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terça-feira, 10 de junho de 2014

A farsa desmentida: Famoso cientista sueco abandona crença no aquecimento global


Só para lembrar: O termo Aquecimento Global é uma farsa criada para estabelecer uma ditadura verde (Nova Ordem Mundial), onde o ser humano é tratado como um parasita, sendo necessária sua 'quase' extinção.

O meteorologista sueco Lennart Bengtsson foi sempre um ‘cabeça fria’ no debate quente sobre o ‘aquecimento global’, observou Axel Bojanowski, colunista da revista ‘Der Spiegel’especializado em questões ambientais.

Por isso causou arrepio nos ambientes científicos quando ele aderiu ao ‘tanque de pensamento’ britânico Global Warming Policy Foundation (GWPF), do líder conservador Lord Nigel Lawson, empenhado em refutar os exageros aquecimentistas.

Lennart Bengtsson foi diretor do Max Planck Institute for Meteorology de Hamburgo, um dos centros de pesquisa climática mais respeitados no mundo e mais engajado na suposição do ‘aquecimento global gerado pelo homem’.

Agora professor na Universidade de Reading, na Grã-Bretanha, Bengtsson já ganhou muitos prêmios prestigiosos, como o Prêmio Alemão Ambientalista, outorgado pela German Federal Environmental Foundation (DBU).

Uma mudança de 180º numa inteligência tão ponderada como a de Bengtsson faz pensar duas vezes.

Entrevistado pelo ‘Der Spiegel online internacional’, ele explicou por que abandonou seu antigo posicionamento e passou direto para um dos institutos de cientistas objetivos mais ‘demonizados’.

Eis alguns trechos de sua entrevista:

Spiegel online: Por que o Sr. escolheu a Global Warming Policy Foundation, conhecida como cética face às mudanças climáticas?

Bengtsson: Nós temos que explorar vias realistas para resolver os desafios dos problemas energéticos do mundo e as questões ambientais correlatas.

Spiegel online: O Sr. virou um cético do clima?

Bengtsson: Eu sempre fui cético e acredito que no fundo a maioria dos cientistas também é.

Spiegel online: Mas o Sr. não era alarmista há 20 anos? O Sr. estava errado?

Bengtsson: Eu não mudei no essencial. Eu nunca me considerei um alarmista, mas um cientista crítico. Eu consagrei a maioria de minha carreira ao desenvolvimento de modelos de predição do clima.

Mas é essencial validar os resultados do modelo, especialmente quando a gente trata com sistemas complexos como o clima. É essencial que isso seja bem feito para que as predições sejam críveis.

Spiegel online: O Sr. acha que algo deve ser feito nesse sentido?

 
Não intimidado pelo clima. Para Bengtsson acreditar que nós podemos resolver os problemas futuros do clima não faz sentido

Bengtsson: É frustrante que a ciência do clima não tenha sido capaz de validar corretamente suas simulações. Desde o fim do século XX, o aquecimento da Terra foi muito mais fraco do que os modelos apontavam.

Spiegel online: Mas o relatório do IPCC discute esses problemas com pormenor.

Bengtsson: Sim, o relatório faz isso, mas não de um modo suficientemente crítico, segundo meu ponto de vista. Ele não considera a larga defasagem entre os resultados da observação e das simulações dos modelos.

Eu não aprecio a necessidade do consenso. É importante, e eu diria essencial, que a sociedade e a comunidade política percebam que há áreas onde o consenso não existe.

Visar um modo simplista de ação numa área complexa e incompletamente compreendida como o é o sistema do clima, não faz sentido algum, na minha opinião.

Spiegel online: No passado, o Sr. queixou-se da forte politização na pesquisa do clima. Por que agora o Sr. aderiu a uma organização de natureza política?

Bengtsson: Ao longo de minha vida, eu sempre fiquei fascinado com a predictibilidade e frustrado com nossa incapacidade de predizer.

Eu não acredito que faça sentido nossa geração acreditar ou pretender que nós podemos resolver os problemas do futuro, uma vez que não entendemos o que serão esses problemas.

Imagine que o Sr. está num dia do mês de maio de 1914 e tenta produzir um plano de ação para os próximos 100 anos! Dificilmente fará qualquer coisa que tenha sentido.

Spiegel online: O Sr. acha que temos de continuar como estamos porque as previsões são complicadas?

Bengtsson: Não. Eu acho que a melhor e talvez a única política apropriada para o futuro é preparar a sociedade. Temos que adotar a nova ciência e as novas tecnologias de um modo mais positivodo que está sendo feito agora na Europa.

Isso inclui, por exemplo, a energia nuclear e a obtenção de alimentos geneticamente modificados para produzir o que o mundo precisa com urgência.

Fontes: Ecologia Clima - Libertar.inAnunciando a Verdade
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quinta-feira, 8 de maio de 2014

A indústria dos Ovnis


Por Joe Nickell

Não é de hoje que a humanidade busca no céu sinais de seres inteligentes. No século XX, surgiram os relatos sobre “objetos voadores não identificados”. Mas, até agora, não apareceu um único indício plausível de que a Terra já tenha sido visitada por extraterrestres.

Os primeiros relatos de estranhos objetos pairando entre as nuvens remontam à Antiguidade. Já houve a época das carroças e dos navios voadores. Mais tarde a moda foram os “homenzinhos verdes” – marcianos ou venusianos.

As naves possuíam hélices e asas. No início do século, em Paris, um concurso chegou a oferecer 100 000 francos para quem provasse que mantinha contato com seres extraterrestres. Marcianos não valiam.

Eram considerados fáceis demais. Naquela época, ninguém saía por aí dizendo que viu um ET marrom, roxo ou amarelo. Ou eram verdes, ou não eram ETs. Hoje, tudo mudou. Ufólogos aceitam ETs de todas as cores, procedentes de qualquer parte do Universo, menos de Marte ou Vênus, onde o máximo de vida que ainda pode se esperar são microscópicas bactérias.

Já imaginou o que seriam dos ETs se eles não seguissem a moda terrestre e continuassem a aparecer, todos de verde, viajando em caravelas celestiais? Felizmente, eles se mantiveram em dia com as novidades da nossa ciência e tecnologia. Caso contrário, o público provavelmente deixaria de acreditar em discos voadores.

Ezequiel e suas carroças voadoras

O Velho Testamento registra uma cena espetacular, que hoje seria interpretada pelos ufólogos como um típico caso de aparição de um Ovni (objeto voador não-identificado). O profeta Ezequiel descreve uma carroça com rodas de fogo que desceu dos céus até ele.

Esta visão foi amplamente difundida pelo escritor Erich von Däniken em seu livro Eram os Deuses Astronautas? como uma prova irrefutável de que a Terra tem sido visitada por alienígenas desde tempos remotos (Veja quadro na pág. 50). À luz do conhecimento científico atual, é fácil deduzir que Ezequiel teve uma ilusão de ótica causada pelo reflexo da luz do sol em cristais de água na atmosfera.

Na Idade Média, quando se incendiavam pessoas por qualquer motivo, várias mulheres foram mortas por terem visões estranhas. É claro que, na época da Inquisição, ninguém dizia ter contatos com seres extra-terrestres. Acreditava-se em duendes, fadas e demônios.

Os ETs ainda não tinham sido inventados. Naves espaciais tripuladas por alienígenas só despontaram no imaginário coletivo no fim do século passado. Foi naquela época que surgiram, nos Estados Unidos, os relatos sobre estranhos objetos voadores, em geral dotados de asas e hélices.

Claro, na época ainda não havia aviões. Existia, isto sim, um crescente interesse pelo tema das “máquinas voadoras”. Era uma época de avanços prodigiosos na tecnologia dos balões e dos dirigíveis, como o famoso Zepelin.

A invenção de um aparelho voador mais pesado do que o ar já era tida como iminente. Em outras palavras, a expectativa de ver aeronaves nos céus americanos favorecia que as pessoas realmente as “vissem”.

Pires que voam

A era moderna dos Ovnis se inaugurou no dia 24 de junho de 1947, quando o empresário Kenneth Arnold, pilotando seu avião particular sobre as montanhas do Estado de Washington, avistou o que descreveu como nove objetos em formato de pires, voando em formação militar.

Das duas uma: ou Arnold deu de cara com uma esquadrilha da Força Aérea ou teve uma miragem. O fato é que, a partir desse relato, o fenômeno dos discos voadores alçou vôo. Mais uma vez a realidade seguiu os passos da imaginação.

Revistas populares de ficção científica, como a famosa Amazing Stories, vinham publicando, havia alguns anos, histórias sobre visitantes extraterrestres. As capas estampavam curiosas naves em formato circular. Desde então, não se passa um dia sem que alguém, em algum lugar do mundo, conte um caso de discos voadores.

Quando esses depoimentos são adequadamente investigados, as “espaçonaves” quase sempre se revelam balões meteorológicos, aviões, meteoros, pára-quedas, nuvens ou alucinações. Tudo, menos ETs. Quanto às fotografias de “Ovnis”, elas geralmente se explicam por efeitos luminosos, ilusão de ótica ou fraude deliberada (veja quadro acima).

De acordo com o Dr. Allen Hynek (1910-1986), astrônomo encarregado do Programa de Pesquisas sobre Ovnis da Força Aérea dos Estados Unidos, um investigador experimentado, acaba por reconhecer a maioria desses eventos tais como eles realmente são: meteoros, imagens de aeronaves pousando com as luzes acesas, balões, planetas, estrelas brilhando muito forte, luzes de aviso em estradas, reentradas de espaçonaves na atmosfera e assim por diante. “Quando se descobre o quanto o público leigo está pouco familiarizado com luzes durante a noite, compreendemos por que tantos Ovnis são relatados e por que essa incidência tem aumentado”, escreveu Hynek.

As ocorrências mais comuns são as que envolvem balões. Esses objetos podem registrar altas temperaturas e, sob o impulso de fortes correntes de ar, atingir velocidades de mais de 200 quilômetros por hora. Podem até mudar de formato e cor, de acordo com o reflexo das luzes do sol na cobertura de plástico.

Um balão pode parecer branco num momento e, no outro, ser percebido como metálico, ganhando logo em seguida uma coloração vermelha. Na realidade, é tão comum que balões sejam reportados como Ovnis que, quando eles se perdem dos radares, costumam ser rastreados com base em depoimentos de pessoas que se apresentam para dizer que viram discos voadores.

Os incríveis camaleões dos céus

Muitos ufólogos admitem que a maior parte dos objetos relatados como Ovnis podem ser descartados como enganos ou fraudes. A polêmica se concentra sobre um pequeno resíduo, algo como 2% de casos insolúveis. As pessoas que acreditam em discos voadores encaram esses casos sem explicação como provas da existência de Ovnis e de visitas extraterrestres.

Elas simplesmente não conseguem explicar as ocorrências de outra maneira. Os cientistas se recusam a acreditar em ETs até que apareçam provas realmente convincentes.

Por trás dessa briga está o eterno conflito entre o método científico e as pseudociências. Toda vez que os cientistas anunciam uma nova descoberta, as crendices são obrigadas a empreender um recuo tático, como forma de sobrevivência.

No século passado acreditava-se piamente em marcianos e venusianos. A maioria dos relatos versava sobre seres pequeninos, de cabeça grande e cor esverdeada.

Na segunda metade do século 20, quando se descobriu que Vênus possui uma temperatura incompatível com a vida e que Marte é um deserto escaldante, os ufólogos se sentiram na obrigação de duvidar dos relatos de pessoas que diziam receber visitas de planetas vizinhos. A crença em alienígenas teve que ser empurrada para os confins do Universo.

Evidentemente, existem casos que resistem às explicações. Qual é a diferença entre a atitude dos cientistas e a dos ufólogos nessas ocasiões? Os ufólogos partem da premissa de que, se não existe explicação para um fenômeno estranho, isto é sinal da presença de algum ET.

Já os cientistas acham que isso é insuficiente como prova. Os mistérios de hoje podem ser facilmente explicados amanhã, ponderam. Os ufólogos não têm dado muita sorte até agora. Toda vez que vem a público uma suposta “prova” da visita de Ovnis, ela vira fumaça imediatamente, desmascarada como um fenômeno natural, um objeto comum ou, o que é pior, uma fraude.

Ovnis assassinos

No dia 7 de janeiro de 1948, quando o piloto americano Thomas Mantell morreu num acidente atribuído a uma colisão aérea com um Ovni, ninguém foi capaz de identificar a estranha “coisa” que Mantell estaria perseguindo. Observadores descreveram o objeto como semelhante a um pára-quedas, enquanto outros juravam que o aparato parecia “um sorvete de casquinha com a parte superior pintada de vermelho”.

Uma testemunha definiu o suposto Ovni como “uma enorme estrutura metálica”. A Marinha dos Estados Unidos logo descartou que o desastre tivesse sido causado por uma nave alienígena.

Décadas depois, quando informações que eram mantidas como segredo militar se tornaram públicas, soube-se que o tal Ovni não passava de um gigantesco balão de pesquisa. O capitão Mantell tinha voado alto demais ao perseguir o balão. Sofreu um desmaio devido à falta de oxigênio, o que provocou a queda do avião. 

A verdade foi escondida por causa dos soviéticos, do mesmo modo que, seis meses antes, os militares americanos permitiram que se criasse um clima de histeria em torno do chamado “caso Roswell” (veja quadro acima), no qual, supostamente, três alienígenas haviam sido capturados pelo exército americano.

Embora perfeitamente lógica no contexto da Guerra Fria, quando a União Soviética e os Estados Unidos se espionavam mutuamente, a explicação do acidente não convenceu os ufólogos.

Eles insistem que o avião de Mantell foi abatido por uma espaçonave alienígena. Crenças em acidentes de naves espaciais e preservação de humanóides foi disseminado por uma série de fraudes, incluindo o chamado relatório “MJ-12”, de 1980.

Esse documento apontava a existência de um complô, denominado Majestic 12, autorizado pelo próprio presidente americano Harry Truman (1884-1972), com o objetivo de encobrir o suposto acidente com os ETs.

O tal documento logo se revelou uma grosseira fraude. Mesmo assim, alguns ufólogos ainda são enganados por ele. Outra fraude ligada ao Caso Roswell foi o escatológico filme que mostrava a “autópsia de um extraterrestre”. O filme foi exibido amplamente na televisão americana e em todo o mundo, mas logo ficou provado que ele não passava de um engodo.

Socorro! Tem um ET atrás de mim!

Quem mais ajuda a difundir a crença em discos voadores não são os ufólogos, com suas versões muitas vezes bem intencionadas sobre visitas de alienígenas e seqüestros de humanos.

O que mais contribui para manter acesa a imaginação das pessoas propensas a acreditar em ETs são filmes. Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), ET (1982) e Independence Day (1996) foram imediatamente seguidos, logo depois de seus lançamentos, pelo aumento dos relatos sobre aparições de discos voadores e “alienígenas”.

Um filme que causou especial alvoroço foi The UFO Incident (1975), baseado num suposto seqüestro de um casal por ETs em 1961 – o famoso caso Betty and Barney Hill. Esse caso, de grande repercussão na imprensa sensacionalista, induziu milhares de americanos a se apresentarem dizendo que também foram seqüestrados por seres alienígenas de outros planetas.

Em todos essses casos, não se encontrou uma única gota de verdade. Isso não quer dizer que todos os que relataram experiências com ETs sejam mentirosos ou vigaristas. Suas versões podem ser explicadas como alucinações.

Numa situação típica, a pessoa acabou de se deitar ou é acordada no meio da noite pela visão de seres extraterrestres invadindo seus quartos. De repente, os vultos se dirigem para a escuridão e desaparecem, sem serem vistos por mais ninguém – nem mesmo pelos vizinhos.

As supostas naves pousam e decolam sem aparecer na tela dos radares ou chamar a atenção dos guarda-noturnos. O diagnóstico dos psicólogos é simples: trata-se, segundo eles, de um processo fantasioso que ocorre quando o indivíduo não está totalmente desperto do sono. A fantasia se mescla com a realidade, causando alucinações.

No início, essas pessoas têm apenas a sensação de um sonho vívido. Influenciadas pelas histórias sobre discos voadores na televisão e na imprensa, chegam à conclusão de que passaram, na vida real, por experiências que só aconteceram no mundo dos sonhos. O próximo passo é buscar ajuda de hipnotizadores, que os ajudam a reconstituir, em detalhes, todas as peripécias do “seqüestro”.

Hipnose fantasiosa

Apesar da crença popular sobre a hipnose como um meio confiável de devolver a memória perdida, ela é, quase sempre, um convite à fantasia. Muitas das lembranças que aparecem durante a hipnose não passam de memórias criadas no próprio inconsciente. Depois de várias sessões de hipnose, os “seqüestrados” costumam ficar confusos sobre o que é verdade e o que é fantasia.

Os psiquiatras e psicólogos que promovem a crença em seqüestros extraterrestres – como o Dr. John Mack, autor do livro Abduction: Human Encounters with Aliens (1994) – esquecem ou omitem evidências comprovando que muitos dos supostos “seqüestrados” apresentam fortes propensões a confundir fantasia com realidade.

E não são poucos. Pelo menos 5% do público geral têm propensões a crises fantasiosas. Um estudo dos 13 casos mais famosos do Dr. Mack demonstram que seus pacientes possuem muitos destes traços.

Não tenho dúvidas de que há uma forte possibilidade de existir vida – e seres inteligentes – em outras partes do Universo além da Terra. Infelizmente, até agora ufólogos e investigadores sérios têm falhado em demonstrar qualquer tipo de evidência material consistente que indique a visita de alienígenas na Terra. Até que isto ocorra, os chamados ufólogos continuarão sendo vítimas das fraudes e do folclore popular.

* Joe Nickell é um pesquisador do Comitê para a Investigação Científica de Alegações Paranormais (CSICOP), dos EUA, e editor da revista Skeptical Inquirer. Já escreveu e editou dezesseis livros sobre o assunto em vinte anos de investigação sobre fenômenos paranormais e supostas visitas de alienígenas.

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Qual a quantidade de artigos com resultados negativos não publicados por parte da Indústria Farmacêutica?


Se quer provar que há ensaios que não foram publicados, enfrenta um interessante problema: precisa de provar a existência de estudos aos quais não tem acesso. Para contornar esta situação, desenvolveu-se uma abordagem simples: identifica-se um grupo de ensaios que se sabe que foram realizados e completados, e tenta-se verificar se foram publicados.

Descobrir uma lista de ensaios completados é a parte espinhosa deste trabalho e, para a realizar, tem sido necessário utilizar várias estratégias: desenterrar as listas de ensaios que foram aprovadas por comissões de ética (os «conselhos institucionais de avaliação», Institutional Review Boards, dos Estados Unidos), por exemplo, ou andar à caça dos ensaios discutidos por investigadores em conferências.

Em 2008, um grupo de investigadores decidiu verificar a publicação de todos os ensaios que tinham sido referenciados à Food and Drug Administration (FDA) americana sobre todos os antidepressivos introduzidos no mercado entre 1987 e 2004.

Não era pêra doce. Os arquivos da FDA contêm uma razoável quantidade de informação sobre todos os ensaios submetidos ao regulador com o fim de obter uma autorização de introdução no mercado para um novo fármaco.

Mas não são, de forma alguma, todos os ensaios porque os realizados depois da comercialização do fármaco não constarão desses arquivos; acresce que as informações fornecidas pela FDA são difíceis de procurar e muitas vezes insuficientes.
 
No entanto, trata-se de um subconjunto importante de ensaios, mais do que suficientes para começar a explorar a frequência com que os ensaios estão em falta e porquê. Constitui também uma fatia representativa dos ensaios realizados pela totalidade das maiores empresas da Indústria Farmacêutica.

Os investigadores descobriram um total de setenta e quatro estudos, abrangendo 12.500 doentes. Trinta e oito desses estudos tinham resultados positivos, tendo descoberto que o novo fármaco resultava; trinta e seis eram negativos. Por conseguinte, os resultados apontavam, na realidade, para uma divisão equitativa entre o êxito e o fracasso dos fármacos.

A seguir, os investigadores começaram a procurar esses ensaios na literatura académica publicada, que constitui o material à disposição de médicos e doentes. Esta iniciativa forneceu um quadro muito diferente. Trinta e sete dos ensaios positivos (todos menos um) haviam sido publicados na íntegra, frequentemente com muito alarde. Mas os ensaios com resultados negativos tinham tido um destino muito diferente: só três foram publicados.

Vinte e dois perderam-se simplesmente, não tendo aparecido em parte alguma excepto nos arquivos poeirentos, desorganizados e pouco volumosos da FDA.

Os restantes onze com resultados negativos nos sumários da FDA apareciam de facto na literatura académica, mas com uma nova redacção, como se o fármaco fosse um êxito. Concordo consigo se achar isto absurdo: veremos noutros artigos sobre como é possível refazer e polir os resultados de um estudo a fim de distorcer e exagerar os seus achados.

Foi um trabalho notável, abrangendo doze fármacos de todos os mais importantes fabricantes, sem que se destacasse especialmente nenhum vilão. O trabalho expôs com toda a clareza um sistema corrompido: na realidade, temos trinta e oito ensaios positivos e trinta e sete negativos; na literatura académica, temos quarenta e oito ensaios positivos e três ensaios negativos. Páre um momento para folhear mentalmente estes resultados: «trinta e oito ensaios positivos, trinta e sete negativos» ou «quarenta e oito ensaios positivos, e só três negativos».

Se estivéssemos a falar num único estudo, de um único grupo de investigadores, que decidiu apagar metade dos resultados porque não lhe forneciam a imagem global que pretendia, poderíamos qualificar esse acto com toda a correcção como «má conduta em investigação».

Porém, de certa forma, quando ocorre exactamente o mesmo fenómeno, mas com o desaparecimento de estudos inteiros, por acção de centenas e milhares de indivíduos, espalhados pelo mundo, tanto no sector público como no privado, aceitamo-lo como uma parte normal da vida. [12] Passa ao lado, sob os olhares observadores dos reguladores e organismos profissionais que nada fazem, por rotina, não obstante o inegável impacto que tem nos doentes.

Mais estranho ainda: sabemos que o problema dos estudos negativos que desaparecem remonta praticamente ao momento em que se começou a fazer Ciência ”séria”.

Esta situação foi documentada formalmente pela primeira vez por um psicólogo chamado Theodore Sterling em 1959. [2]

Estudou todos os artigos publicados nas quatro maiores revistas de Psicologia da época, e descobriu que 286 em 294 divulgavam um resultado estatisticamente significativo. Como explicou, isto era rotundamente suspeito: não podia ser uma representação imparcial de todos os estudos realizados porque, se acreditássemos nisso, teríamos de acreditar que quase todas as teorias testadas por psicólogos numa experiência se tinham revelado correctas.

Se os psicólogos fossem realmente tão bons a prever resultados, então não fazia nenhum sentido darem-se ao trabalho de realizar quaisquer experiências. Em 1995, no fim da carreira e na segunda metade da sua vida, o mesmo investigador voltou à mesma questão e descobriu que quase nada tinha mudado. [3]

Sterling foi o primeiro a formular estas ideias num contexto académico formal, mas a verdade básica tinha sido reconhecida há séculos. Francis Bacon explicara em 1620 que é frequente induzirmo-nos a nós próprios em erro, limitando-nos a recordar as vezes em que alguma coisa resultou e esquecendo-nos das vezes em que não resultou. [4]

Em 1786, Fowler listou os casos que observara de tratamento com arsénico, e sublinhou que teria podido dissimular os fracassos, como outros poderiam ter sido tentados a fazer, mas que os havia incluído. [5] Proceder de outra forma, explicou, teria sido enganador.

Contudo, foi só há três décadas que as pessoas começaram a perceber que os ensaios em falta constituíam um problema grave em medicina. Em 1980, Elina Hemminki descobriu que quase metade dos ensaios realizados em meados da década de 1970 na Finlândia e na Suécia não tinha sido publicada. [6]

A seguir, em 1986, um investigador americano chamado Robert Simes decidiu investigar os ensaios sobre um novo tratamento para o carcinoma do ovário. Foi um estudo importante porque tratava de uma questão de vida ou de morte.

A quimioterapia combinada para este tipo de cancro tem efeitos secundários muito pesados e, cientes disto, muitos investigadores tinham esperança de melhorar a situação começando por ministrar um «agente alquilado» e passando, depois, à quimioterapia. Simes estudou todos os ensaios sobre esta questão publicados na literatura académica, lida por médicos e académicos.

Com base nessas informações, parecia boa ideia ministrar primeiro um único fármaco: as mulheres com carcinoma do ovário em estado avançado (que não é um bom diagnóstico) que tomavam apenas o agente alquilado apresentavam probabilidades significativamente maiores de sobreviver mais tempo.

Então Simes teve uma ideia inteligente. Sabia que, por vezes, os ensaios não eram publicados, e tinha ouvido dizer que era mais provável isto acontecer no caso dos artigos com resultados menos «excitantes».

No entanto, provar que isto ocorria era uma tarefa difícil: era necessário descobrir uma amostra imparcial e representativa de todos os ensaios realizados e, depois, comparar os seus resultados com o grupo mais pequeno de ensaios que tinham sido publicados, para apurar se existiam diferenças embaraçosas.

Como não havia uma maneira fácil de conseguir estas informações do regulador dos medicamentos, Simes recorreu ao International Cancer Research Data Bank.

Este banco de dados continha um registo de ensaios interessantes que estavam em curso nos Estados Unidos, incluindo a maior parte dos que eram financiados pelo governo, e muitos outros de todo o mundo. Não era de modo algum uma lista completa, mas possuía uma característica crucial: os ensaios eram registados antes de os resultados surgirem, pelo que qualquer lista proveniente desta fonte seria, se não completa, pelo menos uma amostra representativa de toda a investigação realizada, e não seria enviesada pelo facto de os resultados serem ou não positivos.

Quando Simes comparou os resultados dos ensaios publicados com os ensaios pré-registados, os resultados foram preocupantes. Olhando apenas para a literatura académica (os estudos que os investigadores e editores escolhem publicar), os agentes alquilados só por si pareciam uma grande ideia, reduzindo significativamente a taxa de mortalidade causada pelo carcinoma do ovário em estado avançado.

Mas, quando se olhava apenas para os ensaios pré-registados (a amostra não enviesada e imparcial de todos os ensaios realizados), o novo tratamento não era melhor do que a quimioterapia tradicional.

Simes reconheceu imediatamente — e espero que o leitor também — que a questão de saber se uma forma de tratamento para o cancro é melhor do que outra era peixe miúdo em comparação com a bomba que estava prestes a detonar na literatura médica.

Tudo o que pensávamos saber sobre se os tratamentos resultavam ou não estava provavelmente distorcido, numa escala que talvez fosse difícil de medir mas que decerto teria um enorme impacto nos cuidados a prestar aos doentes. Só estávamos a ver os resultados positivos e a perder os negativos. Era evidente o que devíamos fazer quanto a isto: encetar um registo de todos os ensaios clínicos, exigir às pessoas que registassem o seu estudo antes de o iniciarem e insistir com elas para que publicassem os resultados no fim.


Estava-se em 1986. Temo-nos portado muito mal desde então, uma geração depois.

Uma das abordagens da investigação é recolher todos os ensaios registados num regulador de medicamentos, desde os primeiros realizados para conseguir autorização de comercialização de um novo fármaco, e depois verificar se todos apareceram na literatura académica.

Foi o método utilizado pelo artigo atrás mencionado, em que os investigadores reuniram todos os artigos sobre doze antidepressivos e descobriram que uma divisão 50/50 de resultados positivos e negativos se transformara em quarenta e oito artigos positivos e apenas três negativos. Este método tem sido amplamente utilizado em vários domínios diferentes da medicina:

Lee e colegas, por exemplo, analisaram todos os 909 ensaios submetidos bem como os pedidos de autorização de todos os noventa novos fármacos introduzidos no mercado entre 2001 e 2002: descobriram que foram publicados 66% dos ensaios com resultados significativos, em comparação com apenas 36% dos restantes. [7]

Melander, em 2003, analisou todos os quarenta e dois ensaios sobre cinco antidepressivos submetidos ao regulador sueco para efeitos de autorização de introdução no mercado: todos os vinte e um estudos com resultados significativos foram publicados; só foram publicados 81% dos estudos que não registaram qualquer benefício. [8]

Rising et al., em 2008, descobriram mais daquelas reavaliações distorcidas que dissecaremos mais adiante: analisaram todos os ensaios de fármacos aprovados no espaço de dois anos. Nos sumários de resultados da FDA, quando se conseguiam encontrar, havia 164 ensaios.

Os que tinham resultados favoráveis apresentavam uma probabilidade quatro vezes maior de serem publicados em artigos académicos do que os que tinham resultados negativos. Além disso, quatro dos ensaios com resultados negativos mudaram, quando surgiram na literatura académica, de modo a favorecer o fármaco. [9]

Se preferir, o leitor pode analisar as apresentações em conferências: é em conferências que é apresentada uma imensa quantidade de investigações, mas as nossas melhores estimativas apontam para que apenas metade delas seja publicada na literatura académica. [10]

Os estudos apresentados apenas em conferências são quase impossíveis de encontrar, ou de citar, e são especialmente difíceis de avaliar, devido à escassa informação disponível sobre os métodos específicos utilizados na investigação (é frequente ocuparem apenas um único parágrafo).

E como verá em breve, nem todos os ensaios são testes imparciais de um tratamento. Como em alguns o enviesamento pode residir no delineamento ou concepção, estes pormenores têm importância.


A Revisão Sistemática mais recente de estudos sobre o que acontece aos artigos de conferência realizou-se em 2010 e descobriu trinta estudos autónomos que analisam se as apresentações negativas em conferências — em campos tão diversos como a anestesia, a fibrose quística, a oncologia e a traumatologia — desaparecem antes de se transformarem em artigos académicos de pleno direito. [11]

Os resultados pouco lisonjeiros apresentam uma probabilidade esmagadoramente maior de eles desaparecerem. Se tivermos muita sorte, conseguimos localizar uma lista de ensaios cuja existência foi publicamente registada antes de se iniciarem, talvez num registo criado para explorar essa mesma questão.

Até há bem pouco tempo, teríamos muita sorte em encontrar, no domínio público, uma lista deste tipo oriunda da Indústria Farmacêutica.

No que toca à investigação publicamente financiada, a situação é um pouco diferente, e é aqui que começamos a aprender uma nova lição: embora a ampla maioria de ensaios seja realizada pela indústria, tendo como resultado que é esta última que impõe o andamento à comunidade, este fenómeno não se limita ao sector comercial.

Em 1997, já existiam quatro estudos de Revisão Sistemática sobre esta abordagem. Descobriram que os estudos com resultados significativos apresentavam uma probabilidade duas vezes e meia superior de ser publicados do que os que tinham resultados negativos. [12]

Um artigo de 1998 analisou todos os ensaios de dois grupos de investigadores patrocinados pelos National Institutes of Health americanos nos dez anos anteriores, e descobriu, mais uma vez, que os estudos com resultados significativos apresentavam maiores probabilidades de ser publicados. [13]

Outro estudo analisou os ensaios de medicamentos notificados à Agência Nacional Finlandesa, e descobriu que 47% dos resultados positivos tinham sido publicados, em comparação com apenas 11 % dos resultados negativos. [14]

Outro analisou todos os ensaios que passaram pelo departamento de farmácia de um hospital oftalmológico desde 1963: 93% dos resultados significativos foram publicados, em comparação com apenas 70% dos resultados negativos. [15]

O que esta saraivada de dados pretende sublinhar é que não se trata de uma área mal coberta pela investigação, e que há muito tempo que dispomos de provas, que não são contraditórias nem ambíguas.

Dois estudos franceses realizados em 2005 e 2006 adoptaram uma nova abordagem: contactaram comissões de ética, obtiveram listas de todos os estudos por elas aprovados e descobriram junto dos investigadores se os ensaios tinham produzido resultados positivos e negativos, antes de se porem finalmente a procurar artigos académicos publicados. [16]

O primeiro estudo revelou que os resultados significativos apresentavam uma probabilidade duas vezes maior de serem publicados; esta probabilidade subia para quatro vezes mais no segundo estudo.

Na Grã-Bretanha, dois investigadores enviaram um questionário a todos os investigadores principais de 101 projectos financiados pela Investigação e Desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde britânico: apesar de não se tratar de investigação da indústria, vale a pena referir este estudo. O resultado foi invulgar: não havia uma diferença estatisticamente significativa entre as taxas de publicação dos artigos positivos e negativos. [17]

Porém, não basta enumerar estudos. Tendo em conta sistematicamente todas as provas de que dispomos até ao momento, que panorâmica obtemos?


Não é ideal reunir todos os estudos deste tipo numa única folha de cálculo gigantesca de modo a obter um número que resuma o enviesamento de publicação, porque os estudos são todos muito diferentes, em campos diferentes e com métodos diferentes.

É uma preocupação de muitas meta-análises (embora não deva ser exagerada: se existem muitos ensaios que comparam um tratamento com um placebo, por exemplo, e se todos utilizam a mesma maneira de avaliar resultados, então pode ser adequado reuni-los a todos).

No entanto, é razoável juntar alguns destes estudos em grupos. A Revisão Sistemática mais actual sobre enviesamento de publicação, de 2010, de que extraímos os exemplos acima referidos, junta provas de diversos campos. [18]

Doze estudos comparáveis debruçam-se sobre apresentações em conferências, e, no seu conjunto, revelam que um estudo com um resultado significativo apresenta uma probabilidade 1,62 vezes superior de ser publicado.

No caso dos quatro estudos que recorreram a listas de ensaios antes de estes se terem iniciado, a probabilidade de os resultados significativos serem publicados era, no global, 2,4 vezes superior. São estas as nossas melhores estimativas da escala do problema. São actuais e são esmagadoras.

Toda esta questão dos dados em falta não é apenas um assunto académico abstracto: no mundo real da medicina, a evidência publicada é utilizada para a tomada de decisões terapêuticas. Como este problema está no cerne de tudo o que os médicos fazem, vale a pena reflectir com algum pormenor no impacto que tem na prática médica.

Em primeiro lugar, como vimos no caso da reboxetina, médicos e doentes são induzidos em erro quanto aos efeitos dos medicamentos que usam, e podem acabar por tomar decisões que causam um sofrimento evitável, ou mesmo a morte.

Também podemos optar por tratamentos desnecessariamente dispendiosos, tendo sido levados a pensar que eram mais eficazes do que os mais velhos e mais baratos. Trata–se de um desperdício de dinheiro, que acaba por privar os doentes de outros tratamentos, porque o financiamento dos cuidados de Saúde nunca é infinito.

Também vale a pena esclarecer que estes dados são ocultados de toda a gente no campo da medicina, de alto a baixo. Por exemplo, do NICE (National Institute for Health and Clinicai Excellence), criado pelo governo britânico para elaborar sumários cuidadosos, não enviesados, de toda a evidência sobre novos tratamentos.

Este instituto é incapaz de identificar ou de aceder a todos os dados sobre a eficácia de um medicamento que tenham sido retidos por investigadores e empresas: não dispõe de mais direitos legais sobre os dados do que o leitor ou eu, embora esteja a tomar decisões sobre eficácia e custo-eficácia, em nome do Serviço Nacional de Saúde britânico, para milhões de pessoas.

Com efeito, como veremos, a MHRA e a EMA (Agência Europeia de Medicamentos), os reguladores que decidem que fármacos são introduzidos no mercado no Reino Unido, têm muitas vezes acesso a estas informações, mas não as partilham com o público, os médicos ou o NICE. Trata-se de uma situação extraordinária e perversa.

Por conseguinte, enquanto os médicos são mantidos na ignorância, os doentes são expostos a tratamentos inferiores, a tratamentos ineficazes, a tratamentos desnecessários e a tratamentos desnecessariamente dispendiosos que não são melhores do que os mais baratos; os governos pagam tratamentos desnecessariamente dispendiosos e eliminam o custo dos prejuízos criados por tratamentos inadequados e nocivos; e os participantes individuais em ensaios, como os do estudo da TGN1412, são expostos a provações terríveis, que põem a vida em risco e que deixam marcas para sempre, mais uma vez desnecessariamente.

Ao mesmo tempo, o projecto de investigação em medicina, no seu todo, sofre um atraso, porque os resultados negativos vitais são escondidos de quem os podia utilizar. Isto prejudica toda a gente, mas é especialmente chocante no mundo das «doenças órfãs», desses problemas médicos que afectam apenas um número pequeno de doentes, porque esses recantos da medicina já sofrem de falta de recursos e são negligenciados pelos departamentos de investigação da maior parte das empresas da Indústria Farmacêutica, pois as oportunidades de lucro são mais pequenas.

As pessoas que trabalham em doenças órfãs investigam muitas vezes fármacos já existentes que foram experimentados e fracassaram noutras situações, mas que possuem, teoricamente, potencialidades no caso da doença órfã. Se estão em falta dados de ensaios anteriores destes fármacos noutras doenças, o trabalho de os investigar no caso da doença órfã é não só mais difícil como mais perigoso: talvez os medicamentos já tivessem demonstrado benefícios ou efeitos que ajudariam a acelerar a investigação; talvez já tivessem demonstrado que são activamente prejudiciais quando utilizados noutras doenças, havendo importantes sinais relativos à segurança que ajudariam a proteger futuros participantes em investigações. Ninguém o pode dizer.

Por último — e talvez este aspecto seja o mais escandaloso —, quando permitimos a não publicação dos dados negativos, traímos os doentes que participaram nesses estudos: as pessoas que lhes entregaram os corpos, e por vezes a vida, na crença implícita de estarem a participar na criação de novos conhecimentos passíveis de beneficiar futuramente outras pessoas na mesma situação do que elas.

Com efeito, a sua crença não é implícita: é amiúde exactamente aquilo que nós, investigadores, lhes dizemos, e é uma mentira, porque os dados podem ser ocultados, e nós sabemo-lo.

Por culpa de quem?

Notas:

[1] Eis o clássico artigo que defende este ponto: Chalmers Iain. «Underreporting Researh Is Scientific Misconduct». JAMA. 9 de Março de 1990; 263(10): 1405-1408.

[2] Sterling T. «Publication decisions and their possible effects on inferences drawn from tests of significance — or vice versa». Am Stat Assoc J 1959; 54: 30-4.

[3] Sterling TD, Rosenbaum WL, Weinkman JJ. «Publication decisions revisited — the effect of the outcome of statistical tests on the decision to publish and vice-versa». Am Stat 1995; 49: 108-12.

[4] Bacon F (1645). «Franc Baconis de Verulamio/Summi Angliae Can-cellarii/Novum organum scientiarum». [Francis Bacon of St. Albans Lord Chancellor of England. A «New Instrument» for the sciences] Ludg. Bat: apud Adrianum Wiingaerde, et Franciscum Moiardum. Aforismo XLVI (p.45-46).

[5] Fowler T (1786). «Medical reports of the effects of arsenic in the cure of agues, remitting feveres and periodic headaches». Londres: J Johnson, p.105-107.

[6] Hemminki E. «Study of information submitted by drug companies to licensing authorities». BrMedJ. 22 de Março de 1980; 280(6217): 833-6.

[7] Lee K, Bacchetti P, Sim I. «Publication of clinical trials supporting successful new drug applications: a literature analysis». PLoSMed 2008; 5(9): el91.

[8] Melander H, Ahlqvist-Rastad J, Meijer G, Beermann B. «Evidence b(i)ased medicine — selective reporting from studies sponsored by pharmaceutical industry: review of studies in new drug applications». BMJ2003; 326: 1171-3.

[9] Rising K, Bacchetti P, Bero L. «Reporting Bias in Drug Trials Submitted to the Food and Drug Administration: Review of Publication and Presentation». PLoS Med. 25 de Novembro de 2008; 5(11): e217.

[10] Scherer RW, Langenberg P, von Elm E. «Full publication of results initially presented in abstracts». Cochrane Database Syst Rev 2007; 2: MR000005.

[11] Song F, Parekh S, Hooper L, Loke YK, Ryder J, Sutton AJ, et al. «Dissemination and publication of research findings: an updated review of related biases». Health Teehnol Assess. Fevereiro de 2010; 14(8): iii, ix-xi, 1–193.

[12] Dickersin K. «How important is publication bias? A synthesis of available data». Aids Edue Prev 1997; 9(1 SA): 15-21.

[13] Ioannidis J. «Effect of the statistical significance of results on the time to completion and publication of randomized efficacy trials». JAMA 1998:279: 281-6.

[14] Bardy AH. «Bias in reporting clinical trials». Brit J Clin Pharmaco 1998; 46:147-50.

[15] Dwan K, Altman DG, Amaiz JA, Bloom J, Chan AW, Cronin E, et al. «Systematic review of the empirical evidence of study publication bias and outcome reporting bias». PLoS ONE 2008; 3(8): e3081.

[16] Decullier E, Lhéritier V, Chapuis F. «Fate of biomedical research protocols and publication bias in France: retrospective cohort study». BMJ2005; 331: 19.

Decullier E, CHapuis F. «Impact of funding on biomedical research: a retrospective cohort study». BMC Public Health 2006; 6: 165.

[17] Cronin E, Sheldon T. «Factors influencing the publication of health research». Int J Teehnol Assess 2004; 20: 351-5.

[18] Song F, Parekh S, Hooper L, Loke YK, Ryder J, Sutton AJ, et al. «Dissemination and publication of research findings: an updated review of related biases». Health Teehnol Assess. Fevereiro de 2010; 14(8): iii, ix-xi, 1–193.

Fontes: Livro: «Farmacêuticas da Treta» de Ben Goldacre - Paradigma da Matrix
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Descoberta a Farsa: Rover Lunar Chinês Não Encontra Nenhuma Evidência de Pousos na Lua (Americanos)


Um relatório da agência de notícias estatal chinesa Xinhua confirmou que a missão da China para a lua não encontrou um único pedaço de evidência de que os americanos estiveram sempre lá.

As fotografias da superfície lunar tomadas enquanto a sonda 'Jade Rabbit' estava em órbita e novas investigações no terreno já foram analisadas e mostram que as áreas onde desembarques norte-americanos foram pensados ​​ ter ocorrido revelam uma superfície intocada pelo homem, e nenhum sinal de qualquer atividade.

"Eles nunca foram lá em tudo", disse perplexo chinês Ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, 'Todas essas teorias da conspiração sobre os americanos inventando coisas para se fazer uma boa aparência por sua vez, por ser verdade. E nós nunca teriamos conhecido se não fosse pela sonda Lunar a gloriosa Popular da China re-escrever a história e colocar o registro certo.

Os resultados foram ainda mais decepcionantes para os cientistas que criaram a sonda.

Eles tinham equipado Jade Coelho com ferramentas de corte especiais para rasgar todas as bandeiras americanas que fossem encontradas e substituindo-os da própria China. Pernas especiais também foram ajustadas para que o rover pudesse andar de lado até restos de qualquer nave espacial americano e chutá-la e chutá-lo e chutá-la da maneira mais depreciativa possível.

"Nós pensamos, bem, o que eles iriam fazer, eles teriam que enviar uma missão para voltar e replantá-las, não é? ' Sr. Yi acrescentou. "Nossa política era simples: tudo o que teria que fazer era pedir-nos para dar-lhes o dinheiro para fazê-lo. E, então, diria que não. Ha ha ha ha ha! Cães porco!

É uma pena que não vamos agora ter a chance de humilhá-los de novo. '

O programa lunar chinês está definido para acelerar, o Sr. Yi confirmada. "Estamos construindo um centro espacial no deserto de Gobi, com uma sala de controle da missão, treinamento de astronautas e um estágio de som enorme feito para olhar como a lua, de onde o nosso falso pouso será transmitido para o mundo em 2016", afirmou, completamente alheio ao fato de que ele pode ter dado muito longe e provavelmente será um feito pela manhã.

Imprensa da Casa Branca, Jay Carney secretário se recusou a comentar, mas foi ouvido murmurando baixinho que "aqueles bastardos irá copiar qualquer coisa".

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Veja o Vídeo Abaixo:


Fonte: News Biscuit
Via: Ufos online 
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Imprensa Britânica Sobre Bin Laden em 1993: "Guerreiro Anti-Soviético no Caminho para a Paz"


Vinte anos atrás, um jornal britânico publicou a história de um empresário saudita e engenheiro dedicado à reconstrução pacífica chamado... Osama bin Laden?

"Um guerreiro anti-soviético coloca seu exército no caminho para a paz". Assim se intitula um artigo de Robert Fisk para o 'The Independent' em 06 de dezembro de 1993, que formou uma imagem impressionante do guerrilheiro humilde que combateu o exército soviético no Afeganistão, e depois com a ajuda de seus mujahideen se dispuseram a completar a estrada que ligaria pela primeira vez na história Cartum e Porto Sudão.

"Com as maçãs do rosto salientes, olhos estreitos e longa túnica marrom, o Sr. Bin Laden parecia um verdadeiro guerreiro da lenda mujahedin", descreve o jornalista sobre o futuro "terrorista número um" na primeira entrevista que concedeu à mídia ocidental.

O futuro líder da Al Qaeda, na época apoiado pelos EUA, explica ao jornalista britânico que depois da guerra no Afeganistão os Mujahidin recrutados por ele retornaram ao Sudão para trabalhar pacificamente na construção de estradas.

"Eles gostam desse trabalho e eu também. Este é um grande plano que estamos fazendo para as pessoas daqui, que ajuda os muçulmanos e melhora suas vidas", afirmou Bin Laden.

No artigo de Fisk, Bin Laden se mostra indignado com o lixo das acusações levantadas contra ele por alguns meios de comunicação afirmando que treinava novos lutadores de jihad na Argélia, Tunísia e Egito. "Eu sou um engenheiro civil e um agricultor. Se tivéssemos campos de treinamento aqui no Sudão, seria impossível fazer este trabalho", argumentou ele.

"Quando se escreve a história do movimento de resistência afegã, a contribuição do Sr. Bin Laden aos Mujahideen e o resultado indireto de sua formação e assistência poderia tornar-se um ponto de desvio na história recente do fundamentalismo militante, embora, hoje em dia, se trata de minimizar o seu papel", prediz Robert Fisk.

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

O que a indústria de câncer não quer que você saiba


Eles nos dizem que a quimioterapia salva vidas, aumenta a taxa de sobrevivência a longo prazo e não danifica as células saudáveis. Todas essas reivindicações da indústria do câncer são falsas.

Veneno mata indiscriminadamente - ele sempre foi e sempre será. Enquanto danificar as células saudáveis, quimioterapia actualmente provoca a secreção de uma proteína que mantém o crescimento do tumor e a sua resistência a um outro tratamento.

É isso mesmo ... a quimioterapia vai realmente estimular o crescimento do câncer e tratamento do câncer é a principal causa de cânceres secundários.

Atrás de vacinas, medicamentos, diagnósticos e terapias, odontológico, psiquiátrico e praticamente todas as pesquisas médicas, é uma indústria e uma fonte de lucro para as empresas.

A indústria do câncer está mostrando uma ironia particular, porque cancerígenos são fabricados por divisões das mesmas corporações multinacionais cujas filiais construir scanners e equipamentos utilizados para o diagnóstico de câncer, desenvolver drogas que são usadas quimioterapia e aqueles que damos para evitar recorrências. Em que realidade em que vivemos, onde os únicos meios aceitáveis ​​de tratamento do câncer são cortados, veneno e irradiar?

A indústria do câncer destruídos ou marginalizados remédios seguros e eficazes, promovendo os seus próprios medicamentos patenteados, caros e tóxicos que fazem mais mal do que bem.

Nenhum produto quimioterapia nunca foi realmente curado ou resolvidas as causas de câncer.

tratamentos de quimioterapia consideradas pela medicina tradicional como um "sucesso" gerir apenas os sintomas, geralmente à custa de interferência com outros funções fisiológicas importantes que geram efeitos colaterais mais cedo ou mais tarde. Não há nenhuma droga que não tem efeitos colaterais.

Quimioterapia e radiação pode matar o câncer, mas eles também vão matar

A quimioterapia é cheio de efeitos negativos, após o tratamento. A maioria dos agentes nas drogas quimioterápicas entrar no cérebro e podem directamente ou indirectamente, induzir uma série de alterações agudas e tardias no sistema nervoso central. Estes efeitos podem durar por anos antes de se dissipar ou, no caso de crianças pequenas, continuam na idade adulta.

A taxa de sobrevivência a longo prazo dos pacientes de quimioterapia são grandemente exagerada, porque a maioria destes pacientes acabam por morrer de doenças não relacionadas com o cancro do original, mas relacionado com o tratamento.

Produtos quimioterapia (especialmente agentes alquilantes), são conhecidas por causar outros cancros, incluindo leucemia, e muitos desses fármacos que se enquadram nesta categoria. Os agentes alquilantes danificar directamente o ADN em todas as células.

Estes agentes não são específicos de uma fase, em outras palavras, elas são activas em todas as fases do ciclo celular. Como estas drogas danos no ADN, que podem prejudicar a medula óssea a longo prazo e, por conseguinte, afectar a imunidade futuro.

Com estes produtos que estão em risco de desenvolver um cancro secundário em baixo ruído, mas o seu diagnóstico é inevitável. Estudos indicaram que o risco começa a aumentar de cerca de dois anos após o tratamento, que é o maior entre os 5 e os 10 anos. Esta é a razão da morte de doentes com quimioterapia entre 10 e 15 anos após o tratamento.

A radioterapia também podem aumentar o risco de desenvolvimento de cancro na maioria das pessoas. Variedades de cânceres secundários com radioterapia são vastas, mas consistem principalmente leucemias e sarcomas.

Esses casos geralmente acabam após a exposição à radiação, com um risco máximo cinco a dez anos depois. Mais uma vez, a maioria dos pacientes submetidos à radioterapia desenvolver cancros secundários relacionados com o tratamento e não como uma consequência do câncer de origem.

Tipos de câncer induzido pela radiação dispararam nos últimos vinte anos, porque tem havido um ressurgimento deste tipo de tratamento, muitas vezes após a quimioterapia.

Outros tipos de câncer também estão ligados à radioterapia. Os tumores podem desenvolver no local da exposição à radiação ou estreita, mesmo uma década ou mais após o tratamento.

Estes riscos parecem ser mais elevada em certas áreas do corpo, tais como cancro da mama e da tiróide. Em alguns casos, a idade no momento da radioterapia vai desempenhar um papel.Pacientes jovens com câncer de mama por exemplo, são mais propensos a desenvolver um câncer secundário raios terapia que os pacientes idosos.

Médicos denunciam a indústria do câncer

Dr. Robert Atkins disse uma vez que existem vários tratamentos para o câncer, mas não há dinheiro nele. Eles são naturais, eficaz e barato, eles não contêm nenhum produto caro, mas exigem grande auto-disciplina por parte dos pacientes. Leva milhões para financiar os exames laboratoriais e testes clínicos necessários para fazer uma nova droga contra o câncer que pode ser patenteado e vendido.

Tem-se dito que a chave para o sucesso no negócio da saúde é fazer com que um grande truque que vai dar vida aos doentes. Pense em todas as pessoas cujos exames de sangue eram ruins, que permaneceram em uso de medicação para matá-los, para uma breve medicamento tomado com as próximas mudanças na dieta e estilo de vida, teria reduzido de saúde sem medicação.

De acordo com Dr. John Diamond, "Um estudo de mais de 10 mil pacientes mostra claramente que o chamado excelente história de quimioterapia no linfoma (câncer dos glóbulos brancos ou linfoma) doença são falsas. Pacientes que se submeteram a quimioterapia eram 14 vezes mais chances de desenvolver mais propensos a desenvolver câncer ósseo e leucemia seis vezes, juntas, mais suave do que os pacientes que não se submeteram tecido quimioterapia."

Dr. Glenn Warner, que morreu em 2000, foi um dos maiores especialistas em câncer nos Estados Unidos. Ele usou tratamentos alternativos com grande sucesso. Falando de tratamento do câncer no país, ele disse: "Nós temos uma indústria de bilhões de dólares matando pessoas apenas para o ganho financeiro. Sua idéia da pesquisa é verificar se duas doses desse veneno é melhor do que três doses do veneno ".

Dr. Alan C. Nixon, ex-presidente da American Chemical Society, escreveu: "Como um químico treinado para interpretar os dados, acho que é incompreensível que os médicos podem ignorar a evidência de que a quimioterapia faz muito mais mal do que bem."

E de acordo com Dr. Charles Mathe, especialista em câncer francês, "... se eu tinha câncer, eu nunca ir em um centro de tratamento convencional do câncer. Apenas as vítimas de câncer que vivem longe de tais centros têm uma chance. "

Dr. Allen Levin disse: "A maioria dos pacientes com câncer neste país morrem de quimioterapia.A quimioterapia não elimina mama, cólon ou câncer de pulmão. Isso está documentado por mais de uma década, mas os médicos ainda usar quimioterapia para estes tumores.

"Em seu livro, "O tema do Câncer: quando temos de acabar com a matança" , Dick Richards citou vários estudos de autópsia mostram que pacientes com câncer que morreram por causa dos tratamentos convencionais antes que o tumor tem teve a chance de matá-los.

Como a quimioterapia estimula o crescimento do câncer

Os investigadores testaram os efeitos de um tipo de quimioterapia em amostras de tecido a partir de homens com cancro da próstata e encontrou "evidência de danos no DNA" em células saudáveis ​​após o tratamento, os cientistas escreveu Nature Medicine .

Quimioterapia funciona inibindo a replicação das células de divisão rápida tais como as encontradas em tumores.

Os cientistas descobriram que células saudáveis ​​danificadas por quimioterapia secretado mais de uma proteína chamada WNT16B, que estimula a sobrevivência da célula cancerosa ( ver artigo aqui do BBB sobre este assunto ).

"O aumento de WNT16B foi completamente inesperado", disse à AFP o co-autor do estudo de Peter Nelson Research Center Câncer Fred Hutchinson, em Seattle.

A proteína foi absorvido pelas células tumorais vizinhas de células danificadas.

"WNT16B quando é secretada, as células tumorais interagem com parentes e iria crescer, se tornar invasoras e, mais importante, torná-lo resistente à suíte terapia", disse Nelson.

No tratamento do cancro, tumores, muitas vezes respondem bem inicialmente, em seguida, segue uma rápida proliferação e, finalmente, uma resistência a seguir a quimioterapia.

foi mostrado que a taxa de reprodução de células cancerosas acelerada entre os tratamentos.

"Os nossos resultados indicam que as respostas de dano nas células benignas ... pode contribuir directamente para acelerar a actividade de crescimento do tumor", a equipe escreveu.

Os pesquisadores disseram ter confirmado suas descobertas sobre tumores de câncer de mama e câncer de ovário.

Pacientes com câncer incurável a promessa de um melhor acesso a drogas que podem durar toda a oferta de alguns meses extras ou anos de vida, mas muitos médicos foram obrigados a tornar-se mais cauteloso para um curso de tratamento para estes doentes terminais porque a quimioterapia muitas vezes pode fazer mais mal do que bem, apoiado pelo estudo do conselho de Nelson.

90% dos pacientes submetidos a quimioterapia sofrem efeitos fatais

O NCEPOD (Confidential Enquiry nacional em resultado do paciente e da Morte), disse que mais de quatro em cada 10 pacientes que receberam quimioterapia, no final de suas vidas sofreram efeitos fatais pelo uso de drogas e que o tratamento era "inadequada" em cerca de um quinto dos casos.

No geral, quase 90% dos pacientes que foram administradas quimioterapia morrer dentro de 15 anos, ou cânceres secundários ou imunes direto comprometido com o resultado do tratamento. Combinado quimioterapia e radiação são as principais causas de cancros secundários em todo o mundo.

Houve um aumento de 68% na utilização de produtos de quimioterapia desde 2003, e apesar do enorme aumento na incidência de cancros desde os factores de risco (de acordo com a indústria de cancro) para cancros primários e lado são sempre devido ao tabaco, álcool, exposição ocupacional e os determinantes genéticos. O tratamento ou diagnóstico de cancro não é mencionado como a causa de cancros primários ou secundários.

O câncer é a principal causa de doença e se olharmos para o futuro, as tendências recentes nas principais cânceres globais, a carga de câncer aumentará de 22 milhões de novos casos a cada ano até 2030. Isso representa um aumento de 75% em relação a 2008.

Mais da metade de todos os pacientes com câncer sofrem de toxicidade significativa relacionada com o tratamento. Ela também pode causar infecções graves ou pacientes podem simplesmente morrer de câncer.

Quando questionado sobre como melhorar a resposta e o resultado do paciente, Nelson disse, "alternativamente, pode ser possível utilizar doses mais baixas e menos tóxicas de terapia".

Em resumo, a quimioterapia destrói praticamente todas as células e do corpo antes de participar do câncer real. Isso significa que o seu sistema nervoso central, órgãos e do sistema imunológico (para citar alguns) são todos comprometidos até anos após a interrupção do tratamento. Lembre-se do que foi dito sobre a quimioterapia que faz um trabalho melhor no longo prazo em matar o câncer.

A quimioterapia causa a morte de células do cérebro muito tempo depois do fim do tratamento e pode ser uma das causas biológicas subjacentes dos efeitos colaterais cognitivos - ou "cérebro químico" - em que a de muitos pacientes com câncer.

Tratamento convencional do câncer é uma decepção enorme e caro - um não-tratamento que adoece e mata mais pessoas que não "curar". Ela nunca pode curar qualquer coisa, porque envenena o corpo, fazendo apenas levar a outras doenças mais tarde.

A questão [ou não a quimioterapia realmente prolonga a vida, nota do editor] provavelmente não pode ser respondida. Em estudos clínicos, os fabricantes sempre comparar os seus novos produtos com venenos celulares anteriores. Não há um grupo de controlo que não receberam nenhum tratamento.

Para ser admitido no mercado, é só pegar uma vantagem "estatisticamente significativo" em um pequeno grupo de cuidadosamente selecionados em comparação com pacientes tratados com um veneno celular aprovado testes assunto. 

Traduzido por BBB

Fonte: Waking times
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