipidemia, hiperlipidemia, hiperlipoproteinemia, resistência insulínica, doença de Alzheimer e Parkinson, etc. E, a pior parte, a odontologia moderna tem promovido o uso de flúor como benéfico e envenenado milhões de pessoas com a sua utilização.

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Como evitar intoxicação por flúor

O primeiro passo é consumir água de qualidade, porque a água de qualidade não é só pura (não pode estar contaminada com cloro, flúor, metais pesados e tóxicos, compostos orgânicos e xenoestrogênicos), incolor, transparente e inodora; ela deve ter outras propriedades como pH alcalino maior que 7.5, ORP negativo, alta condutibilidade elétrica, baixa tensão superficial, ionizada na forma hexagonal com ângulo de 104.5º.

Não tomar água em recipientes plásticos devido a dioxina , o Bisphenol-A e outros Bisphenois de origem do petróleo. Filtragem ou destilação não removem o flúor nem o cloro da água como se anuncia publicamente para vender estes produtos. A utilização de osmose reversa não garante a qualidade da água obtém os benéficos listados acima.

Segundo a Agência de Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR – USA), “Cozinhar os alimentos com água fluoretada aumento dos níveis de flúor na refeição.” Em outras palavras, quando se cozinha com água fluoretada – o fluoreto aumenta em concentração.

 

Fluoreto de sulfurilo é usado para fumigar lugares onde os alimentos são armazenados e, ao mesmo tempo, este fica pulverizado sobre os grãos, frutos secos, grãos de café, cacau e nozes. Instalações de alimentos no Canadá e na Europa contam com controles de temperatura e recipientes mais rígidos de armazenamento mais limpas, em vez de pesticidas. Fluoreto de sulfurilo foi aprovado como um inseticida para eliminar cupins.

Assim, evitando os alimentos cultivados pulverizadas com pesticidas, e comprar alimentos orgânicos e cultivados localmente e conhecidos a sua procedência. Alimentos processados, como chá instantâneo, produtos de suco de uva, e leite de soja para bebês contêm altas concentrações de fluoreto de sódio, assim como muitas drogas farmacêuticas.

Melhores maneiras de desintoxicar

Magnésio inibe a absorção do fluoreto pelas células, e cálcio atrai os fluoretos a partir de tecidos. Alimentos ricos em ambos é uma solução para iniciar o processo de desintoxicação.

Iodo tem sido demonstrado clinicamente para aumentar a excreção urinária de fluoreto de sódio a partir do corpo, mudando-o para a forma de fluoreto de cálcio. Neste processo, o cálcio é perdido, e é uma necessidade para manter os alimentos ricos cálcio. Algas de alta qualidade e orgânicos (escuro) vegetais de folhas verdes são altamente recomendados para esta finalidade.

Tamarindo tem sido utilizada na Medicina Ayurvédica; a polpa da fruta, casca e folhas são convertidos para chás e tinturas, com a capacidade de eliminar fluoretos através da urina.

Limpadores para fígado pode ser eficazes para eliminar os fluoretos e outras toxinas.

Sauna seca auxiliam na armazenagem no tecido diposo. Isso requer beber muita água livre de flúor para repor os minerais perdidos através da transpiração.

Vitamina C, em abundância, é útil com qualquer programa de desintoxicação, e as melhores fontes alimentares maneira são: bagas orgânicas, frutas cítricas, espargos, abacate, melão, verduras, abacaxi e vegetais crucíferos, como brócolis, repolho, couve e espinafre.

A única garantia total ter é quando você está limitando sua ingestão de flúor é um estilo de vida saudável, que inclui água potável, produtos orgânicos, e exercício físico. Lembre-se, a melhor defesa (às vezes) é um bom ataque – tomar medidas hoje para se proteger de danos.

Fonte Natural health
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quarta-feira, 5 de março de 2014

500 produtos que contém ingredientes que causam câncer foram aprovados pelo FDA


O Grupo de Trabalho Ambiental (EWG) divulgou um relatório detalhando as empresas de alimentos e de produtos que contêm azodicarbonamida (ADA) - um produto químico usado para fazer tapetes de ioga.

Recentemente, a Subway afirmou publicamente (após exposição na mídia), eles já não estavam usando ADA em seus produtos.

ADA ainda podem ser encontrados em produtos vendidos por:

• McDonalds
• Burger King,
• Arby,
• Wendy,
• Starbucks e Jack in the Box
• Chick-fil-A
• Dunkin 'Donuts.

O EWG afirmou que "os consumidores tomar medidas para evitar a ADA aditivo industrial na sua alimentação. É um ingrediente desnecessário, a sua utilização tem levantado preocupações sobre a exposição ocupacional, e ainda restam dúvidas sobre o seu risco potencial para os consumidores. "

A ADA químico é adicionado para branquear farinha para fortalecer a mistura e torná-lo mais "borracha".

Quando a pele humana entra em contato com ADA em uma base regular, as reações incluem sensibilidade da pele, problemas respiratórios, como asma, outras doenças da pele e é um conhecido agente cancerígeno .

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu : "Uma coisa é clara: ADA não é comida, como o alimento foi definido para a maioria da história humana. É um produto químico industrial adicionado ao pão para a conveniência dos padeiros industriais. Nos séculos passados, a farinha fresco da fábrica teve que envelhecemos vários meses antes que ele pudesse ser amassado em massa e colocou no forno.

Empresas que usam ADA incluem:

• Ball Park
• Tyson
• Oroweat
• Country Hearth
• Earthgrains
• Fazenda Rico
• Hormel
• Jimmy Dean
• Kroger
• Archer Farms
• Betty Crocker
• Pouco Debbie
• Marie Callendar
• Kid Cuisine
• Manischewitz
• da própria natureza
• Pillsbury
• The Bakery no Wal- Mart
• Sun-Maid
• Smuckers Branco Caste
• Sara Lee
• Safeway
• Maravilha

O senador Chuck Schumer saltou para o movimento ADA para exigir que o FDA banir este produto químico seja usado em tudo.

Schumer disse: "pão McDonald é tão cheio de azodicarbonamida para que bilhões e bilhões serviram poderia realmente ser de bilhões e bilhões serviram produtos químicos tóxicos."

Jeff Stier, diretor de análise de risco para o Centro Nacional de Pesquisa de Políticas Públicas (NCPPR) disse Schumer está usando esse tópico para uma postura política.

Stier afirma: "[Schumer] está permitindo que o Bebê Alimentos para ditar a política baseada na noção de que o produto químico também aparece em esteiras de ioga, por isso, é prejudicial. Ele está dizendo que não devemos confiar em cientistas de alimentos da FDA? Se esta é a nova norma, a obesidade não vai mais ser um problema - a fome é ".

Lisa McComb, porta-voz do McDonald disse em uma declaração preparada que a ADA é um "aditivo alimentar comum e é usado em muitos itens nas prateleiras de sua mercearia, incluindo muitos pães de cachorro-quente e outros produtos de panificação que você provavelmente já comprar."

McComb continuou: "Só para lhe dar uma analogia que pode fazer sentido, não há sal para descongelar-sua garagem e sal que você usa na cozinha. Ambos são cloreto de sódio ", disse ela. "Estes, nomes científicos longos fazer soar um pouco assustador, mas é uma coisa boa que as pessoas estão olhando mais para o que eles realmente comer. ... Nós olhar para a ciência absolutamente. E nós ouvir os consumidores. "

Fontes: Occupy Corporatism - Illuminati Elite Maldita
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