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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

FBI é capaz de ativar webcams para espionar usuários desavisados


O FBI desenvolveu técnicas avançadas de vigilância que lhe dão o poder de ativar secretamente webcams para espionar os proprietários de computador desavisados.

A tecnologia G-men pode ligar remotamente câmeras que transmitem imagens em tempo real para os investigadores - sem acionar a luz que mostra que a câmera está em uso, de acordo com o The Washington Post.

Ainda segundo a reportagem, o FBI consegue invadir o computador de um suspeito e fazer o download de arquivos, fotos e e-mails armazenados.

O FBI tem tido a capacidade de esgueirar-se em webcams dos computadores há vários anos, disse um ex-funcionário da agência ao Washington Post. A fonte do jornal disse que o FBI tem usado a sua ferramenta , principalmente, contra o terrorismo e nas investigações "mais graves.´´

Fonte: Terra
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

As novas armas da espionagem Mundial


Por: Natália Marinho | Yahoo Contributor Network

Conheça os métodos usados para espionagem atualmente

Após o escândalo e descoberta da espionagem que os Estados Unidos praticam em vários países - inclusive no Brasil -, o tema ficou em destaque. As técnicas de espionagem utilizadas atualmente são bem diferentes e mais modernas do que na época de 007, apesar da maioria ainda ser bem obscuro. O fato é que a espionagem é algo muito antigo e sempre despertou curiosidade nas pessoas. Conheça algumas das novas armas da espionagem mundial.

Espionagem na internet

A espionagem na internet, também conhecida como cyber espionagem, é o ato de obter informações sem o conhecimento da outra pessoa ou empresa. Sem dúvida, a internet trouxe diversas inovações e benefícios ao mundo, e a espionagem também foi beneficiada por ela. Governos usam o poder da internet para espionar inimigos políticos e econômicos ou para ter vantagem militar. Para isso, é possível se utilizar de softwares maliciosos e acessar um computador do mais remoto país com relativa facilidade. Esse tipo de espionagem envolve até a análise da atividade em redes sociais como Twitter e Facebook.

Programa de vigilância Prism

O programa de vigilância de alta tecnologia Prism é um dos utilizados pelos Estados Unidos para monitorar atividades de diversos países. A empresa NSA, denunciada como a principal de ações de espionagem do país, tinha acesso aos servidores de nove diferentes empresas, incluindo atividades no Google, Microsoft, transferências de arquivos, chats, chamadas de voz, e-mail e outras comunicações online.

Cabos de fibra ótica

Foi descoberto que o serviço de inteligência britânica se utilizada de cabos de fibra ótica para espionar e compartilhar as informações obtidas com a NSA. Por meio deles, é possível copiar dados enviados e ligações telefônicas através dos cabos submarinos que ligam os principais países de interesse. A Agência Federal, entretanto, se defende afirmando que só é possível visualizar quem envia e recebe as informações, sem maiores detalhes.

Escutas telefônica

Um dos métodos mais famosos de espionagem, a escuta em telefone é muito utilizada até hoje. A escuta telefônica se dá por meio do grampo e acredita-se que já existe há décadas para obter informações de países inimigos (e até de países amigos). Estima-se que 80 cidades pelo mundo sofrem esse tipo de espionagem. As conversas seriam enviadas por meio de sinais de rádio até os equipamentos de coleta para posterior análise.

Espionagem dirigida

Uma das principais novidades da espionagem é a técnica dirigida. Ela consiste em realizar operações de escuta em edifícios específicos, como foi o caso de computadores da União Europeia e o escritório da ONU. Os documentos foram revelados pela Snowden, que mostrou que os Estados Unidos tinha acesso a edifícios específicos que fossem de seu interesse.

Informações por meio de terceiros

Apesar de não ser um método tecnológico propriamente dito, a espionagem também é comumente feita por meio de informações passadas por terceiros. Essas pessoas podem ser ex-funcionários (ou até mesmo atuais) que passam informações após chantagem ou por interesse próprio. Esses agentes infiltrados podem passar importantes informações e interceptar comunicações em e-mail, fax ou telefone.

Outras possibilidades

Muitos dos métodos atuais de espionagem não são conhecidos. Mas acredita-se que sua modernização tenha se dado por técnicos que encontraram falhas em softwares criptografados, até então tidos como extremamente seguros. Ao encontrar falhas, o acesso às informações transmitidas e recebidas se torna muito mais simplificado.

Também há a teoria que ainda não foi confirmada de que a NSA teria desenvolvido um computador quântico. A sua característica principal seria a possibilidade de um número quase que infinito de operações matemáticas, tornando possível decodificar qualquer aparelho ou país com as informações coletadas.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Agência de espionagem dos EUA coleta dados sobre localização de celulares mundialmente


Reuters

Reportagem do 'Washington Post' aponta que registros alimentam banco de dados que armazena informações sobre os locais de 'pelo menos centenas de milhões de dispositivos'

A Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos reúne cerca de 5 bilhões de registros por dia sobre a localização de telefones celulares em todo o mundo, incluindo os de alguns norte-americanos, de acordo com reportagem do jornal Washington Post nesta quarta-feira, citando fontes e documentos obtidos pelo ex-agente de espionagem Edward Snowden.

Os registros alimentam um banco de dados que armazena informações sobre os locais de "pelo menos centenas de milhões de dispositivos", disse o jornal, de acordo com documentos ultrassecretos e entrevistas com funcionários da inteligência.

A reportagem afirmou que a NSA não busca intencionalmente dados de norte-americanos, mas recebe uma quantidade substancial de informações sobre o paradeiro de telefones celulares domésticos "incidentalmente".

Um gerente disse ao jornal que a NSA obteve "grandes volumes" de dados de localização ao ter acesso aos cabos que conectam redes móveis mundialmente e que servem celulares dos Estados Unidos, bem como estrangeiros.

Autoridades de inteligência dos EUA contatados pela Reuters não quiseram comentar a reportagem do Post.

A reportagem citou autoridades dizendo que os programas que coletam e analisam informações de localização são legais e destinados exclusivamente a desenvolver a inteligência em alvos externos.

A ampla coleta de dados telefônicos e de Internet pelas agências de inteligência dos EUA tem sido objeto de escrutínio desde que Snowden começou a vazar informações, em junho, mostrando que a vigilância era muito mais extensa do que a maioria dos norte-americanos pensava. 

Fonte: Estadão
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Big Brother: LG admite que Smart TVs coletam dados sobre hábitos de usuários


Fabricante confirmou comportamento dos televisores e planeja liberar uma atualização de firmware para corrigir isso.

Smart TVs fabricadas pela LG Electronics estão enviando informações sobre os hábitos televisivos dos usuários, além de arquivos, de volta para os servidores da empresa.

A fabricante, por sua vez, confirmou o comportamento dos televisores e disse que planeja liberar uma atualização de firmware para corrigir isso.

Um desenvolvedor de software baseado no Reino Unido disse na segunda-feira (18), em um post no seu blog, que a sua Smart TV estava compartilhando informações sobre quais canais ele estava assistindo com a LG por causa de uma opção chamada "coletar informações de assistir", ativada por padrão.

Mas, mesmo depois de desligar o recurso, a TV continuou a compartilhar seus hábitos com a empresa, disse o desenvolvedor, que usa o pseudônimo on-line de DoctorBeet.

DoctorBeet disse que, depois de ver anúncios na tela inicial de sua própria TV , ele começou a procurar de onde tal propaganda vinha. Ele disse que encontrou um vídeo no site da LG que ressaltava a capacidade da empresa de analisar os programas favoritos dos usuários, o comportamento on-line deles, as palavras-chave em buscas e outras informações para oferecer anúncios relevantes ao público-alvo.

A página, que o desenvolvedor apontou como sendo a us.lgsmartad.com, agora diz: "o serviço está em manutenção", mas uma cópia no cache do Google diz: "LG Smart AD fornece a poderosa ferramenta de marketing para atingir o público-alvo por meio de múltiplos dispositivos de entretenimento doméstico inteligentes, tais como LG Smart TVs, Blu-ray Disc e Smart Upgrader em mais de 120 nações. Alvo sofisticado: Traga anúncios certos para o público-alvo certo usando dados demográficos, geográficos, de dispositivo, conteúdo e preferência do usuário."

A análise do tráfego de Internet gerado pela TV do DoctorBeet também revelou que os nomes dos arquivos armazenados em dispositivos de armazenamento USB conectados a ela estavam sendo enviados para os servidores da LG, disse.

LG confirma

A LG confirmou também que seus televisores coletavam informações, mas negou que esses dados fossem pessoais ou que os utilizava para publicidade direcionada.

"A LG não se envolve - e nunca se envolveu - com propaganda direcionada utilizando as informações coletadas de proprietários de Smast TVs LG", disse a empresa em um comunicado enviado na sexta-feira (23), por e-mail. "Informações como canal, plataforma de TV, fonte de transmissão, etc, que são coletadas por certas Smart TVs da LG não são informações pessoais, mas informações sobre o ato de assistir. Esta informação é coletada para oferecer recomendações para os telespectadores com base no que outros donos de TVs LG inteligentes estão assistindo."

A empresa verificou que esta informação continua a ser transmitida mesmo quando a função é desativada na TV, mas disse que os dados não estão sendo retidos no servidor.

"Uma atualização de firmware está sendo preparada para lançamento imediato e irá corrigir este problema em todos as Smart TVs afetadas. Quando esse recurso estiver desativado, nenhum dado será transmitido", disse a LG.

A fabricante também confirmou que os nomes de arquivos de mídia armazenados em drives externos, como dispositivos de armazenamento flash USB, estava sendo transmitidos de volta para a empresa como parte de um recurso planejado que envolvia busca por metadados relacionados a esses arquivos de mídia na Internet "a fim de oferecer uma melhor experiência de visualização."

"Esse recurso, no entanto, nunca foi totalmente implementado e nenhum dado pessoal foi recolhidos ou retidos", disse a empresa. "Com a atualização do firmware, esse recurso também será removido das Smart TVs afetadas."

"A LG lamenta quaisquer preocupações que esses relatórios possam ter causado e continuará a esforçar-se para atender às expectativas de todos os nossos clientes e do público", disse a LG. "Esperamos que esta atualização elimine qualquer confusão." 

Fonte: IDG Now 
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sábado, 30 de novembro de 2013

Como os smartphones monitoram cada passo seu


Há uma razão pela qual os smartphones tenham esse nome, mas será que eles estão ficando muito inteligentes? Nós sabemos que eles podem tirar fotos, rodar diversos aplicativos e nos ajudar a guiar até um destino, mas por trás de toda essa tecnologia há algo mais preocupante acontecendo.

Um artigo publicado no Buzzfeed analisa a forma como os smartphones em um futuro não tão distante irão meter o nariz em nossas tarefas diárias, tornando-se dispositivos de vigilância que acompanham cada movimento nosso, nosso método preferido de comunicação, o tipo de transporte que usamos com mais frequência e até mesmo saber quando ignoramos um exercício.

Como eles sabem isso? Dentro de smartphones modernos, não há somente um receptor de GPS que pode transmitir a sua posição para os satélites, mas também há sensores de movimento, giroscópios e acelerômetros que coletam dados suficientes para dizer onde você está, onde você esteve e o quanto você está apto para algo.

O artigo menciona como os pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia, desenvolveram um método para descobrir qual meio de transporte a pessoa usou com base nos dados de movimento do telefone. Eles olharam para mais de 150 horas de dados do acelerômetro e padrões de movimentos reconhecidos que se correlacionam com os de um trem, carro, ônibus, etc.

A rede móvel AT & T, dos EUA, também realizou um estudo para identificar padrões de atividade humana, controlando o uso de smartphones em uma determinada área. Embora isso seja extremamente invasivo, a rede esperava que os resultados pudessem ajudar a melhorar o fluxo de tráfego em eventos como concertos de música.

Alguns donos do iPhone 5S podem não saber, mas dentro do smartphone está um chip de sensor de movimento que reúne dados de movimento do dispositivo e é intuitivo o suficiente para registrar mudanças em sua velocidade para determinar se você está andando, correndo ou dirigindo.

Ele pode até mesmo dizer como você está está segurando o aparelho e quando você está dormindo. Isso pode soar um pouco como algo do romance 1984, mas a tecnologia tem uma intenção supostamente inocente, que visa trabalhar em conjunto com aplicativos de fitness que por sua vez podem dizer se você foi preguiçoso demais esta semana.

Todos estes dados disponíveis tem despertado o interesse do governo (naturalmente). Por exemplo, o CEO do aplicativo Moves diz que foi abordado por algumas cidades que gostariam de utilizar os dados para fins de planejamento.

Em suma, embora este conjunto de dados pareça uma invasão grave de privacidade e dê um vislumbre de uma visão perturbadora do futuro, ele poderia trazer alguns benefícios quando se trata de saúde ou fornecer dados valiosos sobre como melhorar a infra-estrutura civil e da psicologia humana. E você leitor, o que acha disso?

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Big Brother: Especialista em TI prova que as TVs LG Smart são dispositivos de vigilância


Por: Susanne Posel

Jason Huntley, um consultor de tecnologias de informação no Reino Unido revelou como a televisão inteligente LG envia dados de vigilância cliente a LG Electronics Inc.

Huntley explicou: "a empresa continuou a coletar qual canal ele estava assistindo mesmo depois que ele desativou o recurso de coleta de informações. O servidor (LG) confirma o recebimento de sucesso desta informação de volta para a TV. A informação apareceu para ser enviado para LG não encriptado ".

Em uma parte do menu chamada "coleção de assistir info" Huntley descobriu que, independentemente de se transformar a opção, os dados ainda estava sendo enviado para servidores de computador LG.

Huntley comentou: "Isso é uma terrível implementação da ideia. Ele ainda envia o tráfego, mas rotula dizendo que eu não queria que ele seja enviado. Na verdade, é pior, eu acho, do que se não tivesse oferecido o opt-out, em primeiro lugar, uma vez que permite que o usuário não acreditar em nada está sendo enviado. "

Outros dados armazenados incluem:

• nomes de clientes de arquivos
• Informações exclusivas cliente identificação
• números de rastreamento especializada para a TV específico

Ao utilizar um disco rígido externo USB, todas essas informações podem ser tiradas diretamente do aparelho.

LG respondeu a Huntley, dizendo: "Como você aceito os Termos e Condições na sua TV, as suas preocupações seria melhor direcionado para o varejista."

Devido à atenção Huntley trouxe para o problema, o Gabinete do Comissário da Informação (ICO) assumiram a causa e estão conduzindo uma investigação sobre as alegações.

A OIC afirmou: "Fomos recentemente alertados de uma possível violação de dados que pode envolver LG Smart TVs. Nós estaremos fazendo investigações sobre as circunstâncias da alegada violação da Lei de Protecção de Dados antes de decidir qual ação, se houver, deve ser tomado. "

LG respondeu, afirmando que "a privacidade do cliente é uma prioridade" e "levamos este assunto muito a sério."

Outras corporações transformaram seus produtos em dispositivos de vigilância para assistir seus clientes.

Verizon tem patenteado uma tecnologia que transforma um DVR em uma ferramenta de espionagem pessoal para assistir os americanos em suas próprias casas.

Verizon chama esse esforço FierceCable que é capaz de exibir "aguda sensibilidade em salas de estar dos clientes: argumento soa anúncios rápidas para aconselhamento matrimonial, e os sons de carinho."

Verizon explica: "Se o sistema de detecção determina que um casal está discutindo, um prestador de serviços seria capaz de enviar um anúncio para aconselhamento matrimonial a uma TV ou dispositivo móvel na sala. Se o casal profere palavras que indicam que eles estão abraçando, eles receberiam anúncios para umas férias românticas fuga, um comercial para um contraceptivo, um comercial de flores, ou comerciais de filmes românticos. "

A patente é intitulado "Métodos e sistemas para apresentar um anúncio associados a uma acção ambiental de um usuário" e arquivadas por Brian F. Roberts, que inventou a tecnologia em nome da patente Verizon e Licensing Inc.

Sob o pretexto de aperfeiçoar o marketing ea publicidade, o método de espionagem "inclui um sistema de apresentação de conteúdo de mídia apresentando um programa de conteúdo de mídia que inclui um anúncio pausa, detectando uma ação ambiental realizada por um usuário durante a apresentação do programa de conteúdo de mídia, a seleção de um anúncio associado com a ação ambiental detectado, e apresentar o anúncio selecionado durante o anúncio pausa. "

Nas atividades de casa ambientais, tais como "comer, fazer exercícios, rindo, lendo, dormindo, conversando, cantando, cantarolando, limpeza, e tocar um instrumento musical, bem como carícias, lutando, participando de um jogo ou evento esportivo" pode ser vigiado usando esta tecnologia. Todos os telefones celulares podem interagir com este dispositivo como um modo separado de vigilância.

Informações associado ao usuário, como gesto, perfil, voz e reconhecimento facial são métodos que podem identificar o usuário que irá produzir o anúncio mais eficaz com base no "media sistema de apresentação de conteúdo" (CIM).

É tão simples como dizer uma palavra, eo MCPS é ativado. Embarcados "instruções por computador executável" trabalhando em conjunto com a MCPS permitirá anúncios específicos através da utilização de "sensor de profundidade [s], sensor de imagem [s], sensor de áudio [s] e um sensor térmico."
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Governo quer Rastrear todos aqueles que são relacionados como suspeitos, usando nosso DNA


Michael Snyder

O Departamento de Segurança Interna está solicitando informações dos potenciais contratantes para um novo programa que o DHS esperanças lhe permitirá usar exames de DNA para identificar suspeitos de crimes e controlar seus relacionamentos familiares. Descendo a estrada, o objetivo é fazer com que o uso de identificação de DNA tão comum quanto o uso de identificação de impressões digitais é hoje.

Se você não acha que isso poderia acontecer, você deve pensar novamente. Barack Obama já disse que quer um banco de dados nacional de DNA, e uma recente decisão da Suprema Corte abriu a porta aberta para um ser criado. Em breve, o governo federal terá a capacidade de rastrear todos nós e aqueles que estão relacionados ao uso de nosso DNA.

E, finalmente, um "leitor de DNA" poderia substituir todas as nossas senhas de Internet e ser usado para entrar em nossas contas bancárias. Em um mundo que está se tornando mais corrupta a cada dia que passa, as autoridades consideram ser capaz de identificar positivamente pessoas como um objetivo extremamente importante, e DNA é considerada por muitos como a melhor maneira de fazer isso.

De acordo com um relatório recente do Governo de Segurança Notícias , o Departamento de Segurança Interna é agora activamente à procura de propostas de possíveis contratantes que têm a capacidade de ajudá-los a configurar o programa que eu mencionei acima ...

"As Investigações de Segurança Interna (HIS) unidade do DHS é a coleta de informações de potenciais fornecedores que poderiam executar ácido desoxirribonucléico (DNA) testes em amostras coletadas de vários indivíduos para ajudar a agência a identificar relações familiares, suspeitos de crimes e muito mais."
 
O objetivo, de acordo com o Pedido de Informação que foi emitido em 08 de novembro, é encontrar uma "maneira custo-efetiva para identificar indivíduos quando as impressões digitais não estão disponíveis" mais...

"Homeland Investigações de Segurança é composto por agentes especiais e pessoal de apoio que precisam de uma maneira melhor, mais preciso e de baixo custo para identificar os indivíduos que as impressões digitais não estão disponíveis ou quando o pedido de relacionamento familiar precisa ser provado", diz a RFI. "Essa necessidade também é necessário durante as investigações criminais onde a evidência é encontrado e DNA é necessário que a evidência".

Mas de que adiantaria DNA seja para o governo se o governo só tem o DNA de um número limitado de nós em seus bancos de dados? Você não identificação do DNA ser muito mais eficaz se o governo tivesse amostras de todo o nosso DNA? Bem, certo agora o governo não tem amostras de todo o nosso DNA, mas isso pode mudar em breve.

As autoridades policiais em todo o país estão pedindo a criação de uma base de dados nacional de DNA, e Barack Obama é definitivamente a bordo. O seguinte é um trecho de um dos meus artigos anteriores, intitulado " The Coming Base Nacional de Dados de ADN "...

"A base de dados nacional de DNA está chegando. Barack Obama já disse que quer um . A grande decisão da Suprema Corte no mês passado abriu o caminho para um. O DNA das pessoas que cometem "crimes graves" já estão sendo coletados rotineiramente em todo o país. Alguns estados ( como New Jersey ) estão agora a aprovação de leis que requerem coleta de DNA daqueles acusados ​​de cometer crimes "de baixo nível". E uma lei que foi aprovada sob George W. Bush permite que o governo federal para a tela do DNA de todos os recém-nascidos nos Estados Unidos. 

Então, quanto tempo será antes que todos nós somos obrigados a dar amostras de DNA para as autoridades? Quanto tempo vai ser antes da coleta de DNA é feito rotineiramente quando tomamos uma viagem para o Detran? Isto pode soar como ficção científica para algumas pessoas, mas "especialistas em segurança" e pessoal de aplicação da lei em todo o país estão agora a pressionar por um banco de dados nacional de DNA para ser estabelecida.

Infelizmente, não há nada realmente parado no caminho disso. O Supremo Tribunal Federal já se pronunciou. Scalia entendido muito claramente o que o Supremo Tribunal Federal estava fazendo no mês passado. Em sua dissidência, ele fez a seguinte declaração: "Não se enganem sobre isso: por causa da decisão de hoje, o DNA pode ser tomado e entrou em um banco de dados nacional, se você está sempre preso, com ou sem razão, e por qualquer motivo."

Você acha que nada disso perturbador? eu certamente fazer. Infelizmente, o governo parou de se preocupar com a nossa privacidade e nossas liberdades civis há muito tempo uma base de dados nacional de DNA está chegando. É apenas uma questão de tempo.

Além disso, o governo federal também está trabalhando em outras maneiras de assistir, acompanhar, monitorar e identificar todos nós. Por exemplo, os EUA Today informou recentemente em um programa de reconhecimento facial na próxima geração que está sendo desenvolvido pela Advanced Research Projects Agency Intelligence conhecido como "Janus"...

"Chamado Janus, o programa executado pela Agência de Projetos Avançados de Pesquisa de Inteligência (IARPA) ", procura melhorar o desempenho de reconhecimento facial usando representações desenvolvidos a partir de vídeo e imagens do mundo real, em vez de a partir de coleções calibrados e constrangido.

Durante as atividades diárias, as pessoas rir, sorrir, franzir a testa, bocejo e transformar seus rostos em uma ampla variedade de expressões. Para cada face, essas expressões são formadas a partir de características do esqueleto e musculatura únicos que são semelhantes através de uma vida inteira. Janus representações vai explorar as dinâmicas morfológicas completas do rosto para permitir uma melhor adequação e recuperação mais rápida. "

Documentos divulgados pelo IARPA sobre o show de fim de semana que o programa Janus começará em abril de 2014 e duração de quatro anos. Durante esse tempo, a agência pretende "expandir radicalmente a gama de condições sob as quais o reconhecimento facial automatizado pode estabelecer a identidade."

Mas só porque o governo desenvolve essas tecnologias não significa que eles vão realmente usá-los, certo? Infelizmente, esse não é o jeito que esses caras pensam. Na verdade, como John W. Whitehead discutido recentemente , as autoridades policiais tendem a ter um "Se nós tê-lo, que poderia muito bem usá-lo" filosofia...

"Depois, há o compromisso da nação com armas de guerra e colocá-los para trabalhar aqui na casa de reciclagem América, graças em grande parte a um Departamento de Defesa programa dos EUA que fornece bilhões de dólares em armas livres, veículos blindados, roupas de proteção e outros itens militares para a lei agências de aplicação.

Departamento de polícia da Ohio State University, adquiriu recentemente um veículo Resistant Ambush Protected Minas (MRAP), um veículo blindado até sensacionalistas usado no campo de batalha para suportar dispositivos explosivos, minas terrestres e outros ataques furtivos. A universidade planeja usar sua MRAP para controle de multidões em jogos de futebol. Universidade de Indiana também está na fila para um MRAP, bem como dezenas de departamentos de polícia em todo o país.

Tenha em mente que, uma vez adquirido, esse equipamento militar que está além do orçamento e alcance da maioria das comunidades vê-se a todos os tipos de usos por agências policiais locais, sob a justificativa de que "se temos, podemos muito bem usá-lo" - O mesmo raciocínio, aliás, usado com resultados mortais para justificar a atribuição de equipes da SWAT para realizar rotina de trabalho de aplicação da lei, tais como o fornecimento de um mandado."

América está lenta mas seguramente, sendo transformado em um Big Brother militarizado Estado policial. identificação do DNA, câmeras de reconhecimento facial, aparelhos de escuta passiva e leitores automáticos de placas são apenas a ponta do iceberg.

Algum dia todos nós podemos acordar e descobrir a nós mesmos vivendo em um sistema mundial totalitário que está muito além de qualquer coisa que George Orwell jamais imaginou Se isso não apelar para você, então você precisa se ​​levantar e dizer algo sobre isso hoje, porque amanhã pode ser tarde demais. Sobre o autor: Michael T. Snyder é um ex-advogado de Washington DC, que agora publica a verdade . Seu novo suspense, intitulado " The Beginning Of The End "já está disponível no Amazon.com .

Fonte: Pakalert press
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

“O Google sabe o que você estava pensando”, diz Julian Assange


A internet se transformou no maior instrumento de vigilância já criado e a liberdade que ela representa está ameaçada. A avaliação é de Julian Assange, criador do WikiLeaks, que há sete meses vive na Embaixada do Equador em Londres - Quito lhe concedeu asilo, mas os britânicos não lhe deram salvo-conduto para que vá ao aeroporto e deixe o país.

Assange seria extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. O australiano recebeu a reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, 03-02-2013, para falar sobre seu livro Cypherpunks, Liberdade e o Futuro da Internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial.

Eis a entrevista.

A web está numa encruzilhada?

Tecnologia produz poder, a ponto de a história da civilização humana ser a história do desenvolvimento de diferentes armas de diferentes tipos. Por exemplo, quando rifles eram as armas dominantes ou navios de guerra ou bombas atômicas.

Desde 1945, a relação entre as superpotências era definida por quem tinha acesso a armas atômicas. Hoje, a internet redefiniu as relações de força antes definidas pelas armas. Todas as sociedades que têm qualquer desenvolvimento tecnológico, que são as sociedades influentes, se fundiram com a internet. Portanto, não há uma separação entre sociedade, indivíduos, Estados e internet.

A internet é hoje o alicerce da sociedade e conecta os Estados além das fronteiras. Conhecimento é poder. Outras coisas também são poder, mas ela deu muito poder a pessoas que antes não tinham. Agindo contra essa força está a vigilância em massa criada por parte do Estado.

De que forma ocorre essa vigilância?

A comunicação entre indivíduos ocorre pela internet. Sistemas de telefone estão na internet, bancos e transações usam a internet. Colocamos nossos pensamentos mais íntimos na internet, detalhes, como o diálogos entre marido e mulher e até nossa posição geográfica. Enfim, tudo é exposto na internet.

Isso significa que grupos envolvidos na vigilância em massa realizam uma apropriação enorme de conhecimento. Esse é o maior roubo da história. A tecnologia está sendo desenvolvida para essa vigilância em massa e vendida por empresas de países como a França, que vendeu um sistema de vigilância para o regime de Muamar Kadafi.

Na África do Sul, há um sistema desenhado para gravar de forma permanente todas as ligações que entram e saem do país e as estocam por apenas US$ 10 milhões ao ano. Está ficando barato. A população mundial dobra a cada 20 anos. O custo de vigilância está caindo pela metade a cada 18 meses.

Muitos acreditam que a Primavera Árabe só ocorreu graças à internet. O que o sr. acha?

Há uma série de histórias de um longo trabalho de ativistas, sindicatos e até clubes de futebol que tiveram um papel importante na Tunísia e no Egito, os Ultras. O ativismo pan-arábico é algo novo e potencializado pela web. Diferentes ativistas em diferentes países se conectaram pela web, trocando dados, identificando quem era bom e quem era mau. O movimento dos Ultras veio da Itália para clubes da Tunísia e Egito pela internet.

O WikiLeaks jogou muita informação que foi atacada pelos regimes na Tunísia e no Egito. Mas houve também informações disseminadas por esses países e, mais importante ainda, disseminadas para fora desses países, a tal ponto que ficou difícil para EUA e Europa defenderem seus aliados.

O sr. aponta para o poder de Facebook e Google. Como esses sites são usados contra civis?

O Google sabe o que você estava pensando. E sabe o que você pensou no passado, porque quando você quer saber algum detalhe, busca no Google. Sites que têm Google Adds, ou seja, todos os sites, registram sua visita. O Google sabe todos os sites que você visitou, tudo o que você buscou. Ele te conhece melhor que você.

Você sabe o que você buscou há dois dias? Não. Mas o Google sabe. Alguém pode dizer: o Google só quer vender publicidade. Mas, na realidade, todas as agências de inteligência dos EUA têm acesso ao material do Google. Eles acessaram isso em nosso caso.

Como fizeram isso?

Usaram cartas da agência de segurança nacional e mandados para buscar os dados de e-mail das pessoas envolvidas em nossa organização. Isso saiu do Google, da conta do Twitter, onde pessoas entraram para acompanhar nossa conta. No caso do Facebook, é algo impressionante. As pessoas estão fazendo bilhões de horas de trabalho gratuito para a CIA.

Colocando na rede seus amigos, suas relações com eles, seus parentes, relatando o que estão fazendo, dizendo que viram aquela pessoa naquela festa, outra naquela loja. É um incrível instrumento de controle. Países como a Islândia têm uma penetração no Facebook de 88%. Mesmo que você não esteja no Facebook, seu irmão está e está relatando sobre você.

Como o sr. explica o fato de pessoas de diferentes culturas e religiões estarem dispostas a revelar suas vidas na web?

Você pode dizer: bom, estou fazendo isso de forma voluntária e é mais importante estabelecer conexões sociais do que se preocupar com o aparato de um Estado totalitário. Mas isso não é verdade. Pessoas querem compartilhar algo com meus amigos e amigos de meus amigos, mas não com meus amigos e com a CIA. As pessoas estão sendo enganadas.

Mas a censura na China, no Irã e em Cuba não mostra que a web é mais ameaçadora para esses regimes que para os civis?

Pessoas censuram por um motivo. Porque têm medo ou querem ter mais poder. Normalmente, eles querem manter o poder. O Irã censura porque teme que iranianos sejam influenciados por material de fora do país. E quem publica isso? Bom, alguns são dissidentes genuínos, mas também há empresas de fachada, criadas por israelenses e americanos.

Denunciamos essas empresas no WikiLeaks. Mas acho que é saudável que governos tenham medo das pessoas. É ótimo que a China esteja com medo do que sua população pense. A China baniu o WikiLeaks em 2007. Pelo que sabemos, foi o primeiro país a bani-lo. Temos travado uma guerra para superar o firewall chinês.

Qual sua avaliação sobre o argumento de que os documentos divulgados pelo WikiLeaks foram obtidos de forma ilegal?

Generais não definem a lei. Ou ao menos não deveriam. Se falamos da situação americana, foi perfeitamente legal.

A obtenção dos documentos?

Sim, a forma com que foram obtidos. Militares americanos não têm direito de acobertar crimes. Não podem usar a confidencialidade de documentos para manter um crime sigiloso. Às vezes, a polícia tem de manter algo secreto. Uma investigação sobre a máfia deve ser mantida em sigilo. Outras organizações, como editores e jornais, têm a responsabilidade perante o público de publicar informação que o ajude a entender o mundo.

Como vê o comportamento dos governos latino-americanos diante da internet e da imprensa?

É bem variado e há vários problemas. Comparado com o restante do mundo, a região está bem.

O presidente (do Equador) Rafael Correa ataca muito a imprensa. O que o sr. acha disso?

Deveria atacar mais. A primeira responsabilidade da imprensa é a precisão e a verdade. O grande problema na América Latina é a concentração na mídia. Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil, mas o problema é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália, 60% da imprensa escrita é controlada por (Rupert) Murdoch. Portanto, quando falamos em liberdade de expressão, temos de incluir a liberdade de distribuição, uma das coisas mais importantes que a internet nos deu.

O sr. é herói ou criminoso?

Sou apenas um cara. Todos vivemos só uma vez. Todos temos responsabilidade de viver de acordo com nossos princípios. Tento fazer isso. Não preciso me definir. Na verdade, quando as pessoas se definem, na maioria das vezes, estão mentindo.

Por que o sr. não volta à Suécia (onde é acusado de crime sexual)?

Seria extraditado para os EUA. Os EUA têm processo contra mim e o WikiLeaks. O governo diz em seus documentos internos que a investigação é de tamanho e natureza sem precedentes. É algo sério que envolve mais de uma dúzia de agências.

O sr. disse que publicará cerca de um milhão de documentos em 2013. Algo sobre o Brasil?

Sim. Publicaremos muito sobre o Brasil neste ano.

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

NSA grampeou Vaticano e pode ter espionado papa, diz revista italiana


Reportagem com base em dados de Snowden afirma que EUA monitoraram comunicações da Igreja em busca de segredos diplomáticos e financeiros

Genebra - Há indícios de que a Agência de Segurança Nacional (NSA) americana espionou o então cardeal Jorge Bergoglio, antes de sua eleição para comandar a Igreja Católica, além do próprio papa Bento XVI e de cardeais brasileiros, segundo a revista italiana Panorama.

Com os grampos no Vaticano, até mesmo durante o conclave deste ano, Washington buscaria vantagens diplomáticas e segredos financeiros. A Casa Branca disse ontem que a informação é falsa.

A reportagem, que será publicada na quinta-feira, 31, usa dados fornecidos pelo ex-agente americano Edward Snowden e afirma também que 46 milhões de ligações telefônicas teriam sido monitoradas na Itália. O primeiro-ministro italiano, Enrico Letta, convocou uma reunião de emergência para hoje sobre o caso.

As notícias de espionagem americana na Itália e no Vaticano põem ainda mais pressão sobre o governo dos EUA. Usando documentos de Snowden, a imprensa europeia tem noticiado como a NSA roubou informações de milhões de alemães, franceses e espanhóis, além de autoridades como a chanceler alemã, Angela Merkel.

Um alvo das escutas seria o Vaticano, enclave soberano dentro da cidade de Roma. Segundo a revista, os americanos passaram a operar um sofisticado mecanismo para monitorar as conversas de Bento XVI, antes de ele renunciar. Telefonemas do cardeal argentino Bergoglio, hoje papa Francisco, também teriam sido alvo de escutas dos EUA antes e durante o conclave.

A Igreja Católica não quis comentar as revelações da revista italiana. "De qualquer forma, não nos preocupamos com isso", declarou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.

Segundo a Panorama, um dos alvos prioritários da espionagem americana foi a residência Domus Internationales Paulo VI, justamente onde Bergoglio estava hospedado nos dias que antecederam ao conclave. A Casa Santa Marta, que abrigou os cardeais ao longo do ritual para escolha do pontífice, supostamente foi outro alvo dos grampos da NSA.

Pelo menos três cardeais brasileiros estavam nessa residência do Vaticano à época, incluindo dom Odilo Scherer, que era um dos mais cotados para suceder a Bento XVI.

A publicação italiana afirma que a espionagem eletrônica dos EUA ocorreu durante o processo de seleção do novo papa, realizado em março. A revista ainda cita o grupo WikiLeaks, que havia afirmado que Bergoglio estava na mira da inteligência americana desde 2005.

Banco. Ele não seria o único no Vaticano a ser espionado. O chefe do Conselho Supervisor do Banco do Vaticano, Ernst von Freyberg, teria sido alvo das escutas. Ele foi chamado justamente para promover uma reforma da instituição, acusada de ser um instrumento de lavagem de dinheiro para o crime organizado.

Outros cardeais ligados ao banco também foram colocados na mira das escutas eletrônicas. O brasileiro Scherer é um dos membros do comitê do banco, mas seu nome não aparece na reportagem.

Interceptadas pelos americanos, as ligações do Vaticano foram classificadas, segundo a revista, em quatro categorias: "intenção de liderança", "ameaça ao sistema financeiro", "objetivos de política externa" e "direitos humanos".

O trabalho teria sido realizado em um anexo da Embaixada dos EUA em Roma, dedicado à espionagem. No local, trabalhariam apenas agentes da CIA e da NSA. A revista ainda aponta que os documentos de Snowden indicam que Roma seria um dos locais escolhidos por Washington para posicionar a elite do grupo de espiões americanos. 

Fonte: Estadão
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Russos encontram "chips espiões" até em ferro de passar roupas

Ferros de passar se tornaram ainda mais perigosos. (Fonte da imagem: Reprodução/BBC)

O mundo da espionagem parece não se limitar a práticas de interceptação de dados, como faz a NSA, mas também leva em consideração a prática do “grampo” em todo tipo de aparelho que você pode imaginar, nos transportando aos tempos de Guerra Fria.

Recentemente, uma emissora de TV russa mostrou uma carga de ferros de passar roupas sendo analisada por conta de suspeitas de espionagem. Sim, ferros de passar! Dentro dos aparelhos foram encontrados dispositivos identificados como “pequenos microfones” capazes de se conectar a redes WiFi com alcance de até 200 metros.

Esses aparelhos seriam usados para se infiltrar em redes desprotegidas e, de acordo com a reportagem da TV russa, teriam como alvos grandes empresas. Depois de conseguir acesso às redes locais de algumas corporações, os chips serviam como meio de espalhar spam através dessas companhias sem que eles sequer pudessem imaginar. Câmeras para carro e smartphones também já sofreram com o mesmo tipo de grampo na Rússia.

Mesmo com a apreensão desse carregamento de ferros de passar grampeados, pelo menos 30 unidades desse modelo foram parar nas lojas de São Petersburgo. Depois da apreensão, nenhum criminoso ou espião foi identificado, mas é possível imaginar que o responsável por implantar esses chips em ferros de passar realmente não tinha outra saída para realizar suas atividades ilegais. Isso ou ele era apenas muito criativo mesmo.

Fonte: Rosbalt, BBC
Via: Tecmundo, Revellati online
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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Que tal um microchip NFC pessoal em sua mão?


Um chip embutido que tem o potencial para livrá-lo de chaves e imediatamente desbloquear o telefone já está disponível no Indiegogo

Chaves tem sido um mal necessário no século passado e ainda o é. Mas o que poderia ser usado para desbloquear sua casa, seu telefone ou computador e que estaria sempre contigo? Isso é o que o xNT permitirá, usando Near Field Communication (Comunicação de Campo Próximo).

Produzido por biohacking e NFC-firm Dangerous Things, o xNT é a primeira marca de identidade do mundo NFC compatível com rádio frequência que pode ser implantado dentro do seu corpo.

Medindo 2 x 12 milímetros a tag NFC é envolta em uma cápsula de vidro biologicamente resistente, e está à procura de US $ 8.000 para inicio de projeto, em Indiegogo, para começar a produção em massa, com promessas de preço a $99. Quem doar, ganha o seu próprio xNT pré-carregado em um tubo de injeção pronta para implantação.

NFC funciona emitindo uma assinatura de frequência de rádio de baixa potência que pode ser reconhecido por meio de sensores, que podem desencadear eventos pré-programados. NFC é atualmente usado por dispositivos móveis via Bluetooth, bem como a transferência de fotos e até mesmo pagamentos.

Uma vez implantado em sua mão, o chip NFC pode ser programado para praticamente qualquer coisa, incluindo fechaduras de abertura, a partir de seu carro, desbloquear o seu computador ou telefone, ou como um cartão de visitas digital one-tape.

Veja o Video:
 
Fonte: The guardian, David icke
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Governo brasileiro também espionou estrangeiros, diz relatório


Agência teria acompanhado de perto representantes de países como Irã e Rússia.

O Brasil foi um dos países que reagiram de forma mais crítica aos escândalos de espionagem do Departamento de Defesa dos EUA e de agências de inteligência, citando até uma regulação contra vasculhamentos digitais.

O problema é que, segundo o jornal Folha de São Paulo, uma atitude semelhante foi tomada por aqui.

De acordo com um relatório obtido pelo jornal, a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) espionou diplomatas de países cujas relações eram avaliadas pelo Brasil, como Rússia, Irã e Iraque. Entre 2003 e 2004, essas pessoas teriam sido seguidas a pé ou de carro e fotografadas diariamente, seja em ambientes de trabalho ou perto de suas residências.

Agentes envolvidos confirmaram a veracidade dos documentos, enquanto o governo afirma que se tratam de "operações de contra-inteligência", ou seja, para proteger segredos federais, já que alguns dos alvos eram suspeitos de praticar espionagem, além de estarem envolvidos com equipamentos militares.

Isto é, apesar de não usar tecnologias avançadas como o governo norte-americano, o Brasil também não deixa de ficar de olho no movimento de quem está no país.

Referência: TecMundo

Fonte: Folha de São Paulo
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Espionagem traça destinos políticos desde a Antiguidade


Por: Anthony Zurcher
BBC Brasil

A interceptação de informações pessoais dos cidadãos não é novidade nos EUA

As revelações de que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) estaria bisbilhotando políticos e pessoas mundo afora atraiu a ira de muitos governos. Espionar e ser espionado, no entanto, não se configura uma novidade.

O general chinês Sun Tzu, famoso por seu livro "A Arte da Guerra", escreveu: "Os líderes brilhantes e os bons generais que consigam ter bons espiões vão ter muitos êxitos".

Roubar cartas, interceptar comunicações, fazer escutas: estes são alguns exemplos de espionagem ao longo da história.

Na Roma antiga, os líderes políticos tinham a sua própria rede de vigilância, que lhes fornecia informações sobre as intrigas nas diferentes escalas de poder do império.

O famoso orador Cícero frequentemente se queixava de que suas cartas eram interceptadas.

“Não consigo encontrar um mensageiro fiel" , escreveu a seu amigo Atticus . "São muito poucos os que conseguem levar uma carta e não ficam tentados a lê-la" .

Júlio César também construiu uma rede de espionagem para saber das conspirações contra ele. É possível, inclusive, que ele sabia de antemão da conspiração no Senado que pôs fim à sua vida .
Inquisição

Na Idade Média, a Igreja Católica tinha mais poder do que muitos governos. E, obviamente, tinha uma rede de vigilância poderosa.

Um dos comandantes do sistema foi o bispo francês Bernard Gui, considerado um excelente escritor e um dos arquitetos da Inquisição.

É possível que Júlio César tenha sido informado da rebelião que resultou na sua morte.

Por quinze anos, atuou como inquisidor-chefe em Toulouse, onde julgou pelo menos 900 pessoas por heresia .

No livro "A conduta da Inquisição na Depravação da Heresia", de 1324, Gui explicou como identificava, interrogava e punia os hereges.
Elizabeth 1ª

A corte de Elizabeth 1ª, na Inglaterra, foi um campo fértil de intrigas. A função do fidalgo Francis Walsingham era fazer com que a monarca estivesse sempre um passo à frente de seus adversários.

Em maio de 1582, Walsingham conseguiu interceptar a correspondência do embaixador espanhol Bernardino de Mendoza. A carta falava sobre uma conspiração para invadir as ilha britânicas e instalar no trono a soberana dos escoceses, a rainha Mary.

Enquanto Mary estava confinada em uma prisão, Walsingham conseguiu uma maneira de provar o que já se falava na corte.

Ele se fez passar por um aliado de Mary e começou a trocar correspondências com ela por meio de cartas que chegavam escondidas em um barril de cerveja.

Nas cartas, Mary falou sobre o plano e Walsingham conseguiu as provas de que ela planejava assassinar Elizabeth 1ª e causar uma rebelião. A rainha dos escoceses foi julgada e condenada à morte.
Robespierre

Durante a Revolução Francesa, Robespierre e seus colegas vigiavam atentamente os revolucionários e reprimiam violentamente qualquer dissidência.

Em 1793, o governo revolucionário estabeleceu doze "comitês de vigilância" em todo o país . Os comitês eram autorizados a identificar, monitorar e prender qualquer suspeito.

Historiadores estimam que pelo menos meio milhão de pessoas foram alvos dos comitês de vigilância, famosos pela crueldade em muitas cidades francesas.

Nos séculos 18 e 19, governos europeus começaram a criar as "câmaras escuras", onde se interceptava e lia as cartas de indivíduos suspeitos .

Os EUA conseguiram a liderança naval após espionar os japoneses em uma cúpula em Washington

Os escritórios, localizados nos prédios do serviço postal, empregavam diversas técnicas para abrir, copiar e novamente fechar as cartas, sem deixar rastros.

A prática foi o pivô de um escândalo no governo britânico em 1844, quando foi revelado que a “câmara negra” havia interceptado a correspondência do escritor italiano Giuseppe Mazzini, que vivia exilado em Londres.

O governo foi acusado de passar informações às autoridades de Nápoles, que usaram os dados para caçar e executar revolucionários companheiros de Mazzini.
Negociação e espionagem

Em 1922, os Estados Unidos organizaram uma conferência de desarmamento naval em Washington, com a presença de representantes do Reino Unido, França, Itália e Japão .

Em meio às negociações, os americanos espionaram as comunicações entre Tóquio e os diplomatas japoneses, além de delegados de outros países.

Com as informações levantadas pelo Instituto de Criptografia do governo, fundado em 1919, os Estados Unidos conseguiram fechar acordos que lhes proporcionaram a liderança na corrida armamentista naval.

Em 1929, o escritório foi fechado pelo Secretário de Estado, Henry Stimson, que disse: "Cavalheiros não leem a correspondência de outras pessoas".

Após a Segunda Guerra Mundial, os americanos decidiram que os cavalheiros precisavam, no entanto, de uma rede de monitoramento permanente.
Vizinho espião

Durante a Guerra Fria, a espionagem fez parte do cotidiano de quem vivia nos países atrás da chamada “cortina de ferro”.

Os Estados Unidos espionaram cidadãos considerados suspeitos após o fim da Segunda Guerra

Em nenhum lugar foi mais sentida do que na Alemanha Oriental. Durante 40 anos, o serviço de inteligência do Ministério da Previdência (conhecida como a Stasi) monitorou e registrou as atividades dos cidadãos, usando as informações para acabar com tumultos e possíveis dissidências .

Até a queda do Muro de Berlim em 1989, a Stasi tinha 91 mil colaboradores, com uma rede de 200 mil informantes.

A Alemanha Oriental usou a tecnologia, com uma quantidade imensa de funcionários, expandindo a espionagem em uma escala nunca antes vista.

Os Estados Unidos também adotaram práticas parecidas após a Segunda Guerra Mundial, como parte do projeto Shamrock. Foi criada uma rede de vigilância de cidadãos americanos suspeitos de atividades subversivas.

O sistema de vigilância foi extinto pelo Congresso em 1975. Quase quatro décadas depois, a NSA acabou reconstruindo o projeto Shamrock, desta vez bisbilhotando os cidadãos em uma nova esfera - a rede mundial de computadores. 

Fonte: BBC Brasil
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