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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Hacker lança drone que "zumbifica"tros drones

AR.Drone, da Parrot: o quadcóptero foi usado para atacar outros drones 

Por: Leonardo Veras

Kit de hardware e software pode ser usado por qualquer um para assumir o controle de um AR.Drone da Parrot

São Paulo - Conhecido por derrubar o MySpace em 2005 com um truque engenhoso de JavaScript, o hacker Sammy Kamkar acaba de concluir mais um plano diabólico: um kit de hardware e software que qualquer um pode usar para assumir o controle de um AR.Drone da Parrot. Batizada de “SkyJack”, essa ferramente serve para criar um “exército de drones zumbis”, nas palavras do próprio criador.

Mais especificamente, o “SkyJack” é um AR.Drone que carrega um Rasberry Pi, dois transmissores sem fio e uma bateria extra. Com uma mistura de aplicações open source comuns e um pouco de código próprio, Kamkar usa o SkyJack para desconectar o drone alvo do smartphone ou tablet que o estiver controlando no momento e assumir o controle logo em seguida.

Naturalmente, o AR.Drone serve apenas como um vetor de infecção: o aplicativo também pode ser rodado a partir de um PC com Linux desde que o transmissor alcance a rede Wi-Fi do alvo.

Essencialmente, o conjunto de programas do SkyJack monitora conexões próximas ao drone em busca de um MAC address que faça parte do grupo utilizado pelos drones da Parrot. Se um desses endereços é encontrado, o SkyJack injeta um pacote que interfere na autentificação da rede do alvo (um DeAuth packet com o Aircrack-ng).

Como os drones da Parrot dependem apenas do esquema de segurança padrão do protocolo Wi-Fi, nada impede que qualquer um assuma o controle do Ar.Drone uma vez que o dono original seja expulso da rede.

Como sempre, essa abordagem também tem suas limitações. O AR.Drone não tem uma autonomia de voo muito longa e é de se esperar que sua bateria dure ainda menos porque ele tem que carregar o Raspberry Pi e os transmissores.

Como o ataque depende de um vetor central (o drone com o Rasberry Pi), basta neutralizar esse vetor para acabar com a “praga zumbi”. Outra questão é que esse tipo de ataque não é nem um pouco sutil. Qualquer usuário perceberá que perdeu o controle do drone no momento em que o SkyJack começar a rodar.

Por fim, o AR.Drone é um caso especial de drone que usa Wi-Fi por questões de conveniência. A maioria dos drones comerciais (para não mencionar os militares) usa protocolos próprios de comunicação por rádio e outros esquemas de telemetria para orientar os sistemas automáticos da aeronave (é o caso do GPS no drone Phantom, para citar um caso bem simples).

Portanto, não tenha esperanças de que o SkyJack possa ser usado para transformar a Amazon em uma piada. Ainda assim, ele tem potencial para algumas brincadeiras bem divertidas (ou para crimes nem um pouco engraçados). 

Fonte: Exame.com
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Grupo de Hackers Anonymous invadiu computadores do Governo dos EUA


Hackers ativistas ligados ao coletivo conhecido como Anonymous acessaram secretamente computadores do governo dos Estados Unidos em várias agências e roubado informações confidenciais em uma campanha que começou há quase um ano, alertou o FBI nesta semana.

Os hackers exploraram uma falha no software da Adobe Systems Inc para lançar uma onda de invasão eletrônica, que começou em dezembro passado, de acordo com um memorando do FBI, a polícia federal dos EUA, obtido pela Reuters.

O memorando, distribuído na quinta-feira (14), descreveu os ataques como "um problema generalizado que deve ser abordado". O memorando afirma que a invasão afetou o Exército dos EUA, o Departamento de Energia, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e talvez muitas outras agências.

Os investigadores ainda estão reunindo informações sobre o alcance da campanha cibernética, que as autoridades acreditam ser contínua.

Fonte: Exame.info
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ataque à Adobe rouba dados de quase 3 milhões de clientes


A Adobe assumiu nesta quarta-feira, 3, que seus clientes foram afetados por um ciberataque massivo a seus servidores. Segundo comunicado da companhia, cerca de 2,9 milhões de usuários dos seus produtos podem ter sido roubados pelos criminosos.

A falha, de grandes proporções, pode ter dado acesso a informações como nome dos clientes, e cartões de crédito e débito criptografados, incluindo também sua data de validade e outras informações relacionadas a compras de seus usuários.

A empresa reafirma que não acredita que nenhum dado decriptado tenha sido roubado de seus servidores, o que pode servir como um leve conforto para os clientes afetados. A empresa também afirma estar trabalhando internamente para entender o ocorrido e está em contato com autoridades resolver a questão.

As contas relevantes serão resetadas para evitar acessos irregulares. Os afetados receberão um e-mail avisando da mudança e como realizar a mudança de senha. Já quem teve dados bancários acessados, ainda que criptografados, será notificado, com informações adicionais para proteger seus dados.

Segundo o comunicado, a empresa acredita que o ataque está ligado a um acesso ilegal ao código fonte de vários produtos da Adobe.

Fontes: The Verge e Adobe 
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