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terça-feira, 22 de abril de 2014

Estudiosos comentam como o futebol é usado pelo governo para manipular a população

Imagem: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Futebol e ditadura andaram muito próximos na América Latina. São muitos os casos em que governos se utilizaram do esporte para se promover. Mas a utilização do esporte para fins políticos não parou na década de 1970 e pode ser percebido também na democracia. Sob o tema Futebol e Ditaduras na América Latina, o assunto foi discutido na 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura.

"A gente constata que futebol e ditadura andaram muito próximos. As ditaduras se valeram muito do futebol, em vários momentos, como propaganda. Mas isso ocorre no regime democrático. Nas ditaduras, é claro, é um processo mais objetivo e danoso, mas também acontece na democracia", disse o historiador e jornalista Lúcio de Castro.

A Copa do Mundo, que começa em dois meses, é um exemplo disso. "Em alguns campos, a gente está vivendo um estado muito preocupante, próximo ao estado de exceção. Quando a gente fala em remoções de favelas, a gente vive casos muito preocupantes", disse.

Castro comentou também as manifestações que ocorreram em meados de 2013, durante a Copa das Confederações. Ele criticou a forma como o governo está lidando com o assunto. "Me preocupo muito: a partir dos protestos, se discutiu uma série de leis que inclusive lembram o estado de exceção, nas quais você pode ser preso só por estar se manifestando. Espero que a gente possa viver nas ruas o que é um pais democrático".

Também presente no debate, o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano não quis comentar especificamente as manifestações ou a Copa, mas defendeu o futebol como esporte. "O futebol não tem a culpa dos pecados cometidos em seu nome". Galeano é autor do livro Futebol ao Sol e à Sombra, no qual mostra que o futebol tornou-se um negócio lucrativo. Galeano descreve que, para além das paixões, mitos, heróis, glórias e tragédias, o jogo tem um lado sombrio, que envolve poderosos interesses políticos e financeiros.

Por outro lado, os debatedores ressaltaram que não apenas as ditaduras utilizaram os jogos, mas também a população. Galeano citou o Uruguai como exemplo. Foi em um estádio, a primeira manifestação contra o golpe no seu país. "O povo estava mudo pela agressão. Mas foi num estádio lotado, não tinha nenhum lugarzinho, nem microscópico, que começaram a gritar pela primeira vez: Se vá a acabar, se vá a acabar la dictadura militar".

Comumente, também o estado de letargia e conformidade com a própria situação econômica e social costuma ser associado ao fanatismo pelo futebol, expondo uma forma de alienação de problemas relevantes, além de um escape à realidade.

Mariana Tokarnia
Edição: Davi Oliveira
Agência Brasil Editado e acrescentado por Folha Política
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segunda-feira, 31 de março de 2014

Caminho para a o Microchip: Suécia começa a "Restringir" o uso de "notas e moedas"


A proibição de dinheiro seria possível? Sim, e o primeiro país a desenvolver foi a Suécia. Onde todos os pagamentos são aceitos através de cartão de crédito, telefone, internet... e apenas 3% da moeda na Suécia é em dinheiro, de acordo com o Yahoo Finances.

Esta medida foi tomada para reduzir a criminalidade no país, de modo que o principal banco da Suécia, o Swedbank anunciou que suas filiais em Östermalm, uma das mais ricas do bairro de Estocolmo deixará de receber dinheiro.

Consequentemente, os ônibus de Estocolmo também só irão permitir o pagamento se for por meio de cartão de crédito. E o mais estranho, é que em muitas igrejas aceitam os cartões de crédito e débito.

Como dissemos no post anterior, o dinheiro é o "agente" mestre de sua vida, sem que você perceba, você é "ilegal" e  se torna sub-humano. O desaparecimento do dinheiro físico "faz sentido" prático: tornádo-o menos acessível. 

Atualmente, os pagamentos com cartão de crédito no Estado espanhol subiram 25% no ano passado. Cada vez mais na Europa, a sua circulação é menor e esta tendência, sem dúvida é aumentar.

Mas de volta para a Suécia, onde os defensores defender tal ação da seguinte forma:

O presidente do Nordea Bank, Bjoern Wahlroos, diz: "O fim do dinheiro é o próximo passo natural"

Olha Marie, porta-voz do sindicato dos bancários suecos, disse no site da BBC: "Quando abandonarem totalmente o dinheiro, não háverá mais roubos."

O vice-diretor do banco central sueco, Lars Nyberg, sublinhou: há um alto custo de transações em dinheiro para a sociedade em comparação com aquelas feitas por cartão de crédito ou cartão de débito. Devido principalmente, ao custo de transporte para garantir a caixas eletrônicos e agências"

Steve Perry, vice-presidente executivo da Visa Europe, disse: "O dinheiro é caro e dispendioso, e deve ser substituído por uma sociedade sem dinheiro" The Telegraph

Que tipo de interesses estão por trás disso? de início vemos os bancos por trás disso, obrigando-nos a depositar todas as suas contas de poupança para controlar melhor o dinheiro em circulação. Como eixo operacional, a União Europeia, está a modificar a política para controlar todas as operações privadas.

E com a remoção do anonimato monitorar tudo que você compra, para que não se limite somente às compras mas também a sua vida. Tudo que eles querem é que o homem é um escravo de um grupo, uma elite. Nós pensamos que a medida terá um efeito dominó na Suécia, e em outros países também irão contemplar. 

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Híbridos de pessoas e de animais: a catástrofe dos nossos dias. Parte 2

Foto: webneel.com

Hoje, os produtos geneticamente modificados já não surpreendem ninguém. Por enquanto, pessoas e animais modificados apenas se preparam ainda para se tornarem parte do nosso mundo comum.

E vão mudá-lo de forma radical e para sempre. De que são capazes as quimeras dos laboratórios científicos e serão realmente uma ameaça séria?

Porque é que os cientistas se ingerem no código genético de seres vivos e o modificam? O zoólogo Dmitri Isonkin compartilha a sua opinião com a Voz da Rússia:

“Pode haver várias respostas. Primeira, por interesse de investigação científica para compreender de que modo ocorre a formação de embriões e de células e se é possível juntar dois códigos genéticos diferentes sem provocar rejeição. Segunda, um aspecto médico importante.

Os cientistas procuram formas de curar as doenças até agora incuráveis, com a ajuda de um DNA estranho de outro organismo que resiste a esse mal. Terceira, isso pode ser uma iniciativa comercial vantajosa no futuro, pois é sabido que, hoje, no corpo dos animais cultivam órgãos doados muito caros.”

Foto: en.wikipedia.org

Porém, tal como no caso de produtos geneticamente modificados, organismos vivos modificados podem constituir uma ameaça considerável. Todas as experiências realizadas em engenharia genética devem ser sujeitos a longos testes, para se compreender como, no fim de contas, irá se comportar o organismo vivo.

E se a maioria das experiências se realiza atualmente em ratos de laboratório, cuja longevidade é extremamente pequena e pode-se acompanhar as mudanças qualitativas no seu organismo durante várias gerações, é muito difícil fazer isso com animais grandes e muito mais com pessoas.

Segundo a lei, todos os híbridos-quimeras devem ser destruídos num prazo de duas semanas, mas como compreender a forma como os genes mistos influem nas gerações seguintes? Significa que o governo proíbe a realização de estudos mais profundos de hibridação de pessoas e animais. Mas isso acontece, muito frequentemente, apenas no papel. E na realidade?

Foto: webneel.com

Pode-se apenas supor como agem os laboratórios secretos, mas sem dúvida que, se eles criam um ser híbrido, dificilmente o destruirão numa idade tão pequena: o mais interessante começa precisamente no período do amadurecimento sexual, quando as caraterísticas qualitativas do organismo passam a outro nível e pode-se acompanhar como o gene se irá comportar quando adulto, bem como quando se cruza um híbrido adulto com outro.

As experiências de quimerização de pessoas e animais têm, no fundo, um caráter ilegal como a clonagem de pessoas. Estes “jogos de Deus”, com vista à criação artificial de uma nova vida, poderão levar-nos muito longe.

Por exemplo, relativamente há pouco tempo, a revista Cell Research, publicada pelo Instituto de Biologia Celular e pela Academia das Ciências da China, noticiou a realização de uma experiência com êxito de cruzamento de um homem com uma lebre.

Para a realização do planejado, os cientistas chineses libertaram as células de uma lebre do seu DNA e, depois, injetaram DNA humano.

Como resultado, foram obtidos cerca de 400 embriões, dos quais foram extraídas células estaminais para posteriores experiências, e os híbridos foram destruídos. Posteriormente, os cientistas planejam criar uma série de novos híbridos na base de DNA humano e de outros animais.

Foto: webneel.com

Não se compreende que criação saíra daí. Também não se compreende durante quanto tempo se manterá a proibição de semelhantes manipulações com o código genético de seres vivos.

Porque se por um instante se imaginar que as experiências serão legalizadas, tanto como as quimeras, o nosso mundo, na realidade, mudará completamente. E vocês irão para o trabalho rodeados de homens-porcos, homens-bodes e homens-burros? Então, será agradável recordar os bons velhos tempos.

Foto: webneel.com
 
Fonte: Voz da Rússia
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Educação: A doutrinação ideológica nas escolas brasileiras!


O artigo abaixo foi escrito pelo saudoso Prof. Nelson Lehmann da Silva, pioneiro na luta contra a doutrinação ideológica nas escolas, grande incentivador doEscolasemPartido.org.

* * *
Educação x Doutrinação

A Constituição Cidadã de 1988 dá direito de voto ao jovem de 16 anos. O que sabe ele de política?

Como “Cara Pintada” sai ele pelas ruas em demonstrações típicas de oposição. Repete slogans colhidos na mídia, insultando alguma autoridade, quase sempre manipulado por militantes partidários profissionais.

A escola e seus professores “fizeram sua cabeça”, incutindo-lhes certas doutrinas carregadas de imprecisas emoções. A escola pública brasileira, mas também as caras escolas particulares da elite, sãousinas onde se formam mentes simplórias e confusasmas agudamente hostísao Capitalismo e aos Estados Unidos da América.

Sabidamente, todos os sistemas totalitários dedicam especial atenção à formação da juventude. E doutrinam , sob pretexto de ensinar. Impõem uma “verdade”coerente com o poder vigente ou a ser implantado.

No Brasil, hoje, as noções transmitidas de política e cidadania estão flagrantemente contaminadas de conceitos marxistas, particularmente no ensino de nível médio. O que se ensina nas aulas de História, Sociologia, Geografia, e mesmo em Literatura ou Filosofia, não passa de doutrinação.

Na maioria dos Estados, a rede pública de ensino está sob controle de docentes sindicalistas, militantes partidários.Os textos escolares, quase sem exceção, empregam o vocabulário marxista, mesmo o mais ortodoxo, como “consciência de classe”, “luta de classes”, “modos de produção”, “exploração internacional”, “imperialismo americano” e a rotineira demonização do Capitalismo.

O aluno que chega à Universidade vem viciado nos esquemas mentais apreendidos de seus mal-formados mestres de Ciências Humanas.

No nível superior vão deparar-se igualmente comprofessoresassumida ou sutilmente tendenciosos à esquerda.Ali já teriam critérios próprios que os poderiam imunizar, na melhor das hipóteses. O mal porém já está feito, desde a adolescência, desde a formação de suas opiniões.

Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões, culturas, raças, opções sexuais. Mas não se observa o menor escrúpulo emridicularizar lideranças políticas e autores que não rezemsegundo a cartilha esquerdizante.

Os métodos de constrangimento vão do sorriso condescendente à perda de pontos por respostaideologicamente discordante da do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção de “formar o cidadão crítico”; na verdade a crítica já é dada pronta, pré-fabricada.

Concursos e admissão de professores dependem de critérios inquestionavelmente políticos. Exemplos mais flagrantes disso foram observados no Estado do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, onde a máquina burocrática tem sido dominada há décadas por partidos de esquerda. Os textos escolares comprovam o implícito ou explícito marxismo.

Diferentes dos tradicionais manuais de História, de autores conhecidamente eruditos, os atuais textos didáticos são produzidos em autoria coletiva, portando mínima ou nenhuma titulação. A indústriado livro escolar, seja dito de passagem, de consumo obrigatório e em grande escala, será um dos melhores negócios nas atuais circunstâncias.
Parcialidades e Distorções

A ideologiamarxista é hoje tão difusa, tão generalizada e consensual em nosso meioeducacional, que passa despercebida como sendo apenas uma determinada interpretação da realidade. Tornou-se “A” ciência. Os próprios vocábulos empregados já vêm impregnados de sentido ideológico, começando com a palavra capitalismo, com sua conotação imediatamente negativa. Algumas das teses mais correntes e tidas como inquestionáveis poderão ser assim exemplificadas :

- Igreja: a imagem projetada da Igreja é predominantemente a de uma instituição implicada com o poder, retrógrada e manipuladora de consciências.

- Colonização: a colonização européia da América, África e Ásiaé retratada exclusivamente em termos negativos, como imposição cultural e exploração econômica.

- Estados unidos: o extraordinário fenômeno do surgimento desta potência hegemônica fica sem maiores explicações, a não ser em termos predominantemente condenatórios.

- Cuba: uma revolução enfocada com simpatia e louvor sem qualquer ressalva.

- Comunismo: o fracasso da experiência comunista e o desmoronamento do Império Soviético vêm obrigatoriamente descrito, mas sem uma análise crítica de suas causas.
- Capitalismo: sinônimo de perversão e obstáculo a uma civilização harmônica e pacífica.

As teses acima podem ser facilmente encontradas na grande maioria dos textos escolares hoje adotados, tanto na rede pública quanto na rede privada. Assim também nosVestibulares – provas de admissão ao nível universitário – que apresentam questões em que tais ensinamentos são pressupostos.

Não se trata, de nossa parte, de negar aspectos negativos daquelas instituições e episódios. Mas sim apontar a parcialidade e tendenciosidade dos enfoques. Não se levantam os prós e contras de situações históricas, praticando-se meramente denúncias a bodes expiatórios já de antemão escolhidos. Não se apresentam problemas como problemas, o que seria a finalidade da verdadeira educação.

A coloração marxista de nosso ensino hoje está infiltrada em todas as disciplinas. Em recente prova de matemática, de escola religiosa particular em Brasilia, a tarefa envolvia o cálculo de crianças mortas de inanição, por hora, no mundo. Nas entrelinhas uma condenação ao sistema capitalista.

Mas as matérias diretamente propícias a doutrinação têm sido tradicionalmente as chamadas Humanas: História e eventualmente Sociologia. Mas a chamada Nova Geografia e a recentemente introduzida Filosofia, revelam-se surpreendentemente apropriadas aos propagadores do socialismo.

Sob influencia do professor Milton Santos, o papa da nova geografia, esta ciência extravasou para o terreno de uma pretensa economia, onde se discute ainda em termos de “economias periféricas dependentes” eos lucros do capital às custas da destruição do meio-ambiente . O fenômeno da Globalização será tratado como óbvio ardil do capital multinacional.

Já uma iniciaçãoà Filosofia poderia ser saudada como valiosa para a formação do jovemestudante. A questão é definir qual Filosofia? Ou o que entendem por filosofia? E a ser monitorada por quem ? Trata-se de uma poderosa arma, para o bem ou para o mal, da mais alta responsabilidade. E assim sendo, melhornenhuma do que uma tendenciosa ideologia travestida de Filosofia.

Que a visão marxista seja ensinada, sim, mas como visão marxista, e não como “A” Filosofia. Os manuais disponíveis nesta área são nitidamente calcados no vocabulário e no método marxista, destacando-seos da conhecida militante marxista Marilena Chauí.

Uma leitura direta de Aristóteles, acessível mesmo a não iniciados, poderia ser a melhor solução, enquanto não se encontre um texto isento.

Diretrizes Governamentais

O Ministério da Educação – órgão federal que centraliza o sistema educacional brasileiro – tem voltado sua atenção para o problema do livro didático nestes últimos anos.

Diante da profusão de manuais escolares que a cada ano élançada no mercado, denotando uma indústria que não conhece crise, o MEC arrogou a si a tarefa de avaliar seus métodos e conteúdos. Nomeou para isso comissões de professores, sem que se saiba sob quais critérios. Tais comissões produzem – já em segunda edição – Guia de livro didáticos, com o fim de orientar mestres e escolas nas diferentes disciplinas. Classificam assim os textos como recomendáveis, recomendáveis com ressalvas e não recomendáveis.

Critérios foram previamente estabelecidos para guiar tais avaliações. Além dos critérios gerais, cada comissão define os específicos para sua área. Todos enfatizam o objetivo de “formar cidadãos críticos e responsáveis”, e expressam condenação a preconceitos ou juízos de valor quanto a culturas, religiões, raças, costumes, etc.

Curiosamente, entre tais preconceitos, não se menciona o político-ideológico. É vedada toda discriminação cultural, raciale de gênero, mas nunca se explicita a discriminação partidária. No Guia do livro didático para a 6a. 7a. e 8a. série, de 2000 – 2001, à página 460, encontramos a absurdidade que abaixo reproduzimos:

“ Nenhum livro poderá ser considerado bom ou ruim por sua declarada ou implícita opção, por exemplo, pelo idealismo, pelo marxismo, pelo tradicionalismo social, ou por qualquer outra perspectiva ou forma de encarar a vida ou a sociedade. O que caracteriza, de fato, um bom livro de História é sua coerência e adequaçãometodológica.”

Teríamos assim aprovados bons livros nazistas, maoístas, anarquistas, etc., desde que coerentes consigo mesmos. Critério talvez aceitável para um nível superior, nunca para adolescentes de nível médio. Na verdade, o que aqui se insinua, não passa de total permissão à ideologia marxista.
A publicação do MEC elogia, por exemplo, o manual “Brasil, uma História em Construção”, de José R. Macedo e Mariley Oliveira, com a seguinte observação:

“É excelente, p. ex.,o texto que se encontra à página 9, onde se afirma que “não existe apenas uma verdade única na História...toda verdade no fundo é relativa,...Nem sempre o que é verdade para nós será o mesmo para pessoa diferente de nós.”

Temos aqui exemplificado um explicito relativismo, ou negação da ciência e da ética, num manual de história paraadolescentes 1.

Educar para a Cidadania

Educar para a cidadania é também função da escola. Todas as nações de alguma maneira o fazem. Nos Estados Unidos esta instrução se dáem nível predominantemente técnico; o funcionamento da máquina burocrática, governo, partidos, eleições, constituição, administrações regionais, etc. Adisciplina da História transmitirá sentimentos patrióticos, sem etnocentrismos ou xenofobias.

Na atual Alemanha estruturou-se um sistema digno de estudo, para eventual aproveitamento nosso. O Poder Legislativo, coordenando todos os Partidos, mantém e financia escritórios em todas as principais cidades, para informação e formação política de todos os cidadãos, particularmente dos estudantes.

É a Central para Formação Política, (Bundeszentrale fuer Politischen Bildung). Esta instituição pluripartidária publica livros, filmes e CDs, mapas e estatísticas, e mais um boletim mensal. Além disso, oferece cursos e palestras a classes de alunos ou outra categoria, sempre gratuitamente. Questões de fundo são discutidas por diferentes autores. Uma admirável instituição democrática. No Brasil estamos longe disso.

A tônica do que se ensina hoje em nossas escolas consiste em explícitas ou veladas críticas e denúncias. É o fácil maniqueísmo, em que se procura um culpado para nossas deficiências. Quando se repete exaustivamente a fórmulavencedores/vencidos, exploradores/explorados, dominadores/dominados,se está reproduzindo o difuso mito do conflito entre os bons e os maus.

Fórmula fácil e confortável, pois nos exime de responsabilidades. Acoplado a isso temos a implícita superstição de que uma instância superior, chamada Estado, ou Governo, suprirá nossas necessidades, nos protegerá e fará justiça. E será o culpado por tudo que não for conforme nossas ilusões. Cacoetes culturais.

O que uma honesta formação para a cidadania deveria propor, deveria ser muito mais positivo. Valorizar a responsabilidade individual, estimular o espírito empreendedor, a inventividade, a inovação, o assumir riscos, ter objetivos autônomos, providenciar o próprio futuro. Saber confiar em si mesmo para assim construir uma sociedade de confiança.

O jovem brasileiro recebe uma carga cultural que menospreza a livre iniciativa. Persiste o ideal de ser um funcionário do grande pai Estado, providencial e magnânimo. Aqui reside o obstáculo que nos impede de finalmente decolar e nos tornarmos uma nação digna de suas potencialidades.

Ao atacar a problemática pontual do ensino de nível médio sei que a dificuldade é mais abrangente,implicada em todo um ambiente cultural. Há uma histórica influência da Igreja Católica, hostil ao individualismo empreendedor. Já os professores são formados em Universidades onde a opinião reinante sempre privilegiou o socialismo.

Em grande parte desconhecem teorias alternativas, que de antemão são descartadas. Mas tal ignorância não justifica a intencional militância partidário-política, que faz da escola um favorito campo de doutrinação, aproveitando-se do status de autoridade do mestre diante do jovem sem opinião formada.

O que deveria ser feito

Ao apontar os vícios de nossa educação para a política, nós, democratas liberais deveríamos também reconhecer nossa omissão. Até o momento não temos algo alternativo a oferecer, pelo menos no que concerne a textos escolares. Valeria a pena constituir uma comissão de expertos para elaborar um manual básico que esclarecesse conceitos e valores universais de política, de uma maneira pluralista, sem incorrer também em dogmas doutrinários.

Nesse sentido, utilizando abordagens e conceitos chaves elaborados pelamoderna Teoria Política, e sempre partindo de situações experimentais concretas, teríamos tentativamente o seguinte modelo:

Conceitos chaves: Grupos, Organizações, Jogos e Ideais.Conceitos destes derivados: Interesses, Lideranças e Normas, Cooperação e Conflito, Mercado e Democracia. Exemplos ilustrativos seriam tirados da família, do futebol, da banda, do clube, da paróquia, até chegar à ONU, passando pela comunidade local e nacional. Estaria assim superado o sistemático enfoque maniqueísta e puramente denunciatório ora vigente.

Uma síntese das noções a serem propostas seria assim formulável:“Para melhor satisfação de suas necessidades e obtenção de uma existência melhor, os homens se reúnem emgrupos com comuns interesses, estruturando-se em maior ou menor grau de organização.

Tais grupos se relacionam de maneira cooperativa, ou conflitiva, objetivando atingir seus fins e modo mais ou menos racional.

Objetivos ou ideaisconstantes na história humana têm sido alcançar maior bem-estar, em condições de maior liberdade para todos, estabelecendo-se assim uma ordem harmônica, que permita aprosperidade, ou felicidade coletiva. A essa atividade humana da se o nome de Política.” 2
Notas

[1] A maneira mais objetiva de se avaliar o conteúdo do ensino é analisar os textos escolares em seus manuais mais frequentemente adotados. Entre as centenas disponíveis, comentaremos brevemente alguns dos mais representativos. Os pressupostos mais encontradiços são sempre a “Luta de Classes”, a “Exploração Internacional”, a condenação do “Neoliberalismo” e da “Globalização”.

História (3 vols.), Editora Lê. Dos bacharéis Ricardo / Ademar e Flavio (sic.) O vocabulário trai o típico pensamento marxista. “Burguesia” e “Proletariado” encarnam o Bem e o Mal. A ruína do sistema soviético é atribuída a falhas administrativas. Brasil como eterna vítima da ganância financeira internacional.

Nova história crítica, Ed. Nova Geração. Autor : Mario Schmidt. Adotado em inúmeras escolas públicas. Marxismo ortodoxo e militante de ponta a ponta. Na capa vem representada uma ampulheta, onde do dinheiro escorre sangue.

O tesouro na rua, Ed. Rosa dos Ventos. Cristóvão Buarque. Leitura complementar adotada em escolas de Brasília. Um protesto maniqueísta em forma de conto juvenil. Somos vítimas dos capitalistas Yankes. Reclama por “mudanças” sem concretizar quais sejam.

Capitalismo para principiantes. Editora Atica. Carlos Eduardo Novaes,Leitura complementar adotadaem curso de História de escolas particulares. Truculenta caricatura do Mercado Livre. Empresário como sinônimo de bandido.

O que é folclore. Coleção Primeiros Passos, Ed.Brasiliense. Carlos Rodrigues Brandão. Adotado pela Escola de Música de Brasília. Explicitas referências ao autor marxista Antonio Gramsci, do qual segue o pensamento.

Iniciação a sociologia, Editora Atual Nelson Dacio Tomazi ( org.) Catecismo marxista ortodoxo.

Filosofando, Editora Moderna. Ma. Lucia de Arruda e Ma.Helena Pires Martins. Pela bibliografia recomendada já se percebe a tônica marxista. As teses gramscianas são explicitas.

Acrescente-se aqui a recente série Sociedade e História do Brasil, em 12 volumes, publicada pelo Instituto Teotônio Vilela do Partido Social Democrático – do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso –, interpretando a história nacional em termos claramente socialistas.

2 Encontra-se disponível uma publicação de minha autoria, “Iniciação àPolítica”, a ser melhor elaborada, onde tais conceitos são esquematizados.

Fontes: Escolas em Partido - Brasil News 
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quinta-feira, 27 de março de 2014

Capitalismo e Comunismo estão se tornando uma coisa só?


Por: James Perloff

Estamos testemunhando uma dialética de acordo com a qual o Comunismo e Capitalismo estão sendo "mesclados confortavelmente"? É a cobra perdendo sua pele e revelando seu verdadeiro caráter, capitalismo monopolista privado dirigido pelo Estado?

Os Americanos poderiam experimentar um Terror Vermelho modernizado? Embora a América nunca aceitou abertamente a revolução comunista, ela está agora adotando medidas seguramente socialistas. Os cabalistas estão empregando um princípio conhecido: Para cozir um sapo, não atire-o na água fervente – ele pulará. Ao invés disso, coloque-o em água morna e aumente gradualmente o calor; o sapo nunca percebe que ele está sendo fervido. Esse aquecimento vagaroso é o "Socialismo Fabiano" (comunismo gradual).

Em estados comunistas, a religião foi abolida. Isso era impossível na América, então os cabalistas tinham os Maçons da Suprema Corte (cujos juramentos transcendem aqueles da Constituição) destroem a liberdade religiosa em graus – banindo orações em escolas, proibindo quadros dos Dez Mandamentos etc.

Enquanto que os comunistas confiscam a economia, o socialismo faz isso gradualmente, confiscando renda através de impostos crescentes, enquanto sobrecarregam os negócios com regulamentos cada vez maiores. Não importa que o governo usurpe um outro setor da vida – seja ele de aprendizado (Departamento de Educação) ou saúde (Obamacare) nós nos atraímos proximamente ao comunismo. O resultado final do Socialismo é IDÊNTICO ao comunismo, mas atingido por décadas.

Isso cumpre a famosa revelação que o Presidente da Fundação Ford Rowan Gaither fez ao investigador do Congresso Norman Dodd: que as bases da elite governante planejaram "alterar a vida nos EUA, que pode ser confortavelmente mesclada com a União Soviética."

Porem, isso tinha um corolário. Fundir o Ocidente com o Oriente requeria que os estados comunistas abandonassem temporariamente o comunismo linha dura e adotasse o socialismo moderado com enfeites democráticos. Eu considero isso o propósito de Gorbachev ter introduzido a glasnost em 1989. O término da “Animal Farm” de Orwell, onde os porcos e fazendeiros se tornaram indistinguíveis, está sendo exaurido.

O genocídio Comunista não foi confinado à Rússia. Sob Mao Tse-tung, o número de mortes da China subiu a mais de 60 milhões. Pol Pot eliminou proximamente a um terço dos Cambojanos na década de 70. Todavia, repentinamente, nos anos 90, o comunismo mundial vestiu-se de uma face sorridente. Isso não fazia sentido; totalitários não recuam voluntariamente.

O significado da Glasnost foi revelado por Anatoly Golitsyn, agente da KGB de alto posto desertor durante a Guerra Fria (Alfred Hitchcock dramatizou sua fuga em Topaz). No livro de 1984 de Golitsyn “New Lies for Old” (Novas Mentiras para o Antigo), ele revelou a estratégia inovadora que a KGB lhe revelou. Seu livro predisse: a substituição de Yuri Andropov por "um líder mais jovem com uma imagem mais liberal" [Gorbachev]; liberalização democrática por todo o bloco Ocidental; a queda do Muro de Berlim e a reunião da Alemanha Ocidental e Oriental. O livro de Golitsyn fez 148 previsões; por volta de 1993, 139 foram cumpridas. Embora um profeta político, a mídia o ignorou.

Golitsyn avisou que as mudanças eram uma BURLA TEMPORÁRIA. No final, ele escreveu, "todas as características totalitárias familiares desde os estágios iniciais da revolução soviética e os anos Stalinistas pós-guerra na Europa Oriental poderiam ser esperadas reaparecerem."

Poderia Putin, no fim das contas, provar-se como um um instrumento dessa agenda?

A mão guia vista em 1917


O Czar Nicolau abdicou em Março de 1917. Na medida em que os líderes bolcheviques Vladimir Lênin e Leon Trotsky não estavam sequer na Rússia de então, como ganhariam controle dela em Novembro de 1917?

Analistas do Ocidente desvendaram parte desse mistério, mas muito permaneceu desconhecido devido à opressão do governo soviético em sua história – como disse Orwell "Quem controla o presente controla o passado."

Com a glasnost, os arquivos se abriram. Talvez ninguém tenha conferido melhor a informação do que Juri Lina cujo livro “Under the Sign of the Scorpion” (“Sob o Signo do Escorpião”) pode ser encontrado online até sua nova edição que é liberada nesse mês de Abril.

O eixo cabalista dos Rothschild, através de sua rede de banqueiros e maçons, controlaram a operação bolchevique.

• Em Fevereiro de 1917, uma carência de pão artificialmente induzida acompanhou a confusão em Petrogrado (então capital da Rússia). Numa "operação de bandeira falsa” as multidões foram metralhadas de posições escondidas e a culpa pelos feridos foi lançada sobre o Czar.

• Agentes britânicos subornaram soldados russos para se amotinarem e integrarem a confusão. O General Russo Branco Arsene de Goulevitch escreveu: "Me contaram que mais de 21 milhões de rublos foram gastos para pelo Lord Milner para financiar a Revolução Russa." O maçom de grau 33 Alfred Milner era um homem de confiança dos Rothschild.

• Vários generais russos eram franco-maçons que traíram o Czar sob instruções maçônicas.

• Os russos pensavam que o governo provisório, estabelecido sob Alexander Kerensky depois da queda do Czar, significava democracia futura. Mas Kerensky, Grande Secretário do Grande Oriente da Rússia, era "uma fase" do controle comunista. Seu governo perdoou todos os exílios políticos – luz verde para o retorno para a Rússia de camaradas Franco-maçons Lênin e Trotsky.

• Jacob Schiff e o fundador do Federal Reserve Paul Warburg dirigiam Kuhn, Loeb – o banco satélite dos Rothschilds de Nova Iorque. Schiff forneceu $20 milhões em ouro a Trotsky, que navegou desde Nova Iorque com 275 outros terroristas com passaportes obtidos através de pressão de banqueiros sobres a administração Wilson.

• Na Alemanha, o irmão de Warburg, Max, ajudou a persuader o governo a fornecer milhões para Lênin e permitir-lhe cruzar a Alemanha com outros revolucionários em um trem especial. Os alemães concordaram porque os bolcheviques prometeram tirar a Rússia da Primeira Guerra Mundial depois de tomar o poder.

• Os bolcheviques foram bem sucedidos porque tinham o que outros revolucionários (em outras palavras, Mencheviques) não tinham – dinheiro sem limite. Em Maio de 1917, o Pravda já tinha uma tiragem de 300.000.

• É um mito que Kerensky e os Bolcheviques eram adversários. Kerensky recebeu $1 milhão de Jacob Schiff. Durante o verão de 1917, quando foi revelado que os Bolcheviques estavam na folha de pagamento da Alemanha – traição durante o tempo de guerra - Kerensky os protegeu. Quando os Bolcheviques moviam-se para tomar o poder naquele outono, ele recusou a opção de requisitar tropas para preservar o governo. Lênin e Trotsky deram dinheiro para Kerensky e passage segura. Ele morreu rico em 1970 em Nova Iorque, onde a Igreja Ortodoxa Russa recusou-lhe serviços funerários.

• A Grã-Bretanha pós-guerra aos Bolcheviques rifles e munição para 250 mil homens. Com isso e outra assistência Ocidental, os Vermelhos esmagaram a oposição Branca. Empréstimos e tecnologia dos capitalistas Ocidentais fluíram por décadas, como documentado em “Wall Street and the Bolshevik Revolution” (“Wall Street e a Revolução Bolchevique”) de Antony Sutton e Red Carpet (“Tapete Vermelho”) de Joseph Finder.

Qual era o propósito dos banqueiros em estabelecer o comunismo? Com a exceção de apenas alguns assuntos (como homossexualismo), a Rússia e os Estados Unidos assemelham-se a cada dia. Ambos estados são essencialmente dedicados ao materialismo. Ambos são estados totalitários ocultos sob uma ferrugem de livre expressão e democracia. Eis um dito, "Você se torna o que você combate." Isso está acontecendo?

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quinta-feira, 20 de março de 2014

EUA avisam que entregarão controle da Internet a uma Entidade Global


Recém-atingido por causa da espionagem via internet que tem promovido contra o mundo todo, o governo dos Estados Unidos anunciou que está disposto a entregar o controle da rede a uma entidade global.

Na sexta-feira, 15, o Departamento de Comércio informou que convocará "as partes envolvidas em todo o mundo para refletir sobre os caminhos" que levarão seu país a passar o Icann para frente. É esse órgão, que fica na Califórnia, o responsável por administrar a distribuição de domínios. E ele está submetido ao Departamento de Comércio dos EUA.

O presidente do Icann, Fadi Chehadé, disse à AFP que a decisão é bem vinda, ainda mais porque ajudará a entidade a se desvincular de uma imagem estritamente ocidental. "Convidamos todos os governos, o setor privado, a sociedade civil e os órgãos relacionados à internet em todo o mundo para que se juntem a nós para implementar esta fase de transição", convocou, em comunicado.

Fontes: Olhar Digital - Lado Oculto Nova Ordem Mundial - Nos dias de Noé - Anunciando a Verdade 
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terça-feira, 11 de março de 2014

Líderes europeus querem um único exército, uma única polícia e um único presidente para a Europa


Alemanha, França e nove dos países mais poderosos da Europa pediram um presidente eleito da União Europeia e o fim do veto britânico sobre a política de defesa, num plano radical para o futuro do continente.

Num documento dado a conhecer após uma reunião entre os 11 ministros de Assuntos Exteriores em Varsóvia, o bloco traçou uma visão do “futuro da Europa”.

Assim como a petição de um só chefe de Estado eleito para Europa, o bloco exigiu uma nova política de defesa, sob o controle de um ministério pan-exterior da UE sob o mando da baronesa Ashton, que “a longo prazo poderia implicar um exército europeu“.

Com o fim de “prevenir que um único Estado membro tenha a possibilidade de obstruir iniciativas”, em referência à oposição britânica a um exército europeu, o grupo liderado pela Alemanha exigiu um fim aos vetos nacionais existentes em matéria de política exterior e de defesa. Isto daria à UE a faculdade de impôr uma decisão sobre Gran Bretanha se tivesse o apoio da maioria dos outros países.

O bloco também chamou a uma nova força policial europeia que patrulhará as fronteiras exteriores de Schengen sem passaporte e um visto de zona única europea.

O plano, que conta com o respaldo da Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Luxemburgo e Portugal, é provável que acelere a convocatória de um referéndum britânico sobre a adesão à UE.

O documento propõe também poderes para o Parlamento Europeu e a divisão da UE, mediante a criação de uma nova sub-câmara parlamentar para os 17 países da zona euro.

Numa declaração conjunta, Guido Westerwelle e Radek Sikorski, os ministros de Assuntos Exteriores da Alemanha e Polônia, pediram a criação de um único presidente da UE, que executaría e supervisionaria cumbres regulares, e eleito diretamente pelos votantes numa votação paneuropeia “no mesmo dia em todos os estados membros”.

“Para que Europa seja um ator verdadeiramente forte e um líder global necessita uma forte estrutura institucional”, disse Westerwelle, e o Sr. Sikorski. “Se necessita um presidente eleito diretamente que pessoalmente nomeie os membros de seu “governo europeu“.

Os 11 países também pediram que as mudanças nos tratados europeus, no futuro se adotem e apliquem “por maioria super-qualificada dos estados membros da UE” ao invés de por unanimidade, o que significa que os tratados já não poderiam ser bloqueados por votos “não” nos referendos.

O documento seguinte à petição na semana passada feita pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, para que a UE se converta numa “federação” e após o aumento das petições em Gran Bretanha de um referéndum sobre qualquer novo tratado europeu ou constituição.

Um porta-voz do governo britânico disse: “Esta é uma contribuição ao debate que acaba de começar. O Reino Unido desempenhará um papel pleno e ativo nesse debate”.

Nigel Farage, líder do Partido pela Independência do Reino Unido, descreveu as propostas que surgiram em resposta à crise da eurozona, como um “novo assentamento europeu”. Ele disse que era “totalmente hostil às esperanças e aspirações deste país” e que era “o momento de oferecer às pessoas uma opção a nossa adesão à UE”. 

Tradução: Blog Caminho Alternativo

Comentário do blog:

Um único governante, um único exército e uma única polícia. Os passos para o Governo Mundial são esses, já começaram pela Europa. Falta agora uma única moeda(chip subcutâneo?) e um único banco controlando tudo. E teremos a Nova Ordem Mundial tão citada na internet.

A conspiração para o estabelecimento de um Governo Mundial está descarada com esta notícia, criam as “crises” para depois vir com a “solução” deles, um plano que há décadas sociedades secretas vêm construindo e executando em doses homeopáticas para que as massas não percebam.
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Líderes europeus querem ter mercado digital único em 2015


Os chefes de estado e de Governo da União Europeia querem estabelecer um mercado digital único, considerando que a fragmentação registada atualmente é um obstáculo para impulsionar o potencial do setor. Tal contribuirá para reduzir barreiras em várias matérias, nomeadamente nas taxas de roaming, para as comunicações móveis, e no comércio eletrónico.

A intenção foi anunciada pelo presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, esta madrugada, no final do primeiro dia da cimeira europeia, e vai ao encontro da proposta da Comissão Europeia (CE) para a adoção de um pacote de medidas que contemplem a criação de um verdadeiro mercado único dos serviços digitais em toda a UE.

Os chefes de estado e de Governo da União Europeia apelam contudo à realização de estudo intensivo para que este mercado surja no momento oportuno.

O Conselho Europeu considera que a UE precisa de um "marco regulamentar adequado" para promover investimentos necessários à criação de infraestrutura que sustente os objetivos de velocidade da banda larga e das novas redes 4G.

Defende também a promoção de condições adequadas para um mercado único dos metadados e da computação na nuvem.

Os líderes consideram ainda que o fornecimento de serviços e conteúdos digitais na UE exige a implementação de um regime de direitos de propriedade intelectual "próprio da era digital" e, por isso, lembraram que a CE finalizará seus estudos em curso de legislação em matéria de direitos de propriedade intelectual no primeiro semestre de 2014.

Ao mesmo tempo, defenderam, entre outros aspetos, a promoção da confiança dos consumidores e das empresas na economia digital através da adoção "oportuna" de um "quadro legislativo geral" para a proteção de dados e da direção sobre segurança digital, que consideram "essenciais" para se conseguir um mercado único digital em 2015. 

Fonte: Tek
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sábado, 8 de março de 2014

Controle social: "Admirável Gado Novo"


Zé Ramalho Composição: Zé Ramalho
(Prestem atenção, comentários dos trechos da música em vermelho)

Vocês que fazem parte dessa massa, (Nós que fazemos parte de um amontoado de gente) Que passa nos projetos, do futuro (Nossas vidas estão dentro de um projeto pelos "senhores o mundo" e da Nova Ordem Mundial) É duro tanto ter que caminhar E dar muito mais, do que receber. (Para os "senhores do mundo" somos considerado como gado, onde nossa função é apenas produzir e gerar produção)

E ter que demonstrar sua coragem, A margem do que possa aparecer. E ver que toda essa engrenagem, Já sente a ferrugem lhe comer. (o cansaço do trabalho e a vida massacrada sem reconhecimento e sem o devido valor)

Êeeeeh, Oh! Oh!, Vida de gado Povo marcado Êh! Povo feliz!...(2x) (O povo vive com suas mentes fechadas, muitos não tem a capacidade de se libertar e outros não querem vivendo suas vidinhas e achando que estão livres e fora do sistema, marcados pela marca de uma midia dominante e sem escrúpulos que tentam mostrar uma falsa realidade)

Lá fora faz um tempo confortável. A vigilância cuida do normal. Os automóveis ouvem a notícia Os homens a publicam no jornal. (A midia é apenas um canal de dominar as pessoas e fazer com que elas vivam alienadas num mundo irreal)  

E correm através da madrugada. A única velhice que chegou. Demoram-se na beira da estrada. E passam a contar o que sobrou. (Cada um vivendo em seu mundinho sem se incomodar com o que se passa a sua volta, vivendo de passado sem visão para o futuro)

Êeeeeh, Oh! Oh!, Vida de gado Povo marcado Êh! Povo feliz!...(2x)

Oooooooooh! Oh! Oh!

O povo foge da ignorância. Apesar de viver tão perto dela (A matrix que tantas pessoas não conhecem e nem fazem questão de se libertar envolve cada vez mais suas vidas) E sonham com melhores tempos idos Contemplam essa vida numa cela. (Presos num mundo que já passou e sem coragem de se libertar ou por medo de verem um novo horizonte) 

Esperam nova possibilidade (em busca de suas crenças, na esperança dessa guerra acabar) De verem esse mundo, se acabar (Na esperança de uma mudança e de um mundo de paz - implantado na mente do povo na visão de um gonverno mundial (o anti-cristo) A Arca de Noé, o dirigível (Nova Ordem Mundial) Não voam nem se pode flutuar Não voam nem se pode flutuar Não voam nem se pode flutuar.

Êeeeeh, Oh! Oh!, Vida de gado Povo marcado Êh! Povo feliz!...(2x)

Ooooooooooooooooh!

Há anos a midia vem tentando mostrar seus planos para o mundo em suas musicas, jornais, novelas e filmes. A Matrix está em tudo, agora mesmo ai do seu lado ou para onde quer que você vá.

Fique atento!

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Obama diz que o exército dos EUA está construindo o Homem de Ferro


O discurso oficial do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, após uma reunião com engenheiros e funcionários do Pentágono no último dia 25 poderia ter sido como outro qualquer. Mas não foi. Nele, Obama disse as seguintes palavras: “Basicamente, estou aqui para anunciar que estamos construindo um Homem de Ferro. Este é um projeto secreto com o qual estamos trabalhando há muito tempo”. Depois ele desconversou: “Na verdade, não. Talvez. É confidencial”.

As pessoas presentes riram, mas a mais pura verdade é que sim, os militares dos EUA estão construindo um “Homem de Ferro”. E não estamos falando de um plano mirabolante para as próximas décadas: os primeiros protótipos devem ficar prontos já em junho deste ano.

A grande sacada aqui é que isso tudo que Obama declarou em tom de brincadeira é real. Não apenas o Pentágono está trabalhando firme na construção de um Homem de Ferro, como também este fato já havia sido confirmado pelo Exército dos EUA algumas vezes.

Na realidade, junto com robôs, o Homem de Ferro é uma das maiores apostas do Exército, assim como a Força Aérea e a Marinha estadunidense aposta suas fichas nos drones (veículos aéreos não tripulados).  

No ano passado, o site Gizmodo já havia noticiado o fato. À época, já se sabia até os componentes que a armadura dos “Homens de Ferro” do Exército teriam. Oficialmente chamada de Uniforme Leve Operador de Ataque Tático (TALOS, na sigla em inglês), a vestimenta pode não ter a capacidade de voar, nem pequenos mísseis acoplados, mas sua lista de recursos ainda é extremamente impressionante.

A ideia é que os uniformes rígidos tenham proteção a bala e a choque graças a uma armadura que reveste tanto a superfície macia e flexível da armadura até a parte de metal mais dura e sólida, capaz de repelir com segurança uma corrente elétrica, por exemplo.

Além disso, deve ter capacidade corta-fogo. O Exército também havia mostrado interesse na função de armazenamento e liberação de energia para evitar lesões e melhorar o desempenho de seus soldados. Ou melhor, homens de ferro.

Para completar, a vestimenta terá sensores integrados de comunicação, corporais e externos, além de uma tela que trará informações e gráficos em tempo real da batalha em questão. Isso e um óculos de visão noturna. Todas essas tecnologias, por mais futuristas que possam parecer, já existem e estão disponíveis à equipe que trabalha neste grande projeto.

William McRaven, chefe do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, confirmou que três protótipos já estão sendo montados e devem ser entregues em junho para testes.

É o primeiro passo até a efetiva implantação dos Homens de Ferro, prevista para agosto de 2018. Segundo McRaven, o processo produzirá uma melhoria revolucionária na capacidade de sobrevivência dos usuários – uma enorme vantagem comparativa sobre os inimigos.

Nada mais nada menos do que 95 instituições dos EUA estão envolvidas no projeto: 56 empresas privadas, 16 agências governamentais, 13 universidades e 10 laboratórios nacionais. Agora é esperar para ver se os protótipos que serão apresentados daqui a 4 meses corresponderão às expectativas.

E se, em 2018, nas guerras em que os Estados Unidos costumam se meter, seus homens se parecerão menos com soldados da Segunda Guerra e mais com super-heróis de filmes de Hollywood.

Confira o trecho do discurso em que Obama fala sobre o assunto. Infelizmente, as legendas não estão disponíveis, mas vale a pena para perceber o traquejo do presidente e a reação bem-humorada da plateia (em certo momento, temos a impressão de que se trata de um show de humor no formato stand up comedy): 


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Nota:

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É importante esclarecer que este blog, em plena
vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas
constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal.
Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
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expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,
independentemente de censura ou licença" (inciso IX).