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quinta-feira, 27 de março de 2014

Fluoretação da água é relacionada com baixo QI em crianças


A exposição ao flúor pode causar a diminuição da inteligência das crianças revela um estudo publicado no Environmental Health Perspectives, uma publicação do Instituto Nacional das Ciência Ambientais e Saúde. Nos Estados 70% dos sistemas públicos de abastecimento adicionam flúor à água.

Conforme Paul Connett, Ph.D., diretor do Fluoride Action Network, "este é o 24º estudo que encontrou essa conexão, mas este é mais evidente porque o autor controlou as variáveis sobre baixo QI e flúor na água acrescentando teste da presença de flúor no sangue e baixo QI. Isto deixa muito claro a relação causa-efeito entre exposição ao flúor e danos ao cérebro em crianças”.

"O que é também impactante é o que o nível de flúor nas comunidades com baixo QI é bem mais baixo do que os valores estabelecidos como seguro para a água potável pelo órgão ambiental (EPA) que são de 4 ppm e ainda distantes do que é utilizado pelos programas de fluoretação (0.7 – 1.2 ppm)," disse Connett.

Neste estudo 512 crianças entre 8-13 anos em duas comunidades chinesas foram pesquisadas e testadas – Wamaio, com uma média de 2.47 mg/L de flúor na água e Xinhuai média de 0.36 mg/L. In Wamiao, a concentração de flúor no serum foi 0.081± 0.019 mg/L, e a média do QI foi 92.02 ± 13.00; in Xinhuaia concentração de flúor foi 0.041 ± 0.009 mg/L e a média do QI foi 100.41 ± 13.21.

O autor descartou a exposição ao ferro ou ao iodo como possíveis causas do baixo QI. Também foram excluídas crianças que tivessem história de doença no cérebro ou que consumissem chá prensado, conhecido por conter altos índices de flúor. Nenhuma das comunidades foi exposta à poluição por flúor oriunda da queima de carvão ou outras fontes industriais.

Cerca de 28% foram consideradas na faixa de normal ou muito inteligentes onde foram encontradas baixos teores de flúor e apenas 8% nas que mostravam índices mais elevados de flúor. Destas 15% foram classificadas com indícios de retardo mental e naquelas, 6% ficaram nesta faixa.

Além deste foram realizados outros 23 estudos sobre QI e a associação com o flúor que podem ser encontradas no site: http://fluoridealert.org.

Connett acrescenta que o resultado é que enquanto o impacto sobre IQ é intensamente pesquisado em todo o mundo, praticamente nenhum trabalho tem sido realizado nos Estados Unidos e nos países onde a fluoretação é utilizada e ironiza: “As agências de saúde parecem mais preocupadas em proteger os programas de fluoretação do que preservar o cérebro das crianças”.

Fontes: Revista tae - Combater a N.o.m 
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terça-feira, 11 de março de 2014

Como se proteger contra envenenamento por flúor


O flúor é um veneno persistente e não degradável no meio-ambiente que se acumula no solo, plantas, animais selvagens, e no corpo humano. O flúor é mais tóxico do que o chumbo, mas não é tão tóxico como arsênico. Quando utilizado em pesticidas, não é mais inerte do que o chumbo e o arsênio; retiram o cálcio do ossos e tecidos do corpo humano.

O que mais assusta é que os Profissionais da Saúde de Autoridades Governamentais sabem disto e permite a sua adição à água para consumo humano ou não. O flúor é um resíduo químico que acharam um meio de usa-lo com ajuda do Marketing de que faz bem a nossa saúde. MENTIRA; isto causa doenças degenerativas e letais ao Ser Humano e ao Meio-Ambiente.

A Odontológica vendeu sua alma ao diabo

Flúor tem sido adicionado na água pública por décadas; e não podemos chama-la de água potável como é vendida de forma ilusória a população. As maiorias das pessoas têm acumulado flúor no organismo humano causando sérios problemas de saúde como, danos no DNA, câncer, disfunção da tiroide, desequilíbrio hormonal, depressão, baixo QI em crianças na fase de desenvolvimento, tumores no cérebro, demência, envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares, pressão alta, acidente vascular cerebral (AVC), Dislipidemia, hiperlipidemia, hiperlipoproteinemia, resistência insulínica, doença de Alzheimer e Parkinson, etc. E, a pior parte, a odontologia moderna tem promovido o uso de flúor como benéfico e envenenado milhões de pessoas com a sua utilização.

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Como evitar intoxicação por flúor

O primeiro passo é consumir água de qualidade, porque a água de qualidade não é só pura (não pode estar contaminada com cloro, flúor, metais pesados e tóxicos, compostos orgânicos e xenoestrogênicos), incolor, transparente e inodora; ela deve ter outras propriedades como pH alcalino maior que 7.5, ORP negativo, alta condutibilidade elétrica, baixa tensão superficial, ionizada na forma hexagonal com ângulo de 104.5º.

Não tomar água em recipientes plásticos devido a dioxina , o Bisphenol-A e outros Bisphenois de origem do petróleo. Filtragem ou destilação não removem o flúor nem o cloro da água como se anuncia publicamente para vender estes produtos. A utilização de osmose reversa não garante a qualidade da água obtém os benéficos listados acima.

Segundo a Agência de Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR – USA), “Cozinhar os alimentos com água fluoretada aumento dos níveis de flúor na refeição.” Em outras palavras, quando se cozinha com água fluoretada – o fluoreto aumenta em concentração.

 

Fluoreto de sulfurilo é usado para fumigar lugares onde os alimentos são armazenados e, ao mesmo tempo, este fica pulverizado sobre os grãos, frutos secos, grãos de café, cacau e nozes. Instalações de alimentos no Canadá e na Europa contam com controles de temperatura e recipientes mais rígidos de armazenamento mais limpas, em vez de pesticidas. Fluoreto de sulfurilo foi aprovado como um inseticida para eliminar cupins.

Assim, evitando os alimentos cultivados pulverizadas com pesticidas, e comprar alimentos orgânicos e cultivados localmente e conhecidos a sua procedência. Alimentos processados, como chá instantâneo, produtos de suco de uva, e leite de soja para bebês contêm altas concentrações de fluoreto de sódio, assim como muitas drogas farmacêuticas.

Melhores maneiras de desintoxicar

Magnésio inibe a absorção do fluoreto pelas células, e cálcio atrai os fluoretos a partir de tecidos. Alimentos ricos em ambos é uma solução para iniciar o processo de desintoxicação.

Iodo tem sido demonstrado clinicamente para aumentar a excreção urinária de fluoreto de sódio a partir do corpo, mudando-o para a forma de fluoreto de cálcio. Neste processo, o cálcio é perdido, e é uma necessidade para manter os alimentos ricos cálcio. Algas de alta qualidade e orgânicos (escuro) vegetais de folhas verdes são altamente recomendados para esta finalidade.

Tamarindo tem sido utilizada na Medicina Ayurvédica; a polpa da fruta, casca e folhas são convertidos para chás e tinturas, com a capacidade de eliminar fluoretos através da urina.

Limpadores para fígado pode ser eficazes para eliminar os fluoretos e outras toxinas.

Sauna seca auxiliam na armazenagem no tecido diposo. Isso requer beber muita água livre de flúor para repor os minerais perdidos através da transpiração.

Vitamina C, em abundância, é útil com qualquer programa de desintoxicação, e as melhores fontes alimentares maneira são: bagas orgânicas, frutas cítricas, espargos, abacate, melão, verduras, abacaxi e vegetais crucíferos, como brócolis, repolho, couve e espinafre.

A única garantia total ter é quando você está limitando sua ingestão de flúor é um estilo de vida saudável, que inclui água potável, produtos orgânicos, e exercício físico. Lembre-se, a melhor defesa (às vezes) é um bom ataque – tomar medidas hoje para se proteger de danos.

Fonte Natural health
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terça-feira, 17 de setembro de 2013

50 razões para opor-se à Fluoretação


Por: paul connett, Ph.D
 
1 - o fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiencia de fluoreto. Os seres humanos podem haver dentes perfeitamente bons sem o fluor.

2 - A fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declinio em cárie dental como nos EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelandia e Austrália no Apendice 1).

3 - o papel da fluoretação no declinio da cárie dental está em sérias dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de 39,000 crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais entre crianças de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman , 1989 e Yiamouyiannis , 1990). Segundo as estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma diferença média de somente 0,6 DMFS (Superrficies Obturadas, Ausentes e Cariadas) nos dentes permanentes de crianças com idade de 5 a 17 anos residentes em áreas fluoretadas ou não.(Brunelle e Carlos, 1990). Esta diferença é menos que uma superficie dental! Existem 128 superfícies dentais na boca das crianças.

4 - onde a fluoretação foi descontinuada , em comunidades do Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlandia, a cárie dental não aumentou mas realmente diminuiu (Maupone et al., 2000 e seppa et al, 2000).

5 - uma das primeiras experiências que ajudou a lançar a fluoretação aconteceu em Newburgh, NY, em Kingston, NY com a comunidade de controle. Após 10 anos deste processo (que era metodologicamente incorrecto), se observou que houve uma grande diminuição da cárie dental nas comunidades fluoretadas comparado com as comunidades não fluoretadas. Todavia, quando as crianças foram reexaminaqdas nestas duas cidades em 1995 (50 anos após o inicio do processo) praticamente não havia diferença em cáries dentais nas duas comunidades. Se qualquer coisa, os dentes na não fluoretada Kingston eram levemente melhores (Kumar e Green 1998).

6 - uma pesquisa actual (por exemplo: Diesendorf , 1986; colquhoun , 1997, e de Liefde, 1998) mostra que o índice de cáries começava a diminuir antes que a fluoretação fosse introduzida e continuou a diminuir mesmo após que seus benefícios foram maximizados. Muitos outros factores influiram na cárie dental. Estudos na india (teotia e Teotia, 1994) e Tucson, Arizona (Steelink, 1992) mostraram que a cárie dental realmente aumenta com o aumento da concentração de fluoreto na água.

7 - guiando os dental pesquisadores (Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987,1999,2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999,2000), e os centros para controle e prevenção de doenças (CDC,1999) então reconhecem que o mecanismo dos benefícios do fluor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTEMICO. Assim, voce não tem que engolir o fluor para proteger os dentes. Como os benefícios do fluor (se existem) são tópicos, e os riscos são sistemicos, faz mais sentido, para aqueles que querem tomar os riscos, levar o fluor directamente ao dente na forma de creme dental.

Desde que engolir o fluor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o fluor em seu suprimento d'agua (todas as referencias para “tópico versus beneficios sistemicos“ são relacionados com um grupo na respectiva secção)

8 - o programa de fluoretação dos EUA não conseguiu alcançar um de seus objectivos chave, isto é, abaixar o índice de cáries dental enquanto minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e alteração da sua coloração). A meta dos prévios promotores da fluoretação era limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a 10% das crianças (NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a fluorose dental em áreas de fluoretação optimal subiu de OITO VEZES, este objectivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller, 1997 e Morgan, 1998). O York Review estima que mais de 48% das crianças em áreas de fluoretação optimal teve fluorose dental em todas as formas e mais de 12,5% em médias ou severas formas (McDonagh, 2000).

9 - a fluorose dental significa que a criança recebeu uma overdose de fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é danificado não é definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode ser um resultado da inibição de enzimas no crescimento dos dentes (DanBesten, 1999), ou através da interferencia do fluoreto com a glandula tireóide.

10 - o nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é 100 vezes mais alto que o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto de Medicina, 1997). Não exisem benefícios, somente riscos para crianças que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão precoce. (esta é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas ambientais é particularmente alto).

11 - o fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar.

12 - o fluoreto é biologicamente activo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogenio que é o centro da estrutura e funções das proteinas e acidos nucleicos. Assim, o fluoreto tem o potencial de disturbar o processo vital no organismo.

13 - o fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório (Waldbott,1978), nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no crescimento dos dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor, 1998) e em outros tecidos (Luke, 1998).

14 - o fluoreto mostrou ser mutagenico, provoca danos cromossomicos e interfere com as enzimas envolvidas no reparo do DNA, numa variedade de insecto, cultura de tecidos e em estudos animais (DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).

15 - o fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou a destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma não funcional e aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar e Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais ppm de fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi publicado no jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões mostraram uma associação de diminuição da TFR (indice total de fertilidade) com o aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).

16 - o fluoreto forma complexos com um grande número de metais, aos quais se incluem metais que são necessários no corpo (como calcio e magnésio) e metais (como chumbo e aluminio) que são tóxicos para o nosso corpo. Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o fluoreto interfere com enzimas onde o magnésio é um importante co-factor, e pode ajudar o aumento de aluminio nos tecidos onde o aluminio contrariamente não iria.

17 - em ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm de fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sodio ou fluoreto de aluminio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no nível de aluminio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998). O aluminio no cérebro é associado com o mal de Alzheimer.

18 - o fluoreto e o complexo do fluoreto de aluminio interagem com a G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos hormonios e alguns sinais neuroquimicos (Struneka e Patocka, 1999).

19 - o fluoreto de aluminio foi recentemente nominado pela Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de Ciencias e Saúde Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de Toxicologia. Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de aluminio actualmente tem uma “alta prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na água a qual contém aluminio, o complexo do fluoreto de aluminio se formará.

20 - a experimentação animal mostra que a exposição ao fluoreto altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pre-natais os ratos demonstraram um comportamento hiperactivo. Nas doses pos-natais se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa actividade ou sindrome da “batata de sofá“).

21 - os estudos de Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto acumula na glandula hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese de Ph.D. Luke também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a produção de melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.

22 - em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em crianças associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991) indica que mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto (e.g. 0,9 ppm na água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da deficiencia de iodo, que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo o CDC , desde 1970, a deficiencia de iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com quase 12% da população, até então, deficiente de iodo.

23 - logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande número de doutores européus para reduzir a actividade da glandula tireóide para aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireoide muito activa) (Merck index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a fluoretação da água, nós forçamos as pessoas a beber uma medicação tireoide-depressiva que poderia servir a promover altos níveis de hipotireoidismo (baixa actividade da tireoide) na população, e todos os problemas subsequentes relatados dessa desordem.

Tais problemas incluem a depressão, fatiga, ganho de peso, dores nos músculos e articulações, aumento dos níveis de colesterol e doenças cardíacas.
Convém anotar que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos (1991) a exposição ao fluoreto em comunidades fluoretadas é estimado de aproximadamente 1,58 a 6,6 mg/dia, que é um índice que realmente sobrepõem a dose (2,3 - 4,5 mg/dia) mostrando uma diminuição do funcionamento da tireoide humana (galletti e Joyet, 1958 ). Este é um facto notável, e certamente merece grande atenção considerando o desenfreado e crescente problema do hipotireoidismo nos EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano foi Synthroid , que é um hormonio substituto, droga usada para tratar uma baixa actividade da tireoide).

24 - alguns dos primeiros sintomas da fluorose esquelética , uma doença dos ossos e articulações induzida pelo fluoreto que atinge milhões de pessoas na India, China e Africa,e imita os sintomas das artrites. Segundo uma revisão sobre a fluoretação feita pelo “jornal da Sociedade Americana de Quimica“, por que alguns dos sintomas clinicos imita as artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose esquelética poderiam ser facilmente confundidas com outras doenças. (Hileman, 1988 ).

Partes de alguns estudos foram feitos para determinar a extensão desta confusão de diagnóstico, e se a alta prevalencia de artrite na América (mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com a nossa crescente exposição ao fluoreto, que é altamente plausível. As causas de muitas formas de artrite (e.g.osteoartrites) são desconhecidas.

25 - em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram usadas em experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num esforço para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas, realmente levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadrís (Hedlund e Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).

26 - dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um abstracto) desde 1990 examinaram a possível relação da fluoretação e um aumento das fracturas nos quadrís entre os idosos. Dez destes estudos encontraram uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou um aumento relacionado às doses nas fracturas dos quadrís, quando a concentração do fluoreto subiu de 1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado). A fractura dos quadrís é um seríssimo problema para os idosos, como um quarto destes que tem a fractura dos quadrís morrem dentro de um ano da operação, enquanto 50% nunca recuperam uma existencia independente. (todos os 18 estudos são referidos num grupo na respectiva secção).

27 - um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia, 1990) mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer dos ossos ) relacionado com as doses em ratos machos. O achado inicial deste estudo foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado que foi logo degradado conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus, 1990 ). EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que o congresso estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes estudos (Hirzy 2000 ).

28 - dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível associação ( do qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991) entre osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas (Instituto Nacional do Cancer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos não encontraram esta associação.

29 - a fluoretação é anti-ética porque não estão pedindo aos indivíduos o consenso informado antes da medicação. Esta é uma practica standard para toda medicação.

30 - enquanto os plebiscitos são preferenciais para impor as politicas do governo central, ele leva ainda o problema dos direitos individuais contra a decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor ter o direito de requerer que seu vizinho beba um certo medicamento ( mesmo se é contra a vontade do vizinho)?

31 - algumas pessoas apresentam altamente sensíveis ao fluoreto como mostrado pelos casos estudados e pelos estudos a duplo cego (Waldbott, 1978 e Moolenburg, 1987). Isto pode relatar a interferencia do fluoreto com seus níveis hormonais incluindo aqueles produzidos pela sua glandula tireóide. Nós, como uma sociedade, podemos forçar essas pessoas a beber o fluoreto?

32 - segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente vulneráveis aos tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda, podemos em boa consciencia forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto como uma base diária?

33 - são também vulneráveis aqueles que sofrem de mal-nutrição (por exemplo, calcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiencia de iodo e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais prováveis que sofrem de mal-nutrição são os pobres, que é precisamente o povo e que será o alvo das novas propostas de fluoretação (Saúde Oral na América, maio 2000 ). Enquanto um risco elevadíssimo, famílias pobres são menos capazes de ter recursos para usar medidas de anulação dos riscos(por exemplo, água mineral em garrafas, ou equipamento de filtragem).

34 - desde que a decadência dental é mais concentrada em comunidades pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços tentando aumentar o acesso à cura dental para as familias pobres. A real “crise da saúde oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de fluoreto mas pobreza e falta de um seguro dental.

35 - a fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos mais sérios problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças pobres, a saber, a decadencia dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês, contrariamente conhecida como cáries da primeira infancia. (Jones, 2000 ).

36 - uma vez colocado na água é impossível de controlar a dose que cada indivídio recebe. Isto é porque algumas pessoas (por exemplo: os trabalhadores braçais, atlétas e diabéticos) bebem mais água que outras, e porque, nós recebemos o fluor através da água canalizada e outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto incluem alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos dentais fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.

Como um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus bons sensos prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar mudanças corporais, com o aviso: “tome tanto quanto voce quizer, mas voce tomará pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de cáries dentais. Isto é contrário à noção de bom senso“.

37 - apesar do facto que é reconhecido que nos estamos ingerindo demasiadamente o fluoreto, e apesar do facto que nos estamos muito mais expostos ao fluor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a fluoretação), o nível “optimal da fluoretação é ainda 1 parte por milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!

38 - os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os quais ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente criticados pela sua pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o Dr.Hubert Arnold , a estatística da Universidade da California em Davis, as primeiras provas de fluoretação “são especialmente ricas em mentiras, projeto impróprio, uso inválidos dos métodos de estatística, omissão dos dados contrários e somente planos confusos e estúpidos“.

39 - o Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o primeiro a apoiar a fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse completada (McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidencia que no mesmo ano apoia o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açucar, inc.(apoiado por 130 corporações) que expressou seu objectivo em pesquisas dentais como, “descobrir os meios efectivos de controle da decadencia dental por outros métodos que restringessem a entrada de carbohidratos“ (açucar). (Waldbott, 1965, p.131).

40 - o programa de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca houve uma analise compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos cidadãos Americanos. As autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma ideia aproximada dos níveis que causarão sutís ou mesmo sérios danos aos ossos e articulações!

41 - segundo uma carta recebida pelo deputado de New Jersey, John Kelly , o FDA (
Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto dado às crianças, que são designados para haver a mesma quantidade de fluoreto como na água fluoretada.

42 - a quimica usada para fluoretar a água nos EUA não é a nível farmaceutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte das industrias de fertilizantes fosfatados. Estas quimicas (90 % das quais são fluorisilicados de sódio e ácido fluorosilicato), são classificados como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma quantidade de vestígios de isotopos radioactivos. Em recentes testes feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os níveis de arsenico nestas quimicas são altos e de interesse significativo.

43 - estes perigosos descartes não foram testados compreesivelmente. O produto quimico normalmente testado em estudos animais é o fluoreto de sódio a nível farmaceutico, e não o acido fluorosilicato a nível industrial. A suposição que esta sendo feita é que com o tempo estes produtos de descarte diluidos, todo o ácido fluorosilicio poderá ser convertido em íons livres de fluoreto, e os outros isotopos tóxicos e radiactivos serão assim diluidos a eles não causarão qualquer dano, mesmo com a exposição por toda a vida. Estas suposições não foram examinadas cuidadosamente pelos cientistas, independentemente do programa de fluoretação.

44 - estudos feitos por Masters e Coplan (1999) mostra uma associação entre o uso do ácido fluorosilicico (e seu sal de sódio) com a água fluoretada e um elevado aumento de chumbo no sangue das crianças.

45 - o fluoreto de sódio é uma substancia extremamente tóxica - somente de 3 a 5 gramas, ou aproximadamente uma colher de chá, é suficiente para matar um ser humano. Tanto crianças (engolindo gels) quanto adultos (envolvidos acidentalmente por mal-funcionamento do equipamento de transporte do fluoreto e filtros nas máquinas de diálise) morreram pelo excesso de exposição.

46 - alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os bioquimicos e pelo menos 14 vencedores do prêmio nóbel estão entre os numerosos cientistas que expressaram suas reservas sobre a practica da fluoretação (veja a lista no apendice 4). O Dr. James Sumner, que venceu o prêmio nóbel por seu trabalho sobre enzimas quimicas, disse sobre a fluoretação: “devemos ir devagar. Todos nós sabemos que fluorino e fluoreto são substancias muito venenosas. Nos lhe usamos na quimica da enzima para envenenar enzimas, aqueles agentes vitais no corpo. essa é a razão das coisas envenenadas; porque as enzimas são envenenadas e essa é a razão pela qual animais e plantas morrem (Connett,2000).

O vencedor do premio nóbel para a medicina do ano 2000 foi o Dr. Arvid Carlsson da Suecia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da fluoretação na suecia. Ele fazia parte do grupo que recomendou ao governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em seu livro “A questão fluoreto: Panaceia ou veneno“ Anne-lise Gotzsche citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o facto que é uma questão de aplicar uma substancia farmacologicamente activa para uma inteira população“ (p.69).

47 - a União representativa dos cientistas no quartel general do EPA (Agencia de Proteção Ambiental) dos EUA em Washington está no registro como opositores a fluoretação da água (Hirzy, 1999) e rejeita a aprovação do EPA do uso dos perigosos resíduos industriais produzidos para fluoretar o suprimento de àgua publica.

48 - muitos cientistas, doutores e dentistas que se expressaram publicamente sobre este problema, foram sujeitos a censura e intimidação (Martin 1991). Tacticas como esta não seriam necessárias se estes promotores da fluoretação houvessem uma segura base científica.

49 - os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que existe qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos interesses listados acima e a revisão objetica das controvérsias (Hileman, 1988 ). O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes vocais, foi para dizer que não existe debate legítimo, qualquer que seja, referente a fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo ao CDC e ADA, “os debates dão a ilusão que uma controvérsia científica existe quando uma pessoa sem crédito apoia a visão da fluorofobia“. Easley acrescenta que

“o maior flagrande do abuso da confiança pública ocasionalmente ocorre quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão pessoal, usa sua importancia profissional na comunidade para argumentar contra a fluoretação, uma clara violação da ética profissional, o principio da ciencia e padrões da prática comunitária“ (Easley, 1999).

Os comentários como estes dirigiram o sócio director técnico para União de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a posição politica pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática, autoritaria, postura essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de problemas científicos“ (Martin, 1991).

50 - quando vier as controvérsias que acercam os produtos quimicos, investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para descontar estudos animais e não dê importancia aos achados epidemiológicos. No passado as pressões politicas levaram as agencias governativas a arrastar seus pés sobre a regulamentação de asbestos, benzene, DDT, PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a fluoretação nós tivemos 50 anos de atraso. 

Infelizmente, porque os governos oficiais colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de defesa da fluoretação, e por causa das enormes consequencias que nos esperam às escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento nas fracturas dos quadris, artrites, cancer dos ossos, desordens cerebrais ou problemas na tireóide, será muito dificil para eles falar honestamente e abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente proteger milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger a noção que, em seu âmago, a política da saúde pública poderia basear-se na ciencia sã, e não na pressão política.

Eles tem uma ferramenta com a qual fazem isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente por, isto dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos países européus fizeram, e os dentes de suas crianças não sofrerão, enquanto suas confianças públicas foram fortalecidas. É como uma questão de um jogo de Kafka.

Quanta dúvida é necessária em somente um dos interesses da saúde identificada acima, para anular um benefício, que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida nos EUA, equivale a menos que uma superficie de um dente na boca de uma criança? (entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos suplementares nós dizemos bom. Mas primeiro tire o fluor da água, e então, conduza todos os estudos que voce quizer. Esta loucura deve acabar sem mais demora.

Dr. Paul Connett
Professor de Quimica
Universidade de St. Lawrence, NY 13617
315-229-5853 - ggvideo@northnet.org

Com assistencia de :

Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network

Fonte: Fluoride alert
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sábado, 20 de julho de 2013

Alerta: Tirânia Eugenista pretende adicionar Lítio na água potável


Eles fazem de tudo pela manipulação mental do 'gado'...

Aparentemente não há produtos químicos suficientes já adicionados a nossa água potável, como há agora um apelo dos "especialistas" para continuar a envenenar o nosso abastecimento de água através da adição de lítio. A razão principal é diminuir as taxas de suicídio e crimes violentos.

Então é assim que queremos funcionar como uma sociedade? Em vez de lidar com nossos problemas na mão, vamos drogar a nós mesmos para que não tenhamos de lidar com assuntos pessoais que podem ser muito duros, negativos ou assustadores. Este não é um tempo para colocar a cabeça na areia e fingir ou até mesmo esperar que um problema vai se resolver por si mesmo.

Onde está o crescimento pessoal nisso? Você não se sente eufórico quando você resolve um problema pessoal que já não paira sobre sua cabeça ou pesa em sua mente? É mais importante do que nunca limpar-nos de questões do passado que temos mantidos internamente e permitir mais espaço para as novas energias que vem à Terra para tomar o seu lugar dentro do nosso ser.

Para quê o lítio é normalmente receitado?

- Transtorno bipolar
- Agitação não associada com transtorno bipolar
- Depressão, e para aumentar o efeito de antidepressivos
- Como um estabilizador de humor
- Enxaquecas

"Assim como o flúor, o lítio altera a produção normal do cérebro de serotonina e noradrenalina, que por sua vez artificialmente altera o modo como o indivíduo pensa e como ele ou ela se sente sobre uma dada situação. O lítio é literalmente um alterador de mente, uma substância química antidepressiva que aqueles que promovem isso abertamente admitem que modifica o funcionamento do cérebro. E eles ainda alegam que induzir essas alterações químicas à força sobre as populações inconscientes do mundo é uma idéia boa e aceitável."

Então, o que os "especialistas" estão dizendo?

"O lítio tem sido anunciado por alguns especialistas como o próximo flúor potencial, depois de os cientistas encontrarem taxas de suicídio que foram mais baixas em áreas onde a água potável apresentava maiores concentrações do elemento, informa o jornal Daily Mail".

"O tempo para suprir? Alguns cientistas acreditam que o lítio pode reduzir as taxas de suicídio se seus vestígios forem adicionados à água potável. O estudo, publicado no British Journal of Psychiatry, analisou uma amostra de 6.460 medições de lítio e depois compararam as taxas de suicídio em 99 distritos."

Quais são alguns efeitos colaterais do lítio?

Sede excessiva, urinar mais ou menos do que o habitual; febre, fraqueza, sentir-se inquieto ou confuso, dor nos olhos e problemas visuais; movimentos musculares inquietos nos olhos, língua, mandíbula ou pescoço; dor, sensação de frio, ou descolorações em seus dedos dos pés ou mãos; sensação de tontura, desmaios, batimentos cardíacos lentos; alucinações, apreensão (apagões ou convulsões); febre com rigidez muscular, sudorese, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares; os primeiros sinais de toxicidade do lítio são: náuseas, vômitos, diarréia, sonolência, fraqueza muscular, tremores, falta de coordenação, visão turva, ou zumbido nos ouvidos. 

Efeitos colaterais menos graves podem incluir:

Leve tremor das mãos; fraqueza, falta de coordenação; náuseas ligeiras, vômitos, perda de apetite, dor de estômago ou chateação; afinamento ou secagem do cabelo, ou coceira da pele.

A adição de lítio parece ser mais uma forma que a nossa população possa ser "emburrecida". Por que os governos querem transformar a nossa água potável em um coquetel químico? Talvez desta forma a sociedade será mais maleável e menos pessoas irão se preocupar com o que realmente está acontecendo neste mundo.

Fonte: Activist Post | Noticias Alternativas
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

600 médicos, dentistas e cientistas exigem o fim do flúor!


Nos Estados Unidos da América deu entrada no Congresso um pedido de eliminação de flúor na água em nome da organização Fluoride Action Network (FAN). Mais de 600 profissionais de saúde, incluindo laureados por prémios Nobel, oficiais de Agências de Protecção Ambiental, membros do Concelho Nacional de Investigação no painel da toxicologia do fluoreto assinaram este pedido.

O relatório entregue ao Congresso exige que os membros «reconheçam que a fluoretação da água está obsoleta e constitui um risco sério para a saúde pública que ultrapassa qualquer benefício mínimo, violanda a ética médica e negando a liberdade de escolha de cada um.»

Cita oito recentes eventos que impelem a uma urgente eliminação do flúor na água e de entre estes:

Um relatório de 500 páginas sobre a toxicologia do fluoreto elaborado pelo Concelho Nacional de Investigação das Academias NAcionais, publicado em 2006;

Provas e evidências dos Centros de Control de Doenças nos Estados Unidos que encontram 32% de crianças com fluorosis, causada pelo fluoreto;

A Associação Médica Dentária Americana alterou a sua posição recomendando a remoção de todas as fontes de flúor a crianças especialmente antes dos 12 meses de vida;
A Universidade de Harvard publicou um estudo onde o osteosarcoma (cancro ósseo) aumentou 5 a 7 vezes mais em pessoas expostas ao fluoreto nas idades entre os 6 e os 8 anos;

O reconhecimento dos Centros de Control de Doenças de que o fluoreto previne o desgaste dentário quando aplicado de forma tópica e não de forma sistémica. 


O relatório pede aos membros do Congresso que apoiem uma auditoria à fluoretação requerendo provas científicas de que a fluoretação é necessária ou pelo menos útil.

De acordo com o Dr. Arvid Carlsson, laureado pelo Nobel da Medicina no ano 2000, «a fluoretação é contra todos os princípios modernos da farmacologia, completamente obsoleto.»

Se ainda pensa que fllúor, ou fluoreto, na água é uma «coisa» boa, talvez esta notícia lhe apareça como uma surpresa, mas tal como os supracitados Centros de Control de Doenças afirmam claramente a fluoretação não produz qualquer efeito benéfico para a população.

Na realidade os efeitos da fluoretação são:

Aumento do risco de fracturas ósseas;
Redução drástica do funcionamento da Tiróide;
Redução do desenvolvimento do QI;
Causa de artrite e doenças semelhantes bem como fluorosis dental;
Possibilidade de aumentar o cancro ósseo (osteosarcoma)

O facto de países como Portugal consumir água fluoretada há mais de 50 anos tem sido uma experiência onde as cobaias são os humanos sem sequer estarem cientes disso. 

Assista o Vídeo:



Fontes: Fluoride Network, Medical news, The Fluoride deception
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Pesquisadores desenvolvem método Herbal para remover fluoreto de Água Potável


Pesquisadores na Índia desenvolveram um sistema de filtragem com base em uma erva medicinal, que dizem que pode rapidamente e facilmente remover fluoreto de beber água.

A tecnologia descrita na edição de março da Revista Internacional de Engenharia Ambiental usa partes das plantas procumbens Tridax como um filtro BioCarbon para o íon.

Beber água pode conter flúor natural ou fluoreto pode ser adicionado como um agente protetor para os dentes por empresas de água. No entanto, a sua presença não é sem controvérsia, enquanto em alguns níveis naturais de água potável podem ser superiores aos considerados seguros pela Organização Mundial de Saúde.

Químico Malairajan Singanan da Presidência College (Autônomo), no Rio de Janeiro, aponta que as orientações da OMS sugerem que um nível seguro de flúor é de 1,5 miligramas por litro.

Acrescenta que várias técnicas para reduzir o teor de fluoreto têm sido tentadas, incluindo coagulação, adsorção, precipitação, permuta iónica, osmose reversa, e electrodiálise. No entanto, os iões metálicos com uma afinidade por flúor numa matriz BioCarbon representar uma nova abordagem promissora.

Singanan investigou Tridax procumbens, que é comumente usada como uma erva medicinal na Índia, como um absorvente para BioCarbon flúor. Anteriormente, a planta foi testado para a extracção de metais pesados ​​tóxicos de água. Ele explica que o carregamento por cima do tecido vegetal com iões de alumínio, é possível criar um filtro BioCarbon seguro que irá absorver rapidamente os iões de fluoreto a partir de água aquecida a cerca de 27 Celsius que passa através do filtro.

Seus ensaios mostram que leva apenas três horas para remover 98% do fluoreto com apenas 2 gramas do filtro BioCarbon.

O filtro BioCarbon pode fornecer uma maneira barata de defluoridate água em regiões onde o nível natural do mineral é rico em águas subterrâneas, incluindo a Índia, China, Sri Lanka, Índias Ocidentais, Espanha, Holanda, Itália, México, América do Norte e América do Sul. Ele também pode ser adaptado para os consumidores que desejam reduzir a sua exposição ao fluoreto, apesar dos seus benefícios para a saúde dentária, em partes do mundo onde é adicionado à água de abastecimento, por motivos de saúde pública.
 
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