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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

22/11/2013: Estamos todos infectados!?


Um novo vídeo "assustador" foi upado no Youtube. Ele faz referência aos Chemtrails e um suposto "vírus" que é lançado pelos rastros e já infectou "todo mundo"... 

 [Imagem: s.jpg]

Citar: Nós todos estamos.

Você, eu, todos nós.

Estamos todos infectados com uma doença baseada em nanotecnologia que biologicamente ' instala ' um BioAPI em seu cérebro , conectando sua mente para um computador quântico controlados pela inteligência artificial avançada.

Espalhados via Chemtrails, o vírus é orgânicos e inorgânicos na natureza, utilizandam partículas de alumínio nano como blocos de construção para os componentes inorgânicos do sistema BioAPI. Uma vez instalado, o seu cérebro, pensamentos e consciência são hard-wired na mente colmeia.

Ele lê a sua mente, controla seus padrões de pensamento e influencia todas as suas decisões. Ele te observa enquanto você dorme. Todos os seus pensamentos são processados, gravados e alterados em tempo real.

Todo mundo está em fase 1, de instalado. Indivíduos visados ​​possuem a fase 2, de ativado. Na fase 2, o sistema orgânico é dinâmico e indivíduos "alvos" são controlados mentalmente, e todos ao seu redor, a fim de perseguir, subverter, estudar e destruir aqueles que ele vê como uma ameaça. Controle da mente em tempo real em uma escala global através de uma nanotecnologia de poder inimaginável.

Esforços extremos foram feitos para nos prevenir de lançar esta informação. Temos pouco tempo antes da mudança ser invertida e as luzes se apagarem.

Parece que os designers da doença a tornaram possível para ser curada.

Há esperança. A sobrevivência é uma escolha. A única opção que lhe resta. Siga o coelho branco... 


Veja o Vídeo:


Fonte: Before its news 
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Especialistas alertam para ameaça global de bactérias


A equipe internacional de especialistas em saúde advertiu que as bactérias resistentes a medicamentos são um dos mais graves desafios para a medicina moderna.

Em um artigo publicado na revista Lancet, os peritos conclamam a empreender esforços sem precedentes a nível internacional para lidar com esta ameaça. Eles propõem, em particular, reduzir o número de antibióticos prescritos e incentivar as companhias farmacêuticas a produzir novos tipos de medicamentos.

Caso contrário, os especialistas prognosticam o retorno da mortalidade por infeções nos países desenvolvidos ao nível do início do século XX.
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Médico Afirma: Câncer pode ser curado em semanas


Dr. Leonard Coldwell afirma que todo câncer pode ser curado em 16 semanas. Dr. Coldwell declara como isso é possível neste vídeo. Ele recomenda usar curas naturais para câncer em oposição a tratamentos tradicionais para câncer.

O discurso do médico entrevistado parece alinhado ao método da terapia Gerson, que se baseia no consumo de alimentos crús, mas que não é aceita pela comunidade científica, com certa razão. Que uma boa alimentação, livre de cancerígenos, agrotóxicos, conservantes, corantes e etc, contribua para a qualidade e expectativa de vida, parece razoável afirmar.

Tem alguns equívocos óbvios na fala do médico, como alguém já comentou, por exemplo, sobre areia contida no sal arranhar artérias, o que não é possível posto que não é possível que a areia entre no sistema circulatório.

Assista criticamente. (Texto do tradutor do vídeo)


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Simbolismo Illuminati 18/11/13

Simbolismo no desenho do Tom e Jerry: Pirâmide com olho de horus no bastão, simbolo-mor dos Illuminati


Esta imagem de Rihanna para a revista British GQ, que foi tirada por Mariano Vivanco, mostra a cantora cobrindo o peito com seus antebraços e pequenas cobras de várias cores cobrindo os cabelos, enquanto uma grande cobra se enrola em torno de seu pescoço. Alguma dúvida?


É assustador como ela parece estar "possuída" pelas próprias serpentes.


Não podia faltar o inevitável e onipresente simbolismo do "um olho".

 
Katy Perry se apresenta com um figurino bastante
"felino" - mais uma referência à Programação Kitten.


Aqui, Katy Perry passeia por um campo florido, como se em umestado de dissociação, em meio a várias borboletas, mas uma em especial pousou em seu braço: a borboleta monarca.


A capa do mais recente single da ex-Spice Girl Mel B. possui um olho com uma cabeça cheia de borboletas monarcas (o simbolismo do controle mental).Também acho
que ela está fazendo o que ela tem que fazer a fim de permanecer no showbusiness.

 
 Laura Pausini também precisa tocar a carreira e continuar relevante.

 
Daniel Radcliffe para a revista Flaunt. Seu rosto está sendo
recortado...para o preenchimento de outro? Será mais uma
referência a alter-personas e controle mental.

 
Esta outra imagem apresenta elementos mais dissociativos, mas é arte!

 
Lady Gaga postou isto no Instagram. Parece uma máscara
que ela mesmo fez, mas por que apenas com um olho só?

 
Porque é preciso, não é mesmo, Lady Gaga?

 
Miley Cyrus e sua sessão de fotos com
Terry Richardson. O resultado é este.

 
Miley mostra o um olho em praticamente todas as fotos nestes dias.Ela está sendo instruída a fazer isso por seus manipuladores?

 
A estreia do Big Brother do Reino Unido. O reality show é de câmeras espionando as pessoas para entreter as massas. O primeiro show da temporada contou com um palco com o olho que tudo vê gigantesco e pessoas gritando ao redor dele. É assim que a elite doutrina pessoas.

 
 Imagem fotografada na Catedral da Sé em São Paulo.

 
Imagem fotografada em famosa igreja de Canela, no Rio Grande do Sul.

 
Aqui está Bono mostrando um prêmio que recebeu da Rainha Elizabeth II - a mesma rainha que deu um prêmio para Jimmy Savile (o abusador). Vamos chamar esse o prêmio da elite oculta.

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Insulina pode ser usada como arma letal


O menino Joaquim Ponte Marques pode ter morrido com uma overdose de insulina, diz a polícia

É por isso que a polícia de Ribeirão Preto trabalha com a hipótese de que a causa possível da morte de Joaquim tenha sido uma overdose de insulina.

A criança era diabética e recebia regularmente aplicações do medicamento utilizado para controlar o nível de açúcar no sangue.

Dias antes da morte de Joaquim, segundo denúncia feita pela mãe dele, Natália Ponte, ela teria flagrado o companheiro e padrasto do menino, Guilherme Longo, fazendo uma pesquisa na internet sobre a utilização de insulina.

Ele alegaria depois que pensava em usar a droga para aplacar suas crises de abstinência.

Guilherme é dependente químico, havia se livrado das drogas, mas teve uma recaída um mês antes do desaparecimento e morte do enteado.

Em depoimento feito após ir para a prisão, Guilherme contou para a polícia que aplicou em si mesmo 30 doses da insulina de Joaquim.

Isso levou à suspeita de que, na verdade, ele teria aplicado esta quantidade altíssima na criança, que, depois, teria sido jogada no córrego Tanquinho, que fica atrás da casa da família, no Jardim Independência.

Até agora, 69 casos no mundo

A insulina mata e pode ser usada criminosamente. É o que aponta um estudo feito por dois peritos da Faculdade de Medicina de São Paulo que fizeram um levantamento mundial sobre os assassinatos em que os homicidas usaram o medicamento.

De acordo com o estudo, feito por Marcos Moraes Biancalana e Talita Zerbini, foram encontrados 69 casos de morte por insulina na literatura mundial e a maioria dos criminosos eram parentes próximos ou conhecidos que tinham noção de como usar o medicamento.

Eles afirmam que a pesquisa “Morte por envenenamento através da administração da insulina: uma revisão” tem o objetivo de orientar os profissionais sobre este método usado pelos criminosos já que não existem protocolos para a investigação de morte em que se suspeite da hipoglicemia como causa.

Entre os criminosos estão enfermeiras, médicos, maridos, esposas, mães e pais. A pesquisa mostra que o método é eficiente para matar pessoas sem deixar indícios de ato criminoso. Segundo os autores da pesquisa, o aumento do número de casos de homicídios com insulina aumentou nos últimos 30 anos porque surgiram métodos capazes de detectar a substância em cadáveres.

Ribeirão sem casos

O médico legista João Arnaldo Damião Melki, diretor do Instituto Médico Legal de Ribeirão Preto, diz que a cidade nunca teve casos. Melki explica: “Dependendo da dose, a insulina é letal. A pessoa pode ter hipoglicemia (queda de açúcar no sangue) fatal. Ela entra em coma e tem parada cardíaca. Não é uma morte rápida”.

A literatura mostra que a insulina foi utilizada como arma por seis de 77 profissionais de saúde acusados ou culpados de homicídios em série. E a insulina foi responsável por 13% das mortes por injeção, comparados com 17% de mortes por cloreto de potássio e 23% por opiáceos.

Critérios de busca

Segundo a pesquisa, a Polícia pode identificar se a vítima foi alvo de uma dose letal de insulina seguindo alguns procedimentos básicos.

O primeiro deles começa no inquérito policial quando as autoridades devem verificar se o suspeito fez telefonemas ou anotações sobre o caso. O policial também deve estar atento à profissão dele e se ele tem conhecimento de como usar a insulina ou se apresenta psicopatia.

O segundo passo é apreender na casa todos os frascos de insulina, seringas ou canetas que devem ser posteriormente analisadas em busca de indícios de uso.

O terceiro passo é função do legista que deve procurar no cadáver outros sinais de lesões corporais ou algum indício de asfixia já que para atingir a morte é necessária uma alta dose de insulina.

O legista também deve colher sangue e urina, além de amostras biológicas do cadáver.

Pesquisa

O estudo engloba textos publicados entre 1930 e 2010. Dos 69 casos de homicídios levantados nesta revisão, 55 foram registrados na literatura médica, doze foram retirados da mídia impressa via Internet e dois foram acessados através do sistema judiciário norte- americano.

Associação orienta a fazer testes

Adriana Jorge, presidente da Associação dos Diabéticos de Ribeirão Preto, reafirma que o excesso de insulina no corpo mata. “O diabético que toma insulina a mais vai ter hipoglicemia o que vai levar à ausência de oxigênio no corpo”. Ela explica que a vítima fica tonta, o corpo treme, o suor é abundante e o estado é de confusão total. “Esta pessoa pode ser salva se tomar água com açúcar, refrigerante, suco ou apenas açúcar para elevar a glicose”.

Ela alerta que quem tomar uma dosagem excessiva e for dormir corre o risco de morrer. “O corpo não vai reagir. Se o paciente for uma criança, deve sempre fazer teste de glicemia antes da aplicação”.

IML de Ribeirão pede urgência nos laudos

O diretor do IML (Instituto Médico Legal) de Ribeirão Preto, João Arnaldo Damião Melki, afirmou que pediu agilidade para o IML de São Paulo na análise das amostras retiradas do corpo de Joaquim Ponte Marques, três anos, que morreu no dia 5 de novembro.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de o menino ter sido vítima de uma superdosagem de insulina e depois de morto o corpo foi jogado no rio Pardo onde ficou por cinco dias até ser encontrado próximo a cidade de Barretos.

“O IML de São Paulo sabe que precisamos dos exames rapidamente, mas o serviço atende o Estado inteiro. Não dá para prever quanto tempo vai demorar para recebermos os exames, mas pedi prioridade”, afirma. Segundo ele, foram enviados exames toxicológicos, DNA (para saber se o corpo realmente é de Joaquim).

Rio mascara a insulina, diz o legista Melki

O corpo de Joaquim Ponte Marques não tinha sinais de violência. É o que constatou o legista Mauricio Moretto.

“O IML de Barretos, que fez a necropsia, informou que não existem lesões externas que justificassem o óbito. Não havia sinais de asfixia”, afirma João Melki.

De acordo com Melki, vai ser muito difícil encontrar no corpo do menino sinais da insulina.

“Não aparece nos exames, só se for por milagre”, afirmou.

Um dos motivos é o tempo que o corpo da criança permaneceu na água. Também não é possível estabelecer o horário em que o menino morreu.

“Neste tipo de meio (rio) muda tudo aquilo que está dito na literatura. Não tem padrão. Cada caso é um caso”.

Fonte: A cidade 
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Primeiro caso humano de gripe aviária com o vírus H6N1

Nas aves, a estirpe H6N1 é comum Nicolas asfouri/AFP

Vera Novais

Nas aves, a estirpe é pouco patogénica. Mas cientistas alertam para o facto de que qualquer vírus de gripe aviária pode sofrer alterações que o tornem causador de gripe em humanos.

A infecção pelo vírus H6N1, a causa mais comum de gripe aviária tanto entre espécies de aves selvagens como domésticas, ainda não tinha sido detectada em humanos. Uma equipa de Taiwan, que inclui investigadores de universidades e centros hospitalares, apresentou esta quarta-feira, na revista médica The Lancet, o caso de uma mulher de 20 anos com uma infecção por este vírus.

Embora bastante comum, o vírus H6N1 é conhecido por uma baixa patogenicidade nas aves e por reduzidos surtos de mortalidade. Porém, a estirpe de H6N1 presente em Taiwan desde 1972, apresenta uma variação genética única que a distingue das estirpes presentes na China ou em Hong-Kong.

“Enquanto este vírus [estirpe H6N1 de Taiwan] continuar a evoluir e a acumular variações, pode aumentar o risco de infecções humanas”, diz, em comunicado, um dos autores do estudo, Ho-Sheng Wu, do Centro de Controlo de Doenças de Taiwan.

Esta evolução do vírus pode ainda potenciar as transmissões entre humanos e infecções cruzadas entre outros mamíferos, lê-se no artigo. No entanto, nenhuma prova destes modos de transmissão foi demonstrada.

Quando a doente deu entrada no hospital com sintomas de gripe, em Maio deste ano, foi possível detectar o vírus H6N1 na sua garganta. Pela entrevista realizada à doente, percebeu-se que não tinha estado em contacto com aves, nem tinha efectuado nenhuma viagem nos últimos três meses.

Das pessoas com quem tinha interagido recentemente, poucas tinham contraído infecções respiratórias, que foram curadas antes de ter sido possível relacioná-las (ou não) com o vírus H6N1. Embora o vírus tenha sido posteriormente encontrado em duas explorações de aves na sua área de residência, não foi possível provar a origem da infecção.

“A ocorrência de um caso de infecção por H6N1 em humanos mostra como é difícil prever a ocorrência de infecções das populações humanas”, concluem os autores deste estudo. “O nosso relatório sublinha a necessidade de preparação contra as gripes pandémicas, incluindo a vigilância apertada para a evolução de todos os tipos de vírus responsáveis por gripes aviárias.”

Fonte: Público
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CIA tem programa idêntico ao da NSA para transferências bancárias internacionais


Segundo o New York Times o programa foi lançado ao abrigo das mesmas normas usadas para recolher dados de comunicações e será um de muitos lançados nos últimos anos pelas secretas americanas A CIA deveria centrar a sua acção na recolha de informação no estrangeiro AFP

A CIA está a recolher enormes quantidades de dados sobre transferências bancárias internacionais, servindo-se da mesma lei que foi utilizada pela Agência de Segurança Nacional (NSA) norte-americana para registar milhões de registos telefónicos e de email, noticiou o New York Times (NYT). É mais um exemplo, diz o jornal, do vasto programa de vigilância sobre cidadãos posto em marcha pela Administração norte-americana nos últimos anos em nome da luta contra o terrorismo.

O jornal, que cita actuais e antigos responsáveis do Governo federal, adianta que os serviços secretos norte-americanos estão a recolher dados de empresas como a Western Union, incluindo transferências de e para os Estados Unidos. O programa decorre ao abrigo do artigo 215.º do Patriot Act – norma legal que obriga as empresas a entregar informações sobre os seus clientes às agências federais no âmbito de investigações contra o terrorismo – e, tal como no caso da NSA, é monitorizado apenas pelo tribunal de vigilância (Foreign Intelligence Surveillance Court, FISA).

As decisões deste tribunal especial são secretas, mas uma das fontes ouvidas pelo jornal adianta que, apesar de autorizar o programa, a instância decidiu que as empresas só devem fornecer à CIA a identidade de cidadãos norte-americanos que recorreram aos seus serviços para enviar ou receber dinheiro se os visados estiverem já a ser investigados por ligações a organizações terroristas. Estipulou ainda que os dados das transferências devem ser destruídos passados alguns anos.

A CIA, cuja acção se deveria centrar na recolha de informações no estrangeiro, recusou pronunciar-se sobre a existência deste programa, dizendo apenas que “protege a nação e respeita os direitos de privacidade dos americanos ao garantir que as suas actividades de recolha de informação se centram na obtenção de informação externa e contra-informação em cumprimento das leis dos EUA”.

Uma porta-voz da Western Union também não comentou a informação – os mandatos emitidos pelo FISA obrigam as empresas visadas a manter sigilo sobre os pedidos efectuados pela Administração –, referindo apenas que a empresa “recolhe informação dos clientes em cumprimento da lei sobre segredo bancário e outras normas legais”.

Suspeita de terrorismo

Vários especialistas ouvidos pelo NYT sublinham que a recolha de dados bancários, sujeita já a várias verificações para evitar crimes como a lavagem de dinheiro ou o financiamento de organizações criminosas, é menos sensível do que a vigilância exercida sobre as comunicações.

Mas o jornal adianta que esta actividade é mais um indício da extensão dos programas de vigilância sobre cidadãos nacionais e estrangeiros postos em marcha nos últimos anos pelas várias agências de serviços secretos norte-americanos. “A comunidade de informações está a recolher enormes quantidades de dados, de diferentes formas, a mando de várias entidades”, disse ao jornal um responsável dos serviços secretos que, tal como as outras fontes, pediu anonimato.

Há vários outros indícios de que as actividades da NSA – agência dedicada à vigilância de comunicações – não são inéditas. Nas audições no Congresso, responsáveis da Administração recusam sistematicamente revelar se há outros dados para além das comunicações que estão a ser recolhidos pelo Governo federal. E vários documentos desclassificados no âmbito das inquirições fazem referência a outros pedidos apresentados ao FISA ao abrigo da secção 215.º do Patriot Act.

O jornal recorda ainda um documento de trabalho do Departamento de Justiça em que se referia que a vigilância da NSA deveria ser entendida “no contexto” em que “a recolha de grandes quantidades de informação” se torna necessária para que os serviços secretos consigam estabelecer ligações entre suspeitos de terrorismo e os seus colaboradores.

Fonte: Público
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Grupo de Hackers Anonymous invadiu computadores do Governo dos EUA


Hackers ativistas ligados ao coletivo conhecido como Anonymous acessaram secretamente computadores do governo dos Estados Unidos em várias agências e roubado informações confidenciais em uma campanha que começou há quase um ano, alertou o FBI nesta semana.

Os hackers exploraram uma falha no software da Adobe Systems Inc para lançar uma onda de invasão eletrônica, que começou em dezembro passado, de acordo com um memorando do FBI, a polícia federal dos EUA, obtido pela Reuters.

O memorando, distribuído na quinta-feira (14), descreveu os ataques como "um problema generalizado que deve ser abordado". O memorando afirma que a invasão afetou o Exército dos EUA, o Departamento de Energia, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e talvez muitas outras agências.

Os investigadores ainda estão reunindo informações sobre o alcance da campanha cibernética, que as autoridades acreditam ser contínua.

Fonte: Exame.info
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“Situação muito perigosa” alerta 53 milhões de pessoas nos Estados Unidos


Situação meteorológica complexa levou à formação de vários tornados.

Os serviços meteorológicos dos Estados Unidos lançaram um alerta devido à aproximação de tornados à região oeste dos Estados Unidos.

Um tornado já chegou a terra e outro, potencialmente mais perigoso, aproxima-se com ventos e chuva intensa. Na região afectada, 10 estados, vivem 53 milhões de pessoas.

“Temos uma situação muito perigosa entre mãos e estamos ainda no início”, disse Laura Furgione, vice-directora do Serviço Nacional de Meteorologia.

O primeiro tornado chegou a terra nos arredores de Peoria, no Illinois.

Fonte: Renascença
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