NBC News deu um aviso para que todos façam um círculo no dia 31 de Maio em seus calendários.
Os cientistas acreditam que o asteróide vai passar pela Terra. No entanto, a emissora adverte. “O que poderia dar errado?”
Eles aconselham os espectadores a se prepararem para este evento apenas no caso de algo inesperado acontecer.
O âncora da NBC News informa que os espectadores estoquem até alimentos em caso de emergência.
Veja o video: Obs:ative a legenda
Comentário do blog:
De acordo com o site da Nasa, esta é a informação do 1998 QE2:
No site SpaceWeather podemos visualizar a distância que o objeto passará e o seu tamanho:
Apesar de que uma pedra de mais de 500 metros ameace a vida no
planeta, o 1998 QE2, de acordo com os dados da tabela acima, não
representa ameaça alguma à Terra. Qual seria o motivo para a NBC dar
esta relevância à esta pedra se outras de tamanho similar já passaram
pelo nosso planeta? Acaso os dados publicados pela Nasa não estão
corretos?
Quem acompanha o blog deve ter reparado que estou monitorando as
notícias sobre asteróides e meteoros que estão passando pelo nosso
sistema solar, constata-se que houve um aumento na quantidade de objetos
despencando do céu. O último a causar danos caiu na Rússia e sequer
havia sido detectado por algum astrônomo, nem pela Nasa. Nos últimos
dias foi divulgado que a Lua sofreu um impacto em março deste ano, a
explosão pôde ser vista da Terra à olho nú.
A análise no momento é feita com cautela, de um lado temos a Nasa
pedindo ajuda a astrônomos amadores para monitorarem o céu devido à
quantidade de objetos que estão se aproximando e do outro lado a mídia
começando a lançar alertas para estes meteoros e asteróides.
No artigo abaixo o leitor poderá acompanhar as notícias sobre este
estranho aumento de rochas espaciais passando pelo nosso sistema solar.
Objeto enorme cai como um meteoro sobre o lago Titicaca na parte do Peru. Aparentemente tudo indica que trata-se de um meteorito, mas o objeto tem uma forma estranha, incomum para meteoritos e é realmente muito grande.
Tudo indica que seja mesmo um meteorito, mas os especialistas ainda vão analisar e dizer do que se trata. Provavelmente nunca saberemos, mas vale como curiosidade.
Fatos de aparições no céus em forma de quedas de meteoritos tem aparecido em várias partes do mundo, o que seria na verdade esses fatos, veja o vídeo e tire suas conclusões.
A possibilidade de eventos extremos solares resultarem em impactos e
prejuízos na Terra tem causado cada vez maior preocupação, já que
estamos no período conhecido como “máximo solar” - a maior atividade do
Sol que se repete em ciclos de 11 anos. O fenômeno provoca o aumento de
explosões e de manchas na superfície do Sol, assim como tempestades
geomagnéticas, que são tumultos na alta atmosfera provocados pelas
erupções solares, capazes até de interromper momentaneamente o trabalho
de satélites.
No Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) é realizado o
monitoramento e a previsão do clima espacial no Brasil e diariamente são
publicados boletins sobre as condições do tempo no espaço. Por meio do
Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial
(EMBRACE), o INPE acompanha a atividade do Sol e gera alertas úteis para
operação de satélites, sistemas de navegação de aeronaves, linhas de
transmissão de energia e até plataformas de petróleo.
Recente análise dos pesquisadores Clezio De Nardin, Joaquim Rezende
Costa e Alisson Dal Lago, respectivamente das divisões de Aeronomia,
Astrofísica e Geofísica Espacial do INPE, mostra, por exemplo, que a
semana do dia 11 de março iniciou com baixa atividade solar. Porém,
ainda no meio daquela semana surgiu uma região mais ativa no disco solar
que se traduziu numa explosão de intensidade significativa. Confira aqui o artigo “As tempestades magnéticas de 15/03/2013 e a provável ocorrência de uma supertempestade magnética”.
O EMBRACE realiza reuniões frequentes para discutir os eventos de Clima
Espacial e seus especialistas explicam que o número de manchas solares
no atual ciclo, que se iniciou em 2009, está abaixo da média histórica, o
que não descarta a possibilidade de uma supertempestade magnética. “É
importante registrar que há variabilidade no ciclo e na quantidade de
explosões solares de ciclo para ciclo e explosões solares são esperadas
com maior ou menor número de manchas, ainda mais que estamos em torno do
máximo de atividade solar”, explicam os pesquisadores.
A análise do comportamento do Sol e seus efeitos na Terra são
monitorados por meio de parâmetros físicos como características dessa
estrela, do espaço interplanetário, da magnetosfera, ionosfera e da
mesosfera. As informações do EMBRACE estão disponíveis no endereço www.inpe.br/climaespacial.
Esforço mundial
O EMBRACE/INPE participa de um consórcio internacional que reúne centros
de alertas regionais espalhados pelo mundo. No dia 14 de abril, nos
Estados Unidos, representantes de diversos países discutirão o
monitoramento de supertempestades solares. O objetivo é estabelecer
quais medidas devem ser adotadas nos diferentes estágios da ocorrência
de um evento solar extremo, incluindo avisos a autoridades e alertas à
comunidade em geral.
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