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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ao menos 70 empresas colaboraram com a ditadura

Victoria Basualdo, Rosa Cardoso e Sebastião Neto com o documento apresentado nesta segunda-feira 8 em São Paulo

Por: Marsílea Gombata

Petrobras, Ericson, Ford, Brastemp e Volkswagen, entre outras, podem ser responsabilizadas por crimes de lesa-humanidade, diz a Comissão da Verdade

Empresas brasileiras e estrangeiras colaboraram com os militares durante a ditadura. Elas funcionavam como fonte de informações sobre sindicalistas e trabalhadores suspeitos de comandarem greves e fazerem parte de organizações de esquerda, comprovam documentos obtidos pelo Grupo de Trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical” da Comissão Nacional da Verdade, apresentados nesta segunda-feira 8, em São Paulo. Além de mostrar nomes e endereços de trabalhadores suspeitos de confabular contra o regime, os documentos trazem os nomes do empresariado que monitorava seus funcionários a fim de colaborar com o sistema de censura e repressão nos últimos anos da ditadura civil militar no Brasil (1964-1985).

O documento "confidencial" de 18 de julho de 1983 do Ministério da Aeronáutica mostra a ata de uma reunião do chamado CECOSE (Centro Comunitário de Segurança) do Vale do Paraíba na qual as empresas Vibasa, Petrobras, Ericson, Telesp, Engesa, Confab, Ford, Embrape e Volkswagen traziam informações sobre demissões, greves e reuniões de sindicalistas no intervalo do expediente. "ENGESA - existe uma Comissão do Sindicato da Categoria que funciona no horário do almoço, visando à sindicalização daqueles que ainda não são sócios do mesmo", diz o documento da Engenheiros Especializados S/A (Engesa), empresa do ramo bélico fundada na década de 1960.

O mesmo arquivo fala sobre a reunião seguinte a ser realizada em 3 de agosto de 1983 na Empresa Mecânica Pesada S/A, em Taubaté (SP) e mostra também "lembretes" que a Volkswagen trazia aos pares sobre vendas de jornais da imprensa alternativa nas portarias da fábrica e atividades do Partido dos Trabalhadores (PT): "No dia 17JUN83 foram distribuídos na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de SBCampo/Diadema panfletos intitulado (sic) 'Companheiros trabalhadores'".

“A Volkswagen, pelo que mostra o documento, funcionava como uma espécie de órgão de inteligência nesse grupo", disse Sebastião Neto, secretário executivo do grupo de trabalho, ao lembrar que a empresa monitorou líderes sindicalistas como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Um outro documento, de 1981, localizado no Arquivo Público do Estado de São Paulo, revela uma lista de nomes de empregados suspeitos entregues ao Dops. Ao menos 67 empresas teriam passado, além dos nomes completos, o endereço de residência de cada um desses trabalhadores. Dentre as principais empresas que aparecem estão: Brastemp, Chrysler, Ford do Brasil S/A, Mercedez Benz do Brasil S/A, Termocânica, Volkswagen do Brasil S/A, Westinghouse LTDA, Rolls-Royce, Scania, Toyota e Toshiba.

Também preocupada com as "greves ilegais no ABCD", a Polícia Civil de São Paulo emitiu em 27 de junho de 1978 um relatório no qual falava sobre membros de inteligência em empresas a fim de passar informações sobre sindicalistas e articuladores da classe trabalhista. "A direção da indústria introduziu entre seus empregados três elementos com a finalidade de os informarem e localizarem os possíveis mentores do movimento grevista naquela indústria", disse sobre a sede da RESIL S/A, em Diadema.

“Tivemos no Brasil prisões seletivas com base nas informações que eram apresentadas pelas empresas”, observou a advogada Rosa Cardoso, integrante da Comissão Nacional da Verdade e coordenadora do GT que investiga as perseguições aos movimentos sindicais. “Cerca de 40% dos mortos e desaparecidos naquela época dizem respeito a trabalhadores”.

Segundo a advogada, apesar de não estarem envolvidas diretamente em casos de desaparecimento forçado, essas empresas podem ser responsabilizadas por crimes de lesa-humanidade. “Prisões arbitrárias, ilegais e em lugares de tortura também são atos considerados tortura pela legislação internacional", afirma. "E essas práticas foram generalizadas entre os trabalhadores, pois não havia sequer mandado de prisão contra eles”.

Rosa Cardoso disse ainda que o relatório final da Comissão da Verdade, a ser apresentado até 16 de dezembro, trará dois capítulos sobre o tema: um sobre perseguição aos trabalhadores e ao movimento sindical, e outro sobre as relações e formas de financiamento do empresariado com a ditadura.

Para isso, a comissão pretende realizar uma audiência na qual serão colhidos depoimentos de representantes das empresas cujos nomes constam nos documentos da época. A CNV conta ainda com o auxílio da pesquisadora argentina Victoria Basualdo, professora titular de História Econômica Argentina da Universidade de Ciências Sociais e Empresariais de Buenos Aires, que orientará os trabalhos do grupo de trabalho à luz do que ocorreu na Argentina.

“No caso da Argentina, foram imputadas pessoas e não empresas”, disse Victoria sobre os diretores das companhias Ledesma (açúcar), Aguilar Minera, La Veloz Del Norte (transporte), e a Ford em território argentino. “Muitas vezes, supõe-se que falar da ditadura é falar do passado. Mas creio que há momentos chaves do passado que nos permitem entender o presente", diz Basualdo. "As ditaduras não só deixaram um legado de repressão e terror, mas também transformaram as relações econômicas e sociais da nossa sociedade”.

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Jovens ficam sem o movimento das pernas após tomarem vacina contra HPV

Mariana (dir.) e Luana (esq.) estão internadas após reação a vacina (Foto: Arquivo Pessoal/Fabíola Freitas

Por: Jéssica Bitencourt Do G1 Santos 

Duas adolescentes estão internadas no Hospital Municipal de Bertioga, SP. Ministério da Saúde afirma que a vacina contra o HPV é segura.

Após apresentarem reação à segunda dose da vacina contra o HPV, duas das 11 adolescentes atendidas no Hospital Municipal de Bertioga, no litoral de São Paulo, continuam internadas na unidade. Elas apresentam sintomas parecidos e não conseguem andar, porque não sentem o movimento das pernas.

Acompanhadas pelas mães, as adolescentes Luana e Mariana, de 12 e 13 anos, precisaram retornar ao hospital. As duas haviam sido atendidas anteriormente na unidade entre quarta (3) e quinta-feira (4) e liberadas, mas voltaram a apresentar os mesmos sintomas que tiveram após a aplicação da vacina e ficaram internadas. Luana deu entrada no hospital na noite desta quinta, uma hora depois de ter alta da unidade, e Mariana, na manhã desta sexta-feira (5).

Segundo a empregada doméstica Rosália Alves Barros, mãe de Luana, a filha começou a passar mal há dois dias, cerca de uma hora depois de ter tomado a vacina no colégio. Ela, Mariana e as outras meninas que apresentaram os sintomas estudam na mesma escola. “A minha filha estava bem. Ela recebeu a vacina às 12h, e às 13h começou a passar mal na escola. Tremia e sentia uma dor de cabeça muito forte”, conta a mãe, de acordo com o que ouviu de funcionários da unidade escolar que socorreram a menina.


No mesmo dia, Luana foi medicada e teve alta. No entanto, os sintomas persistiram no dia seguinte. “Eu estava no trabalho e me ligaram da escola, dizendo que a Luana estava passando mal de novo. Aí eu fiquei preocupada”, relata Rosália. Mais uma vez, a menina foi medicada e liberada, mas quando chegou em casa, passou mal pela terceira vez. “Ela estava deitada no sofá e, de repente, começou a tremedeira, a dor de cabeça e a tontura. E da cintura para baixo, ela paralisou”, diz a mãe.

Com Mariana, a reação se deu de forma parecida. De acordo com a mãe da adolescente, a diarista Fabíola Freitas de Lima, a filha tomou a vacina no mesmo dia que Luana e também começou a passar mal em seguida. “Foi na saída da escola. Ela estava indo para casa acompanhada de uma colega, quando teve a tremedeira na rua e desmaiou. Uma viatura da ronda escolar passava na hora, e a outra menina pediu socorro. Aí trouxeram a Mariana para o hospital”, lembra a mãe.

 
Meninas estão internadas no Hospital de Bertioga
(Foto: Dirceu Mathias/Prefeitura de Bertioga)

A menina também foi medicada e liberada no mesmo dia, mas voltou a passar mal. Na terceira vez que procurou o hospital, ficou internada. “A Mariana já teve reação quando tomou a primeira dose da vacina. Ela desmaiou e teve dor de cabeça, mas não sentiu nada nas pernas. Agora, ela não consegue andar”, descreve Fabíola.

As meninas aguardam a realização de um exame que vai determinar o motivo dos sintomas. As mães garantem que elas estão calmas, mas quando cessa a aplicação da medicação, os sintomas reaparecem. “Com remédio, elas ficam bem. Até conseguem se locomover com dificuldade. Mas, quando o remédio acaba, voltam as tremedeiras, as dores e elas choram muito”, afirma Rosália.

Ela ressalta que os médicos não dão explicações. “Eles só acham estranho, mas não falam nada e a gente fica nessa agonia”, diz a mãe, nervosa. Fabíola acrescenta que a preocupação das mães é que as filhas tenham complicações por causa da reação à vacina. “Elas começam a passar mal e a gente não sabe o que vai acontecer. A gente fica com medo do estado de saúde delas se complicar, e elas ficarem com sequelas”, finaliza.

Segundo Ministério da Saúde, a vacina é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Quase cinco milhões de meninas em todo o Brasil já foram imunizadas contra o vírus HPV, que é o causador do câncer de colo de útero, o terceiro que mais leva mulheres à óbito no País.

Em nota, a Prefeitura de Bertioga informa que as reações estão sendo investigadas e que a orientação da Secretaria Estadual da Saúde é não suspender a aplicação da vacina.

  
Vacina contra o HPV é aplicada em meninas de todo o Brasil (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
 
Fonte: G1 
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Ebola está se espalhando na Libéria exponencialmente, alerta OMS

Até o momento, a Libéria é o país onde foram registradas mais mortes por causa do ebola

A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta segunda-feira que o vírus ebola está se espalhando "exponencialmente" na Libéria e que "milhares" de novos casos são esperados nas próximas três semanas.

Segundo a agência da ONU, métodos convencionais para controlar o surto que já matou pelo menos 2,1 mil pessoas "não estão tendo o impacto adequado".

O surto atinge principalmente o oeste da África. Além da Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria já registraram mortes.

Apenas na Libéria, até a última sexta-feira, 1.089 pessoas de um total de 1.871 diagnosticadas já morreram, o maior índice dentre os países afetados.

A Libéria também é onde o maior número de casos foi registrado.

Esforços

Para a OMS, é preciso triplicar ou até quadruplicar os esforços no país e em outras nações africanas para enfrentar de forma adequada a doença.

A organização ainda destacou a situação no condado de Montserrado, onde eram necessárias 1 mil camas para atender aos pacientes com ebola.

Mas, como somente 240 estavam disponíveis, muitas pessoas não podiam ser aceitas nos centros de tratamento.

Segundo a OMS, os táxis usados para transportar os pacientes infectados pelo vírus parecem ser uma "fonte importante da transmissão do ebola".

O vírus se espalha pelo contato direto com sangue contamidado, fluidos corporais ou órgãos, e também indiretamente, pelo contato com ambientes contaminados.

A epidemia atual tem uma taxa de mortalidade de 55% dos pacientes infectados.

Ajuda


Esforços precisam ser multiplicados para conter a epidemia, disse a OMS

Para conter a epidemia, a maior já registrada, os Estados Unidos e o Reino Unido planejam enviar tropas para o oeste da África.

Segundo o presidente americano, Barack Obama, os militares ajudarão a estabelecer zonas de isolamento e a garantir a segurança dos profissionais de saúde.

Uma nova clínica com 25 camas será criada pelos americanos na Monrovia, capital da Libéria, para tratar os médicos e enfermeiros que foram contaminados durante seu trabalho.

Uma vez construída, a clínica será gerida pelo governo liberiano.

"Essa não é uma luta só da Libéria", disse o ministro de Informação do país, Lewis Brown. "É uma luta da comunidade internacional que deve ser travada de forma muito séria e com todos os recursos possíveis."

Cura

Na tentativa de acabar com a epidemia do ebola, a OMS passou na última sexta-feira a recomendar a adoção de tratamentos que envolvam o uso do sangue de pessoas curadas.

O corpo humano consegue produzir os anticorpos necessários para combater uma infecção causada pelo ebola.

Assim, em teoria, os anticorpos que já fizeram efeito em um sobrevivente da doença podem ser transferidos pelo sangue para um paciente doente, ajudando o sistema imunológico dele para resistir ao vírus.

Não há dados em grande escala sobre a eficiência de uma terapia com sangue, já experimentada no passado.

Estudos feitos em um surto do ebola em 1995 na República Democrática do Congo indicaram que sete de um total de oito pessoas sobreviveram à doença após terem recebido um tratamento usando sangue de pessoas que sobreviveram ao mal.

Vacina

Ao mesmo tempo, remédios experimentais, como o Zmapp, que já foi usado em sete pacientes, estão em testes.

Também está sendo testada nos Estados Unidos uma vacina contra o ebola.

Os testes devem ser estendidos para outros centros no Reino Unido, em Mali e em Gâmbia nas próximas semanas. A OMS disse que os dados de segurança necessários para aprovar a vacina estarão prontos até novembro e, caso ela se mostre segura e efetiva, poderá ser usada no oeste da África imediatamente.

Fonte: BBC Brasil
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Documentos secretos revelam o "Icreach": Sistema que amplia ainda mais o alcance da NSA


Por: Nadia Prupis

A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA forneceu durante anos milhares de milhões de registos de telecomunicações sobre cidadãos americanos e estrangeiros a dezenas de governos — foi o que relatou o site Intercept na passada segunda-feira.

A NSA compartilha com outras agências 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel e outros dados através de uma super ferramenta de pesquisa

A NSA compartilha com outras agências 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel e outros dados através de uma super ferramenta de pesquisa.

A Agência de Segurança Nacional (NSA) forneceu durante anos milhares de milhões de registos de telecomunicações sobre cidadãos americanos e estrangeiros a dezenas de governos — foi o que relatou o site Intercept na passada segunda-feira.

Documentos ligados à divulgação de dados de Edward Snowden do ano passado, mostram que a NSA compartilhou e continua a compartilhar mais de 850 mil milhões de registos de e-mails, chamadas de telemóvel, localizações, chats de internet, e outros dados enviados e recebidos por pessoas do mundo todo, tudo isso utilizando uma ferramenta de pesquisa chamada Icreach, criada especificamente para a empresa e que funciona nos moldes do Google.

De acordo com uma nota da CIA sobre o programa, que os colegas da agência “saudaram entusiasticamente,” mais de mil analistas de 23 agências de diferentes governos tiveram acesso às informações da NSA, todas elas coligidas sem nenhum tipo de mandato judicial. Estes registos eram regularmente compartilhados com o FBI, com a divisão anti-drogas, com a CIA, com a Agência de Investigação e Defesa (DIA, na sigla em inglês), entre outras instituições.

“A equipe da Icreach entregou o primeiro pacote de informações privadas junto da Comunidade de Investigação dos EUA,” era o que uma nota ultra-secreta de 2007 dizia. “Esta equipa começou há mais de dois anos atrás forçado pela Comunidade de Investigação, que tem uma necessidade crescente de informações de comunicações relacionadas com os seus alvos.”

A Icreach parece ser uma entidade separada da base de dados da NSA, que coletava os registos telefônicos dos clientes da Verizon sob a secção 215 do Patriot Act, relatou o Intercept. Além disso, as ferramentas de busca “permitem o acesso a uma vasta quantidade de dados que podem ser extraídos por analistas da comunidade de investigação com fins de ‘investigação estrangeira’ — um termo vago ainda mais amplo do que Contraterrorismo”.

Jeffey Anchukaitis, porta-voz do Diretório de Investigação Nacional, defendeu a espionagem do governo, declarando que a partilha de informações se tornou “um pilar da comunidade de investigação após o 11 se setembro.”

O Intercept relatou que a Icreach foi construída sob a direção do antigo diretor da NSA, o general Keith Alexander, e foi criada para “garantir volumes sem precedentes de dados de comunicação para serem compartilhados e analisados,” e oferecer uma “fonte vasta e rica de informação” a outras agências.

A Icreach desenvolveu-se a partir do projeto Crisscross, uma iniciativa secreta da CIA e da DEA criada no começo dos anos 1990 para identificar suspeitos de tráfico de drogas na América Latina. Mas em 1999, o acesso ao Projeto Crisscross expandiu-se para incluir a NSA, o DIA e o FBI, que também contribuíram para a base de dados. Um sistema suplementar chamado Proton foi instalado para dar suporte a novas informações assim que os analistas começaram a juntar mais e mais dados espiados, incluindo códigos que poderiam identificar telemóveis individuais, passaportes e registos de vôos, pedidos de visto e informações de relatórios da CIA. Em julho de 2006, a NSA estimou que tinha armazenado 149 mil milhões de gravações no Proton.

Mas a Icreach pode armazenar ainda mais gravações do que se estima hoje. O Intercept escreve:

Enquanto a NSA estimava inicialmente 850 mil milhões de registos disponíveis na Icreach, os documentos indicam que este número pode ter sido ultrapassado, e que o número de acessos ao sistema pode ter subido desde 2010 para mais de 1000 analistas. O documento secreto “Black Budget,” de 2013, também obtido por Snowden, mostra que a NSA buscou mais financiamento recentemente para aprimorar a Icreach, no intuito de “prover aos analistas acesso a uma quantidade maior de dados.”

Fonte: Common Dreams
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Isis e a Nova Ordem Mundial


Por: Susan Duclos -  All News Pipe Line

Chocante! EUA admitem ter criado ISIS" para criar "Coalizão Internacional" - em prol de um Governo Mundial?

Um deslizamento interessante de língua por parte da Porta- voz do Dep. de Estado dos Estados Unidos , Jen Psaki durante um período de perguntas e respostas no que diz respeito ao vídeo lançado recentemente por ISIS de um segundo jornalista norte-americano com o nome de Steven Sotloff sendo executado.

Enquanto muitos outros voltados para a recusa de Ms. Psaki para rotular esses vídeos de decapitação ISIS como um ato de guerra, cinegrafista Scott Anthony destaca o que ele considera um ato falho Maior, sua explicação do que está no segundo vídeo abaixo. A primeira é a resposta completa de Psaki às questões colocadas, onde é perguntada se o governo Obama considera os vídeos de decapitação e assassinato de cidadãos norte-americanos um ato de guerra, e ela diz que não irá fornecer uma "nova etiqueta" para as ações, mas então ela continua a afirmar que esses vídeos decapitantes "ajudam a", antes de reformular seu lapsus linguae, afirmando que "não ajudou ao que eu deveria dizer, tem sido um ... um dos fatores de motivação no esforço, nós temos que submeter a criação de uma coalizão internacional para enfrentar essa ameaça ".

Vamos recapitular agora alguns relatos recentes sobre tanto Barack Obama e Joe Biden em referência a uma "nova ordem mundial", que segundo alguns é parte de um esforço global para criar um "governo mundial".

Mas se as pessoas vêem o que está acontecendo na Ucrânia, e a suposta agressão da Rússia em relação aos seus vizinhos na forma em que está no financiamento e armando os separatistas; para o que aconteceu na Síria - a devastação que Assad tem feito ao seu próprio povo; para o fracasso no Iraque por sunitas e xiitas e curdos para comprometer-se embora estamos tentando ver se conseguimos montar um governo que realmente pode funcionar; às ameaças terroristas em curso; ao que está acontecendo em Israel e Gaza - parte da preocupação das pessoas é apenas a sensação de que todo o mundo na velha ordem não está suportando-na e não temos muito ainda para onde precisamos estar em termos de uma nova ordem que se baseia em um conjunto diferente de princípios, que será baseado em um senso de humanidade comum, que é baseado em economias que funcionam para todas as pessoas. - Barack H. Obama

"Eu acredito que nós e, principalmente, você tem uma oportunidade incrível para levar a formação de uma nova ordem mundial para o século XXI, de forma coerente com os interesses americanos e interesses comuns." Vice-Pres. Joe Biden

Escolha de Psaki de redação, além de sua correção afobada, traz algumas questões lógicas de se o governo dos EUA está usando estas execuções brutais de americanos por ISIS para promover sua própria agenda de criação de uma "nova ordem mundial", e um "governo mundial? "Ou, como alguns acreditam, se ISIS é uma criação dos EUA, são essas mortes brutais e violentamente os vídeos de ser liberado para chocar e horrorizar os americanos seja tudo parte de um plano?

Então, novamente, ela poderia ser apenas uma porta-voz que é muito descuidada com a sua escolha de fraseado ... .. assista aos dois vídeos abaixo e decida por si mesmo. 


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General dos EUA: Podemos ter um Ataque de 11 de Setembro de 2014 com o Voo MH-370

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Cheiro de Ataque de Falsa Bandeira no ar. General dos EUA diz que nível de ameaça estará no máximo em 11 de setembro deste ano, e que o voo da Malaysia Airlines MH-370 reaparecerá, dando a entender um ataque no estilo do 11 de setembro utilizando o avião desaparecido em março deste ano. Coincidentemente Israel já havia levantado esta possibilidade em março deste ano.

Como vêm sendo avisado há algum tempo, o lobby sionista pretende realizar um novo atentado terrorista de falsa-bandeira. Isto é, um novo 11 de setembro perpetrado por “terroristas islâmicos”, só que desta vez as consequências serão muito mais graves.

A informação foi divulgada pela Fox News ao entrevistar o General (reformado) dos EUA Thomas McInerney.

No vídeo abaixo ele diz que não pode dar mais informações, mas que o nível de alerta de segurança para esta data deve ser DEFCON 1* (*guerra nuclear iminente).


Agora, leia a notícia abaixo que relata o que foi divulgado pela Fox News (negritos colocados pelo blog).


No sábado, no programa do Canal Fox News “America's News HQ”, o analista de redes militares e tenente-general reformado Thomas McInerney, disse à apresentadora Uma Pemmaraju que, para confrontar as atuais ameaças do ISIS, os EUA devem “mudar o nível de alerta para DEFCON 1, o nosso mais elevado estado de prontidão, e estar preparado conforme aconteceu no 11 de setembro“, pois ele advertiu que “podemos até ver um 11/09/14".

McInerney ainda alertou sobre o desaparecimento do vôo MH370 da Malaysia Airlines no início deste ano e disse: “Em sete de setembro, uma grande rede de notícias e rede de publicação vai lançar um livro. Ela fará a terra tremer sobre o que está acontecendo e o que aconteceu. O fato é que podemos ver o MH-370 novamente em 11 de setembro de 2014. Devemos elevar o nosso nível de alerta para DEFCON 1, o nosso mais elevado estado de prontidão e estar preparado como nós conduzimos o 11 de setembro de 2001“.

A apresentadora Uma Pemmaraju perguntou: “Quando você diz que uma grande organização de notícias surgirá com a publicação, a qual você está se referindo especificamente? Quais referências você pode falar, pode nos dar mais detalhes?

McInerney continuou: “Eu não posso te dar mais sobre o que eu acabei de dizer. Mas isto será extremamente importante e a América deve tomar conhecimento. Estamos menos seguros hoje do que estávamos há seis anos.“

O general confirmou novamente que a América deveria elevar o nível de ameaça terrorista neste momento à frente do aniversário do 11 de setembro.

O próprio General revela duas informações implícitas importantíssimas. Primeiro é que o voo MH-370 não “sumiu”, ele foi sequestrado, provavelmente pelo Exército dos EUA ou pela CIA para a base militar de Diego Garcia, justamente para servir como arma num futuro atentado de falsa-bandeira.

Segundo, ele diz que “vai aparecer um livro ou alguma publicação na mídia sobre o 11 de setembro″. Isto indica que o tal livro contará a verdade sobre os ataques de 11 de setembro e irá apontar aos verdadeiros culpados. Ou seja, vai revelar que Israel, Arábia Saudita e o próprio governo dos EUA projetaram e executaram os ataques através do MOSSAD israelense e a CIA. Difícil, apenas vão culpar a organização terrorista do momento para justificar mais invasões e pilhagem.

É sempre bom lembrar que em 2001 usaram a Al-Qaeda para demonizar os muçulmanos e ter o pretexto de atacar os países do Oriente Médio. Em 2014 vão usar o EIIL (ISIS) para fazer um novo ataque.

O ISIS (EIIL – Estado Islâmico), é uma “Al-Qaeda 2.0″, criada pelo MOSSAD israelense em conjunto com a CIA. É financiado e armado também por países árabes e europeus, como a França. O seu objetivo é atacar os países que ainda não estão alinhados ao sionismo internacional no Oriente Médio e permitir a criação de um “Grande Israel“.


O ISIS/EIIL, assim como a Al-Qaeda, jamais atacaram Israel e nem o farão. Abu Bakr al-Baghdadi, o chamado “Califa”, o chefe do ISIL (Estado Islâmico no Iraque e do Levante) é um judeu chamado Elliot Shimon, um agente operativo treinado pelo MOSSAD/CIA.

Abu Bakr al-Baghdadi é o judeu Elliot Shimon, o novo “Osama Bin Laden” do eixo sionista, agente do MOSSAD israelense e CIA


Um analista político diz que um eixo do mal está comprimindo os EUA, a Arábia Saudita e Israel, e está financiando e armando militantes do Takfiri* ISIL com o objetivo de expandir o regime sionista, relata a Press TV. (Takfiri = muçulmanos que acusam outros muçulmanos de apostasia)

Em entrevista à Press TV, no sábado, Rodney Shakespeare disse que Washington e seus dois aliados criaram, armaram e financiaram o grupo terrorista Takfiri contra os países do Oriente Médio que se opõem ao expansionismo de Israel.

“Faz parte da política sionista dividir o Iraque... Faz parte da política sionista esmagar qualquer Estado independente do Oriente Médio, que poderia se opor à expansão de Israel”, disse Shakespeare. Acrescentando: ”Israel quer se expandir, eventualmente, para o Iraque e para o Nilo. Esta divisão dos países do Oriente Médio faz parte da política sionista“.

O Iraque está lutando contra os terroristas do ISIL desde que assumiu o controle da cidade de Mosul, em 10 de junho. A aquisição foi seguida pela queda da cidade de Tikrit, localizada a 140 quilômetros ao noroeste da capital, Bagdá. O controle de Tikrit foi posteriormente retomado pelo exército iraquiano.

Soldados do exército iraquiano foram envolvidos em intensos combates com os militantes em diferentes frentes e até agora têm sido capazes de fazer recuar estes militantes em diversas áreas.

Terroristas do ISIL ameaçaram todas as comunidades, incluindo xiitas, sunitas, curdos, cristãos, curdos e Izadi, e outros, à medida que continuam os seus avanços no Iraque. O ISIL prometeu continuar seu ataque até a capital, Bagdá.

Como as próprias notícias e investigações revelam, o próximo ataque terrorista nos EUA (ou na Europa) será efetuado pelo MOSSAD mas acusando o EIIL de tê-lo perpetrado, uma operação idêntica ao atentado de 9/11/2001 ao World Trade Center, quando a Al-Qaeda foi apontada como a culpada pelos ataques.

Outra informação importante que não foi muito divulgada foi que o EIIL teria conseguido “roubar” material nuclear do Iraque para fabricar uma bomba nuclear. Talvez eles mesmos digam futuramente que este material foi usado para construir uma bomba nuclear quando o ataque ocorrer.

ISIS obtém materiais nucleares, e poderão obter bombas atômicas da Índia, Arábia ou do Paquistão

(CNN) - Militantes no Iraque se apoderaram de material nuclear da Universidade de instalações de ciência perto da cidade de Mosul, disse o governo iraquiano em uma carta às Nações Unidas.

Mas dois funcionários dos EUA disseram à CNN na quarta-feira que as pequenas quantidades de urânio enriquecido não são para armas, aconselhando que as pessoas não tenham a mínima preocupação.

A carta do embaixador da ONU no Iraque sobre os compostos de urânio clama por ajuda “para afastar a ameaça de seu uso por terroristas no Iraque ou no exterior“, pois o país luta contra uma insurgência mortal.

Na carta, obtida quarta-feira pela CNN, o embaixador iraquiano Mohamed Ali Alhakim disse que “grupos terroristas tomaram o controle” de cerca de 40 quilogramas de compostos de urânio em departamentos de ciência da Universidade de Mosul depois que as instituições “saíram do controle do Estado.” [...]

Conclusão

A partir de agora, com este anúncio feito pelo General, podemos imaginar o que vem por aí. Um ataque nuclear que poderá ser realizado com o avião da Malaysia Airlines, voo MH-370, carregado com uma bomba atômica ou “bomba suja”. "A própria nota de cem dólares indica a possibilidade deste ataque com “avião nuclear”. E o alvo poderia ser Nova York, a dica foi dada pelo próprio Barack Obama ao dizer no dia 26-03-2014 que estava “muito mais preocupado com um ataque nuclear em Manhattan do que com as ações da Rússia“.

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General Russo Fala sobre um "Ataque Nuclear Preventivo contra a OTAN"


Em meio a uma escalada verbal e diplomática entre o ocidente e a Rússia, repleta de gestos e declarações cada vez mais altissonante, o general russo Yury Yakubov, pediu que a Rússia modernize sua doutrina militar, cuja última atualização foi em 2010, para identificar claramente os EUA e seus aliados da OTAN como principais inimigos de Moscou.

E não somente isso. O general pediu que a Rússia especifique as condições das quais deveria lançar um ataque nuclear preventivo contra os 28 membros da OTAN.

O general Yury Yakubov

Lembre-se que em 2010 a doutrina militar russa, define a expansão da OTAN como um ameaça à segurança nacional da Rússia e reafirma seu direito de utilizar armas nucleares em uma postura meramente defensiva, mas está muito longe de declarar a OTAN como principal adversário de Moscou e sobretudo está muito longe de apresentar cenários de ataque nuclear preventivo, algo que inequivocamente lembra a Guerra Fria.


Yakubov afirma que a guerra de informação que está sendo travada sobre a crise na Ucrânia, onde o bloco ocidental acusa a Rússia de armar os separatistas pró-russos que lutam contra o governo em Kiev e o recente anúncio da OTAN em estabelecer uma presença militar permanente na Europa Oriental, tem reavivado os temores iniciais de que as alegações de não agressão da NATO contra a Rússia não são sinceras.

Lembre-se o que o ex presidente russo, Dmitry Medvedev, disse em novembro de 2008, em seu primeiro discurso presidencial ao povo russo:

"A Rússia vai implantar sistemas de mísseis Iskander em seu enclave de Melingrado para neutralizar, se necessário, o sistema de mísseis anti-balísticos na Europa"

Ele se referia, evidentemente, ao sistema de mísseis anti-balísticos da OTAN instalado na Europa sob o pretexto de proteger o continente dos possíveis ataques de países como Irã ou Coreia do Norte, mas cuja orientação, como muitos especialistas afirmam, era realmente contra a Rússia.

A instalação do escudo foi acordada na Conferência da NATO em Lisboa, em 2010.

Pois bem, o governo russo cumpriu sua advertência e tais medidas se aplicaram no final do ano passado:

"A Rússia instalou mísseis com um alcance de 500 km em seu enclave de Melingrado e ao longo de sua fronteira com os Estados Bálticos da Estônia, Letônia e Lituânia, de acordo com o jornal alemão Bild-Zeitung citando autoridades de defesa não foram identificados."

As imagens de satélite mostram um número de unidades móveis "de dois dígitos" identificados como "SS-26 Stone," de acordo com o código usado pelo código NATO. Os mísseis ficaram estacionados nos últimos 12 meses. Os SS-26 podem carregar armas convencionais e ogivas".

Assim, a tensão aumenta e a Rússia não parece disposta a ceder às pressões ocidentais.

Mas parece disposta a mostrar toda sua força militar, como medida de advertência diante de possíveis agressões.

Está cada vez mais longe de ser um simples jogo político baseado em intercâmbio de declarações...

Fontes: Periodismo Alternativo - El Robot Pescador - Zero Hedge - A Nova Ordem Mundial
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A nova legislação permitirá a Google identificar rostos desde seus satélites


©YouTube/Lockheed Martin Vídeos

Os regulamentos federais americanos de privacidade corroem com a atividade das empresas a favor de 'lobbies' como a Google e a Digital Globe, as quais poderiam começar a gravar imagens classificadas de pessoas.

Com a flexibilização da regulamentação federal, a partir de agora os satélites fornecem informações específicas sobre as pessoas tirar fotos de objetos que excedem cerca de 25 centímetros de tamanho.

A medida aprovada pelo Departamento de Comércio permitirá que os satélites trabalhem com detalhes suficientes para identificar, por exemplo, marcas de automóveis ou itens de vestuário.

Embora esta nova iniciativa tenha sido aprovada em junho, os esforços de 'lobbies do setor privado continuam diariamente a estender os horizontes legais do que é possível mostrar em fotografias tiradas do espaço.

A empresa de satélites Digital Globe dos EUA lançou o Worldview-3, a nova joia tecnológica que lhe permitem maximizar a atualização da legislação. A empresa espera que o governo americano dei-a um passo em frente e permita a transmissão de objetos de dez centímetros de tamanho, é reivindicado na web Motherboard.

O foco de negócios inovador está aberto e o bilionário Google não está muito atrás nesta potencial área de rentabilidade por meio da aquisição de imagens Skybox legal após a atualização de junho.

Segundo Elyse Wanshel, editor da Motherboard o motor de busca, disse que a compra de Sky box ajuda a fazer melhorias em produtos como Google Earth e Maps, aplicações de geolocalização por satélite.

A empresa também observou que, com a adição do Sky box desenvolverá um serviço revolucionário 'nuvem global. "

Enquanto os usuários desfrutaram de serviços de geolocalização diários, estas medidas poderiam expor a sua privacidade como nunca antes, o que abre muitas perguntas à justiça em matéria de proteção da mesma.

Fonte: RT
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Fim dos Tempos: Estado Islâmico diz aos EUA que irá afogar todos em sangue


O grupo militante Estado Islâmico, que ocupou várias partes do Iraque e atraiu os primeiros ataques aéreos dos Estados Unidos desde o final da ocupação em 2011, alertou os EUA que irá atacar seus cidadãos “em qualquer lugar” se os bombardeios atingirem seus militantes.

O vídeo, que mostra uma foto de um norte-americano decapitado durante a presença dos EUA no Iraque e vítimas de franco-atiradores, contém uma declaração em inglês que diz “iremos afogar todos vocês em sague”.

Os ataques aéreos dos Estados Unidos no norte iraquiano ajudaram forças curdas e iraquianas a recuperar parte dos territórios capturados pelos militantes islâmicos, que ameaçaram rumar para Bagdá.

A mais recente ofensiva do Estado Islâmico, uma dissidência da Al Qaeda, obrigou dezenas de milhares de pessoas da minoria étnica Yazidi e cristãos a fugir para salvar a vida, e alarmou o governo de Bagdá e seus aliados ocidentais.

Ao contrário da Al-Qaeda, até agora o Estado Islâmico se concentrou em tomar terras no Iraque e na Síria para seu autoproclamado califado, e não em atentados espetaculares contra alvos ocidentais.

O presidente dos EUA, Barack Obama, declarou em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira que o Estado Islâmico representa uma ameaça ao Iraque e a toda a região.

Fonte: Contacto Latino
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O Facebook não Invade Apenas a sua Privacidade, Ele Programa a sua Personalidade


Até onde chega o poder do Facebook, especialmente quando mostra poucos escrúpulos para modificar seu algoritmo? Evgeny Moronov afirma que o Facebook não apenas invade nossa privacidade, mas também invadiu a nossa personalidade.

Até alguns anos atrás (em 2008), quando o Facebook começou a se a tornar a rede social mas popular do mundo, um artigo do The Guardian questionava as "amizades" do Facebook. Para dar o salto para se tornar uma plataforma de alcance mundial, o Facebook recorreu a sua primeira linha de investidores a In-Q-Tel (o braço empreendedor da CIA) e a Peter Thiel (dono do PayPal, de ideias transhumanistas e membro Bilderberg). Naquela época, havia mais preocupação com a privacidade das informações do usuário, o qual é conhecido por ter acesso a aplicativos de terceiros e agências de marketing. Hoje em dia nos parece pouco alarmante entregar nossa informação ao Facebook até porque, depois dos vazamentos de Snowden, sabemos que em qualquer parte somos vigiados (incluindo sites como Facebook que de maneira voluntária ou coercitivamente tem entregado informação de seus usuários à NSA).

Em algum momento no entanto, não há muito tempo, era quase escandaloso pensar que abriríamos nossas vidas, até mesmo compartilhar nossos detalhes mais íntimos a uma companhia cujo interesse é poder ganhar dinheiro com essa informação, sem dizer, a "amigos" que mal conhecemos. O mesmo Zuckerberg afirmou em conversas gravadas pouco após de ter lançado o Facebook: "as pessoas são estúpidas, simplesmente me dão seu email".

Em janeiro de 2008, Tom Hodgkinson, o jornalista do The Guardian, escreveu: "O Departamento de Defesa da CIA ama a tecnologia, porque torna a espionagem mais fácil". Hodgkinson claramente suspeitava que o Facebook iria ser usado com essa finalidade (quando tinha menos de 60 milhões de usuários: hoje possui mais de 1 bilhão). Efetivamente, o Facebook foi usado pra nos espiar - de novo com seu consentimento e sim, isso na prática é o que menos importa - e seguramente está sendo usado para nos espiar. Outro prenúncio da participação da empresa de capital de risco da CIA nos primeiros dias do Facebook: este site se tornaria em um laboratório social onde se experimentaria o comportamento dos usuários e se manipularia suas interações possivelmente como parte de um programa de engenharia social - simplesmente para poder ganhar mais dinheiro, tendo mais cliques e vendendo mais publicidade.

Em junho a publicação sem alarde de um estudo mostrou que o Facebook realizou um experimento com 700 mil usuários modificando seu algoritmo - regras invisíveis - para que aparecessem mais posts positivos ou negativos (segundo o grupo) em seus novos feeds. Os resultados mostraram que aqueles expostos a posts positivos se sentiram mais felizes e escreveram mais posts positivos (e mais no total). Isto resultou em mais cliques e mais receita publicitária.

Este experimento gerou um certo alerta entre os críticos. Clay Johnson, o co-fundador do Blue State Digital, a agência que geriu a campanha digital de Obama em 2008, disse: "Poderia a CIA incitar uma revolução no Sudão pressionando o Facebook a promover descontentamento? Deveria ser legal? Pode Mark Zuckergerg combinar o resultado de uma eleição promovendo certos sites?" Perguntas que são todavia, mais alarmantes quando sabemos que o Facebook dorme com a CIA (ao menos uma prima próxima).

Mas, na verdade, a "má imprensa" pouco afetou o Facebook, cujas ações se encontram em seu ponto mais alto. Como aponta o sempre crítico Evgeny Morozov, na realidade nada afeta o Facebook, nem ao menos qualquer questionamento ético. Mas o experimento fornece informação valiosa a Zuckerberg e a seus sócios: podem ganhar dinheiro, inclusive permitindo aos usuários um mínimo respiro de privacidade, sempre que continuem multiplicando os cliques. Agora o Facebook, a companhia que lançou a ideia de que a privacidade era coisa do passado e que todos deveríamos abraçar o social como um envelope transparente onipresente, possui uma ferramenta para avisar aos usuários que estão "compartilhando demais" (oversharing) o que lhes permite ver como estão sendo medidos.

Isto parece ser de novo uma estratégia com uma agenda às escuras, como já aconteceu antes da história do Facebook. Morozov, acusado de tecnofóbico radical (mas provavelmente um dos mais lúcidos observadores da internet), adverte que o Facebook está comprando companhias e desenvolvendo aplicações que registram os movimentos online e offline dos usuários, o que significa que poderá possuir conteúdo mais relevante - conteúdo especialmente dirigido a uma pessoa que está correndo, conduzindo ou andando de bicicleta, por exemplo, como ocorre com o app Moves.

A linha de fundo é que o Facebook não parece ter nenhum escrúpulo em manipular seu algoritmo se isto beneficiar seu plano de negócios ou sua agenda social, e não existe um mecanismo para fazê-lo prestar contas. Outro exemplo das alterações do algoritmo, aparentemente inofensivo e louvável, foi em 2012 quando alterou sua configuração para que os usuários pudessem expressar um status como doador de órgãos, o qual produziu mais de 13 mil registros no primeiro dia. É muito grande o poder de decidir que tipo de iniciativa é boa para a sociedade e qual não. Morozov escreve:

A razão pela qual devemos temer o Facebook e estes tipos de empresas não é porque violam nossa privacidade. é porque definem os parâmetros da massa cinzenta na maior parte invisível da infraestrutura tecnológica que molda nossa identidade. Todavia, não possuem o poder de nos tornar felizes ou tristes, mas seguramente estarão prontos para nos fazer felizes ou tristes se ajudar a gerar mais receita

Esta visão não está longe de um tom distópico - uma distopia totalitária não seria apenas imersiva, mas provavelmente ocorreria sem que nós déssemos dado conta que está acontecendo. Morozov nos pede que nos perguntemos: "O quanto nossa identidade está sendo modificada pelos algoritmos, bases de dados e apps que estendem os esforços políticos, comerciais e estatais para tornar-nos mas felizes - como diz a música distópica do Radiohead - 'mais em forma, mais feliz, mais produtivo'" (fitter, happier, more productive).

Paralelamente, até uns meses atrás, o Facebook tem feito algumas alterações em seu algoritmo, apertando de tal maneira que os posts das fan pages apareçam em menor quantidade a menos usuários, claramente para fazer com que as companhias que buscam receber tráfego ou para que suas mensagens apareçam massivamente, tenham que pagar por seus posts.

Esta medida tem golpeado a numerosos sites de notícias, chegando ao ponto que alguns praticamente desapareçam. Como podemos ficar seguros de que o Facebook não privilegia seus algoritmos a sites que pagam mais ou que são mais ideologicamente relacionados, ou simplesmente que gerem mais receita ao fomentar uma espécie de ecossistema favorável para promover esta "felicidade" digital que se traduz em cliques?

O Facebook é, ao menos potencialmente, uma máquina de alcance orwelliano, capaz de censurar e delimitar a realidade. Pouco notamos que isto está acontecendo, vivendo um "efeito aquário" dentro do sistema. O algoritmo transpassa a vida digital e se torna parte de nossa personalidade.

Fontes: Periodismo Alternativo - Pijama Surf - The Guardian - Pijama Surf: “La gente es estúpida... - Opinion - Blog Anti Nova Ordem Mundial - A Nova Ordem Mundial
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